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Sedentarismo

Todo mundo sabe que a prática de exercícios físicos traz muitos benefícios à saúde. Ficar sem se exercitar pode causar vários tipos de doenças, principalmente as ligadas ao sistema cardiovascular.

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Obesidade, pressão alta, diabetes, aumento do colesterol, infarto, derrames, depressão, doenças articulares, são alguns exemplos das doenças às quais o indivíduo sedentário se expõe. O sedentarismo é considerado o principal fator de risco para a morte súbita, estando na maioria das vezes associado direta ou indiretamente às causas ou ao agravamento da grande maioria das doenças.

Doenças associadas ao sedentarismo

  • Obesidade
  • Colesterol alto
  • Diabetes
  • Hipertensão arterial
  • Infarto
  • Asma
  • Alguns tipos de câncer
  • Distúrbios psicológicos

Sedentarismo e Obesidade

Segundo o Ministério da Saúde, quase metade da população brasileira está acima do peso. A obesidade é um grande fator de risco para saúde e eleva os níveis de gordura e açúcar no sangue, assim como aumenta a pressão arterial.

Os obesos também têm mais chances de ter problemas cardiovasculares, articulares, asma, apneia, câncer e transtornos mentais. O sedentarismo aliado a uma dieta rica em carboidratos, açúcar e gorduras contribui para aumentar os índices da obesidade.

Eu sou sedentário?

Você sabe quantas calorias gasta por dia, por semana? E quantas calorias você consome por meio da alimentação? O equilíbrio entre o consumo e o gasto é fundamental para manter o peso. Porém, para ser considerado ativo ou sedentário você precisa gastar 2.200 calorias, por semana, em atividades físicas. Nem adianta dizer que você faz faxina na casa ou faz uma caminhada no final de semana. Isso não é suficiente.

Como deixar de ser sedentário?

Para se tornar ativo, a primeira regra é se conscientizar sobre a importância da atividade física. Em seguida, planeje seu dia e encontre o melhor horário. Pense também em escolher uma atividade que lhe dê prazer. Não adianta se matricular na academia e parar de frequentar no primeiro mês. Persista! Depois de um tempo, você irá sentir mais energia, inclusive para trabalhar. Dica importante: além da persistência, a regularidade é fundamental. 

Mudança de hábitos

Saia da sua zona de conforto, literalmente. Isso quer dizer que para aumentar o gasto calórico, é preciso abrir mão de hábitos como usar o elevador para subir alguns andares, dispensar a escada rolante, estacionar o carro em um local mais distante do seu destino, ir ao supermercado ou à padaria a pé, etc.

Dicas para começar:

  • Antes de começar uma atividade física é importante realizar uma avaliação médica, checar se a saúde está em dia. Isso pode ser feito com um cardiologista ou com o médico da empresa;
  • Tão importante quanto o exercício é a preparação do corpo. Pela manhã, ainda na cama, experimente alongar seu corpo, espreguice, estique, alongue;
  • Comece praticando a atividade por 20 minutos, três vezes por semana, durante duas semanas. Na terceira semana aumente para 30 minutos por dia, quatro vezes por semana. Como complemento, faça exercícios com pesos leves e alongamento;
  • Não adianta ser imediatista quando o assunto é esporte. Os resultados ficam mais evidentes após três meses;
  • Use roupas e calçados adequados, que proporcionem conforto e proteção ao mesmo tempo;
  • A sudorese e a desidratação constituem as principais causas de mal-estar durante o exercício, portanto tenha em mãos uma garrafa de água. O importante é estar hidratado antes, durante e após a prática de qualquer atividade física;
  • Caso apresente qualquer problema de saúde durante um exercício, procure orientação médica.

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Incorporando a atividade física em sua rotina

Sabemos o quanto é difícil acrescentar em nossa rotina novos hábitos, principalmente quando se trata do início de uma atividade física estruturada. Mudar comportamento não é uma tarefa fácil, afinal, envolve fatores individuais (como barreiras, intenções, auto eficácia), socioculturais (como suporte familiar, ciclo de amizades, normas culturais) e ambientais (como transporte, estrutura física e ambiental, estações do ano).

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Com o verão em vista, as academias enchem com as pessoas tendo objetivo de atingir o corpinho perfeito a tempo! Mas sabemos que para que essa prática se torne um hábito consolidado, são necessários em média seis meses de prática contínua. E aí aparecem as dificuldades, pois a frequência no primeiro mês é extraordinária, no segundo já começa a diminuir, no terceiro é uma raridade, e no quarto mês aparecer na academia é quase fator impossível, já que tudo será motivo para ausência. Então seguem algumas dicas que podem ajudar:

  • Inspire-se! Coloque em sua geladeira, fundo de tela do computador, ou qualquer lugar muito visível para você, uma foto de corpo inteiro de alguém com quem você quer ficar parecido ou até um retrato seu do passado.
  • Tenha um diário! Registre suas metas, sua evolução e a frequência das atividades. As redes sociais também podem auxiliar bastante!
  • Comece devagar! A evolução deve acontecer de forma gradativa para que o corpo tenha uma adaptação efetiva e diminua o risco de lesões.
  • Crie metas realistas! Lembre-se: tudo que vem rápido, vai rápido. Não há processos milagrosos. Para ser efetivo e garantir uma mudança definitiva de comportamento, as conquistas devem ser gradativas. Você pode ter metas em longo prazo em mente, mas crie metas mais imediatas, como eliminar 1 kg ou perder 1 cm de barriga em algumas semanas.
  • Escolha do exercício certo! Procure realizar uma atividade que lhe dê prazer! Isso facilitará sua aderência! Existem diversas opções além de esteira, bicicleta e musculação, como aulas de dança, caminhada, artes marciais, yoga, hidroginástica e esportes coletivos.
  • Tenha uma “calça de referência”! Se quer emagrecer, acostume-se a provar toda semana a mesma calça. É mais fácil perceber as pequenas mudanças no seu corpo assim do que se olhando no espelho.
  • Contrate um personal trainer! O acompanhamento individualizado de um personal potencializa os resultados de seu treino além de colaborar bastante na parte motivacional! Se tiver um compromisso com alguém para treinar, pensará duas vezes antes de faltar em seu treino!

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Cinco passos para sair do sedentarismo e começar a se exercitar

O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.

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Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade — e voltem para o sofá. Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

Avalie o seu físico

Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física. “Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

Estabeleça metas realistas

Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. “Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso”, diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). “Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado.” Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

Escolha um exercício prazeroso

É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo. A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. “Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique”, diz Renato Dutra. “Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida.”

Comece devagar

Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. “Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra.

Persista nos novos hábitos

É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. “Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.

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Sem ressaca! 6 cuidados para manter a saúde em dia durante o Carnaval

Carnaval é o período ideal para quem deseja cair na folia e aproveitar a animação dos blocos, a companhia dos amigos, aquele passeio na praia ou até mesmo usar a folga para descansar. Seja qual for o destino, é preciso ficar atento aos cuidados essenciais com a saúde, evitando os excessos e os problemas após os dias de festa.

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O médico do programa Atenção Vital do Centro Clínico Gaúcho, Marco Wille, esclarece as principais dúvidas sobre alimentação, ingestão de bebidas alcoólicas e hidratação e traz dicas para prevenir os efeitos indesejados.

— É muito mais fácil e benéfica a prevenção do que o tratamento e o desconforto das consequências. Hábitos e comportamentos extremados são geralmente danosos —, aconselha o especialista.

:: Energéticos

Mesmo com a promessa de mais energia para resistir à folia, a ingestão de energéticos deve ser moderada. Isto porque grande parte destas bebidas possuem estimulantes como cafeína e ginseng que, em excesso, podem levar a taquiarritmias, distúrbios gástricos, cefaléia, tremores e outros sintomas indesejados. Quando combinados às bebidas alcoólicas, estes estimulantes também contribuem para o retardamento das consequências do álcool no organismo. Se houver excesso, quando o efeito destas substâncias passar, o organismo pode sofrer com uma resposta exacerbada do álcool.

:: Uso de remédios

A relação com o uso de medicações deve ser sempre observada caso a caso, de acordo com recomendação médica. Deve-se ter um cuidado especial com os remédios antieméticos, utilizados para combater a náusea e o vômito, porque vários deles podem causar sonolência e até sedação. Como a maior parte dos nossos problemas de saúde são autolimitados, muitas vezes o repouso, a dieta equilibrada e o tempo são os melhores remédios.

:: Infecções gastrointestinais

Os dias de folia exigem uma atenção especial com a alimentação. Fique atento ao risco de ingestão de produtos contaminados, que levam a infecções gastrointestinais. Observe a procedência e a aparência dos alimentos, atentando para os cuidados mínimos de higiene. Comidas gordurosas e carnes, que exigem uma digestão mais prolongada, aliados ao álcool, também facilitam complicações gastrointestinais. Casos de vômitos e diarréia isolados não requerem idas precipitadas ao médico. No entanto, episódios persistentes, associados a outros sinais de alerta, como febre e dor, necessitam de avaliação médica.

:: Bebidas alcoólicas

O excesso de álcool aumenta o risco de desidratação e hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue). Para amenizar os problemas após a festa, devemos manter uma alimentação equilibrada e intercalada com a ingestão de água ou sucos naturais, o que, inclusive, contribui para amenizar os efeitos negativos da ressaca no metabolismo. Principal recomendação: evitar o exagero.

:: Desidratação

Durante o Carnaval, muitas pessoas permanecem em jejum prolongado e se movimentam além do habitual, provocando gastos de energia e perda de líquidos acima da média. Isto ajuda a ocasionar a desidratação. Para evitá-la, o ideal é manter o corpo sempre hidratado, bebendo muita água, e fazer cinco refeições diárias, preferindo os alimentos leves.

:: Cuidados com a pele

Nos dias de Carnaval, não se esqueça de manter o corpo e a pele hidratada. Use filtros solares compatíveis, o que previne queimaduras, o envelhecimento precoce da pele e ajuda a diminuir a incidência de câncer de pele. Dê preferência a roupas com fibras naturais, como algodão, linho e seda. Roupas sintéticas devem ser evitadas, já que podem ocasionar um efeito estufa sobre o corpo e aumentar a transpiração, mas não o resfriamento da pele, contribuindo, também, para o aparecimento de infecções produzidas por fungos, principalmente nas dobras da pele.

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Proteja a sua saúde no Carnaval com essas nove dicas

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Março está chegando e, com ele, o tão esperado carnaval. A preocupação com diversão é tanta que é fácil se esquecer dos cuidados mais básicos com a saúde. O infectologista da Unifesp, Paulo Olzon Monteiro da Silva, explica que a alimentação errada, o abuso do álcool e a ausência de sono causam um desgaste muito grande ao organismo. “Há também os perigos do sexo sem camisinha e até das doenças transmitidas pelo beijo”, lembra o especialista. Você quer curtir todos os dias de folia com o pique lá em cima? Então siga os conselhos dos especialistas para manter a energia sem detonar a saúde.

Sexo? Só se for seguro 

Muitas doenças podem ser transmitidas pelo sexo. Paulo explica que a contaminação pelo vírus da Aids, da gonorreia, da herpes e da sífilis pode acontecer numa única relação sexual. Mas a camisinha, por si só, já é eficaz para prevenir esses problemas. “O preservativo é sempre o melhor método para evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e a gravidez. Optar por métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte, pode prejudicar o organismo, pois causam alterações hormonais e não previnem a contaminação de doenças”, conta.

Não saia distribuindo beijos 

Não é apenas o sexo que pode transmitir doenças. Existem alguns vírus que podem ser passados também pelo beijo. Paulo explica que a mononucleose infecciosa, conhecida como a “doença do beijo”, é transmitida, principalmente, dessa forma. Ela pode causar febre, dor de garganta e até aumento do baço e do fígado.

A herpes labial também é adquirida através do beijo. Uma vez adquirida, ela será a sua companheira pela vida toda. Basta uma situação estressante ou alguma queda da imunidade para que as bolinhas avermelhadas apareçam na mucosa da boca. Mas fique tranquilo, ela só é transmissível enquanto estiver aparente.

Não abuse das substâncias energéticas 

Algumas substâncias, como o pó de guaraná e as bebidas energéticas, dão mais pique para curtir o carnaval. Mas o infectologista faz a ressalva: essas substâncias são ricas em cafeína e, se consumidas em excesso, atrapalham o sono na hora de dormir, causam gastrite e sobrecarregam o organismo, podendo levar até à arritmia cardíaca.

O especialista explica ainda que a quantidade segura é variável, pois a concentração de cafeína em cada cápsula varia de fabricante para fabricante. Além disso, o corpo se acostuma com a cafeína, que passa a ter menos efeitos, e o organismo precisa, progressivamente, de mais remédio para conseguir o efeito desejado.

Modere no álcool 

As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si e podem provocar desidratação. Paulo Olzon dá a dica: além de moderar no consumo de álcool, intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos, e até a ressaca, ficam mais brandos. Comer alguma coisa enquanto bebe também faz bem, pois mantém a glicose estável no sangue e evita que você passe mal.

Evite os remédios para ressaca

Paulo explica que o ácido acetilsalicílico pode provocar gastrite, principalmente durante a ressaca, quando o estômago já está comprometido. O paracetamol associado ao álcool pode levar a alterações de funcionamento do fígado.

Outros remédios para ressaca têm uma combinação de substâncias que ajudam a evitar os sintomas, mas não reparam os danos ao corpo. “O ideal é aproveitar a folia de maneira responsável, sem se esquecer de beber água, alimentar-se adequadamente e descansar o tempo suficiente para recuperação das energias”, recomenda o especialista.

Descanse 

O corpo precisa de seis a oito horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo nos quatro dias. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, Paulo Olzon recomenda que seja feita uma compensação dormindo até mais tarde. Se não for possível, tirar um bom cochilo durante o dia já ajuda.

Cuidados com a alimentação 

“Antes das festas, evite alimentos ricos em gorduras, que tornam a digestão mais lenta e causam a sensação de estufamento”, adverte a nutricionista Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional. Ela recomendar fazer uma refeição ou um lanche reforçado com alimentos ricos em carboidratos (pão, arroz, batata, mandioca, milho, macarrão) antes de sair para a festa, para ter bastante energia.

Durante a folia, não fique mais do que quatro horas sem se alimentar. Escolha alimentos leves e que favoreçam uma rápida digestão, além de hidratação e nutrição, como barrinhas de cereais, frutas desidratadas, sanduíches naturais e sucos de frutas.

Passado o carnaval, a especialista recomenda uma dieta desintoxicante, com muita água, água de coco e sucos naturais, pobres em gorduras e carboidratos refinados. Isso ajudará a limpar e reequilibrar o organismo.

Hidrate-se 

A nutricionista Roseli Rossi recomenda que a hidratação seja feita com antecedência. ?O carnaval coincide com a estação mais quente do ano. Para uma hidratação correta, é necessária a ingestão diária de dois a três litros de líquidos antes mesmo das festas?, explica.

Para prevenir a desidratação causada pelo excesso de transpiração durante a diversão, consuma muita água, sucos naturais de frutas, água de coco ou até mesmo bebidas isotônicas, que repõem os eletrólitos como sódio, potássio, magnésio e cloro perdidos. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois, além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.

Cuidado com o sol

Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, os cuidados com o sol devem ser redobrados. Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 15, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10 e 16 horas.

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Proteja-se do Sol durante o Carnaval

O Carnaval está chegando e o Brasil inteiro se prepara para 4 dias de muita folia e diversão em blocos na rua, shows, na praia e etc. Mesmo esta festa acontecendo em diferentes lugares no Brasil, todos têm um fator em comum: a exposição solar. No Carnaval, muita gente se esquece dos perigos que o sol podem causar à pele e a saúde das pessoas, por isso, é necessário muita atenção.

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As pintas são outro perigo. Muitas vezes discretas ou até imperceptíveis, se não forem protegidas, podem se transformar em um câncer.
Confira a seguir algumas orientações da Oncologista Clínica Carolina Rutkowski, do Oncomed-BH, para proteger a pele e as pintas no Carnaval.

-> Como as pintas podem virar um câncer de pele?

O câncer da pele ocorre como consequência de um crescimento descontrolado e anormal das células que compõe a pele. Sendo assim, existem diferentes tipos de câncer, a depender do tipo de célula que se prolifera. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares, espinocelulares e melanomas.

-> Por exemplo, pintas de nascença podem virar um câncer de pele?

Durante a vida embrionária, algumas células se alteram e formam os nevos congênitos, lesões benignas que são popularmente chamadas de ‘pintas de nascença’.  O câncer de pele pode, sim, se desenvolver em um nevo congênito. Este risco varia entre 1 – 5 % ao longo da vida.

-> É necessário proteger as pintas do corpo todo no verão e no Carnaval? Nos dias de chuva é necessário o uso de protetor?

Não só as pintas e não só no verão. É necessário usar protetor solar em todas as áreas do corpo expostas ao sol, todos os dias do ano, uma vez que, mesmo nos dias nublados, até 80% da radiação ultravioleta pode atravessar as nuvens e chegar à Terra. Sendo assim, os filtros solares devem ser aplicados 15 a 30 minutos antes da exposição ao ar livre, em quantidade adequada, e replicados a cada duas horas, para proporcionar uma proteção eficaz.

-> As pintas no rosto precisam de algum cuidado especial?

Como o desenvolvimento de nervos está, entre outros fatores, relacionado à exposição solar, e o rosto é área frequentemente exposta, é comum o aparecimento deles nesta localização.
Desta forma, a recomendação é: evitar exposição solar, usar o filtro solar adequadamente, além de chapéus ou viseiras quando da exposição ao sol. Procurar avaliação dermatológica caso apresente pintas que sofram modificações no tamanho, forma ou cor; tenham várias cores ou bordas assimétricas; sangrem ou provoquem dor, ardor ou prurido.

-> Há pessoas que odeiam pintas. Há alguma forma de se proteger para que nenhuma pinta apareça mais no corpo? Porque elas aparecem? Há algumas pessoas quem tem mais “tendência” ao aparecimento de pintas?

As pintas, ou nevos melanocíticos (‘pintas de nascença), são tumores benignos que se originam da multiplicação e conglomeração dos melanócitos.

Basicamente, os fatores relacionados ao desenvolvimento de nevos incluem:
• Hereditariedade: Há uma tendência genética ao aparecimento de pintas.
• Grau de exposição ao sol, especialmente quando intensa e intermitente durante a infância.
• Tipo de pele. Pacientes com pele mais clara usualmente tem maior número de pintas.

Diante dos fatores predisponentes que não são passíveis de serem modificados, mais uma vez, a recomendação tanto para evitar o aparecimento de pintas, como também para prevenir o envelhecimento e o câncer é dizer não à exposição solar desprotegida.

É preciso ter atenção redobrada com o sol do verão e adotar medidas para proteger bem a pele.
Caso contrário, além de estragar uma época de diversão, a falta de cuidados pode gerar diversos problemas de saúde.
Protetores solares são indispensáveis para evitar queimaduras. O recomendado são aqueles com, no mínimo, Fator de Proteção Solar (FPS) 30, independentemente da cor da pele. “Essa escolha se deve porque as pessoas acabam não passando a quantidade ideal e nem na frequência indicada”, diz a dermatologista da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) Telma Lúcia Macedo.
Além do FPS, é preciso observar na embalagem se o filtro solar protege contra raios ultravioleta (UVA e UVB). Para quem precisa de mais proteção, caso de crianças, idosos, grávidas ou pessoas com alguma condição específica, pode-se optar por filtros solares físicos – que, diferentemente dos tradicionais (químicos), criam uma barreira na pele que reflete as radiações nocivas.
O ideal é evitar o sol entre as 10 e 16 horas. Mas se o trio elétrico sair nesse horário, a dica é passar protetor solar e também usar roupas leves, chapéus de abas largas, óculos escuros. “A tendência é que com o calor a pessoa use menos roupa, mas é preciso ter cuidado porque mais exposta fica a nossa pele. Hoje em dia existem tecidos com filtro UVA e UVB”, lembra a médica.
-> Outros cuidados
Evitar sair descalço (para não cortar ou queimar a sola do pé), não ficar com a roupa molhada muito tempo (para não favorecer assaduras) e não sentar diretamente na areia (para evitar risco de micoses) também são cuidados que podem ser adotados. Quem gosta de comer peixe frito, cuidado com o limão, que pode causar queimaduras de segundo grau caso a pele não seja devidamente lavada.
O mesmo vale para caipirinhas, picolé de limão e demais frutas cítricas como laranja, além de figo, nabo. Atenção especial para aqueles que gostam de bebida alcoólica, já que ela contribui para a desidratação junto com o calor e suor. É preciso ingerir bastante água, suco, chá e água de coco para repor as perdas.
-> Mais dicas
– Não é recomendado o uso de bronzeadores – com ou sem FPS. O mesmo se aplica a esses produtos caseiros, como misturas com óleo e urucum, que podem acarretar manchas e lesões e, consequentemente, levar ao câncer de pele.
– Procedimentos para o clareamento da pele e descoloração de pelos também devem ser evitadas,
– Reduza o tempo de exposição ao sol e evite o período entre 10 e 16 horas;
– Escolha um protetor solar com um FPS a partir de 30 e não esqueça do protetor labial. Lembre-se: protetor solar não confere proteção absoluta contra queimaduras ou câncer de pele;
– Aplique o protetor solar 30 minutos antes de se expor. É preciso tempo para que o filtro comece a agir;
– Reaplique o protetor solar quando você permanecer mais de duas horas ao sol, ou quando o filtro for retirado por contato com água ou suor;
– Quem trabalha ao sol deve cobrir-se com calças, camisas de manga comprida, chapéu de aba larga e óculos escuros;
– Proteja-se de superfícies refletoras como areia, concreto e água;
– Use filtro solar até mesmo em dias nublados.
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Dicas de como se alimentar corretamente durante o Carnaval

A busca pela boa forma física e a alteração nos hábitos alimentares são muito comuns no verão e no período de carnaval, em que a maioria das pessoas estão na folia dos trios elétricos ou procuram os litorais com suas belas praias, e é claro que todos querem estar em sua melhor forma.

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Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura, ou mesmo, por uma alimentação inadequada, com longos períodos de jejum, a falta do café da manhã, a ingestão de alimentados gordurosos e, principalmente, a ausência de líquidos durante o dia.

Em períodos de dias mais quentes, não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.

Nesta época, o organismo necessita de um consumo maior de líquidos para compensar as perdas de água e eletrólitos decorrentes da transpiração.

Como ocorre uma diminuição do metabolismo basal dos indivíduos, a quantidade de calorias ingeridas ao longo do dia deve ser diminuída, para que não ocorra o ganho de peso.

O exagero de bebidas alcoólicas e comidas nem sempre saudáveis nos dias de folia, pode ser bastante prejudicial. A falta de líquidos, bem como as noites mal dormidas e o excesso de exposição ao sol, também podem agravar os malefícios a sua saúde.

É importante manter o corpo sempre hidratado com água, sucos naturais ou água de coco, evitando os refrigerantes, e para quem gosta de beber cerveja, é importante alternar com a água mineral o consumo. Para a reposição de eletrólitos, as bebidas isotônicas também são recomendadas, pois repõem os minerais perdidos.

Todos esses cuidados servem para prevenir-se a desidratação que tem como sintomas mais frequentes as câimbras, moleza no corpo, tonturas, vômitos, pouca urina, enjoos, vista turva, boca e pele secas ou descamadas.

Os desmaios são comuns com a queda de temperatura e pressão, nestes casos, recomenda-se tomar um suco de fruta natural como laranja, limonada ou água de coco, que possuem absorção rápida eeficiente nutrição.

No entanto, a preocupação com a alimentação não deve ser apenas com o tipo de alimento consumido, mas também com a procedência deste.

Para quem vai viajar, na hora de escolher as lanchonetes e restaurantes, opte por locais que ofereçam uma alimentação leve e balanceada.

Seria interessante, que nas principais refeições, almoço e jantar, dar preferência aos grelhados, verduras e legumes. Os vegetais também são ricos em fibras, importantes para a reposição de minerais que são eliminados pelo suor.

Se o destino de viagem for à praia, a preocupação deve ser ainda maior! Evite comer alimentos expostos ao sol ou as altas temperaturas, e observe os locais ou pontos de venda, se apresentam características de higiene adequadas.

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Para se refrescar nestes dias quentes, sorvete e picolés são sempre uma boa alternativa, principalmente os de frutas, pois são mais hidratantes e menos calóricos.

Na praia, tenha cuidado quando optar por frutos do mar e pescados, pois este tipo de alimento necessita de conservação adequada, sob refrigeração.

O mesmo cuidado, deve-se ter com os espetinho de queijo, camarão e ostras. Estes alimentos são extremamente perecíveis e sua exposição à altas temperaturas pode favorecer o crescimento de bactérias, que na maioria das vezes, são as principais responsáveis pelos quadros de intoxicação alimentar, tendo consequências desde as menos graves como indisposição, até as mais graves como diarreia intensa, desidratação e outras infecções.

Os cuidados devem ser tomados também com a procedência da água ingerida e, principalmente com o gelo, que também são responsáveis pelo desenvolvimento de infecções intestinais frequentemente.

Para quem preferir levar o próprio lanche fique atento, pois o natural e os recheados com molhos, maioneses e frios não são perigosos, pois estragam muito rápido.

As barras de cereais são uma boa pedida, pois, além de práticas, são gostosas e possuem em sua composição carboidratos e fibras, nutrientes ideais para manutenção do metabolismo.

Se a opção for pular atrás de um trio elétrico, não saia sem se alimentar. Coma de forma balanceada no almoço evitando os alimentos gordurosos, como carnes gordas e feijoada, que exigem um processo digestivo mais lento e em altas temperaturas, podem desencadear desconfortos gástricos, como vômitos e diarreias.

Lembre-se que o mais importante é a moderação no consumo de bebidas alcoólicas e constante hidratação, pois o que vale é aproveitar o feriado e curtir, sem deixar que nada atrapalhe a folia!

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Vício e Drogas

O Vício

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), droga é toda “substância que, quando administrada ou consumida por um ser vivo, modifica uma ou mais de suas funções, com exceção daquelas substâncias necessárias para a manutenção da saúde normal”.

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Para entender o mecanismo do vício, é preciso compreender os caminhos percorridos pela dopamina no cérebro. A dopamina é o neurotransmissor da dependência. É ela que dispara a sensação de prazer – seja a advinda da ingestão de um prato saboroso, seja a causada pelo uso de um entorpecente. Ao inalar cocaína, por exemplo, o usuário tem seu cérebro inundado de dopamina – daí a sensação de euforia que, em geral, a droga produz. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que o vício era processado exclusivamente nas porções cerebrais associadas ao sistema de prazer e recompensa, ativado em especial pela dopamina. Recentemente, descobriu-se que há outros circuitos envolvidos nesse mecanismo e que a dopamina também os integra.

“Graças ao aperfeiçoamento dos exames de neuroimagem, constatamos que os efeitos neurobiológicos das drogas ultrapassam os centros de prazer e recompensa do cérebro e se estendem ao córtex pré-frontal, região associada à analise dos riscos e benefícios, na qual se concentram as tomadas de decisão”, afirma a psiquiatra Nora Volkow, diretora do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, dos Estados Unidos, e uma das principais autoridades mundiais no assunto. Isso significa que o vício se relaciona também à química envolvida nos processos decisórios e mnemônicos. Em outras palavras, ele está associado tanto ao impulso quanto à memória.

O vício é fruto, em grande parte, de propensão genética. Não fosse assim, todos que algum dia experimentaram algum tipo de droga – do álcool à heroína – se tornariam dependentes. É a genética, ainda, que estabelece o tipo de dependência e a sua intensidade. Estima-se que os fatores genéticos respondam por algo entre 40% e 60% da vulnerabilidade ao vício.

Existe um gene específico associado à síntese da enzima monoaminoxidase A, uma das substâncias responsáveis pelo equilíbrio de dopamina no cérebro. Quando há mutações nesse gene, a pessoa se torna mais ou menos vulnerável ao vício. A genética explica também por que existem pessoas com baixos níveis de receptores de dopamina – o que as faz mais suscetíveis ao vício e a achar mais prazerosa a experiência com drogas.

Há dois grupos de pessoas bastante vulneráveis ao vício – os adolescentes e os portadores de distúrbios psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão e ansiedade. Durante a adolescência, o cérebro sofre mudanças dramáticas. Uma das áreas ainda em maturação é o córtex pré-frontal, associado à tomada de decisões e responsável pelo controle dos desejos e emoções. O uso de substâncias químicas nesse momento de desenvolvimento tende a ter um impacto mais profundo e duradouro no funcionamento cerebral. A maior parte dos dependentes químicos se iniciou no vício – qualquer um deles – na juventude. Entre os usuários de drogas, isso ocorre, em geral, antes dos 21 anos. Quanto aos alcoólatras, antes dos 15.

Os tipos de substâncias

Poucas drogas produzem um efeito tão devastador no organismo quanto a heroína. Derivada da papoula, da qual também se originam o ópio e a morfina, a heroína provoca delírios e uma sensação de torpor no dependente. Ela empresta à realidade contornos de sonho, como se não houvesse problemas e a pessoa pairasse acima do bem e do mal. Com o uso, a droga interrompe a produção da endorfina, a substância que o corpo produz para controlar a dor e proporcionar prazer. Quando o dependente tenta interromper o vício, entra em desespero. Durante a crise de abstinência, ele sente dores tão fortes que não consegue realizar atos corriqueiros, como dormir, trocar de roupa ou tomar banho; o coração dispara e corre-se o risco de um colapso. O organismo não consegue mais regular a temperatura e o dependente passa a suar muito ou sentir calafrios. A metadona é a única substância conhecida, exceto a própria heroína, que pode aliviar a síndrome de abstinência dos dependentes. A heroína pode ser injetada, tragada ou inalada. A terceira forma é a mais comum, porque não deixa marcas e evita o risco de contaminação pelo vírus da Aids, o HIV. A diferença entre a quantidade necessária para causar algum efeito e a dose fatal é muito pequena – o que explica o número elevado de mortes por overdose.

cocaína é popularmente encontrada em pó, geralmente branco, obtido de uma pasta feita com folhas de coca, um tipo de arbusto sul-americano que, na década de 80, tornou-se uma coqueluche mundial. Entre os efeitos agudos da droga estão uma sensação de euforia logo nos primeiros minutos, seguida de disforia, um aumento das percepções sensoriais e da auto-estima e a diminuição do sono e do apetite. A droga prejudica o funcionamento do cérebro como um todo, mas estudos mostraram que ela compromete principalmente o lobo frontal. Essa região é responsável, entre outras funções, pela criatividade, pelo controle da impulsividade e pelo senso crítico, o que explicaria alguns comportamentos muito comuns entre os viciados, como as mudanças repentinas de humor e surtos de agressividade. A droga também é um potente vasoconstritor, ou seja, ela provoca uma contração das artérias, especialmente as cerebrais. Dessa forma, sobra menos espaço para o sangue circular. Além disso, a constrição agride as paredes dos vasos e as deixa mais vulneráveis à pressão feita pelo fluxo sangüíneo. Com isso, a probabilidade de um derrame aumenta. Ou de vários pequenos derrames que, embora muitas vezes imperceptíveis, podem ter um efeito devastador se somados ao longo do tempo – alguns especialistas afirmam que esses miniderrames são os responsáveis pela perda gradativa de atividade cerebral notada entre os usuários. O principal fator de risco para o desenvolvimento de seqüelas é o tempo de exposição à droga, e não a quantidade que se utiliza. Ou seja, quanto maior o tempo de consumo de cocaína, maiores os prejuízos para o cérebro.

crack surgiu em meados dos anos 80, quando a política de repressão às drogas acabou criando uma nova maneira de se preparar a cocaína. A droga chegou ao Brasil no início dos anos 90 e, dois anos mais tarde, já marcava presença nas maiores cidades do país. As pedras de crack são obtidas pela mistura de pasta de coca, água e bicarbonato de sódio. Tudo isso é aspirado numa espécie de cachimbo. A droga é considerada a forma de cocaína mais capaz de causar consumo compulsivo e dependência. Para os traficantes, o crack é vantajoso por ser mais barato, mais fácil de transportar do que o pó e muito mais potente. O efeito da droga começa quinze segundos após a primeira aspiração. Em um mês, em média, cria-se a dependência.

O princípio ativo da maconha, droga produzida a partir da planta Cannabis sativa, é o THC, sigla de tetrahidrocanabinol. É ele o responsável pelas sensações de relaxamento e desinibição experimentadas por quem fuma a erva. A fome que todo usuário sente depois de fumar – a popular “larica” – também é obra do THC. Na década de 60, um cigarro da erva continha 0,5% de THC. Recentemente, estudos americanos apontaram para níveis de até 5%. Há ainda o skank, a supermaconha desenvolvida em laboratório, com 20% de THC. Por causa dessas altas taxas de princípio ativo, a maconha hoje vicia mais e inflige danos ainda maiores ao organismo. O uso freqüente da droga diminui a coordenação motora, altera a memória e a concentração e pode levar o usuário a crises de ansiedade e depressão. Além disso, aumenta o risco de infecções e inflamações nas vias respiratórias e contém substâncias cancerígenas – o THC é apenas um dos 400 compostos químicos encontrados em um cigarro de maconha.

LSD (abreviação de dietilamina do ácido lisérgico) foi descoberto pelo químico suíço Albert Hofmann em 1938, que estudava aplicações medicinais de um fungo de cereais. Nos anos 60, a droga popularizou-se e virou símbolo da contracultura. Consumido em pastilhas, ela cai no sangue depois de ser absorvida pelo estômago e chega ao sistema nervoso central, causando alucinações e distorção das imagens. Também aumenta a sensibilidade tátil e auditiva. Seu feito pode durar de algumas horas a um dia e os riscos ao organismo vão de taquicardia, surtos psicóticos à degeneração de células cerebrais e convulsões. Atualmente, a droga costuma vir acrescida de grandes doses de anfetamina, para atender àqueles que querem sacolejar nas pistas de dança.

ecstasy, ou MDMA, é um tipo de metanfetamina, substância estimulante do sistema nervoso central. Mistura de alucinógeno com anfetamina, é conhecido como “droga do amor” ou simplesmente “E”. Sintetizada em 1912, a droga já foi usada como moderador de apetite e até como desinibidor em sessões de psicoterapia, mas acabou proibida nos anos 80. Seu uso causa sensação de euforia, gerada pela descarga de serotonina – neurotransmissor ligado ao prazer e ao bem-estar – que ela produz no cérebro. Mas também acelera os batimentos cardíacos, eleva a temperatura corporal e desidrata o organismo, o que leva o usuário a consumir muita água. Passado o efeito da droga, geralmente ocorre uma sensação de depressão que dura cerca de dois dias. Há casos de usuários que, para evitar essa reação, consomem a droga cada vez com mais freqüência, o que leva à dependência.

Há outras drogas sintéticas que compõem com o ecstasy o grupo das chamadas club drugs. O GHB,sigla para ácido gama-hidroxibutírico, ou ecstasy líquido, alucinógeno diluído em água ou no álcool, é uma delas. Vendido sob a forma de pó ou já diluído em água, o GHB é incolor, não tem cheiro e o gosto é levemente amargo. Por ser consumido sob a forma líquida, começa a fazer efeito em, no máximo, meia hora – contra as duas horas exigidas pelo ecstasy. Se misturado com álcool, como geralmente acontece, o GHB fica bem mais potente. E perigoso. Seus malefícios vão das náuseas e vômitos ao risco de morte. Outro item da lista é a ketamina, ou Special K, anestésico veterinário do qual se extrai um pó branco para ser aspirado. Os especialistas também alertam para o avanço de uma droga desse mesmo grupo, com altíssimo poder de gerar dependência química. Trata-se do crystal, metanfetamina quase quatro vezes mais devastadora do que a cocaína.

Até as década de 50 e 60, quem tinha problemas para dormir costuma contornar o problema com barbitúricos. Porém, mais tarde, descobriu-se que a ingestão excessiva desses soníferos acarreta sérios risco à saúde. Numa overdose de remédios à base de barbitúricos, a pessoa costuma sofrer uma parada cardíaca. Se tiverem sido misturados a álcool, formam um coquetel ainda mais explosivo. Um potencializa o efeito do outro, deprimindo o sistema nervoso central e podendo levar ao coma profundo. O vício é outro risco, cuja síndrome de abstinência traz dores, tremedeiras, crises súbitas de choro, apagões, uma depressão aguda e a sensação de pânico. Hoje os barbitúricos são pouco receitados, apenas como antiepilépticos. Seus sucessores foram os benzodiazepínicos, que, apesar de colocarem os insones para dormir, proporcionam um sono não muito proveitoso. Muitos usuários acordam com uma sensação de embriaguez que os acompanha durante todo o dia. Os benzodiazepínicos agem no hipotálamo, no hipocampo e nas amígdalas. É essa ação indiscriminada que leva às sensações inebriantes no dia seguinte e aumenta o risco de dependência. Na década de 90, tratamentos mais seguros contra a insônia surgiram no mercado, mas os benzodiazepínicos continuam sendo comercializados.

cigarro também é considerado uma droga. Só que lícita, como o álcool. Todos os anos 4 milhões de pessoas no mundo morrem vítimas de doenças associadas ao fumo. O tabagismo está entre os principais fatores de risco para infartos, derrames, diabetes e vários tipos de câncer, entre outros males. Um único cigarro contém 4.700 substâncias, mas apenas uma causa dependência: a nicotina. Depois de uma tragada de cigarro, ela demora apenas nove segundos para chegar ao cérebro e desencadear a liberação de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Isso resulta em dependência química. Pesquisas indicam que mais da metade dos fumantes gostaria de largar o vício: a maioria não consegue pela dependência, mas também pelo hábito. Fumar é um hábito arraigado ao dia-a-dia do fumante.

álcool não é uma droga para a maioria das pessoas, mas pode ter efeitos desastrosos para até 15% das pessoas, aquelas que se tornam dependentes físicas e mentais da substância. Seu consumo, principalmente na adolescência e na juventude, deixa marcas indeléveis no cérebro. Ao entrar no organismo, o álcool vai direto para o sangue. De lá, migra para o fígado, onde é metabolizado, e para o cérebro. Quando o fígado não consegue desintoxicar-se por inteiro, produz-se a ressaca. E quando é alta a quantidade de álcool que vai para o cérebro, sem passar pelo metabolismo, vem o famoso “porre”. Os efeitos a longo prazo são bastante indesejáveis. Eles variam de déficits de aprendizagem, falhas permanentes de memória, dificuldade de autocontrole a ausência de motivação e lesões graves no fígado. O abuso de álcool na juventude faz com que o jovem fique cinco vezes mais propenso a se tornar alcoólatra na idade adulta.

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A importância de ser e de ter amigos

Ter e ser amigo são experiências das mais profundas que se pode viver. Traz sentimento de liberdade, de poder se expor e de compartilhar experiências de modo totalmente espontâneo e franco, ao mesmo tempo que íntimo. Neste tipo de relação de confiança recíproca, amigos espelham-se um no outro e a partir disso costuma acontecer a dança de papéis onde ora se é o amigo, ora o irmão, ora o pai, ora a mãe e por aí vai, tudo no intuito da ajuda mútua.

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Mas como chegar nesse lugar? É fácil? Simples? Como estamos no quesito amizade em pleno século XXI?
– Na filosofia política do mundo grego, a amizade entre os cidadãos era o vínculo de coesão da sociedade, hoje, porém, representam sinônimos de relações vazias e superficiais. Será?
Na amizade real, a sensação que fica é a da liberdade de poder se expressar naquilo que estamos sendo no momento e como consequência, esclarecimento maior sobre nós mesmos e sobre a vida.
O não-julgamento do amigo, mais o centramento provocado pela luminosidade do encontro permite expansão genuína de amor, respeito e cumplicidade somados à expansão das afinidades.

O encontro amigo evoca rompimento com inúmeros preconceitos e certamente nos farão pensar sobre outros tantos dogmas por nós navegados de modo cego. A aceitação do outro leva ao conhecimento inequívoco de nós mesmos. Na amizade sincera, é inevitável todos saírem da própria superficialidade cedendo lugar à maior intimidade e aprofundamento em si mesmo. Logo no início das amizades, muitas pessoas imaginam-se íntimos e profundos, mas ainda estão à beira de um processo onde fatalmente ocorrerão as brigas e desacordos, construtos de relacionamentos maduros, para que aprendizados se estabeleçam.

Uma amizade salutar ou mesmo um grupo de amigos saudáveis promove autoconhecimento diferenciado. É através das relações de amizade que se consegue transitar nos mais diversos ambientes emocionais e onde paradoxalmente se aprende a ter autonomia sobre todo tipo de escolha, inclusive, sobre as próprias amizades.

Muitas vezes, procura-se algo no outro sem saber ao certo o que se deseja. Hoje em dia, a busca parece que está em se obter multidões de amigos provocando o armazenamento dos mesmos, vide facebook. A exposição é máxima, porém, a falta do conhecimento do que faz sentido, do que é verdadeiro e íntimo acaba imperando e colaborando para aumentar todo tipo de ansiedade.

Na frenética e ainda inconsciente sede do encontro consigo mesmo, muitas vezes é pelo intermédio do outro que a virada ocorre, ou seja, que o encontro genuíno se revela. Num repente e, nunca desapercebidamente, o sagrado de estar com um amigo de verdade é sentido e vivenciado emocionantemente. Ter muitos amigos, porém, não significa que você tenha amigos de verdade.
Amigos de verdade querem o seu bem e estão com você tanto na chuva, quanto na dor, quanto na alegria.

Amigos falsos lhe usam apenas para que você possa alegrar a vida deles, dar mais dinamismo, escutar continuamente problemas que nunca mudam. Amigos falsos não sabem ouvir, não têm essa capacidade. Amigos falsos lhe usam para não saírem sozinhos ou mesmo o levam nos lugares apenas e tão-somente para competir com você. Para você dar suporte, a fim de que se sintam minimamente melhores do que os outros e do que você.

Observe o tipo de amizade que você tem atraído para si mesmo e, se tiver alguma questão em relação, reflita o porquê disso tudo. Honestamente, pergunte-se também que tipo de amigo você tem sido? No final, veja se o que deseja para sua vida está compatível com as amizades que tem.

Evoluir é o caminho, já pensou onde você está nisso tudo?
Quando não se identifica com as amizades, quando frequentemente se sente usado pelos amigos ou mesmo quando é constante a perda dos mesmos, um processo de terapia em busca de autoconhecimento é altamente indicado. Quando se está só e sem amigos, também é um bom motivo para começar a se questionar e ver o que acontece.

Ninguém vive sozinho. Conhecemo-nos através da relação que temos com o outro. Quando não há relação alguma, há o que se pensar a respeito. Por isso mesmo, iniciar uma relação com um terapeuta muitas vezes serve de laboratório transicional para superar dificuldades desta ordem. Nestes casos, as pessoas que iniciaram terapia comentam que deviam ter começado muito antes. Não tinham noção de como carregavam traumas e inserções de culturas familiares, desde a infância, fazendo-os ser o que são hoje. Tem muita coisa que comanda a vida das pessoas e elas não sabem de onde vem e mesmo quando sabem, se estão sozinhas, tem dificuldades para mudar.

Muitos ainda não almejam mudanças, por pior que sejam seus contextos, permanecendo no conhecido Modelo de vida único = script = certeza e segurança = vida morna. Precisamos da conquista de vários modelos para nos proporcionarmos transcendência. Portanto, amigos, amigos, amigos = modelos, modelos, modelos.

A questão não é a conquista do diferente, mas a conquista de ser você mesmo, de descobrir o que se gosta, o que não se gosta e na sequência, de usufruir de tudo com sabedoria.

Ter amigos, ser amigo, ser seu melhor amigo. Autoconhecimento, amor, vida.

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