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O processo da doação de sangue

Os pacientes que necessitam de transfusão podem contar somente com a solidariedade de pessoas, que têm o privilégio de ser saudáveis e que se dispõem a DOAR O SEU SANGUE, através de um ato de amor ao próximo.

Em muitos casos, a transfusão de sangue é a única esperança de vida.

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Importante

  • A doação é um procedimento totalmente seguro.
  • O volume coletado é de aproximadamente 450 ml (padrão internacional), o que representa menos de 13% do total de sangue do corpo de um adulto.
  • O doador não se expõe a nenhum risco de contaminação.
  • A doação de sangue não engorda e nem emagrece, não afina e nem engrossa o sangue.
  • Não é necessário jejum, porém após o almoço pede-se um intervalo de 3 horas para iniciar a doação.
  • Não exige mais doações.

Doar sangue é um ato humanitário que enobrece e traz uma satisfação interior muito grande. Afinal, por meio desse ato, você ajuda a salvar vidas.

O processo de doação de sangue

O sangue, ou seu componente, transfundido num paciente, deve ser coletado de indivíduos saudáveis, preparado e estocado de forma adequada.

O processo para doação de sangue inicia-se com o cadastro dos dados de identificação do doador e a apresentação de um documento de identidade com fotografia.

Após o almoço pede-se um intervalo de 3 horas para iniciar a doação.

A seguir, o doador é submetido a uma entrevista, na qual seu histórico médico, seus hábitos e suas condições de saúde são verificados e anotados num questionário, com o objetivo de certificar-se de que a doação não será prejudicial ao doador e nem ao receptor. A entrevista é realizada individualmente, por profissional capacitado, não sendo permitida a presença de acompanhantes.

Obs.: os critérios utilizados para seleção do doador são determinados pela legislação nacional (Portaria 1353 do Ministério da Saúde) e por órgãos internacionais (Associação Americana de Bancos de Sangue).

Ao término da entrevista, verificam-se a pressão arterial, a pulsação e a temperatura. Além disso, uma pequena punção digital (que é um pequeno furo na ponta do dedo) é feita a fim de obter uma gotícula de sangue para determinação rápida da hemoglobina (teste de anemia).

A coleta é realizada numa cadeira na posição semi-sentada. Uma veia de um dos braços é puncionada e um volume de 400ml a 450ml é coletado numa bolsa plástica, que contém solução anticoagulante e preservante. Cerca de 40ml de sangue são coletados para execução dos testes laboratoriais para doenças infecciosas transmissíveis por transfusão e tipagem sanguínea.

Finalizada a coleta, o doador é encaminhado à sala do lanche para alimentar-se e ingerir líquido. O tempo de permanência total no banco de sangue é de, em média, 40 minutos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.einstein.br/

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Banco de Sangue

A doação de sangue é um ato voluntário e altruísta que SALVA VIDAS.

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Doar sangue é seguro e quem doa uma vez, não é obrigado a doar sempre. No entanto, é muito importante que pessoas saudáveis doem regularmente. Se você quer ser um doador voluntário de sangue, leia abaixo algumas orientações antes de decidir pela sua doação

Uma informação importante é que a doação não é um meio para se testar para AIDS ou outro agente infeccioso, pois há um período entre a infecção e a sua identificação pelos exames laboratoriais, chamado de Janela Imunológica, que pode variar de semanas a meses dependendo do tipo de agente infeccioso. Durante o período de janela imunológica os testes laboratoriais revelam-se negativos e o agente infeccioso pode ser transmitido através da transfusão de sangue.
Portanto, se você estiver em dúvida se pode ou não doar sangue, leia mais os textos a seguir ou ligue para número (11) 5576.4240 – Opção 1. Da sinceridade e consciência do doador pode depender a saúde de quem receberá a transfusão de sangue.

Você pode participar doando sangue e/ou divulgando a importância da doação de sangue.

Como doar

Há 03 principais tipos de doação: de sangue total, por aférese e doação autóloga.
Doação de Sangue Total: é a doação habitual, onde até 450 ml de sangue são coletados em uma bolsa produzida com materiais e soluções que permitem a preservação do sangue. Os homens podem doar de 2 em 2 meses, até 4 vezes ao ano e as mulheres podem doar de 3 em 3 meses até 3 vezes ao ano.

COMO É FEITA UMA DOAÇÃO DE SANGUE TOTAL?

1.  Cadastro: O doador, portando um documento oficial com foto, é cadastrado e recebe um questionário para ser respondido. Esse questionário tem o objetivo de avaliar se há alguma situação ou doença que impeça a doação de sangue, portanto as respostas devem ser sinceras e qualquer dúvida deve ser esclarecida na próxima etapa – a triagem clínica.
2.  Triagem clínica: O doador é entrevistado e examinado por profissional de saúde , em local que garanta a privacidade e o sigilo das informações. Esse profissional verifica as respostas do questionário e avalia pessoas com alto risco de transmitir doenças pelo sangue. O doador deve ser consciente de que as suas respostas são muito importantes para garantir a sua integridade física, bem como a de quem vai receber o seu sangue. A segurança do paciente que recebe transfusão começa com o doador.
3.  Coleta de sangue: A coleta de sangue dura no máximo 10 minutos. Todo o material utilizado é estéril e descartável Não há risco de contrair doenças doando sangue.
4.  Lanche: Após a doação o doador recebe um lanche e informações sobre os cuidados básicos que devem ser tomados após a coleta do sangue.

TODAS AS PESSOAS PODEM DOAR SANGUE?

Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por Normas Técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue

REQUISITOS BÁSICOS PARA DOAR SANGUE

–  Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)
–  Estar bem de saúde
–  Ter entre 16 (*) e 68 anos (incompletos) – (*) jovens com 16 e 17 anos podem doar com autorização dos pais e/ou responsáveis legais.  –  Pesar no mínimo 50 Kg.
– Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação

ALGUMAS SITUAÇÕES QUE IMPEDEM PROVISORIAMENTE A DOAÇÃO DE SANGUE:

–  Febre – acima de 37°C
–  Gripe ou resfriado
–  Gravidez atual (90 dias após o parto normal e de 180 dias após a cesariana)
–  Amamentação (até 1 ano após o parto)
–  Uso de alguns medicamentos
–  Anemia
–  Cirurgias
–  Extração dentária 72 horas
–  Tatuagem: 01 ano sem doar
–  Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina
–  Transfusão de sangue: impedimento por 01 ano

Maiores esclarecimentos serão fornecidos durante a entrevista clínica que precede a doação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.hospitalsaopaulo.org.br

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Doação de Sangue: Requisitos

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Requisitos básicos para Doação de Sangue

Na triagem de doadores, a Fundação Pró-Sangue obedece a normas nacionais e internacionais, como as do Ministério da Saúde, Associação Americana e Conselho Europeu de Bancos de Sangue. O alto rigor no cumprimento dessas normas visa oferecer segurança e proteção ao receptor e ao doador.

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Abaixo estão listados os requisitos básicos e alguns dos principais impedimentos temporários e definitivos para doação de sangue. No entanto, esta lista não esgota os motivos de impedimentos para doação, de forma que outras informações prestadas por você durante a triagem clínica serão consideradas para definir se está apto para doar sangue nesse momento.

Requisitos básicos

  • » Estar em boas condições de saúde.
  • » Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos, clique para ver documentos necessários e formulário de autorização).
  • » Pesar no mínimo 50kg.
  • » Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
  • » Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
  • » Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Impedimentos temporários

  • » Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • » Gravidez
  • » 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
  • » Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
  • » Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
  • » Tatuagem nos últimos 12 meses.
  • » Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses.
  • » Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • » Hepatite após os 11 anos de idade. *
  • » Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
  • » Uso de drogas ilícitas injetáveis.
  • » Malária.
  • * Hepatite após o 11º aniversário: Recusa Definitiva; Hepatite B ou C após ou antes dos 10 anos: Recusa definitiva; Hepatite por Medicamento: apto após a cura e avaliado clinicamente; Hepatite viral (A): após os 11 anos de idade, se trouxer o exame do diagnóstico da doença, será avaliado pelo médico da triagem.

Respeitar os intervalos para doação

  • » Homens – 60 dias (máximo de 04 doações nos últimos 12 meses).
  • » Mulheres – 90 dias (máximo de 03 doações nos últimos 12 meses).

Honestidade também salva vidas. Ao doar sangue, seja sincero na entrevista.* A Pró-Sangue se preocupa com a segurança das crianças. Se alguma delas vier com você no dia da doação, traga um outro adulto para acompanhá-la.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.prosangue.sp.gov.br

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Fique Atento à Saúde dos Pequenos

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Câncer infantil: diagnóstico precoce e quimioterapia permitem cura de até 80%

Dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que, todos os anos, cerca de 9 mil casos de câncer infantil são detectados no País. Os tipos mais comuns são a leucemia (doença maligna dos glóbulos brancos) e os linfomas (que se originam nos gânglios). A boa notícia é que o diagnóstico precoce e a quimioterapia, juntos, representam a principal arma contra a doença e permitem índices de cura que chegam a 80%.

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No Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil, lembrado oficialmente no dia 23 de novembro, a onco-hematologista e diretora técnica do Hospital da Criança de Brasília, Isis Magalhães, lembrou que a doença em crianças é diferente da diagnosticada em adultos. Nas crianças, as células malignas são geralmente mais agressivas e crescem de forma rápida. Os tumores dificilmente são localizados e o tratamento não pode ser feito com cirurgia, destacou a especialistas, em entrevista à Agência Brasil.

Outra peculiaridade do câncer infantil é que não há forma de prevenção, uma vez que não é possível explicar a razão do surgimento dos tumores. A médica alertou que os sinais da doença podem ser facilmente confundidos com os de quadros bastante comuns em crianças, como infecções. Alguns exemplos são o aparecimento de manchas roxas na pele e anemia. Os sintomas, entretanto, devem se manifestar por um período superior a duas semanas para causar algum tipo de alerta.

“É preciso saber identificar quando aquilo está passando do limite e quando é normal. Afinal, qual criança não tem uma mancha roxa na canela de vez em quando? Dependendo da situação, a lista de sinais causa mais desespero nos pais do que ajuda”, explicou. A orientação, segundo ela, é levar as crianças periodicamente ao pediatra.

Isis também defende que os próprios oncologistas pediátricos orientem profissionais de saúde da rede básica sobre os sinais de alerta do câncer infantil. A ideia é que o pediatra geral e o agente de saúde, por exemplo, sejam capazes de ampliar seu próprio grau de suspeita, prescrever exames mais detalhados e, se necessário, encaminhar a criança ao especialista.

“A doença não dá tempo para esperar. É preciso seguir o protocolo à risca, porque essa é a chance da criança. O primeiro tratamento tem que ser o correto”, disse. Isis destacou também a importância de centros especializados de câncer infantil, já que a doença precisa ser combatida por equipes multidisplinares, compostas por oncologistas, pediatras, neurologistas, cardiologistas, infectologistas e mesmo psicólogos, odontólogos e fisioterapeutas, além do assistente social.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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Homeopatia

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O que é

A homeopatia é um sistema medicinal alternativo que contempla a totalidade do ser humano em detrimento de doenças isoladas. Ela atua por meio de estímulos energéticos desencadeados por medicamentos homeopáticos com o intuito de reequilibrar a energia vital dos pacientes.

A homeopatia é orientada por quatro princípios: lei dos semelhantes, experimentação na pessoa sadia, doses infinitesimais e medicamento único.

O princípio da lei dos semelhantes estabelece que uma doença específica pode ser curada pela substância capaz de reproduzir os mesmos sintomas da doença. Ou seja: o que causa mal a alguém “saudável” pode curar alguém doente. Se um veneno produz efeitos como vômitos em uma pessoa, a versão homeopática (diluída) desse mesmo veneno poderá tratar pacientes com problemas de vômitos recorrentes, e assim por diante.

A experimentação na pessoa sadia dita que os testes de medicamentos homeopáticos devem ser realizados em pessoas – nunca animais – saudáveis. Dessa maneira, é possível avaliar os efeitos objetivos e subjetivos no grupo de experimentadores (como são chamados) e encontrar, em termos gerais, o “veneno que em doses homeopáticas cura”.

As chamadas doses infinitesimais consistem na diluição drástica de um medicamento e agitação (dinamização) para “despertar” propriedades latentes. Esse princípio causa controvérsias, porque, de acordo com muitos médicos, desafia qualquer lei da física ou bioquímica conhecida: de tão diluído o remédio, é possível que não haja nenhuma molécula mensurável do princípio ativo original. Alguns experimentos, no entanto, indicam que fenômenos ainda incompreendidos da física quântica poderiam explicar a eficácia dos medicamentos homeopáticos.

O princípio do medicamento único, que suscita debate mesmo entre especialistas em homeopatia, firma que a intervenção deverá ser realizada por vez: o paciente deverá tomar o medicamento que contenha o maior número de estímulos para os sintomas que o paciente apresenta. Apenas dessa forma o médico conseguirá avaliar a eficiência da terapia de forma precisa.

Para que serve

De acordo com a homeopatia, o indivíduo não tem apenas uma doença: ele carrega um desequilíbrio que se manifesta de diferentes formas ao longo da vida. Por esse motivo, a função do médico homeopata é restaurar o organismo aos estágios que precedem a vida, no caminho da cura. É considerada, portanto, um tratamento preventivo e curativo.

Empregando mais de 2000 remédios diferentes extraídos de substâncias vegetais, animais e minerais, a homeopatia se propõe a estimular o sistema imunológico e restaurar o equilíbrio energético do paciente com base nos sintomas e tratar qualquer doença, embora nem todos os indivíduos se beneficiem integralmente com a terapia.

A homeopatia é frequentemente indicada para problemas do trato gastrointestinal, ginecológicos, dermatológicos, respiratórios e falta ou expressão exagerada de “resistência” (infecções virais e bacterinas frequentes e doenças alérgicas). Além disso, pode buscar a cura para problemas emocionais como a depressão. Contudo, pacientes que sofrem de distúrbios graves como diabetes ou câncer não devem substituir a terapia convencional – ainda considerada “soberana” em todo o mundo – por remédios homeopáticos, exceto com o consentimento do endocrinologista ou especialista responsável.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a sua prática como medicina alternativa e complementar. No Brasil, foi reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina em 1980 e é utilizada pelo Sistema Único de Saúde desde 2006.

Curiosidades

Muitos pacientes observam que o início do tratamento homeopático parece agravar os sintomas de uma doença. Isso pode ocorrer, já que o medicamento homeopático pretende provocar no organismo uma doença artificial semelhante à doença natural, para estimular o organismo a corrigir o desequilíbrio. Entretanto, se os sintomas se tornarem graves, é sinal de que o medicamento homeopático está tendo uma ação excessiva e prejudicial ao corpo.

Luc Montagnier, virologista francês responsável pela descoberta do HIV, afirmou que o DNA de algumas bactérias pode deixar “marcas” na água, mesmo após sucessivas diluições. Uma espécie de “ressonância” faria com que modificações da estrutura da água emitissem sinais eletromagnéticos para outras soluções aquosas.

A teoria de “memória da água”, como é chamada, não foi comprovada pela metodologia científica, mas é frequentemente associada por alguns aos fenômenos da física quântica que explicariam a eficácia dos remédios homeopáticos.

Samuel Hahnemann é considerado o “pai da homeopatia”. Nascido em 1755, se formou em medicina pela Universidade de Leipzig, mas se decepcionou com os métodos que visavam a cura na época. Inspirado em métodos utilizados por nativos peruanos para o tratamento de doenças, deu início aos primeiros experimentos que o levariam a criar a homeopatia.

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Diabetes e o Esporte: exercícios em dias alternados são recomendados

O dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes (ou Diabetes Mellitus). É uma doença crônica que é representada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, a hiperglicemia.

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tipo 2 é o mais comum nas pessoas com mais de 40 anos, e sua causa não está bem definida, pois o que se sabe é que pessoas com maiores riscos de desenvolverem o diabetes têm familiares próximos com essa doença. Pelo menos duas das seguintes condições estão presentes: obesidade ou sobrepeso, principalmente aumento abdominal (“a famosa barriga”), falta de atividade física, usuários de medicações que aumentam os níveis de glicose no sangue (como os corticoides).

Em geral, independente do tipo, além do óbvio controle alimentar, a prática de atividades físicas, são fundamentais para manter os níveis de glicose e o peso adequados e evitar possíveis complicações da doença. Para que seja efetiva a prática física deve ser aeróbica (caminhar, nadar, andar de bicicleta…) em 60% e 40% de fortalecimento muscular, em dias alternados e sempre alternando, em cada dia, os músculos exigidos no treino, para dar chance de recuperação muscular entre um dia e outro de exercícios físicos.

Os sintomas mais comuns do diabetes são: muita sede, rápida perda de peso, muita fome, cansaço inexplicável, grande vontade de urinar, dificuldade para cicatrização, infecções frequentes, visão embaçada, tonturas e falta de concentração. Não é necessário ter todos os sintomas para se desconfiar da doença. Em muitos casos está associada a níveis elevados de pressão arterial e do LDL ( o colesterol ruim).

diabetes tipo 1 aparece quando o organismo produz pouco ou não produz o hormônio insulina, responsável pela regulação dos níveis de açúcar no sangue. Apesar de a doença aparecer em qualquer idade, o tipo 1 é mais comum em crianças e adolescentes até os 14 anos. Nos últimos anos, o número de crianças portadoras de diabetes tipo 1 vem crescendo, mas o tipo 2, que era comum em adultos obesos, também aumentou entre as crianças devido à alimentação inadequada e á falta de atividade física, que levam ao aumento de peso.

Prevenção e cuidados gerais

Para se prevenir do diabetes, tendo risco familiar e pessoal aumentado para isso, a prática de atividades físicas moderadas reduz em até 70% o risco de desenvolver a doença, pois aumenta a sensibilidade do organismo à insulina produzida, que eleva sua eficiência diminuindo o nível da glicemia.

hidratação é básica, pois em geral a função renal do diabético é mais sensível ao estado de desidratação mesmo leve. a prática regular de atividade física é eficaz para controle. Uso de medicamentos (antidiabéticos orais e insulinas) só deve ser prescrito e orientado pelo médico.

Cuidados com dietéticos

Incrivelmente, estudos científicos alertam para o consumo de refrigerantes dietéticos, pois indivíduos que ingeriram mais de um refrigerante dietético por dia apresentaram um risco 44% maior de desenvolver doenças metabólicas como diabete, hipertensão e elevação das gorduras no sangue (triglicérides) em comparação com aqueles que ingeriram menos de um refrigerante dietético por dia. Outro alerta é sobre alguns adoçantes que tem o radical sódio na fórmula, o que aumenta o risco de desenvolver hipertensão arterial (sacarina sódica, ciclamato sódico). Existem outros de bons resultados como a sucralose e o aspartame.

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SACARINA ou ASPARTAME?

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Dieta rica em proteína animal aumenta risco de Diabetes

Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como a obesidade e o sedentarismo, por exemplo.

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Agora, cientistas franceses descobriram que diminuir o consumo de alimentos ricos em proteína animal também pode ser uma forma de reduzir o risco da condição. Isso porque esses alimentos aumentam a acidez no organismo, o que, segundo os pesquisadores, pode levar ao diabetes.

“Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2”, diz Guy Fagherazzi, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico Diabetologia. Segundo Fagherazzi, carnes, especialmente as processadas industrialmente, além de queijos e produtos derivados do leite, estão entre os alimentos mais acidificantes. Frutas e legumes, por outro lado, são alcalinizantes.

Os autores do estudo relacionaram os hábitos alimentares das mulheres com a chance de elas terem a doença e, depois, ajustaram os resultados de acordo com outros fatores de risco, como obesidade, sedentarismo e tabagismo. As conclusões da pesquisa indicaram que as participantes que mais consumiam alimentos que aumentam a acidez do organismo apresentaram um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que as que menos ingeriam esses alimentos.

A pesquisa ainda sugeriu que o efeito negativo desse tipo de alimentação é maior em mulheres que não apresentam outros fatores de risco para a doença do que entre aquelas que já são obesas ou sedentárias, por exemplo.

Os autores acreditam que uma maior acidez no organismo pode ajudar a aumentar o risco de resistência à insulina, levando ao diabetes. No entanto, eles admitem que são necessárias pesquisas maiores para que os resultados sejam confirmados.

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