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Dez sinais de câncer frequentemente ignorados

Uma pesquisa da organização Cancer Research UK listou dez sintomas de câncer que muitas vezes são ignorados pelos cidadãos britânicos. A ONG diz que isso pode atrasar possíveis diagnósticos da doença.

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Veja abaixo os sintomas e a que tipo de câncer eles podem estar relacionados:

  • Tosse e rouquidão (câncer de pulmão)
  • Aparição de caroços pelo corpo (dependendo da região do corpo, pode indicar câncer)
  • Mudança na rotina intestinal (câncer no intestino)
  • Alteração no hábito de urinar (câncer na bexiga)
  • Perda de peso inexplicável (pode estar ligada a diversas variações da doença)
  • Dor inexplicável (pode indicar vários tipos de câncer)
  • Sangramento inexplicável (pode estar ligado a cânceres no intestino, na medula ou na vulva)
  • Ferida que não cicatriza (por estar ligada a diversas variações da doença)
  • Dificuldade de engolir (câncer no esôfago)
  • Mudança na aparência de uma verruga (câncer de pele)

De acordo com a Cancer Research UK, muitas pessoas tendem a achar que sintomas como esses são triviais e, por isso, não procuram seus médicos.

Outro fator que motivaria os britânicos a não procurar ajuda seria o receio de “desperdiçar” o tempo dos médicos com esse tipo de suspeitas.

Os pesquisadores da entidade entrevistaram 1.700 pessoas com mais de 50 anos de idade. Mais da metade (52%) afirmou ter sentido ao menos um dos sintomas nos três meses anteriores à pesquisa.

Em um estudo qualitativo mais aprofundado, a Cancer Research UK se concentrou no caso de 50 das pessoas que tiveram os sintomas. Foi constatado que 45% delas não procuraram ajuda médica após senti-los.

Uma das pacientes relatou não ter ido fazer exames após sentir dores abdominais. “Algumas vezes eu pensei que era grave… mas depois, quando a dor melhorou, você sabe, pareceu não valer a pena investigar”, disse ela.

Um homem, que percebeu mudanças na rotina na hora de urinar, disse aos pesquisadores: “Você só tem que seguir em frente. Ir muito ao médico pode ser visto como um sinal de fraqueza e podem pensar que você não é forte o suficiente para lidar com seus problemas”.

A pesquisadora Katrina Whitaker, ligada à University College London, afirmou: “Muitas das pessoas que entrevistamos tinham os sintomas que dão o alerta vermelho, mas elas pensavam que os sintomas eram triviais e por isso não precisavam de assistência médica, especialmente se não sentiam dor ou se ela era intermitente.”

Segundo ela, outros disseram que não queriam criar caso ou desperdiçar recursos do sistema de saúde público. O autocontrole e o estoicismo dos britânicos contribuem para esse tipo de atitude, e a persistência dos sintomas fazem com que as pessoas passem a considerá-los normais, de acordo com a pesquisadora.

Ela disse ainda que muitos pacientes só procuraram médicos depois que tiveram contato com campanhas de conscientização ou receberam conselhos de amigos ou de familiares.

Segundo o médico Richard Roope, na dúvida, é sempre melhor procurar um médico. Ele disse que muitos desses sintomas não são causados pelo câncer – mas se forem, o rápido diagnóstico aumenta as chances do paciente no tratamento da doença.

Ele afirmou que atualmente cerca da metade dos pacientes diagnosticados conseguiriam sobreviver por mais de dez anos.

Alarme falso

Uma outra pesquisa, também financiada pela Cancer Research UK, constatou que um “alarme falso” pode desestimular os britânicos a continuarem investigando possíveis sintomas da doença.

Para essa pesquisa, a University College London analisou 19 estudos científicos pré-existentes.

A pesquisa constatou que cerca de 80% das pessoas que são submetidas a exames para checar a existência do câncer após a manifestação de sintomas descobrem que não sofrem da doença.

Esse grupo tenderia a ficar desestimulado a voltar a investigar eventuais novos sintomas. Entre as principais razões para isso, segundo a organização, estariam a falta de orientação recebida dos médicos durante os exames anteriores e o temor de ser visto como “hipocondríaco”.

“Pacientes que vão a seus médicos com os sintomas obviamente ficam aliviados ao saber que não têm câncer. Mas como nosso levantamento mostra, é importante que eles não sintam uma falsa sensação de segurança e entendam que ainda devem procurar ajuda se perceberem sintomas novos ou recorrentes”, afirmou Cristina Renzi, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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Um terço dos implantes dentários do país é produto de pirataria

Um terço dos 2,2 milhões de implantes dentários feitos anualmente no país é produto de pirataria. As peças piratas podem causar problemas que vão da queda do dente artificial até graves infecções na boca.

A estimativa é da Abimo (associação da indústria de equipamentos médicos e odontológicos), baseada na comparação entre o número de procedimentos e o de produtos vendidos legalmente.

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Muitas das vendas ilegais são feitas por meio da internet. Há páginas no Facebook anunciando peças (pinos) a partir de R$ 10 –no mercado legal, o preço varia entre R$ 300 e R$ 500.

O assunto foi debatido em congresso internacional de odontologia, no mês passado, e está levando dentistas, empresários e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a discutir uma revisão nas normas para haja um rastreamento dos implantes até o usuário final.

A implantodontia é uma das áreas que mais crescem na odontologia. Em cinco anos, o número de especialistas com registro no Crosp (Conselho Regional de Odontologia do Estado de São Paulo) mais do que duplicou, passando de 968 para 2.423.

A especialidade também liderou o número de denúncias contra dentistas em 2014 –com 32% das 270 recebidas–, a maioria por problemas técnicos e serviços malfeitos.

“Tem gente comprando um torno e fabricando implantes na garagem. E o que é mais preocupante: tem dentista comprando”, diz o superintendente da Abimo, Paulo Henrique Fraccaro.

Para ele, além de desleal do ponto de vista mercadológico, a prática é criminosa. “Não sabemos se as peças têm condições mínima de qualidade. Podem causar danos físicos [infecções] e financeiros [perda] ao paciente.”

O implante é composto pelo pino de titânio inserido no osso da boca e um outro componente em que a prótese será cimentada ou parafusada.

Os que têm registro na Anvisa passam por uma série de testes, como o de resistência, de fadiga e de esterilidade. Como é um material que fica dentro da estrutura óssea, ele é desenvolvido para interagir com esse osso de forma a não apresentar rejeição.

Segundo a Abimo, as peças mais pirateadas são os componentes que se fixam nos pinos. Normalmente, eles são feitos com dimensões de encaixe mais folgadas, o que faz com que se afrouxem. Nesse espaço, pode haver proliferação de bactérias.

“Isso leva a pessoa a perder o implante, além sofrer o risco de inflamações e infecções”, explica Claudio Miyake, presidente do Crosp.

O grande atrativo para os dentistas usarem implantes piratas é o preço. A peça completa chega a custar 60% a menos do valor cobrado pelos fabricantes oficiais –R$ 700 a R$ 3.500, dependendo do tipo (feito na hora ou após algum tempo da perda dentária, da quantidade de dentes e da origem do material (nacional ou importado).

RASTREABILIDADE

Hoje as empresas não têm obrigação legal de identificar suas peças para que possam ser rastreadas diante de um eventual problema. Assim, segundo Miyake, fica difícil comprovar que uma infecção, por exemplo, foi causada por um implante pirata.

Segundo ele, a categoria espera a aprovação de um projeto de lei estadual que obrigará a venda de produtos odontológicos com a devida identificação.

“O que a gente sabe é que o insucesso de um implante tem relação direta com a qualidade do material”, diz o cirurgião-dentista Reinaldo Papa, que já atendeu vários casos de vítimas de implantes piratas ou de má qualidade.

A comerciante Maria Elvira Inácio de Melo, 57, é uma delas. Há oito anos, ela perdeu nove implantes dentários por má qualidade do material –o problema só foi descoberto após o material ser retirado da boca.

“Uns oito meses depois de fixados, ele começaram a ficar moles e caíram”, conta.

Na época, o dentista se eximiu de qualquer responsabilidade. “Eu poderia ter processado, mas não sou de briga. Preferi amargar o prejuízo, procurar um outro profissional e refazer o trabalho.”

Segundo o cirurgião-dentista Rodolfo Candia Alba Júnior, da Conexão Sistemas de Prótese, uma estratégia das empresas para fazer frente aos concorrentes piratas tem sido dar aos dentistas garantia vitalícia dos implantes, desde que os componentes protéticos usados sejam produzidos por elas.

A Abimo também discute a adoção de uma carteira do paciente, onde ficariam registradas informações (como um código de barras) sobre os componentes do implante. “Seria como uma carteira de vacinação, que ficaria em poder do paciente. É uma garantia para ele de que o produto tem origem”, diz Fraccaro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/

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O café corta os efeitos do álcool?

Alguns anos atrás, fui ao teatro com um grupo de amigos. Meu marido chegou atrasado e um pouco “alegrinho”, já que tinha ido a um almoço de fim de ano e passou a tarde tomando vinho com os colegas. Por sorte, a peça em cartaz era uma comédia, mas até os atores ficaram um pouco constrangidos com as gargalhadas que ele dava.

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No intervalo, dei a ele um café bem forte, e ao fim do segundo ato, ele estava bem mais quieto. Mas será que eu estava certa ao achar que o café cortaria os efeitos da bebedeira?

Bem, a comunidade científica já está praticamente convencida dos efeitos sedativos de uma grande quantidade de álcool. Nas primeiras duas horas, quando a concentração de álcool no sangue é maior, a pessoa fica mais alerta. Depois disso, e até cerca de seis horas após o consumo, aumentam os indícios objetivos de sono.

A cafeína faz o contrário, tornando a pessoa mais alerta, o que provavelmente levou à sedutora ideia de que uma xícara de café é capaz de neutralizar os efeitos de meio litro de cerveja.

Conclusões contraditórias

Infelizmente, nada é tão simples. Historicamente, estudos sobre o efeito da cafeína na capacidade de uma pessoa dirigir quando está bêbada (em um laboratório, não na rua) têm apresentado resultados contraditórios.

Alguns indicam que a cafeína reverte a lentidão dos reflexos provocada pelo álcool, mas outros não provam isso.

Mais recentemente, uma pesquisa publicada em 2009 mostrou indícios mais detalhados sobre a combinação de álcool com cafeína: os cientistas deram álcool a ratos de laboratório e, em seguida, ofereceram o equivalente a oito xícaras de café aos animais. Depois disso, eles pareciam bem mais alerta, mas ainda tinham mais dificuldades de se movimentar por um labirinto do que ratos que estavam sóbrios.

Portanto, a cafeína pode melhorar o cansaço induzido pelo álcool, o que pode explicar por que um cafezinho depois de uma refeição é algo tão popular em alguns países.

Mas a substância não pode tirar a sensação de estar bêbado nem melhorar alguns problemas cognitivos causados pelo álcool.

Metabolizar é preciso

Isso acontece porque temos que metabolizar o álcool ingerido para que seus efeitos diminuam. E o corpo faz isso de várias maneiras.

Na maior parte das vezes, o álcool é quebrado no fígado por duas enzimas, a álcool-desidrogenase e a aldeído-desidrogenase. Após muitas outras etapas, o álcool é finalmente excretado na forma de água e dióxido de carbono.

O organismo leva cerca de uma hora para metabolizar uma unidade de bebida alcóolica, mas em algumas pessoas esse processo é mais rápido ou mais lento, dependendo de sua genética, de sua alimentação e da frequência com que bebem.

A cafeína não acelera a metabolização do álcool.

No entanto, seus efeitos variam de acordo com a função analisada. Um estudo, por exemplo, descobriu que uma grande dose de cafeína pode neutralizar os efeitos negativos do álcool sobre a memória. Mas a sensação de tontura permanece.

Sinais enganosos

Também há indícios de que a cafeína pode piorar as coisas. Quando você se sente cansado pode ser mais fácil perceber que está bêbado, mas como a cafeína tira a fadiga, você pode pensar que está sóbrio, quando não está.

Isso pode explicar os resultados de um estudo de 2008 realizado com estudantes universitários americanos. Aqueles que escolhiam bebidas contendo as duas substâncias, como vodca misturada a um energético, tinham duas vezes mais chances de se machucarem em um acidente ou mais de duas vezes mais chances de aceitar uma carona de alguém que não respeita o limite de velocidade.

Esse efeito independia da quantidade de álcool consumida.

O estudo mostra como a cafeína pode enganar as pessoas, fazendo-as sentir que estão recuperando a sobriedade, e as consequências potencialmente desastrosas disso.

Por isso, se um dia eu for novamente ao teatro com meu marido depois de ele ir a um almoço de fim de ano, saberei que o tempo é que faz a diferença. Melhor escolher uma peça com um terceiro ato.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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Qual o melhor horário do dia para se exercitar?

Há explicações científicas para aqueles “hábitos estranhos” das pessoas que acordam cedinho de manhã ou só vão para a cama ao amanhecer.

Quando o assunto é exercício físico, esses hábitos têm papel ainda mais importante, já que podem afetar a performance.

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Uma variável crucial é o ritmo circadiano, conhecido popularmente como relógio biológico – a forma como nosso corpo regula hormônios, temperatura corporal, ritmo cardíaco e outras funções essenciais. Tudo influencia o quão alerta – ou sonolenta – uma pessoa se sentirá em determinados momentos do dia.

“Há correlações entre exposição à luz, estações (do ano) e características individuais”, disse Luis Franco Banfonte, secretário-geral da Federação Espanhola de Esportes, ao serviço em espanhol da BBC. “Não dá para generalizar porque é algo pessoal.”

Há estudos indicando vantagens e desvantagens da prática de exercício nos diferentes períodos do dia.

Mas Banfonte ressalta que, “do ponto de vista metabólico e fisiológico, se o objetivo é manter o peso, é mais recomendado que o exercício seja praticado em horários distantes dos horários das refeições”.

Nesse caso, diz ele, o melhor é praticar esportes nas primeiras horas da manhã.

Pela manhã: ‘Sem desculpas’

O esporte praticado logo cedo também ajuda a estabelecer uma rotina de exercícios mais sólida, simplesmente porque ocorre antes dos compromissos e horários de trabalho da maioria das pessoas.

“Prefiro me exercitar de manhã bem cedo. Quando é a primeira coisa que você faz, não dá tempo de pensar em desculpas: você simplesmente faz”, diz o peruano Daniel Sánchez.

Diversos estudos científicos reforçam a ideia de que a atividade física matinal traz benefícios.

“Se você exercitar sua mobilidade, como quando vai de bicicleta (para o trabalho), alguns hormônios e neurotransmissores – como endorfinas – fazem você se sentir melhor, com mais vigor e de bom humor”, prossegue Banfonte.

“Dessa forma, a pessoa começa o dia melhor, não só do ponto de vista piscológico, mas também fisiológico.”

O lado negativo disso é que, pela manhã, a temperatura do corpo tende a ser mais baixa, o que aumenta o risco de lesões e pode reduzir o desempenho do praticante.

Fim do dia: Performance

Na mão oposta, quem prefere praticar esportes mais tarde se beneficia de temperatura corporal e níveis hormonais no auge, o que melhora o desempenho.

Um estudo da Universidade de Chicago, nos EUA, indica que é mais fácil atingir resultados melhores em resistência e construção de massa muscular exercitando-se no final do dia.

O risco de lesões também é menor, já que o corpo responde mais rapidamente por estar desperto por muitas horas.

“Há pessoas que naturalmente acordam cedo e têm facilidade em pegar no sono. Outras sofrem mais para acordar e, à noite, para voltar a dormir. Eu estou nessa segunda categoria, então tenho dificuldades em me exercitar de manhã”, diz Banfonte.

Além disso, para muitas pessoas, o exercício noturno é uma forma de relaxar depois de um dia estressante.

No entanto, deixar a prática de esportes para muito tarde também pode ser perigoso, adverte o especialista espanhol.

“Exercícios, sobretudo os de alta intensidade, não são recomendados depois das 21h ou 22h porque eles podem afetar os padrões de sono, retardando a vontade de dormir. Isso pode causar fadiga e cansaço no dia seguinte.”

Como fazem os atletas?

Os atletas profissionais costumam espalhar suas sessões de exercício ao longo do dia para reduzir o risco de diminuição da performance em horários diversos.

Mas um estudo recente da Universidade de Birmingham (Reino Unido) sugere que os horários de melhor performance de diferentes atletas variam bastante ao longo do dia.

A hora de dormir aparentemente tem um papel importante nisso. O estudo mostra que, dependendo do horário em que os atletas vão para a cama, o auge de sua performance muda drasticamente.

O denominador comum de todos os estudos parece ser que o exercício, independentemente do horário em que é praticado, é muito melhor do que o sedentarismo.

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Quantas horas você precisa dormir de acordo com sua idade?

A maioria das pessoas sabe que ter uma boa noite de sono é importante, mas poucos passam oito ou mais horas debaixo dos lençóis.

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Para complicar ainda mais as coisas, estimulantes como café e bebidas energéticas, além de despertadores e luzes ─ incluindo as dos dispositivos eletrônicos ─ interferem com o chamado ritmo circadiano, ou relógio biológico.

Embora reconheçam que o sono é especialmente afetado pelo estilo de vida e a saúde de cada indivíduo, um painel de especialistas da National Sleep Foundation, um instituto de pesquisa sem fins lucrativos dos Estados Unidos com sede em Arlington (Virgínia), publicou recomendações gerais sobre quantas horas de descanso são necessárias de acordo com cada faixa etária.

Confira as recomendações:

  • Recém-nascidos (0-3 meses): o ideal é dormir entre 14 a 17 horas por dia, embora também seja aceitável um período entre 11 a 13 horas. Não é aconselhável dormir mais de 18 horas.
  • Bebês (4-11 meses): Recomenda-se que o sono dure entre 12 e 15 horas. Também é aceitável um período entre 11 e 13 horas, mas não mais do que 16 ou 18 horas.
  • Crianças pequenas (1-2): não é aconselhável dormir menos de 9 horas ou mais de 15 ou 16 hora. É recomendável que o descanso dure entre 11 e 14 horas.
  • Crianças em idade pré-escolar (3-5): 10-13 horas é o mais apropriado. Especialistas não recomendam dormir menos de 7 horas ou mais de 12 horas.
  • Crianças em idade escolar (6-13): o aconselhável é dormir entre 9 e 11 horas.
  • Adolescentes (14-17): Devem dormir em torno de 10 horas por dia.
  • Adultos jovens (18-25): 7-9 horas por dia. Não devem dormir menos de 6 horas ou mais do que 10 ou 11 horas.
  • Adultos (26-64): O ideal é dormir entre 7 e 9 horas, embora muitos não consigam.
  • Idosos (65 anos ou mais): o mais saudável é dormir 7 a 8 horas por dia.

Sono Melhor

Especialistas também deram dicas sobre como obter um sono saudável.

  • Manter um horário para dormir, mesmo nos fins de semana.
  • Ter uma rotina para dormir relaxado.
  • Exercitar-se diariamente.
  • Garantir condições ideais de temperatura, ruído e luz no quarto.
  • Dormir em um colchão e travesseiros confortáveis.
  • Ter cuidado com a ingestão de álcool e cafeína.
  • Desligar aparelhos eletrônicos antes de dormir.

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Preparado para o Carnaval? Curta com #responsanafolia

Finalmente é carnaval! Hora de curtir a festa. Esteja você nos bloquinhos de rua, desfiles de escolas de samba, bailes e até naquele churrasco com a família é preciso ficar atento para não cometer excessos e prejudicar a saúde.
Siga as dicas do Ministério da Saúde e aproveite com #responsanafolia.

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Hidrate-se

Para prevenir a desidratação, nutricionistas recomendam que a hidratação seja feita com antecedência. Beba bastante água, seja pura, em forma de suco ou consumindo frutas que contenham muita água como a laranja e a melancia. Elas ajudarão a manter o corpo hidratado, o que é fundamental para quem deseja permanecer bem disposto. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.

Beba com responsabilidade

As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si, provocando desidratação. Por isso, sempre intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos ficam mais brandos.
Lembre-se: se beber, não dirija!

Fique longe de caixas de som

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a poluição sonora a terceira maior do meio ambiente, perdendo apenas para a poluição da água e do ar.  Para evitar lesões nos ouvidos, fique a uma distância segura de caixas de som.  Segundo dados da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), é durante o carnaval que se verifica um aumento no número de casos de pessoas que apresentam problemas nos ouvidos, causados, principalmente, pelos ruídos derivados de caixas de som super-potentes dos clubes e trios elétricos.  O ouvido humano suporta até 90 decibéis. A partir daí, já existe a possibilidade de uma pessoa apresentar lesão, muitas vezes irreversível, levando à perda auditiva.

Cuidado com afogamentos

O calor da época leva muitas pessoas a praias, lagos e cachoeiras. Durante o carnaval, o número de pessoas vítimas de afogamento cresce. Ao procurar locais para nadar, escolha locais conhecidos e nunca vá sozinho. É importante também obedecer sinalizações de perigo. Procure sempre locais que tenham a presença de Guarda-Vidas ou o Corpo de Bombeiros.

Tenha cuidado com o sol

Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele.  A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10h e 16h.

Reponha suas energias

Descanse sempre que possível. O corpo precisa de 6 a 8 horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo todos os dias do carnaval. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, faça uma compensação dormindo um pouco mais.

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Ministério da Saúde alerta para os riscos de beber antes de dirigir

Quem precisar ir de carro para chegar aos bailes de carnaval deve ficar longe de bebida alcoólica. De acordo com o Ministério da Saúde, muitas vítimas de trânsito atendidas nos prontos-socorros brasileiros beberam antes de dirigir.

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O comerciante Francisco Pinheiro, por exemplo, conta que quase perdeu a vida dirigindo alcoolizado. “Eu passei o dia todo no churrasco do meu irmão. Meu irmão e meu tio inclusive tentaram fazer com que eu ficasse lá e fosse embora no dia seguinte. E eu teimoso, quis ir embora. Eu não andei nem 300 metros. Eu não senti o peso do pé. Em uma curva, passei pelo quebra mola e fui direto. Vinha um outro carro e aí ei bati de lado no outro o carro, estava sem cinto fraturei o osso da região da bacia e tive que operar e estou sem andar. E eu aprendi a lição. Poderia ter sido pior né.”

A coordenadora geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Marta Silva, lembra que os riscos de acidentes no trânsito durante o carnaval aumentam também para os pedestres. “Orientamos carona solidária, ir de ônibus, ir de taxi, van, metrô e até mesmo a pé.

O Ministério da Saúde orienta também que esse risco deve ser observado por todos os usuários do trânsito, ou seja, os pedestres também devem ficar atentos. Então, o risco da bebida alcoólica deve ser observado por todos os usuários do trânsito, ou seja, os pedestres também devem ficar atentos. Os pedestres, os motociclistas, os motoristas de automóveis, os ciclistas, então, todos os usuários. A bebida alcoólica é um dos principais fatores de risco para ocorrência dos acidentes de trânsito. E a prevenção é o melhor remédio. Não deixe uma tragédia acabar com o brilho do carnaval.”

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Carnaval, diversão e #PartiuTeste

O Carnaval é comemorado em diversas partes do mundo e, no Brasil, pessoas de todas as idades e até mesmo de outros países se reúnem em festas características de cada região. O feriado possibilita encontros em cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Minas Gerais ou até mesmo o Distrito Federal com seus tradicionais bloquinhos de rua.

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O clima é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e aids. Este ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da aids não só usando camisinha, mas realizando o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.

A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. Acho que o teste é uma boa forma de conscientização e já conversei muitas vezes com meus amigos sobre o fato de que a doença é transmitida mais facilmente do que se imagina. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.

Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o Carnaval 2015, nesta quarta-feira (28), mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e aids, 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.

O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem. Eu sempre uso camisinha se não estiver namorando ou quando não conheço muito bem a pessoa”, revela.

A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013. O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Acho que é importante para ficar seguro e consciente do meu status. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção, e de redobrar meus cuidados, principalmente, em relação a terceiros”, ressalta.

Com a ampliação da testagem do HIV, cerca de 6,4 milhões de testes rápidos foram distribuídos em 2014. O crescimento da assistência às pessoas com HIV e aids e o incentivo ao diagnóstico precoce fazem parte das estratégias do Ministério da Saúde no cumprimento da meta “90-90-90”, que corresponde a 90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020. As metas foram adotadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (UNAIDS).

Medicamento 3 em 1 – Este ano o Ministério da Saúde enviou a todos os estados brasileiros o medicamento 3 em 1 (dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.

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Brasil tem estimativa de mais de 570 mil novos casos de câncer para este ano

O câncer é um conjunto de doenças que se desenvolvem de maneira desordenada no organismo, causa tumores nos órgãos do corpo e pode levar a morte. No Brasil, a estimativa para o ano de 2015, é de aproximadamente 576 mil casos novos de câncer em homens e mulheres. Para controlar a doença, o SUS oferece tratamentos como cirurgias, quimioterapia e radioterapia para a população.

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A dona de casa, Lúcia Soutelinho, por exemplo, fez tratamento na rede pública de saúde. Ela descobriu que tinha câncer de pulmão e foi encaminhada para o Instituto Nacional de Câncer ( INCA ), vinculado ao SUS. Ela conta que se sente muito bem depois do tratamento da doença. “Fumei uns 30 anos, não comia, eu só fumava. Eu descobri indo numa consulta comum, o médico pediu uns exames mais concretos, foi onde veio que eu estava com câncer. Ai eu fui para o INCA. O Tratamento dado ali dentro do hospital é um carinho tão grande que a gente até esquece o tratamento, é o que nos dá força, porque o tratamento ali é triste, mas o carinho que a gente recebe é muito grande e isso nos fortalece muito”.

A coordenadora geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas, Patrícia Chueiri, explica como acontece o procedimento desde o diagnóstico até o tratamento da doença. “O paciente que tem uma hipótese diagnóstica de câncer ele entra no Sistema Único de Saúde por duas portas de entradas. A mais comum é através de uma Unidade Básica de Saúde dependendo dos sinais ou do exame que ele fizer. Passa por um serviço ambulatorial especializado para confirmar esse diagnóstico ou ele vai direto para um hospital especializado na área da oncologia e lá ele tem acesso então ao tratamento cirúrgico, quimioterápico, radioterápico e cuidados paliativos”.

Para orientar a população sobre prevenção e tratamento do câncer, o SUS oferece assistência para todos os tratamentos da doença em mais de 280 unidades hospitalares em todo o país.

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Incidência de câncer cresce em 20% na última década

Hoje é o Dia Mundial do Câncer, doença que representa um problema de saúde pública mundial e cuja incidência registrou um crescimento de 20% na última década. A data é importante para alertar a população sobre os cuidados e a prevenção ao câncer, uma vez que de acordo com últimas informações do INCA, apenas para 2014, foram esperados 576 mil novos casos no Brasil.

Câncer-em-Crianças

De acordo com a hematologista sócia-diretora do IHOBA (Instituto de Hematologia e Oncologia da Bahia), Dra. Karla Mota, além dos tumores sólidos, que são os de maior incidência, como o de mama e de próstata, é importante dar atenção também aos popularmente conhecidos “cânceres de sangue”, como o linfoma e a leucemia que são doenças hematológicas.  “As pessoas em geral ainda não reconhecem os sintomas muito bem, porque são sutis, o que pode levar a busca do atendimento médico em outras áreas, retardando o diagnóstico, por isso é importante educarmos a população em relação a isso”, alerta a hematologista.

Outro fator que reforça a necessidade de dar atenção às doenças hematológicas é que, apenas para o ano de 2014 foram previstos para homens e mulheres, no total, 21.340 novos casos de doenças hematológicas o que provavelmente não deve ser muito diferente em 2015. No caso do linfoma especificamente, a cada ano, são registrados 10 mil casos cuja incidência  dobrou últimos anos.   O linfoma  pode se manifestar em qualquer lugar do corpo, pois são cânceres que atingem as células do sistema imunológico espalhadas em todo o organismo.  ”O linfoma pode começar em qualquer local onde existem os linfócitos(células do sistema linfático), principalmente nos gânglios linfáticos, em nódulos no pescoço, axilas e região da virilha, por isso é importante estar bem informado”, explica a médica do IHOBA.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.tribunadabahia.com.br/

 


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