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Verão Saudável 2014
Published janeiro 16, 2014 Campanhas Leave a CommentTags:alimentação, beber água, calculo renal, calor, calor intenso, Campanha, Cálculos Renais, dicas, diminuir o sal, formação, Golden Stern, hidratação, líquidos, pedra nos rins, pedras nos rins, Qualidade de Vida, risco, riscos, Saúde, sol forte, verão, vivamelhor, vivamelhoronline
OMS: 14 milhões de pessoas têm cancer no mundo
Published janeiro 15, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:14 milhões, atendimento, BBC, Cancer, câncer de mama, câncer no mundo, cuidados, dados, David Forman, Morte, Mortes, OMS, Organização Mundial da Saúde, Pesquisa, Prevenção, risco
Os dados revelam um aumento acentuado em relação a 2008, quando 12,7 milhões foram registrados.
Nesse período, o número de mortes também cresceu, de 7,6 milhões para 8,2 milhões.
Segundo a OMS, a maior incidência do câncer vem sendo impulsionada por uma rápida mudança no estilo de vida dos países em desenvolvimento, que cada vez mais se assemelha ao dos países industrializados.
Também contribuíram para uma elevação do número de casos o aumento nas taxas de tabagismo e de obesidade, bem como o crescimento da expectativa de vida.
O câncer de pulmão, que é causado principalmente pelo fumo, foi o tipo de câncer mais comum no mundo, com 1,8 milhões de casos – cerca de 13% do total.
Câncer de mama
A OMS também chamou atenção para um “forte aumento” nos casos de câncer de mama. Tanto a incidência e mortalidade da doença vêm aumentado desde 2008.
Segundo a entidade, o câncer de mama já é o tipo mais comum de câncer em mulheres em 140 países.
Para David Forman, da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer da OMS, “o câncer de mama é também a principal causa de morte por câncer nos países menos desenvolvidos do mundo .
“Isto deve-se, em parte, a uma mudança no estilo de vida dessa população. Além disso, os avanços clínicos para combater essa doença não atingem as mulheres que vivem nessas regiões.”
A OMS destacou ainda a “necessidade urgente” para os avanços na detecção, diagnóstico e tratamento de câncer de mama a serem implementados em países em desenvolvimento.
A entidade prevê que o número de casos de câncer vai subir para mais de 19 milhões por ano até 2025.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk
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‘Gordinho saudável’ é um mito, diz pesquisa
Published janeiro 14, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, BBC, Brasil, colesterol, cuidados, doenças, Fundação Britânica do Coração, Gordinho, Gordinho saudável, gordura, Hospital Mount Sinai, Mito, obesidade, Pesquisa, Prevenção, risco, Sedentarismo, tratamento
O estudo, conduzido por cientistas canadenses com mais de 60 mil pessoas, mostrou que o excesso de gordura ainda traz riscos à saúde, mesmo quando os níveis de colesterol, pressão arterial e açúcar são normais.
Divulgada na publicação científica Annals of Internal Medicine, a pesquisa analisou resultados de mais de 1 mil outros estudos publicados sobre o tema.
Os pesquisadores do Hospital Mount Sinai, em Toronto, terminaram por contradizer a máxima de que o excesso de peso não implicaria necessariamente em riscos para a saúde desde que os indivíduos se mantivessem saudáveis de outras maneiras.
Mito
O levantamento concluiu que pacientes com sobrepeso cujo coração foi monitorado por mais de 10 anos não apresentaram qualquer melhora na saúde.
Os cientistas argumentam que os ‘gordinhos’, apesar de metabolicamente saudáveis, têm, provavelmente, fatores de risco subjacentes que pioram com o tempo.
Responsável pelo estudo, Ravi Retnakaran disse à BBC: “Nossos resultados realmente colocam em dúvida a existência desse conceito obesidade saudável”.
“Os dados sugerem que tanto os pacientes que são obesos e metabolicamente doentes quanto os que são obesos, mas metabolicamente saudáveis têm risco elevado de morte por doenças cardiovasculares. Nesse sentido, a ‘obesidade saudável’ pode ser considerada um mito.”
A Fundação Britânica do Coração diz que a obesidade é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares e as pesquisas mostram que não há nível saudável de obesidade.
Para a enfermeira chefe de doenças cardíacas Doireann Maddock, “mesmo se os níveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue estiverem normais, a obesidade ainda pode colocar o coração em risco”.
Ela destaca a necessidade de uma mudança no estilo de vida em detrimento de uma preocupação exagerada com os fatores de risco individuais.
“Além de acompanhar seu peso, se você parar de fumar, começar uma atividade física regular e mantiver a pressão arterial e o nível de colesterol a um nível saudável, você pode fazer uma diferença na redução de seu risco de doença cardíaca.”
“Se você está preocupado com seu peso e quer saber mais sobre as mudanças que você deve fazer , marque uma visita com o seu médico.”
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Demência: o que fazer para evitar um desastre global
Published janeiro 13, 2014 Notícias , Qualidade de Vida 1 CommentTags:alzheimer, atividade, BBC Brasil, Brasil, British Geriatrics Society, cuidados, demência, desastre global, Diagnósticos, doença, G8, Irlanda, Minimizar, mundo, Pesquisa, Prevenção, Problema, Qualidade de Vida, Queen's University Belfast, risco, riscos, Saúde, sintomas, tratamento
A cada quatro segundos, uma pessoa é diagnosticada com alguma forma de demência no mundo. Calcula-se que o número de casos cresça dos 44 milhões atuais para 135 milhões em 2050. A demência já custa ao mundo US$ 604 bilhões por ano.
O termo demência é usado para descrever quadros médicos em que ocorre a perda – temporária ou permanente – das capacidades cognitivas de um indivíduo. Há múltiplas causas, entre elas, disfunções metabólicas, infecções, desnutrição ou doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer.
Nesta semana, representantes do G8 – as oito maiores economias do planeta – se reunirão em Londres para discutir formas de lidar com o problema. O governo britânico, que ocupa a presidência rotativa do G8, anunciou nesta quarta-feira que está dobrando a verba dedicada à pesquisa sobre demência para 132 milhões de libras (mais de meio bilhão reais) até 2015.
Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde em 2012, o Brasil é o nono país do mundo com o maior número de casos, com 1 milhão de pacientes com demência.
A BBC perguntou a especialistas da área quais seriam suas prioridades se recebessem os fundos necessários e carta branca para lidar com o problema.
Antecipar diagnósticos
No dia em que seu médico lhe diz que você tem demência, você pode pensar que está vivendo o estágio inicial do problema. No entanto, não é o caso.
O processo de morte das células do cérebro tem início entre dez e 15 anos antes de que os problemas de memória se tornam aparentes. Ou seja, quando o paciente faz o teste de memória e recebe o diagnóstico, ele já está sofrendo da doença há pelo menos dez anos. A essa altura, um quinto dos principais centros de memória do cérebro já estão mortos.
Para alguns especialistas, isso talvez explique a ausência de êxito em testes com medicamentos para tratar o problema: eles estão tentando tratar a doença quando já é tarde demais. O foco na antecipação do tratamento “é absolutamente essencial nas pesquisas”, disse o neurologista Nick Fox, do National Hospital for Neurology and Neurosurgery, em Londres.
Já houve algum progresso. Agora já é possível ver algumas das proteínas associadas ao Mal de Alzheimer em tomografias do cérebro, mas o desafio é usar esses recursos para prever o desenvolvimento da demência. “Houve imensos avanços em tecnologias que produzem imagens so cérebro. Vivemos uma nova era e isso é muito empolgante”, disse Fox.
Outros métodos estão sendo investigados, como, por exemplo, técnicas que identificam a presença, no sangue de uma pessoa, de substâncias químicas que ofereçam indícios do desenvolvimento futuro da demência. Outro ponto que os pesquisadores ressaltam é que há vários tipos de demência.
O Mal de Alzheimer, a demência vascular e a demência com Corpos de Lewi têm sintomas similares, mas talvez requeiram tratamentos diferentes.
Interromper mortes de células
Não há remédios capazes de interromper nem desacelerar o progresso de qualquer forma de demência. Havia muita esperança em duas drogas para tratar o Mal de Alzheimer – Solanezumab e Bapineuzumab – mas elas fracassaram nos testes. Os experimentos sugerem, no entanto, que existe uma pequena chance de que a droga Solanezumab surta efeito em pacientes em estágios bem iniciais da doença.
Uma nova série de testes está sendo feita em pacientes com demência moderada. “Se o Solanezumab tiver efeito sobre casos moderados de Mal de Alzheimer, então o caminho seria dar (a droga) cada vez mais cedo”, disse Eric Karran, diretor de pesquisas da ONG britânica Alzheimer’s Research UK.
Alcançar a cura é, obviamente, o sonho de todo especialista nesse campo. Mas retardar a evolução da demência já traria um impacto gigantesco. Segundo cálculos, se conseguíssemos atrasar em cinco anos o desenvolvimento da doença, já cortaríamos pela metade o número de pessoas vivendo com demência.
Drogas para sintomas
Existem algumas drogas que ajudam as pessoas a viver com os sintomas da demência, mas não são suficientes. Há medicamentos capazes de aumentar as sinalizações químicas entre as células do cérebro que sobreviveram. Mas o mais recente medicamento desse tipo, Memantine, foi aprovado em 2003 nos Estados Unidos. Desde então, não apareceu nenhum outro.
O médico Ronald Petersen, diretor do Alzheimer’s Disease Research Centre na Mayo Clinic, Estados Unidos, disse à BBC: “Isso é terrível quando você leva em conta os bilhões que foram investidos nessa doença”.
“Existem 44 milhões de pessoas com Mal de Alzheimer e também temos de tratá-las” (além de encontrar uma cura). “Precisamos desenvolver drogas para tratar os sintomas e retardar o progresso da doença, como fazemos com (pacientes que sofreram) ataques cardíacos”.
Minimizar riscos
Você quer cortar radicalmente suas chances de desenvolver câncer de pulmão? Não fume. Quer evitar um ataque cardíaco? Faça exercícios e adote uma dieta saudável. Mas se quiser evitar demência, não há respostas definitivas. A idade é o maior fator de risco.
Na Grã-Bretanha, uma em cada três pessoas com idade acima de 95 anos tem demência. Há indícios de que exercícios regulares e dieta saudável tenham efeitos positivos em prevenir ou retardar o desenvolvimento da demência. Mas ainda não se sabe com clareza de que forma o histórico familiar, o estilo de vida e o meio-ambiente se combinam para que um indivíduo tenha ou não demência.
O geriatra Peter Passmore, da British Geriatrics Society e da Queen’s University Belfast, na Irlanda do Norte, disse que o melhor conselho até agora é: “Manter o coração saudável para evitar danos ao cérebro”. “Evite a obesidade, não fume, faça exercícios regularmente, controle a pressão sanguínea, o açúcar e o colesterol.” “Isso tem poucas chances de fazer mal e pode até fazer bem!”
Como cuidar eficazmente
A demência tem custos imensos para a sociedade, mas as contas médicas respondem por uma porção pequena da custo total. O custo real está no tempo passado em casas para idosos e na renda perdida por familiares que abandonam seus empregos para cuidar de parentes doentes.
As pesquisas também precisam ser direcionadas para a busca da melhor maneira de se cuidar de pacientes com demência. E também de preservar a independência do paciente pelo maior tempo possível. Estudos já mostraram que a ingestão de remédios antipsicóticos pode ser cortada pela metade se equipes que trabalham com os pacientes receberem o treinamento adequado.
Doug Brown, da Alzheimer’s Society, disse que talvez um dos campos mais fáceis de pesquisa sobre demência seja o estudo de como cuidar dos pacientes. “Podemos fazer muitos estudos sobre a assistência e os cuidados que oferecemos às pessoas com demência hoje para que vivem da melhor forma possível”.
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Vitamina E em alta dose pode ser benéfica para pessoas com Alzheimer inicial
Published janeiro 10, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:acompanhamento, alzheimer, Alzheimer Inicial, Danis Evans, doença, Doença Cronica, EUA, Folha de SP, Maurice Dysken, Medicação, Pesquisa, Prevenção, Qualidade, Qualidade de Vida, risco, Saúde, tratamento, Universidade de Minnesota, Vitamina E, vitaminas
A vitamina E ajuda pessoas com alzheimer? Por anos, cientistas vêm tentando descobrir se isso é verdade, imaginando que as propriedades antioxidantes da vitamina pudessem ser benéficas. Mas os resultados de testes clínicos têm sido conflitantes e, depois de um estudo que mostrou que altas doses de vitamina E podem aumentar o risco de morte, cautelosos.
Agora, um novo estudo sugere que a suplementos de vitamina E podem ser bons para algumas pessoas com alzheimer. O benefício não foi enorme, mas para uma doença devastadora e que quase não responde a tratamentos, já foi notável.
O trabalho, publicado no ultimo dia (1) no “Jama”, revista da Associação Médica Americana, mostrou que, por pouco mais de dois anos, uma dose alta de vitamina E retardou o declínio de pessoas com alzheimer leve a moderado em cerca de seis meses.
A vitamina não atrasou a deterioração cognitiva ou de memória. Mas pareceu proteger, ao menos temporariamente, algo que os pacientes consideram especialmente valioso: sua habilidade de realizar atividades do dia a dia como se vestir e se alimentar sozinhos.
Em comparação com participantes do estudo que tomaram placebo, os que usaram a vitamina precisaram de menos horas de ajuda de seus acompanhantes a cada dia. “Será que isso vai alterar dramaticamente a vida de pacientes com alzheimer? Isso não está claro”, afirmou Scott Small, diretor do centro de pesquisa sobre alzheimer na Universidade Columbia, nos EUA, que não esteve envolvido com o estudo. “Mas pode melhorar a capacidade dos pacientes de tomar banho e se vestirem sozinhos.”
Nesse estudo, a dose alta (2.000 UI por dia) de vitamina E pareceu segura. Muitos médicos pararam de recomendar a vitamina aos pacientes com alzheimer após uma análise publicada em 2005 ter sugerido que as altas doses poderiam aumentar o risco de morte.
Esse análise havia estudado pessoas com diversas doenças, não só alzheimer.
“Estávamos preocupados com a segurança e não achamos nenhum problema”, afirmou Maurice Dysken, professor de psiquiatria da Universidade de Minnesota, que liderou o novo trabalho.
Mesmo assim, especialistas, incluindo os autores, afirmam que o novo estudo não significa que doses altas de vitamina E devam ser usadas por qualquer um com demência ou por pessoas querendo evitá-la.
O estudo mostrou benefício só em pessoas com mal de Alzheimer leve ou moderado. Mas outras pesquisas mostraram que a vitamina E não retardou o avanço da demência em pessoas sem sintomas ou com distúrbio cognitivo leve, que pode preceder o mal de Alzheimer.
Danis Evans, professor de clínica médica na Universidade Rush e que escreveu um editorial acompanhando o estudo no “Jama”, alertou sobre possíveis extrapolações erradas dos resultados para qualquer pessoa que não se encaixe no grupo estudado na pesquisa. “Isso significa que todos nós que não queremos desenvolver alzheimer devemos correr e comprar um vidro de vitamina E? Por favor, não.”
O estudo em si envolveu 613 veteranos de guerra, a maioria homens, nos EUA. Eles já tomavam medicação contra alzheimer.
Um grupo recebeu 2.000 UIs de vitamina E por dia, muito mais do que a quantidade disponível em um suplemento comum. Outros grupos receberam memantina (uma droga contra demência), vitamina E mais memantina ou placebo.
“Esperávamos que a memantina e a vitamina E mostrassem benefícios e que a combinação tivesse o efeito dobrado”, afirmou Dysken.
Isso não aconteceu.
Só a vitamina E mostrou efeito significativo. A memantina foi igual ao placebo quanto à redução do declínio e a combinação com a vitamina E também não funcionou.
A vitamina E ajudou as pessoas a reter suas habilidades de realizar tarefas do dia a dia por mais tempo, mas não reduziu seu declínio cognitivo, maior característica do alzheimer.
Habilidades funcionais entram em declínio por uma série de razões ligadas ao envelhecimento, não necessariamente o alzheimer.
A maioria dos especialistas afirma que um tratamento realmente eficaz deve melhorar a habilidade funcional e a cognição.
Mesmo assim, Evans e outros médicos afirmam que os clínicos devem agora pensar em discutir o uso da vitamina com os pacientes com alzheimer leve e moderado. “Duas mil unidades é muito. É preciso ter o acompanhamento de um médico”, afirmou Evans.
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Câncer do colo do útero mata no Norte do Brasil como na Índia
Published janeiro 9, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:2011, Amazonas, ìndia, Brasil Estatisticas, Cancer, cãncer de colo do útero, Colo de ùtero, cuidados, dados, Diferenças Regionais, doença, Estado, estatísticas, HPV, IDH, mortalidade, Mortes, Norte do Brasil, Pesquisa, Prevenção, Qualidade de Vida, Remedios, risco, Saúde, tratamento
Os dados sobre o câncer do colo do útero revelam “Brasis” muito diferentes. No Norte, o país tem taxas de mortalidade semelhantes às da Índia e de Bangladesh. No Sudeste, o Brasil está próximo dos Estados Unidos.
Embora tenha perdido força no Brasil como um todo, essa doença evitável é o tipo mais frequente de câncer entre as mulheres do Norte. E é o segundo mais frequente entre as do Nordeste e Centro-Oeste –sempre excluído o tumor de pele não melanoma.
Segundo especialistas, as taxas são o reflexo da falta de amparo. “É o câncer da pobreza. Só morre quem não tem acesso a ginecologista e a um bom laboratório [de análise do papanicolaou]”, diz Sérgio Bicalho, coordenador do programa de prevenção do câncer do colo do útero e de mama da secretaria de saúde de Minas Gerais.
Os mineiros têm a taxa de mortalidade mais baixa pela doença no país. Os registros mais altos estão nos Estados do Amazonas, Maranhão, Amapá e Acre.
Os números da região amazônica mostram a dificuldade de acesso à prevenção, diz Edson Andrade, diretor-presidente da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas.
Segundo ele, não é incomum um barco viajar quilômetros para diagnosticar quatro ou cinco mulheres de uma comunidade.
Andrade conta que o Estado deve criar nove polos regionais de oncologia, ampliando o acesso ao diagnóstico precoce. O Amazonas já instituiu a vacina contra o HPV em 2013 e estuda adotar um exame mais caro, mas mais rápido e seguro.
No país, a taxa de mortalidade é 4,14 por 100 mil –ou 4,66 com correções para comparação internacional e 7,13 se ajustada de acordo com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Mesmo o índice nacional é alto, diz Marcos Moraes, presidente do conselho de curadores da Fundação do Câncer e ex-diretor do Inca. “As taxas variaram muito pouco [nos últimos anos], os gestores apresentam como se o problema estivesse resolvido. E absolutamente não está.”
O câncer do colo do útero está ligado ao HPV, vírus transmitido sexualmente. Parte das mulheres infectadas desenvolve lesões precursoras do câncer. Se forem tratadas, é possível prevenir a doença em 100% dos casos.
Tanto Moraes quanto Bicalho sustentam que a solução passa longe de investimentos milionários. Está, dizem, na capacitação de quem faz o papanicolaou, de quem avalia o material no laboratório e na organização do serviço para chegar até a mulher.
Helvécio Magalhães, secretário de atenção à saúde do Ministério da Saúde, lista ações da pasta para reverter o problema, como o reforço no número de serviços e equipamentos no Norte e no Nordeste e a ampliação das vagas de especialização de médicos nas regiões.
Em outro braço, o governo federal passará a ofertar a vacina contra o HPV na rede pública de saúde em 2014. Os impactos dela, no entanto, só virão em décadas.
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Obesidade quadruplica em países em desenvolvimento, diz relatório
Published janeiro 7, 2014 Notícias , Qualidade de Vida 1 CommentTags:1980, 1º mundo, acima do peso, Aumento, colesterol, controle, desenvolvido, doenças, Doenças Crônicas, gestão crianças, gordura, IMC, obesidade, paises em desenvolvimento, peso ideal, relatorio, risco, Saúde
O número de adultos acima do peso ideal ou obesos nos países em desenvolvimento quase quadruplicou desde 1980, diz um relatório divulgado na Grã Bretanha. De acordo com o estudo, quase um bilhão de pessoas vivendo nesses países –nações como China, Índia, Indonésia, Egito e Brasil– estão acima do peso.
O relatório prevê um “enorme aumento” em casos de ataques cardíacos, derrames e diabetes à medida que os hábitos alimentares no mundo em desenvolvimento se aproximam dos padrões de países desenvolvidos, com mais consumo de açúcar, gordura animal e alimentos industrializados na dieta.
O estudo, feito pelo Overseas Development Institute, um dos principais centros de estudo sobre desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha, comparou dados de 1980 com dados de 2008, e verificou que na América Latina, por exemplo, o percentual de pessoas acima do peso recomendado era de 30% em 1980 e de quase 60% 18 anos depois.
OBESIDADE GLOBALIZADA
Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam obesidade ou sobrepeso –que têm um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25– cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008.
A maior parte deste aumento foi visto no mundo em desenvolvimento, especialmente nos países onde os rendimentos da população cresceram, como no Egito e no México.
O relatório do ODI diz que a composição das dietas nesses países mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.
Isso se compara a 557 milhões em países de alta renda. No mesmo período, a população mundial quase dobrou.
Ao mesmo tempo, no entanto, a subnutrição é ainda reconhecida como um problema para centenas de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento, particularmente entre as crianças.
As regiões do Norte da África, Oriente Médio e América Latina apresentaram grandes aumentos nas taxas de sobrepeso e obesidade, para cerca de 58% da população geral, um nível em pé de igualdade com a Europa.
Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%.
O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo, de 7%, para 22%.
Entre os países, o relatório descobriu que a taxa de sobrepeso e obesidade quase dobrou na China e no México, e aumentou em um terço na África do Sul desde 1980.
Muitos países do Oriente Médio também registraram um alto percentual de adultos com excesso de peso.
‘PUBLICIDADE, INFLUÊNCIAS DA MÍDIA’
Um dos autores do relatório, Steve Wiggins, apontou para várias razões explicando os aumentos.
“Com renda mais alta, as pessoas têm a possibilidade de escolher o alimento que eles querem. Mudanças no estilo de vida, o aumento da disponibilidade de alimentos processados, publicidade, influências da mídia… tudo isso levou a mudanças na dieta”, afirma.
Wiggins vê o fenômeno especialmente em economias emergentes, onde uma maior classe média vive em centros urbanos e faz pouco exercício físico.
O resultado, diz ele, é “uma explosão de sobrepeso e obesidade nos últimos 30 anos”, o que poderia levar a sérias implicações para a saúde.
O estudo cita países que conseguiram evitar aumentos da obesidade graças à valorização de dietas tradicionais à base de cereais e vegetais, como Peru e Coreia do Sul.
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Tratamento precoce é a saída para reduzir incidência do HIV
Published dezembro 6, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:AIDs, Antirretrovirais, Brasil, camisinha, cuidados, cura, dados, Desafio, Desafio Social, dicas, doença, epidemia, estatísticas, Estigma, HIV, jovem, jovens, Ministério da Saúde, Morte, Notícias, ONU, pais, Pesquisa, Prevenção, risco, Saúde, tratamento, vida
Garantir tratamento contra a aids a todas as pessoas diagnosticadas soropositivas, independentemente do estágio da doença, é fundamental para que a meta estabelecida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) seja cumprida.
Até 2015, o programa prevê a distribuição de medicamentos para 15 milhões de pessoas em todo o mundo. Atualmente, estima-se que aproximadamente 11 milhões de pessoas estejam em tratamento contra a doença em diversos países.
Neste domingo (1º), Dia Mundial de Luta contra a Aids, o médico sanitarista e epidemiologista Pedro Chequer ressaltou que os países devem adotar a metodologia conhecida como Teste e Trate que, além de melhorar a resposta do organismo, ajuda a prevenir a disseminação do vírus.
“Hoje sabemos que, quanto mais cedo for iniciado o tratamento antes de haver danos ao sistema imunológico até irreversíveis, a resposta aos medicamentos é muito melhor. Além disso, a nova abordagem científica que se tem dado à questão é que o tratamento precoce é um método adicional de prevenção”, disse o especialista, que coordenou a política de aids do Ministério da Saúde e dirigiu o Unaids no Brasil.
Estudos internacionais mostram que o uso precoce de antirretrovirais reduz em 96% a taxa de transmissão do HIV. No Brasil, a ampliação do tratamento está sendo estudada pelo Ministério da Saúde que, há cerca de dois meses, submeteu à consulta pública um protocolo de atendimento prevendo que o tratamento seja fornecido ao paciente com aids que tiver CD4 (células de defesa do organismo) acima de 500 para cada milímetro cúbico de sangue e não apresente os sintomas da doença.
Pela regra atual, a rede pública de saúde fornece tratamento ao paciente com aids que tiver CD4 abaixo de 500 para cada milímetro cúbico de sangue. Desde o início de 2013, também podem receber o tratamento casais sorodiscordantes (aqueles em que um dos parceiros tem o vírus e o outro não) com CD4 acima de 500 células para cada milímetro cúbico de sangue, pacientes que convivem com outras doenças, como tuberculose e hepatite, e pacientes assintomáticos com CD4 menor de 500. A validação das proposições recebidas e elaboração da versão final consolidada do protocolo será coordenada pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, que deve finalizar o documento ainda este ano.
Pedro Chequer também ressaltou o papel de destaque que o Brasil desempenha por meio de acordos de cooperação com países da África, como Cabo Verde, o Timor Leste, a Guiné-Bissau e Moçambique, para a transferência de tecnologia e de medicamentos.
Relatório divulgado este ano pelo Unaids revela que, entre 2001 e 2012, somente na África Subsaariana, o número de novas infecções registradas, por ano, teve queda de quase 40%. Em 2001, 2,6 milhões de pessoas foram infectadas. Em 2012, foram 1,6 milhão. Em todo o mundo, o documento aponta que houve 2,3 milhões de novas infecções por HIV no ano passado. O número foi o menor registrado desde a segunda metade da década de 1990, quando cerca de 3,5 milhões de novos casos eram diagnosticados por ano.
Além disso, entre os anos de 2001 e 2012, o número de novas infecções por HIV caiu 33%. Já o número de mortes relacionadas à aids diminuiu 29% entre 2005 e 2012. Em 2005, 2,3 milhões de pessoas morreram em decorrência da doença. Em 2012, foram 1,6 milhão.
A aids é uma deficiência no sistema imunológico associada à infecção pelo vírus HIV, que provoca o aumento na suscetibilidade a infecções oportunistas e ao câncer. A transmissão ocorre por meio do sangue, sêmen, de secreção vaginal e do leite materno. O uso do preservativo em relações sexuais é apontado como a principal forma de prevenção da doença.
O tratamento é feito com a administração de antirretrovirais, medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV e proporcionam a melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunistas, redução da mortalidade e o aumento da sobrevida dos pacientes.
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Chefe da ONU pede que aids fique registrada ‘apenas nas páginas de história’
Published dezembro 5, 2013 Notícias , Qualidade de Vida 1 CommentTags:AIDs, Antirretrovirais, Brasil, camisinha, cuidados, cura, dados, Desafio, Desafio Social, dicas, doença, epidemia, estatísticas, Estigma, HIV, jovem, jovens, Ministério da Saúde, Morte, Notícias, ONU, pais, Pesquisa, Prevenção, risco, Saúde, tratamento, vida
Marcando o Dia Mundial da Aids deste ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, demonstrou “otimismo” com o avanço da luta contra a aids em todo o mundo. Segundo ele, grande parte do mundo está acelerando o progresso na resposta ao HIV.
“Há reduções significativas em novas infecções e mortes, e nós estamos fazendo um bom progresso na realização de nossa meta de garantir que 15 milhões de pessoas tenham acesso ao tratamento antirretroviral até 2015. Isto é crucial para deter e reverter a epidemia de aids para o bem”, afirmou em uma mensagem especial para a data, lembrada nesta sexta-feira (1).
Ban ressaltou, no entanto, que ainda há sinais preocupantes de que algumas regiões e países estão ficando para trás, como revelou o relatório mundial sobre do UNAIDS deste ano. Mais de 35 milhões de pessoas vivem com o HIV no mundo.
“Estamos fazendo avanços em atingir as populações vulneráveis através de esforços para eliminar o estigma e a discriminação, mas há ainda muito a fazer para acabar com este problema. Devemos nos comprometer a quebrar as barreiras ainda existentes, incluindo as leis punitivas e a exclusão social, para que possamos chegar a todas as pessoas que não têm acesso ao tratamento e serviços de HIV.”
O secretário-geral da ONU sugeriu a intensificação dos esforços para impedir novas infecções pelo HIV entre crianças e a garantia do acesso ao tratamento para todas as mães que vivem com o vírus como estratégias para o enfrentamento da epidemia.
“Eu particularmente peço uma ação urgente para acabar com a discriminação e a violência contra as mulheres, que causam danos terríveis e aumentam o risco de infecção pelo HIV e morte por aids”, disse ele, lembrando a importância do Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária, uma das mais importantes fontes de financiamento para a resposta global, e agradecendo aos doadores.
Ban afirmou que gostaria de ver a aids relegada aos livros de história. “Se queremos um futuro livre da aids precisaremos de investimento, compromisso e inovação contínuos para alcançar a visão de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas com a aids. Neste Dia Mundial da Aids, tomemos a decisão de manter a aids registrada apenas nas páginas de história.”
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Antirretrovirais serão usados no País para prevenir Aids
Published dezembro 4, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:AIDs, Antirretrovirais, Brasil, camisinha, cuidados, cura, dados, Desafio, Desafio Social, dicas, doença, epidemia, estatísticas, Estigma, HIV, jovem, jovens, Ministério da Saúde, Morte, Notícias, ONU, pais, Pesquisa, Prevenção, risco, Saúde, tratamento, vida
Medicamentos antirretrovirais passarão a ser usados no País para prevenir a infecção pelo HIV. A estratégia será testada no Rio Grande do Sul a partir do próximo ano, com grupos considerados mais vulneráveis, como profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas e pessoas em situação de rua. O acordo será assinado neste domingo (1º), Dia Mundial da Aids, entre o Ministério da Saúde e o governo do Rio Grande do Sul. “Na primeira etapa, serão 100 pessoas voluntárias, mas o número será expandido até o fim do ano”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa. A iniciativa deverá durar um ano.
A ideia é repetir a experiência em outros Estados. A começar pelo Amazonas, onde os níveis de infecção pelo HIV também são bastante preocupantes.
Experiências semelhantes já vêm sendo adotadas no País, mas em menor proporção. Os voluntários, todos de grupos considerados de maior risco para a doença, tomam medicamentos todos os dias, na expectativa de, com isso, evitar a infecção pelo HIV. A adesão ao tratamento e o impacto para a saúde do paciente e para saúde pública serão avaliados por pesquisadores.
O uso experimental de antirretrovirais como uma forma de prevenção de aids é parte de um pacote lançado neste domingo pelo governo para lembrar o Dia Internacional da Aids. Como havia antecipado o Estado, o Ministério da Saúde também vai estender o uso dos antiaids para adultos com HIV, independentemente do estágio da doença. Até então, medicamento era liberado apenas quando os níveis do vírus atingisse determinado patamar. A nova regra passa a valer a partir desta segunda-feira (02).
Antirretrovirais foram desenvolvidos para o tratamento de pacientes com aids. O remédio diminui de forma significativa a quantidade de vírus circulante no organismo. Seu uso, além de garantir melhor qualidade de vida para o paciente, pode diminuir o risco de infecção, por exemplo, de um parceiro sexual durante uma relação desprotegida. Por isso, ele passou a ser considerado também, um instrumento de prevenção da doença.
Ele é indicado, por exemplo, como uma espécie de pílula do dia seguinte. Em casos de acidente, violência sexual ou relações sem camisinha, doses do remédio são prescritas, para tentar evitar a infecção. O recurso pode ser usado somente até 72 horas após o risco de contágio. Ao longo dos anos, também foi antecipado o início do uso dos antirretrovirais até chegar agora `a prescrição independentemente do estágio da doença.
Os números da aids no País despertam preocupação. Boletim divulgado neste sábado (30) mostra que foram registrados em 2012 39.185 casos novos da doença. Em 2004, eram 34.479. O aumento das infecções nesse período foi constatado em todas as regiões, com exceção do Sudeste. No Norte, os registros passaram de 1.955 para 3.427. No Nordeste, foram 4.995 casos novos em 2004 e 7.971 em 2012. No Centro-Oeste, passou de 2.138 casos para 2.818. No Sul, foram registrados 7.274 casos em 2004 e 8.571 em 2012. No Sudeste, os números passaram de 18.117 para 16.398.
A maior incidência é registrada no Sul: 30,9 casos por cada 100 mil habitantes. A menor está no Nordeste, com média de 14,8 casos por cada 100 mil habitantes.
A taxa de mortalidade está estabilizada: foram 6,1 mortes a cada 100 mil habitantes. Em 2005, eram 6 mortes por cada 100 mil.
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