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Saiba como cuidar da saúde antes da viagem

Viajar é uma delícia, seja para conhecer um lugar novo e explorar culturas diferentes ou para voltar para aquele lugar que tanto amamos. Mas antes de arrumar a mala é importante pensar na saúde.

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O primeiro ponto do planejamento é saber se a saúde está em dia, principalmente para quem tem alguma doença pré-existente.Se alguns dias antes da partida contrair alguma doença infecciosa aguda tente adiar até ficar melhor. Afinal, se já é complicado ficar doente em casa, imagina em um lugar desconhecido?

Se fizer uso de medicamentos sob prescrição médica, revalide a receita e adquira os medicamentos na quantidade suficiente para toda a viagem, pois nem sempre é possível adquirir medicamentos em outros países, sem prescrição médica local. Lembre-se de levar, preferivelmente na bagagem de mão, na caixa original para melhor identificação, caso necessário. Na receita deve constar o mesmo nome identificado no cartão de embarque.

Fique atento ao volume individual dos recipientes, pois, pelas normas de segurança aérea, somente é permitido levar na bagagem de mão medicamentos essenciais acompanhados de prescrição médica; medicamentos que não necessitam de prescrição médica: colírio, solução fisiológica para lentes de contato, etc. (desde que não excedam 120ml ou 4oz); insulina e líquidos especiais ou gel, para passageiros diabéticos, acompanhados de prescrição médica (desde que não excedam 148 ml ou 5oz).

Em caso de viagens internacionais, certos países mantêm com o Brasil acordos internacionais recíprocos, que permitem o atendimento de cidadãos brasileiros pelas redes públicas de saúde. Para saber mais sobre o Certificado de Direito a Assistência Médica, acesse http://sna.saude.gov.br/cdam/. Considere ainda a possibilidade de contratar um seguro internacional de saúde particular.

:: Vacinas

Vale lembrar que alguns países ainda sofrem com doenças que o Brasil já erradicou ou tem baixa incidência. Por isso consulte as vacinas necessárias para o destino e confira se as suas estão em dia. Um exemplo é a medida de controle da febre amarela, alguns países exigem dos viajantes o “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” para o ingresso em seu território. Esta vacina deve ser administrada pelo menos dez dias antes da viagem.

Para a emissão do “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” (CIVP), você deverá procurar os Centros de Orientação ao Viajante da Anvisa, levando o seu Cartão Nacional de Vacinação e um documento de identificação oficial com foto. O certificado internacional só será válido para ingresso no país estrangeiro após dez dias a contar da data da vacinação contra febre amarela.

Outras também poderão ser recomendadas como medida preventiva ao viajante que se desloca para áreas de risco. Informe-se se existe essa indicação para o destino da sua viagem. A rede pública do Sistema Único de Saúde oferece vacinas eficazes e gratuitas. É bom lembrar que as vacinas geralmente têm um período, que varia entre 10 dias e 6 semanas, até atingir a proteção esperada. Por isso, devem ser aplicadas com a devida antecedência à viagem.

Depois de conferir os assuntos relacionados à saúde é só arrumar a mala e aproveitar a viagem!

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Saiba como cuidar da voz

Uma boca gigante inflável, que mostra como é produzida a voz e as principais doenças do sistema vocal, está montada no Parque do Povo, no bairro de Pinheiros, na capital paulista. A produção faz parte das comemorações do Dia Mundial da Voz, celebrado ontem (16). A estrutura fica no parque até o dia 18 para conscientizar as pessoas sobre os cuidados necessários com o sistema vocal.

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“Afine sua Saúde. Cuide de sua voz!” é o tema da 17ª Campanha Nacional da Voz, segundo os organizadores, a Academia Brasileira de Laringologia e Voz (ABLV) e a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). O evento conta ainda com o apoio da organização não-govenamental Doutores da Alegria e dos palhaços Fuska e Gaiato, da contadora de histórias Jane Berenstein e dos beatboxers Borracha e Mautari.

O coordenador nacional da Campanha da Voz, o otorrinolaringologista Gustavo Korn, explicou que o principal problema é a rouquidão, porém qualquer coisa que dificulte a produção da voz de forma harmoniosa e sem esforço deve ser levado em consideração. “Há pessoas que tem dificuldades para falar, outros cansam quando falam muito, e há até aqueles que não conseguem emitir algum som. Toda situação como essa merece uma avaliação do médico para ver qual o problema e o melhor tratamento”.

No caso de rouquidão que dure 14 dias ou mais é fundamental que se procure o otorrinolaringologista porque um dos diagnósticos possíveis nessa situação é o câncer de laringe, que se descoberto precocemente tem mais chances de cura. “Os principais fatores causadores d câncer de laringe são o tabagismo e a ingestão de bebida alcoólica, além de quadro de refluxo e a presença do HPV”.

Para prevenir problemas no sistema vocal, a orientação é evitar gritar e falar em demasia, além de fazer repousos vocais. “O ideal é fazer pausas entre as falas, evitar o pigarro que machuca as pregas vocais, não cochichar porque isso, força a voz, beber bastante água para hidratar a região e não ingerir alguns alimentos que podem provocar o refluxo, como frituras, gordura, doces, chocolates e cítricos”, disse Korn.

O médico destacou que os profissionais da voz, que trabalham falando a maior parte do tempo, precisam ter atenção especial com a prevenção e os cuidados. “O ideal é que façam sempre uma avaliação e não esperem ter um problema na voz para procurar um médico. Precisamos lembrar que essas pessoas são atletas da voz”.

Reconhecida internacionalmente desde 2003, a Campanha da Voz é a ação social de maior tradição da Otorrinolaringologia no Brasil, promovendo projetos integrados em países como EUA, Espanha, Portugal, Bélgica, Suíça, Itália, Argentina, Chile, Venezuela, e Panamá.

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Dicas Simples para uma Voz Saudável

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Dia Mundial da Voz

Hoje, 16 de abril, comemora-se o dia mundial da voz. A data marca um mês de ações voltadas para os cuidados com a saúde vocal e a sua importância para a qualidade de vida.

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A comemoração começou no Brasil, em 1999 e, a partir de 2003, se tornou internacional. Hoje a data é lembrada através de eventos organizados em países de todos os continentes.

A Voz é nosso cartão de visitas e tem grande impacto na constituição de nossa imagem pessoal e profissional. Através dela expressamos nossas emoções e pensamentos. É o canal pelo qual nos comunicamos com o mundo. Dados apontam que 80% da população economicamente ativa utiliza a voz como instrumento de trabalho.

A fonoaudióloga Mirella Guilhen, explica que o objetivo de tornar abril o mês da conscientização em saúde vocal é alertar sobre a importância da voz para as relações humanas e divulgar para o maior número de pessoas como podemos mantê-la saudável.

Mirella explica que é muito simples cuidar da voz e traz seis dicas práticas para mantê-la saudável no dia a dia:

– Hidrate-se!
Beba muita água e água de coco. Elas são excelentes aliadas da sua voz.

– Coma maçã
Isso mesmo! A maçã, além de ser saudável e muito saborosa, também é uma das melhores amigas da voz. Isso porque ela tem propriedades adstringentes que limpam a região do trato vocal.

– Mantenha uma postura alinhada
Muita gente não sabe, mas a postura correta é uma grande aliada da saúde vocal. Alinhe-se!

– Cuide das vias respiratórias
Voz é essencialmente ar, por isso é muito importante ter uma boa respiração. Limpar e hidratar as narinas com soro fisiológico é uma prática simples para melhorar a saúde vocal. A vaporização e a inalação também ajudam muito a manter o ar circulando livremente, faça uso delas!

– Faça gargarejos
A receita é caseira, mas os resultados são profissionais. Gargarejos com água morna e uma pitada de sal também são ótimos para a voz. Experimente!

– Durma bem
A cada dia surgem novas evidências da importância da boa qualidade do sono para a saúde e, para quem ainda não sabia, dormir bem também ajuda a cuidar da voz.

– Boceje
Sabe aquela vontade de bocejar quando bate uma preguiça ou sono? Acredite, além de ser muito bom para relaxar, pode ser um ótimo exercício para a saúde vocal. Então na dúvida, boceje e espreguice.

E para manter saúde vocal em dia, Mirella também alerta para os inimigos da saúde vocal: “Bebidas alcoólicas, drogas, cigarro, sprays e pastilhas refrescantes, balas e até mesmo comidas condimentadas podem prejudicar a saúde da sua voz. Eu recomendo que sejam evitados, sempre que possível. Também é importante não abusar da voz, quando você exige mais do que a sua zona de conforto permite, sua voz sofre. Sempre que possível, não grite e mantenha um tom confortável para você. E, por fim, evite pigarrear. Este ato de ‘raspar’ as pregas vocais com frequência é agressivo para sua voz. Existem outros fatores que interferem na saúde da voz para algumas pessoas, mas não para outras. Meu conselho é que cada um fique atento e perceba como a sua voz se comporta para evitar situações que possam agredi-la.”, orienta.

Uma questão de saúde
Entre as causas mais frequentes de alterações na voz estão as infecções respiratórias. Elas costumam aparecer como um sintoma de gripe e, na maioria dos casos, podem ser resolvidas com hidratação e repouso vocal. Mas a especialista alerta que, se a melhora não acontecer em até quatro semanas, é preciso procurar um médico. “A maioria das pessoas não sabe, mas a rouquidão é o primeiro sintoma do câncer de laringe. Isso não significa que quando a pessoa está rouca, tem câncer. Em muitos casos a rouquidão aparece em consequência de uma gripe ou de um mau uso da voz. Porém, se a rouquidão ou qualquer sintoma vocal permanecer por mais de 2 semanas, é preciso ficar atento e procurar ajuda, pois este é um dos primeiros sinais de que algo mais sério pode estar acontecendo. Minha orientação, neste caso, é procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada das estruturas que estão envolvidas na produção vocal e um fonoaudiólogo para avaliar e cuidar da parte funcional da voz”, afirma.

Mirella complementa: “Uma voz bem cuidada traz muitos benefícios, além de uma boa saúde. Ela favorece sua comunicação pessoal e profissional. Uma voz que está alinhada com a imagem que você deseja transmitir, te deixa confiante e seguro e pode ser uma grande aliada nas suas conquistas”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.r7.com/

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Conheça os amigos e inimigos da voz

Veja quais são os cuidados necessários para manter sua voz saudável.
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Você já deve ter ouvido falar que mel faz bem para a garganta ou então que maçã é um santo remédio para a rouquidão. Essas e muitas outras dicas caseiras sempre são compartilhadas entre amigos e familiares. O otorrinolaringologista Dr. Jamal Azzam comentará sobre esses mitos e verdades, dando dicas para que sua voz continue sempre em boas condições.
O doutor deixa um alerta para os profissionais que usam a fala como principal instrumento de trabalho e precisam de cuidado redobrado. Algumas das profissões mais susceptíveis são: professores, que usam a voz nas salas de aula, operadores de call center, que precisam falar durante o dia todo, e vendedores, que utilizam a voz para garantir seus negócios.
A maioria dos problemas na voz se manifesta com uma rouquidão. “Problemas de voz que durem mais de 10 dias devem ser pesquisados imediatamente com um médico otorrinolaringologista”, orienta o Dr. Jamal.
Vamos entender como a voz funciona: ela é emitida devido a movimentação de duas cordas vocais (mais corretamente chamadas de pregas vocais), que são dois pequenos músculos recobertos por um revestimento muito fino. O cérebro comanda os movimentos das pregas vocais de modo voluntário, o que pode levar a um esforço vocal intenso e repetitivo das pregas, causando lesões.
O modo como ocorrem as lesões pode ser comparado à formação de um calo nos pés.  Um sapato apertado comprime um ponto de maior pressão onde ele toca.  Quando essa situação se repete diversas vezes, isso causa uma inflamação e cicatrização, que é o calo.  Nas pregas vocais, o processo é bem semelhante: um trauma forte e repetido nas pregas vocais causa lesões, levando à formação de nódulos, pólipos e outras complicações.
Amigos da voz:
– Água: Tome muita água para manter o corpo hidratado;
Meia hora antes de quaisquer esforços vocais programados, tomar 2 a 3 copos de água;
Durante o esforço vocal, tomar água aos poucos, mantendo sempre a garganta hidratada
– Maçã: Proporciona limpeza natural da garganta
– Atividade física: Exercícios físicos regulares mantêm o tônus muscular sempre em dia e ajuda na emissão da coluna de ar para a formação da voz (respiração abdominal)
– Relaxar: Uma musculatura do corpo todo relaxada sempre ajuda muito; Períodos de relaxamento do pescoço e da garganta contribuem na recuperação da musculatura
– Bocejar: Períodos de repouso vocal são importantes nos intervalos. Boceje, espreguice!!!
– Exercícios de aquecimento da voz:
Exemplos:
TRRRRRRRRR (variando tonalidade)
MMMMMMMMMM (até sentir os lábios formigarem)
BRRRRRRRRRRRRRRRRRR (como se estivesse com frio)
Abrir e fechar a boca
Tirar para fora e movimentar a língua
Massagear o pescoço
Fazer caretas
Inimigos da voz:
– Forçar a voz
– Refluxo ácido do estômago
– Gritar
– Pigarrear
– Roupas apertas no pescoço e/ou abdômen
– Tensão muscular ou emocional
– Cigarro
– Ar condicionado
– Mudanças bruscas de temperatura
– Ambientes com poluição ambiental
– Bebidas gasosas ou alcoólicas
– Alimentos muito gelados
– Sprays e pastilhas
– Gargarejo com vinagre e/ou limão
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Dicas para você ser amigo da sua voz!

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Sigam as dicas do Departamento da Voz da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia e torne-se amigo da sua voz:

 Fale sem esforço e articule bem as palavras

 Mantenha uma boa postura corporal ao falar ou cantar

 Beba 2 litros de água diariamente

 Durma bem

 Tenha uma alimentação saudável rica em frutas e proteínas

 Use vestuário confortável

 Procure reduzir a quantidade de fala durante quadros gripais, crises alérgicas e período pré-menstrual

 Evite falar por longos períodos, principalmente em ambientes ruidosos

 Evite pigarrear, gritar e dar gargalhadas exageradas

 Evite ingerir leite e derivados, bebidas gasosas, chocolate antes de utilizar a voz continuamente

 Evite ingerir álcool em excesso, bem como outras drogas

 Cuidado ao cantar inadequadamente ou abusivamente

 Esteja atento aos primeiros sintomas de alteração vocal como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão

 No caso de problemas vocais, procure um fonoaudiólogo e um médico otorrinolaringologista;

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.sbfa.org.br/

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Mau uso da Voz pode afetar desempenho no trabalho

Beber água e evitar o consumo de cigarros, alimentos gordurosos e bebidas ricas em cafeína são algumas das recomendações médicas para prevenir problemas no aparelho fonador.
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Rouquidão, cansaço ao falar, dor ou ardência na garganta, dificuldade para engolir e pigarro constante são alguns dos sinais que mostram o possível comprometimento da saúde do aparelho fonador. Segundo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de janeiro a agosto de 2011, 4.318 pessoas foram afastadas do emprego por distúrbios no sistema vocal, 324 delas devido ao ofício que exerciam. Em 2010 foram 3.601 casos.
A lista de profissionais que utilizam a voz como principal instrumento de trabalho é ampla. Professores, cantores, atores, advogados, jornalistas, locutores, entre outros. No entanto, nem todos sabem como prevenir ou tratar problemas relacionados ao trato vocal. O mais preocupante é que muitos não procuram a ajuda de especialistas.
De acordo com o presidente da Academia Brasileira de Laringologia e Voz (ABLV), Antônio Lobo, “não fumar, beber bastante água, não gritar ou sussurrar e evitar alimentos muito condimentados e gordurosos, além de refrigerantes e bebidas ricas em cafeína” são hábitos simples que ajudam a manter a saúde da voz. O otorrinolaringologista alerta, ainda, que sintomas, como rouquidão, que se estendem por mais de 15 dias devem receber acompanhamento médico.
Para falar sobre a importância dos cuidados com o aparelho fonador e explicar as principais doenças que atingem a região, a ABLV, em parceria com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), promove a 17º Campanha Nacional da Voz com o tema “Afine sua saúde. Cuide da sua voz!”.
Entre os dias 16 e 18 de abril, no Parque do Povo, em São Paulo, a mostra terá uma boca gigante inflável, onde os visitantes poderão entrar e conhecer a fisiologia do sistema vocal e o processo de formação da voz. Além disso, o evento, que conta com o apoio da ONG Doutores da Alegria e tem o fundador da instituição, Wellington Nogueira, como padrinho, vai trazer a apresentação dos palhaços Fuska e Gaiato, da contadora de histórias Jane Berenstein e dos beatboxers Borracha e Mautari.
A Campanha Nacional da Voz também conta com o patrocínio de Strepsils, marca especialista em dor de garganta e única pastilha que contém flurbiprofeno, princípio ativo que combina a ação anti-inflamatória com analgésica. “É com muita satisfação que apoiamos essa iniciativa através da parceria com a ABORL/ABLV que demonstra claramente o quanto é essencial manter a saúde da voz em dia”, explica Marisa Cazassa, gerente da marca pela RB (Reckitt Benckiser), comercializadora da marca no Brasil”.
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ANS se firma como principal canal de relacionamento com o consumidor de planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vem se firmando, ano a ano, como o principal canal de relacionamento com o usuário de plano de saúde. Em 2014, a Agência recebeu um total de 328.870 solicitações, sendo 234.773 pedidos de informações e 94.097 reclamações de beneficiários junto à ANS. Por meio da mediação de conflitos, a ANS atingiu, no mesmo ano, o percentual de 86,8% de resolução de demandas de natureza assistencial – aquelas envolvendo relatos de não garantia de cobertura – o que se deu em curto prazo e em benefício do consumidor, sem necessidade de abertura de processos administrativos.

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PLANOS DE SAÚDE NO SINDEC – Caiu o número de reclamações, denúncias e consultas nos Procons sobre serviços prestados por planos de saúde. Em 2014, foram registradas 25.255 demandas de consumidores nas unidades do Sistema Nacional de Informações (Sindec). Em relação ao ano de 2013, houve uma redução de 2.961 demandas relacionadas aos planos de saúde, o que representa uma queda de 10,5%. Com isso, o setor de saúde suplementar melhorou no ranking do Sindec, passando de 15º para 17º lugar entre os 20 assuntos mais citados no relatório de 2014. A quantidade de registros relacionados aos planos representou 1,1% dos 2,37 milhões de demandas do ano passado.

Os dados constam no relatório anual do Sindec, publicado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, informados pelos órgãos de Proteção e Defesa do Consumidor (Procons) de 26 estados, do Distrito Federal (DF) e de 336 municípios. Como várias unidades contam com mais de um ponto de atendimento, o sistema abrange 641 postos, em 440 cidades do país.

No cenário geral, a primeira posição do ranking de reclamações de 2014 foi ocupada pelo setor de telefonia fixa, com 231.575 demandas registradas nos Procons do país. Logo depois, vêm as empresas de telefonia celular (226.353) e bancos comerciais (165.778). Considerando os principais problemas apontados pelos consumidores, 884.052 (35,6%) são relacionados a cobranças. Em segundo lugar, com 420.334 demandas (17,7%), estão os problemas com oferta de serviços.

Regulação – Responsável pela regulação das operadoras dos planos de saúde, a ANS mantém canais ativos de comunicação para que o beneficiário possa esclarecer dúvidas e registrar reclamações.

Além da mediação de conflitos para demandas de natureza assistencial, a ANS implementou, em 19/3/2014, a mediação também para o tratamento de queixas não assistenciais, tais como cobranças indevidas e rescisão de contratos. Para esses casos, o percentual de solução já passa de 60%.

Em paralelo às ações para incentivo à mudança de comportamento do mercado, a fiscalização da ANS também atuou fortemente no exercício do poder de polícia, mediante aplicação de multas e outras sanções: em 2014, a Diretoria de Fiscalização lavrou 5.636 autos de infração contra operadoras de planos de saúde. Em 2013, foram 4.056 autos lavrados.

Com o programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, desde 2012, 1.043 planos de 143 operadoras já tiveram comercialização suspensa e 890 planos foram reativados após redução do número de queixas de usuários. Há hoje, 70 planos de 11 operadoras com comercialização suspensa. Considerando o mesmo período do ano anterior, houve uma redução de 20,9% no total de reclamações e queda de 43,6% de reclamações procedentes, situações em que o consumidor tinha o direito à assistência.

“Esses dados demonstram a escolha acertada de uma ação fiscalizatória centrada na resolução de conflitos aliada a medidas preventivas focadas na melhoria da assistência à saúde e conjugada com a repressão das condutas que caracterizam infrações administrativas praticadas por esse mercado”, avalia a diretora de Fiscalização, Simone Freire.

O objetivo de todas essas medidas é a excelência no atendimento ao consumidor pelas operadoras de planos de saúde. Para isso, contribui ainda a disponibilização de canais de atendimento aptos a realizar a resolução de conflitos, propiciando monitoramento e acompanhamento continuado das informações e reclamações recebidas. Em 2014, 85,03% dos usuários do Disque ANS manifestaram satisfação com o atendimento recebido.

Satisfação do usuário do Disque ANS (central de atendimento telefônico)

Parcerias – A ANS estabelece parcerias para estimular a disseminação de informação aos beneficiários e reduzir processos judiciais. Esse trabalho é realizado por meio de termos de cooperação técnica e integração com órgãos de Defesa do Consumidor. Para tanto, conta com o programa Parceiros da Cidadania promove atividades de capacitação e troca de informações com Procons Estaduais e Municipais; Ministério Público e Defensoria Pública; Fóruns; Sindicatos; Comitês e Comissões; Promotorias e Secretarias. Em 2014, foram firmados e executados 17 acordos de parceria para melhorar a articulação entre esses órgãos.

Ouvidorias – No final de 2014, a ANS publicou uma nova Instrução Normativa que regulamenta os conteúdos e a forma de envio do Relatório Anual Estatístico das ouvidorias das operadoras de planos de saúde. Com isso, houve a padronização das informações que devem ser fornecidas, com base nas manifestações dos clientes junto à Ouvidoria das empresas da saúde suplementar. Além disso, a instrução torna obrigatório o fornecimento dos relatórios somente de forma eletrônica.

Os objetivos da medida são melhorar a coleta de dados e a análise das reclamações, sugestões, consultas, denúncias e elogios dos usuários de planos de saúde. Outro foco é aprimorar também o repasse das informações das ouvidorias das operadoras para a ANS, responsável pelo acompanhamento e avaliação da efetividade das ações desenvolvidas pelas ouvidorias das operadoras.

Panorama do setor – Atualmente, há 1.433 operadoras de planos de saúde que atendem 50,5 milhões de consumidores em planos de assistência médica e 21,3 milhões em planos exclusivamente odontológicos. Em 2013, os planos privados realizaram 51,8 milhões de terapias, 262,2 milhões de consultas médicas, 8 milhões de internações e 565,7 milhões de exames complementares. Naquele ano, o setor movimentou R$ 108,2 bilhões em receitas de mensalidades. Em 2014, no primeiro semestre, foram realizadas 26,8 milhões de terapias, 133,6 milhões de consultas médicas, 3,8 milhões de internações e 565,7 milhões de exames complementares.

Canais de relacionamento da ANS

DISQUE ANS (0800 701 9656): Atendimento telefônico gratuito, disponível de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas (exceto feriados).

Portal da ANS (www.ans.gov.br): Central de Atendimento ao Consumidor, disponível 24 horas por dia.

Núcleos da ANS: Atendimento presencial de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30 (exceto feriados), em 12 cidades localizadas nas cinco regiões do Brasil. Confira os endereços.

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Em 20% dos casos, pedra no rim pode levar à perda do órgão

Nos casos graves e sem tratamento adequado, alguns cálculos chegam a entupir os rins e causam perda da função renal.

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Em 20% dos casos de pedra no rim há risco de o paciente desenvolver insuficiência renal crônica. Os dados são do Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Desses pacientes, 5% podem evoluir para diálise, com perda dos rins em alguns casos. Mulheres também correm maior risco.

Quem teve cálculos renais uma vez, pode voltar a ter o problema novamente. Na maioria dos casos, 85% das pessoas conseguem expelir as pedras naturalmente pela urina. Nos casos graves, quando o paciente deixa de realizar o tratamento de forma adequada, alguns cálculos chegam a entupir os rins, causando a perda irreversível da função renal.

Veja sinais de que seu rim não está funcionando bem:

  • Palidez
  • Falta de Apetite
  • Náuseas
  • Mau Hálito
  • Vontade de fazer xixi durante a noite
  • Fragilidade Óssea
  • Hipertensão Arterial descontrolada
  • Vômitos
  • O inchaço também é um sinal de que o rim pode não andar nada bem. As causas devem ser investigadas.
  • Cansaço excessivo

O urologista Fábio Vicentini, do “Hospital do Homem”, explica que as pedras podem comprometer o funcionamento do rim ou pela obstrução e infecção ou até mesmo em razão da complexidade da cirurgia para a retirada de determinados tipos de cálculos.

“Pesquisas mundiais já mostraram que 10% da população poderá ter pedra nos rins. O tratamento adequado e a prevenção podem diminuir as chances do paciente evoluir para perda total da função renal”, salienta Vicentini.

Segundo o especialista, para prevenir o aparecimento de cálculos nos rins, é primordial aumentar a ingestão de líquidos, como água (cerca de dois litros ao dia) e sucos de frutas cítricas. A maneira mais fácil de monitorar a hidratação ideal do corpo é observar a coloração da urina. “Quanto mais transparente a urina estiver, melhor. A urina com aparência amarelada e escura dá sinais de que o corpo precisa de mais líquidos para manter-se hidratado e longe dos cálculos renais”, complementa.

Consumir diariamente verduras, legumes, frutas e saladas e diminuir a ingestão de sal nos alimentos também fazem parte dos cuidados para evitar o aparecimento de pedras nos rins. “Os frutos do mar, por exemplo, ainda contêm altas doses de ácido úrico, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos cálculos renais. É importante também considerar a redução de frituras e carne vermelha”, finaliza o urologista.

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Silenciosa, doença renal crônica atinge 10% da população

A doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença. Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que a creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

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O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes mellitus? Há pessoas com doença renal crônica na sua família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

Os principais sintomas da doença renal crônica são falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no país, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%.

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