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Doação de Órgãos ainda é pequena para a demanda

Apesar do Brasil possuir um dos maiores programas públicos de transplantes do mundo e o número de doadores de órgãos crescer a cada dia, cerca de 70 mil pessoas ainda aguardam nas filas de transplante para se submeter à cirurgia, de acordo com o Ministério da Saúde. Hoje, dia 27 de setembro será celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos.

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Apenas em 2012, foram realizados 24.473 transplantes de órgãos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, mais de 80% dos transplantes são realizados com sucesso.

Lei nº 9.434/97 exige que os transplantes ocorram somente com autorização de cônjuge ou parente e após comprovação da morte encefálica por dois médicos. Neste quadro clínico, não há mais funções vitais e a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não consegue respirar sem a ajuda de aparelhos.

Os transplantes mais comuns são os autoplásicos, que retiram células ou tecidos de um indivíduo e as transplantam para outro local do organismo do mesmo indivíduo. O transplante heteroplásico transfere órgãos, tecidos ou células de um indivíduo para outro.

O processo de retirada dos órgãos pode ser acompanhado por um médico de confiança da família. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados enquanto há circulação sanguínea para irrigá-los. Mas, se o coração parar, somente as córneas poderão ser aproveitadas.

A doação de órgãos também pode ser feita em vida para algum membro da família ou amigo, após uma avaliação clínica. Nesse caso, a compatibilidade sanguínea é primordial e não pode haver qualquer risco para o doador. Os órgãos e tecidos que podem ser retirados em vida são rim, pâncreas, parte do fígado, parte do pulmão, medula óssea e pele.

Para ser doador, não é necessário deixar documento por escrito. A Lei estabelece que todos somos doadores de órgãos desde que, após a nossa morte, um familiar (até segundo-grau de parentesco) autorize por escrito a retirada dos órgãos.

Portanto, não basta querer ser um doador de órgãos. A família também precisa estar ciente da escolha, pois os familiares é que vão autorizar os médicos a fazer o transplante. Na Carteira de Identidade Civil e na Carteira Nacional de Habilitação a expressão “não-doador de órgãos e tecidos” deverá ser gravada, caso a pessoa opte por essa condição.

Por isso informar a opção para os familiares é importante para que o processo seja realizado com maior rapidez.  As restrições de doação são apenas para portadores do vírus HIV e pessoas com doenças infecciosas ativas. Em geral, fumantes não são doadores de pulmão.

Depois de doado, o órgão deve cumprir os requesitos das listas de espera, que são estipuladas por ordem cronológica ou, em alguns casos, como o do fígado, pela gravidade da doença. A escolha do receptor será definida pelos exames de compatibilidade com o doador.

Por isso, nem sempre o primeiro da fila é o próximo a ser beneficiado. Caso seja incompatível com o doador, a prioridade passa para o segundo colocado na fila e assim sucessivamente. Um único doador tem a chance de salvar, ou melhorar a qualidade de vida, de pelo menos 25 pessoas.

Quais órgãos podem ser doados?

• Coração – retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas;

• Pulmões – retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas;

• Rins – retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas;

• Fígado – retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas;

• Pâncreas – retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas;

• Valvas Cardíacas

Quais tecidos podem ser doados?

• Córneas – retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);

• Medula óssea – se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue;

• Pele – retirada do doador até seis horas depois da parada cardíaca;

• Cartilagem – retirada do doador até seis horas depois da parada cardíaca;

• Ossos – retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos;

• Sangue

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://senado.gov.br/

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Dia Mundial do Coração: faça escolhas Saudáveis e previna Doenças

E, entre outras coisas, como a genética, o principal motivo que faz os índices de doenças do coração subir são os hábitos nada saudáveis de jovens, adultos e idosos no Brasil. Por isso, os hospitais estão cheios de pacientes com diversos  problemas cardiovasculares, entre eles o infarto, angina, obstrução das artérias coronárias, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e, o mais comum, hipertensão arterial.

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Quais as causas 
“Algumas doenças cardiovasculares, como a hipertensão, por exemplo, não têm, na maioria dos casos, um motivo único para o seu desenvolvimento. O conhecimento atual sobre as causas das doenças cardiovasculares aponta para uma combinação de predisposição genética, idade e estilo de vida – alimentação e atividade física, por exemplo”, contou ao Terrao cardiologista Dr. Abel Magalhães, do Vita Check-up Center.

“No geral, estas doenças não têm cura, têm controle. E isso é feito tendo alguns cuidados. Sempre é válido mudar os hábitos e se cuidar para diminuir os riscos”, informou o Dr. Guilherme de Menezes Succi, especialista em cirurgia cardiovascular com doutorado pela USP.

No entanto, apesar de ser comprovado que a prevenção é o principal fator de sucesso contra as doenças cardiovasculares, o Brasil ainda não tem grandes resultados neste aspecto. “Percebe-se que o Brasil ainda não possui uma cultura muito amadurecida de diagnóstico precoce e mudanças no estilo de vida (como preconizado através de check-ups médicos periódicos), ao contrário de países com mais tradição em medicina preventiva”, disse o Dr. Abel Magalhães.

Consuma alimentos que ajudam a proteger o coração
Por isso, o objetivo é buscar alimentos saudáveis que ajudam a proteger o coração, como  castanhas em geral, que possuem substâncias antioxidantes – um tipo de gordura boa que diminui as inflamações. Tomar álcool em pequenas quantidades, principalmente o vinho, que, segundo o Dr. Guilherme Succi, tem subtâncias flavonoides, que têm um efeito cardio protetor, também é um bom hábito. O ideal é uma taça de vinho por dia.

O cacau também tem efeito oxidante. Mas é preciso ficar atento com o chocolate ideal que é aquele com mais de 70% de teor de cacau. “Quem consome chocolates convencionais acaba trocando os benefícios do cacau pelos malefícios do alto teor da gordura”, explica o cardiologista.

As fontes de fibras, como verduras, legumes, frutas e cereais integrais também devem ser priorizados e ajudam tanto na redução da absorção de gorduras, além de controlar o colesterol, promovendo um funcionamento mais adequado do intestino evitando a retenção de toxinas. Mas os diabéticos devem prestar atenção ao consumo de frutas que, apesar de saudáveis, são bastante calóricas.

Alimentos a serem evitados
Para controlar os fatores de risco, como o colesterol, o ideal é trocar as gorduras que não são tão saudáveis por gorduras saudáveis. Tente diminuir o consumo de gordura saturada, como picanha, costela, cupim e todos os embutidos, como presunto, salame e bacon. Alimentos processados como creme de leite, molhos, cremes, recheios e coberturas também devem estar na mesa somente esporadicamente.

A nutricionista Camila Gracia alerta também para o controle do uso de sal. “O ideal é usar o mínimo de sal possível e optar por alternativas, como pimenta, alho, cebola e ervas em geral”.

Carne branca é sempre melhor que a vermelha?
Apesar do senso comum de que carne vermelha é sempre pior que a branca, o Dr. Guilherme Succi esclarece que o critério para avaliar a qualidade do produto é, na verdade, a quantidade de gordura.  “Não interessa a cor da carne. Um peixe de água doce, por exemplo, é extremamente gorduroso e uma coxa de frango com pele também tem mais colesterol que qualquer picanha”.

Ele alerta ainda que a gordura visível que tem nas carnes deve ser sempre retirada, pois é muito prejudicial.

Como cuidar da alimentação de quem foi diagnosticado com uma doença cardiovascular
Uma pessoa diagnosticada com alguma doença cardiovascular deve priorizar uma alimentação rica em verduras e legumes, com maior frequência de peixes, aves sem pele e evitar frituras. “Optar por alimentos mais grelhados, assados, ensopados e cozidos é a melhor opção”, esclarece a nutricionista do HCor.

Ela esclarece ainda sobre o modo de preparo das refeições e afirma que usar o óleo de soja em quantidade moderada para fazer a comida já é um começo. Trocar outros temperos pelo azeite na salada também é uma opção viável e mais saudável.  “No fundo as pessoas sabem o que têm que comer, mas no dia a dia, fazem escolhas erradas”, concluiu a nutricionista Camila Gracia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

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Dicas para Combater o Estresse

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São vários os momentos em que nos vemos obrigados a enfrentar situações estressantes e que mexem com os nossos sentimentos. Consultamos especialistas que ensinam técnicas para relaxar e extravasar as tensões. Estamos falando de estratégias que você pode desenvolver em casa, depois de um dia intenso de trabalho, e que não exigem prática nem habilidade. Entre os truques, certamente descobrirá qual é o que funciona melhor – e mais rápido – para você. Confira:

Lave o corpo e a alma

Tomar um bom banho pode ser uma oportunidade para limpar não só as impurezas, como também para apaziguar os pensamentos. Basta separar algumas ervas para usar na banheira ou no chuveiro. Se optar pela banheira, ferva um litro de água à parte, desligue o fogo, acrescente as ervas e tampe a panela por pelo menos 15 minutos. Depois, é só coar e despejar na banheira. “Para o chuveiro, coloque as ervas em um saco feito de tule, que possa ser amarrado na base do chuveiro”, ensina a massoterapeuta Ana Aono. Camomila, melissa e arruda são excelentes opções para acalmar.

Extravase as emoções

Depois de um dia difícil, não sinta vergonha de chorar como uma criancinha ou de gritar feito um maluco. “Chorar e gritar são formas saudáveis de colocar o estresse e a frustração para fora. Uma vez contidos, esses sentimentos podem se traduzir em diversos sintomas físicos, como dores musculares, insônia, problemas digestórios, alergias na pele, entre outros”, alerta a psicóloga Olga Inês Tessari.

Coloque sua agressividade pra fora

“Desde os tempos pré-históricos, a cada sinal de perigo o corpo se prepara para fugir ou correr, liberando adrenalina e noradrenalina na corrente sanguínea, o que nos deixa acelerados. No entanto, se o seu chefe lhe comunica que você foi despedido, você nem vai sair correndo nem vai agredi-lo. Daí, toda a carga adrenérgica que foi produzida acabará intoxicando seu corpo, se não houver uma válvula de escape”, explica o educador físico Estélio Dantas, professor da UFRJ. Uma boa maneira de se livrar dessa tensão acumulada épraticar esportes de alta intensidade, como boxe e musculação, com cargas que exijam esforço maior.

Experimente florais

Há gotinhas especialmente desenvolvidas para situações de emergência que ajudam a baixar a ansiedade e a controlar o estresse na hora. “Os florais atuam por padrão vibratório, isto é, cada um deles tem uma frequência de onda que, por sua vez, interage com as nossas ondas cerebrais, trazendo diferentes tipos de benefícios”, explica a terapeuta floral com formação em psicologia Luciane Gerodetti, da Essências Florais Brasil.

Invista na respiração

É a professora de ioga Márcia de Luca quem ensina uma forma de equilibrar a mente por meio darespiração. “Sente-se com a coluna ereta e os olhos fechados. Então, com o dedão da mão direita, obstrua a narina direita e inspire pela esquerda. Depois, faça o mesmo movimento ao contrário. Esse é um ciclo de respiração, que acalma a mente e equilibra os dois hemisférios do cérebro”, diz. Para tirar proveito, repita por dez vezes.

Prepare um suco de maracujá turbinado

Segundo a nutricionista Cínthia Perine, a fruta tem mesmo propriedades que ajudam a combater a ansiedade. Portanto, um suco concentrado provavelmente terá efeito calmante sobre o sistema nervoso. “Para ficar ainda melhor, bata a fruta com pouca água e uma folha de couve e adoce com mel. É a combinação perfeita para desestressar”, indica.

Dê uma massagem de presente a si mesmo

Você não precisa conhecer nenhuma técnica para começar a massagear o corpo em busca do relaxamento. Escolha um lugar silencioso, sente-se confortavelmente e, então, tente identificar quais são os pontos que estão sobrecarregados. Daí, bastará apertá-los com as mãos, por segundos, para soltá-los em seguida. “Em geral, ombros, pescoço e costas são regiões que acumulam bastante tensão”, ensina a massoterapeuta Sílvia Mussolini.

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Até onde as bikes podem salvar o trânsito de cidades grandes

Em junho, protestos irromperam pelo Brasil incendiados, inicialmente, por um aumento, depois revogado, de 20 centavos nas tarifas do metrô e do ônibus, serviços mal avaliados pela população. Em julho, por sua vez, a cidade de São Paulo viu um nada honroso recorde ser batido: o congestionamento chegou a ocupar 300 quilômetros de vias no dia 26. É em meio a uma insatisfação crescente com o transporte público e um ressentimento quanto ao individual que, cada vez mais, as bicicletas são vistas como uma alternativa para os caminhos já saturados das grandes cidades do país.

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Ecológicas, saudáveis e compactas, as bikes ocupam hoje um espaço ínfimo dentre os vários meio de transporte. Em São Paulo, por exemplo, elas somam cerca de 214 mil viagens por dia, segundo dados de 2010, contra seis milhões de passageiros em ônibus.

Até onde, no entanto, pode-se depositar nas bicicletas a esperança para o gargalo da mobilidade urbana?

Segundo especialistas ouvidos por EXAME.com, há uma certeza, dentre várias divergências: o Brasil ainda tem potencial para ver o número de ciclistas aumentar muito – desde que dados incentivo e infraestrutura – mas as “bikes”, sozinhas, não podem resolver muita coisa.

“A bicicleta não soluciona o problema de trânsito. Se tirarmos um milhão de carros e colocarmos um milhão de bicicletas, teríamos esses problemas de novo”, afirma o professor da escola Politécnica da USP, Jaime Waisman.

Já o professor do programa de Engenharia de Transporte da UFRJ, Ronaldo Balassiano, discorda. Para o especialista, que se mudou para próximo do trabalho no Rio para conseguir fazer o trajeto de bicicleta, a mera existência de mais bicicletas no trânsito ajuda com os congestionamento, mesmo que seja necessário oferecer possibilidade de troca de modais (entrar com elas no metrô ou deixá-las em um bicicletário, por exemplo).

“É uma grande besteira dizer que bicicletas não influenciam no tráfego. Quanto mais viagens feitas por bikes, menos viagens de carro. Sem contar que um milhão de bicicletas ocupam bem menos espaço que um milhão de carros, tanto nas ruas quanto em estacionamento”, defende.

Mesmo Balassiano, porém – autoproclamado “defensor das bicicletas” – admite que os grandes municípios precisam de “um plano estratégico para toda a cidade com foco na melhora do transporte coletivo e desincentivo do uso do carro”. 

Segundo Waisman, da USP, é preciso considerar ainda que a bicicleta tem um uso muito limitado em uma metrópole como São Paulo.

“Nas grandes cidades, existe a questão da topografia e também das grandes distâncias”, diz. Ele defende que, para uso diário, uma distância razoável a ser percorrida é de até 5km – e isso desde que em ciclovias e ciclofaixas, já que esses municípios tendem a ter um trânsito mais caótico e perigoso.

A cidade de São Paulo tem hoje pouco mais de 245km de infraestrutura de circulação para bicicletas. O prefeito Fernando Haddad prometeu mais 340 quilômetros de ciclovias como uma das apostas para desafogar o trânsito paulistano.

Segurança no trânsito

Em São Paulo, dados da Secretaria Estadual de Saúde informam que, todos os dias, nove ciclistas são internados em hospitais públicos por causa de acidentes no trânsito. Ano passado, 52 perderam a vida nas ruas paulistanas. 

Segurança é justamente a maior preocupação do consultor de tráfego Flamínio Fichmann, que considera essencial a construção de ciclovias que sejam separadas e protegidas do trânsito regular.

“É uma inconsequência ter bicicletas compartilhando espaço com ônibus e carros, especialmente nos corredores”, opina o especialista.

Para Fichmann, as bicicletas trazem benefícios de saúde ao ciclista, mas “o impacto no trânsito é mínimo, sem influência”. Por isso, ele defende que alguns locais específicos sejam destinados para a atividade.

“Mas é impossível usar bicicleta em áreas mais adensadas”, avalia. 

“A questão do acidente é tão grande, a bicicleta é um veículo mais frágil, que a gente fica preocupado quando vê um ciclista em vias de grande tráfego”, afirma.

O especialista, que anda de bike apenas “no bairro” onde mora, reitera: “não vai melhorar absolutamente nada no trânsito. Para cidade pequena ou média é uma solução maravilhosa, e nas grandes é bacana incentivar a consciência ambiental e de saúde, mas não é adequado expor o ciclista a uma cidade com grande violência no trânsito”.

Políticas públicas

“Não tenho dúvida de que bicicletas podem mudar para melhor o trânsito de uma cidade grande como São Paulo”, afirma o vereador Roberto Tripoli (PV), membro da CPI do Transporte Coletivo que está em aberto na Câmara Muncipal.

Para ele, o ciclismo pode ser a solução para o trânsito no centro expandido da capital paulista. “Precisamos inviabilizar o carro particular nessas regiões, tirar zona azul e ampliar a ciclovia permanente”, avalia.

No mundo, as bicicletas cada vez mais recebem apoio governamental.

Bogotá, na Colômbia, foi uma das pioneiras no cicloativismo, durante a gestão do prefeito Enrique Peñalosa (1998 a 2001), quando foram criadas as ciclofaixas de lazer aos domingos e feriados e os mais de 370 quilômetros de ciclovias começaram a ser construídos. O trânsito na capital continua próximo ao caótico, mas a prefeitura defende que “quanto mais bicicletas há na cidade, melhor ela será”.

Em Nova York, nos Estados Unidos, apenas 2% dos moradores da metrópole pedalam. Mesmo assim, o número de ciclistas era de 185 mil em 2009. E o governo continua investindo em maneiras de tornar as viagens desses moradores mais seguras e mais frequentes. Por lá, há mais de 320 quilômetros de ciclovias.

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Pacto Nacional pela Redução de Acidentes

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Em março de 2011, na Assembleia Geral das Nações Unidas, o mundo recebeu um desafio: reduzir pela metade o número de mortes no trânsito durante um período de 10 anos. Assim, foi proclamada a Década de Ação pela Segurança no Trânsito. A ideia é que, de 2011 a 2020, os índices de fatalidades em ruas e estradas dos países membros diminuam em, no mínimo 50%. A resposta do Governo Federal para este problema foi lançar o PARADA – Pacto Nacional pela Redução de Acidentes – Um pacto pela vida.

Com dois anos de existência, o PARADA já plantou suas sementes e se consolida como o principal movimento do país para a redução de acidentes. E, daqui para frente, nosso objetivo é continuar atuando fortemente na conscientização e mobilização de toda a população. O pacto é de todos e quanto mais pessoas fizerem parte dele, mais poderemos desfrutar de um trânsito organizado e seguro. Daí a razão de recrutar cidadãos que, reconhecidos como celebridades, compartilham da mesma dor e sofrimento das pessoas comuns quando tem algum parente, amigo ou pessoa amada envolvida em um acidente de trânsito.

Eles serão as vozes dessa conscientização, dessa campanha que por isso chamamos de Manifesto. O qual que será levado para a televisão através de comercial, com versão de 30 segundos e de um minuto,para as rádios e mídias impressas, para as ruas com mídia exterior e para a internet com banners nos principais portais e ações em redes sociais e eventos públicos.

Mas só isso não basta, você precisa ajudar amplificar esse Manifesto.

Junte-se a nós nesse pacto pela vida.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.paradapelavida.com.br/

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Gentileza no Trânsito

Um dos maiores problemas de quem enfrenta o trânsito nos centros urbanos brasileiros é o estresse. Os engarrafamentos, as imprudências e o mau comportamento de quem trafega pelas ruas das cidades podem tirar a concentração dos condutores de caminhões, automóveis, motos e bicicletas, e também de pedestres, causando acidentes que poderiam ser evitados.

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Segundo o último anuário estatístico do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a frota de veículos no Brasil praticamente dobrou em 11 anos. Passou de 30,9 milhões de unidades em 1998 para 59,3 milhões em 2009. Tantos automóveis, ônibus e motos circulando por vias urbanas e estradas do País exigem colaboração dos condutores e pedestres.

A Coordenadora de Educação para o Trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Rita Cunha, alerta que tanto motoristas quanto pedestres precisam praticar o respeito ao próximo, a tolerância e a gentileza no trânsito. “Ser um cidadão significa adotar uma postura em favor do bem comum. Cada um tem que fazer a sua parte. A colaboração mútua entre condutores e pedestres ajuda a resolver muitos problemas do trânsito”, explica.

E são esses gestos simples que fazem toda a diferença. Para os motoristas, respeitar as regras do código de trânsito e sinalizar as manobras, regular os faróis, parar antes dos cruzamentos e não estacionar na faixa de pedestre são atitudes que devem fazer parte do dia a dia. Segundo o Denatran, em 2009, 51,8 milhões de pessoas estavam habilitadas a conduzir veículos ou motos no Brasil e o desafio é sensibilizar esses condutores para ter tolerância e promover a paz no trânsito. “As leis são reguladoras externas do comportamento humano e sua a obediência no trânsito gera gentileza e também cidadania”, explica Rita Cunha.

É importante lembrar que não são apenas as pessoas que estão ao volante as responsáveis pela segurança no trânsito. Os pedestres devem obedecer a regras, como esperar na calçada o momento certo para atravessar a rua, utilizar passarelas em locais sem sinalização e nunca atravessar em local proibido.

Veja algumas dicas para praticar a gentileza no trânsito:

Motoristas

– Você saiu e bateu aquela vontade de tomar uma cervejinha? Deixe o carro em casa e aproveite sem preocupação.

– Ao parar no semáforo, fique de olho e não pare em cima da faixa de pedestre.

-Usar o celular ao dirigir um veículo pode distrair o motorista. Que tal ligar antes de sair, ou depois de estacionar?

– Não se esqueça de acionar a seta antes de virar. Outros motoristas e pedestres precisam saber para que lado você vai.

– Mantenha os faróis regulados e mostre que você é educado no trânsito, acionando a luz baixa ao cruzar com outro veículo.

– Passe pelos cruzamentos com muito cuidado. Fique atento a pedestres que podem atravessar distraidamente.

– Em dias de chuva, muito cuidado com a pista molhada. Não ande em alta velocidade e evite freadas bruscas e o risco de derrapagem.

– Ao atravessar um cruzamento tenha certeza que você não vai bloquear a passagem de outros carros.

– Seja camarada e ofereça carona a quem precisa. Assim você ajuda a diminuir o número de carros na rua e a poluição em sua cidade.

– Fique atento ao sair de garagens ou postos de gasolina, pois a calçada é área comum com pedestres. Lembre-se, a preferência é sempre de quem está a pé!

Pedestres

– Tenha certeza de que você está vendo e sendo visto por todos à sua volta. Carros, motos e veículos precisam notar a sua presença!

– Ajude os idosos a atravessar a rua. Afinal, um dia você também pode precisar dessa mãozinha

– Faça contato visual com o motorista antes de atravessar a rua e colabore para prevenir acidentes

– Olhe sempre para os dois lados antes de atravessar a rua e não atravesse correndo.

–  Seja prudente. O lugar mais seguro para esperar o momento de atravessar é a calçada!

– Preste atenção quando passar por portas de garagem e postos de gasolina, pois são lugares comuns a carros e pedestres.

– Os adultos devem zelar pela segurança das crianças no trânsito. Segurá-las pelo punho é mais prudente que pela mão.

 

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Vai recorrer contra multa de trânsito? Tome cuidado para não ter prejuízo

Quando o motorista recebe em sua casa uma multa de uma infração que não cometeu ou, então, por conta de um radar que não foi devidamente sinalizado, o mais certo a se fazer é recorrer à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) para não ter de arcar com o prejuízo. E esse procedimento pode tanto ser feito sem orientação quanto com a ajuda de uma empresa especializada no assunto.

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De acordo com a Fundação Procon de São Paulo, o consumidor deve, sempre que possível, optar em realizar os procedimentos sozinho, garantindo economia. O serviço só deve ser terceirizado, caso realmente não haja tempo para cuidar dos trâmites necessários. Mas, antes de qualquer coisa, deve ser avaliado no órgão que aplicou a penalidade se existe possibilidade de recurso.

Orientações gerais Qualquer que seja a escolha do motorista, é importante lembrar que o recurso deve ser feito em até 30 dias após o recebimento da notificação da infração e na Jari.

Caso o processo não seja definido até o vencimento da multa, é aconselhável pagar para não perder o desconto que geralmente é oferecido. Esse abatimento no preço, previsto no Código Brasileiro de Trânsito, é válido para qualquer notificação paga dentro do prazo estipulado.

Com empresa É importante lembrar, antes de qualquer coisa, que a contratação de uma empresa não implica que o consumidor se livrará do pagamento da multa, caso seja definido que ele realmente tem responsabilidade sobre a infração.

Uma vez escolhida a empresa, o consumidor precisa ficar atento ao contrato, que deve ser claro, com letras de fácil leitura e informar, além da identificação da empresa (nome, CNPJ, endereço etc.), tudo que está incluído: descrição do que está sendo contratado, tipo de multa, o custo do serviço, forma de pagamento, prazos e demais condições.

Os documentos originais nunca devem ser entregues à empresa contratada. O motorista deve tirar cópia de seus documentos pessoais e do carro, bem como daqueles que poderão ser utilizados como prova em sua defesa (fotos, cupons de estacionamento, etc.) e protocolá-los na empresa em questão.

Por conta própria Conforme o Procon-SP, caso tome as providências para o recurso por conta própria, o cidadão deve redigir uma requisição com os dados do veículo e do auto de infração, relatar os fatos, argumentos e alegações de defesa e juntar provas que o isentem.

Na notificação de cobrança da multa estão relacionadas informações quanto aos documentos e procedimentos necessários, assim como o endereço para remetê-los. Estes documentos devem ser enviados por meio de carta com Aviso de Recebimento (AR), que funciona como comprovante de entrega.

Quando não deu… Caso o recurso seja negado ao motorista, há a possibilidade de recorrer em segunda instância, ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran). Caso o trâmite tenha sido realizado pela empresa, esse detalhe deve estar citado no contrato.

Se, mesmo após a nova entrada do pedido, a negativa for mantida, a última opção é recorrer à Justiça, por meio de uma ação anulatória de multa ou, em situações muito especiais, de mandados de segurança. Nestes casos, é necessário contratar um advogado.

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Semana Nacional de Trânsito 2013

A Semana Nacional de Trânsito 2013 começa oficialmente no dia 18 e segue até o dia 23 de setembro. O tema é: “Álcool, outras drogas e a segurança no trânsito: efeitos, responsabilidades e escolhas” e faz parte da Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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A resolução, que proclamou o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito” foi elaborada com base em estudos da Organização Mundial de Saúde que estimou, em 2009, cerca de 1,3 milhões de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Recomenda aos países membro a elaboração de um plano diretor para guiar as ações nessa área no decênio, tendo como meta de estabilizar e reduzir em até 50% os acidentes de trânsito em todo o mundo.

O tema também discutirá a responsabilidade de cada cidadão no trânsito. A decisão que cabe a cada indivíduo em assumir o risco de dirigir alcoolizado, de falar ao celular enquanto guia ou de transitar segurando com uma única mão o volante. A Semana Nacional de Trânsito – prevista no artigo 326 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – terá a missão de fazer o cidadão refletir sobre sua responsabilidade enquanto cidadão e integrante do sistema viário.

Atualmente, cerca de dois milhões de pessoas morrem por ano vítimas da violência no trânsito, e o número de feridos é ainda mais alarmante. Apesar de os esforços dos órgãos de trânsito, a ocorrência de acidentes cresce a cada ano. É sabido que um dos fatores, atualmente, causadores de acidentes é o consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas, mesmo com o enrijecimento da lei seca, que impõe ao condutor sob efeito de álcool multa de R$ 1.915.

O Denatran lembra que a manutenção do veículo é de fundamental importância para que se tenha segurança no trânsito. De nada adiante ser um bom motorista, se o veículo não atende às solicitações exigidas em cada situação. Assim, mantê-lo em boas condições de tráfego é um fator importante para a prevenção de acidentes.

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Suicídio mata 25 brasileiros por dia

Um dos temas mais cercados por tabus, mitos e preconceitos, o suicídio está longe de ser um problema isolado e sem possibilidade de prevenção. Só no Brasil, pelo menos 25 pessoas tiram suas vidas diariamente e pelo menos 22 desses casos poderiam ter sido evitados.

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Angústia, solidão, medo, depressão, dependência química e perdas são alguns dos motivos que explicam a intenção do suicida, mas, um fator que definitivamente dificulta a redução dessa triste estatística é o preconceito que cerca o assunto. Por ser uma realidade mundial, o IASP – Associação Internacional de Prevenção do Suicídio definiu o tema “Preconceito: uma barreira à prevenção do suicídio”, como a bandeira deste ano.

O preconceito é tão forte que ele existe não somente com quem tenta tirar a própria vida, mas também com quem simplesmente tem ideias suicidas ou com a família de um suicida. Por esse motivo é importante ampliar a discussão do tema, a começar pelos lares, escolas e rodas de amigos. O assunto suicídio passa por um momento muito parecido com o que o câncer passou há duas ou três décadas. A população beira a negação da existência do fato e, com isso, não se conhece a realidade.

No caso da prevenção do suicídio, o preconceito traz prejuízos de duas maneiras muito importantes. A primeira é que o tabu barra a difusão de informações confiáveis e sem informação, não há prevenção.

A segunda atinge diretamente a ação preventiva, pois, no caso do suicídio, a melhor prevenção é a busca por ajuda. Uma pessoa com ideias suicidas não encontra espaço para buscar apoio em uma sociedade preconceituosa e, pior ainda, recebe muitas críticas e acusações, o que acaba por agravar sua intenção auto-destrutiva.

Na última terça-feira, dia 10 de setembro o CVV, entidade que atua gratuitamente na prevenção do suicídio há 51 anos, fará ações de divulgação e mobilização em diferentes locais do país. O intuito é, justamente, estimular a população a falar sobre o assunto, se colocar à disposição de quem busca ajuda e, quando for o caso, entender que é possível pedir socorro e mudar o rumo de sua vida.

Uma iniciativa do CVV lançada na última semana de agosto é o movimento “Isso me faz seguir em frente”. Inicialmente baseado no Facebook, na página https://www.facebook.com/issomefazseguir, o movimento quer estimular as pessoas a refletirem sobre suas emoções e motivações (veja mais em http://cvv.org.br/site/releases/122-cvv-lanca-movimento-isso-me-faz-seguir-em-frente.html).

O suicídio no Brasil

– No Brasil, 25 pessoas morrem vítimas de suicídio por dia e ao menos outras 50 tentam tirar a própria vida.
– No mundo, uma pessoa se mata a cada 40 segundos.
– Segundo pesquisa da Unicamp, 17% dos brasileiros pensaram seriamente em cometer suicídio no decorrer de suas vidas.
– De todos os casos, mais de 90% poderiam ser evitados.
– Quem tenta suicídio pede ajuda.

Apesar da seriedade do assunto, o suicídio ainda é um tabu na sociedade brasileira o que dificulta a sua prevenção. O CVV acredita que uma forma importante de se evitar novos casos é conversar sobre o assunto para derrubar mitos e quebrar tabus.

Sobre o CVV

O CVV – Centro de Valorização da Vida, fundado em São Paulo em 1962, é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973. Presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Os mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.200 voluntários em 18 estados mais o Distrito Federal, pelo telefone 141 (24 horas), pessoalmente (nos 72 postos de atendimento) ou pelo site www.cvv.org.br via chat, VoIP (Skype) e e-mail.

É associado ao Befrienders Worldwide (www.befrienders.org), entidade que congrega as instituições congêneres de todo o mundo e foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como a melhor iniciativa não governamental de prevenção ao suicídio no Brasil.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.mundosustentavel.com.br/

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Medicamento de Marca, Genérico e Similar: Qual a diferença?

Com milhares de fórmulas de princípios ativos disponíveis no mercado para o tratamento das mais variadas doenças, muitas pessoas ficam na dúvida na hora de comprar medicamentos. Nesse domingo (08), será lembrando como o Dia Nacional de Luto por Medicamento. Os remédios seja pela marca do laboratório, pelo preço, por aconselhamento do médico ou do farmacêutico, ou ainda pelo receio de consumir medicamentos genéricos ou pela falta de conhecimento sobre o assunto, muitas pessoas acabam por pagar mais caro nos chamados “medicamentos de marca”.

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Um medicamento é um produto farmacêutico composto por uma ou mais moléculas, o que é chamado de princípio ativo. O objetivo primário de todo medicamento é atingir um alvo específico no corpo, promovendo benefícios a quem o toma.

Existem diferenças entre medicamentos sintéticos e biológicos. Esses últimos são produzidos a partir de seres vivos, por meio da combinação de DNA humano com sistemas celulares não-humanos. Dessa forma, os medicamentos biológicos possuem moléculas grandes e em seu processo de manufatura devem ser controlados para não ocorrerem variações em sua estrutura durante a fabricação. Os medicamentos biológicos são difíceis de serem digeridos pelo intestino, sendo administrados por injeção para chegar diretamente ao sangue.

Os medicamentos sintéticos, por sua vez, são aqueles obtidos através da combinação de substâncias químicas, sendo que seu princípio ativo tem moléculas pequenas e mais estáveis no organismo, o que faz com que sejam absorvidas rapidamente pelo corpo.

Conhecer as semelhanças e diferenças entre os medicamentos é fundamental para medir o melhor custo-benefício na hora de comprar. Veja abaixo o que é cada tipo de medicamento.

Medicamento de Marca

O medicamento de marca, também chamado de inovador, é aquele cujo princípio ativo tenha sido o primeiro a obter registro no país. Isso só ocorre após a realização de pesquisas e testes que validem seus efeitos e que mostrem sua segurança para consumo humano. Sua formulação é protegida por uma patente.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) analisa os dados das pesquisas e, através da Gerência Geral de Medicamentos (GGMED), libera ou não a patente do princípio ativo para o laboratório. O processo de liberação é longo, sendo necessário que o laboratório apresente os resultados das três fases de estudos clínicos que foram realizados, informações técnicas sobre a droga e sua toxidade, estudos que comprovem seu prazo de validade, o texto da bula, a estimativa de preço de venda e um certificado emitido pela própria ANVISA que garanta que a fábrica onde o medicamento será produzido segue os padrões estabelecidos por lei. Um medicamento inovador leva de 9 a 14 meses para ser aprovado pela Agência.

Medicamento Genérico

Quando a patente expira, a legislação brasileira permite que outros laboratórios passem a fabricar o medicamento inovador, desde que comercializados pelo nome de seu principio ativo.

Para lançar um medicamento genérico, a empresa deve provar à ANVISA que seu produto é uma cópia do medicamento inovador, e que atende às normas dos órgãos regulatórios. Dessa forma, o genérico deve ter o mesmo fármaco, na mesma quantidade e forma farmacêutica do medicamento de referência.

O genérico possui a mesma eficácia do medicamento inovador, mas, como não houve gastos com pesquisas, eles custam, no mínimo, 35% a menos do que os remédios de marca. Isso não quer dizer não são realizados estudos, pois é necessário garantir a bioequivalência do genérico em relação ao medicamento de referência.

Bioequivalência é a demonstração de equivalência farmacêutica entre os medicamentos apresentados sob a mesma forma farmacológica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípios ativos e que tenham biodisponibilidade (velocidade e a extensão  de absorção de um princípio ativo em uma forma farmacêutica, a partir de sua curva concentração / tempo na circulação sistêmica ou sua secreção na urina) quando estudados sob experimentos similares.

Os medicamentos genéricos possuem regras de venda: não podem ser vendidos sob nome comercial, sendo que em sua caixa deve constar a denominação química do princípio ativo, além da tarja amarela com a frase “Medicamento genérico – Lei 9.787/99”.

A política de genéricos no Brasil foi criada a fim de ampliar o acesso da população aos medicamentos. O foco principal dos genéricos vendidos hoje são as doenças crônicas, como a hipertensão e o diabetes. Hoje, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genérico), é possível comprar medicamentos com valores até 65% menores do que antes da que permite a venda de genéricos e similares.

Medicamento Similar

Assim como ocorre com o medicamento genérico, o similar tem o mesmo principio ativo, concentração, forma farmacêutica, administração e indicação terapêutica do medicamento inovador, mas é vendido com outro nome comercial. Contudo, de acordo com a legislação vigente, parte dos medicamentos similares podem não possuir comprovação de bioequivalência com a droga inovadora, mas todos devem ser submetidos a testes pela ANVISA.

A obrigatoriedade de estudos de equivalência farmacêutica surgiu através da RDC 134/03, em 2003. Foi determinado que 21 princípios ativos específicos apresentassem comprovação de bioequivalência naquele ano, e os demais têm até 2014 para apresentar seus resultados à ANVISA.

Da mesma forma que um medicamento de marca, a droga similar é vendida com um nome fantasia, que vem estampado em sua embalagem seguido de seu princípio ativo.

Como sua fabricação exige custos menores do que a de um medicamento inovador, o similar tende a ser mais barato. Dos 11 mil medicamentos registrados na ANVISA, estima-se que cerca de oito mil são similares.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:   http://www.boasaude.com.br

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