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Médicos: uma inspiração

Hoje, dia 18 de outubro é comemorado o Dia do Médico. Quem escolheu a profissão o fez por aptidão. Eu considero a prática uma verdadeira missão. Uma missão sem data de cumprimento, pois, assim como outros profissionais, o médico estudou por anos e ainda estuda, frequentemente, em busca de um aperfeiçoamento constante.

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Todo o esforço para que seus pacientes tenham um atendimento cada vez melhor. Para que a dor de alguém que busca por ajuda possa ser aliviada. Para que tenhamos mais respostas e conhecimento ao investigarmos doenças e demais enfermidades. Enfim, para que possamos utilizar da melhor forma possível as novas tecnologias a favor da qualidade de vida da população.

A comemoração do Dia do Médico nos proporciona uma reflexão maior sobre estes profissionais que estão entre os mais importantes em nossa sociedade porque tratam sade, tratam vidas.

Sua função está ligada à manutenção e restauração da saúde. Este profissional utiliza seus conhecimentos, técnicas e abordagens que lhe permitem promover a saúde e o bem-estar físico, mental e social de todas as pessoas.

Mas, quem são estas pessoas abnegadas que estão sempre a postos, oferecendo sua mão amiga, trabalhando com dedicação e responsabilidade? Eles são encontrados em consultórios, centros clínicos e cirúrgicos, e nos mais diversos setores da saúde. São pessoas que sabem diagnosticar, prescrever, formular e orientar seu paciente.

Médicos muitas vezes são pais e mães negando-se a convívio maior com a própria família em prol da saúde alheia; são filhos muitas vezes chamados de “ausentes” por conta de rotineiros e intensos plantões; são maridos e esposas que procuram nos seus cônjuges o apoio e compreensão necessária para que a sua tarefa seja cumprida da melhor forma. Médicos foram crianças que um dia sonharam em mudar e melhorar a vida das pessoas e hoje têm esse poder em suas mãos.

Todo o nosso respeito aos médicos neste dia e nos demais.

* Rogério Tokarski é farmacêutico há 40 anos e diretor da Farmacotécnica.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.jb.com.br/

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No Dia do Médico, profissionais falam sobre atuação em zonas de miséria e conflito

Ler uma matéria sobre Médicos sem Fronteiras (MSF) ainda na adolescência foi suficiente para Paulo Reis decidir o que queria fazer da vida. Hoje (18), quando é comemorado o Dia do Médico, ele diz que se sente realizado depois de oito anos e de 14 projetos em regiões de miséria, atendendo a vítimas de desastres e conflitos. “Ver o resultado do trabalho é muito gratificante”, contou.

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Para Paulo, formado há 15 anos em medicina, é preciso ter o perfil para fazer esse tipo de trabalho longe das clínicas e hospitais. “Há pessoas que se dedicam totalmente à medicina, mas que têm o perfil de trabalhar mais em hospital, em casas. Você pode ter vocação para a medicina e não ter para trabalhar em área [de conflito e miséria]. Eu tenho esse perfil”.

“No começo deste ano, eu estava no Paquistão trabalhando no combate de um surto de sarampo que, para brasileiro é uma coisa simples porque tem vacinação, mas dependendo do país mata muita gente. Recebi dois irmãos, um já em coma. Passando os dias, ele melhorou, depois que a gente nem tinha muita esperança. Três semanas depois, a família voltou para saber se ainda precisava fazer alguma coisa. Foi muito legal ver o garotinho voltar andando, mais gordinho”, lembrou o médico generalista.

Há uma semana, Reis voltou de uma missão ao Sudão do Sul, onde foi atender vítimas de conflitos internos. “Havia um problema enorme com saúde básica, eles não têm acesso ao mínimo”, contou à Agência Brasil. Há lugares, projetos, em que os médicos conseguem ficar em casas, mas em países como o Sudão do Sul normalmente se instalam em barracas. “Não há um banheiro ou uma cozinha propriamente ditos. Mas dá para se virar bem. É tudo organizado”.

Quando começou a viajar pelo mundo para atender vítimas de conflitos, grandes desastres e da miséria, Reis ainda fazia alguns trabalhos temporários no Rio de Janeiro, onde mora. Mas agora se dedica somente ao MSF. O médico, de 41 anos, entende que ser solteiro e não ter filhos ajuda, “ficar mais tempo fora do que no Brasil é muito difícil para quem tem família”.

O primeiro trabalho foi em Serra Leoa, depois ele esteve na Libéria, Indonésia, Colômbia e no Afeganistão, entre outros países. No Paquistão, trabalhou com os deslocados após as enchentes de 2010. Sobre o atendimento aos refugiados do Sudão, disse que “como eram refugiados, tinham que andar muitos dias e chegavam desnutridos. Tinha que tratar malária, diarreia, infecção respiratória, que são as principais demandas”. Reis observou que não tem planos para o futuro. “Estou feliz assim”.

A anestesista Liliana Mesquita amadureceu na faculdade a ideia de participar do MSF. Depois de oito anos de formada, viu que havia um vazio em sua vida que foi preenchido com esse trabalho. Aos 38 anos, a médica, que é solteira e tem o apoio do namorado, pretende seguir com o projeto até quando for possível

Liliana relatou que de cada lugar leva pelo menos uma história marcante. Em três anos, ela passou por sete missões, sempre nas férias dos seus dois empregos em Brasília. Esteve na República Centro-Africana, no Sudão do Sul, na Faixa de Gaza e recentemente no Iêmen. No Haiti, ela foi cuidar das vítimas do terremoto de 2010.

“No Paquistão, quem me marcou muito foi um senhor de 100 anos, o mais idoso que já anestesiei. Um paciente muito debilitado. Depois da anestesia, pedi que avisassem que eu ia ficar ao lado dele, que não se preocupasse. Ele pegou minhas mãos, levou à testa, levou ao coração e falou algumas coisas que eu vi que eram orações, algum tipo de agradecimento. Então, começou a chorar e eu também. Não precisava falarpashtourdo [dialeto e idioma falados na região] para saber que aquilo era um agradecimento”, lembrou.

Há duas semanas, Liliana voltou do Iêmen, onde trabalhou por um mês em um hospital geral e cuidou de vítimas de atentados. Ela confessa que já ficou com medo por estar em região de conflito. “No Paquistão, quando acordei com tiroteio, explosão e sobrevoo de helicóptero foi a única vez em que tive medo e me perguntei o que estava fazendo ali. Mas, depois pensei que meu medo tinha que ser menor que a necessidade das pessoas que ali estavam”.

Houve lugares em que Liliana trabalhou onde não se podia levar opióides, medicação muito usada pelos anestesistas. Outros lugares são de difícil acesso e não dá para levar determinados aparelhos. “A gente se vira com o que tem, sempre dentro dos protocolos do MSF. No final, a gente vê que todo o esforço, todos os anos de estudo valeram muito a pena”, concluiu.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://agenciabrasil.ebc.com.br

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Governo incentiva Turismo na Terceira Idade

Quem tem mais de 60 anos vai ter algumas vantagens na hora de viajar.  O governo lançou um programa para incentivar o turismo na melhor idade.

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Clique aqui para saber mais sobre o programa.

Vinte e três milhões de brasileiros que têm mais de 60 anos já podem viajar pelo Brasil e para o exterior com descontos. No pacote de estímulo dá para comprar a passagem, pagar hotel e até pegar dinheiro emprestado em bancos públicos para gastar na viagem. A linha de financiamento para quem tem mais de 60 anos tem juros mais baixos.

Sempre que viajam, Aloisio e Maria Tavares trazem uma lembrança dos lugares que conheceram. Copinhos, corujas, a coleção é de dar inveja. Os dois adoram viajar. Depois que se aposentaram, conheceram vários países e não querem mais parar. O próximo destino deve ser a Rússia.

“Tem que aproveitar a vida. Então nós estamos viajando o máximo que a gente puder”, conta o aposentado.

O casal já passou dos 70 e nem quer saber de destinos tranquilos, para descansar. “Nós gostamos mais de coisas mais movimentadas. Eu gosto de viagem alegre”, explica Maria.

As agências de turismo apostam cada vez mais em pacotes para quem tem mais de 60 anos. Eles são 23 milhões de brasileiros, de acordo com o IBGE.

“É um público importante para as operadoras. Nós, por exemplo, temos programas específicos para esse público, que hoje representa mais de 13% dos nossos clientes”, diz o representante de uma operadora de turismo Claudio Villa Nova.

O governo lançou um programa para incentivar o turismo entre os idosos. É o Viaja Mais Melhor Idade, com ofertas para várias cidades do Brasil e do exterior. Quem quiser viajar aproveitando os descontos do programa pode escolher entre pacotes completos de turismo ou serviços, como passagens aéreas e hotéis.

Também dá para pegar dinheiro emprestado para financiar a viagem. Dois bancos públicos oferecem empréstimos e cartões com juros em torno de 1% ao mês.

As amigas que fazem parte de um grupo de idosos em Brasília gostaram da ideia e já fazem planos. “Eu acho ótimo isso. Vai estimular mais ainda a gente aproveitar o tempo que a gente tem para passear”, comemora a pensionista Marilda de Paiva.

Mesmo com as vantagens, é preciso ter cuidado para não se endividar. Os pacotes podem ser financiados em até 48 meses.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil

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Dia Mundial do Coração: faça escolhas Saudáveis e previna Doenças

E, entre outras coisas, como a genética, o principal motivo que faz os índices de doenças do coração subir são os hábitos nada saudáveis de jovens, adultos e idosos no Brasil. Por isso, os hospitais estão cheios de pacientes com diversos  problemas cardiovasculares, entre eles o infarto, angina, obstrução das artérias coronárias, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e, o mais comum, hipertensão arterial.

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Quais as causas 
“Algumas doenças cardiovasculares, como a hipertensão, por exemplo, não têm, na maioria dos casos, um motivo único para o seu desenvolvimento. O conhecimento atual sobre as causas das doenças cardiovasculares aponta para uma combinação de predisposição genética, idade e estilo de vida – alimentação e atividade física, por exemplo”, contou ao Terrao cardiologista Dr. Abel Magalhães, do Vita Check-up Center.

“No geral, estas doenças não têm cura, têm controle. E isso é feito tendo alguns cuidados. Sempre é válido mudar os hábitos e se cuidar para diminuir os riscos”, informou o Dr. Guilherme de Menezes Succi, especialista em cirurgia cardiovascular com doutorado pela USP.

No entanto, apesar de ser comprovado que a prevenção é o principal fator de sucesso contra as doenças cardiovasculares, o Brasil ainda não tem grandes resultados neste aspecto. “Percebe-se que o Brasil ainda não possui uma cultura muito amadurecida de diagnóstico precoce e mudanças no estilo de vida (como preconizado através de check-ups médicos periódicos), ao contrário de países com mais tradição em medicina preventiva”, disse o Dr. Abel Magalhães.

Consuma alimentos que ajudam a proteger o coração
Por isso, o objetivo é buscar alimentos saudáveis que ajudam a proteger o coração, como  castanhas em geral, que possuem substâncias antioxidantes – um tipo de gordura boa que diminui as inflamações. Tomar álcool em pequenas quantidades, principalmente o vinho, que, segundo o Dr. Guilherme Succi, tem subtâncias flavonoides, que têm um efeito cardio protetor, também é um bom hábito. O ideal é uma taça de vinho por dia.

O cacau também tem efeito oxidante. Mas é preciso ficar atento com o chocolate ideal que é aquele com mais de 70% de teor de cacau. “Quem consome chocolates convencionais acaba trocando os benefícios do cacau pelos malefícios do alto teor da gordura”, explica o cardiologista.

As fontes de fibras, como verduras, legumes, frutas e cereais integrais também devem ser priorizados e ajudam tanto na redução da absorção de gorduras, além de controlar o colesterol, promovendo um funcionamento mais adequado do intestino evitando a retenção de toxinas. Mas os diabéticos devem prestar atenção ao consumo de frutas que, apesar de saudáveis, são bastante calóricas.

Alimentos a serem evitados
Para controlar os fatores de risco, como o colesterol, o ideal é trocar as gorduras que não são tão saudáveis por gorduras saudáveis. Tente diminuir o consumo de gordura saturada, como picanha, costela, cupim e todos os embutidos, como presunto, salame e bacon. Alimentos processados como creme de leite, molhos, cremes, recheios e coberturas também devem estar na mesa somente esporadicamente.

A nutricionista Camila Gracia alerta também para o controle do uso de sal. “O ideal é usar o mínimo de sal possível e optar por alternativas, como pimenta, alho, cebola e ervas em geral”.

Carne branca é sempre melhor que a vermelha?
Apesar do senso comum de que carne vermelha é sempre pior que a branca, o Dr. Guilherme Succi esclarece que o critério para avaliar a qualidade do produto é, na verdade, a quantidade de gordura.  “Não interessa a cor da carne. Um peixe de água doce, por exemplo, é extremamente gorduroso e uma coxa de frango com pele também tem mais colesterol que qualquer picanha”.

Ele alerta ainda que a gordura visível que tem nas carnes deve ser sempre retirada, pois é muito prejudicial.

Como cuidar da alimentação de quem foi diagnosticado com uma doença cardiovascular
Uma pessoa diagnosticada com alguma doença cardiovascular deve priorizar uma alimentação rica em verduras e legumes, com maior frequência de peixes, aves sem pele e evitar frituras. “Optar por alimentos mais grelhados, assados, ensopados e cozidos é a melhor opção”, esclarece a nutricionista do HCor.

Ela esclarece ainda sobre o modo de preparo das refeições e afirma que usar o óleo de soja em quantidade moderada para fazer a comida já é um começo. Trocar outros temperos pelo azeite na salada também é uma opção viável e mais saudável.  “No fundo as pessoas sabem o que têm que comer, mas no dia a dia, fazem escolhas erradas”, concluiu a nutricionista Camila Gracia.

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Saiba como prevenir Doenças Cardíacas

Neste sábado, 29 de setembro, é lembrado o Dia Mundial do Coração. O estilo de vida assumiu recentemente grande importância na prevenção de problemas do coração. De acordo com o cardiologista do Hospital Conceição (RS), vinculado ao Ministério da Saúde, e presidente da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul, Justo Antero Leivas, os principais fatores que podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares são obesidade, tabagismo, colesterol alto, sedentarismo, estresse e hipertensão arterial.

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“Infarto e acidente vascular cerebral (AVC) são as duas causas que mais matam no Brasil, tanto homens quanto mulheres. Somadas dão quase 40% das mortes no país. Mudanças no cotidiano fazem toda a diferença e não têm contraindicações, podem ser adotadas dos jovens aos idosos”, observa o especialista. “Uma das atitudes mais importantes para quem quer cuidar do coração é praticar exercícios. É necessário fazer atividade física leve por, no mínimo, 150 minutos por semana, que podem ser divididos em 30 minutos por dia, cinco vezes por semana”, indica o cardiologista.

Cultivar as amizades, ler bons livros e dar boas risadas também fazem bem ao coração. “É importante manter o hábito de sair com os amigos e praticar atividades prazerosas, que aliviem as situações de tensão. O estresse é uma das principais causas no aumento do colesterol e da pressão alta que prejudicam o coração”, frisa Justo Antero Leivas.

O médico salienta a importância de manter uma alimentação saudável para evitar obesidade, colesterol alto e hipertensão arterial, inimigos do bom funcionamento do coração. Isto, sem perder o sabor e o prazer à mesa. “Desde que tomada de forma comedida, uma taça de vinho tinto por dia, por exemplo, é benéfica para a saúde cardiovascular, pois contribui para o aumento do colesterol bom (HDL). O azeite tem a mesma propriedade. Este deve fazer parte da nossa alimentação diária, usado para temperar a salada”, diz o médico.

Para controlar a pressão arterial, é necessário diminuir a ingestão de sal. Tirar o saleiro da mesa tem resultado favorável. O brasileiro consome mais do que o dobro indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O cardiologista destaca que a gordura abdominal é um motivo de preocupação. “É arriscada a gordura acumulada no abdome. É conhecida também como gordura visceral por se encontrar próxima aos principais órgãos do corpo e também pode ser responsável pelo aparecimento de doenças cardiovasculares”, completa.

Para estar dentro do peso ideal, o cardiologista explica a importância de calcular o Índice de Massa Corporal (IMC), obtido pela divisão entre o peso e o quadrado da altura. “O excesso de peso é diagnosticado quando o IMC alcança valor igual ou superior a 25 kg/m2, enquanto que a obesidade é diagnosticada a partir do IMC de 30 kg/m2”, diz.

De acordo com a última pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), a frequência de adultos com excesso de peso variou entre 39,8% em São Luís e 55,4% em Porto Alegre. O cardiologista do Hospital Conceição credita aos hábitos alimentares do Rio Grande do Sul, como o consumo de carnes gordas e muito salgadas no churrasco, como um dos fatores do estado ser o maior em número de excesso de peso.

Justo Antero Leivas também lembra que o tabagismo não afeta apenas o pulmão. Também desenvolve uma série de doenças crônicas, como as cardiovasculares.

Alimentação saudável – De acordo com o Guia alimentar para a população brasileira a alimentação saudável é sempre constituída por três tipos de alimentos básicos: com alta concentração de carboidratos, como os grãos (incluindo arroz, milho e trigo), pães, massas, tubérculos (como as batatas e o inhame) e raízes (como a mandioca); frutas, legumes e verduras; e os alimentos vegetais ricos em proteínas, particularmente os cereais integrais, as leguminosas e também as sementes e castanhas. A recomendação é que 55% a 75% da energia diária provenham de frutas, legumes e verduras, cereais – de preferência integrais – e tubérculos e raízes.

 

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Até onde as bikes podem salvar o trânsito de cidades grandes

Em junho, protestos irromperam pelo Brasil incendiados, inicialmente, por um aumento, depois revogado, de 20 centavos nas tarifas do metrô e do ônibus, serviços mal avaliados pela população. Em julho, por sua vez, a cidade de São Paulo viu um nada honroso recorde ser batido: o congestionamento chegou a ocupar 300 quilômetros de vias no dia 26. É em meio a uma insatisfação crescente com o transporte público e um ressentimento quanto ao individual que, cada vez mais, as bicicletas são vistas como uma alternativa para os caminhos já saturados das grandes cidades do país.

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Ecológicas, saudáveis e compactas, as bikes ocupam hoje um espaço ínfimo dentre os vários meio de transporte. Em São Paulo, por exemplo, elas somam cerca de 214 mil viagens por dia, segundo dados de 2010, contra seis milhões de passageiros em ônibus.

Até onde, no entanto, pode-se depositar nas bicicletas a esperança para o gargalo da mobilidade urbana?

Segundo especialistas ouvidos por EXAME.com, há uma certeza, dentre várias divergências: o Brasil ainda tem potencial para ver o número de ciclistas aumentar muito – desde que dados incentivo e infraestrutura – mas as “bikes”, sozinhas, não podem resolver muita coisa.

“A bicicleta não soluciona o problema de trânsito. Se tirarmos um milhão de carros e colocarmos um milhão de bicicletas, teríamos esses problemas de novo”, afirma o professor da escola Politécnica da USP, Jaime Waisman.

Já o professor do programa de Engenharia de Transporte da UFRJ, Ronaldo Balassiano, discorda. Para o especialista, que se mudou para próximo do trabalho no Rio para conseguir fazer o trajeto de bicicleta, a mera existência de mais bicicletas no trânsito ajuda com os congestionamento, mesmo que seja necessário oferecer possibilidade de troca de modais (entrar com elas no metrô ou deixá-las em um bicicletário, por exemplo).

“É uma grande besteira dizer que bicicletas não influenciam no tráfego. Quanto mais viagens feitas por bikes, menos viagens de carro. Sem contar que um milhão de bicicletas ocupam bem menos espaço que um milhão de carros, tanto nas ruas quanto em estacionamento”, defende.

Mesmo Balassiano, porém – autoproclamado “defensor das bicicletas” – admite que os grandes municípios precisam de “um plano estratégico para toda a cidade com foco na melhora do transporte coletivo e desincentivo do uso do carro”. 

Segundo Waisman, da USP, é preciso considerar ainda que a bicicleta tem um uso muito limitado em uma metrópole como São Paulo.

“Nas grandes cidades, existe a questão da topografia e também das grandes distâncias”, diz. Ele defende que, para uso diário, uma distância razoável a ser percorrida é de até 5km – e isso desde que em ciclovias e ciclofaixas, já que esses municípios tendem a ter um trânsito mais caótico e perigoso.

A cidade de São Paulo tem hoje pouco mais de 245km de infraestrutura de circulação para bicicletas. O prefeito Fernando Haddad prometeu mais 340 quilômetros de ciclovias como uma das apostas para desafogar o trânsito paulistano.

Segurança no trânsito

Em São Paulo, dados da Secretaria Estadual de Saúde informam que, todos os dias, nove ciclistas são internados em hospitais públicos por causa de acidentes no trânsito. Ano passado, 52 perderam a vida nas ruas paulistanas. 

Segurança é justamente a maior preocupação do consultor de tráfego Flamínio Fichmann, que considera essencial a construção de ciclovias que sejam separadas e protegidas do trânsito regular.

“É uma inconsequência ter bicicletas compartilhando espaço com ônibus e carros, especialmente nos corredores”, opina o especialista.

Para Fichmann, as bicicletas trazem benefícios de saúde ao ciclista, mas “o impacto no trânsito é mínimo, sem influência”. Por isso, ele defende que alguns locais específicos sejam destinados para a atividade.

“Mas é impossível usar bicicleta em áreas mais adensadas”, avalia. 

“A questão do acidente é tão grande, a bicicleta é um veículo mais frágil, que a gente fica preocupado quando vê um ciclista em vias de grande tráfego”, afirma.

O especialista, que anda de bike apenas “no bairro” onde mora, reitera: “não vai melhorar absolutamente nada no trânsito. Para cidade pequena ou média é uma solução maravilhosa, e nas grandes é bacana incentivar a consciência ambiental e de saúde, mas não é adequado expor o ciclista a uma cidade com grande violência no trânsito”.

Políticas públicas

“Não tenho dúvida de que bicicletas podem mudar para melhor o trânsito de uma cidade grande como São Paulo”, afirma o vereador Roberto Tripoli (PV), membro da CPI do Transporte Coletivo que está em aberto na Câmara Muncipal.

Para ele, o ciclismo pode ser a solução para o trânsito no centro expandido da capital paulista. “Precisamos inviabilizar o carro particular nessas regiões, tirar zona azul e ampliar a ciclovia permanente”, avalia.

No mundo, as bicicletas cada vez mais recebem apoio governamental.

Bogotá, na Colômbia, foi uma das pioneiras no cicloativismo, durante a gestão do prefeito Enrique Peñalosa (1998 a 2001), quando foram criadas as ciclofaixas de lazer aos domingos e feriados e os mais de 370 quilômetros de ciclovias começaram a ser construídos. O trânsito na capital continua próximo ao caótico, mas a prefeitura defende que “quanto mais bicicletas há na cidade, melhor ela será”.

Em Nova York, nos Estados Unidos, apenas 2% dos moradores da metrópole pedalam. Mesmo assim, o número de ciclistas era de 185 mil em 2009. E o governo continua investindo em maneiras de tornar as viagens desses moradores mais seguras e mais frequentes. Por lá, há mais de 320 quilômetros de ciclovias.

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Gentileza no Trânsito

Um dos maiores problemas de quem enfrenta o trânsito nos centros urbanos brasileiros é o estresse. Os engarrafamentos, as imprudências e o mau comportamento de quem trafega pelas ruas das cidades podem tirar a concentração dos condutores de caminhões, automóveis, motos e bicicletas, e também de pedestres, causando acidentes que poderiam ser evitados.

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Segundo o último anuário estatístico do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a frota de veículos no Brasil praticamente dobrou em 11 anos. Passou de 30,9 milhões de unidades em 1998 para 59,3 milhões em 2009. Tantos automóveis, ônibus e motos circulando por vias urbanas e estradas do País exigem colaboração dos condutores e pedestres.

A Coordenadora de Educação para o Trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Rita Cunha, alerta que tanto motoristas quanto pedestres precisam praticar o respeito ao próximo, a tolerância e a gentileza no trânsito. “Ser um cidadão significa adotar uma postura em favor do bem comum. Cada um tem que fazer a sua parte. A colaboração mútua entre condutores e pedestres ajuda a resolver muitos problemas do trânsito”, explica.

E são esses gestos simples que fazem toda a diferença. Para os motoristas, respeitar as regras do código de trânsito e sinalizar as manobras, regular os faróis, parar antes dos cruzamentos e não estacionar na faixa de pedestre são atitudes que devem fazer parte do dia a dia. Segundo o Denatran, em 2009, 51,8 milhões de pessoas estavam habilitadas a conduzir veículos ou motos no Brasil e o desafio é sensibilizar esses condutores para ter tolerância e promover a paz no trânsito. “As leis são reguladoras externas do comportamento humano e sua a obediência no trânsito gera gentileza e também cidadania”, explica Rita Cunha.

É importante lembrar que não são apenas as pessoas que estão ao volante as responsáveis pela segurança no trânsito. Os pedestres devem obedecer a regras, como esperar na calçada o momento certo para atravessar a rua, utilizar passarelas em locais sem sinalização e nunca atravessar em local proibido.

Veja algumas dicas para praticar a gentileza no trânsito:

Motoristas

– Você saiu e bateu aquela vontade de tomar uma cervejinha? Deixe o carro em casa e aproveite sem preocupação.

– Ao parar no semáforo, fique de olho e não pare em cima da faixa de pedestre.

-Usar o celular ao dirigir um veículo pode distrair o motorista. Que tal ligar antes de sair, ou depois de estacionar?

– Não se esqueça de acionar a seta antes de virar. Outros motoristas e pedestres precisam saber para que lado você vai.

– Mantenha os faróis regulados e mostre que você é educado no trânsito, acionando a luz baixa ao cruzar com outro veículo.

– Passe pelos cruzamentos com muito cuidado. Fique atento a pedestres que podem atravessar distraidamente.

– Em dias de chuva, muito cuidado com a pista molhada. Não ande em alta velocidade e evite freadas bruscas e o risco de derrapagem.

– Ao atravessar um cruzamento tenha certeza que você não vai bloquear a passagem de outros carros.

– Seja camarada e ofereça carona a quem precisa. Assim você ajuda a diminuir o número de carros na rua e a poluição em sua cidade.

– Fique atento ao sair de garagens ou postos de gasolina, pois a calçada é área comum com pedestres. Lembre-se, a preferência é sempre de quem está a pé!

Pedestres

– Tenha certeza de que você está vendo e sendo visto por todos à sua volta. Carros, motos e veículos precisam notar a sua presença!

– Ajude os idosos a atravessar a rua. Afinal, um dia você também pode precisar dessa mãozinha

– Faça contato visual com o motorista antes de atravessar a rua e colabore para prevenir acidentes

– Olhe sempre para os dois lados antes de atravessar a rua e não atravesse correndo.

–  Seja prudente. O lugar mais seguro para esperar o momento de atravessar é a calçada!

– Preste atenção quando passar por portas de garagem e postos de gasolina, pois são lugares comuns a carros e pedestres.

– Os adultos devem zelar pela segurança das crianças no trânsito. Segurá-las pelo punho é mais prudente que pela mão.

 

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Vai recorrer contra multa de trânsito? Tome cuidado para não ter prejuízo

Quando o motorista recebe em sua casa uma multa de uma infração que não cometeu ou, então, por conta de um radar que não foi devidamente sinalizado, o mais certo a se fazer é recorrer à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) para não ter de arcar com o prejuízo. E esse procedimento pode tanto ser feito sem orientação quanto com a ajuda de uma empresa especializada no assunto.

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De acordo com a Fundação Procon de São Paulo, o consumidor deve, sempre que possível, optar em realizar os procedimentos sozinho, garantindo economia. O serviço só deve ser terceirizado, caso realmente não haja tempo para cuidar dos trâmites necessários. Mas, antes de qualquer coisa, deve ser avaliado no órgão que aplicou a penalidade se existe possibilidade de recurso.

Orientações gerais Qualquer que seja a escolha do motorista, é importante lembrar que o recurso deve ser feito em até 30 dias após o recebimento da notificação da infração e na Jari.

Caso o processo não seja definido até o vencimento da multa, é aconselhável pagar para não perder o desconto que geralmente é oferecido. Esse abatimento no preço, previsto no Código Brasileiro de Trânsito, é válido para qualquer notificação paga dentro do prazo estipulado.

Com empresa É importante lembrar, antes de qualquer coisa, que a contratação de uma empresa não implica que o consumidor se livrará do pagamento da multa, caso seja definido que ele realmente tem responsabilidade sobre a infração.

Uma vez escolhida a empresa, o consumidor precisa ficar atento ao contrato, que deve ser claro, com letras de fácil leitura e informar, além da identificação da empresa (nome, CNPJ, endereço etc.), tudo que está incluído: descrição do que está sendo contratado, tipo de multa, o custo do serviço, forma de pagamento, prazos e demais condições.

Os documentos originais nunca devem ser entregues à empresa contratada. O motorista deve tirar cópia de seus documentos pessoais e do carro, bem como daqueles que poderão ser utilizados como prova em sua defesa (fotos, cupons de estacionamento, etc.) e protocolá-los na empresa em questão.

Por conta própria Conforme o Procon-SP, caso tome as providências para o recurso por conta própria, o cidadão deve redigir uma requisição com os dados do veículo e do auto de infração, relatar os fatos, argumentos e alegações de defesa e juntar provas que o isentem.

Na notificação de cobrança da multa estão relacionadas informações quanto aos documentos e procedimentos necessários, assim como o endereço para remetê-los. Estes documentos devem ser enviados por meio de carta com Aviso de Recebimento (AR), que funciona como comprovante de entrega.

Quando não deu… Caso o recurso seja negado ao motorista, há a possibilidade de recorrer em segunda instância, ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran). Caso o trâmite tenha sido realizado pela empresa, esse detalhe deve estar citado no contrato.

Se, mesmo após a nova entrada do pedido, a negativa for mantida, a última opção é recorrer à Justiça, por meio de uma ação anulatória de multa ou, em situações muito especiais, de mandados de segurança. Nestes casos, é necessário contratar um advogado.

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Semana Nacional de Trânsito 2013

A Semana Nacional de Trânsito 2013 começa oficialmente no dia 18 e segue até o dia 23 de setembro. O tema é: “Álcool, outras drogas e a segurança no trânsito: efeitos, responsabilidades e escolhas” e faz parte da Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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A resolução, que proclamou o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito” foi elaborada com base em estudos da Organização Mundial de Saúde que estimou, em 2009, cerca de 1,3 milhões de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Recomenda aos países membro a elaboração de um plano diretor para guiar as ações nessa área no decênio, tendo como meta de estabilizar e reduzir em até 50% os acidentes de trânsito em todo o mundo.

O tema também discutirá a responsabilidade de cada cidadão no trânsito. A decisão que cabe a cada indivíduo em assumir o risco de dirigir alcoolizado, de falar ao celular enquanto guia ou de transitar segurando com uma única mão o volante. A Semana Nacional de Trânsito – prevista no artigo 326 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – terá a missão de fazer o cidadão refletir sobre sua responsabilidade enquanto cidadão e integrante do sistema viário.

Atualmente, cerca de dois milhões de pessoas morrem por ano vítimas da violência no trânsito, e o número de feridos é ainda mais alarmante. Apesar de os esforços dos órgãos de trânsito, a ocorrência de acidentes cresce a cada ano. É sabido que um dos fatores, atualmente, causadores de acidentes é o consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas, mesmo com o enrijecimento da lei seca, que impõe ao condutor sob efeito de álcool multa de R$ 1.915.

O Denatran lembra que a manutenção do veículo é de fundamental importância para que se tenha segurança no trânsito. De nada adiante ser um bom motorista, se o veículo não atende às solicitações exigidas em cada situação. Assim, mantê-lo em boas condições de tráfego é um fator importante para a prevenção de acidentes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://portaldotransito.com.br/

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Suicídio mata 25 brasileiros por dia

Um dos temas mais cercados por tabus, mitos e preconceitos, o suicídio está longe de ser um problema isolado e sem possibilidade de prevenção. Só no Brasil, pelo menos 25 pessoas tiram suas vidas diariamente e pelo menos 22 desses casos poderiam ter sido evitados.

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Angústia, solidão, medo, depressão, dependência química e perdas são alguns dos motivos que explicam a intenção do suicida, mas, um fator que definitivamente dificulta a redução dessa triste estatística é o preconceito que cerca o assunto. Por ser uma realidade mundial, o IASP – Associação Internacional de Prevenção do Suicídio definiu o tema “Preconceito: uma barreira à prevenção do suicídio”, como a bandeira deste ano.

O preconceito é tão forte que ele existe não somente com quem tenta tirar a própria vida, mas também com quem simplesmente tem ideias suicidas ou com a família de um suicida. Por esse motivo é importante ampliar a discussão do tema, a começar pelos lares, escolas e rodas de amigos. O assunto suicídio passa por um momento muito parecido com o que o câncer passou há duas ou três décadas. A população beira a negação da existência do fato e, com isso, não se conhece a realidade.

No caso da prevenção do suicídio, o preconceito traz prejuízos de duas maneiras muito importantes. A primeira é que o tabu barra a difusão de informações confiáveis e sem informação, não há prevenção.

A segunda atinge diretamente a ação preventiva, pois, no caso do suicídio, a melhor prevenção é a busca por ajuda. Uma pessoa com ideias suicidas não encontra espaço para buscar apoio em uma sociedade preconceituosa e, pior ainda, recebe muitas críticas e acusações, o que acaba por agravar sua intenção auto-destrutiva.

Na última terça-feira, dia 10 de setembro o CVV, entidade que atua gratuitamente na prevenção do suicídio há 51 anos, fará ações de divulgação e mobilização em diferentes locais do país. O intuito é, justamente, estimular a população a falar sobre o assunto, se colocar à disposição de quem busca ajuda e, quando for o caso, entender que é possível pedir socorro e mudar o rumo de sua vida.

Uma iniciativa do CVV lançada na última semana de agosto é o movimento “Isso me faz seguir em frente”. Inicialmente baseado no Facebook, na página https://www.facebook.com/issomefazseguir, o movimento quer estimular as pessoas a refletirem sobre suas emoções e motivações (veja mais em http://cvv.org.br/site/releases/122-cvv-lanca-movimento-isso-me-faz-seguir-em-frente.html).

O suicídio no Brasil

– No Brasil, 25 pessoas morrem vítimas de suicídio por dia e ao menos outras 50 tentam tirar a própria vida.
– No mundo, uma pessoa se mata a cada 40 segundos.
– Segundo pesquisa da Unicamp, 17% dos brasileiros pensaram seriamente em cometer suicídio no decorrer de suas vidas.
– De todos os casos, mais de 90% poderiam ser evitados.
– Quem tenta suicídio pede ajuda.

Apesar da seriedade do assunto, o suicídio ainda é um tabu na sociedade brasileira o que dificulta a sua prevenção. O CVV acredita que uma forma importante de se evitar novos casos é conversar sobre o assunto para derrubar mitos e quebrar tabus.

Sobre o CVV

O CVV – Centro de Valorização da Vida, fundado em São Paulo em 1962, é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973. Presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Os mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.200 voluntários em 18 estados mais o Distrito Federal, pelo telefone 141 (24 horas), pessoalmente (nos 72 postos de atendimento) ou pelo site www.cvv.org.br via chat, VoIP (Skype) e e-mail.

É associado ao Befrienders Worldwide (www.befrienders.org), entidade que congrega as instituições congêneres de todo o mundo e foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como a melhor iniciativa não governamental de prevenção ao suicídio no Brasil.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.mundosustentavel.com.br/

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