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Quebra de estigma da aids ainda é desafio social

Síndrome que compromete o sistema imunológico, a aids foi estigmatizada por muitos anos como doença restrita à população homossexual e fortemente associada à promiscuidade, tendo sido chamada por veículos de imprensa como “peste gay” quando foram diagnosticados os primeiros casos no Brasil, no início da década de 1980. Para reverter esse preconceito, sanitaristas e epidemiologistas focaram suas ações em duas vertentes: a estruturação de uma rede de diagnóstico e prevenção da doença, que à época avançava em vários países, e campanhas massivas.

Profissionais, autoridades e organizações da sociedade civil se empenharam, nos últimos 30 anos, para desconstruir o mito da existência do grupos de risco, reforçando a ideia de comportamentos de risco, já que o vírus passou a se espalhar de forma geral, não mais se concentrando apenas em uma determinado segmento social, como homossexuais, usuários de drogas injetáveis e hemofílicos.

São considerados comportamentos de risco relações sexuais (homo ou heterossexual) com pessoa infectada sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; reutilização de objetos que perfurem ou cortem o corpo (agulha, alicate de manicure, tesoura etc.) com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV.

Além da evolução observada na forma de enxergar a doença, o Brasil avançou no tratamento de pessoas soropositivas, desenvolvendo tecnologia em medicamentos e tomando decisões políticas para garantir o acesso da população de mais baixa renda aos remédios. Dois fatores foram fundamentais para isso: a distribuição gratuita do coquetel antiaids (combinação de medicamentos responsáveis pelo atual tratamento de pacientes HIV positivo) e a quebra de patentes de remédios que integram o coquetel, iniciada em 2001, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, e ampliada em 2007 durante mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em razão dessas medidas, a sobrevida de pessoas infectadas foi prolongada. Até o começo da década de 1990, a aids era considerada uma doença que levava à morte em um prazo relativamente curto. A transmissão ocorre por meio do sangue, sêmen, de secreção vaginal e do leite materno. Logo que forem observados quaisquer sintomas que indiquem uma possível contaminação, como febre, manchas na pele (sarcoma de Kaposi), calafrios, ínguas, dores de cabeça, de garganta e musculares, perda de peso, deve-se  procurar um profissional de saúde para o diagnóstico correto e a indicação do tratamento adequado. Estudos internacionais mostram que o uso precoce de antirretrovirais reduz em 96% a taxa de transmissão do HIV.

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Câncer infantil: diagnóstico precoce e quimioterapia permitem cura de até 80%

Dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que, todos os anos, cerca de 9 mil casos de câncer infantil são detectados no País. Os tipos mais comuns são a leucemia (doença maligna dos glóbulos brancos) e os linfomas (que se originam nos gânglios). A boa notícia é que o diagnóstico precoce e a quimioterapia, juntos, representam a principal arma contra a doença e permitem índices de cura que chegam a 80%.

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No Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil, lembrado oficialmente no dia 23 de novembro, a onco-hematologista e diretora técnica do Hospital da Criança de Brasília, Isis Magalhães, lembrou que a doença em crianças é diferente da diagnosticada em adultos. Nas crianças, as células malignas são geralmente mais agressivas e crescem de forma rápida. Os tumores dificilmente são localizados e o tratamento não pode ser feito com cirurgia, destacou a especialistas, em entrevista à Agência Brasil.

Outra peculiaridade do câncer infantil é que não há forma de prevenção, uma vez que não é possível explicar a razão do surgimento dos tumores. A médica alertou que os sinais da doença podem ser facilmente confundidos com os de quadros bastante comuns em crianças, como infecções. Alguns exemplos são o aparecimento de manchas roxas na pele e anemia. Os sintomas, entretanto, devem se manifestar por um período superior a duas semanas para causar algum tipo de alerta.

“É preciso saber identificar quando aquilo está passando do limite e quando é normal. Afinal, qual criança não tem uma mancha roxa na canela de vez em quando? Dependendo da situação, a lista de sinais causa mais desespero nos pais do que ajuda”, explicou. A orientação, segundo ela, é levar as crianças periodicamente ao pediatra.

Isis também defende que os próprios oncologistas pediátricos orientem profissionais de saúde da rede básica sobre os sinais de alerta do câncer infantil. A ideia é que o pediatra geral e o agente de saúde, por exemplo, sejam capazes de ampliar seu próprio grau de suspeita, prescrever exames mais detalhados e, se necessário, encaminhar a criança ao especialista.

“A doença não dá tempo para esperar. É preciso seguir o protocolo à risca, porque essa é a chance da criança. O primeiro tratamento tem que ser o correto”, disse. Isis destacou também a importância de centros especializados de câncer infantil, já que a doença precisa ser combatida por equipes multidisplinares, compostas por oncologistas, pediatras, neurologistas, cardiologistas, infectologistas e mesmo psicólogos, odontólogos e fisioterapeutas, além do assistente social.

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Homeopatia

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O que é

A homeopatia é um sistema medicinal alternativo que contempla a totalidade do ser humano em detrimento de doenças isoladas. Ela atua por meio de estímulos energéticos desencadeados por medicamentos homeopáticos com o intuito de reequilibrar a energia vital dos pacientes.

A homeopatia é orientada por quatro princípios: lei dos semelhantes, experimentação na pessoa sadia, doses infinitesimais e medicamento único.

O princípio da lei dos semelhantes estabelece que uma doença específica pode ser curada pela substância capaz de reproduzir os mesmos sintomas da doença. Ou seja: o que causa mal a alguém “saudável” pode curar alguém doente. Se um veneno produz efeitos como vômitos em uma pessoa, a versão homeopática (diluída) desse mesmo veneno poderá tratar pacientes com problemas de vômitos recorrentes, e assim por diante.

A experimentação na pessoa sadia dita que os testes de medicamentos homeopáticos devem ser realizados em pessoas – nunca animais – saudáveis. Dessa maneira, é possível avaliar os efeitos objetivos e subjetivos no grupo de experimentadores (como são chamados) e encontrar, em termos gerais, o “veneno que em doses homeopáticas cura”.

As chamadas doses infinitesimais consistem na diluição drástica de um medicamento e agitação (dinamização) para “despertar” propriedades latentes. Esse princípio causa controvérsias, porque, de acordo com muitos médicos, desafia qualquer lei da física ou bioquímica conhecida: de tão diluído o remédio, é possível que não haja nenhuma molécula mensurável do princípio ativo original. Alguns experimentos, no entanto, indicam que fenômenos ainda incompreendidos da física quântica poderiam explicar a eficácia dos medicamentos homeopáticos.

O princípio do medicamento único, que suscita debate mesmo entre especialistas em homeopatia, firma que a intervenção deverá ser realizada por vez: o paciente deverá tomar o medicamento que contenha o maior número de estímulos para os sintomas que o paciente apresenta. Apenas dessa forma o médico conseguirá avaliar a eficiência da terapia de forma precisa.

Para que serve

De acordo com a homeopatia, o indivíduo não tem apenas uma doença: ele carrega um desequilíbrio que se manifesta de diferentes formas ao longo da vida. Por esse motivo, a função do médico homeopata é restaurar o organismo aos estágios que precedem a vida, no caminho da cura. É considerada, portanto, um tratamento preventivo e curativo.

Empregando mais de 2000 remédios diferentes extraídos de substâncias vegetais, animais e minerais, a homeopatia se propõe a estimular o sistema imunológico e restaurar o equilíbrio energético do paciente com base nos sintomas e tratar qualquer doença, embora nem todos os indivíduos se beneficiem integralmente com a terapia.

A homeopatia é frequentemente indicada para problemas do trato gastrointestinal, ginecológicos, dermatológicos, respiratórios e falta ou expressão exagerada de “resistência” (infecções virais e bacterinas frequentes e doenças alérgicas). Além disso, pode buscar a cura para problemas emocionais como a depressão. Contudo, pacientes que sofrem de distúrbios graves como diabetes ou câncer não devem substituir a terapia convencional – ainda considerada “soberana” em todo o mundo – por remédios homeopáticos, exceto com o consentimento do endocrinologista ou especialista responsável.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a sua prática como medicina alternativa e complementar. No Brasil, foi reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina em 1980 e é utilizada pelo Sistema Único de Saúde desde 2006.

Curiosidades

Muitos pacientes observam que o início do tratamento homeopático parece agravar os sintomas de uma doença. Isso pode ocorrer, já que o medicamento homeopático pretende provocar no organismo uma doença artificial semelhante à doença natural, para estimular o organismo a corrigir o desequilíbrio. Entretanto, se os sintomas se tornarem graves, é sinal de que o medicamento homeopático está tendo uma ação excessiva e prejudicial ao corpo.

Luc Montagnier, virologista francês responsável pela descoberta do HIV, afirmou que o DNA de algumas bactérias pode deixar “marcas” na água, mesmo após sucessivas diluições. Uma espécie de “ressonância” faria com que modificações da estrutura da água emitissem sinais eletromagnéticos para outras soluções aquosas.

A teoria de “memória da água”, como é chamada, não foi comprovada pela metodologia científica, mas é frequentemente associada por alguns aos fenômenos da física quântica que explicariam a eficácia dos remédios homeopáticos.

Samuel Hahnemann é considerado o “pai da homeopatia”. Nascido em 1755, se formou em medicina pela Universidade de Leipzig, mas se decepcionou com os métodos que visavam a cura na época. Inspirado em métodos utilizados por nativos peruanos para o tratamento de doenças, deu início aos primeiros experimentos que o levariam a criar a homeopatia.

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Dormiu ouvindo, acordou surdo

Aos 17 anos, Dennis Brandão foi dormir ouvindo. Quando acordou, estava surdo. “Foi desesperador”, lembra o hoje assessor comercial, de 36 anos. Na época, a primeira coisa foi imaginar que o problema pudesse ser consequência de um quadro gripal que teria afetado o ouvido. Com o passar dos dias, sem regressão do problema, ele foi internado e tiveram início as investigações. Foi então que os médicos constataram que se tratava de um quadro grave de surdez bilateral, mas não souberam precisar as causas. No caso de Dennis, a surdez súbita tornou-se definitiva.

 

Acredita-se que a surdez súbita – que pode ser leve, moderada, profunda ou total – acometa de 5 a 20 indivíduos a cada 100 mil. Estudos alemães recentes relatam incidência de até 300 em cada 100 mil pessoas. “No Brasil não temos dados epidemiológicos oficiais. Mas apesar de parecer uma incidência baixa, a surdez súbita tem grande importância pela alta morbidade causada, pois ela afeta a audição e envolve aspectos emocionais, sociais e profissionais na vida do paciente”, diz médica Ana Cristina Kfouri, otorrinolaringologista e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Causas diversas

Não se trata exatamente de uma doença. “A perda auditiva repentina é um sintoma que pode denunciar a presença das mais diversas patologias. Algumas vezes descobrimos a razão do problema, mas na maioria dos casos ela é considerada idiopática, ou seja, não tem causa aparente”, explica a otorrino Norma Penido, chefe de clínica do Setor Interdisciplinar de Otologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Entre as principais causas conhecidas (cerca de 10 a 15% dos casos, em estágio inicial) tem-se drogas ototóxicas, trauma acústico, trauma mecânico, fístula labiríntica, acometimentos neurológicos (neurinoma do nervo cocleovestibular, acidente vascular cerebral, esclerose múltipla), causas neoplasicas (tumores, carcinomatoses meníngeas, mieloma múltiplo, leucemia) e radioterapia. “O restante supõem-se que sejam casos provocados por problemas virais, vasculares, autoimunes e psicossomáticos”, diz Ana Kfouri.

Quando se conhece a raiz da enfermidade, as chances de recuperação aumentam. “A partir do momento em que encontro a etiologia – um tumor, por exemplo –, irei direcionar o tratamento a ela. Assim estarei tratando também a surdez súbita. Muitas vezes, porém, apesar da medicação e até do uso de aparelhos auditivos, não há o que se fazer para restabelecer a audição”, diz a médica da Unifesp.

Em casos de surdez súbita idiopática, a recuperação pode ser total em 25% dos casos, parcial em 50%, mas 25% dos pacientes não restauram a audição.

Quando existe melhora (espontânea ou seguida de tratamento medicamentoso) ela acontece, geralmente, nas duas primeiras semanas. Mas também pode demorar até cerca de seis meses. “Há fatores prognósticos que dão indícios quanto à maior ou menor chance de recuperação do paciente, tais como intensidade da perda auditiva, tipo da curva audiométrica, exame vestibular alterado e demora para início do tratamento”, argumenta a médica da Santa Casa.

Quando procurar o médico

O indivíduo pode se perceber surdo de repente ou notar perda progressiva em até 72 horas. Em 70% dos casos, o quadro pode estar associado a zumbidos e, em 40%, tonturas. É o que geralmente leva a pessoa a procurar o médico.

Segundo as especialistas, fatores sócio-econômico-culturais influenciam a busca por ajuda. “Muitas pessoas não procuram o médico por desconhecerem os possíveis problemas que podem afetar o ouvido além de dor; outros, porque não querem faltar ao trabalho (já que não dói, depois passa). Muitos até tentam, mas não conseguem vagas no serviço público de saúde. E, por fim, o indivíduo até chega ao clínico geral – mas alguns colegas, por despreparo, mal examinam o paciente ou acham que se trata de uma simples rolha de cera e não fazem o encaminhamento ao especialista. Por isso não conseguimos estabelecer a incidência desta afecção em nosso País e temos tanta dificuldade para pesquisas clínicas sobre o assunto”, analisa Ana Cristina Kfouri.

Tratamentos propostos

Em uma fase inicial, os especialistas indicam o uso de corticóides sistêmicos (desde que não haja contra-indicação expressa), podendo-se associar vasodilatadores (pentoxifilina ou betahistina ou até ginkgo biloba). “O uso de antivirais é contraditório: alguns estudos relatam melhora; outros, dizem que seu efeito é o mesmo de um placebo. Atualmente, tratamentos ‘alternativos’ como câmara hiperbárica e corticóide intratimpânico têm sido estudados, mas com eficácia ainda discutível. Em uma deficiência auditiva refratária, alguns colegas têm indicado também a acupuntura, porém os resultados não são significativos”, explica a otorrino Ana Kfouri.

Os aparelhos auditivos – e até mesmo o implante coclear – são indicados em casos em que não existem mais chances de recuperação com uso de medicação e quando há condições para tal utilização.

Final feliz para Dennis

O assessor comercial Dennis Brandão ficou sem ouvir por quase 15 anos. “Foi um choque perder a audição. Apesar disso, procurei levar uma vida normal, fiz faculdade, me formei em administração. Mas não escapei de períodos mais difíceis, sofrendo discriminação no trabalho – exercendo uma função inferior à minha capacidade pelo fato de ser surdo – e até mergulhando na depressão”, conta.

Em 2005, depois de experimentar aparelhos auditivos sem sucesso, ele se submeteu a uma cirurgia de implante coclear. “Mesmo sem a garantia de que voltaria a ouvir, arrisquei. Meu sonho era escutar uma buzina, um apito”.

O procedimento foi um sucesso e aos poucos ele foi resgatando a memória auditiva. E não esquece a primeira música que ouviu. “Foi uma canção do Wando, com aquele refrão ‘meu iaiá, meu ioiô’”, cantarola.

O implante foi feito no lado esquerdo – convênios médicos cobrem a cirurgia, mas só autorizam em um dos ouvidos e Dennis ainda batalha para realizar a operação no outro lado. Mas o fato mudou sua vida. “Progredi profissionalmente e até me casei. Voltar a ouvir me reintegrou à sociedade”, finaliza.

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Novembro Azul 2013: Já Fez Seu Preventivo?

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10 Dúvidas sobre Reumatismo

Um especialista tira todas as suas dúvidas sobre um assunto específico de saúde. Acompanhe a seguir como foi o bate-apo sobre reumatismo com a reumatologista Jaqueline Lopes, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo. Todas as perguntas foram feitas através do Facebook do Portal Minha Vida.

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Áurea Tavares: O que é fibromialgia?
Dra Jaqueline Lopes: O termo fibromialgia refere-se a uma condição clínica de dores por todo corpo e fadiga. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas além da dor e fadiga, como, indisposição e distúrbios do sono.

Claudia Mesquita: estou, há um mês, em uma crise de artrite. Quando será que poderei voltar a minha vida normal, malhando e caminhando? Tenho 41 anos e sou bem ativa!

Dra Jaqueline Lopes: O importante é fazer o diagnóstico. O tempo de tratamento vai depender do tipo de sua doença. E só poderemos saber após avaliação dos seus exames. Existem várias doenças que causam artrite, umas são de tratamento prolongado, outras mais curto.

Patricia Desanti: Tive raquitismo quando pequena, só andei com dois anos de idade. Isso pode ter me deixado com alguma consequência? Quais os cuidados que devo tomar?

Dra Jaqueline Lopes: Patrícia, o raquitismo na infância é tratável e causado por falta de vitamina D, provavelmente foi resolvido. Você precisa ter hábitos para uma boa saúde óssea, como não fumar, praticar atividade física e manter uma ingestão adequada de cálcio. Esta última é conseguida por ingestão de leite e derivados.

Rosenir Sousa: Sempre que o tempo está frio, sinto fortes dores nas pernas, mais exatamente nos ossos. Essas dores são quase insuportáveis, às vezes tenho que ficar quieta em algum lugar para que possa melhorar. Já fiz exames pra saber se tenho reumatismo, porém nunca deu nada. Pode ser um tipo de reumatismo mais específico? Meus exames estavam errados? O que pode ser isso?

Dra Jaqueline Lopes: De uma maneira geral, temos uma tendência a sentir mais dor no frio. No inverno o nosso organismo privilegia órgãos nobres como o cérebro e, para isso, diminui a circulação sanguínea dos membros. Geralmente isso causa uma dor articular leve. Se sua dor é insuportável, talvez você deva novamente procurar um reumatologista. Algumas doenças são difíceis de fazer o diagnóstico numa única avaliação.

Wanini Rodrigues: estou em tratamento com corticoides e tomo cálcio associado à vitamina D, pois o corticoide prejudica os ossos. Tomo leite, queijo etc., para também ajudar, pois somente esta vitamina não parece resolver. Não teria um remédio para não deixar que este tratamento prejudique meus ossos?

Dra Jaqueline Lopes: Wanini, algumas vezes precisamos fazer uso de medicações chamadas bisfosfonatos ou até mesmo, outra chamada teriparatida. Mas, para poder indicar essas medicações seu médico terá que considerar alguns fatores como: tipo de sua doença, qual a dose de corticóide você está tomando e por quanto tempo ainda será necessário tratar e se você tem outros fatores de risco para osteoporose.

Fabiana Andrade: Gostaria de saber sobre FAN positivo sem doenças confirmadas. Dores no corpo, neste caso, todo podem ser fibromialgia?

Dra Jaqueline Lopes: O FAN é apenas um marcador de autoimunidade. Cerca de 30% das pessoas tem FAN positivo e nunca desenvolvem nenhum tipo de doença. Quem tem FAN positivo tem a tendência a ter uma doença autoimune, mas manifestação da doença vai depender de outros fatores. Portanto, dores no corpo podem indicar fibromialgia, neste caso.

Suely Batista Canto: Reumatismo realmente não tem cura?

Dra Jaqueline Lopes: Reumatismo é um termo muito genérico e amplo, englobando inúmeras doenças – como gota, artrite reumatóide, artrose (osteoartrite), lúpus eritematoso, febre reumática, fibromialgia, etc. Algumas dessas doenças têm cura, outras são crônicas e tem controle, da mesma forma como o diabetes e hipertensão arterial.

Maria Tereza Oliveira: fazer caminhadas ou correr pode desgastar as articulações de pessoas que sofrem de artrose?

Dra Jaqueline Lopes: A caminhada é um exercício físico muito bom e está muito bem indicado para pessoas com artrose de joelhos. A caminhada não piora a artrose. O problema é que muitas pessoas têm um grau de artrose muito avançado e não conseguem caminhar. A corrida também pode estar indicada, mas vai depender do grau de artrose. O importante é tomar alguns cuidados, como evitar terrenos acidentados, caminhar com roupas leves e calçados adequados.

Cida Pereira: Fiz redução de estômago há seis anos. Tenho muitas dores no corpo e fui diagnosticada com fibromialgia, artrite e artrose. Mas, devido à redução, não posso tomar anti-inflamatórios e várias medicações fazem mal ao meu estômago. Já tomo omeprazol todos os dias, faço alongamento, hidroginástica e medicação só em último caso. Qual o melhor caminho para melhorar minhas dores?

Dra Jaqueline Lopes: Primeiro, é necessário saber qual é o seu diagnóstico. O termo artrite é muito genérico. Se a artrite foi decorrente da artrose, por exemplo, é necessário avaliar o grau de degeneração articular para avaliar se não há necessidade de algum procedimento cirúrgico.

Jussara Pereira de Andrade: Tenho artrite reumatoide há nove anos,me trato com muitos remédios,incluindo Metrotexato, e nos últimos meses eu venho sentindo dores terríveis nos rins, e meus pés e mãos estão descamando. Gostaria de saber se essas dores renais e a descamação têm a ver com este medicamento e quais exercícios ou esporte eu poderia praticar pra melhorar as dores e movimentos?

Dra Jaqueline Lopes: Você deve conversar com seu médico a respeito dos exercícios, pois eles devem ser individualizados. Dependem do grau de desenvolvimento da sua doença e se você está em atividade. É pouco provável que estes sintomas sejam decorrentes da medicação.

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Doenças reumáticas apresentam sintomas que vão além das dores ósseas

As doenças reumáticas, ao contrário do senso comum, não apresentam como sintomas apenas dores ósseas ou nas articulações, mas também em outros órgãos, como rins, olhos, pulmões e pele.

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Ontem, dia 30 foi o Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo. Presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Walber Vieira, lembra que reumatismo é um termo genérico. “É um termo impreciso que não dá o diagnóstico de nenhuma doença” esclarece.

As causas, os tratamentos e também as consequências das doenças reumáticas podem ser muito diferentes. Por isso, é essencial o diagnóstico preciso para a indicação dos procedimentos adequados.

As doenças reumáticas podem atingir pessoas de todas as idades. Um exemplo é a artrite reumatoide, comum a partir dos 35 anos de idade, mas que “também acomete crianças, às vezes na mais tenra idade”, diz Walber Vieira.

De acordo com Vieira, a doença crônica, que pode levar uma pessoa a invalidez, se manifesta com dores articulares, leve inchaço nas pequenas e médias articulações, além de quadros de isquemia e fadiga.

Pediatra do Hospital Universitário de Brasília, Zeneide Alves, cita casos em que a manifestação da artrite juvenil, que é a artrite reumatoide que acomete crianças, pode, a princípio, ser manifestada por uma inflamação no olho, chamada uveite.

“Algumas crianças podem apresentar uveite e, posteriormente, exibir os sintomas e sinais de uma artrite crônica” explica.

Walber Vieira alerta que qualquer infecção pode funcionar como elemento desencadeante de uma doença reumática. ”O paciente está num standby, num limbo, ainda não tem manifestação de uma enfermidade, e sofrer uma infecção severa, uma virose e, de repente, a doença reumática se instala e começam a aparecer os sintomas”, explica. Algumas doenças, como a fibromialgia, podem ser desencadeadas por quadros de stress e depressão.

Entre as doenças reumáticas, Vieira diz que a artrose é a mais comum. “Mais ou menos 70% das pessoas após os 60 anos têm sua artrose de estimação”, brinca.

“Artrose é uma doença que se caracteriza por desgaste da cartilagem articular, levando a fissurações e, com o tempo, perda da função das articulações“, explica Vieira.

Outra doença reumática muito comum é a osteoporose, que não apresenta sintomas até que haja uma complicação. “É uma perda de massa óssea que leva a pessoa a um risco de fratura maior. Às vezes um pequeno trauma pode ocasionar a fratura da área afetada” explica Walber Vieira.

Ter a primeira menstruação tardiamente e menopausa precoce, fumar, abusar de bebidas alcoólicas, ser sedentário e utilizar medicamentos que podem levar a descalcificação dos ossos são fatores de risco para a osteoporose e que servem de alerta para se tomar os devidos cuidados.

Para algumas das doenças reumáticas, como fibromialgia e artrose, exercícios físicos são muito importantes para afastar as crises. “Não se trata fibromialgia sem exercícios, artrose também não”, diz Vieira.

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Dia Nacional de Luta Contra o Reumatismo

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, existem cerca de 130 tipos de doenças reumáticas como artrose, tendinite, bursite, lombalgia, gota, fibromialgia, artrite reumatoide, lúpus. A osteoartrite, conhecida popularmente como “bico de papagaio”, é uma das mais comuns e atinge até 60% da população. Diante do crescente número de diagnósticos por doenças reumatóides, o dia 30 de Outubro é dedicado à luta Nacional Contra o Reumatismo.

Reumatismo

Essas doenças estão geralmente associadas a um importante comprometimento da qualidade de vida, devido não só ao quadro de dor mas também limitação para a realização de diversas atividades do dia a dia.

O “Reumatismo” é um termo genérico utilizado para se referir a um grupo de doenças que acometem articulações, ossos, tendões e músculos e bursas, além de algumas doenças do sistema imunológico. Pode se manifestar em outros órgãos e acometer pessoas de todas as idades, inclusive crianças.

Como a causa da maioria das doenças reumatológicas é desconhecida, a população carece de informações para procurar ajuda médica.

Dra. Andrea Dantas, do setor de Clínica Médica do Hospital Miguel Arraes, Especialista em Reumatologia, afirma que os estudos sobre o assunto estão avançando. “Sabemos que a junção de fatores genéticos e ambientais, tais como estresse, poluição, utilização de determinados medicamentos e infecções, estão associados ao desenvolvimento de algumas doenças reumatológicas. Mas não existe um exame específico para detectá-las. Por isso, o diagnóstico de uma doença reumatológica é feito a partir da análise de sintomas apresentados pelo indivíduos, alterações observadas pelo médico ao examinar o paciente, em conjunto com exames laboratoriais solicitados de acordo com a suspeita clínica. Dor nas articulações é um dos sintomas mais frequentes, mas comprometimento de outros órgãos, como pele, pulmão, coração ou rins, também podem ser sintomas de uma doença reumatológica”, afirmou.

De uma maneira geral, medidas para prevenção e tratamento de doenças reumatológicas envolvem mudanças no estilo de vida: prática de atividades físicas, controle de peso e diminuição do consumo de álcool e cigarro. Ela ressalta que a colaboração do paciente é fundamental para o sucesso do tratamento. “O primeiro passo é orientá-lo e educá-lo, bem como seus familiares, sobre a importância dessas medidas.” Quando necessário, o tratamento pode incluir medicamentos, que, segundo a reumatologista, evoluíram muito nos últimos anos.

Para Dra. Andrea, a data Nacional de Luta Contra o Reumatismo é importante para educar a população e sensibilizar a classe médica e o setor público para a necessidade de implantar programas que envolvam as doenças deste tipo. “A população brasileira vive cada vez mais e determinados tipos de doenças reumáticas atingem principalmente os idosos. Além disso, geralmente são doenças crônicas, tão importantes quanto a hipertensão e o diabetes, por exemplo.”

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Novo órgão envolvido no controle da Obesidade

Não entre em pânico. O novo órgão não é uma agência federal encarregada de monitorar seu peso ou controlar sua dieta. O novo órgão é sua microbiota. Um novo estudo demonstrou que o transplante de microbiota não só é possível, mas pode ajudar a controlar a obesidade.

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Provavelmente você não sabia que tem um órgão chamado microbiota, mas isso não é motivo de vergonha. Faz pouco tempo que os cientistas passaram a acreditar que a coleção de microrganismos que habitam nosso intestino (a flora intestinal) pode ser considerada uma espécie de órgão, necessário para o bom funcionamento de nosso corpo.

Bilhões de microrganismos vivem no nosso intestino. São milhares de espécies distintas. A população de microrganismos que habitam nosso intestino é maior que o número de células que compõem nosso corpo. Durante muito tempo se acreditou que a flora intestinal era uma mera consequência da ingestão de alimentos contendo outros seres vivos. Acreditávamos que eles viviam em nosso intestino aproveitando os restos de alimentos, vez por outra provocando uma diarreia. Em meados do século 20, muitos consideravam a flora intestinal perniciosa e se submetiam a lavagens intestinais periódicas, para eliminar parte desses microrganismos, se mantendo “limpos” por dentro.

Nas últimas décadas, o verdadeiro papel desses microrganismos começou a ser compreendido. Foi descoberto que muitos deles degradam parte dos alimentos que ingerimos e produzem moléculas importantes que são absorvidas por nosso intestino, inclusive algumas vitaminas que nós próprios não somos capazes de produzir. Também se descobriu que a manutenção desses bichinhos é importante para nosso processo digestivo e que, quando nossa flora intestinal é alterada pela ingestão de antibióticos, é necessário repor a coleção. Surgiram produtos alimentares, como iogurtes, que contêm microrganismos que ajudam na reposição da flora intestinal, entre eles os famosos “lactobacilos vivos”.

Com o desenvolvimento do sequenciamento de DNA, essa população de microrganismos pode ser estudada em detalhe. Hoje sabemos que a composição da microbiota varia entre populações, é parcialmente estável, pode ser influenciada pela dieta, e é diferente em pessoas magras e obesas.

Foi essa observação que levou os cientistas a suspeitar que talvez a composição da microbiota possa ser um dos fatores que determinam se uma pessoa é magra ou obesa. Mas como testar essa hipótese? O mais simples seria eliminar a flora intestinal de uma pessoa magra e recolonizar seu intestino com a microbiota de uma pessoa obesa. Usei recolonizar como um eufemismo para evitar dizer que o receptor teria de receber (eufemismo para ingerir) conteúdo intestinal (eufemismo para fezes) do doador. Um experimento no mínimo desagradável. A solução foi usar camundongos.

Foram identificados pares de pessoas gêmeas em que um membro do par era obeso e o outro, magro. Essas pessoas doaram amostras de suas fezes. Os microrganismos presentes nas fezes foram transferidos para camundongos geneticamente idênticos, criados em condições estéreis, e que, portanto, não possuíam microrganismos em seus intestinos. Após receberem os microrganismos, os dois grupos de camundongos foram mantidos com a mesma dieta. Para surpresa dos cientistas, os camundongos que receberam microrganismos de pessoas obesas se tornaram obesos e os que receberam amostras de pessoas magras permaneceram magros. Esse experimento simples demonstra que a microbiota de pessoas obesas é capaz de alterar de tal forma o metabolismo dos camundongos que eles se tornam obesos mesmo consumindo a mesma dieta.

Esse novo modelo experimental vai permitir um estudo detalhado do papel da microbiota na obesidade humana. Usando esse modelo, os cientistas já descobriram que, se colocarem camundongos gordos na mesma gaiola dos magros, os gordos emagrecem, pois, como eles comem as fezes um dos outros (são coprófagos), a microbiota dos magros é transmitida para os gordos, fazendo com que eles emagreçam. Já o caminho inverso não foi observado, a microbiota dos gordos não passa para os magros. Analisando quais microrganismos estavam presentes nas duas microbiotas, os cientistas identificaram 39 espécies que poderiam ser responsáveis pela obesidade. Mas, quando somente esse grupo foi inoculado, não foi possível tornar os camundongos obesos. Também foi descoberto que a dieta dos camundongos afeta o resultado dos experimentos. Uma dieta mais rica em fibra é necessária para que os camundongos obesos sejam colonizados pela microbiota dos camundongos magros.

A demonstração de que é possível transplantar microbiotas e que elas carregam parte determinante da obesidade humana abre um enorme campo de investigação. Nos próximos anos provavelmente serão isolados os microrganismos responsáveis pela obesidade e, talvez, no futuro tenhamos métodos capazes de regular nossa microbiota, reduzindo a incidência da obesidade.

Já imagino a receita: “Para Fernando Reinach, ingerir duas colheres de microrganismos emagrecedores ao dia, durante 10 dias”. Prometo que vou tentar engolir o remédio me esforçando para esquecer a origem.

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Dicas ajudam a Saúde Bucal mesmo na loucura do dia a dia

A realidade pode não permitir que a boca seja cuidada como deveria. Na hora do almoço, quase não dá tempo de escovar os dentes, quanto mais passar fio dental, limpador de língua, enxaguante. É importante deixar claro que este seria o cenário ideal para manter a saúde bucal impecável.

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Mas, para aqueles momentos de emergência, algumas dicas do cirurgião-dentista, Artur Cerri, coordenador da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), podem ajudar a improvisar e diminuir as chances de as bactérias se multiplicarem e deixarem o ambiente propício para a instalação de doenças orais.

– Enxague a boca diversas vezes com água, como se estivesse fazendo bochechos. Essa medida vai remover alguns detritos alimentares, diminuir a acidez e melhorar o hálito.

– Mastigue uma goma de mascar sem açúcar, que é fácil de encontrar para comprar. A goma vai estimular a salivação e ajudar na limpeza dos dentes e no hálito.

– A maçã também é uma boa opção. Fácil de encontrar, ajuda na limpeza dos dentes, pois age como adstringente e tem poucas calorias, assim como a melancia que tem pouca fibra e bastante água, o que, em uma emergência, ajuda a limpar os dentes. Com o melão acontece o mesmo.

– Evite comer doces, pois isso vai provocar acidez, colaborar com o mau hálito, além da desagradável possibilidade de ficar restos de doces aderidos aos dentes.

– Muitos restaurantes possuem no banheiro enxaguantes bucais. Não havendo outra possibilidade, use esses produtos, sem se esquecer de primeiro enxaguar a boca com bastante água.

– Em nenhuma hipótese use palito de dente. Além de ser constrangedor, não vai resolver o problema. Pode até remover os grandes cacos de alimento, mas pode machucar a gengiva e provocar sangramento, além do risco de quebrar no meio dos dentes. O mesmo ocorre com as linhas.

– A maior parte das bactérias fica instalada na parte de cima da língua. Por isso, sempre que escovar os dentes, lembre-se de escovar também a língua. Essas bactérias com tempo provocam halitose (mau hálito). Em situações de emergência, para limpar a língua, é possível passar uma gaze enrolada nos dedos ou mesmo algodão.

– Hoje existem no mercado pasta de dente e escova de aproximadamente 6 cm. São muito fáceis de carregar – inclusive para os homens, que não carregam bolsa. Também existem limpadores interdentais que são encontrados em qualquer farmácia. Ande com esses kits no bolso ou deixe no carro. Assim, será mais difícil ser pego de surpresa.

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