Posts Tagged 'Prevenção'



Tenha uma atitude positiva. É fácil!

Muito do que acontece em nossa vida depende da atitude que adotamos nas situações. Uma atitude positiva nos ajuda a enfrentar os desafios e superar os obstáculos. Mas se tivermos uma atitude negativa, ficamos confusos em nossos problemas, sem saber como resolvê-los.

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Pessoas de atitude negativa não aceitam que tem esta atitude. Acham que têm uma atitude correta e que os problemas são externos. Culpam os acontecimentos, culpam os outros e querem que eles os resolvam. Não aceitam que precisam mudar sua própria atitude e assim, se tornam ansiosas, angustiadas, com raiva e com atitudes defensivas.

Acham que um simples remédio pode, como em um milagre, acabar com sua depressão, tristeza, ansiedade, estresse. Não querem descobrir a causa de seu sofrimento. Apenas pensam, pensam e não agem. Não querem mudar e assumir a responsabilidade pela própria cura.

Estão sempre reclamando, sempre insatisfeitas. Por não se sentirem felizes não entendem como os outros podem estar. Procuram imperfeições e defeitos no modo como os outros se vestem, como falam ou agem. Estão constantemente criticando o outro, dizendo como ele está errado ou inadequado.

Não admitem que estão erradas e sempre pensam que o outro precisa mudar, que a lição é para os outros e não para elas.

Mas elas precisam compreender que é necessário mudar as lentes de suas mentes, mudar o modo de ver o mundo. Precisam valorizar mais o interno em vez de se focarem tanto no externo.

Precisam descobrir suas próprias qualidades, se valorizarem. Parar de brigar com elas mesmas. Precisam se libertar da autodepreciação que causa depressão e tristeza.

Fazendo as pazes com suas mentes podem começar a apreciar a beleza interna e externa tanto nelas mesmas como nas pessoas, no ambiente e nos objetos.

Se você está insatisfeito, querendo mudar de emprego, com conflitos com os colegas de trabalho ou seu chefe, brigas constantes no lar ou em seus relacionamentos, experimente mudar sua atitude interior. Em vez de se focar nos defeitos das outras pessoas, descubra as qualidades que elas têm.

Para manter a alegria é importante pensar bem sobre si mesmo e sobre as pessoas. Só o fato de você comentar algo desagradável ou falar sobre os erros dos outros, você já perde energia, entra em uma vibração negativa e isto, com certeza, tira sua alegria e paz mental.

Ao praticar isto, perceba como seus relacionamentos melhoram, como todos vão querer ficar em sua companhia, como você se sente mais alegre e despreocupado. Perceba como praticando ver o lado positivo dos acontecimentos e das pessoas você experimenta mais deleite no seu dia-a-dia.

Acorde de manhã dizendo para você mesmo: “Eu sou um filho de Deus. Sou abençoado. Hoje estou feliz! Meu dia será ótimo e encontrarei boas pessoas. Somente coisas boas acontecerão para mim”.

Pense várias vezes ao dia: “Eu gosto de mim. Eu me aceito. Eu gosto de mim da maneira que eu sou”.

Esforce-se para ser alegre. Cultive a alegria interior que vem dos bons pensamentos. A alegria que surge da atitude positiva, a alegria que é contagiante e espalhe isto aonde você for.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.uol.com.br,

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Envelhecer com Qualidade depende de cuidados que começam na Infância

O Brasil era conhecido na década de 1970 como um país jovem. Com o aumento da expectativa de vida, o número de idosos cresceu. Entre 1998 e 2008, a proporção de idosos aumentou de 8,8% para 11,1%. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008, eram 21 milhões de idosos no país. Em números absolutos, esta população com mais de 60 anos já supera a da França, Inglaterra ou Alemanha. Para que eles tenham boa qualidade de vida, os cuidados devem começar cedo e serem contínuos.

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Luiza Machado, coordenadora da Saúde do Idoso no Ministério da Saúde, afirma que a prevenção é fundamental para uma vida com saúde. “A mãe que oferta um bom pré-natal ao filho e após o nascimento oferece um aleitamento materno de qualidade acaba por influenciar na qualidade de vida do idoso. Ter uma alimentação saudável enquanto criança, adolescente e adulto e diminuir o uso do tabaco e das bebidas alcoólicas também trazem influências positivas”, explica. “Se você quer que seu filho tenha uma velhice com qualidade, vai depender da forma com que você lidou com isso desde a infância”, resume.

De acordo com Luiza, o período escolar é um momento determinante para estabelecer hábitos saudáveis. “Agora, nós temos o Programa Saúde nas Escolas, que ensina aos nossos jovens a importância da alimentação balanceada, que deve ter frutas e verduras e pouca carne vermelha e frituras, reduzindo as chances de que no futuro a pessoa tenha doenças, como a hipertensão, o diabetes e o sobrepeso”, afirma.

Tamara Checcacci, neurogeriatra do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao Ministério da Saúde, explica que a possibilidade de reduzir as chances de uma pessoa desenvolver hipertensão ou diabetes torna mais fácil o caminho para uma vida saudável. “É claro que há fatores genéticos envolvidos na pré-disposição por essas doenças, mas a prevenção pode reduzir os riscos”. Ela acredita que a informação é fundamental para que posturas saudáveis sejam adotadas. “Vejo que os jovens estão mais conscientes disso. Noto que muitas pessoas com mais de 60 anos não tiveram acesso a tantas informações como a juventude atual”.

Atividades intelectuais também colaboram para a saúde na terceira idade. “Nosso cérebro precisa ser estimulado constantemente. Quanto maior a reserva cognitiva, maior o estudo que uma pessoa tem, melhor ela se manterá durante o tempo. Se o cérebro está acostumado a trabalhar muito, ele vai poder se manter em melhores condições por um tempo muito maior. A procura contínua do aprendizado melhora o envelhecimento”, afirma a neurogeriatra do Hospital Federal da Lagoa.

Mexer o corpo, com atividades físicas regulares, é outra forma de conseguir uma vida com qualidade. “Uma simples caminhada traz um benefício muito grande. Além da movimentação corporal, a atividade física proporciona socialização. Ou seja, os ganhos são físicos, mentais e psicológicos”, garante Tamara.

Crescimento da população idosa – A expectativa é que a população idosa não pare de crescer no Brasil. A estimativa é que os idosos serão 32 milhões em 2025 e maioria em 2050, superando o número de brasileiros de zero a 14 anos. “As pessoas precisam acordar para o envelhecimento. É uma realidade. O contingente de idosos está cada vez maior. É importante destacarmos as campanhas de prevenção. A grande maioria dos idosos no Brasil está em plena atividade, entre 60 e 70 anos, trabalhando, com plena capacidade funcional, desempenhando seu papel na sociedade”, afirma a coordenadora da Saúde do Idoso.

Segundo ela, o foco principal está na população mais idosa, com mais de 80 anos, que tem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, mas que podem ser controladas. “Queremos que o idoso viva muito, mas com qualidade, com a capacidade de desempenhar plenamente suas atividades diárias, sem precisar de ajuda”, completa Luiza Machado.

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Sal em excesso na infância pode trazer problemas na vida adulta

O consumo de sal deve começar a ser controlado ainda na infância para prevenir doenças na vida adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o máximo de sódio recomendado para as crianças acima de dois anos são dois gramas por dia.

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O perigo está nas lanchonetes, que oferecem a refeição preferida das crianças: hambúrguer e batata-frita, mas também em muitos alimentos industrializados encontrados nos supermercados que são ricos em sódio.

Um pacote de 100 gramas de batatinha, a mesma quantidade de salgadinho ou três mini pizzas têm aproximadamente 0,5 gramas de sódio, o que representa um quarto do total que a criança deveria ingerir por dia. Cerca de 380 gramas de refeição congelada, como lasanha ou qualquer outro tipo de massa, ultrapassa a dose máxima diária: tem 2,07 gramas de sódio.

“É como se a pessoa não pudesse mais comer nada por dia em relação a sódio e a gente sabe que isso não acontece”, alerta o nutricionista Daniel Coimbra.

As frutas são as melhores opções para as crianças.Outra alternativa são os biscoitos integrais, que costumam ter menos sal. As barrinhas de cereais têm menos ainda: uma de 24 gramas reúne 0,44 gramas de sódio.

“A gente tem que buscar uma barrinha realmente de cereal, não de chocolate com alguns poucos cereais. Tem que ser de cereal com fruta, que é muito gostosa e tem poucas calorias e pouco sódio”, sugere o nutricionista.

Os alimentos doces também podem ter sal, mesmo que em pouca quantidade. Daniel alerta: “As pessoas têm que parar de pensar que só os alimentos muito salgados têm sódio, os alimentos doces também têm para ter uma vida longa de prateleira”.

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Exercícios na infância melhoram a saúde dos ossos na terceira idade

Praticar exercícios regularmente desde a infância pode ajudar a reduzir o risco de fraturas ao atingir idade avançada, afirma um estudo do Hospital Universitário de Skåne, na Suécia. Os resultados foram apresentados dia 23 de março no encontro da Sociedade Americana de Ortopedia para Medicina Esportiva (AOSSM).

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Os pesquisadores conduziram por seis anos um estudo populacional com 808 crianças entre sete e nove anos de idade. Esse grupo fez 40 minutos diários de educação física na escola, enquanto as 1.587 crianças do grupo de controle praticavam apenas uma hora semanal de exercícios. A incidência de fraturas e o desenvolvimento ósseo de todos os participantes foram acompanhados anualmente e, ao final do período, os cientistas descobriram que a o risco de fraturas era similar nos dois grupos, mas a densidade óssea da coluna vertebral era mais elevada nas crianças que praticaram mais exercícios.

A equipe também realizou um estudo retrospectivo, comparando 709 homens ex-atletas com idade média de 69 anos e 1.368 homens no grupo de controle, com idade média de 70 anos. Os resultados mostraram que a densidade óssea dos ex-atletas sofreu uma redução mínima na idade avançada em comparação com o grupo de controle.

Os autores atribuem essa relação entre exercícios na infância e diminuição do risco de fraturas ao aumento do pico de massa óssea que ocorre em crianças que praticam exercícios regularmente. Esse pico é a quantidade máxima de massa óssea que um indivíduo acumula desde o nascimento até a maturidade do esqueleto, antes do início da perda associada ao envelhecimento. Com um aumento do pico da massa óssea na infância, portanto, é mais difícil sofrer grandes perdas e ter a saúde dos ossos debilitada na terceira idade por doenças como osteoporose.

Incentive seu filho a fazer exercícios
Computadores, videogames e celulares costumam ser os melhores amigos dessa geração, enquanto a atividade física fica facilmente em segundo plano. O incentivo dos pais pode fazer muita diferença para evitar que o sedentarismo vire um hábito para a vida toda, porém sempre respeitando os limites e preferências dos jovens. De acordo com o psicólogo comportamental e especialista em saúde da família Alexandre Monteiro, do Rio de Janeiro, gostar dos exercícios é a melhor motivação. “O ideal seria a pessoa experimentar o maior número de atividades possível ainda na infância, de forma que se identificasse com uma em especial”, explica. Confira as dicas dos especialistas e tire seu filho do sofá:

Muito além da educação física
É comum os adolescentes não gostarem de praticar atividades físicas por ter como única referência as aulas na escola ou a academia de musculação, que podem ser consideradas entediantes pelo jovem. Segundo Alexandre Monteiro, uma forma interessante de descobrir novas atividades é levá-lo a clubes ou academias que ofereçam aulas variadas, como lutas e dança. “Ele pode assistir um pouco de cada aula, observar as características dos alunos e associar essa dinâmica às habilidades e preferências que ele possui”, diz.

Passeios em família
O professor de educação física Carlos Fernandes, da Fit Park academia, em Brasília, declara que atividades em grupo e ao ar livre são altamente motivacionais. Uma ida ao parque no final de semana pode ser um empurrão para o começo da prática de atividades físicas. “Alugar patins e bicicletas ou mesmo praticar algum esporte em grupo pode servir de estímulo para o adolescente perceber que os exercícios não são desagradáveis como ele pensava”, explica Alexandre Monteiro.

Dê o exemplo
Não basta insistir para que seu filho saia do computador enquanto você mesmo não pratica nenhuma atividade. De acordo com a psicóloga Camila Torquato, de Brasília, o adolescente tem os pais como referência e pode usar o sedentarismo deles como desculpa para também não praticar exercícios. “Estar atento aos próprios costumes é importante para dar um bom exemplo aos seus filhos, de forma que eles encarem a atividade física como algo benéfico”, conta.

Seu filho tem vergonha?
Um dos maiores dramas da adolescência é a vergonha do próprio corpo, por ser uma fase de desenvolvimento e mudanças. Isso pode fazer com que ele rejeite qualquer atividade física que exija roupas diferentes ou o coloque em situações constrangedoras. Nesses momentos, a melhor forma de ajudar é conversando com seu filho.

Segundo a psicóloga Camila, escutar o que o adolescente tem a dizer e tentar acolhê-lo pode ajudar a identificar e eliminar as causas do problema. “O diálogo vai possibilitar a busca de alternativas para solucionar a crise”, conta. É importante também não forçar o jovem a praticar qualquer tipo de atividade com a qual ele não se sinta à vontade.

Alvo de bullying
Se o seu filho reluta em fazer qualquer tipo de atividade física, principalmente na escola, pode ser sinal de que ele foi alvo de bullying e prefere rejeitar essa prática, a fim de que não sofra mais esse desconforto. “Manter um diálogo com ele para tentar identificar e ajudar a resolver possíveis problemas é sempre muito saudável”, diz o psicólogo Alexandre. Nesses casos, não querer fazer atividades físicas é só a ponta do iceberg – pode ser necessário buscar um acompanhamento psicológico para reverter o problema.

Não force a barra
Ter pais ativos é uma grande influência para o adolescente praticar atividades físicas – mas o tiro pode sair pela culatra caso exista muita cobrança e competitividade. O psicólogo Alexandre explica que algumas pessoas exigem demais que os filhos pratiquem exercícios e até incentivam a competição. “Esses pais não entendem que a atividade física, nesse momento, deve ser algo para o prazer”, declara. O ideal é deixar que o filho escolha uma modalidade pelos benefícios à saúde e pela diversão, deixando as competições para outros momentos.

Presentes para a saúde
Uma simples conversa com seu filho pode fazer você descobrir que ele tem interesse por algum esporte ou atividade que você nunca imaginaria. A partir desse diálogo, você pode dar presentes relacionados ao tipo de exercício que ele tem vontade de fazer, mas nunca teve a oportunidade, como bicicleta ou mesmo aulas de ioga. “Alguns adolescentes não têm muita disposição para começar uma atividade física sozinhos e o presente pode ser o pontapé inicial”, diz o psicólogo Alexandre.

Na companhia dos amigos
Como os adolescentes passam por uma fase de mais independência, pode ser que não se interessem pela ideia dos passeios com a presença dos pais. Nesses casos, você pode propor que ele pratique algum esporte ou exercício com os amigos. “As chances de o jovem abandonar a atividade é reduzida quando ele está entre amigos e pessoas que tem afinidade, pois um acaba incentivando o outro a fazê-la”, diz o professor de educação física Carlos Fernandes. Convidar os amigos do seu filho para o passeio no parque pode ser muito mais motivador para o jovem do que estar em companhia apenas da família.

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Ambiente influencia saúde da Criança

A infância é um período bastante importante para a criança e para o adulto que ela vai se tornar. É nessa fase que diversos aspectos biológicos e comportamentais são inicialmente estabelecidos. É necessário, portanto, ter cuidado especial ao ambiente em que a criança vive e frequenta, principalmente a partir dos seis anos de idade, quando os pequenos estão em idade escolar e começam a sair mais de casa.

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Vários fatores estão ligados à promoção da saúde e segurança da criança, entre eles os locais em que ela cresce, brinca e é educada, sobretudo a forma como ela se relaciona e é orientada a se relacionar com esses ambientes. Por isso, vale a pena prestar atenção nos novos locais que a criança vai conhecer e auxiliá-la com algumas recomendações.

Confira dicas que podem ajudá-lo a prevenir problemas com a saúde física e psicológica da criança em diversos locais em que ela possa estar:

• Certifique-se de que a linha pedagógica adotada na escola em que seu filho frequenta vai ao encontro com a educação que você pretende dar a ele;

• verifique se a escola oferece condições de segurança e prevenção de acidentes, além do comprometimento de professores atentos às crianças;

• não deixe a criança nadar sozinha ou sem supervisão de um adulto;

E ainda:

• ensine-a a respeitar os animais e a não se aproximar daqueles desconhecidos;

• não permita que a criança brinque na cozinha e na área de serviço;

• evite ter tapetes em casa, pois podem ser prejudiciais à saúde respiratória da criança, já que acumulam sujeira e ácaros. Caso prefira tê-los, procure lavá-los e expô-los ao sol a cada 15 dias;

• incentive a criança a frequentar ambientes ao ar livre.

A casa em que a criança vive também deve ser um ambiente saudável e, para isso, é necessário que a família dê amor, carinho e também limites, que serão necessários para que ela se relacione bem em qualquer lugar em que estiver.

Fonte: Filhos: de 2 aos 10 anos de idade – da Sociedade Brasileira de Pediatria.

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Prefira o Roxo Para Combater o Colesterol

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O que é colesterol?

Outras causas de colesterol elevado?

Comer muita gordura saturada é uma das principais causas do colesterol elevado, apesar de que há vários outros fatores que podem afetar os níveis de colesterol no sangue:

  • Condições hereditárias tais como Hiperlipidemia Familiar (condição onde as gorduras do sangue estão em níveis alterados).
  • Fumo
  • Idade
  • Diabetes
  • Etnia
  • Importante: sempre consulte seu médico e/ou nutricionista para um atendimento individualizado.

– See more at: http://www.becel.com.br/proactiv/O-que-e-colesterol/default.aspx#sthash.NeGpX13a.dpuf

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Colesterol: de gota a Alzheimer

Embora esteja na boca do povo há décadas, com frequência duas grandes confusões são feitas a seu respeito. A primeira é chamá-lo de gordura, quando, na verdade, trata-se de um álcool complexo – detalhe químico mais complexo ainda. A segunda é que seu potencial nocivo se restringe ao sistema cardiovascular. “O colesterol circula por boa parte do organismo para formar membranas celulares, ácido biliar e hormônios”, relata Eder Quintão, endocrinologista do Laboratório de Lípides da Universidade de São Paulo. Esse acesso quase irrestrito, apesar de essencial para inúmeras atividades, traz seus inconvenientes. Isso porque dá a possibilidade de ele, quando nas alturas, acarretar estragos em diversas regiões.

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Após analisarem dados epidemiológicos que relacionam altos índices da partícula a demências, por exemplo, cientistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, decidiram averiguar o que estaria por trás desse fenômeno. Valendo-se de equipamentos modernos, eles descobriram que o protagonista da reportagem está intimamente ligado ao surgimento das famigeradas proteínas beta-amiloides. “Essas moléculas danificam células nervosas, promovendo a doença de Alzheimer”, ensina o bioquímico Charles Sanders, coordenador da pesquisa.

“O trabalho americano nos ajuda a compreender o motivo pelo qual observamos um acúmulo de placas beta-amiloides ao colocarmos neurônios em um meio de cultura repleto de colesterol”, enfatiza o neurologista Paulo Caramelli, da Universidade Federal de Minas Gerais. “Mas ele não explica por que existe uma associação, principalmente em pacientes acima dos 75 anos, entre a doença de Alzheimer e problemas vasculares”, contrapõe.

Há, claro, quem acredite que esse vínculo seja resultado da idade avançada. Em outras palavras, indivíduos nessa faixa etária tenderiam a sofrer mais com ambos os transtornos simplesmente pelo fato de o corpo estar envelhecendo. Essa, entretanto, não é a única hipótese levantada pelos especialistas. “Taxas elevadas de colesterol provocam inflamações nos vasos, que, ao longo dos anos, também dificultam a passagem de sangue”, ressalta Angelina Zanesco, fisiologista do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro. Se a artéria comprometida é uma que chega à massa cinzenta, as células nervosas deixam de ser abastecidas adequadamente com o líquido vermelho. Resultado: elas param de funcionar direito por falta de nutrientes, o que contribuiria para o extermínio das memórias.

Outro mal que às vezes implica queima de arquivos mentais atende pelo nome de derrame isquêmico – o bloqueio por completo do fluxo sanguíneo acaba matando os neurônios, digamos, de fome. Em várias situações, a obstrução decorre do excesso de colesterol circulante.

Quando o assunto é diabete, invariavelmente se fala em glicose. Mas adivinhe que outra molécula está envolvida com a enfermidade. “O excesso de colesterol no pâncreas atrapalha a fabricação de insulina, responsável por colocar o açúcar para dentro das células”, revela Francisco Helfenstein Fonseca, cardiologista e coordenador do Setor de Lípides, Aterosclerose e Biologia Vascular da Universidade Federal de São Paulo. E, com doses a menos desse hormônio na circulação, a glicemia sobe que nem foguete. Por outro lado, quando você tem bastante HDL, aquela espécie de faxineiro da circulação, a probabilidade de desenvolver ou agravar o quadro diminui.

Nem as articulações estão a salvo da avalanche de colesterol. “Ele facilita o aparecimento de crises de gota”, exemplifica Ricardo Fuller, chefe do Ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Esse distúrbio, caracterizado por inchaço e dores intensas nas juntas – principalmente no dedão do pé -, depende de processos inflamatórios para dar as caras. Ao que tudo indica, taxas expressivas da substância em questão auxiliam a alastrar esse incêndio.

A artrite reumatoide, outro mal que ataca as juntas, propiciando incômodos, perda de movimento e deformações, também pode ser agravada por você já sabe quem. “Aliás, uma pesquisa deste ano verificou falhas na função do HDL de quem possui a doença”, reforça Fuller. Mesmo assim, ainda faltam evidências sólidas de que o tratamento para controlar o colesterol beneficie pessoas com desordens reumatológicas.

No futuro, a ciência deve oferecer uma resposta definitiva para essa dúvida. Outra pergunta é se a partícula abordada aqui seria o estopim para cânceres. “Segundo alguns estudos, o uso de estatinas, medicamentos que reduzem a concentração dessa molécula no sangue, previne tumores como o de próstata, mama e intestino”, afirma Samuel Aguiar Júnior, cirurgião oncologista e diretor do Núcleo de Tumores Colorretais do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. “Só que esses trabalhos são poucos e ainda controversos”, ressalva.

Um vestígio extra desse possível elo é o de que levantamentos populacionais definem sujeitos com pouco LDL e muito HDL como mais protegidos contra o câncer. “Resta saber se o dado encontrado é consequência do colesterol ou se hábitos saudáveis, que regulam seus níveis ao mesmo tempo que trazem outras melhorias para o organismo, são os verdadeiros responsáveis pelos números encontrados”, pondera Aguiar Júnior.

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Alimentos para combater o Colesterol alto

No dia 8 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Controle do Colesterol. A data, que existe há 10 anos, tem como objetivo conscientizar a população sobre as doenças decorrentes da elevada taxa de colesterol no sangue, formas de prevenção e tratamento.

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De acordo com a nutricionista Natana Martins, o colesterol é a matéria-prima de moléculas muito importantes para o funcionamento do nosso corpo. É a partir dele que se produz vários hormônios, como os sexuais — testosterona e estradiol — e o cortisol. Ele também é responsável pela produção de vitamina D, que é muito importante para a absorção do cálcio e a consequente manutenção da saúde óssea.

O colesterol total é composto de dois tipos de moléculas, o LDL, popularmente conhecido como colesterol ruim e que, em excesso, é responsável pelo entupimento das artérias, e o HDL, o colesterol bom, que impede o depósito de gordura nas artérias.

Natana explica que uma alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e bons hábitos de vida, como evitar bebidas e cigarros, são o primeiro passo para manter um coração saudável.

— Entretanto, seja por recomendação médica ou por precaução, muitas pessoas fazem uso da suplementação para manter o colesterol sob controle. Isso acontece devido a correria do dia a dia, pela falta de tempo ou apenas para garantir uma vida mais saudável — complementa.

Veja alternativas naturais para suplementar a dieta e manter o colesterol dentro da normalidade

Fitoesterol

Os fitoesteróis são uma classe de gordura de origem vegetal que apresenta estrutura muito parecida à da molécula de colesterol. Por apresentarem essa similaridade, reduzem a absorção do colesterol LDL — ruim — e impedem sua chegada à corrente sanguínea.

Os fitoesteróis são encontrados principalmente em óleos vegetais, oleaginosas, frutos secos, hortaliças, cereais integrais e soja, porém em baixas quantidades.

Estudos clínicos demonstram que o consumo recomendado é de 1,3g ao dia para obter os resultados desejados, encontrado em 185 tomates, por exemplo.

Óleo de Peixe

É a principal fonte animal de ômega 3. Previne problemas cardiovasculares como arritmia, infarto, angina e acidente vascular cerebral. Melhora os níveis de gordura no sangue, reduz os triglicérides e aumenta o bom colesterol — HDL.

Ele também retarda o processo de depósito de gordura nas artérias que pode causar seu entupimento. Além disso, tem ação anti-inflamatória e antioxidante, combatendo os radicais livres que aceleram o envelhecimento.

Óleo de Chia

É a principal fonte vegetal de ômega 3. Apresenta os mesmos benefícios do óleo de peixe. Cultivado sem pesticidas e sem organismos geneticamente modificados, é composto de 80% de ácidos graxos poli-insaturados, sendo 75% de ômega 3 e 25% de ômega 6.

Óleo de Linhaça

Fonte de ômega 3 e 6, ácidos graxos essenciais. O ômega 3 regula os níveis de gordura no sangue, diminui os riscos de arritmia do coração, pode auxiliar no controle da pressão sanguínea e na prevenção de infarto. O ômega 6, por sua vez, colabora com a imunidade.

Óleo de Alho

Regula o colesterol, ajuda a baixar a pressão e inibe o depósito de gordura nas artérias, protegendo o coração. Muito mais do que um simples tempero, ele tem uma série de benefícios adicionais: é expectorante, antisséptico, analgésico, anti-inflamatório, antitérmico, antibacteriano, tônico, vermífugo e antioxidante.

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