Posts Tagged 'Coração'



Sal em excesso na infância pode trazer problemas na vida adulta

O consumo de sal deve começar a ser controlado ainda na infância para prevenir doenças na vida adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o máximo de sódio recomendado para as crianças acima de dois anos são dois gramas por dia.

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O perigo está nas lanchonetes, que oferecem a refeição preferida das crianças: hambúrguer e batata-frita, mas também em muitos alimentos industrializados encontrados nos supermercados que são ricos em sódio.

Um pacote de 100 gramas de batatinha, a mesma quantidade de salgadinho ou três mini pizzas têm aproximadamente 0,5 gramas de sódio, o que representa um quarto do total que a criança deveria ingerir por dia. Cerca de 380 gramas de refeição congelada, como lasanha ou qualquer outro tipo de massa, ultrapassa a dose máxima diária: tem 2,07 gramas de sódio.

“É como se a pessoa não pudesse mais comer nada por dia em relação a sódio e a gente sabe que isso não acontece”, alerta o nutricionista Daniel Coimbra.

As frutas são as melhores opções para as crianças.Outra alternativa são os biscoitos integrais, que costumam ter menos sal. As barrinhas de cereais têm menos ainda: uma de 24 gramas reúne 0,44 gramas de sódio.

“A gente tem que buscar uma barrinha realmente de cereal, não de chocolate com alguns poucos cereais. Tem que ser de cereal com fruta, que é muito gostosa e tem poucas calorias e pouco sódio”, sugere o nutricionista.

Os alimentos doces também podem ter sal, mesmo que em pouca quantidade. Daniel alerta: “As pessoas têm que parar de pensar que só os alimentos muito salgados têm sódio, os alimentos doces também têm para ter uma vida longa de prateleira”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://g1.globo.com/jornal-hoje

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Para Sempre Jovem

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Alimentos amigos do Colesterol

O colesterol até pouco tempo era encarado como um mal para o organismo. São atribuídas a ele, quando em excesso, as doenças cardiovasculares. O que é verdade. Entretanto essa gordura – essencial para a vida – passou a ser vista de forma positiva.

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Não podemos viver sem o colesterol

O colesterol é responsável por todas as membranas que envolvem as células e auxilia nos processos de metabolismo. Também é necessário para o crescimento e regeneração celular e, além de estar presente no sangue e em todos os tecidos, colabora com a produção dos hormônios sexuais e do cortisol.

“Não podemos viver sem o colesterol”, explica Raul D. Santos, cardiologista do Centro de Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e professor livre-docente da Faculdade de Medicina da UPS.

Alimentos do bem

Tanto o colesterol bom quanto o ruim fazem parte do nosso organismo. Os 70% do colesterol que circulam pelo sangue são sintetizados pelo organismo e os outros 30% vêm da alimentação.

E para colaborar com a eliminação do excesso de colesterol pode-se consumir alimentos considerados amigos do HDL. “Há alimentos que além de combaterem o colesterol ruim, colaboram para aumentar os níveis do bom”, explica Lucy Uzelim, nutricionista do HIAE, especialista em cardiologia.

Fibras

As solúveis, como o farelo de aveia, ajudam a reduzir os níveis de LDL no sangue. Também são encontradas fibras solúveis na aveia, nos feijões, nas ervilhas, nas frutas cítricas e nas maçãs.

Morango e cereja

Ajudam a combater os radicais livres, o que melhora o funcionamento do sistema cardiovascular.

Uva vermelha

Possui grande quantidade de quercetina – antioxidante que auxilia no aumento do bom colesterol.

Jabuticaba e amora

As antocianinas – pigmentos presentes em frutas de coloração roxa e vermelha – têm ação antioxidante que traz importante contribuição para o sistema circulatório. Na jabuticaba, o antioxidante é encontrado apenas na casca.

Berinjela

Com alto teor de fibras, colabora com a diminuição da gordura que circula pelo sangue. É também rica em flavonoides, antioxidantes que dificultam a formação das placas de gordura nas artérias.

Azeite

O tipo extravirgem reduz os níveis de colesterol ruim e aumenta o colesterol bom. Dessa forma, previne doenças cardíacas e aterosclerose. É fonte abundante de gordura monoinsaturada, considerada a mais benéfica para o coração.

Abacate

Assim como o azeite é rico em gordura monoinsaturada que age como antioxidante, bloqueando o colesterol ruim.

Salmão, sardinha e atum

Ricos em ômega-3, ácido graxo que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares porque inibe a coagulação sanguínea e a formação de plaquetas, além de controlarem o colesterol e os triglicérides.

Soja

Possui isoflavonas, consideradas o fito-hormônio com as mesmas propriedades do estrógeno. A ação das isoflavonas e das proteínas reduz o colesterol ruim, aumenta o bom e inibe a aterosclerose.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

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O que é colesterol?

Outras causas de colesterol elevado?

Comer muita gordura saturada é uma das principais causas do colesterol elevado, apesar de que há vários outros fatores que podem afetar os níveis de colesterol no sangue:

  • Condições hereditárias tais como Hiperlipidemia Familiar (condição onde as gorduras do sangue estão em níveis alterados).
  • Fumo
  • Idade
  • Diabetes
  • Etnia
  • Importante: sempre consulte seu médico e/ou nutricionista para um atendimento individualizado.

– See more at: http://www.becel.com.br/proactiv/O-que-e-colesterol/default.aspx#sthash.NeGpX13a.dpuf

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.becel.com.br/

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Colesterol: de gota a Alzheimer

Embora esteja na boca do povo há décadas, com frequência duas grandes confusões são feitas a seu respeito. A primeira é chamá-lo de gordura, quando, na verdade, trata-se de um álcool complexo – detalhe químico mais complexo ainda. A segunda é que seu potencial nocivo se restringe ao sistema cardiovascular. “O colesterol circula por boa parte do organismo para formar membranas celulares, ácido biliar e hormônios”, relata Eder Quintão, endocrinologista do Laboratório de Lípides da Universidade de São Paulo. Esse acesso quase irrestrito, apesar de essencial para inúmeras atividades, traz seus inconvenientes. Isso porque dá a possibilidade de ele, quando nas alturas, acarretar estragos em diversas regiões.

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Após analisarem dados epidemiológicos que relacionam altos índices da partícula a demências, por exemplo, cientistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, decidiram averiguar o que estaria por trás desse fenômeno. Valendo-se de equipamentos modernos, eles descobriram que o protagonista da reportagem está intimamente ligado ao surgimento das famigeradas proteínas beta-amiloides. “Essas moléculas danificam células nervosas, promovendo a doença de Alzheimer”, ensina o bioquímico Charles Sanders, coordenador da pesquisa.

“O trabalho americano nos ajuda a compreender o motivo pelo qual observamos um acúmulo de placas beta-amiloides ao colocarmos neurônios em um meio de cultura repleto de colesterol”, enfatiza o neurologista Paulo Caramelli, da Universidade Federal de Minas Gerais. “Mas ele não explica por que existe uma associação, principalmente em pacientes acima dos 75 anos, entre a doença de Alzheimer e problemas vasculares”, contrapõe.

Há, claro, quem acredite que esse vínculo seja resultado da idade avançada. Em outras palavras, indivíduos nessa faixa etária tenderiam a sofrer mais com ambos os transtornos simplesmente pelo fato de o corpo estar envelhecendo. Essa, entretanto, não é a única hipótese levantada pelos especialistas. “Taxas elevadas de colesterol provocam inflamações nos vasos, que, ao longo dos anos, também dificultam a passagem de sangue”, ressalta Angelina Zanesco, fisiologista do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro. Se a artéria comprometida é uma que chega à massa cinzenta, as células nervosas deixam de ser abastecidas adequadamente com o líquido vermelho. Resultado: elas param de funcionar direito por falta de nutrientes, o que contribuiria para o extermínio das memórias.

Outro mal que às vezes implica queima de arquivos mentais atende pelo nome de derrame isquêmico – o bloqueio por completo do fluxo sanguíneo acaba matando os neurônios, digamos, de fome. Em várias situações, a obstrução decorre do excesso de colesterol circulante.

Quando o assunto é diabete, invariavelmente se fala em glicose. Mas adivinhe que outra molécula está envolvida com a enfermidade. “O excesso de colesterol no pâncreas atrapalha a fabricação de insulina, responsável por colocar o açúcar para dentro das células”, revela Francisco Helfenstein Fonseca, cardiologista e coordenador do Setor de Lípides, Aterosclerose e Biologia Vascular da Universidade Federal de São Paulo. E, com doses a menos desse hormônio na circulação, a glicemia sobe que nem foguete. Por outro lado, quando você tem bastante HDL, aquela espécie de faxineiro da circulação, a probabilidade de desenvolver ou agravar o quadro diminui.

Nem as articulações estão a salvo da avalanche de colesterol. “Ele facilita o aparecimento de crises de gota”, exemplifica Ricardo Fuller, chefe do Ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Esse distúrbio, caracterizado por inchaço e dores intensas nas juntas – principalmente no dedão do pé -, depende de processos inflamatórios para dar as caras. Ao que tudo indica, taxas expressivas da substância em questão auxiliam a alastrar esse incêndio.

A artrite reumatoide, outro mal que ataca as juntas, propiciando incômodos, perda de movimento e deformações, também pode ser agravada por você já sabe quem. “Aliás, uma pesquisa deste ano verificou falhas na função do HDL de quem possui a doença”, reforça Fuller. Mesmo assim, ainda faltam evidências sólidas de que o tratamento para controlar o colesterol beneficie pessoas com desordens reumatológicas.

No futuro, a ciência deve oferecer uma resposta definitiva para essa dúvida. Outra pergunta é se a partícula abordada aqui seria o estopim para cânceres. “Segundo alguns estudos, o uso de estatinas, medicamentos que reduzem a concentração dessa molécula no sangue, previne tumores como o de próstata, mama e intestino”, afirma Samuel Aguiar Júnior, cirurgião oncologista e diretor do Núcleo de Tumores Colorretais do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. “Só que esses trabalhos são poucos e ainda controversos”, ressalva.

Um vestígio extra desse possível elo é o de que levantamentos populacionais definem sujeitos com pouco LDL e muito HDL como mais protegidos contra o câncer. “Resta saber se o dado encontrado é consequência do colesterol ou se hábitos saudáveis, que regulam seus níveis ao mesmo tempo que trazem outras melhorias para o organismo, são os verdadeiros responsáveis pelos números encontrados”, pondera Aguiar Júnior.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br

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5 Benefícios que a Amizade traz para sua Vida

Como um flashback, tente relembrar os momentos mais marcantes que você já viveu. Na maioria deles, quem estava do seu lado? Certamente, aqueles que você pode chamar de amigos. Escolhidos a dedo ou impostos pelo acaso, eles servem de combustível para enfrentarmos desafios do dia a dia, dividindo experiências boas e ruins.

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“A amizade é uma das formas de aprimoramento do ser humano”, afirma a psicóloga Marina Vasconcelos. Ela rompe as fronteiras do preconceito e torna-se essencial, seja entre colegas, vizinhos, pais e filhos, irmãos, namorados ou marido e mulher. E o seu corpo agradece: ter amigos traz benefícios tanto para a saúde mental como física. Confira oito vantagens de cultivar sempre seu círculo social:

Risco menor de doenças
Pesquisas confirmam: seu corpo fica mais imune a problemas de saúde. Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, identificaram que pessoas muito solitárias ao longo da vida tendem a ser mais indefesas, ter noites ruins de sono e sofrer mais com as complicações enfrentadas ao longo da vida, como o estresse. Outro estudo americano, publicado no Journal of the American Medical Association, apontou uma relação entre solidão e o risco maior de ter doença de Alzheimer.

Vida mais longa
Seus amigos mal devem imaginar, mas a presença deles melhora 50% a chance de você viver mais. O dado vem de pesquisadores da Brigham Young University, nos EUA, que analisaram 148 estudos feitos durante sete anos e meio. Segundo eles, quem passa grande parte da sua vida sem interações sociais tem um prejuízo relacionado à longevidade que pode ser comparado a fumar cigarros todos os dias, ser alcóolatra ou ser obeso.

Físico em forma! 
Ter amigos nos livra de muitos problemas relacionados à depressão e ao tédio. “Pessoas depressivas tendem ao sedentarismo e a uma dieta desequilibrada”, explica o cardiologista Juliano de Lara Fernandes, do Instituto do Coração, em São Paulo. Portanto, estreitar os laços significa diminuir o risco de estar acima do peso. Além disso, um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, apontou que, se seus melhores amigos praticam atividades físicas, as chances de você também sair do sofá são grandes. Tudo por conta da capacidade de influência das amizades.

Mais otimismo no seu dia a dia
A felicidade é contagiante e a comprovação vem de um estudo da Universidade de Califórnia e de Harvard, nos EUA. Durante duas décadas, cinco mil pessoas foram analisadas. Como resultado, a probabilidade de sorrir mais para a vida cresceu em até 60% nos participantes que conviviam com pessoas alegres. É um efeito dominó: se você é otimista, a chance de seu amigo e até do amigo do seu amigo também ficarem felizes é muito maior.

Saúde para o coração
Vínculos afetivos estimulam as emoções positivas, certo? Essas emoções, por sua vez, influenciam nos batimentos cardíacos. Um estudo que durou dez anos, da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que pessoas normalmente felizes, entusiasmadas e satisfeitas têm menos chance de serem depressivas e apresentam um risco 22% menor de ter infarto ou desenvolver doenças cardíacas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br/

10 mitos e verdades sobre Pressão Alta

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1. Quando a pressão está baixa, colocar uma pitada de sal embaixo da língua resolve?

MITO: Pode elevar temporariamente o nível da pressão, mas não é a forma melhor de resolver. Para elevar a pressão, o corpo deverá reter líquido e isso não acontece imediatamente com a ingestão sal. A forma ideal para amenizar os desconfortos da pressão baixa é tomar muito líquido, por exemplo água e, caso esteja muito sintomático, deitar-se no chão mantendo as pernas levantadas acima da cabeça.

2. Dor de cabeça é sinal de pressão alta?

VERDADE: Pode ser, mas vale ressaltar que o problema deve ser investigado, pois a dor de cabeça pode ter outras causas não diretamente ligadas à pressão. Se sentir esse mal por muitos dias, o ideal é ir ao médico.

3. O calor faz a pressão cair?

VERDADE: A alta temperatura provoca uma vasodilatação, associada a certo grau de desidratação e pode fazer a pressão cair.

4. Pressão alta provoca sangramento nasal?

VERDADE: Um dos sinais de pressão alta pode ser o sangramento nasal inexplicável, devido ao rompimento de pequenos e finos vasos existentes na mucosa do nariz, mais frágeis à elevação da pressão. Isso não inclui o sangramento por trauma ou quando estamos muito gripados.

5. A pressão alta pode ser controlada apenas com uma alimentação balanceada e exercício físico?

VERDADE: Em alguns casos sim, principalmente quando os níveis de pressão não são muito altos, ou em pacientes em quem o excesso de peso é uma das causas do aumento da pressão. Porém, deve haver acompanhamento médico, sempre!

6. Hipertensos não podem fazer atividade física?

MITO: Eles podem fazer, mas após avaliação de um cardiologista, inclusive, dependendo da idade, com teste de esforço realizado previamente. Além disso, pode ser muito útil o acompanhamento de um professor de educação física. Os exercícios promovem melhor adaptação do coração e dos vasos às alterações fisiológicas que ocorrem nos momentos de estresse físico e mental, ajudam a perda de peso, melhoram o controle do diabetes e diminuem o estresse, pois propiciam maior socialização do indivíduo.

7. Histórico familiar de pressão alta indica que a pessoa será hipertensa?

MITO: Ela deve ficar atenta, mas não necessariamente terá o problema, embora o fator genético seja fundamental. Fatores como fumo, álcool, sedentarismo, má alimentação e obesidade também são relevantes para determinar quem será ou não hipertenso.

8. Quem tem hipertensão pode comer sal, mas em quantidades menores?

VERDADE: Pode comer, porém, em doses controladas. Isso vale também para quem não é hipertenso, porque o sal em excesso não é benéfico ao organismo.

9. Ficar horas sem comer pode provocar pressão baixa?

VERDADE: Pode provocar hipoglicemia (queda do açúcar do sangue) e também hipotensão, por este motivo e por desidratação.

10. Musculação ajuda a controlar a pressão alta?

MITO: O hipertenso pode fazer musculação apenas após avaliação criteriosa do cardiologista, lembrando que isso pode piorar a hipertensão.

Dr. Hélio Castello – Médico Cardiologista

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.uol.com.br

Hipertensão mata 9,4 milhões de pessoas todos os anos, diz OMS

A hipertensão causa anualmente a morte de 9,4 milhões de pessoas no mundo e é responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos derrames cerebrais, aponta um levantamento divulgado no ultimo dia (3) pela Organização Mundial de Saúde.

Por conta disso a entidade elegeu a doença crônica como tema do Dia Mundial da Saúde em 2013, que ocorreu em 7 de abril, data em que se comemora o aniversário de criação da OMS.

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Para conscientizar a população sobre a data, a agência sanitária das Nações Unidas lembrou que, no mundo, doenças cardiovasculares matam anualmente 17 milhões de pessoas, sendo que, deste total, 9,4 milhões de óbitos estão ligados à pressão alta.

Últimos dados da OMS, que são de 2008, apontam que 40% dos adultos com mais de 25 anos sofriam de hipertensão no mundo. Ou seja, um bilhão de pessoas tinham hipertensão naquele ano, contra 600 milhões de casos em 1980.

A maioria dos casos ocorre em países emergentes ou em desenvolvimento. Cerca de 80% das mortes causadas por problemas cardíacos ocorreram nessas regiões. O maior índice de casos no mundo vem da África, com 46% das ocorrências. Em contrapartida, as Américas registraram as menores incidências.

“A explicação é que nos países desenvolvidos, os sistemas de saúde detectam cedo a doença e podem tratá-la, já que tem recursos para isto. No entanto, lugares como a África, não somente tem sistemas de saúde precários, mas seus hábitos culturais tem piorado”, explicou Shanti Mendis, diretora interina do departamento de Gestão das Enfermidades não transmissíveis da OMS.

“Os africanos não fazem tanto exercício como antes, comem muita comida salgada e na região o acesso a produtos naturais é muito restrito devido ao alto custo das matérias primas”, complementou.

Efeitos da hipertensão
A maioria dos hipertensos não sente nada. O problema não dá sinais nem sintomas de que já está instalado no organismo. Alguns indivíduos, porém, têm tontura, vista embaçada, palpitação e dor de cabeça, além de zumbido no ouvido e visão de pontos brilhantes.

O excesso de sal ajuda a reter líquidos e aumentar o volume e a pressão sanguíneos. O sangue bombeado com mais força agride o revestimento dos vasos (endotélio), provoca pequenas cicatrizes e contribui para o entupimento das artérias.

As consequências da hipertensão nos diversos órgãos estão relacionadas principalmente à lesão dos vasos e à sobrecarga para o funcionamento deles. Como o coração é um músculo, ao fazer mais força ele aumenta de tamanho – da mesma forma que o bíceps de um halterofilista. Essa hipertrofia dificulta ainda mais a chegada de oxigênio e nutrientes.

Se um trombo se formar em um vaso cardíaco, pode ocorrer um infarto, que é a morte desse tecido. Caso a mesma lesão aconteça em um vaso que irriga o cérebro, pode haver um acidente vascular cerebral (AVC), também chamado de derrame.

Dicas para controlar a hipertensão
Perder peso é a forma mais efetiva de baixar a pressão sem usar remédios. E não é necessário emagrecer demais: em média, uma redução de 5 kg diminui a pressão em 5 mm Hg.

Fazer exercícios também ajuda no controle da hipertensão, melhora o nível de colesterol e o índice glicêmico. O objetivo deve incluir 30 minutos de atividade aeróbica pelo menos três vezes por semana.

Além disso, beber álcool em quantidade moderada traz benefícios cardiovasculares, mas o consumo de mais de dois drinks por dia já eleva a pressão.

Meta brasileira
Até 2022, o Brasil espera atingir os 5 gramas diários de consumo de sal, como parte do Plano de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT).

A indústria de alimentos também aderiu ao objetivo, e assinou um termo de compromisso com o Ministério da Saúde para estabelecer um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.

Até o fim de 2011, será a vez dos biscoitos (cream cracker, recheados e maisena), embutidos (salsicha, presunto, hambúrguer, empanados, linguiça, salame e mortadela), caldos e temperos, margarinas vegetais, maioneses, derivados de cereais, laticínios (bebidas lácteas, queijos e requeijão) e refeições prontas (pizza, lasanha, sopas e papinha salgada).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Dia Mundial da Atividade Física

Estudos realizados na Universidade de Harvard apontam que o sedentarismo é responsável pela morte indireta de 5,3 milhões de pessoas por ano no mundo, ficando a frente da obesidade, diabetes e tabagismo. Para enfrentar este “mal da civilização”, foi criado em 1997, o Programa Agita Mundo, vinculado ao Programa das Nações Unidas, a partir do projeto desenvolvido em 1996, pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo: o Agita São Paulo.

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Para marcar o Dia Mundial da Atividade Física diversos países promoverão caminhadas e ações de promoção da saúde, entre eles Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, Finlândia, Inglaterra, Malásia, EUA, Nigéria, Panamá, México, Peru, Portugal, Uruguai, Emirados Árabes, Aruba, Nicarágua, Cuba e Venezuela.

O Programa Agita São Paulo organizou dois eventos para a capital paulista. No dia 2 de abril acontecerá o 10º Encontro de Boas Práticas em Promoção da Atividade Física, das 8h: às 13h, no Auditório Nobre da Associação Paulista de Medicina (Av. Brigadeiro Luís Antonio, 278, no 9º andar). O encontro será aberto a profissionais da área de saúde, educação e esportes.

No dia 7, domingo, Dia Mundial da Saúde, ocorrerá a Caminhada Agita Mundo 2013. Quem quiser participar, basta comparecer ao vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Av. Paulista, 1578), às 8h30. O percurso do MASP até a Assembleia Legislativa contará com trios elétricos e muita animação.

São Paulo foi o primeiro estado a inserir em seu calendário oficial o Dia Estadual da Atividade Física. As ações estão a cargo da Secretaria de Estado da Saúde-SP, com apoio da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Recreação da Cidade de São Paulo.

Lembre-se: Segundo a Organização Mundial da Saúde, 30 minutos diários de atividades física ou 20 minutos de exercícios duas vezes por semana é suficiente para manter a saúde em dia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://noticias.r7.com

Obesidade e Sedentarismo na mira

Quem está acima do peso, não tem um estilo de vida saudável e mora no Reino Unido, provavelmente, entrou na mira de uma polêmica proposta. Um governo local de Londres e umthink tank defenderam uma “guerra” contra a obesidade, além da ampliação de atividades que contribuam para a saúde pública, com um incentivo atípico: aqueles que adotarem exercícios físicos indicados por médicos em sua rotina podem ganhar mais benefícios sociais. Quem não seguir essas recomendações não recebe o auxílio.

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A partir de abril de 2013, os governos locais vão retomar do NHS, sistema público de saúde britânico, a tarefa de traçar políticas de saúde pública. Para se preparar a este cenário, o Conselho de Westminster, uma espécie de distrito de Londres comandado por conservadores, encomendou da organização Local Government Information Unit (LGiU) o estudo A Dose of Localism: The Role of Councils in Public Health (Uma Dose de Regionalismo: O Papel dos Conselhos na Saúde Pública, em tradução livre). O levantamento traz propostas para melhorar a atuação dos conselhos e usar de maneira mais eficiente os recursos, que sofreram cortes significativos.

E aí entra a polêmica. O documento prevê que médicos locais prescrevam atividades físicas em centros públicos dos Conselhos usando piscinas, academias, yoga e clubes de caminhada em seus planos. A segunda parte da proposta liga essas atividades aos benefícios sociais. “Onde um pacote de exercícios for prescrito a um residente, pagamentos de subsídios de habitação e benefícios da taxa de conselho podem ser variados para recompensar ou incentivar residentes”, diz o texto. Ou seja, quem fizer os exercícios recomendados pode ser beneficiado e “controlado” por meio de cartões inteligentes no acesso aos centros de atividade.

A ideia é que os governos locais usem uma possível isenção de taxas residenciais para incentivar a adoção de exercícios. Quem não seguir o programa, deixa de ganhar os benefícios. “Baseamos as propostas em conversas com pessoas por todo o país, além de dois encontros para discutir as ações com especialistas em saúde”, explica Jonathan Carr-West, diretor da LGiU e um dos responsáveis pela elaboração da proposta, a CartaCapital.

A proposta, entretanto, não teve recepção positiva por associações médicas e de apoio a obesos. Foi considerada “boba” e “absurda”. Mas Carr-West garante que a controvérsia se deve ao fato de o estudo ter sido mal interpretado como uma tentativa de impor exercícios. “O que sugerimos são recompensas às pessoas que fazem atividades saudáveis, como uma forma de encoraja-las e não uma punição aos demais”, afirma. E completa que a proposta não pede a perda de benefícios para quem não fizer exercícios. “Propomos que se receba um valor adicional por faze-los. Caso as pessoas parem, deixam de receber o beneficio extra, mas não os benefícios existentes.”

Para o pesquisador, os resultados podem ser positivos para os indivíduos e o Estado, que economizará   gastos com doenças graves, além de romper as barreiras que tornam as pessoas sedentárias. “O cidadão vai à academia e descobre que tem que pagar, e que é caro. Então, estamos tentando remover as barreiras por meio dos médicos que podem dar aos pacientes acesso aos centros de lazer dos Conselhos e suas academias sem custos.”

Segundo o estudo, o Reino Unido gasta 110 bilhões de libras (cerca de 360 bilhões de reais) por ano com saúde. Junto com o envelhecimento da população e o aumento dos níveis de obesidade, devem aumentar os casos de demência, diabetes e doenças do coração, o que imporá novas despesas ao NHS. Somente com diabetes, o governo gasta 10% de sua receita com a saúde.

Apenas na Inglaterra 24% dos homens e 26% das mulheres são obesos, enquanto 65% deles e 58% delas têm sobrepeso ou são obesos, segundo pesquisa de saúde do governo inglês.

O documento ainda traz outras propostas, como a promoção da melhoria da qualidade dos serviços em mercados de bairro, que oferecem serviços variados em diversas áreas das cidades. “Em áreas identificadas como desertos alimentares e sem itens frescos e com baixos preços para manter uma dieta saudável, os Conselhos podem oferecer incentivos para mercados locais que façam esses serviços disponíveis por meio dos fundos de investimento social”, diz o texto.

Seria uma ajuda para vender alimentos saudáveis a preços baratos. Mas todas essas políticas não são uma intromissão do Estado na vida privada dos cidadãos? Carr-West discorda. “O Estado está dizendo para as pessoas que não pode torna-las saudáveis ou resolver todos os seus problemas. Mas pode dar apoio caso você queiram agir para ser mais saudáveis.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.cartacapital.com.br


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