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Um Mundo, Um Lar, Um Coração.
Published setembro 27, 2012 Campanhas , Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, atividade física, bem-estar, Brasil, Campanha, cardiologia, Cardiologista, Coração, cuidados, dados, dica de saúde, dicas, doenças, esportes, nutrição, nutrição saudável, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Saúde, sintomas, Sociedade Brasileira de Cardiologia, trabalho, vida, Viva Melhor
Saúde do Coração
Published setembro 27, 2012 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, atividade física, bem-estar, Brasil, Cardio, cardiologia, Coração, cuidados, dica de saúde, dicas, doença, médico, Ministério da Saúde, Morte, noticia, nutrição, nutrição saudável, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Saúde, vida, Viva Melhor
O coração é o músculo mais importante do corpo. A cada batida ele fornece alimento e oxigênio às células. Um coração saudável é a chave para um corpo saudável, e seu coração precisa de exercícios para mantê-lo em forma. Caminhar é um dos melhores modos de manter-se em forma.
Vantagens da caminhada:
apenas trinta minutos de caminhada diariamente ajudam a:
– prevenir ataques e problemas do coração;
– controlar a pressão arterial;
– reduzir os níveis de colesterol;
– tonificar os músculos e fortalecer os ossos;
– aumentar os níveis de energia e tirar o máximo proveito de sua vida;
– controlar o peso, melhorar o sono;
– aumentar seu bem estar físico e mental.
Criar o hábito de caminhar:
– começar devagar, apreciar o que está a sua volta e, gradualmente, estabelecer meia hora de caminhada por dia;
– usar sapatos e roupas confortáveis;
– beber um copo de água antes e depois de caminhar;
– evitar caminhadas longas após as refeições;
– dar passos moderados no início e no final da caminhada;
– caminhar com outras pessoas pode ser muito mais agradável que caminhar sozinho;
Atenção:
Se você já teve problemas de coração ou qualquer outra doença grave, sentiu dores no peito, tontura ou náusea ao caminhar, procure seu médico!
Mudando hábitos:
– se você utiliza transporte público, desça um ponto antes e faça o restante do trajeto a pé;
– se você dirige até o trabalho, caminhe por 15 minutos antes de entrar no carro. Você também pode estacionar a um ou dois quarteirões de distância do seu local de trabalho e caminhar;
– quando usar o elevador, desça dois andares antes e use as escadas, ou então nem o utilize!
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://bvsms.saude.gov.br
Dicas para Reduzir o Consumo de Colesterol
Published setembro 24, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, bem-estar, Brasil, Cardio, Cardiologista, Cardiopata, colesterol, Coração, cuidados, cuidados cardiológicos, dados, dica de saúde, dicas, doença, médico, Melhorar, Ministério da Saúde, nutrição, nutrição saudável, Pesquisa, Pressão Arterial, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Reduzir, Saúde, trabalho, vida, Viva Melhor
Você sabia que o bife de fígado contém mais colesterol do que o ovo? E que 100 gramas de camarão cozido têm mais do que a mesma quantidade de toucinho frito? Controlar a quantidade de colesterol no dia a dia exige informação e um pouco de matemática. Neste Dia Mundial do Coração (25), a nutricionista clínica Maria Beatriz Ross, do Hospital do Coração, em São Paulo, dá algumas dicas de como evitar excessos.
O colesterol é um tipo de álcool presente nos produtos de origem animal. “A gente consome colesterol, mas também o produz”, esclarece a nutricionista. O componente é essencial para o bom funcionamento do organismo. No entanto, pessoas que apresentam níveis elevados de colesterol ruim (LDL) no sangue têm de controlar a alimentação e, em alguns casos, aliar a dieta ao uso de medicamentos.
Ross ensina que o recomendável é não consumir mais do que 300 mg de colesterol por dia. Neste álbum de fotos, que tem como fonte a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos, da Unicamp, você vai descobrir que é bem fácil extrapolar o limite. Como nem sempre é possível andar com tabelas e calculadora à mão, a nutricionista dá alguns conselhos para reduzir a ingestão de colesterol durante as refeições:
– Tire sempre a gordura aparente das carnes.
– Ao consumir carne vermelha, dê preferência aos cortes mais magros, como patinho, lagarto e filé mignon. Em relação às aves, evite a pele.
– Embora seja rico em ferro e importante na dieta de quem sofre de anemia, o fígado bovino contém muito colesterol. Tome cuidado.
– A carne de porco não é vilã, como muitos pensam. Cortes como o filé mignon e o lombo são bem pobres em colesterol. Mas, como a gordura é o que dá sabor às carnes, servir os cortes magros com molho pode ser necessário.
– Alguns crustáceos são bastante ricos em colesterol, como é o caso do camarão (que contém 241 mg em cada porção de 100 g). Quem possui colesterol alto no sangue deve consumir com moderação.
– O ovo possui quantidade razoável de colesterol, especialmente concentrado na gema (100 g do ovo inteiro, cozido, têm 397 mg). Mas a proteína da clara é muito saudável, por isso o alimento perdeu a fama de vilão. Quem não tem problemas com colesterol pode comer uma unidade por dia sem culpa.
– As maioneses caseiras, feitas com ovos, são realmente ricas em colesterol. Mas não se preocupe com as versões industrializadas, que são feitas com óleo vegetal emulsificado.
– Modere o consumo de queijos amarelos, dando preferência aos brancos, como minas, ricota e cottage. Atenção: o requeijão é branco, mas pode conter colesterol, então é recomendável dar preferência às versões sem gordura.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br/
Proteína de Soja contra Pressão Arterial
Published setembro 24, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, atividade física, bem-estar, Brasil, Campanha, cardíaco, cardiologia, Coração, cuidados, dia mundial do coração, dica de saúde, dicas, doença, médico, Ministério da Saúde, noticia, nutrição, nutrição saudável, Pesquisa, pressão, Pressão Arterial, Prevenção, Problemas, Protéina, Qualidade de Vida, sintomas, soja, tratamento, vida, Viva Melhor
Por mais um ano, o Dia Mundial do Coração – comemorado mundialmente no dia 25/9 – irá encorajar a população a reduzir os riscos de doenças do coração por meio de medidas simples, como escolher alimentos saudáveis e aumentar a atividade física.
Um dos maiores riscos para doenças do coração é a hipertensão, também conhecida como pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão afeta aproximadamente 30 milhões de brasileiros, um número alarmante. De acordo com dados publicados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (2010), a pressão alta não controlada é a principal causa das duas doenças que mais matam no Brasil: o acidente vascular cerebral e o infarto do miocárdio. Todos os anos, 300 mil brasileiros são vítimas das doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão. Isso representa um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes maior que as mortes ocasionadas por acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS.
No combate aos riscos de doenças do coração, a soja se mostra, mais uma vez, uma forte aliada: resultados de um novo estudo, reconhecido pela Associação Americana do Coração (American Heart Association) e recém-publicado na edição de agosto do Circulation (jornal científico publicado pela associação) sugerem que o consumo de proteína de soja ou da proteína do leite desnatado podem reduzir a pressão arterial.
O estudo envolveu três fases de intervenção e incluiu 352 adultos com pré-hipertensão. Os participantes do estudo foram divididos em três grupos e receberam 40g diárias de proteína de soja, de proteína de leite desnatado ou de um suplemento composto por carboidratos por mais de oito semanas. Um período de três semanas de pausa (washout) foi realizado entre cada uma das fases de intervenção para permitir que o produto administrado fosse eliminado do corpo. Os resultados mostraram que, quando comparados aos carboidratos, os suplementos de proteína de soja e de proteína de leite desnatado foram expressivamente associados a uma redução da pressão arterial sistólica (o número maior em uma medição da pressão arterial).
“Já se sabe que produtos com baixo teor de gordura e alimentos ricos em proteínas de soja devem ser incluídos como parte de uma dieta saudável. No entanto, os resultados deste estudo vão além, sugerindo que a substituição de uma parte da ingestão de carboidratos por alimentos que são ricos em soja e proteína do leite pode ser uma intervenção nutricional importante para reduzir a pressão arterial sistólica em pacientes hipertensos”, destaca a médica Ratna Mukherjea, Líder Global de Nutrição Clínica da Solae. “A redução na pressão arterial sistólica, mesmo que pequena, ajudará a melhorar a função cardiovascular como um todo e a reduzir os graves riscos de eventos cardiovasculares”, diz.
Ratna Mukherjea complementa: “a proteína de soja é a única proteína vegetal completa disponível. A soja também contém pouca gordura, é livre de colesterol e também uma opção sustentável e econômica”. Para incluir a soja à dieta, a dra. Ratna sugere, por exemplo, um delicioso smoothie de soja para o café-da-manhã, incluir uma xícara de soja em grão no almoço ou uma barra nutricional de soja entre as refeições.
Os participantes do estudo ingeriram 40g de proteína de soja em sua dieta diária. Esta quantidade vai além da quantidade diária recomendada pela alegação de saúde aprovada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (2005), que afirma que “25 gramas de proteína de soja ao dia podem ajudar a reduzir o colesterol”. O consumo da soja deve ser associado a uma dieta balanceada e a hábitos saudáveis de vida.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://runnersworld.abril.com.br/
Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência
Published setembro 21, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atividade física, bem-estar, Brasil, Campanha, cuidados, dados, deficiência, Deficiente, Deficiente Fisico, dica de saúde, dicas, médico, Ministério da Saúde, noticia, Pesquisa, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Saúde, sintomas, Sustentabilidade, trabalho, tratamento, Viva Melhor
O Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência, comemorado em 21 de setembro, representa um segmento populacional bastante significativo, sobre o qual devem se estabelecer diversas discussões, principalmente englobando a questão dos direitos. Segundo o censo 2000 realizado pelo IBGE, no Brasil existem 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou incapacidade, o que representa 14,5% da população brasileira. Esse dado mostra que ações visando a conquista, efetivação e defesa dos seus direitos são cada vez mais emergentes, e se faz necessário criar espaços de debates sobre a temática, principalmente nas escolas, que são os núcleos de formação cidadã e profissional.
Para marcar a data, os professores abordaram o assunto em suas disciplinas. Segundo a assistente social Renata Paiva, é urgente que os espaços institucionais estejam aptos a atender essa clientela, especialmente os de formação acadêmica, para que promovam tanto o acesso ao serviço educacional, como a preparação de profissionais com aptidões para trabalhar com e para o sujeito portador de deficiência.
Renata observa que há muito as pessoas portadoras de deficiência sofrem estigmas devido às limitações que apresentam, porém outras habilidades que possuem, muitas vezes, não são estimuladas. Muitos fatores contribuem para tal, mas o preconceito se mostra como a principal causa que inibe o desenvolvimento de potencialidades nesses indivíduos, ficando estes fadados a vivenciar uma realidade de restrições e dependência. Inciativas do Estado e da sociedade civil, entretanto, buscam melhorar esse cotidiano limitado através da formação de conselhos e órgãos de defesa dos seus direitos, bem como através da elaboração de uma política de atendimento às suas necessidades. Exemplos disso são a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CONADE), os Conselhos Estaduais e Municipais dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, o Programa Nacional de Acessibilidade, o Programa de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (Assembleia Nacional das Nações Unidas) e a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
Nesse sentido, diz Renata, pensar na perspectiva de inclusão das pessoas portadoras de deficiência é pensar em discutir e conhecer as peculiaridades que compõem o seu cotidiano, e agir em sintonia com as especifidades deste público. Não se pode negar ou ocultar a sua existência, pois diariamente nos deparamos com situações que o envolve, seja na família, na escola, no trabalho, no lazer, etc. Ainda, reconhecer e se preocupar com esse segmento é o pontapé inicial para a superação de práticas discriminatórias e a para a construção de alternativas de inclusão e promoção da sua autonomia e emancipação.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://caninde.ifce.edu.br/
Programa que insere Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho, foi lançado
Published setembro 20, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:acessibilidade, bem-estar, Brasil, cuidados, dados, deficiência, Deficiente, deveres, dicas, direitos, Físico, informações, Ministério da Saúde, Notícias, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, trabalho, vida, Work, Working
Pessoas com deficiência, que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e têm entre 16 e 45 anos, poderão participar do Programa BPC Trabalho, cujo objetivo é oferecer acesso ao trabalho, programas de aprendizagem e qualificação profissional.
O programa, que foi lançado em agosto, intermediará a oferta e demanda da mão de obra dos profissionais com deficiência, levando em conta suas habilidades e interesses, e incentivando os trabalhadores autônomos, empreendedores e cooperativas por meio do acesso ao microcrédito.
Os cursos de qualificação serão oferecidos pela rede federal de educação profissional e pelas entidades nacionais de aprendizagem,como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de AprendizagemComercial (Senac).
Programa BPC Trabalho
O Programa BPC Trabalho será executado pela União, em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), da Educação (MEC), do Trabalho e Emprego (MTE), e com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH). O programa integra o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite, que visa promover a inclusão social e a autonomia da pessoa com deficiência. Os recursos serão do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem).
Segundo a portaria, os municípios e o Distrito Federal serão os responsáveis por executar o programa e deverão buscar e orientar beneficiários potencialmente interessados em participar, designar servidores, fazer o registro de encaminhamentos no âmbito do programa e garantir o acesso às pessoas com deficiência a serviços e benefícios.
As principais ações do Programa BPC Trabalho são identificar os beneficiários do BPC comdeficiência, realizar o diagnóstico social e a avaliação em relação ao interesse e possibilidade de participação no programa, fazer o acompanhamento dos beneficiários comdeficiência e de suas famílias, com a finalidade de garantir oferta de serviços e serviços socioassistenciais, e encaminhá-los para o acesso às demais políticas públicas.
Benefício de Prestação Continuada
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) faz parte da Política de Assistência Social, que integra a Proteção Social Básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas), e assegura a transferência mensal de um salário mínimo (R$ 622) aos idosos, a partir dos 65 anos, e às pessoas com deficiência, de qualquer idade, com impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que podem impedir sua participação plena e efetiva na sociedade.
O benefício é individual, não vitalício e intransferível e, para acessá-lo, não é necessário ter contribuído com a Previdência Social. Nos dois casos, deve ser comprovada – mediante avaliação do serviço social e de perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a incapacidade de garantir o próprio sustento. A renda mensal familiar per capita deve ser inferior a um quarto de salário mínimo, ou seja, cerca de R$ 155.
Viver sem Limite
Em novembro de 2011, o governo federal lançou o Plano Nacional dos Direitos da Pessoacom Deficiência – Viver sem Limite, em cumprimento às prerrogativas da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e foi ratificada pelo País com status de emenda constitucional. Atualmente, segundo dados do Censo do IBGE de 2010, existem 45,6 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência.
A proposta do plano é inserir a Convenção na vida das pessoas, por meio da articulação de políticas governamentais de acesso à educação, inclusão social, atenção à saúde e acessibilidade. A previsão é de um investimento de R$ 7,6 bilhões até 2014.]
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br
Menos Impostos para Deficientes
Published setembro 17, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:acidentes, atividade física, bem-estar, Brasil, cuidados, dados, deficiência, Deficiente, Deficientes, dicas, Estadão, governo, Impostos, médico, Ministério da Saúde, noticia, Prevenção, Qualidade de Vida, trabalho, tratamento, vida, Viva Melhor
O Governo reduziu a tributação sobre 27 produtos para pessoas com deficiência. Apesar de positiva, a medida deve ter impacto limitado no preço para o consumidor.
A lei que baixou a zero as alíquotas de PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) foi publicada ontem no Diário Oficial da União e já está em vigor. A norma regulariza uma medida provisória de novembro do ano passado.
Entre os produtos estão calculadoras com sintetizador de voz, teclados com adaptações específicas, lupas eletrônicas e softwares de leitores de tela que convertem o texto em voz ou em caracteres braile. Segundo o IBGE, há 1,5 milhão de pessoas com deficiência só na capital.
A maioria desses equipamentos é importada. Em alguns casos, como as cadeiras de rodas motorizadas, há similares nacionais. Mas quem usa diz que os produtos brasileiros ainda não são tão bons quanto os de países como Estados Unidos. Por isso, a necessidade de importação.
“O problema é que são sempre equipamentos caros, que poucos podem comprar”, diz Tereza Amaral, superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD). “É a legalização de um processo burocrático de pedido de isenção que já era realizado por associações como a nossa.”
O processo ao qual Tereza se refere é aquele em que as instituições voltadas ao auxílio e apoio às pessoas com deficiência solicitam à Receita Federal o não pagamento de impostos sobre produtos importados. “A resposta levava até dois meses. Depois de aprovada, a instituição tinha um ano para comprar os importados. Após esse período, era obrigada a refazer o pedido.”
Raphaela Athayde, gerente do IBDD, diz que ainda há muito para melhorar. “O impacto de PIS e Cofins será pequeno.”
Já para o advogado Alessandro Rostagno, consultor tributário, um produto de R$ 4 mil sairá por cerca de R$ 3,6 mil. “O cálculo do Cofins é de 7,6% em cima do faturamento da empresa. O PIS/Pasep varia de 0,65% a 1,65%. Como é isenção, o fabricante tem que repassar a diferença para o produto final.”
Diminuir a tributação não reduz o preço dos produtos quando eles chegam ao Brasil. O Jaws é um software que converte texto em áudio para pessoas com deficiência visual. Nos Estados Unidos custa US$ 450. Aqui, é vendido por R$ 4,5 mil. “A diferença é escandalosa. Há um monopólio das importadoras de produtos para pessoas com deficiência. A situação tem que mudar para resolver mesmo o problema.”
A psicóloga Fernanda Simidamore, 29 anos, da Fundação Dorina Nowil para Cegos, convive com uma baixa visão desde os quatro anos. “Tive uma doença rara no sangue e precisei tomar altas doses de cortisona.” A patologia sumiu, mas ela foi perdendo a capacidade visual. No final de 2011, aproveitou a viagem de amigos para o exterior e pediu uma lupa eletrônica portátil, que ela usa para leituras. “Paguei R$ 1,2 mil. Se comprasse aqui, sairia por R$ 3 mil.”
Linamara Rizzo Battistella, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, diz que a nova medida mostra interesse em investir em melhores condições para as pessoas com deficiência. Mas no bolso do consumidor final não haverá grande diferença. “Desonerar a cadeia produtiva é mais eficiente. Por exemplo, diminuir os impostos de alguns materiais necessários para a produção de uma cadeira de rodas acaba reduzindo o preço final do produto.” Ela diz que o governo estadual já iniciou reuniões para transformar a sugestão em realidade.
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A cada 40 Segundos uma Pessoa comete Suicídio no Mundo, diz OMS
Published setembro 11, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Brasil, cuidados, dados, Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, dicas, globo, informações, Morte, mundo, noticia, OMS, Pesquisa, Prevenção, Problemas, psicologia, Qualidade de Vida, Revista Época, Saúde, Suicídio
A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo. Ou seja, por ano, um milhão de indivíduos decidem tirar a própria vida. Atualmente, 55% destes têm menos de 45 anos idade – em 1950, por outro lado, 60% dos suicidas eram mais velhos que isto. Os dados são de um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta sexta-feira (7).
O suicídio é a terceira causa de morte mais recorrente entre as pessoas de 15 a 44 anos. Já entre os jovens de 10 a 24 anos, o suicídio constitui a segunda maior causa de morte. Os índices entre os jovens aumentaram tanto que em um terço dos países esta faixa de idade é considerada a de “maior risco” pela OMS.
“As causas exatas do porquê desta mudança de tendência não sabemos. É um fenômeno que afeta todos os países e que está aumentando, mas as razões principais não as conhecemos, são muitas, variadas e mudam muito de caso a caso”, disse Alexandra Fleischmann, do departamento de Saúde Mental da OMS.
Em geral, as mulheres realizam mais tentativas de suicídios do que os homens, mas estes são mais efetivos porque usam métodos mais radicais (como armas de fogo ou pesticidas) do que elas, que abusam de remédios.
Os fatores que determinam uma tentativa de suicídio são múltiplos e variados – psicológicos, sociais, biológicos, culturais e ambientais -, mas, generalizando, a OMS afirma que as desordens mentais (depressão e uso desproporcional do álcool, especialmente) são um fator maior de risco na Europa e nos Estados Unidos, enquanto nos países asiáticos o impulso “representa um papel essencial”.
“Por exemplo, nas zonas rurais da Ásia há um grande problema com os pesticidas. Em uma situação de desespero, os agricultores tomam impulsivamente o pesticida e morrem rapidamente”, afirmou Alexandra.
“Além disso, nas zonas remotas, o acesso aos estabelecimentos de saúde é muito mais difícil. Se a tentativa de suicídio é realizada em um apartamento de uma grande cidade desenvolvida, essa pessoa pode ser levada de urgência a um hospital e ser salva”, disse.
Com relação à América Latina, a região mantém tradicionalmente baixos níveis de suicídios, apesar de existirem grandes diferenças entre os países, como revela o 1,9 por cada 100.000 homens peruanos que tiram a própria vida, frente aos 26 por cada 100.000 dos homens uruguaios.
“Tradicionalmente as taxas na América Latina se mantiveram baixas, mas vemos a mesma tendência que no resto do mundo, ou seja, o aumento dos índices, sobretudo entre os jovens”, afirmou a especialista.
Alexandra explicou que os recentes estudos revelam que apesar dos países escandinavos continuarem tendo altas taxas de suicídios, o fenômeno se estende na Europa do Leste e, particularmente, na Ásia, “em grandes países como China e Índia, com uma grande população e com imensos problemas ligados ao desenvolvimento e à globalização”.
Consultada sobre o aumento de suicídios relacionados à crise econômica que afeta alguns países da Europa, Alexandra afirmou que, na maioria dos casos, as pessoas que os cometeram eram previamente “vulneráveis”, e a pressão só exacerbou a situação.
Perante isto, a OMS recomenda atuações multidisciplinares, como a formação do pessoal de educação e saúde, a restrição do acesso aos métodos (pistolas, pesticidas, remédios), “cuidar” da apresentação pública dos casos (evitar publicá-los na imprensa), entre outros.
A especialista alertou sobre o perigo que representa a falta de consciência sobre a importância do problema e o fato de que seja um tema tabu em muitas sociedades.
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Educador Físico, Essencial para a Saúde
Published setembro 3, 2012 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Abril, artigo, atividades, Brasil, Brincadeiras, Colégio, Corrida, dados, doenças, educação, Educação Física, Educador, Educador Físico, Escola, esportes, Físico, Futebol, Ginastica, gordura, Importante, informação, Natação, Pesquisas, Saúde, Sedentarismo, Site, Volei
A cabeça da molecada absorve cálculos, eventos históricos e línguas diferentes como uma esponja. Essa, portanto, é a fase mais propícia para guardar diversos conceitos na memória pelo resto da vida. O princípio acima, que você provavelmente já conhece, não se restringe às aulas de matemática, geografia, português… Na realidade, se há um momento para fixar a ideia de que as atividade físicas podem ser extremamente prazerosas e benéficas, é o que abrange a infância e a adolescência. “A literatura científica mostra que, quando as primeiras experiências com exercícios são positivas, a pessoa tem bem mais chances de não se tornar sedentária nas décadas seguintes”, relata Rodrigo Siqueira Reis, educador físico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. E quem melhor do que um professor graduado em educação física para oferecer esse contato agradável com o mundo dos esportes, da dança, das lutas e por aí vai?

“Pela sua formação, ele consegue apresentar um leque variado de práticas e, com isso, a probabilidade de ao menos uma delas satisfazer o aluno aumenta”, reforça Reis. Não à toa, a grande maioria dos municípios nacionais exige que esse docente possua licenciatura em educação física.
Agora, o trabalho desse profissional não se resume a colocar a meninada para suar em inúmeras modalidades. “Ele também precisa discutir o contexto de cada atividade, desde as regras até sua história, incluindo o que elas representam para a sociedade contemporânea”, avalia Marcos Garcia Neira, pedagogo e educador físico da Universidade de São Paulo. Só com esses estímulos, muitas vezes dados fora da quadra, os jovens criam um vínculo forte, crítico e duradouro com os exercícios.
Uma obra em construção
Dos neurônios aos músculos, passando por ossos e órgãos internos, o organismo juvenil está em pleno desenvolvimento. Tratase de uma época essencial à formação da estrutura física. “E a disciplina em questão, desde que bem conduzida, ajuda a deixar o corpo saudável como um todo, afastando o risco de uma série de doenças”, afirma Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física, no Rio de Janeiro. Esse fator ganha ainda mais importância no atual cenário brasileiro, onde um quinto das crianças e dos adolescentes está acima do peso e começa a sofrer com problemas de gente grande, a exemplo de hipertensão, diabete tipo 2 e altas taxas de colesterol. Se esses transtornos não são freados no começo, fica difícil se livrar deles mais para a frente.
Além de prevenir males, o educador físico identifica eventuais anormalidades nos alunos. “Por observar diariamente corpos em crescimento e conhecer a anatomia do ser humano, ele reconhece desvios de postura, respiração fraca e falta de coordenação”, exemplifica Mário Sérgio Rossi Vieira, fisiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. Não é que ele diagnosticará, por si só, uma chateação qualquer. Contudo, sua avaliação em muitas ocasiões é o passo inicial para que o médico identifique e trate desde cedo uma enfermidade. Outra razão para os pais e diretores ouvirem com atenção o que esse professor tem a falar sobre a garotada.
Um gás para outras matérias
Como parte do projeto das Olimpíadas de Londres, o governo britânico criou o programa School Sports Partnership, que visa reforçar o papel dos esportes dentro do ambiente escolar. “A iniciativa trouxe resultados interessantíssimos. Um deles é o de que os estudantes favorecidos melhoraram seu desempenho em várias disciplinas”, analisa Daniela Castro, diretora executiva da organização não governamental Atletas pela Cidadania. Logo, a valorização das atividades físicas contribui, de alguma maneira, para o aprendizado em matemática, química, geografia…
“A médio e longo prazo, a educação física escolar controla a agressividade ao mesmo tempo que estimula a organização e a disciplina”, argumenta Reis. “Esses fatores contribuem para que a criançada fique focada e renda em diversas classes”, conclui. Sem contar que existem pesquisas científicas relacionando a malhação com a gênese de neurônios. Pelo menos em teoria, essa produção acelerada de células nervosas favorece a consolidação de informações no cérebro jovem.
Tudo isso justifica o recente levantamento do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), que aborda a situação do professor de educação física no Brasil. Encomendado pela ONG Atletas pela Cidadania e outras instituições, ele revela, entre outras coisas, que os colégios públicos reservam, em média, duas aulas por semana para o contato com esse profissional. “Parece pouco, principalmente porque crianças e jovens precisam se exercitar diariamente”, relata Steinhilber. “Porém, o intuito da disciplina não é cumprir essa meta sozinha, e sim incentivar o aluno a se movimentar no seu dia a dia”, arremata. Fica dada a lição.
Lição de casa
Acredita-se que a educação física é sempre recreativa e agitada. “Mas ela também deveria englobar o estudo teórico das práticas corporais”, diz Marcos Garcia Neira, da Universidade de São Paulo. Por isso, não estranhe se seu filho tiver que fazer pesquisas em casa para essa matéria. Aliás, auxiliá-lo nessa atividade é uma bela maneira de promover a saúde dele.
Sedentarismo no tempo livre
Não basta contar com o melhor professor de educação física se, fora da escola, o estudante tem poucas opções para se entreter com uma atividade física qualquer. Adolescentes que moram longe de parques e que não contam com amigos adeptos de uma chacoalhada no esqueleto, por exemplo, tendem a se exercitar pouco. “Os pais devem contra-atacar levando os filhos a locais onde eles possam se divertir mexendo o corpo”, diz Reis.
Os professores de educação física no Brasil
47% são homens
53% são mulheres
A média de idade
De 18 a 24 anos 8%
De 25 a 29 anos 19%
De 30 a 39 anos 35%
De 40 a 49 anos 27%
50 anos e mais 11%
Tempo de carreira
até 1 ano 11%
de 2 a 5 anos 29%
de 6 a 10 anos 20%
de 11 a 20 anos 20%
mais de 20 anos 20%
Formação dos docentes (em %)
Dança 4
Gestão escolar 4
Educação física 83
Pedagogia 13
Outros 13
Como o tempo é gasto na aula (em minutos)
Para obrigações burocráticas 5
Para realizar ações disciplinares 5
Para mobilizar e organizar os alunos 7
Para explicações iniciais 7
Para as tarefas em si 29
44% deles possuem pós-graduação com especialização na área de educação física dentro do ambiente escolar
8,2 é a nota que os professores de educação física dão, em média, à satisfação com o próprio trabalho
41% dos educadores físicos afirmam que seus alunos faltam muito à aula
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br
Dia Nacional de Combate ao Fumo Reacende discussões sobre Regulamentação de Lei
Published agosto 29, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Agencia Brasil, Antifumo, Brasil, cigarro, combate, dinheiro, doenças, enfermeira, Federal, Fumo, governo, leis, Notícias, Pesquisa, pulmão, Qualidade de Vida, Saúde, tabaco
O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado hoje (29), reacende as discussões sobre a regulamentação da Lei Antifumo – que proíbe a prática em lugares fechados – e a necessidade de conscientização quanto às doenças relacionadas ao tabaco.
A enfermeira Venilda Feiter tem 51 anos e fuma desde os 17. Ela diz que nunca teve nenhum problema de saúde por causa do vício, mas já atendeu a vários pacientes que sofriam de doenças relacionadas ao cigarro. Mesmo vendo o que outras pessoas sofrem, ela continua fumando: “Eu trabalhei muitos anos em hospital. Vi muita gente com câncer pulmonar, problema de pleura, esôfago, tudo isso já vi. Mas, mesmo assim, ainda fumo”.
Para Feiter, a quantidade de informação que existe hoje ajuda a evitar que mais pessoas comecem a fumar: “Se, na minha época, alguém tivesse falado o que falam hoje do cigarro, eu jamais teria fumado. Só que, àquela época, tinha propaganda, era chique fumar. Se tivesse a restrição que existe hoje, talvez eu não tivesse começado.”
Assim como a enfermeira, várias pessoas experimentam o cigarro pela primeira vez ainda jovens. É o caso de Henrique Luz, 50 anos, que tentou, mas não conseguiu se livrar do cigarro: “Não é igual a parar de beber. Sem cigarro, você fica agoniado, muito ansioso. Comecei a fumar aos 11 anos de idade, toda a minha família fuma.”
Mesmo quem não fuma percebe, nas pessoas próximas, os problemas que o cigarro causa. O servidor público Francisco Pedreiras é um exemplo de quem não se sente à vontade com o vício dos amigos: “Na hora do futebol, eles são os que se cansam mais rápido. Quando estão fumando por perto, a gente pede que procurem um lugar mais adequado, porque realmente incomoda”.
A auxiliar de limpeza Conceição Costa também observa, em uma colega de trabalho, os riscos causados pelo tabagismo: “Ela sente cansaço, tosse muito, está até com problema de diabetes por causa do cigarro”. Ex-fumante, ela reconhece que foi difícil parar de fumar: “Sem ninguém saber, eu fumava escondida no banheiro”.
Na lanchonete em que trabalha o vendedor Thiago Silva, quem mais compra cigarros são mulheres e jovens de 18 a 22 anos. Mesmo assim, o lucro não é satisfatório: “Nós ganhamos uma mixaria com a venda de cigarros, R$ 0,30 por maço. O lucro é usado para comprar outros produtos. O meu chefe já avisou que vai parar de vender cigarros no próximo mês”.
O governo federal arrecadou, em impostos, com a venda de cigarros, R$ 6,3 bilhões em 2011. Em 2012, até julho, já haviam sido arrecadados R$ 3,4 bilhões.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://agenciabrasil.ebc.com.br








