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Brasileiras fazem três vezes menos mamografias do que recomenda a OMS

Menos de 25% das brasileiras entre 50 e 60 anos de idade realizaram mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2013, quase três vezes menos do que recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS), que é 70% de cobertura anual desse exame em mulheres acima com mais de 40 anos de idade, enquanto o Ministério da Saúde sugere que essa cobertura comece a partir dos 50 anos.

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Os dados fazem parte de um levantamento elaborado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, em parceria com a Rede Goiana de Pesquisa em Mastologia.
Das mais de 10 milhões de mamografias esperadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) em mulheres entre 50 e 60 anos de idade em 2013, somente 2,5 milhões foram realizadas.

O estudo também revela que, embora haja equipamentos do SUS em número satisfatório, a grande maioria está no Sul e Sudeste e uma pequena parte no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Além disso, as capitais concentram esses mamógrafos, enquanto uma área imensa no interior fica descoberta.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Junior, a falta de informação sobre a importância da mamografia não é o principal problema, mas sim as distâncias que separam muitas mulheres do local de exames.

“No estado de Goiás, existem regiões em que a mulher precisa andar mais de 300 quilômetros até um mamógrafo do SUS, o que significa um dia inteiro para fazer um exame que deveria levar cerca de três horas para ser concluído”, diz o médico, ao ressaltar que em geral são mulheres sem sintomas que acabam desistindo do exame. “Ela levaria um dia inteiro para fazer o exame, mais um dia para pegar o resultado e um terceiro para mostrá-lo na consulta médica. São três dias que ela deixa de ir ao trabalho ou que precisa se organizar para alguém cuidar dos filhos e da casa”, comenta Ruffo.

A frequência de mamografias na Região Norte foi 12% e no Sul do país, 31,3% Entre as unidades da Federação, a menor cobertura de mamografias foi no estado do Pará, 7,5% e a maior em Santa Catarina, 31,3%. O médico Ruffo de Freitas Junior explica que, além da má distribuição de equipamentos pelo país, mesmo em lugares onde há mamógrafos muitos são subutilizados.

“Boa parte dos mamógrafos que operam pelo SUS acaba ociosa. Por exemplo, aqui na Universidade Federal de Goiás, temos um mamógrafo que funciona pelo SUS e é utilizado apenas na parte da tarde”, revela o médico. Segundo ele, “é preciso uma melhor gestão para que haja técnicos qualificados e o aparelho possa funcionar o dia inteiro, o que geraria o dobro de mamografias que o aparelho pode e deveria fazer”, completou.

Com base no Sistema de Informação para o Controle do Câncer de Mama (Sismama), o estudo rastreou a distribuição de mamógrafos e o número de exames realizados pelo SUS no ano passado e calculou o número de exames esperados, considerando 58,9% da população alvo, tendo em vista as recomendações do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

“Esse banco de dados do Sismama permite que os epidemiologistas usem dados oficiais para mostrar, por meio de pesquisas, essas diferenças que existem no nosso país”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia.

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Verão exige cuidados especiais

Em época de verão e férias são comuns queixas relacionadas a doenças transmitidas em praias e piscinas. A pele costuma ser a principal afetada por micoses e por excesso de exposição ao sol, além de diarreias, desidratação e outros, que podem acometer homens e mulheres e crianças.

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Para prevenir-se, a Coordenação Geral de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde recomenda sempre certificar-se de que a praia é própria para o banho, estar atento aos alimentos consumidos nestes ambientes, bem como a procedência da água, e não deixar de ingerir bastante líquido e fazer uso de protetor solar.

Uma das doenças mais comuns que afetam as mulheres neste período do ano é a candidíase, que se prolifera mais facilmente em meios quentes e úmidos, proporcionados pelos biquínis e roupas molhadas. Desta forma, de acordo com a Coordenação Geral de Saúde da Mulher, sua prevenção passa por evitar permanecer com as roupas úmidas por muito tempo, além de lavar roupas íntimas e de banho com sabão neutro, enxaguar abundantemente e deixar secar em local arejado. O tratamento para candidíase é um antifúngico oral ou vaginal, que deve ser prescrito pelo médico.

O herpes também pode se manifestar nestes períodos. A infecção é causada por vírus e sua reativação pode ocorrer devido a fatores como exposição à luz solar intensa, fadiga física e mental, estresse emocional, febre ou outras infecções que diminuam a resistência orgânica. Algumas pessoas têm maior possibilidade de apresentar os sintomas da doença.

Outras dicas podem proporcionar mais conforto para as mulheres durante o verão, como evitar usar calças apertadas e optar por vestidos ou saias e calcinhas de algodão. Manter a higiene íntima e optar por sabonete neutro, higiene das roupas íntimas e não compartilhar objetos de uso pessoal, como sabonetes e toalhas.

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Depressão já é a doença mais incapacitante, afirma a OMS

No mundo da depressão, o futuro já chegou. E as notícias não são boas.

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De acordo com previsões da OMS (Organização Mundial da Saúde) feitas no século passado, em 2030 o mal seria responsável por 9,8% do total de anos de vida saudável perdidos para doenças. Pois esse índice foi atingido em 2010.

E as perspectivas de melhora não são nem um pouco otimistas, segundo Kofi Annan, ex-secretário geral das Nações Unidas, que abriu o seminário “The Global Crisis of Depression” (A crise global da depressão), promovido pela revista britânica “The Economist” e realizado em Londres em novembro.

“A depressão atinge hoje quase 7% da população mundial –cerca de 400 milhões de pessoas”, apontou ele. “Incapacita os atingidos pela doença, coloca enorme peso em suas famílias e rouba da economia a energia e o talento das pessoas.”

Segundo ele, em 2010 os custos diretos e indiretos da depressão eram estimados em US$ 800 bilhões (mais de R$ 2 trilhões) no mundo todo. “E, de acordo com as previsões, esse custo deve mais do que dobrar nos próximos 20 anos”, alertou ele.

Um estudo apresentado no evento pelo diretor do Instituto de Psicologia Clínica e Psicoterapia da Technische Universitaet de Dresden, Alemanha, Hans-Ulrich Wittchen, sustenta esse cálculo.

A pesquisa analisou dados de 30 países de 2001 a 2011 para medir o tamanho das doenças mentais no continente e seu custo.

“Os males da mente são os mais prejudiciais e limitantes entre todos os grupos de doenças”, disse ele. “E a depressão, individualmente, é a mais incapacitante das doenças”, afirmou, citando dados da OMS e os que sua pesquisa levantou.

Os resultados, para a economia, são também gigantescos: em média, pessoas com depressão perdem cerca de oito dias de trabalho por mês, contra apenas dois da população “saudável”.
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O mal atinge principalmente as mulheres, especialmente em seu período fértil e mais produtivo.

“Há muitas implicações para as vidas das crianças e das famílias, pois há a transmissão de comportamentos depressivos para os filhos. Há dados que mostram que isso pode acontecer até mesmo na gravidez”, afirma Wittchen.

Os números, segundo ele, mostram que o risco de filhos de mães deprimidas terem depressão até os 25 anos é duas vezes mais alto do que entre filhos de mães que não sofreram de depressão.

Uma nova pesquisa Datafolha, encomendada pelo laboratório Eurofarma, também apontou que a depressão é uma condição familiar. Mais da metade (57%) dos entrevistados que têm a doença disse que tem outro membro na família com depressão.

O Datafolha ouviu 430 moradores de São Paulo–222 que receberam diagnóstico de depressão e fazem ou já fizeram tratamento e 208 familiares de pessoas com a doença.

A margem de erro é de sete pontos percentuais, taxa comum nesse tipo de estudo com amostra relativamente pequena, segundo Paulo Alves, gerente de pesquisa de mercado do Datafolha.

A principal causa da depressão citada tanto por doentes como por familiares são os problemas de saúde.

Já o segundo lugar da lista mostrou divergências curiosas. Questões familiares foram apontadas como causa da depressão por 28% dos doentes. Já os próprios familiares minimizaram sua parcela de culpa: só 21% citaram essa como causa da doença.

A pesquisa corrobora ainda o impacto que a depressão tem no trabalho: 37% dos doentes não fazem parte da população economicamente ativa, 11% deles por problemas decorrentes da doença.

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Dietas sem indicação e acompanhamento médico trazem riscos à saúde

De acordo com a Organização Mundial de Saúde cerca de 1,4 bilhões de pessoas com mais de 21 anos em todo o mundo apresentam sobrepeso. Destes, cerca de 500 milhões representam casos de obesidade. No Brasil, dados da pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) indicam que atualmente 50,8% dos brasileiros estão acima do peso ideal e 17,5% são obesos. A mudança de hábitos de alimentação e exercícios físicos são formas de obter resultados positivos contra este quadro global de saúde.

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Todo início de ano os brasileiros fazem promessas de novos hábitos de vida, mudanças e planos, sempre em busca de um ano novo melhor que o anterior. Com isto, é comum a busca por atividades físicas e, também, por dietas. A obesidade tornou-se uma indústria lucrativa, com os mais diversos tipos de dietas que prometem a resolução rápida do quadro. As dietas de moda levam a uma perda de peso rápida, mas, assim que são interrompidas, provocam aumento ponderal de peso, muitas vezes superando o anterior.

De acordo com a Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, uma alimentação nutricionalmente equilibrada, baseada em alimentos in natura e minimante processados (como grãos, tubérculos e raízes, legumes e verduras, frutas, leite, ovos, peixes, carnes), sem restrições drásticas, adaptadas à cultura, condição socioeconômica e estilo de vida é o melhor caminho para promoção da saúde e prevenção de enfermidades. Situações específicas e orientações de dietas com restrição de algum alimento e/ou nutriente devem ser avaliadas e orientadas por profissional habilitado, como o nutricionista.

De acordo com a OMS, além de uma alimentação equilibrada, os adultos devem praticar pelo menos uma atividade física regular durante 150 minutos por semana.

Ações do Ministério da Saúde – Ações de incentivo, apoio e proteção da saúde, devem combinar iniciativas focadas em políticas públicas saudáveis, no desenvolvimento de habilidades pessoais, na criação de ambientes saudáveis e na reorientação dos serviços de saúde na perspectiva da promoção da saúde. Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde lançou nova edição do Guia Alimentar para a População Brasileira, com cuidados e caminhos para alcançar uma alimentação saudável, saborosa e balanceada. O Guia orienta as pessoas a optarem por refeições caseiras e evitarem a alimentação em redes de fast food e produtos prontos que dispensam preparação culinária, como pratos congelados prontos para aquecer, molhos industrializados e misturas prontas para tortas, por exemplo. Outras recomendações são o uso moderado de óleos, gorduras, sal e açúcar ao temperar e cozinhar alimentos, e o consumo limitado de alimentos processados (queijos, embutidos, conservas), utilizando-os, preferencialmente, como ingredientes ou parte de refeições. Na hora da sobremesa, o ideal é preferir as caseiras, dispensando as industrializadas.

Com a alimentação, é possível prevenir enfermidades em ascensão como a obesidade, o diabetes e outras doenças crônicas, como AVC, infarto e câncer.

Comece o ano seguindo as principais dicas do Guia Alimentar:

1) Faça de alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, a base de sua alimentação;
2) Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias;
3) Limite o uso de alimentos processados, consumindo-os, em pequenas quantidades, como ingredientes de preparações culinárias ou como parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados;
4) Evite alimentos ultraprocessados.

As orientações do Guia Alimentar são para a escolha de alimentos para compor uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa e culturalmente apropriada e, ao mesmo tempo, promotora de sistemas alimentares social e ambientalmente sustentáveis.

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Daclatasvir, novo medicamento Hepatite C, recebe registro da Anvisa

Os pacientes que convivem com o vírus da hepatite C tiveram uma excelente notícia esta semana, o medicamento “daclatasvir” usado no tratamento da doença teve o registro liberado pela Anvisa. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou a importância da liberação dos medicamentos para os pacientes. “O daclatasvir é aquilo que temos de mais novo no tratamento da hepatite C.

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O Brasil será um dos primeiros países do mundo a incorporar e garantir aos pacientes que vivem com hepatite C a possibilidade de se tratarem com o que há de mais moderno. Ele será muito importante para os pacientes que vivem com HIV e que não podem fazer tratamento injetável”.

Este o primeiro de uma série de três medicamentos inovadores para o tratamento da doença e cujo registro está tramitando em regime de prioridade a pedido do Ministério da Saúde, que já estuda a incorporação dos produtos no Sistema Único de Saúde – SUS. São eles: sofosbuvir, daclatasvir e simeprevir. “Os outros dois medicamentos continuam com priorização requerida pelo Ministério da Saúde. E assim que os laboratórios concluírem a documentação o registro será liberado. Esperamos conseguir em 2015 não só analisar a incorporação tecnológica, mas também fazer aquisição e iniciar a distribuição. Reproduzindo em relação à hepatite C o que o Brasil já faz de maneira pioneira em relação ao tratamento da HIV/AIDS”, comentou Chioro.

O produtor de evento Gerson Guarino é portador de Hepatite C e aguarda ansiosamente a chegada do medicamento ao SUS. “Decidi, junto com o meu médico, aguardar os novos medicamentos. O tratamento atual causa uma série de efeitos colaterais e nem sempre o resultado esperado. Como minha saúde permite, preferimos esperar um pouco para ter um medicamento mais com mais chance de cura. Foi uma excelente notícia para os pacientes”, ressalta.

As evidências científicas apontam que os novos medicamentos apresentam um percentual maior de cura (até 90%), tempo reduzido de tratamento (passa das 48 semanas atuais para 12 semanas de tratamento) e a vantagem do uso oral. Esses medicamentos também podem ser utilizados em pacientes que aguardam por transplante ou que já realizaram transplante. Além disso, são medicamentos de menor toxicidade, com menos efeitos colaterais.

A cada ano quase 16 mil pessoas são tratadas contra hepatite C no SUS. A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV). A transmissão se dá, dentre outras formas, por meio de transfusão de sangue, compartilhamento de material para uso de drogas, objetos de higiene pessoal como lâminas de barbear e depilar, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam na confecção de tatuagem e colocação de piercings.

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Óleo, sal e açúcar podem ser utilizados com moderação nas refeições

O óleo, o sal e o açúcar podem fazer parte de uma dieta saudável. De acordo com o Novo Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, desde que utilizadas com moderação, esses produtos contribuem para uma alimentação mais diversificada e mais saborosa. É o que explica o coordenador geral de nutrição e alimentação do Ministério da Saúde, Eduardo Fernandes.

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“Nas recomendações da nova edição do Novo Guia Alimentar para a População Brasileira, existe inclusive a utilização de óleos, sal e açúcar nas preparações e no sentido das preparações culinárias que é incentivado no novo guia existe utilização dos óleos, sal e açúcar como ingredientes culinários. Então eles têm um papel na dieta que é assumido pelo novo guia, mas se sabe por outro lado que o excesso do consumo desses mesmos ingredientes está relacionado a maior risco de doenças crônicas, como tem por exemplo a vinculação do açúcar com a cárie dentária, a própria obesidade, o sal com hipertensão, as gorduras com problemas cardiovasculares”.

A professora de educação física de 26 anos, Clarissa Mara, sabe bem disso. Ela conta que na casa dela, toda a família consome pouco sal, óleo e açúcar para evitar problemas de saúde. “A minha mãe mesmo que faz a comida, ela coloca pouco sal, geralmente não fazemos muita fritura, porque a gente pode ter problema de saúde realmente, aumento da pressão, colesterol, tudo isso. Por exemplo, se for a salada, cada um coloca a sua quantidade e às vezes a gente come até sem mesmo. Evita mesmo”.

O coordenador geral de nutrição e alimentação do Ministério da Saúde, Eduardo Fernandes, ressalta que para ter uma refeição mais diversificada e saudável o ideal é diminuir a quantidade de sal, açúcar e óleo no preparo dos alimentos. “É muito mais a questão do hábito do paladar e esse paladar pode ser adaptado de uma forma mais saudável que trabalhe com quantidades menores e na própria questão das gorduras trabalhar o mínimo do uso das preparações culinárias para que tenha uma comida saborosa, diversificada, usando os ingredientes naturais mas sem o exagero.

Para ter alimentação saudável, o Ministério da Saúde recomenda que a pessoa coma bastante frutas, verduras e legumes, além de feijão, castanha, leite, queijo, carne e ovo, mas também é preciso evitar salgadinhos, doces e alimentos como lasanha de caixa.

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Férias exigem cuidados especiais com alimentação e hidratação

Férias: período de descanso e para muitas pessoas de descaso tanto com a alimentação quanto com a hidratação. Seja na praia ou na casa de campo, geralmente nesta época o cardápio costuma ser mais diverso e cheio de frituras e guloseimas.

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De acordo com a Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN) do Ministério da Saúde, é imprescindível que uma alimentação saudável e equilibrada seja levada a séria durante todo o ano, como recomenda o Guia Alimentar para a População Brasileira. Prefira sempre alimentos in natura (obtidos diretamente de plantas ou animais e não sofrem qualquer alteração após deixar a natureza) ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.

As férias de fim de ano coincidem com o início do verão e por isso a hidratação tem que ser reforçada nessa época. Tendo em vista o aspecto das mudanças no metabolismo diante o aumento das temperaturas e as mudanças de hábitos alimentares nessa estação do ano, o consumo de frutas, verduras e legumes e água são ainda mais importantes, pois auxiliam na hidratação e reposição de sais minerais perdidos na sudorese. Alimentos como melancia, laranja e melão, bem como saladas cruas, são ótimas opções para esse período do ano, segundo a CGAN, pois têm alto teor de água e por isso aumentam a sensação de saciedade e reduzem a sede. Preparações muito gordurosas e produtos ultraprocessados devem ficar de lado, considerando que são nutricionalmente desbalanceados.

Para evitar a desidratação, comum quando se vai à praia ou locais com muito sol, a ingestão mais frequente de água e sucos naturais sem açúcar também é recomendada. A Coordenação fria que a água é um alimento indispensável ao funcionamento adequado do organismo humano e essencial à vida. Nenhum outro nutriente tem tantas funções no organismo como ela, sendo sua ingestão diária crucial para a saúde humana. A quantidade a ser ingerida pode variar de acordo com a atividade física e com a temperatura ambiente. É importante lembrar que alimentos in natura, minimamente processados e preparações culinárias têm alto conteúdo de água.

Outro problema que infelizmente é recorrente durante as férias são as complicações que podem surgir após o consumo de determinados alimentos. Alimentos não corretamente higienizados, utensílios, sujos, insetos e as próprias pessoas podem ser fontes de contaminação. Para assegurar a qualidade da alimentação e evitar riscos de infecções ou intoxicações, os alimentos devem ser escolhidos, conservados e manipulados adequadamente, lembra a CGAN. Por isso é importante ficar de olho nas condições de higiene dos estabelecimentos escolhidos para as refeições. Alimentos devem ser adquiridos em mercados, feiras, sacolões, açougues e peixarias limpos e organizados e que ofereçam opções de boa qualidade e em bom estado de conservação. É importante que alimentos que necessitam de refrigeração fiquem o menor tempo possível exposto à temperatura ambiente.

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Exagerou no Fim de Ano? Veja dicas para desintoxicar

Depois de abusar na ceia natalina, é normal sentir inchaço, dores de cabeça e sintomas de má digestão. Para aliviar essa sensação de mal estar, a desintoxicação é uma aliada para limpar o organismo e deixá-lo “pronto” para a festa de Ano-Novo.

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“Quando a pessoa segue uma alimentação desregrada, ela está exposta a muitas toxinas prejudiciais ao fígado, ao rim e ao intestino. A detox serve como uma faxina no organismo, pois ajuda a melhorar o funcionamento dos órgãos”, orienta Elaine Fontes, do Spa Loongevity by Sisley.

Veja dicas para se desintoxicar depois da comilança de fim de ano:
Não consuma alimentos industrializados
Um dos segredos para desintoxicar é simples: retirar todos os alimentos industrializados e com corante da dieta. “Tudo que é artificial sobrecarrega o fígado”, diz a nutricionista especializada em nutrição funcional, Luciana Harfenist. “O fígado é o órgão responsável por eliminar essas substâncias artificiais que o corpo não consegue metabolizar, então cuidado com ele”

 

Beba mais de 2 litros de água

Ainda que os sucos e os chás sejam as bebidas favoritas de quem quer desintoxicar, a água não deve ser deixada de lado. A recomendação da nutricionista Elaine Fontes, do Spa Loongevity by Sisley, é ingerir até 2,5 litros por dia. “A água purifica o organismo. Para melhorar o funcionamento do corpo, é preciso beber água e se alimentar direito”, diz

 

Aumente o consumo de fibras

Além de eliminar as toxinas do organismo, a desintoxicação também tem como objetivo melhorar o trânsito intestinal, a digestão e assimilação dos nutrientes. “A má digestão costuma ser resultado de intolerâncias a certos alimentos, ou por eles chegarem intactos ao intestino ou por produzirem bactérias que interferem na digestão”, diz a nutricionista funcional Luciana Harfenist

 

Corte o açúcar

O açúcar também é “persona non grata” para quem tem o intuito de desintoxicar o corpo depois do Natal e do Ano Novo. A dica é priorizar outros alimentos com propriedades detox, como pimentão vermelho, repolho, aspargos, tomate, cebola, pimenta vermelha, iogurte, uvas vermelhas, alho, limão, abacaxi, cenoura, gergelim, salsa e folhas verdes.

 

Aposte em sucos e chás

Chás e sucos são termogênicos importantes. “Os chás são diuréticos e ajudam a drenar; alguns ativam o metabolismo, como o verde, o de gengibre e de hibisco”, afirma a nutricionista Luciana Harfenist. Os sucos devem ser preparados em centrífugas, e não no liquidificador, para preservar as propriedades das frutas. Para potencializar o detox, a nutricionista indica o abacaxi, a melancia e a couve

 

Inclua orgânicos no cardápio

Para limpar o organismo, escolha preferencialmente alimentos orgânicos, pois são isentos de insumos artificiais e hormônios. “O indicado é comer carne de gado alimentado com produção orgânica”, diz a nutricionista Luciana Harfenist. Sempre que possível, prefira peixes menores. “Atum ou salmão são mais propícios à contaminação por metais pesados que podem estar na água e não fazem bem à saúde”, diz

 

Corte as bebidas alcóolicas

Como o objetivo de desintoxicar é fazer uma faxina no organismo, é preciso cortar todo tipo de bebida alcóolica para melhorar o funcionamento do fígado, órgão responsável por metabolizar a gordura e o álcool

 

Pratique algum exercício

Para potencializar os efeitos detox e acelerar o metabolismo, o diretor técnico da Bio Ritmo, Saturno de Souza, indica alguma atividade física prazerosa. E alerta: cuidado para não se exercitar demais, pois sempre há o risco de sofrer lesões. “Caso a pessoa seja sedentária, 20 minutos de caminhada já vão garantir ganhos cardiovasculares”, diz

 

Busque orientação profissional

Poucos sabem, mas para realizar uma dieta detox eficaz, é preciso ter orientação nutricional. “Todo mundo pode ingerir alimentos com propriedades desintoxicantes, mas para fazer uma desintoxicação apropriada é preciso passar por exames e avaliações bioquímicas, para detectar alergias e intolerâncias e fazer as suplementações necessárias”, afirma a nutricionista funcional Luciana Harfenist.

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Dicas de saúde para o verão

Janeiro chega com férias e verão. Nessa época, é fácil abandonar a alimentação saudável e se expor demais ao sol. No entanto, aproveitar essa época do ano não significa se descuidar. Uma maior atenção com a pele, com a alimentação e com os olhos deve ser levada a sério. A seguir, dicas de especialistas.
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Pele – A professora Luciana Velloso da Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ) explica que os problemas de pele mais comuns no verão estão relacionados ao aumento da oleosidade, a maior produção de suor e ao efeito da exposição solar. Dentre eles, ela cita a brotoeja, as micoses, a fitofotodermatose (manchas causadas pelo contato com limão ou frutas cítricas e posterior exposição ao sol), as queimaduras solares, o herpes labial e a larva migrans ou bicho geográfico (causado pelo contato com areia de praia contaminada com fezes de cães ou gatos). Para evitar que uma dessas doenças se manifeste, a professora orienta as medidas de prevenção necessárias. “Os cuidados são proteção solar, manter áreas de dobras sempre secas, procurar estar em ambientes mais frescos e limpos e procurar auxílio médico em caso de aparecimento de uma dessas afecções, para iniciar o tratamento adequado”, diz. Apesar de não haver uma alimentação específica para atenuar ou impedir o aparecimento dessas doenças, a professora também recomenda comidas mais leve e ingestão de grande quantidade de líquidos devido à sua excessiva perda pelo corpo durante o calor.
Alimentação – Quanto aos cuidados com a alimentação, a consultora de nutrição da FitBox no Rio de Janeiro, Emanuelle Esteves, explica que a perfeita forma física para o verão que as pessoas tanto buscam ao longo do ano não deve ser abandonada quando, enfim, chega a estação. O fato de as temperaturas nessa época serem mais elevadas implica em uma probabilidade maior de alimentos consumidos fora de casa não terem refrigeração adequada, sendo impróprios para o consumo. Ou seja, a atenção com a alimentação deve ser redobrada. Caso contrário, sintomas como cólicas abdominais, dor de cabeça, náuseas, enjôo, vômito, diarréia e desidratação são recorrentes. “Mesmo com a mudança da rotina causada pelas férias, devemos consumir alimentos mais refrescantes, ricos em vitaminas, minerais e fibras e aumentar a ingestão hídrica, preferindo saladas, frutas, sucos, água de coco, legumes crus ou cozidos, peixes, aves sem pele, carnes bovinas magras e cereais integrais”, recomenda. Doces, balas, sorvetes, molhos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, alimentos gordurosos estão dentro das restrições dadas pela nutricionista. Segundo ela, beber dois litros de água e ter de 5 a 6 refeições por dia são hábitos indispensáveis.
Olhos – O cuidado com olhos também não pode ser deixado de lado. O oftalmologista Bruno Guimarães Novaes, diretor médico do Hospital Oftalmológico Santa Beatriz (RJ), explica que nem precisa haver excesso de exposição ao sol para que a visão seja comprometida. Com menos, os olhos já podem sofrer danos. Segundo o doutor, além de a luz ultravioleta ser prejudicial para a saúde ocular, o sol pode de fato queimar a córnea. “A utilização dos óculos escuros é muito importante, pois ele filtra a radiação emitida pelo sol, protegendo o olho”, recomenda. Outro alerta do oftalmologista é quanto ao cuidado com o sal do mar e a areia da praia, pois os grãos podem entrar nos olhos e arranhar a córnea. Todo a atenção é necessária.
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57,4 milhões de brasileiros têm doença crônica

Cerca de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a 57,4 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível (DCNT), segundo dados inéditos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS).

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O levantamento, realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que essas enfermidades atingem principalmente o sexo feminino (44,5%) – são 34,4 milhões de mulheres e 23 milhões de homens (33,4%) portadores de enfermidades crônicas.

As doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por mais de 72% das causas de mortes no Brasil. A hipertensão arterial, o diabetes, a doença crônica de coluna, o colesterol (principal fator de risco para as cardiovasculares) e a depressão são as que apresentam maior prevalência no País.

A existência dessas doenças está associada a fatores de risco como tabagismo, consumo abusivo de álcool, excesso de peso, níveis elevados de colesterol, baixo consumo de frutas e verduras e sedentarismo.

O estudo classificou ainda a presença das doenças crônicas por região, mostrando que o Sul e o Sudeste obtiveram os maiores índices – com 47,7% e 39,8%, respectivamente. Em números absolutos, isso significa 10,3 milhões de habitantes do Sul e 25,4 milhões do Sudeste.

O Centro-oeste é a terceira região com maior prevalência – 4 milhões de pessoas (37,5%), seguido do Nordeste e o Norte, com 36,3% e 32% dos habitantes – sendo 14 milhões de nordestinos e 3,4 milhões dos que vivem na região Norte.

Em todas as regiões as mulheres tiveram maior prevalência quando comparadas aos homens. Isso ocorre pelo fato delas procurarem atendimento em saúde de forma espontânea com mais frequência do que os homens, facilitando assim o diagnóstico de alguma possível doença crônica.

Realizada entre agosto de 2013 a fevereiro de 2014, a PNS tem como objetivo servir de base para que o Ministério da Saúde possa traçar suas políticas públicas para os próximos anos.

Durante o levantamento, foram entrevistados 63 mil adultos em domicílio, escolhidos por meio de sorteio entre os moradores da residência para responder ao questionário. Essa é a primeira parte da pesquisa; uma segunda fase trará informações resultadas dos exames de sangue, urina e aferição da pressão arterial dos brasileiros. 

Ministério da Saúde atua na prevenção e no combate de doenças crônicas

As Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) se caracterizam como um grande problema de saúde dos brasileiros, conforme comprova a PNS. São importante causa de mortalidade no País, além causarem outras enfermidades que afetam a capacidade e a qualidade de vida da população adulta.

Por isso, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 2011, o Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, com metas e ações previstas até 2022. Nesse contexto estão previstas a redução da mortalidade por DCNT em 25%, do consumo de sal em 30%, do tabaco em 30%, do álcool abusivo em 10%, da inatividade física em 10%, além do aumento da ingestão de frutas, legumes e verduras em 10% – com a expectativa de reduzir a hipertensão em 25% e frear o crescimento do diabetes e da obesidade.

Ainda com enfoque na prevenção e combate das doenças crônicas, o Ministério da Saúde tem investido no atendimento oferecido pela Atenção Básica, por meio da Estratégia Saúde da Família (ESF). O monitoramentorealizado pelo Ministério permitiu concluir que quanto maior a cobertura da (ESF) menor é a proporção de internações por condições sensíveis à atenção básica, como diabetes e hipertensão.

A cobertura da estratégia, que era de 49,2% em 2008, subiu para 55,3% em 2012. Já o número de internações por condições sensíveis à atenção básica, que era de 35,8% em 2008, caiu para 33,2% em 2012.

Nesse sentido, o Programa Mais Médicos levou mais de 14 mil profissionais para cerca de 3,7 mil municípios, beneficiando mais de 50 milhões de brasileiros em todo o país. Somente com esses médicos, o número geral de consultas realizadas em Unidades de Básicas de Saúde (UBS) cresceu quase 35% entre janeiro de 2013 e janeiro de 2014.

Entre os atendimentos, tiveram destaque os de pessoas com diabetes, que aumentaram cerca de 45%, e os de pacientes com hipertensão arterial, que aumentaram 5%. O encaminhamento a hospitais diminuiu em 20%, o que mostra um maior grau de resolubilidade da Atenção Básica.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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