Archive for the 'Longevidade' Category



Dicas para tranquilizar as Mães

Não, amamentar não dói. A amamentação é um processo natural, o bebê já nasce sabendo sugar o leite e a mãe, ao perceber isso, já sabe o que fazer. O que pode doer é o bico do seio, dependendo da forma que o bebê pegar a mama, por isso as mães devem estar atentas à posição dos bebês durante a amamentação. Os mamilos são muito sensíveis, podem rachar ou ficar feridos com facilidade. Se houver dor, rachaduras nos mamilos e febre pode ser um quadro de mastite. A partir daí é preciso estar atenta e procurar o médico imediatamente.

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A mãe precisa ter muita paciência, principalmente se o bebê não conseguir pegar o seio logo nos primeiros dias. A mãe precisa insistir e procurar novas formas do bebê se adaptar a esse processo. Pode parecer muita responsabilidade, mas só trará benefícios para o bebê e a mãe.

Não se preocupe com o seu leite, quanto mais estimulado, mais o organismo produzirá o leite, ou seja, quanto mais o bebê se alimentar através do leite materno, mais leite a mãe produzirá. O ato de sucção do bebê funciona como estimulante. O leite vai diminuindo quando a mãe amamenta com menos frequência, por exemplo:

  • Quando o bebê começar a se alimentar com outros alimentos como papinhas e frutas, a amamentação vai diminuir e consequentemente o leite também.

Somente 2% das mulheres têm dificuldade em produzir leite, mas nesse número estão inclusas as que têm alguma disfunção específica, como problemas com a tireoide ou sofreu intervenções cirúrgicas, como redução mamária.

O corpo muda para receber o bebê e o aumento dos seios é uma das mudanças mais marcantes das mulheres. A pele aumenta para se adaptar ao novo peso e formato dos seios, por isso quando os seios são “esvaziados” cria-se a impressão de seios caídos e flácidos. O que acontece é um acúmulo de pele na região e também a ilusão de ótica da própria mulher, pois a mãe acaba se acostumando com o tamanho exagerado dos seios durante a gravidez e amamentação e quando eles voltam ao normal ela nota a diferença. O processo de flacidez dos seios aconteceria com ou sem a amamentação. Se não por gravidez, por processo natural de envelhecimento.

Algumas mães decidem colocar próteses de silicone para preencher o espaço onde tem pele, porém ficam “com o pé atrás” a cerca de possivelmente terem outros filhos, com medo de que o silicone possa interferir na amamentação.

A prótese de silicone não influencia a amamentação, por isso é possível amamentar mesmo com a prótese. Já a redução mamária pode comprometer a amamentação. A diferença é que a prótese de silicone fica abaixo da glândula mamária, não entra em contato com o leite, porém no processo de redução mamária a mama sofre interferências que podem prejudicar as glândulas e o processo de amamentação.

O ideal é que a amamentação seja única e constante até os 6 meses de vida, após os 6 meses o bebê pode receber outros alimentos, mas a amamentação deve ser mantida até os 24 meses. A regra vale tanto para as meninas, quanto para os meninos.

Os filhos mudam muito e são diferentes, até mesmo quando são gêmeos, mas não por serem meninos ou meninas e sim por serem pessoas diferentes, cada um têm a sua personalidade. Porém, no caso da amamentação, ela deve ser mantida igualmente para ambos.

Para que a mãe se acostume a essa nova condição, é indicado que desde o Pré-Natal ela faça exercícios para estimular os seios e os mamilos. Assim a amamentação se torna um processo natural para ela e para o bebê.

É indicado que a mãe:

  • Tome sol nos mamilos por pelo menos 10 minutos entre às 8h e 10h, isso faz com que a pele do mamilo fique mais resistente e evita rachaduras;
  • Friccione uma toalha felpuda no mamilo, esse processo também dá mais resistência à pele, evitando fissuras ou ardências;
  • Lave os mamilos somente com água, os sabonetes podem retirar a hidratação natural;
  • Massageie os seios, a fim de estimular a descida do leite, fazendo movimentos de compressão com as mãos;
  • Estimule a saída da primeira secreção, assim facilita a passagem do leite e a sucção do bebê.

Além de ser importante para o desenvolvimento físico do bebê e protege-lo contra doenças, a amamentação também impede o mau crescimento e a flacidez dos músculos do rosto do bebê, pois o processo de “pegada” com o bico do seio da mãe o estimula a trabalhar essa área específica.

A pegada correta também estimula o bebê a respirar corretamente, pois como fica com a boca totalmente encaixada no seio da mãe o bebê precisa respirar pelo nariz, assim exercitando a maneira correta.

A amamentação só não é boa quando não é executada. Amamente!

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://onofre.com.br

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Hoje é o Dia dos Avós

Os avós são pessoas ligadas a nós através de laços consanguíneos, pois são os pais dos nossos pais.

Crianças - Hoje é o dia dos Avós

Assim, cada pessoa tem quatro avós, sendo uma avó e um avô paterno e uma avó e um avô materno.

Os avós merecem consideração e respeito, pois já viveram muito, possuem grande experiência de vida e podem transmitir muitos ensinamentos a todos de sua família. Por isso, ganharam uma data especial, para que fossem homenageados, o dia 26 de julho, que é mais conhecido como o dia da vovó.

O surgimento e criação dessa data foi em homenagem aos avós de Jesus Cristo, Joaquim e Ana, cujas pequenas informações aparecem no evangelho de Tiago. Registros históricos mencionam que em 1889, na cidade de Jerusalém, foram encontrados os túmulos onde Joaquim e Ana foram enterrados.

No dia da vovó podemos fazer várias programações para distraí-los, além de se tornar uma diversão para a família, como: fazer um passeio num parque, assistir a um filme do gosto deles, fazer uma reunião de família onde todos possam expressar seu amor e carinho pelos mesmos, etc.

Além disso, oferecer lembrancinhas e presentes para agradá-los também é uma forma de mostrar que são amados e que recebem consideração. Os objetos a serem oferecidos devem estar de acordo com as idades e os interesses dos avós, para não ficarem guardados. Normalmente gostam de perfumes suaves, cremes, sabonetes, pijamas ou camisolas de malhas confortáveis, roupões de banho, chinelos que acondicionem bem os pés, sapatos baixos e confortáveis com solado antiderrapante, dentre vários outros.

Os idosos também gostam muito de ser ouvidos. Quando encontram pessoas que lhes dão atenção, gostam de relembrar os tempos passados, da época em que eram jovens e contar casos engraçados e interessantes.

Hoje em dia existem leis que favorecem os idosos, isso é questão de respeito com os mesmos e devemos acatá-las. Assim, os idosos têm o direito de entrar na frente das filas, não pagam passagens de ônibus, possuem vagas especiais em estacionamentos, dentre outros. É muito justo que isso aconteça, pois seus corpos já não são mais capazes de suportar o cansaço que pessoas mais novas conseguem.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasilescola.com

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Amigos fazem probabilidade de sobrevivência aumentar em 50%, diz estudo

Uma pesquisa da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, sugere que ter uma boa rede de amigos e vizinhos pode aumentar as chances de sobrevivência de uma pessoa em 50%.

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A pesquisa, publicada na revista especializada PLoS Medicine, chegou a esta conclusão ao analisar dados de cerca de 150 estudos que analisavam as chances de sobrevivência em relação a redes sociais.

Para os pesquisadores americanos, ter poucos amigos pode ser tão prejudicial à sobrevivência de uma pessoa como fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoólatra.

Os cientistas acreditam que tomar conta de outras pessoas nos leva a cuidar melhor de nós mesmos.

Para Julianne Holt-Lunstad, que liderou o estudo, há muitas formas pelas quais amigos, colegas e família podem aumentar a saúde e bem-estar de uma pessoa.

“Quando alguém está conectado a um grupo e se sente responsável por outras pessoas, aquele senso de propósito e significado se traduz com a pessoa tomando conta dela mesma e assumindo menos riscos”, afirmou.

Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais as chances de sobrevivência do que obesidade ou sedentarismo.

Sete anos

Os cientistas analisaram 300 mil pessoas em quatro continentes em um período de sete anos. Segundo esta análise, aqueles com redes sociais mais fortes se saíram melhor em resultados de saúde e expectativa de vida.

A probabilidade de estas pessoas estarem vivas em qualquer idade era quase duas vezes maior do que daqueles considerados solitários.

O estudo incluiu pessoas de todas as idades, sem levar em conta o estado de saúde inicial dos pesquisados.

“O efeito não é isolado em adultos mais velhos. Relacionamentos fornecem um nível de proteção a todas as idades”, afirmou Timothy Smith, outro pesquisador que participou do estudo.

Smith, no entanto, alerta que os aparatos modernos e a tecnologia podem levar algumas pessoas a pensar que redes sociais face a face não são mais necessárias.

“Como humanos, nós encaramos relacionamentos como algo garantido, somos como peixes que não notam a água. A interação constante não é apenas um benefício psicológico, mas influencia diretamente nossa saúde física”, acrescentou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk

 

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Por que fazemos amigos?

Ter amigos só traz benefícios. Quanto mais, melhor. Mas há um limite. Um estudo feito na Universidade de Oxford comparou o tamanho do cérebro humano, mais precisamente do neocórtex (área responsável pelo pensamento consciente), com o de outros primatas. Ele cruzou essas informações com dados sobre a organização social de cada uma das espécies ao longo do tempo. E chegou a uma conclusão reveladora: 150 é o máximo de amigos que uma pessoa consegue ter ao mesmo tempo.

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Para que você mantenha uma amizade com alguém, precisa memorizar informações sobre aquela pessoa (desde o nome até detalhes da personalidade dela), que serão acionadas quando vocês interagirem. Por algum motivo, o cérebro não comporta dados sobre mais de 150 pessoas. Os relacionamentos que extrapolam esse número são inevitavelmente mais casuais. Não são amizade. Outros pesquisadores foram além e constataram que, dentro desse grupo de 150, há uma série de círculos concêntricos de amizade: 5, 15, 50 e 150 pessoas, cada um com características diferentes (veja no infográfico).

O curioso é que esses círculos já haviam sido mencionados por filósofos como Confúcio, Platão e Aristóteles – e também estão presentes em várias formas de organização humana. Na Antiguidade clássica, 5 já era considerado o número máximo de amigos íntimos que alguém poderia ter. Tirando o futebol, 12 a 15 pessoas é a quantidade de jogadores na maioria dos esportes coletivos. Cinquenta é o número médio de pessoas nos acampamentos de caça em comunidades primitivas (como os aborígenes da Austrália, por exemplo). Cento e cinquenta é o tamanho médio dos grupos do período neolítico, dos clãs da sociedade pré-industrial, das menores cidades inglesas no século 11 e, até hoje, de comunidades camponesas tradicionais como os amish (que dividem uma comunidade em duas quando ela ultrapassa as 150 pessoas). Os 150 podem, inclusive, ser a chave do sucesso profissional. Como no caso da Gore-Tex, uma empresa têxtil americana que se divide (e abre uma nova sucursal) cada vez que seu número de funcionários passa de 150 pessoas. A vantagem disso é que todos os empregados se conhecem, têm relações amistosas e cooperam melhor. “As coisas ficavam confusas quando havia mais de 150 pes-soas”, explicou o fundador da empresa, William Gore, numa entrevista concedida alguns anos antes de morrer, em 1986. E a aposta nesse modelo de organização deu certo. A Gore-Tex virou uma multinacional com US$ 2,5 bilhões de faturamento anual – e é apontada pela revista Fortune como um dos 100 melhores lugares para trabalhar desde que esse ranking começou a ser compilado, em 1984.

Mas, mesmo com tantos exemplos práticos, ninguém sabe explicar por que nosso limite de amizades é de 150 pessoas. Para os cientistas, foi como o cérebro conseguiu construir e administrar o que viria a se tornar, ao longo do tempo, o bem mais importante da espécie humana: a rede social.

CÍRCULO FINITO

O cérebro comporta no máximo 150 amigos, divididos em grupos.

Do peito 
5 amigos – São os íntimos, com quem você mais fala – e não hesitaria em ligar de madrugada ou pedir dinheiro emprestado. Para Aristóteles, 5 era o número máximo de amigos verdadeiros.

Grupo de empatia 
15 amigos – São pessoas bastante importantes para você – se alguma delas morresse amanhã, você ficaria muito triste. Este grupo pode incluir gente do trabalho ou amigos de amigos.

Número típico 
50 amigos – É o número de amizades mantidas pela maioria das pessoas, e também o tamanho médio dos agrupamentos humanos primitivos (como bandos de caça).

Limite
150 amigos – Máximo que o cérebro consegue administrar ao mesmo tempo. São as pessoas cujos nomes, rostos e características você consegue memorizar e acionar caso seja necessário.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://super.abril.com.br

5 Benefícios que a Amizade traz para sua Vida

Como um flashback, tente relembrar os momentos mais marcantes que você já viveu. Na maioria deles, quem estava do seu lado? Certamente, aqueles que você pode chamar de amigos. Escolhidos a dedo ou impostos pelo acaso, eles servem de combustível para enfrentarmos desafios do dia a dia, dividindo experiências boas e ruins.

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“A amizade é uma das formas de aprimoramento do ser humano”, afirma a psicóloga Marina Vasconcelos. Ela rompe as fronteiras do preconceito e torna-se essencial, seja entre colegas, vizinhos, pais e filhos, irmãos, namorados ou marido e mulher. E o seu corpo agradece: ter amigos traz benefícios tanto para a saúde mental como física. Confira oito vantagens de cultivar sempre seu círculo social:

Risco menor de doenças
Pesquisas confirmam: seu corpo fica mais imune a problemas de saúde. Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, identificaram que pessoas muito solitárias ao longo da vida tendem a ser mais indefesas, ter noites ruins de sono e sofrer mais com as complicações enfrentadas ao longo da vida, como o estresse. Outro estudo americano, publicado no Journal of the American Medical Association, apontou uma relação entre solidão e o risco maior de ter doença de Alzheimer.

Vida mais longa
Seus amigos mal devem imaginar, mas a presença deles melhora 50% a chance de você viver mais. O dado vem de pesquisadores da Brigham Young University, nos EUA, que analisaram 148 estudos feitos durante sete anos e meio. Segundo eles, quem passa grande parte da sua vida sem interações sociais tem um prejuízo relacionado à longevidade que pode ser comparado a fumar cigarros todos os dias, ser alcóolatra ou ser obeso.

Físico em forma! 
Ter amigos nos livra de muitos problemas relacionados à depressão e ao tédio. “Pessoas depressivas tendem ao sedentarismo e a uma dieta desequilibrada”, explica o cardiologista Juliano de Lara Fernandes, do Instituto do Coração, em São Paulo. Portanto, estreitar os laços significa diminuir o risco de estar acima do peso. Além disso, um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, apontou que, se seus melhores amigos praticam atividades físicas, as chances de você também sair do sofá são grandes. Tudo por conta da capacidade de influência das amizades.

Mais otimismo no seu dia a dia
A felicidade é contagiante e a comprovação vem de um estudo da Universidade de Califórnia e de Harvard, nos EUA. Durante duas décadas, cinco mil pessoas foram analisadas. Como resultado, a probabilidade de sorrir mais para a vida cresceu em até 60% nos participantes que conviviam com pessoas alegres. É um efeito dominó: se você é otimista, a chance de seu amigo e até do amigo do seu amigo também ficarem felizes é muito maior.

Saúde para o coração
Vínculos afetivos estimulam as emoções positivas, certo? Essas emoções, por sua vez, influenciam nos batimentos cardíacos. Um estudo que durou dez anos, da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que pessoas normalmente felizes, entusiasmadas e satisfeitas têm menos chance de serem depressivas e apresentam um risco 22% menor de ter infarto ou desenvolver doenças cardíacas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br/

Asma e os cuidados com as doenças crônicas no inverno

Hoje fiquei sabendo que uma colega dos tempos da faculdade morreu por causa de uma crise de asma, aos 31 anos.  A notícia é tão triste e devastadora para uma família, para quem vivia com ela, que nenhuma palavra a respeito faz sentido….  E a notícia me fez lembrar da morte da estudante de medicina Paula Sibov, de 24 anos, que caiu de um penhasco no vale do Colca, no Peru – amigos contam que ela tinha asma, estava cansada e com falta de ar, e por isso subiu numa mula para fazer o percurso (as duas notícias não tem ligação nenhuma, nem a morte da garota pode ser atribuída a isso, mas na minha cabeça a associação foi feita…).

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Essas mortes são um alerta para o fato de que doenças crônicas que aparentemente parecem simples e comuns ainda são bastante perigosas – e é preciso fazer alertas constantes sobre os riscos que elas trazem e os cuidados permanentes que inspiram, não importa onde estejamos.

Mesmo já tendo um arsenal para controlar as crises (medicamentos combinados de uso contínuo que devem ser usados diariamente, além das tradicionais “bombinhas”), ainda pode ser difícil manter a asma sob controle. A gente não percebe, mas cerca de 350 mil pessoas são internadas todos os anos no País por causa da asma, segundo dados do Ministério da Saúde. E, no ano passado, mais de 800 pessoas morreram devido a doença, como essa minha colega – a maioria dos registros ocorreu na região Sudeste.

Aliás, publicações científicas tem mostrado que, apesar do aumento de medicação, atendimento e informação a ocorrência da asma tem crescido nas últimas décadas. E os motivos, segundo vários autores, podem estar ligados ao nosso estilo de vida – cidades com ar mais poluído, maior contato com substâncias alergênicas, produtos químicos de todo tipo, ar condicionado sem manutenção adequada.  E nos meses de inverno, com temperaturas mais baixas, registram sempre um crescimento das internações e mortes.

Como a doença ainda não tem cura, é muito importante que os pacientes realmente levem a sério o tratamento, e sigam direitinho as recomendações médicas – para cada caso, há uma indicação, um tipo de remédio, e quem define isso é o médico especialista. Além disso, muitas vezes, mais de um remédio é usado, até encontrar aquele que a pessoa se adapta melhor.

Para quem tem asma ou convive com quem tenha (marido, filhos, irmãos), selecionei abaixo algumas recomendações da Sociedade Americana de Asma, Alergia e Imunologia e do Ministério da Saúde.

Use os remédios prescritos pelo médico –  Use os remédios conforme o indicado pelo seu médico, mesmo quando não tem sintomas, quando está se sentindo bem. Há vários tipos de medicamentos disponíveis hoje no mercado. Alguns para uso diário, que ajudam a prevenir as crises. E outros para os momentos agudos. É importante seguir a recomendação e não esquecer do remédio. Não adianta lembrar só na hora da crise.

Mantenha a casa limpa – Passar pano úmido na casa diariamente, de preferência sem cheiro, o que reduz a chance de alergia. Álcool em gel é bastante indicado. Aliás, evite qualquer tipo de aromatizante (sprays, incensos, sachês), a chance  de provocarem alergia é alta, o que pode ser um fator desencadeante para uma crise.

Evite tapetes e almofadas felpudas – Qualquer objeto desnecessário que ajude a juntar muita poeira deve ser evitado. Piso de madeira ou frio no chão, sem tapetes – ou, se for usar, prefira tapetes de bambu ou outro material que acumule menos pó. Cobertores com pelo ou de lã também devem ser evitados – edredons de algodão são mais indicados, além de serem mais fáceis de lavar.

Faça exercícios – Em geral, andar de bicicleta, caminhar e nadar são atividades bastante indicadas por ajudarem a fortalecer a musculatura respiratória. Atividades muito intensas podem ser prejudiciais.

E, não custa reforçar, quem sente falta de ar quando faz algum esforço, tem muita tosse ou dificuldade para respirar, deve procurar um médico para fazer uma avaliação. Problemas crônicos são melhor administráveis quanto mais cedo forem diagnosticados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://blogs.estadao.com.br

Apenas 2 entre 10 doadores de sangue são voluntários

Um levantamento do Banco de Sangue do Hospital A.C.Camargo, em São Paulo, aponta que somente 2 a cada 10 doadores de sangue compatíveis procuram pelo serviço sem ter histórico pessoal com pacientes que necessitam de doação. A preocupação com o baixo estoque de sangue aumenta com a chegada das férias de julho e do inverno, quando o número de voluntários costuma ser ainda menor.

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No Brasil, a realidade não é diferente. De acordo com a Fundação Pró-Sangue, a cada dois minutos, um paciente necessita de transfusão sanguínea no Brasil. Apesar disso, o número de doadores no país não atinge 2% da população. Nesta sexta-feira, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Para doar, o candidato tem que ter entre 16 e 68 anos – menores de 18 precisam de autorização dos pais ou responsáveis; estar em boas condições de saúde, pesar 50 kg ou mais. Antes da doação, é feita uma triagem clínica, com entrevistas e teste de anemia, medição de peso e identificação. Além disso, o voluntário não pode estar em jejum, mas deve consumir uma refeição leve. Dormir pelo menos seis horas na noite anterior e não ingerir bebida alcóolica nas 12 horas antes.

Doador voluntário

O Banco do Hospital A.C.Camargo opera atualmente com apenas dois terços de sua capacidade total de armazenamento e há falta mais acentuada de alguns tipos sanguíneos, principalmente os de fator Rh negativo. Um levantamento feito pela instituição identificou que o principal fator para o baixo volume de doação está na pequena procura pelos chamados voluntários, pessoas que se candidatam à doação sem ter qualquer vínculo afetivo com algum paciente. “Recebemos uma média de 60 a 70 doadores por dia e, infelizmente, apenas 20% deles são voluntários. Os outros 80% são fruto de ação interna que fazemos junto aos familiares e amigos com a proposta de sensibilizá-los”, destaca a hematologista Rivânia Almeida de Andrade.

Ainda segundo Rivânia, é válido ressaltar que a busca espontânea pelo Banco de Sangue torna-se ainda mais primordial nesta época do ano, pois a sazonalidade é, historicamente, um fator que limita o interesse por fazer a doação. “Não podemos repetir o fato de haver queda do número de doadores durante as férias escolares de julho e chegada do inverno. A solidariedade precisa aquecer a boa vontade de todos”, destaca.

Diagnóstico de doenças

Ao ter o sangue coletado, o voluntário tem seu sangue criteriosamente avaliado por uma equipe especializada. Em até 30 dias, recebe em seu domicílio informações relevantes como a tipagem sanguínea e resultados dos testes de Hepatites B e C, HIV, HTLVI/II, doença de chagas, sífilis, dentre outras. Caso apresente algum resultado positivo, ele pode iniciar imediatamente o tratamento contra a doença em questão. Hepatites B e C, por exemplo, quando não tratadas podem levar a severos quadros de cirrose ou ao câncer de fígado. Para o HIV (vírus da AIDS) há tratamentos que oferecem grande controle da doença e aumentam a expectativa e qualidade de vida do paciente. Os vírus HTLVI/II oferecerem um risco aumento de desenvolvimento de uma doença chamada leucemia-linfoma de células T ou para uma doença neurológica conhecida como paraplegia espástica tropical.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://vivabem.band.uol.com.br

Conscientização das empresas para a doação de sangue

O meio corporativo percebeu que a responsabilidade social não é apenas uma questão de Marketing, mas sim um compromisso para com a sociedade. Para tal, as organizações começaram a trabalhar seu capital intelectual e, com isso, a conscientizar melhor seus funcionários. “Quando fazemos uma campanha com empresas, se conseguimos, 30, 50 ou 100 bolsas de coleta, o mais importante é a fidelização e conscientização que levamos para as pessoas. Não só para estes profissionais, mas também para seus familiares e amigos”, conta o Dr. George Crivoi, diretor de Administração da Fundação Pró-Sangue, órgão vinculado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

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A falta de tempo das pessoas ainda é a grande justificativa para a baixa procura nas doações de sangue. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o número de doadores de um país seja de 3% a 5% do total da população. Contudo, segundo dados do Ministério da Saúde, este índice no Brasil está bem distante, não chegando a 2%.

A Pró-Sangue monta estruturas para a coleta dentro das empresas, chamada de campanha externa. A companhia deve ter, no mínimo, 100 funcionários, e é levada uma equipe durante parte do dia onde é realizada a coleta. O material é transportado até a sede da Fundação e é colocado em estoque. Este trabalho corresponde a 5% da coleta total da insitituição. “Também trabalhamos com a chamada coleta interna, em postos fixos, funcionando 12 horas por dia, em diversos pontos de São Paulo”, explica Crivoi.

Atualmente grandes empresas como Klabin, Dupont, Ericsson, Grupo Gerdau, Siemens e Linhas Correntes apoiam a causa e são parceiras da Pró-Sangue. As pequenas e médias organizações também participam, e a fundação disponibiliza uma Van que busca os profissionais em seus escritórios e os levam até a central de doações, localizado no Hospital das Clínicas de São Paulo. “É importante que as pessoas se conscientizem, pois nós, hoje, precisamos de 3,5% da população doando. Estamos buscando cada vez mais estas campanhas de conscientização para a manutenção dos estoques. A faixa etária de 20 a 35 anos é nosso maior nicho”, relata Crivoi.

Se as empresas querem ser protagonistas neste sentido para apoiar a sociedade, devem incentivar seus colaboradores nesta missão. As parcerias de instituições como a Pró-sangue e o Hemosc são fundamentais, pois as organizações são grandes alavancadores da causa.

Confira, abaixo, os pré-requisitos para doadores. Os homens devem respeitar o intervalo de 60 dias para cada doação, podendo doar até 4 vezes ao ano; já as mulheres com espaçamento de 90 dias, 3 vezes a cada 365 dias:

Requisitos básicos para a doação de sangue

  • Estar em boas condições de saúde
  • Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos verificar no site, documentos necessários e formulários de autorização)
  • Pesar no mínimo 50kg
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas) e alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem à doação).
  • Apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Carteira de Habilitação)

Impedimentos temporários

  • Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • Gravidez
  • 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana
  • Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses)
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem à doação
  • Tatuagem nos últimos 12 meses
  • Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • Hepatite após os 11 anos de idade
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas
  • Uso de drogas injetáveis ilícitas
  • Malária

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.catho.com.br

No Brasil, só 1,9% da população doa sangue regularmente

Dados do Ministério da Saúde indicam que 1,9% dos brasileiros doa sangue regularmente. A taxa está dentro do parâmetro de 1% a 3% definido pela OMS (Organização Mundial da Saúde), mas, de acordo com a pasta, ainda precisa melhorar.

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Para doar sangue é preciso ter entre 18 e 67 anos, pesar mais de 50 quilos e comparecer a um hemocentro com documento com foto e válido em todo território nacional. O Dia Mundial do Doador de Sangue é lembrado nesta sexta-feira (14).

Nadson Leandro, 28, doa sangue para ajudar os que mais precisam. “Penso bem assim: se eu não doar, é menos uma vida que poderia estar salvando. Não me custa nada tirar um dia de trabalho para fazer um gesto de amor.”

Para Maria da Conceição, 43, toda pessoa com a saúde em dia deveria doar sangue regularmente. Doadora voluntária há mais de dez anos, a secretária também destacou como maior motivador a ajuda ao próximo. “Deveria existir uma lei que obrigasse todo cidadão a doar sangue”, cobrou.

O universitário Gabriel Carlos Mendes, 21, foi a um hemocentro pela primeira vez nesta semana para ajudar uma tia internada e com cirurgia marcada. Depois da doação, ele garantiu que vai repetir o gesto a cada seis meses. “Foi muito significativo. Aprendi que doar sangue é salvar vidas.”

O ministério orienta que o doador não esteja em jejum, tenha dormido pelo menos seis horas e não tenha ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação.
É necessário também evitar o cigarro por pelo menos duas horas e o consumo de alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.

Não podem doar sangue pessoas que tiveram diagnóstico de hepatite após os dez anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como aids, hepatite, sífilis e doença de chagas; usuários de drogas; e pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual sem uso de preservativos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.folha.uol.com.br

Dia Mundial da Diversidade Cultural

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