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Ministério da Saúde e Fundação Gates financiam estudos sobre os Nascimentos Prematuros

O Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Fundação Bill & Mellinda Gates abriram o edital de pesquisa Grandes Desafios Brasil: Prevenção e Manejo dos Nascimentos Prematuros. Serão investidos R$ 16 milhões em estudos inovadores que visem melhorar o cenário da prematuridade no Brasil: compreender mecanismos biológicos que contribuem para o nascimento prematuro e possam indicar tratamento para aliviar suas consequências.

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Também podem participar projetos de produtos para prevenir, detectar ou cuidar de bebês prematuros; e estudos que promovam mudanças de comportamento em relação a esta questão. Candidatos podem se inscrever até 7 de maio. Poderão se candidatar, além da comunidade científica e acadêmica (detentores de titulação de mestrado e doutorado), jovens empreendedores, empresários da iniciativa privada com fins lucrativos e organizações não governamentais.

O anúncio do edital foi feito nesta terça-feira (26), no Rio de Janeiro, durante a VII Conferência da Rede Global de Academias de Ciências (IAP), que acontece no Hotel Rio Othon Palace desde domingo, e reúne a comunidade científica internacional. O tema do evento é Ciência para a Erradicação da Pobreza e o Desenvolvimento Sustentável.

“As complicações relacionadas ao nascimento prematuro são a primeira causa da mortalidade neonatal e a segunda principal causa de morte em crianças menores de cinco anos no mundo. O Ministério da Saúde acredita que soluções desenvolvidas no Brasil podem ter grande impacto dentro e fora do país. Por isso a parceria com a Fundação Gates é um marco da politica de pesquisa do ministério”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia, Carlos Gadelha, durante o principal encontro das academias nacionais de ciências do mundo.

A iniciativa Grandes Desafios Brasil está alinhada ao programa Rede Cegonha. Esta é a primeira ação da cooperação internacional entre o Ministério da Saúde e a Fundação Gates.

Assinada em abril do ano passado, a parceria visa apoiar a pesquisa e a inovação em áreas de interesse comum, como vacinas, nutrição, saúde materno-infantil e controle de doenças infecciosas.

RECURSOS – O investimento de R$16 milhões será disponibilizado em duas etapas de igual valor. Para a primeira etapa, a chamada terá o financiamento de R$8 milhões, sendo R$4 milhões da Fundação; R$2 milhões do Ministério da Saúde e outros R$2 milhões do CNPq/MCTI. A segunda etapa está condicionada ao desempenho dos estudos e corresponde a um financiamento com duração de dois anos.

Rede Cegonha – Criada em 2011, a estratégia fortalece a assistência integral à saúde de mães e filhos,  desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, parto, pós-parto, até o segundo ano de vida do bebê. O objetivo é garantir acolhimento e captação precoce da gestante, além de ampliar o acesso aos serviços de saúde e melhorar a qualidade do pré-natal. Presente em mais de 4,9 mil municípios de todo o país, a Rede já atende cerca de 2,6 milhões de mulheres, ou seja, 96% do total de gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

Carnaval das crianças mais divertido

O feriado do Carnaval pode ser muito divertido para as crianças: que tal aproveitar o descanso para passar dias agradáveis com os filhos? As educadoras Maria Edna Scorcia e Renata Ferreira Monteiro dão dicas para aproveitar a folia:

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Atividades para as crianças

Tanto em casa quanto na escola, é possível propor várias atividades para os filhos. “A escola pode oferecer uma aula que conte a história do Carnaval e um Baile de Carnaval. Já os pais podem entreter seus filhos com o auxílio de jogos que tenham por objetivo integrar a família, além de participar de atividades relativas à festa respeitando a faixa etárias de cada filho”, diz Maria Edna.

De acordo com Renata Ferreira, as crianças devem conhecer a história do nosso país, principalmente ofolclore: “No Carnaval, os pais podem sugerir atividades como músicas de Carnaval, fantasiar-se, fazer bonecos utilizando papéis, cola, fitas e o que tiver em casa. Assim, as crianças aprendem um pouco mais deste universo tão festivo e folclórico de nosso país”. Ela ainda completa: “Uma boa dica é fazer piqueniques e passear em algum parque”.

Matinês

Muitos lugares oferecem espaços para matinês, festas de Carnaval para crianças durante a tarde. Segundo Maria Edna, as crianças podem participar dos bailes a partir dos três anos de idade, desde que os pais estejam supervisionando.

Renata explica que a idade ideal para pular Carnaval sozinho é na pré-adolescência: “Uma idade possível das crianças irem a uma matinê sozinhas seria por volta de 11 ou 12 anos. Sempre em lugares conhecidos e com estruturas de segurança para esta faixa etária”.

Hora de viajar!

Nada mais divertido do que aproveitar o feriadão para viajar com a família. Uma sugestão interessante de viagem para as crianças são os hotéis fazenda, que proporcionam várias atividades para os pequenos. “Hotéis fazenda são sempre uma boa opção porque contam com a participação de monitores infantis. Além disso, passeios como aquários, zoológicos e museus são algo que as crianças sempre gostam muito”, conta Maria Edna.

Cuidado com as brincadeiras

Brincar é essencial para o desenvolvimento das crianças, mas não é todo tipo de brincadeira que pode ser feita sem a supervisão dos pais. “As brincadeiras devem ser adequadas à faixa etária de cada um. Lembrando que os brinquedos devem sempre ter o selo do Inmetro e ser algo que não estimule a violência”, aponta Maria Edna.

“Os sprays que o mercado oferece, como espuma e tintas, devem ser evitados pelas crianças menores. Os pais devem assegurar que nenhum tipo de material utilizado na brincadeira, local, ou espaço ponha em risco a criança, no que se refere à saúde e segurança”, conclui Renata.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://papofeminino.uol.com.br

Férias: alegria das crianças, desafio para os pais

Estojo, cadernos e livros bem guardados. Mochila agora só se for para ir ao clube, dormir na casa do amigo e levar os brinquedos durante o passeio. Dentro de casa, televisão, computador, videogame e muita bagunça agitam o dia. Afinal, é tempo de férias e, para se divertir, bastam imaginação e criatividade. Palavras para lá de conhecidas dos pais que, em casa ou trabalhando em tempo integral, precisam usar e abusar do malabarismo para cuidar dos afazeres domésticos, se dedicar ao emprego e ainda tornar esse período de descanso o mais agradável possível, sem sair da linha. Vale tudo: de fazer rodízio entre familiares para ficar com os pequenos até deixar o filho acompanhar de perto a rotina de gente grande. Em caso de opção pela colônia de férias, é preciso atenção para escolher aquela com atividades que não sejam meramente recreativas.

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A advogada Raquel Cezar Mello, de 34 anos, enfrenta o desafio de ter uma programação diversificada para a filha, Gabriela Mello Antonacci, de 3, desde o dia 20 do mês passado. A menina, que estuda numa escola internacional, tem as férias mais longas no meio do ano, pois a instituição obedece ao calendário europeu. O jeito é deixá-la na casa da avó, dos tios e contar com a madrinha para ajudar no quesito passeio. Por causa da idade da menina, poucas são as colônias de férias que a aceitam e, por isso, vaga somente depois de vencer a lista de espera.

Raquel trabalha em casa, mas, além de Gabriela, ela tem ainda o bebê Tiago, de apenas 7 meses, o que dificulta qualquer atividade externa. “Meu marido também é autônomo, então, antes, viajávamos quando queríamos. Íamos a todos os lugares com ela sozinha, mas com os dois é impossível”, conta. Como a mãe gosta de teatro, Gabriela assiste a peças infantis na companhia dela, enquanto o pai, que prefere cinema, fica com o irmão. Depois, é hora de revezar: cinema com o pai, enquanto o irmão fica sob os cuidados da mãe.

Em casa ela até fica, mas no segundo dia… “Hoje (ontem) mesmo já está perguntando se vamos à casa da avó”, diz a advogada. Ir a shoppings com brinquedos próprios para a idade da garota é outra opção. “Férias complicam tudo na vida da mãe. Já pus no balé e na natação para ocupar o tempo dela, mas, mesmo assim, nesse período, a energia fica toda acumulada. A Gabi tem dificuldade até para comer, pois sai totalmente da rotina”, relata. A menina exibe os brinquedos, fala da Cinderela, dos personagens dos desenhos animados, tudo à espera do tão merecido passeio. “A escola nessa idade é uma brincadeira e, por isso, ela sente falta.”

RECOMENDAÇÃO 

O pedagogo e consultor educacional Guilherme José Barbosa recomenda aos pais inserir na rotina dos filhos atividades lúdico-pedagógicas, como leitura de livros, revistas e quadrinhos para a criança não voltar para a escola fora do ritmo. “É preciso introduzir algo com uma função pedagógica. É um agendamento não tão rigoroso, mas necessário. Depois das férias, as escolas têm dificuldade e precisam de um tempo grande para voltar ao ritmo”, afirma.

No caso das colônias de férias, ele diz que é preciso estabelecer horários de leitura, para as atividades de lazer, brincar, alimentar e descansar. Para quem não tem condições de pagar uma colônia de férias ou não encontra vagas, a dica é se associar aos vizinhos para criar um espaço, seja no quintal de casa, no condomínio ou no prédio, e contratar um recreador com habilidade para lidar com a criançada.

É hora de ficar junto com o filho

Se as férias dos filhos dão dor de cabeça para os pais, também têm um lado muito especial: a oportunidade de ficar bem agarrado ao filhote. “Cabe ao pai criar uma circunstância de agendamento também. Se ao longo do tempo ele estende a jornada de trabalho, como disciplinar para que nesse período isso seja alterado e possa passar mais tempo com o filho? Percebemos cada vez mais os pais transferirem a questão de educar para a escola, exatamente por essa impossibilidade de acompanhar de perto todos os dias. E este momento é bom para resgatar esses laços”, conclui Barbosa.

É o que tenta fazer a empresária Ana Maria Silva, de 44 anos. O filho Luca Moreno, de 8, se divide entre a casa do pai, de algum amiguinho e a fábrica de cintos da mãe. Sem babá em casa, o jeito é ficar com ele no trabalho, enquanto as aulas não voltam. “Vou deixá-lo apenas uma semana na colônia de férias, pois acho importante que o Luca fique fora da escola, para descansar. Queria deixá-lo na casa da minha mãe, em Patos de Minas, mas ele não gosta de dormir fora de casa. Para mim, acaba sendo um momento de ficar com meu filho, sem qualquer tormento, pois ele não dá trabalho”, diz.

Luca se diverte como pode, com os jogos no computador e as revistas em quadrinhos. “Gosto mais ou menos daqui (da fábrica) porque só tenho o computador como opção. De vez em quando tenho saudade da escola, mas não me importo de ficar aqui”, afirma o menino. E quando está entediado? “Vou para o quintal fazer capoeira” – com a música tocando apenas na cabecinha dele e muita disposição.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.em.com.br

Volta às Aulas Sem Medo

Organizar a mochila, os materiais, a rotina… Como as férias passaram rápido! Chegou a hora de se preparar para muitas mudanças: turma nova, escola diferente, vários professores. Para quem entra na escola pela primeira vez, então, o período é ainda mais delicado.

“Os pais temem que a criança não tenha a atenção, o cuidado e o carinho que recebem em casa”, comenta Beatriz Ferraz, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária.

Veja o que você pode fazer para amenizar o sofrimento (o do seu filho e o seu!) no primeiro dia de aula.

Escolinha pela 1ª vez

Depois de se acostumar com seu filho o tempo todo em casa, deixá-lo na escolinha parte o coração? Não sofra!

• Acompanhe-o na fase de adaptação
Algum adulto conhecido deve acompanhar o primeiro dia. Se você não puder faltar ao trabalho, peça ao pai, um dos avós ou uma tia.

• Não vá embora muito depressa
Não fuja rapidinho para evitar que seu filho (ou você) chore. Fique por perto até ele se entrosar.

• Prepare-o para a merenda escolar
Se seu filho está deixando a comida líquida e começando na sólida, inicie a passagem alguns dias antes do começo das aulas.

• Transmita segurança
Leve à creche objetos queridos, como um paninho de estimação, uma chupeta ou um brinquedo. Assim, seu filho se sente mais seguro.

 

Mudança de escola ou classe

Vários professores, matérias diferentes e colegas desconhecidos: prepare seu filho para os novos desafios na escola.

• Compartilhe suas experiências
Se seu filho vai para o 5o ano, não terá mais só um professor. Conte um bom momento de sua vida escolar para acalmá-lo.

• Informe-se sobre as mudanças
Quem entrou no Ensino Médio ou mudou de escola precisa saber como serão as provas e outras atividades.

• Estimule-o a se enturmar
Ele poderá encontrar colegas que tenham interesses em comum e fazer amigos para dividir trabalhos em grupo.

• Aceite o ritmo dele
Não se espante se ele estiver calado no início. Cada um tem um ritmo. Esteja disponível para conversar se ele quiser.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br

Vídeo: Se você protege seu filho dentro de casa, por que não fazer o mesmo no trânsito?

Vídeo: Se você respeita as regras que protegem seu filho, por que não fazer o mesmo no trânsito?

Campanha Dia Mundial da Infância


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