Archive for the 'Qualidade de Vida' Category



Diabetes e o Esporte: exercícios em dias alternados são recomendados

O dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes (ou Diabetes Mellitus). É uma doença crônica que é representada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, a hiperglicemia.

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tipo 2 é o mais comum nas pessoas com mais de 40 anos, e sua causa não está bem definida, pois o que se sabe é que pessoas com maiores riscos de desenvolverem o diabetes têm familiares próximos com essa doença. Pelo menos duas das seguintes condições estão presentes: obesidade ou sobrepeso, principalmente aumento abdominal (“a famosa barriga”), falta de atividade física, usuários de medicações que aumentam os níveis de glicose no sangue (como os corticoides).

Em geral, independente do tipo, além do óbvio controle alimentar, a prática de atividades físicas, são fundamentais para manter os níveis de glicose e o peso adequados e evitar possíveis complicações da doença. Para que seja efetiva a prática física deve ser aeróbica (caminhar, nadar, andar de bicicleta…) em 60% e 40% de fortalecimento muscular, em dias alternados e sempre alternando, em cada dia, os músculos exigidos no treino, para dar chance de recuperação muscular entre um dia e outro de exercícios físicos.

Os sintomas mais comuns do diabetes são: muita sede, rápida perda de peso, muita fome, cansaço inexplicável, grande vontade de urinar, dificuldade para cicatrização, infecções frequentes, visão embaçada, tonturas e falta de concentração. Não é necessário ter todos os sintomas para se desconfiar da doença. Em muitos casos está associada a níveis elevados de pressão arterial e do LDL ( o colesterol ruim).

diabetes tipo 1 aparece quando o organismo produz pouco ou não produz o hormônio insulina, responsável pela regulação dos níveis de açúcar no sangue. Apesar de a doença aparecer em qualquer idade, o tipo 1 é mais comum em crianças e adolescentes até os 14 anos. Nos últimos anos, o número de crianças portadoras de diabetes tipo 1 vem crescendo, mas o tipo 2, que era comum em adultos obesos, também aumentou entre as crianças devido à alimentação inadequada e á falta de atividade física, que levam ao aumento de peso.

Prevenção e cuidados gerais

Para se prevenir do diabetes, tendo risco familiar e pessoal aumentado para isso, a prática de atividades físicas moderadas reduz em até 70% o risco de desenvolver a doença, pois aumenta a sensibilidade do organismo à insulina produzida, que eleva sua eficiência diminuindo o nível da glicemia.

hidratação é básica, pois em geral a função renal do diabético é mais sensível ao estado de desidratação mesmo leve. a prática regular de atividade física é eficaz para controle. Uso de medicamentos (antidiabéticos orais e insulinas) só deve ser prescrito e orientado pelo médico.

Cuidados com dietéticos

Incrivelmente, estudos científicos alertam para o consumo de refrigerantes dietéticos, pois indivíduos que ingeriram mais de um refrigerante dietético por dia apresentaram um risco 44% maior de desenvolver doenças metabólicas como diabete, hipertensão e elevação das gorduras no sangue (triglicérides) em comparação com aqueles que ingeriram menos de um refrigerante dietético por dia. Outro alerta é sobre alguns adoçantes que tem o radical sódio na fórmula, o que aumenta o risco de desenvolver hipertensão arterial (sacarina sódica, ciclamato sódico). Existem outros de bons resultados como a sucralose e o aspartame.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://globoesporte.globo.com/

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SACARINA ou ASPARTAME?

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Dieta rica em proteína animal aumenta risco de Diabetes

Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como a obesidade e o sedentarismo, por exemplo.

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Agora, cientistas franceses descobriram que diminuir o consumo de alimentos ricos em proteína animal também pode ser uma forma de reduzir o risco da condição. Isso porque esses alimentos aumentam a acidez no organismo, o que, segundo os pesquisadores, pode levar ao diabetes.

“Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2”, diz Guy Fagherazzi, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico Diabetologia. Segundo Fagherazzi, carnes, especialmente as processadas industrialmente, além de queijos e produtos derivados do leite, estão entre os alimentos mais acidificantes. Frutas e legumes, por outro lado, são alcalinizantes.

Os autores do estudo relacionaram os hábitos alimentares das mulheres com a chance de elas terem a doença e, depois, ajustaram os resultados de acordo com outros fatores de risco, como obesidade, sedentarismo e tabagismo. As conclusões da pesquisa indicaram que as participantes que mais consumiam alimentos que aumentam a acidez do organismo apresentaram um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que as que menos ingeriam esses alimentos.

A pesquisa ainda sugeriu que o efeito negativo desse tipo de alimentação é maior em mulheres que não apresentam outros fatores de risco para a doença do que entre aquelas que já são obesas ou sedentárias, por exemplo.

Os autores acreditam que uma maior acidez no organismo pode ajudar a aumentar o risco de resistência à insulina, levando ao diabetes. No entanto, eles admitem que são necessárias pesquisas maiores para que os resultados sejam confirmados.

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Descubra os mitos e verdades sobre o Diabetes

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Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Diabetes, há 12 milhões de diabéticos no País. Descubra alguns mitos e verdades sobre a doença:

1. Consumir muito doce causa diabetes? Mito. A doença surge porque o pâncreas para de produzir insulina (diabetes tipo 1) ou como reflexo de maus hábitos de vida, entre eles, obesidade e sedentarismo (diabetes tipo 2);

2. Diabetes gestacional traz riscos à mãe e ao bebê? Verdade. A mãe pode ter pré-eclâmpsia (hipertensão na gestação), ganhar peso excessivo e abortar precocemente enquanto a criança pode nascer muito grande, apresentar insuficiência pulmonar ou sofrer traumatismos;

3. Todo o diabético precisa de insulina? Mito. O uso de insulina depende do tipo de diabetes. No tipo 1 o hormônio é fundamental para a sobrevivência do paciente, mas no tipo 2 geralmente o controle é feito com medicamento oral;

4. Mulheres com diabetes podem engravidar? Verdade. A doença não impede a possibilidade da gestação nem do ato de amamentar. Nesse caso, a única recomendação é planejar a gravidez para a mulher prevenir complicações;

5. O diabético não pode consumir frutas? Mito. O portador de diabetes pode comer de tudo, inclusive doce, desde que em porções menores e de acordo com orientação da nutricionista. Algumas frutas têm mais frutose (açúcar), mas isso não significa que são proibidas;

6. O tratamento do diabetes permite uma vida duradoura? Verdade. O controle da glicemia associado aos hábitos de vida saudáveis permite que o paciente viva mais e com saúde. O diabetes não impede viagens, baladas, prática de exercícios e etc;

7. Todo diabético vai ter problemas nos pés? Mito. Se o paciente seguir o tratamento corretamente, ele consegue prevenir tanto a neuropatia diabética (falta de sensibilidade nos pés) como qualquer outra complicação decorrente da doença;

8. O estresse ajuda a descontrolar a glicemia? Verdade. O estresse, a depressão e a ansiedade podem alterar os valores de glicemia, por isso é sempre importante manter a calma;

9. O diabético não pode ingerir bebida alcoólica? Mito. O consumo de álcool é permitido desde que com alguns cuidados e moderação. A recomendação é sempre beber junto a uma refeição e nunca de “estômago vazio” porque o álcool tende a diminuir a glicemia e levar a um quadro de hipoglicemia;

10. O diabético pode comer alimento diet e light à vontade? Mito. Nem todos os alimentos dessas categorias são totalmente isentos de açúcar. Por isso, é importante sempre verificar o rótulo e consumi-los com moderação;

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Má Alimentação e Estilo de Vida são vilões do Diabetes

Ano após ano, o número de pessoas diagnosticadas com diabetes só aumenta. A previsão da ciência e dos especialistas é bastante pessimista. Hoje, em todo o mundo, 382 milhões são portadores da doença, segundo dado deste ano da IDF (Federação Internacional do Diabetes). Em 2035, a estimativa é que este número salte para 592 milhões. Em 2000, havia 177 milhões de diabéticos no planeta.

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No Brasil, a situação é a mesma. O número de portadores de diabetes deverá subir dos 13,4 milhões atuais para 19,6 milhões em 2030. O crescimento deve ser de 58% em apenas 20 anos, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde). O País é o quarto em número de diabéticos no mundo, só perde para China, Índia e Estados Unidos. Não pense que você não poderá fazer parte desse grupo. Além da hereditariedade, o estilo de vida e a má alimentação são os dois grandes vilões para se desenvolver o diabetes, de acordo com os especialistas ouvidos pelo Portal R7.

Doença crônica da modernidade, a obesidade é um dos principais fatores para o desencadeamento do diabetes tipo 2, conforme explica o endocrinologista Balduíno Tschiedel, presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes).

— A obesidade está aumentando por causa do estilo de vida. As pessoas cada vez menos precisam fazer esforço físico para exercer as atividades do dia a dia, isso por conta dos avanços tecnológicos. Elas exercem menos atividade física e as porções de alimentos estão aumentando. Há mais gordura, mais açucares para o alimento ficar cada vez mais chamativo.

Além da oferta em abundância de verdadeiras “bombas calóricas”, o presidente da SBD chama atenção para a facilidade de acesso. Segundo ele, a vida corrida leva muita gente a trocar um prato saudável por uma alimentação fast food recheada de gordura e muito açúcar.

— Gostoso e barato: quem não quer? Antigamente, a oferta era longínqua. Basta ver fotos de 20, 30, 40 anos atrás. O índice de massa corporal era bem menor do que de hoje. Com R$ 1 você compra um salgado, em qualquer lugar do País. Isso é algo muito difícil de combater. Não vejo luz no fim do túnel, não devemos desistir.

Assim como Tschiedel, o presidente da Adiabc (Associação de Diabetes do ABC) e coordenador da campanha do Dia Mundial do Diabetes da SBD, Márcio Krakauer, diz que “não há expectativa de se reduzir o número de pessoas com diabetes”.

— A indústria de alimentos atua fortemente em propagandas de produtos não saudáveis, atraindo a atenção da população e o consumo exagerado. Diante deste cenário, fica muito difícil ser otimista em relação á redução da obesidade e diabetes.

Apesar de ter 90% dos portadores de diabetes ser do tipo 2, o número de pessoas com diabetes tipo 1 curiosamente também está aumentando em todo mundo, segundo Tschiedel. De acordo com dados da IDF, 79 mil crianças nascem portadora desta doença todos os anos em todo o mundo. Vale ressaltar que 90% de quem sofre com a doença é portador do tipo 2.

— Não se sabe exatamente porque, talvez algum componente na alimentação que esteja provocando o corpo. Há várias possibilidades, produtos na alimentação, a questão da vacinação excessiva, já que hoje existem vacinas para tudo. Não sabemos….há vários estudos.

Conscientização para vida saudável

Apesar de pessimista em relação ao prognóstico para o futuro, o presidente da SBD afirma que há esperança para a mudança no avanço da obesidade e do diabetes.

— Acho que é muito difícil combater, não há fórmula, mas é necessário ter rede de imprensa, com igrejas, entidades médicas agindo em conjunto claro, com ajuda do governo, para mudar. É necessário fazer campanhas inteligentes e começar, por exemplo, com a mudança na merenda escolar que pode ser feita com menos gorduras e açúcares.

Além dos cuidados com alimentação e incluir exercícios físicos na rotina, o ginecologista e obstetra Abner Leão alerta para o diagnóstico precoce da doença.

— Diabetes é terrível, e é uma doença silenciosa, mas controlável. Muita gente não sabe que tem. Quando viu já perdeu o olho ou outras coisas terríveis já aconteceu. Por isso, é necessário fazer o diagnóstico precoce.

Diabetes tipo 1 X tipo 2

O diabetes tipo 1 geralmente é diagnosticado na infância ou adolescência e representa 10% de todos os casos da doença. Como o pâncreas não produz insulina, é preciso administrá-la por meio de injeções diárias do hormônio. Além do medicamento, a prática de atividade física e uma alimentação balanceada também fazem parte do tratamento, reforça Krakauer.

—  A maioria dos casos de diabetes é caracterizada como tipo 2. A doença costuma dar os primeiros sinais depois dos 40 anos, em indivíduos sedentários e bem acima do peso. Os quilos extras fazem com que o corpo não utilize a insulina de forma correta, ou seja, a gordura abdominal impede que o hormônio funcione normalmente. Esta situação é chamada de resistência à insulina.

Além da dieta alimentar, os comprimidos e, às vezes, a insulina, ao lado da prática regular de atividade física entram em cena. O diabetes tipo 2 é mais prevalente na população, representando 90% de todos os casos da doença.

— Embora mais comum em adultos, as crianças também podem desenvolvê-lo, especialmente se tiverem pais com diabetes. Caso estejam acima do peso, não pratiquem exercício físico e mantenham as refeições baseadas em fast-food e outros alimentos ricos em carboidratos, açúcares e gorduras, o risco aumenta ainda mais.

Diabetes gestacional

Acontece quando as taxas de glicose se elevam pela primeira vez durante a gestação. É possível ter uma gravidez tranquila desde que a futura mamãe mantenha uma alimentação saudável e pratique exercício físico. O diabetes tende a desaparecer ao final da gestação, mas existe o risco dele retornar em outras gestações ou ainda se instalar de vez com o passar dos anos.

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Dia Mundial do Diabetes

Dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes – 150 países, inclusive o Brasil, estão realizando ações para conscientizar as pessoas sobre a importância desta doença que tem atingido cada vez mais jovens. Eles são, inclusive, o tema da campanha desse ano, uma vez que mais de 200 crianças desenvolvem diabetes a cada dia.

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Os números são mesmo alarmantes: segundo estimativa recente da International Diabetes Federation (IDF) há cerca de 250 milhões de diabéticos (adultos, jovens e crianças) no mundo. Em 2025, este número deve chegar a 380 milhões. Só no Brasil, são contabilizados 11 milhões de portadores da doença, considerada uma das principais causas de mortalidade no mundo – quase quatro milhões morrem, a cada ano, devido às complicações do diabetes não controlado. Por isso, a detecção precoce da doença é vital.

O diabetes se caracteriza pela ausência (diabetes tipo I) ou pela irregularidade (diabetes tipo II) da produção de insulina pelo pâncreas, um hormônio que permite o aproveitamento, pelas células, da glicose (açúcar) contida nos alimentos, transformada então em energia para o organismo desempenhar suas funções. Se a glicose não é absorvida, começa a ser acumulada na corrente sanguínea, gerando a hiperglicemia – taxa alta de açúcar no sangue – que pode causar muitos problemas de saúde, como nefropatia (doença renal), cegueira e doenças do aparelho cardiovascular (infarto e acidente vascular cerebral, por exemplo).

O diabetes tipo I está relacionado à genética, à história familiar, e acomete muitos jovens. Já o tipo II é o mais comum, respondendo por mais de 90% dos casos da doença, e atinge pessoas geralmente acima dos 40 anos. “A genética também é uma causa importante, mas o diabetes tipo II está intimamente associado ao estilo de vida moderno. O sedentarismo, os maus hábitos alimentares e a obesidade são fatores fortíssimos que predispõem o aparecimento deste tipo de diabetes. É por isso que estamos vendo cada vez mais jovens vítimas dessa forma da doença”, alerta João Régis Carneiro, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Estima-se que para cada paciente diagnosticado como diabético existe outro que não sabe ser portador da doença, o que configura um perigo muito grande, pois muitos estão hoje convivendo com o diabetes sem receber qualquer tipo de tratamento. Entre os diversos sintomas resultantes do excesso de glicose na circulação sangüínea podemos citar: urinar em excesso várias vezes ao dia e também à noite, sentir sede excessiva, aumento do apetite, ter perda de peso, sentir cansaço extremo, câimbras, dormência nas extremidades, boca seca e visão turva. “Pacientes com diabetes tipo II podem apresentar sintomas menos evidentes. Daí a possibilidade de ficarem anos sem diagnóstico”, destaca João Régis Carneiro.

Mas a detecção da doença é simples. Além de avaliar os sintomas externos, é necessário fazer um exame de sangue, em jejum, para checar a dosagem de açúcar na corrente sanguínea. “Uma pessoa normal terá taxa inferior a 100mg de glicose por decilitro (dl). Entre 100 mg/dl e 126 mg/dl, o indivíduo é diagnosticado como intolerante à glicose, ou seja, não é diabético mas também não pode ser considerado normal. A partir de 126 mg/dl o diagnóstico de diabetes pode ser estabelecido desde que repetido ou confirmado pelos sintomas externos”, explica o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.

O tratamento da doença é igualmente simples. Os diabéticos do tipo I, aqueles cujo organismo parou de produzir insulina, são tratados através da administração subcutânea deste hormônio. “Existem vários tipos de insulina. Hoje, as formas de aplicação são muito facilitadas por modernos aplicadores: canetas especiais ou até mesmo bombas de infusão portáteis. No caso do tipo II, existem muitas medicações que podem agir tanto estimulando a produção de insulina pelas células beta do pâncreas, como também facilitando a ação da insulina nos tecidos”, explica o médico João Régis Carneiro.

Outro cuidado essencial é o com a alimentação, mas não pense que isso significa uma restrição especial, porque na verdade a dieta do diabético se aproxima cada vez mais da dieta de uma pessoal normal. Não existe mais essa história de cortar carboidratos, não há mais impedimentos radicais. “Nosso organismo precisa de todos os nutrientes, sendo que os carboidratos – cenoura, pão, arroz, batata, etc – devem representar 40% das calorias que ingerimos. Mas fast food, bolos, biscoitos e demais guloseimas, nem pensar! Eles não podem substituir refeições ou serem ingeridos freqüentemente pelos diabéticos e nem pelas pessoas saudáveis. De vez em quando até vai, mas é preciso dosar as quantidades”, esclarece a nutróloga Ellen Simone Paiva, do Centro Integrado de Nutrição (Citen), em São Paulo.

Segundo ela, o importante é que o diabético siga, também, uma alimentação balanceada que mantenha seu peso ideal (80% dos portadores da doença estão acima do peso). A nutróloga enfatiza, além disso, a importância dos horários das refeições. “É essencial ter horários para comer e não pular refeições, ajudando a regular e manter o nível de açúcar no sangue sempre estabilizado”, aconselha Ellen Simone Paiva.

Se o diabetes for controlado, o portador da doença pode levar uma vida absolutamente normal. Pode viajar, namorar, trabalhar, ser atleta ou o que for. Basta apenas ter disciplina, cuidar da alimentação, não fumar, ingerir álcool de forma moderada e praticar uma atividade física adequada regularmente e com acompanhamento profissional – recomendações que se estendem, afinal, a todas as pessoas, diabéticas ou não.

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Coluna da Rede Gestão – Gestão de Benefícios e Qualidade de Vida

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Poluição Sonora é problema das Metrópoles

O crescimento desordenado das cidades faz com que as pessoas fiquem expostas cada vez mais a elevados índices de ruídos. A poluição sonora é constituída de qualquer ruído capaz de produzir incômodo ou malefícios à saúde. Além disso, ele é um dos principais problemas ambientais dos grandes centros urbanos.

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Segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS), a poluição sonora é hoje, depois do ar e da água, o problema ambiental que afeta o maior número de pessoas. O mal passou a ser considerado uma das três prioridades ecológicas para a próxima década.

O excesso de ruído pode afetar o indivíduo sob vários aspectos, podendo causar perda auditiva, alterações orgânicas, emocionais e sociais. Todos esses prejuízos dependem do nível de barulho ao qual a pessoa está exposta, bem como o tempo de exposição.

O ruído pode causar problemas como distúrbios cardiovasculares e gastrointestinais, dor de cabeça, cansaço, irritabilidade, estresse, distúrbios do sono, diminuição da atenção/concentração, aumento do risco de acidentes de trabalho (pela falta de concentração), redução da potência sexual, distúrbios da comunicação, entre outros.

O nível de intensidade sonora se expressa habitualmente em decibéis (db) e é apurado com a utilização de um aparelho chamado decibelímetro. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) possui recomendações visando o conforto auditivo. Uma sala de estar, por exemplo, pode ter no máximo 50 decibéis (db), e um dormitório, 45db. Acima disso, pode haver desconforto.

Segundo a professora do curso de Fonoaudiologia do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Alessadra Giannella Samelli, um indivíduo que mora em frente ao Minhocão, em São Paulo, está exposto, em média, a 75 db com a janela aberta, o trânsito não congestionado e fora do horário do rush. Quando o fluxo de veículos é intenso, o nível de ruído pode chegar, em média, de 90 db a 130 db. “Seria o equivalente a ficar próximo de uma decolagem de um avião ou a assistir a uma orquestra sentado na primeira fileira”, afirmou o diretor da Sociedade Paranaense de Otorrinolaringologia Eduardo Baptistella.

O índice é acima do recomendado pela OMS, a qual considera que o nível de barulho não deva ultrapassar 70 db e, acima de 85 db, ele pode começar a danificar o mecanismo de audição. Na natureza, poucos ruídos atingem essa marca, com exceção das trovoadas, das grandes cachoeiras e das explosões vulcânicas.

Muitas vezes as pessoas estão expostas também ao ruído no local de trabalho, como é o caso de garçons, operários e músicos. Para esses casos, é recomendado o uso de protetores auditivos. A exposição a níveis prejudiciais à saúde é regulamentada por lei.

Conforme Norma Regulamentada nº15, do Ministério do Trabalho, o tempo máximo permitido de exposição a um determinado nível de trabalho é de 85 dB por 8 horas, 90 dB por 4 horas, 95 dB por 2 horas e 100 dB por 1 hora. “Mesmo seguindo essas regras, o trabalhador exposto a mais de 85 dB deve utilizar constantemente protetor auditivo, para evitar perdas futuras”, ressaltou Alessandra.

A professora da USP recomenda que os motoristas andem com as janelas fechadas e não utilizem rádio em volume intenso. Já os profissionais de telemarketing devem alternar o fone entre as orelhas a cada 1 hora e meia. “Para todos os profissionais expostos a ruídos, durante o descanso, faça repouso acústico! Fique em silêncio! Suas orelhas precisam disso”, falou.

Baptistella disse ainda que os trabalhadores devem exigir que o estabelecimento tenha um médico do trabalho ou um profissional de segurança no trabalho, que afira a quantidade de ruído a que estão expostos e então cumpra-se o período de exposição máximo recomendado pelas normas do Ministério do Trabalho.

Após perda de audição causada pelo ruído, não há como reverter os seus efeitos. O aparelho pode ser utilizado em alguns casos, dependendo do grau de comprometimento, mas ele não restaurará o dano. A única solução indicada para perda auditiva causada pelo excesso de barulho é a prevenção.

Por isso, é importante que as pessoas fiquem atentas a alguns sintomas causados pela poluição sonora, como dificuldade em ouvir ou entender a fala, principalmente na presença de ruídos de fundo; zumbido, tontura, desconforto com sons elevados, entre outros.

Esses sintomas podem indicar início de perda auditiva ou que o prejuízo já está instalado. Neste caso, deve-se consultar um fonoaudiólogo para realização de audiometria – exame que mede a audição, e consultar um otorrinolaringologista.

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Surdez Ocupacional

Perda da audição, por lesão do ouvido interno, provocada pela exposição ao ruído ou à vibração existentes nos ambientes de trabalho.

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A surdez induzida pelo ruído é, atualmente, uma das doenças profissionais mais freqüentes no Brasil, respondendo por cerca de metade dos casos de doenças profissionais registradas no país. Embora o ruído ocorra nas mais variadas atividades produtivas, a maior exposição ocupacional ocorre nos setores metalúrgico, mecânico, gráfico, têxtil, químico-petroquímico, alimentos, bebidas e de transportes.

Notificação da Surdez profissional

Considera-se doença profissional, com obrigatoriedade de notificação à Previdência Social através da emissão da Comunicação de Acidentes de Trabalho – CAT, toda alteração do limiar auditivo que supere o valor de 25 decibéis, desde que apresente história ocupacional e traçado audiométrico compatíveis: exposição a ruído e alterações no audiograma que se iniciam e são mais acentuadas nas freqüências altas (6000, 4000 e 3000).

Sintomas principais

Diminuição gradual da audição, decorrente da exposição continuada a níveis elevados de ruído;

a instalação da surdez profissional é influenciada, principalmente, pelos seguintes fatores: tempo de exposição, susceptibilidade individual e características físicas do ruído (tipo, espectro e nível de pressão sonora);

a perda da audição é sempre decorrente de lesão do nervo auditivo, em razão do dano causado às células do órgão de Corti localizado no ouvido interno, e pode ser agravada pela exposição simultânea a produtos químicos e às vibrações. Uma vez instalada, a perda auditiva é irreversível e quase sempre atinge os dois ouvidos;

manifesta-se, primeira e predominantemente, nas freqüências altas (sons agudos de 6000, 4000 e 3000 Hertz ) e, com o agravamento da lesão, estende-se às freqüências baixas (sons graves de 2000, 1000, 500 e 250 Hertz);

raramente leva à perda auditiva profunda pois, geralmente, não ultrapassa os 40 decibéis nas baixas  freqüências e os 75 decibéis nas freqüências altas, atingindo o seu nível máximo após cerca de 10 a 15 anos de exposição sob condições estáveis de ruído. Uma vez cessada a exposição ao ruído intenso, não deverá haver progressão da surdez profissional;

além da perda auditiva podem ocorrer intolerância a sons intensos, zumbidos, dificuldades na comunicação social e outros comprometimentos orgânicos, tais como estresse, distúrbios da atenção, do sono e do humor, alterações transitórias na pressão arterial, distúrbios gástricos, entre outros sintomas.

Tratamento

A perda auditiva induzida pelo ruído é de natureza nervosa (neurossensorial) e, portanto, irreversível, pois as células sensoriais do órgão de Corti não se regeneram depois de destruídas. Não existe tratamento clínico para restaurar a audição e os aparelhos de amplificação sonora individual (aparelhos de surdez) são de difícil adaptação. O melhor procedimento diante da surdez profissional ainda é a prevenção.

Programa de Conservação Auditiva – PCA

O Programa de Conservação Auditiva – PCA é um conjunto de medidas a serem desenvolvidas pela empresa com o objetivo de prevenir a instalação ou a evolução de perdas da audição, devendo contemplar, pelo menos, a avaliação ambiental do ruído, o monitoramento da exposição ao ruído, medidas de proteção coletiva e individual, um programa de controle médico e um programa educativo.

Avaliação ambiental (mapeamento de área)

Utiliza-se um medidor portátil de nível de pressão sonora (decibelímetro), sendo que as medições devem ser realizadas por profissionais habilitados. As medições devem ser realizadas em condições operacionais normais, juntamente à zona auditiva do trabalhador. No mapeamento de cada área, os pontos de medição deverão corresponder às intersecções de uma malha de 3 x 3 metros. Os tempos de exposição aos níveis de ruído não devem exceder os limites de tolerância fixados nos Anexos Nº 1 e 2 da NR-15 da Portaria 3214/78. De acordo com essa legislação, 85 dB é a máxima exposição permissível para uma jornada de trabalho de 8 horas. Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constante, são recomendados níveis de ruído de até 65 dB(A).

Monitoramento da exposição ao ruído

Utiliza-se um dosímetro com critério de 85 dB(A) como limite de tolerância para 8 horas de trabalho. A caracterização da exposição deve ser realizada de maneira individual, buscando definir a dose de ruído recebida por cada um dos trabalhadores do ambiente. Em certas situações, é indicado a utilização da metodologia de “Grupos Homogêneos de Exposição” (AIHA-American Industrial Hygiene Association). As dosimetrias devem ser realizadas em condições operacionais normais e as amostragens devem cobrir toda jornada de trabalho.

Medidas de Proteção Coletiva

Medidas Organizativas

Têm como objetivo alterar o esquema de trabalho ou das operações, produzindo redução da exposição. Exemplos:

redução da jornada de trabalho;

introdução de pausas durante o trabalho;

mudança de setor de trabalho ou alternância para funções compatíveis;

alternância do funcionamento de máquinas e equipamentos ruidosos.

Medidas de Controle Ambiental

São medidas de engenharia que, introduzindo modificações ou mudanças nos equipamentos, provocam alterações na emissão de ruído na fonte ou na transmissão, reduzem o nível de ruído que atinge o ouvido do trabalhador. Exemplos:

implantação e/ou otimização do programa de manutenção preventiva e corretiva em máquinas e equipamentos;

reorganização do “lay-out” da empresa;

introdução de modificações em máquinas e equipamentos (silenciosos);

enclausuramento de máquinas e equipamentos;

isolamento de setores da empresa;

construção de anteparos;

tratamento acústico em paredes e tetos e,

construção de cabines isolantes para pausas durante o trabalho.

Medidas de Proteção Individual: Protetores Auriculares

Os protetores auriculares devem ser fornecidos quando o empregador comprovar a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou, ainda, em caráter complementar ou emergencial. Os trabalhadores devem ser treinados quanto a correta utilização e manutenção dos protetores auriculares, devendo ser orientados sobre as limitações de proteção que eles oferecem.

Tipos de protetores auriculares

tipo concha: reduz a transmissão aérea e óssea do ruído ambiental;

de inserção: reduz apenas a transmissão aérea, não interferindo na transmissão óssea do ruído ambiental. Podem ser:

moldados: de borracha ou plástico, de forma definida e tamanhos pequeno, médio e grande e são reaproveitáveis;

moldáveis: de algodão, papel, cera ou fibras sintéticas, adotam a forma do canal auditivo e são usados somente uma vez.

Programa de Controle Médico

Monitoramento dos trabalhadores expostos a ruído através de audiometrias realizados por ocasião do exame admissional, seis meses após a admissão e, posteriormente, a cada ano. As diretrizes e os parâmetros mínimos para avaliação e acompanhamento da audição em trabalhadores expostos a níveis de pressão sonora elevados estão estabelecidos no Anexo I do Quadro da NR-7 da Portaria 3214/78.

Programa Educativo

Um programa educativo deve ser desenvolvido com o objetivo de levar ao conhecimento, tanto de trabalhadores como de empregadores, os riscos à exposição ao ruído e as medidas de proteção que podem ser adotadas.

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Dormiu ouvindo, acordou surdo

Aos 17 anos, Dennis Brandão foi dormir ouvindo. Quando acordou, estava surdo. “Foi desesperador”, lembra o hoje assessor comercial, de 36 anos. Na época, a primeira coisa foi imaginar que o problema pudesse ser consequência de um quadro gripal que teria afetado o ouvido. Com o passar dos dias, sem regressão do problema, ele foi internado e tiveram início as investigações. Foi então que os médicos constataram que se tratava de um quadro grave de surdez bilateral, mas não souberam precisar as causas. No caso de Dennis, a surdez súbita tornou-se definitiva.

 

Acredita-se que a surdez súbita – que pode ser leve, moderada, profunda ou total – acometa de 5 a 20 indivíduos a cada 100 mil. Estudos alemães recentes relatam incidência de até 300 em cada 100 mil pessoas. “No Brasil não temos dados epidemiológicos oficiais. Mas apesar de parecer uma incidência baixa, a surdez súbita tem grande importância pela alta morbidade causada, pois ela afeta a audição e envolve aspectos emocionais, sociais e profissionais na vida do paciente”, diz médica Ana Cristina Kfouri, otorrinolaringologista e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Causas diversas

Não se trata exatamente de uma doença. “A perda auditiva repentina é um sintoma que pode denunciar a presença das mais diversas patologias. Algumas vezes descobrimos a razão do problema, mas na maioria dos casos ela é considerada idiopática, ou seja, não tem causa aparente”, explica a otorrino Norma Penido, chefe de clínica do Setor Interdisciplinar de Otologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Entre as principais causas conhecidas (cerca de 10 a 15% dos casos, em estágio inicial) tem-se drogas ototóxicas, trauma acústico, trauma mecânico, fístula labiríntica, acometimentos neurológicos (neurinoma do nervo cocleovestibular, acidente vascular cerebral, esclerose múltipla), causas neoplasicas (tumores, carcinomatoses meníngeas, mieloma múltiplo, leucemia) e radioterapia. “O restante supõem-se que sejam casos provocados por problemas virais, vasculares, autoimunes e psicossomáticos”, diz Ana Kfouri.

Quando se conhece a raiz da enfermidade, as chances de recuperação aumentam. “A partir do momento em que encontro a etiologia – um tumor, por exemplo –, irei direcionar o tratamento a ela. Assim estarei tratando também a surdez súbita. Muitas vezes, porém, apesar da medicação e até do uso de aparelhos auditivos, não há o que se fazer para restabelecer a audição”, diz a médica da Unifesp.

Em casos de surdez súbita idiopática, a recuperação pode ser total em 25% dos casos, parcial em 50%, mas 25% dos pacientes não restauram a audição.

Quando existe melhora (espontânea ou seguida de tratamento medicamentoso) ela acontece, geralmente, nas duas primeiras semanas. Mas também pode demorar até cerca de seis meses. “Há fatores prognósticos que dão indícios quanto à maior ou menor chance de recuperação do paciente, tais como intensidade da perda auditiva, tipo da curva audiométrica, exame vestibular alterado e demora para início do tratamento”, argumenta a médica da Santa Casa.

Quando procurar o médico

O indivíduo pode se perceber surdo de repente ou notar perda progressiva em até 72 horas. Em 70% dos casos, o quadro pode estar associado a zumbidos e, em 40%, tonturas. É o que geralmente leva a pessoa a procurar o médico.

Segundo as especialistas, fatores sócio-econômico-culturais influenciam a busca por ajuda. “Muitas pessoas não procuram o médico por desconhecerem os possíveis problemas que podem afetar o ouvido além de dor; outros, porque não querem faltar ao trabalho (já que não dói, depois passa). Muitos até tentam, mas não conseguem vagas no serviço público de saúde. E, por fim, o indivíduo até chega ao clínico geral – mas alguns colegas, por despreparo, mal examinam o paciente ou acham que se trata de uma simples rolha de cera e não fazem o encaminhamento ao especialista. Por isso não conseguimos estabelecer a incidência desta afecção em nosso País e temos tanta dificuldade para pesquisas clínicas sobre o assunto”, analisa Ana Cristina Kfouri.

Tratamentos propostos

Em uma fase inicial, os especialistas indicam o uso de corticóides sistêmicos (desde que não haja contra-indicação expressa), podendo-se associar vasodilatadores (pentoxifilina ou betahistina ou até ginkgo biloba). “O uso de antivirais é contraditório: alguns estudos relatam melhora; outros, dizem que seu efeito é o mesmo de um placebo. Atualmente, tratamentos ‘alternativos’ como câmara hiperbárica e corticóide intratimpânico têm sido estudados, mas com eficácia ainda discutível. Em uma deficiência auditiva refratária, alguns colegas têm indicado também a acupuntura, porém os resultados não são significativos”, explica a otorrino Ana Kfouri.

Os aparelhos auditivos – e até mesmo o implante coclear – são indicados em casos em que não existem mais chances de recuperação com uso de medicação e quando há condições para tal utilização.

Final feliz para Dennis

O assessor comercial Dennis Brandão ficou sem ouvir por quase 15 anos. “Foi um choque perder a audição. Apesar disso, procurei levar uma vida normal, fiz faculdade, me formei em administração. Mas não escapei de períodos mais difíceis, sofrendo discriminação no trabalho – exercendo uma função inferior à minha capacidade pelo fato de ser surdo – e até mergulhando na depressão”, conta.

Em 2005, depois de experimentar aparelhos auditivos sem sucesso, ele se submeteu a uma cirurgia de implante coclear. “Mesmo sem a garantia de que voltaria a ouvir, arrisquei. Meu sonho era escutar uma buzina, um apito”.

O procedimento foi um sucesso e aos poucos ele foi resgatando a memória auditiva. E não esquece a primeira música que ouviu. “Foi uma canção do Wando, com aquele refrão ‘meu iaiá, meu ioiô’”, cantarola.

O implante foi feito no lado esquerdo – convênios médicos cobrem a cirurgia, mas só autorizam em um dos ouvidos e Dennis ainda batalha para realizar a operação no outro lado. Mas o fato mudou sua vida. “Progredi profissionalmente e até me casei. Voltar a ouvir me reintegrou à sociedade”, finaliza.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.ig.com.br

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