Posts Tagged 'bem-estar'



5 Benefícios que a Amizade traz para sua Vida

Como um flashback, tente relembrar os momentos mais marcantes que você já viveu. Na maioria deles, quem estava do seu lado? Certamente, aqueles que você pode chamar de amigos. Escolhidos a dedo ou impostos pelo acaso, eles servem de combustível para enfrentarmos desafios do dia a dia, dividindo experiências boas e ruins.

bons-amigos-3-472

“A amizade é uma das formas de aprimoramento do ser humano”, afirma a psicóloga Marina Vasconcelos. Ela rompe as fronteiras do preconceito e torna-se essencial, seja entre colegas, vizinhos, pais e filhos, irmãos, namorados ou marido e mulher. E o seu corpo agradece: ter amigos traz benefícios tanto para a saúde mental como física. Confira oito vantagens de cultivar sempre seu círculo social:

Risco menor de doenças
Pesquisas confirmam: seu corpo fica mais imune a problemas de saúde. Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, identificaram que pessoas muito solitárias ao longo da vida tendem a ser mais indefesas, ter noites ruins de sono e sofrer mais com as complicações enfrentadas ao longo da vida, como o estresse. Outro estudo americano, publicado no Journal of the American Medical Association, apontou uma relação entre solidão e o risco maior de ter doença de Alzheimer.

Vida mais longa
Seus amigos mal devem imaginar, mas a presença deles melhora 50% a chance de você viver mais. O dado vem de pesquisadores da Brigham Young University, nos EUA, que analisaram 148 estudos feitos durante sete anos e meio. Segundo eles, quem passa grande parte da sua vida sem interações sociais tem um prejuízo relacionado à longevidade que pode ser comparado a fumar cigarros todos os dias, ser alcóolatra ou ser obeso.

Físico em forma! 
Ter amigos nos livra de muitos problemas relacionados à depressão e ao tédio. “Pessoas depressivas tendem ao sedentarismo e a uma dieta desequilibrada”, explica o cardiologista Juliano de Lara Fernandes, do Instituto do Coração, em São Paulo. Portanto, estreitar os laços significa diminuir o risco de estar acima do peso. Além disso, um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, apontou que, se seus melhores amigos praticam atividades físicas, as chances de você também sair do sofá são grandes. Tudo por conta da capacidade de influência das amizades.

Mais otimismo no seu dia a dia
A felicidade é contagiante e a comprovação vem de um estudo da Universidade de Califórnia e de Harvard, nos EUA. Durante duas décadas, cinco mil pessoas foram analisadas. Como resultado, a probabilidade de sorrir mais para a vida cresceu em até 60% nos participantes que conviviam com pessoas alegres. É um efeito dominó: se você é otimista, a chance de seu amigo e até do amigo do seu amigo também ficarem felizes é muito maior.

Saúde para o coração
Vínculos afetivos estimulam as emoções positivas, certo? Essas emoções, por sua vez, influenciam nos batimentos cardíacos. Um estudo que durou dez anos, da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que pessoas normalmente felizes, entusiasmadas e satisfeitas têm menos chance de serem depressivas e apresentam um risco 22% menor de ter infarto ou desenvolver doenças cardíacas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br/

A Amizade é uma das coisas mais importantes de nossas vidas

festa-com-amigos-em-casa

Em 1937, na Universidade Harvard, começou o maior estudo já realizado sobre a saúde humana. O projeto, que continua até hoje, acompanha milhares de pessoas. Voluntários de todas as idades e perfis, que têm sua vida analisada e passam por entrevistas e exames periódicos que tentam responder à pergunta “o que faz uma pessoa ser saudável?” A conclusão é surpreendente. O fator que mais influi no nível de saúde das pessoas não é a riqueza, a genética, a rotina nem a alimentação. São os amigos. “A única coisa que realmente importa é a sua aptidão social – as suas relações com outras pes-soas”, diz o psiquiatra George Valliant, coordenador do estudo há 30 anos. Os amigos são o principal indicador de bem-estar na vida de alguém. Ter laços fortes de amizade aumenta nossa vida em até 10 anos e previne uma série de doenças. Pessoas com mais de 70 anos têm 22% mais chance de chegar aos 80 se mantiverem relações de amizade fortes e ativas – e ter amigos ajuda mais nisso do que ter contato com familiares. Existe até uma quantidade mínima de amigos para que você fique menos vulnerável a doenças, segundo pesquisadores da Universidade Duke. Quatro. Gente com menos de 4 amigos tem risco dobrado de doenças cardíacas. Isso acontece porque a ocitocina – lembra-se dela? -, aquele hormônio que estimula as interações entre as pessoas, age no corpo como um oposto da adrenalina. Enquanto a adrenalina aumenta o nível de estresse, a ocitocina reduz os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, o que diminui a probabilidade de ataques cardíacos e derrames. E pesquisas feitas nos EUA constataram que a ocitocina também aumenta os níveis no sangue de interleucina, componente do sistema imunológico que combate as infecções.

Além de ser fundamental para o bem-estar mental, ter amigos também faz bem ao coração e ao corpo. Mas, se as amizades forem novas, é ainda melhor. A ocitocina dá o impulso inicial às relações e, depois de algum tempo, cede o lugar para o sistema da memória, que age mais rápido. Há estudos comprovando que amigos antigos não estimulam a liberação de ocitocina (a não ser quando você os reencontra depois de muito tempo longe). Por isso, tão importante quanto ter amigos do peito é fazer novas amizades durante toda a vida. Mas você já reparou que, conforme vai envelhecendo, fica mais difícil fazer novos amigos – e as amizades antigas parecem muito mais fortes? Existe uma possível explicação para isso. Há mais ocitocina no organismo durante a juventude, o que facilita a criação de relações mais profundas. Isso e o convívio, claro. Durante a adolescência, passamos quase 30% do nosso tempo com amigos. A partir daí, a vida vai mudando, novas obrigações vão surgindo – até que passamos a dedicar menos de 10% do tempo aos amigos. Se você acha que isso é uma coisa ruim, acertou. Uma pesquisa da Universidade de Princeton revelou que as pessoas consideram seu tempo com amigos mais agradável e importante do que o tempo gasto com sua família. Nós trocamos os amigos pelo trabalho, para ganhar mais dinheiro. Mas não deve-ríamos fazer isso. Não vale a pena. O dinheiro que você ganha no trabalho, durante o tempo em que não está com os amigos, tampouco compensa a falta deles.

Quer dizer, mais ou menos. O economista Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, criou uma fórmula para calcular quanto dinheiro seria preciso ter para compensar a falta de amigos. Numa pesquisa com voluntários, Oswald descobriu que as pessoas se consideram mais felizes quando ganham aumento de salário ou fazem um novo amigo. Até aí, nada de novo. Mas ele resolveu cruzar as duas informações e chegou a uma conclusão: ganhar um amigo equivale a receber R$ 134 mil a mais de salário anual. Peça isso de aumento na próxima vez em que você tiver de fazer hora extra e não puder ir encontrar seus amigos no bar. Ou, então, faça mais amigos no próprio trabalho. Sim, esse tipo de amizade existe e também é superimportante. Quem tem um amigo no trabalho se sente 7 vezes mais envolvido com o que faz, 50% mais satisfeito e até duas vezes mais contente com o pagamento que recebe. Pessoas que possuem 3 ou mais amigos no trabalho têm 96% mais chance de estar satisfeitas com a vida (redação da SUPER, aquele abraço).

Mas só 18% das pessoas trabalham em empresas que estimulam o desenvolvimento de amizades – com áreas de convivência adequadas para que as pessoas se aproximem. Pode parecer um detalhe, mas não é. Um mero café ou refeitório aumenta em 300% as chances de fazer amigos no trabalho. “O problema é quando a interação entre os funcionários se limita a falar mal do chefe”, diz o psicólogo Tom Rath, do Instituto Gallup.

Passa e repassa

Durante 55 anos, 53 mil pessoas de uma cidadezinha em Massachusetts foram monitoradas pelo governo dos EUA. A ideia era medir os índices de arteriosclerose entre os participantes. O monitoramento tinha dados como quem se casou, se separou, mudou de endereço, quem eram seus melhores amigos, quem parou de fumar, engordou ou perdeu peso, quem dizia estar feliz ou triste. Com a ajuda desse projeto, os sociólogos Nicholas Christakis e James Fowler perceberam que vários dos principais comportamentos humanos se espalham pelas nossas redes como se fossem vírus, tendo os amigos como transmissores. Quando uma pessoa se torna obesa, seus amigos têm 45% mais risco de engordar. Amigos de amigos também podem ser afetados. Uma pessoa tem até 20% mais probabilidade de ficar obesa se um amigo do seu amigo ficar, e 10% de risco se isso acontecer com o amigo de um amigo de um amigo.

O mais interessante é que, se sua mulher ou seu marido se tornar obeso, por exemplo, o seu risco de seguir o mesmo caminho aumenta somente 37%. Ou seja: os amigos têm mais poder sobre as suas atitudes do que qualquer outra pessoa. E isso vale para vários aspectos da sua vida (veja no infográfico). A explicação disso está nos chamados neurônios-espelho, que simulam automaticamente uma ação na nossa cabeça quando vemos alguém executá-la. Nós imitamos inconscientemente alguns gestos e atitudes das pessoas ao nosso redor. Ok, mas os neurônios-espelho também são acionados quando estamos com nossos parentes ou cônjuges. Por que, afinal, os amigos têm mais influência sobre nós?

A ciência ainda não sabe. Mas uma possível explicação é que, como os homens primitivos precisavam fazer alianças para trabalhar juntos na produção de alimentos, e comer é uma necessidade urgente (sem alimento, você e sua família morrem), a amizade tenha sido classificada como prioridade absoluta pelo cérebro – o que perdura até hoje.

Se isso significa que os amigos trazem felicidade, também podem aumentar suas chances de entrar em depressão. Sabe aquelas pessoas que estão sempre mal, reclamando, e parecem sugar a energia das pessoas em volta? Cada amigo triste, segundo as equações de Christakis e Fowler, coloca você 7% mais para baixo. Mas a felicidade, felizmente, é muito mais potente: ter um amigo contente aumenta a sua chance de ficar feliz em 15,3% – e, a partir dele, cada pessoa alegre contribui com mais 9,8%.

Agora você entende para que servem, afinal, aqueles colegas do primário que você raramente ou nunca vê – mas insiste em manter na agenda. Ter uma rede social extensa, mesmo que nem todas as relações sejam profundas, provavelmente fará você mais feliz do que ter um grupo pequeno de amigos do peito. E isso ajuda a explicar as transformações profundas pelas quais a amizade tem passado nos últimos 10 anos. Vire a página para saber por quê.

REDE DE INFLUÊNCIA

Como as características e atitudes dos seus amigos mexem com você.

OBESIDADE
Um estudo feito na Universidade Harvard prova que não basta vigiar a balança – fique de olho também nos seus amigos. Eles têm uma influência enorme sobre o seu peso.
• Se o seu amigo é obeso: +45% risco para você
• Se o amigo do amigo é, seu risco aumenta em 20%
• Se o obeso é o amigo do amigo do amigo, o risco aumenta 10%
• Se é o esposo/a, 37%

TABAGISMO

Os pesquisadores também estudaram a maneira como o hábito de fumar se espalhava por um grupo de pessoas conectadas através do tempo, e descobriram que:
• Se um amigo seu começa a fumar, o seu risco de se tornar fumante aumenta 61%
• Se o amigo de um amigo vira fumante, o risco aumenta 29%
• Se o amigo do amigo de um amigo fuma, o risco cresce 10%

FELICIDADE
Ela também se espalha pelas redes de amigos. Mas (infelizmente), com menos intensidade.
• Se um amigo está feliz, a sua felicidade aumenta em 15,3%
• Se o amigo de um amigo está feliz, a sua felicidade cresce 9,8%
• Se o amigo do amigo do amigo está feliz, seu bem-estar aumenta 5,6%
• Se é o esposo/a, 8%

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://super.abril.com.br

Conheça alguns mitos e verdades sobre a saúde dos olhos

Sabe aquelas recomendações que os nossos pais nos faziam sobre o cuidado com os olhos? Ler com pouca luminosidade faz mal, não pode ver TV de perto, usar o computador com moderação e tantas outras “estórias” que eram seguidas à risca são mitos sobre a saúde ocular.

Chegada-do-inverno-favorece-casos-de-conjuntivite
Na ultima quarta-feira (10) foi celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular e, para marcar a data, o professor do departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da UFMG, Márcio Nehemy, esclarece alguns desses mitos e verdades. Confira:

Ler com pouca luminosidade prejudica a visão.

MITO. Não prejudica em nada. As pessoas podem sentir um desconforto, um cansaço pela dificuldade em enxergar, mas isso não significa que estejam forçando a visão. Não há desgaste, nem lesão.

Ficar muito tempo na frente de computadores faz mal.

MITO. Nenhum mal. A única ressalva é que, quando a pessoa está na frente da tela, aumenta-se o nível de atenção e, assim, ela pisca menos. E piscar é muito importante para lubrificar os olhos. Temos que nos lembrar de piscar mais.

Leitura dentro de veículos em movimento provoca deslocamento de retina.

MITO. Não há risco algum, pode ler à vontade. Muita gente também estende essa crença para pessoas que operaram o olho. Dizem que quem operou deve “poupar os olhos”. Também não procede. Mesmo quem já operou o olho pode ler dentro de ônibus, por exemplo. Algumas pessoas sentem um certo enjoo, mas não há dano ao organismo.

Ver televisão de muito perto é prejudicial.

MITO.  Nem a luminosidade, nem a radiação são nocivas ao olho. Mas os pais devem ficar atentos. Se a criança gosta de ficar perto da televisão, se precisa aproximar os olhos dos objetos, podem ser sinais de que ela possa estar com algum problema ocular.

Cenoura faz bem para a visão.

VERDADE. A cenoura contém vitamina A, que é importante para o mecanismo da visão. De fato é bom, mas a quantidade que ingerimos desse alimento normalmente, dentro de uma dieta saudável, já é suficiente. Não é necessário comer mais. Frutas e verduras, especialmente aquelas de tom verde mais escuro, fazem bem à saúde dos olhos. O mesmo vale para frutas amarelas e alimentos que contém ômega 3, que são os peixes em geral.

As dores de cabeça estão associadas a problemas de visão.

DEPENDE. O importante é deixar claro que nem toda dor de cabeça é problema de visão. Algumas pessoas que necessitam de grau, mas não sabem disso ou não usam óculos, conseguem focar objetos a custo de esforço. E esse esforço contínuo pode causar dor. Mas se a dor de cabeça independe do uso da visão, outras causas devem ser investigadas.

Depois dos 40 anos, todo mundo desenvolve “vista cansada”.

DEPENDE. Realmente, depois dos 40 anos, passamos a ter dificuldade de enxergar de perto. A exceção são os míopes. Eles não conseguem enxergar bem de longe, mas provavelmente não terão dificuldades para ver de perto.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hojeemdia.com.br

Cuide de sua Saúde Ocular

Campanha-SAUDE-OCULAR-2013

Pela saúde do planeta, hospitais sustentáveis

Proteger a natureza é cuidar da saúde. Como em qualquer atividade produtiva, clínicas e hospitais causam grande impacto ambiental e sanitário. Para ter uma ideia, os hospitais brasileiros gastam mais de 10% do total do consumo energético comercial do país. Nos EUA, o setor de saúde é o principal usuário de substâncias químicas. Na China, a despesa do setor de saúde em construções supera US$ 10 bilhões ao ano. Para atenuar esses impactos, foi criada uma agenda global que visa incentivar hospitais a se tornarem instituições verdes e sustentáveis.

ensp_hospitalverde2

No Brasil, o Projeto Hospitais Saudáveis (www.hospitaissaudaveis.org) trabalha nesse sentido. Vital Ribeiro, presidente do conselho da entidade, diz que para integrar o grupo a instituição ou setor de saúde deve cumprir pelo menos dois dos dez objetivos da Agenda Global dos Hospitais Verdes e Saudáveis (www.hospitaisverdes.net). As medidas envolvem ações como uso de água, energia, transporte, alimentos, descarte de resíduos etc. “É uma forma de humanizar o atendimento e preservar o meio ambiente”, afirma Vital.

No Rio alguns hospitais já estão nesse caminho, como Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), Unimed-Rio e Hospital São Vicente de Paulo. O Into reduziu o gasto de energia e água; na estação de esgoto a água é tratada e reutilizada no sistema de resfriamento e de irrigação dos jardins. E a unidade usa energia solar para o aquecer chuveiros.

Outra medida no Into foi a troca dos termômetros e aparelhos de pressão com mercúrio por digitais, diz Robson Monteiro, gerente de Resíduos do Hospital.

Já o Unimed-Rio ergueu seu hospital com materiais e equipamentos de alta eficiência energética e baixo consumo, e reaproveita água da chuva. E o Hospital São Vicente de Paulo construiu “telhados verdes” que proporcionam o resfriamento do ambiente abaixo, o que ajuda a economizar energia.

Usuário tem papel ativo

Os dez objetivos da Agenda Global para Hospitais Verdes e Saudáveis mudam a maneira como vemos e usamos os 7 mil hospitais do país, diz Vital Ribeiro. “A participação de todos é essencial para a melhorar a saúde ambiental, que tem relação direta com a saúde humana”.

Como exemplo, ele lembra o uso de produtos químicos nos hospitais, incluindo artigos de limpeza. Alguns deles causam reações alérgicas. Outra medida importante é buscar substitutos mais seguros que plásticos em PVC, usados em material hospitalar, como frasco de soro. “Eles liberam o que chamamos de disruptores endócrinos, compostos que atacam o sistema hormonal de humanos e animais”, alerta Ribeiro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://odia.ig.com.br

Controlando Diabetes com Atividade Física Moderada

Campanha-DIA-NACIONAL-DE-COMBATE-AO-DIABETES-2013

Nove Alimentos e Hábitos que ajudam a evitar Diabetes

Quer evitar o diabetes? Pois saiba que, além de uma dieta saudável e exercícios físicos regulares, alguns alimentos e hábitos podem ajudar na batalha contra a doença, segundo pesquisas recentes. Confira abaixo nove dicas, listadas pelo jornal Huffington Post:

Diabetes

Use curry: a curcumina, presente no tempero curry, pode ajudar a evitar diabetes em pessoas com risco elevado, segundo pesquisadores tailandeses. O estudo incluiu 240 voluntários pré-diabéticos, sendo que metade ingeriu cápsulas com curcumina e o restante, um placebo (grupo controle). Depois de nove meses, 16,4 % dos participantes do grupo controle desenvolveram a doença, enquanto ninguém que ingeriu curcumina teve o problema.

Coma queijo: pesquisa da Universidade de Oxford e da Imperial College London, ambas da Inglaterra, concluiu que pessoas que comem queijo têm risco 12% menor de desenvolver diabetes. Os participantes que mais consumiam a iguaria apostavam em mais de 56 g por dia e os que menos degustavam, menos de 11 g.

Invista em frutas oleaginosas: pessoas que comem regularmente frutas oleaginosas (pistache, nozes, amêndoas, castanhas-de-caju) têm menor risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e síndrome metabólica, segundo estudo da  Universidade Estadual da Louisiana, nos Estados Unidos. Constatou-se que o consumo está associado a baixos níveis de um marcador de inflamação (proteína C-reativa), taxas elevadas de bom colesterol e menor índice de massa corporal.

Faça caminhada: reservar um tempo para caminhada diária é suficiente para diminuir a probabilidade de desenvolver diabetes em pessoas com alto risco e que não fazem exercício regularmente, de acordo com cientistas da Universidade de Washington e da Universidade de Pittsburgh, ambas dos Estados Unidos. A equipe analisou 1.826 voluntários e constatou que os que andaram mais apresentaram chance 29% menor de ter a doença.E não pense que é necessário andar muito, já que apenas 12% dos que investiam em cerca de 3,5 mil passos por dia (são cerca de 2 mil passos em 1,6 km) se tornaram diabéticos, em comparação com 17% dos que caminhavam menos.

Coma maçã, pera e blueberry: quem saboreia maçã, pera e mirtilo (blueberry) tem menos chance de desenvolver diabetes tipo 2, como informou um estudo divulgado pela publicaçãoAmerican Journal of Clinical Nutrition. O levantamento contou com dados de 200 mil pessoas e concluiu que o benefício está relacionado às antocianinas presentes nas frutas.

Durma bem: estudo realizado pelo Hospital Infantil da Filadélfia, nos Estados Unidos, mostrou que adolescentes obesos que desfrutavam de quantidade de sono adequada tinham menos risco de desenvolver diabetes tipo 2. O levantamento analisou 62 adolescentes obesos e descobriu que o benefício estava relacionado a descansar de sete horas e meia a oito horas e meia por noite, o que mantém os níveis de glicose estáveis. Dormir mais ou menos que isso se mostrou prejudicial.

Aposte em frutas e hortaliças: comer frutas e hortaliças variadas pode ajudar a diminuir o risco de diabetes tipo 2, segundo estudo divulgado pela revista Diabetes Care. O levantamento avaliou os hábitos alimentares de 3.704 pessoas.

Consuma álcool moderadamente: estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, constatou que o consumo moderado de álcool diminuiu 30% o risco de diabetes em mulheres com dietas repletas de carboidratos refinados.

Beba café: pesquisadores chineses concluíram que o café pode evitar o acúmulo de uma proteína relacionada com diabetes tipo 2, possivelmente diminuindo o risco da doença. O levantamento sugere que três compostos são responsáveis pelo benefício: cafeína, ácido clorogênico e ácido cafeico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://saude.terra.com.br

Dicas para Prevenir Crises de Asma

Campanha-DIA-DE-PREVENCAO-A-ASMA-2013

Asma é quarto principal motivo de internações hospitalares

Hoje, 21, é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. A doença atinge cerca de 20 milhões de brasileiros e é responsável por cerca de três mil mortes por ano, sendo a quarta em motivo de internação no país. Só em 2011, foram 174.500 hospitalizações, de acordo com o Ministério da Saúde.

Asma-inalacao-hg-20101105

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são 300 milhões de pessoas no mundo com a doença. A asma é uma das causas mais frequentes de faltas à escola e ao trabalho, refletindo na redução da produtividade nas empresas.

O Dia Nacional de Controle da Asma é comemorado no mesmo dia do início do inverno no Brasil. A estação é responsável pelo aumento de 35 a 50%  nos casos de internação de doenças respiratórias. Na Bahia, a Secretaria Estadual de Saúde não possui dados da incidência de asma no Estado.

Os principais sintomas da asma são a tosse frequente, falta de ar e chiado no peito, manifestados principalmente à noite, aponta o médico Guilhardo Ribeiro, professor adjunto da Escola Bahiana de Medicina e chefe do serviço de pneumologia do Hospital Santa Izabel.

“Mofo, poeira, fumaça, pelo de animais como gatos e cães, ou cheiros fortes como perfumes e incenso podem ajudar a desencadear uma crise de asma” ressalta Ribeiro. O médico também lembra que no inverno os casos crescem pois o frio deixa as vias áreas mais sensíveis a esses fatores ambientais citados.

O exame indicado para se diagnosticar a asma é a espirometria, que tem como objetivo medir a quantidade de ar que o paciente consegue expirar e a respectiva velocidade. Os resultados permitem perceber se existe obstrução à passagem do ar nas vias aéreas, principal característica da asma; e a  inflamação das vias respiratórias, deixando os brônquios estreitos.

Ribeiro destaca um outro tipo de asma, a silenciosa, recorrente em pessoas obesas. “As pessoas acima do peso quando fazem exercícios se cansam e em sua maioria, acham ser pela atividade praticada, mas quando descobrem que é asma e se tratam, voltam a fazer execícios normalmente”.

Rinite alérgica

Quase 90% dos portadores de asma têm rinite e 40% dos pacientes portadores de rinite têm ou poderão ter asma se não tratados. Na verdade, a asma e a rinite são doenças inter-relacionadas. Em Salvador a taxa de pacientes com rinite alérgica é próxima aos 40% em crianças de 6 a 7 anos, a maior incidência entre as cidades brasileiras.

O pneumologista Guilhardo Ribeiro indica algumas medidas que podem reduzir as crises e prevenir a doença, como: evitar o ganho de peso, tratar a rinite, alimentação saudável, praticar atividade física que ajuda na diminuição da inflamação, evitar ingerir analgésicos, lavar as roupas guardadas por longos períodos de tempo e evitar mudanças bruscas de temperatura.

“O aleitamento materno prolongado, de 3 a 6 meses, é super importante também, além da mãe durante a gravidez e pós-parto não fumar e ficar longe de fumantes.”

Ainda segundo o especialista, o mais indicado é antecipar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais precocemente possível. O médico faz ainda uma ressalva: “Todo asmático deve ter por escrito na carteira que procedimento e medicamento tomar quando for necessário e ele não estiver próximo a uma unidade médica.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://atarde.uol.com.br

Asma mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano no Brasil

No dia 21 de junho começa oficialmente o inverno e também é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) a asma atinge mais de 22 milhões de brasileiros. Embora seja uma doença tratável – com medicamento oferecido gratuitamente na rede pública – a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde

Asma

Ainda segundo a SBTP, o número de asmáticos aumenta a cada ano. “Se não for devidamente controlada, a asma pode interferir em toda a função pulmonar do indivíduo, levando a infecções pulmonares e pneumonia”, ressalta o pneumologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, João Adriano de Barros.

O inverno é um período favorável para desencadear a doença. A estação fria e o ar seco transformam-se em mecanismo irritante das vias aéreas o que pode propiciar crises de asma. “A asma é uma inflamação aguda das vias aéreas, que causa o fechamento dos brônquios, levando a dificuldades respiratórias”, explica João Adriano.

Além do clima, a predisposição genética, a poeira e ácaro também são fatores que levam ao processo inflamatório.

A doença propicia também o aparecimento de refluxo do estômago para o esôfago e pode gerar alterações crônicas brônquicas, como bronquiectasias (brônquios dilatados e deformados) e bronquite irreversível. “Se não for adequadamente tratada, além das frequentes ida ao pronto-socorro e internações, a asma pode levar à morte”, enfatiza o pneumologista.

Sintomas e tratamento

Os sintomas da doença podem surgir em qualquer fase da vida. “O mais comum é aparecerem na infância, porém podem ocorrer muito tempo depois. Há pacientes que começam a ter crises quando são idosos”, conta o pneumologista.

É importante ressaltar que há pessoas alérgicas que não desenvolvem o problema. “A manifestação da alergia é variável. Podemos dizer que a maioria dos pacientes com asma são alérgicos, porém nem todo alérgico tem ou terá asma”, informa João Adriano.

O diagnóstico da doença é feito por consulta médica, testes físicos e pela espirometria, exame que mede a função pulmonar. O tratamento é realizado com o uso de medicamentos anti-inflamatórios e preventivos e de medicamentos inalados, que, segundo o pneumologista, costumam ser mais eficazes.

Uma boa educação sobre a doença também é necessária. “Não adianta agir como se ela não existisse. Usar os medicamentos indicados diariamente, retirar todos os fatores agravantes da asma (tapete, cortina, livros no quarto, bichos de pelúcia, etc.) e aliar esses cuidados com exercícios físicos, controle do peso e de estresse emocional é essencial para um bom controle da doença”, ensina.

A asma costuma afetar muito a qualidade de vida do paciente, por isso, o seu controle e dedicação no tratamento são tão importantes. “Alterações no sono, em suas atividades físicas e de lazer são comuns quando o tratamento não é adequado”, salienta o médico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.jb.com.br


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 772 outros assinantes

Calendário

março 2026
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.077.534 hits

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora