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Doença falciforme afeta cerca de 50 mil brasileiros

O primeiro caso de uma das doenças genéticas mais comuns em todo o mundo foi descoberto há 100 anos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 300 mil bebês nascem com a doença falciforme a cada ano.

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Enfermidade herdada da África, é causada pela mutação de genes que produzem as hemoglobinas, responsável por transportar oxigênio para órgãos e tecidos do corpo. Essa malformação enrijece as hemoglobinas, prejudicando a circulação sanguínea e provocando muitas dores.

Desde o primeiro diagnóstico da enfermidade, os tratamentos evoluíram muito e já é possível conviver bem com a doença falciforme. A enfermidade hereditária mais comum no Brasil é tratada como um problema de saúde pública. Dados do Ministério da Saúde mostram que 3,5 mil crianças brasileiras nascem com a doença a cada ano. Outras 200 mil nascem com o traço falciforme, gene que pode transmitir a doença para as próximas gerações.

O diagnóstico precoce e a vacinação eficiente são a chave para o sucesso no tratamento, garantem os especialistas. Mas, para eles, ainda é preciso falar mais sobre a doença. Clarisse Lobo, da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), afirma que as políticas públicas adotadas hoje no País são eficazes, especialmente na triagem. O famoso “Teste do Pezinho”, exame feito na primeira semana de vida do recém-nascido, é a garantia de reconhecimento precoce da doença falciforme e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) a todas as crianças.

“O País tem trabalhado para garantir políticas eficientes para o tratamento da doença. A triagem é importante porque apresenta o tamanho do problema. Mas acho que ainda podemos desenvolver ações que descentralizem o atendimento para que as pessoas não precisem se deslocar aos grandes centros para serem tratadas com qualidade. É preciso treinar os profissionais de saúde para que conheçam mais a enfermidade”, diz a hematologista, que também é diretora do Hemorio.

Os exames feitos com os recém-nascidos brasileiros ao longo dos anos mostraram que a Bahia é o Estado brasileiro com a maior incidência da doença, até por causa da concentração de afrodescendentes. Em cada 650 nascimentos, um bebê nasce doente e um em cada 17 possui o traço falciforme. A detecção do traço é importante para que os casais recebam aconselhamento genético e conheçam os riscos de ter um bebê com a doença.

Tratamentos

No caso da doença falciforme, o Ministério da Saúde vai apresentar as políticas adotadas para garantir qualidade de vida aos doentes. A estimativa da associação é que 50 mil brasileiros convivam com a doença hoje.

O SUS oferece o diagnóstico – mesmo adultos podem fazer exames para identificar traço ou a doença – e a medicação necessária para tratar os pacientes. Durante toda a vida, os portadores da doença devem ser acompanhados por equipes multidisciplinares de hematologistas, ortopedistas, nutricionistas e psicólogos, por exemplo.

Para evitar possíveis complicações (dores musculares nas articulações, ossos, tórax, abdômen e costas; icterícia; infecções como pneumonia e anemia crônica), os doentes precisam cuidar da alimentação, ingerir bastante líquido e tomar medicamentos. Além de ácido fólico até os cinco anos de idade, as crianças precisam tomar penicilina. Em casos mais graves da doença, a ingestão de hidroxiuréia também é necessária.

De acordo com Clarisse Lobo, 30% dos pacientes identificados pelo SUS no Brasil possuem a forma mais grave da doença, que exige mais cuidados e aumenta a taxa de mortalidade. A hematologista ressalta que a vacinação contra a pneumococos hoje oferecida antes dos seis meses de vida às crianças é fundamental para garantir mais qualidade de vida aos pacientes. “A cobertura vacinal antes dos três anos é um dos nossos desafios porque garante vantagens significativas no tratamento”, afirma.

Transplante

A única possibilidade de cura da doença falciforme é o transplante de medula óssea. Sérgio Barroca Mesiano, hematologista do Hospital Universitário de Brasília, afirma, no entanto, que este tipo de intervenção ainda é polêmico. Primeiro, porque as taxas de mortalidade durante o procedimento são altas. Segundo ele, cerca de 10% dos pacientes que se submetem à cirurgia morrem durante o processo. Por isso, o transplante só é recomendado em poucos – e severos – casos da doença.

Para a ABHH, há casos graves em que o transplante é a única possibilidade de sobrevida de pacientes. Mas essa ainda não é uma realidade defendida pelo SUS. “Os gestores entendem que ainda não temos estudos suficientes que comprovem a eficácia do procedimento”, diz Sérgio.

Outro complicador é encontrar medulas compatíveis. Apenas um quatro dos pacientes que precisam de um transplante de medula – por qualquer motivo – consegue uma compatível.

“É preciso entender que os medicamentos salvam vidas e garantem vida normal, exceto em casos extremamente graves. Aí os transplantes são recomendados. Mas essa não é uma abordagem isenta de gravidade. Não podemos tratar todos com transplante porque estaríamos os expondo a um risco desproporcional ao benefício”, avalia Clarisse.

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Confira o manual de saúde bucal para todas as idades

Amanhã, 25 de outubro, é o Dia Nacional da Saúde Bucal. Para comemorar, o Terra preparou cuidados específicos para fases da vida, além de hábitos a serem evitados e doenças mais comuns.

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Bebês
Mesmo antes de os dentes nascerem, é importante cuidar da saúde bucal do bebê. Ao higienizar a gengiva, a criança já começa a se acostumar com o toque em sua boca e os pais estabelecem uma rotina para, depois, introduzir a escovação, além de evitar infecções.

Pasta, escova e fio: nessa fase é recomendado usar apenas uma gaze umedecida com água filtrada.

Doenças comuns:
– Sapinho – o sapinho é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que parece um resto de leite que não sai. Aparece na língua, céu da boca, parte interna das bochechas e até nos lábios.
– Cisto gengival –  o cisto de erupção ocorre quando um dente está para nascer e a gengiva fica bastante inchada e dolorida.

Cuidados:
– Lavagem frequente das mãos e higienização e fervura adequada de mamadeiras e chupetas após cada uso.
– Evitar dividir talheres, limpar a chupeta com a boca, experimentar a mamadeira, assoprar a comida ou até beijá-los nos lábios. Esses hábitos são meios de levar bactérias à boca da criança.
– Usar mordedores para massagear a gengiva e aliviar a dor quando os dentes estiverem para nascer

“Nós temos a cavidade bucal colonizada por até 300 tipos diferentes de bactérias e o bebê, além de nascer com a boca estéril (sem micro-organismos), não tem defesas para as bactérias que carregamos na nossa saliva”, diz Renata Sampaio, cirurgiã-dentista e odontopediatra.

Crianças
A partir do nascimento dos primeiros dentinhos, que normalmente ocorre aos 6 meses, já é preciso cuidar da higiene bucal da criança como gente grande. Isso porque, a saúde dos dentes permanentes depende dos dentes de leite serem bem tratados.

Pasta, escova e fio:
Pasta: o creme dental infantil deve ter 1000 ppm de flúor e a quantidade é equivalente a um grão de arroz, duas vezes por dia, até os três anos de idade. A partir daí a referência muda para uma ervilha.
Escova: a escova deve ter a cabeça pequena e as cerdas macias.
Fio dental: já deve ser passado pelos pais a partir do nascimento do segundo dente.

Doenças comuns:
– Cárie: Quando não se faz a higiene bucal da criança após a mamada, as bactérias grudam nos dentes e os açucares acabam ocasionando a desmineralização, formando a cárie.
– Traumas e cortes: até os 3 anos, as crianças começam a andar e vira e mexe estão com algum objeto nas mãos e aí quando caem podem quebrar os dentes ou cortar os lábios ou as gengivas.

Cuidados:
– Consultas no odontopediatra desde o nascimento do primeiro dente
– Uso de cremes dentais com flúor
– Auxiliar a criança na escovação
– Dar uma mamadeira com água depois das mamadas à noite
– Higienizar a boca sempre depois das refeições

Adolescentes 
Questões sociais e comportamentais interferem muito nas escolhas que determinam a saúde dos jovens. Por isso, é importante conscientizá-los da importância de redobrar os cuidados bucais, principalmente para aqueles que usam aparelhos fixos.

Pasta, escova e fio:
Pasta: os jovens, sempre preocupados com a aparência, costumam optar por cremes dentais com componentes branqueadores. “Mas é preciso ter cuidado com uso excessivo desse produto, pois podem causar uma hipersensibilidade dos dentes”. diz Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da Clínica Dental Saúde.
Escova: para quem usa aparelho, existe uma escova específica, com uma canaleta central, que encaixa nos bráquetes. As cerdas devem ser ultramacias
Fio dental: de novo para quem usa aparelho, é preciso usar passa fio, que lembra uma agulha de plástico. Nele o fio dental é preso e pode ser passado por baixo do arco para limpar entre os dentes. Também é importante o uso da escova interdental, capaz de higienizar ainda melhor as regiões difíceis.

Doenças comuns:
– Mau hálito: a rotina corrida e sem horário do adolescente faz com que eles fiquem horas em jejum, consumem muita fritura, doces e refrigerante e bebam pouca água. Todos esses fatores somados a uma higienização sem a devida dedicação, causa mau hálito.
– Gengivite: o uso de aparelhos ortodônticos dificulta a remoção da placa bacteriana dos dentes, aumentando as chances do aparecimento da gengivite (inflamação na gengiva).

Cuidados:
– Utilizar os dispositivos adequados para higienizar os dentes no caso de usar aparelhos ortodônticos.
– Limitar a ingestão de açúcar e alimentos que contém amido, principalmente os pegajosos (que grudam na superfície dos dentes).
– No caso da prática de esportes (comum nessa fase), usar sempre protetores bucais.
– Beber bastante água.

Homens
Os homens são mais propensos a problemas como o ronco e bruxismo, que merecem uma atenção especial e mudanças de hábitos. Na fase adulta, a sensibilidade dentária também começa a ficar mais comum. “A partir dos 27 anos começamos a ver mais pessoas vindo ao consultório com esse tipo de reclamação”, diz o cirurgião-dentista, Alexandre Bussab.

Pasta, escova e fio:
Pasta: Os cremes dentais para dentes sensíveis bloqueiam os túbulos dentinários (onde ficam os nervos do dente) abertos, o que ajuda a impedir que as sensações de dor.
Escova: a escova deve ter cabeça média e ser macia.
Fio dental: o fio dental deve ser usado em todas as higienizações bucais. Para complementar, vale usar a escova interdental.

Doenças comuns:
– Ronco: esse distúrbio respiratório acaba com a qualidade do sono e faz com que ela passe o dia cansada, estressada e com déficits de atenção. “O ronco muitas vezes também está associado a apnéia do sono que são pequenas, porem perigosas, paradas respiratórias que podem causar problemas mais sérios de falta de oxigênio no coração e no cérebro”, diz Luana Campos, dentista da Interclin.
– Bruxismo (hábito de ranger ou apertar os dentes): “O Bruxismo está diretamente ligado, na maioria das vezes, à rotina estressante dos adultos e a pressão que eles sofrem, por isso se torna bastante comum nessa fase da vida, prolongando-se, quando não tratado, para a terceira idade”, diz Paulo Henrique Tavares, cirurgião-dentista especializado no atendimento de idosos.

Cuidados:
– Evitar consumir em excesso bebidas como café, chá, vinho, isotônicos, refrigerantes e sucos artificiais, pois possuem o pH ácido, o que favorece a erosão dental.
– Pratique esportes para aliviar o estresse causado pelo dia-a-dia e ajudar no tratamento do bruxismo, mau hálito e ronco.
– Não fume.

Mulheres
No caso das mulheres, embora algumas doenças e cuidados sejam parecidos com os dos homens afinal, mulher também ronca, as fases que inspiram mais cuidados são as da gestação e da menopausa.

Menopausa faz mulher roncar que nem homem
Ardência bucal atinge mulheres a partir dos 50 anos; entenda
Cuidar da saúde bucal é mais difícil depois da menopausa

Pasta, escova e fio:
Pasta: recomenda-se o uso de pastas próprias para o cuidado da gengiva e de preferência, sem sabores fortes, para evitar problemas de enjoo típicos de grávidas.
Escova: a escova deve ter cabeça média e ser macia.
Fio dental: Para evitar o acúmulo de placa bacteriana que pode agravar a gengivite, o uso do fio dental é indispensável para gestantes e mulheres na menopausa.

Doenças comuns:
– Gengivite e periodontite: “Infecções severas na boca (como a periodontite) fazem o corpo da mulher produzir uma substância que causa contrações no útero, o que pode antecipar o nascimento do bebê”, diz o odontopediatra Raul Palomino. Já quando a mulher entra na menopausa, seu corpo sofre uma drástica redução de um hormônio chamado estrógeno. “A boca da mulher fica mais vulnerável a doenças, as gengivas ficam mais flácidas, os dentes mais suscetíveis a cáries, há um maior desgaste do esmalte dos dentes e até perda de massa óssea da maxila e da mandíbula podem acontecer em decorrência da menopausa”, diz Alexandre.

Cuidados:
– Evite comidas e bebidas ácidas e que manchem os dentes.
– Intensifique os cuidados com a saúde bucal durante o período de gravidez e da menopausa.
– Procure o acompanhamento de um dentista especializado durante a gravidez.
– Ao fazer tratamentos estéticos clareadores, procure um profissional de sua confiança e relate para ele todo seu histórico de saúde bucal. Assim, é possível evitar problemas de sensibilidade por conta desse procedimento.

Idosos
Quando a terceira idade chega, problemas na vista e nas articulações (artroses) podem dificultar o cuidado com a saúde bucal. Por isso, as visitas ao dentista devem ser ainda mais frequentes nessa fase.

Pasta, escova e fio:
Pasta: Para idosos que usam próteses dentais, é recomendado o uso de pastilhas efervescente que as limpam e eliminam as bactérias sem provocar arranhões.
Escova: A escova deve ter cerdas ultramacias.
Fio dental: Por conta de problemas de visão e coordenação, a utilização desse mecanismo pode ser comprometida. Por isso, a utilização de escovas interdentais podem ajudar o idoso a fazer uma higienização mais completa.

Fio dental: Por conta de problemas de visão e coordenação, a utilização desse mecanismo pode ser comprometida. Por isso, a utilização de escovas interdentais podem ajudar o idoso a fazer uma higienização mais completa.

Doenças comuns:
-Xerostomia: boca seca causada principalmente pelo consumo de alguns remédios.
– Halitose: também pode ser causada por remédios.
– Câncer de boca: causado principalmente pelo fumo.

Cuidados:
– Nessa fase as visitas ao dentista devem ser mais constantes.
– O idoso que usa prótese dental deve ter cuidado ao manuseá-las, pois elas são bastante sensíveis.
– A limpeza da prótese deve acontecer após cada refeição, ao dormir e acordar.
– Não é recomendado dormir com a prótese, pois os tecidos de suporte precisam relaxar em algum momento do dia.

“O descuido com a higiene da prótese faz com que bactérias se acumulem sobre ela. Se essas bactérias entrarem na corrente sanguínea o paciente corre o risco de desenvolver endocardite (inflamação no coração) e a pneumonia por aspiração dessas bactérias”, diz Paulo Henrique Tavares, cirurgião-dentista especializado no atendimento de idoso.

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Saiba quais são as doenças bucais mais comuns e como tratá-las

Em 25 de outubro é comemorado o Dia Nacional da Saúde Bucal. De acordo com o Ministério da Saúde, 88% da população brasileira sofrem com algum problema na boca, em sua maioria cáries. Especialista  lista as doenças mais frequentes e conta que evitá-las é mais simples do que se imagina.
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Você já foi ao dentista este ano? Diferentemente do que acontece com outras especialidades, muitas pessoas passam anos sem visitar um consultório odontológico ou pior, nunca passaram por uma consulta. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 2,5 milhões de brasileiros fazem parte desta estatística e, delas, 88%  apresentam algum problema na boca e não sabem. Porém, descobrir e iniciar um tratamento é mais fácil do que se imagina.
Aliados da saúde bucal, a escova de dentes e fio dental conseguem prevenir a maior parte das doenças. “Fica por conta da escova o trabalho mais ‘pesado’ de limpar os dentes, língua e bochechas – que retêm os resíduos causadores da cárie e halitose –  já o fio dental limpa onde a escova não alcança,” explica Dr. Ricardo Ladorucki, dentista especialista em odontologia estética.
O especialista alerta que o uso incorreto da escova pode causar lesões nas gengivas. “Não se deve escovar os dentes com força, pois as cerdas podem machucar a gengiva além de retirar o esmalte que protege os dentes. Dê preferência para escovas com cerdas macias.” A seguir o especialista da Netfarma lista as 5 doenças mais frequentes e como evitá-las.
Cárie – Causada por acúmulo de resíduos nos dentes, a cárie é a doença mais comum, atingindo cerca de 80% da população mundial. “Uma boa escovação e uso diário do fio dental impendem que as bactérias formadoras das cáries trabalhem”, conta Dr. Ricardo.
Doença Periodontal – Causada pelas bactérias anaeróbias que vivem dentro do sulco gengival, a doença periodontal é a formação do tártaro ao redor dos dentes; uma vez dentro dos microorificios do tártaro, as bactérias se multiplicam, pois o organismo não consegue combatê-las. A doença periodontal pode causar destruição óssea e perda do dente. O tratamento mais indicado é a remoção do tártaro com ultrassom.
Halitose – Conhecida também como mau hálito, a doença prejudica relações pessoais e de trabalho por conta do mau cheiro vindo da boca do indivíduo. “Cuidados de higiene, especialmente com a língua, ajudam no combate ao problema. O indicado é escovar a língua com a mesma frequência que se escova os dentes.”
Gengivite – Causada por falta de higiene adequada, a gengivite se dá pelo sangramento da gengiva decorrente do acúmulo da placa bacteriana; em casos mais graves acarreta perda dos dentes. “Nesses casos o uso do fio dental é fundamental para a higiene entre os dentes, principal fator resultante na doença.”
Inflamação da polpa – Quando a cárie não é tratada, as bactérias entram na polpa (estrutura interna do dente) causando inflamação. “O tratamento mais indicado nesses casos é o canal que irá retirar a pressão do dente causadora de dores fortes”.
Dr. Ricardo Ladorucki alerta para as visitas regulares ao dentista. “Assim como é recomendado realizar um check-up anual, é muito importante ir ao consultório odontológico, a saúde bucal precisa ser levada a sério”, finaliza.
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Saúde Bucal da Mulher: Levem à Sério

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A Saúde Geral e bucal da Mulher

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Há uma relação entre minha saúde bucal e minha saúde geral?

No caso das mulheres, um número cada vez maior de estudos relaciona as enfermidades gengivais com uma variedade de problemas que afetam a saúde da mulher. Como a gengivite é uma infecção causada por bactérias, estas podem entrar na corrente sangüínea e tornar-se causa de outras complicações:

  • Problemas Cardíacos: Indivíduos com gengivite correm um risco maior de ter problemas cardíacos, com o dobro de possibilidade de sofrerem ataques fatais.
  • Derrame: Um estudo revelou a existência de uma relação causal entre infecções bucais e risco de derrame ou também conhecido como acidente vascular cerebral (AVC).(1)
  • Diabetes: Os diabéticos são mais propensos a terem gengivite e nestes indivíduos é mais difícil controlar o açúcar no sangue. A gengivite pode ser um fator de risco para o diabético, mesmo em indivíduos com açúcar controlado.(2)
  • Problemas respiratórios: Bactérias que se desenvolvem na cavidade bucal podem chegar até os pulmões e causar doenças das vias respiratórias, tal como a pneumonia, especialmente em pessoas que têm gengivite.(3)
  • Resultados da gestação: As gestantes com gengivite podem estar mais propensas a partos prematuros ou terem bebês de menor peso ao nascer. A gengivite também pode aumentar o nível dos líquidos biológicos que estimulam o parto.(3)

Como a gengivite em geral não dói, muitas mulheres só notam que têm o problema quando este já está em estado avançado. A melhor defesa é a cuidadosa higiene bucal diária com uma boa escovação e o uso de fio dental, e as consultas regulares com seu dentista.

Os requisitos relacionados à saúde bucal mudam com o passar do tempo?

A mulher tem necessidades especiais relacionadas à saúde bucal nas diversas fases da vida. As mudanças nos níveis de hormônio que ocorrem na puberdade, seguidas da menstruação, gravidez e menopausa tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana. Nessas etapas da vida, as mulheres não podem esquecer de escovar e usar fio dental todos os dias, para evitar a gengivite.

Outras informações importantes:

  • Menstruação — Algumas mulheres notam que sua gengiva incha e sangra antes da menstruação. Outras têm aftas ou inflamações da mucosa bucal. Estes sintomas geralmente desaparecem no início da menstruação.
  • Contraceptivos orais — A inflamação da gengiva é um dos efeitos colaterais mais comuns dos contraceptivos orais.
  • Gravidez — Estudos mostram que muitas mulheres grávidas têm gengivite quando a placa bacteriana se forma sobre os dentes e irrita a gengiva. Os sintomas são gengivas avermelhadas, inflamadas e com sangramento. O cuidado pré-natal é sempre extremamente importante.
  • Menopausa — Os sintomas bucais experimentados durante este estágio na vida de uma mulher são gengiva avermelhada ou inflamada, desconforto, sensação de ardência, sensação de alteração do paladar e boca seca.
  • Osteoporose — Várias pesquisas sugerem a existência de uma relação entre a osteoporose e a perda óssea nos maxilares. Os pesquisadores sugerem que isto pode levar à perda de dentes por causa da provável diminuição da densidade dos ossos onde os dentes estão inseridos. Juntamente com a osteoporose, a doença periodontal acelera o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes.

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Dia Mundial da Osteoporose alerta para doença entre homens

Para combater o subdiagnóstico da osteoporose no sexo masculino, os homens são o foco da campanha internacional “Ame seus ossos”, pelo Dia Mundial da Osteoporose, ontem (20).

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A doença se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos e acomete principalmente os mais velhos.

Essa é uma iniciativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF em inglês), que conta com o apoio global de diversas instituições.

A fundação divulgou, em outubro, dados que mostram que um terço de todas as fraturas de quadril no mundo ocorrem em homens, com taxa de mortalidade até 37% no primeiro ano após a fratura, o que significa duas vezes mais que a de mulheres.

Isso ocorre, mesmo com uma proporção de incidência de casos em mulheres superior à dos homens – um em cada três casos, a partir dos 50 anos.

Entre o sexo masculino, a proporção é de um homem em cada cinco casos.

O relatório do IOF mostra ainda que de 1950 a 2050, o número de homens com 60 anos ou mais – o grupo etário de maior risco de osteoporose – deve aumentar dez vezes.

Para o chefe do Departamento de Medicina Interna do Instituto Nacional do Câncer, Salo Buksman, que atende muitos casos de homens em estágio avançado da doença, a campanha é muito relevante para garantir o tratamento antes da primeira fratura.

“Os homens, a sociedade em geral e mesmo os médicos têm um conceito equivocado de que a osteoporose é uma doença feminina. Há muitos homens com osteoporose, sobretudo depois dos 70 anos”, comentou.

“Como o indivíduo não é ciente desse fato, não busca o diagnóstico e só fica sabendo que tem a doença depois da primeira fratura”, destacou Buksman, ao lembrar que a osteoporose é uma das principais causas de quedas e fraturas em idosos.

O ortopedista esclareceu que homens com mais de 70 anos devem fazer o exame de densitometria óssea, que detecta a osteoporose, pelo menos uma vez.

“Mesmo os homens mais jovens devem fazer o exame se tiverem determinados fatores de risco, como o uso de cortisona, determinados hormônios, remédios anticonvulsivantes”, comentou.

O tratamento consiste basicamente em ingestão de cálcio, vitamina D e outros remédios de combate à doença.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, João Bastos, o risco de osteoporose em homens é 27%, enquanto o de câncer de próstata é 11%, doença mais alardeada em campanhas voltadas para os homens.

As formas de prevenção valem para ambos os sexos.

“A atividade física, alimentação adequada na infância e adolescência, evitar o tabagismo e a ingestão excessiva de bebida alcoólica são alguns dos fatores importantes para a qualidade do osso formado ao longo da vida, o que contribui para diminuir o risco de osteoporose na vida adulta e velhice ”, destacou o médico.

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Saiba quais Alimentos ajudam a Rejuvenescer

Cremes anti-idade, botox, cirurgia plástica… Para quem quer parecer mais jovem e bonito, o mercado está cheio de opções. Mais simples, barata e eficiente, outra forma de levantar o visual é investir em alimentos rejuvenescedores. O segredo é começar — desde esta quinta-feira, no Dia Mundial da Alimentação — a apostar em antioxidantes capazes de combater radicais livres que destroem, sobretudo, o colágeno e a elastina, responsáveis pela boa aparência da pele e dos cabelos.

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Os radicais livres são gerados naturalmente no organismo a partir de átomos de oxigênio. Segundo a nutricionista Monica Dalmacio, coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Anhanguera de Niterói, quanto mais uma pessoa ingere moléculas de glicose (açúcar) e gordura, que contêm muitos átomos de oxigênio, mais ela produz radicais livres.

— Quem praticamente não come frutas, verduras e legumes não consegue neutralizar esses radicais — diz.

Para obter o efeito rejuvenescedor dos alimentos antioxidantes, é preciso ingeri-los diariamente, salienta a especialista.

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Efeito de pílulas é inferior ao dos alimentos

A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo diário de, pelo menos, 400 gramas de vegetais (cerca de cinco porções). Mas quem quer parecer mais jovem também precisa reduzir a ingestão de doces e frituras, para frear a produção de radicais livres. Por dia, o ideal é limitar-se a comer 50 gramas de açúcar e dois gramas de gorduras trans, o que equivale a apenas um biscoito recheado ou três unidades de batata chips.

De acordo com Monica Dalmacio, o efeito de pílulas que prometem o rejuvenescimento é inferior ao dos alimentos antioxidantes, e o uso desses produtos pode até fazer mal à saúde. Além disso, recorrer ao colágeno hidrolisado para deixar a pele firme não traz benefícios, pois a produção da proteína pelo corpo não depende de suplementos.

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Ebola: Causas e Sintomas

Ebola é uma doença causada por um vírus de mesmo nome, e seu principal sintoma é a febre hemorrágica, que causa sangramentos em órgãos internos. O vírus é nativo da África, onde surtos esporádicos ocorrem ao longo de décadas.

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É uma doença grave e muitas vezes fatal, com uma taxa de letalidade de até 90%, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). O ebola é transmitido pelo contato direto com o sangue, fluidos corporais e tecidos de animais ou pessoas infectadas. Pacientes gravemente doentes requerem tratamento de suporte intensivo. Durante um surto, aqueles com maior risco de infecção são os profissionais de saúde, familiares e outras pessoas em contato próximo com pessoas doentes e pacientes falecidos.

O vírus Ebola foi descoberto em 1976 e acontecem surtos esporádicos desde então. Os primeiros registros do vírus Ebola foram encontrados em macacos, chimpanzés e outros primatas não humanos que vivem na África. Uma cepa mais branda de Ebola foi descoberta em macacos e porcos nas Filipinas – no entanto, o vírus das Filipinas não causa doença em humanos. A doença recebe esse nome por causa do rio Ebola, na República Democrática do Congo, onde o vírus foi encontrado pela primeira vez.

Hoje, o que se acredita é que o morcego seja o responsável por transmitir o vírus para outros animais. Nele o vírus não provoca doença. Mas uma fruta meio comida por um morcego e encontrada por outro animal já pode dar início à epidemia. Macacos, antílopes e porcos-espinho também são afetados pela doença. É possível entrar em contato com o vírus visitando lugares com infestação de morcegos (como minas e cavernas) ou manipulando o tecido de algum animal morto pelo Ebola.

Causas

É possível contrair Ebola por meio do contato direto com os fluidos corporais de um animal infectado ou humano. Estes incluem sangue, saliva, sêmen, vômito, urina ou fezes.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, também é possível adquirir o vírus por lidar com um animal selvagem doente ou morto que tenha sido infectado. Há alguma evidência de que o vírus Ebola pode ser transmitido através do ar a partir de primatas não humanos para primatas não humanos, como de macaco para macaco. Não há estudos definitivos provaram isso, entretanto.

Uma pessoa infectada normalmente não se torna contagiosa até que desenvolva sintomas. Os membros da família são frequentemente infectados ao cuidar de parentes doentes ou mortos.

Profissionais podem entrar em contato com o vírus se não usarem equipamentos de proteção, como máscaras cirúrgicas e luvas. Ela não é altamente transmissível, basta diagnosticar o paciente e isolar.

Prevenção

As seguintes precauções podem ajudam a prevenir a infecção e disseminação do vírus Ebola:Evite áreas de surtosAntes de viajar para a África, saiba mais sobre as epidemias atuais e converse com um médico sobre os possíveis riscos.Lave as mãos com frequência

Tal como acontece com outras doenças infecciosas, uma das medidas preventivas mais importantes é lavar as mãos frequentemente. Use água e sabão ou usar álcool gel 60% quando sabão e água não estão disponíveis. Essas medidas devem ser tomadas principalmente para pessoas em áreas de risco.Evite o contato com pessoas infectadas

Cuidadores e profissionais de saúde devem evitar o contato com fluidos e tecidos do corpo da pessoa infectada, incluindo sangue, sêmen, secreções vaginais e saliva. Pessoas com Ebola são mais contagiosas nos estágios mais avançados da doença. Para interagir com o paciente, o ideal é usar luvas, máscaras, aventais e protetores oculares.Pessoas infectadas devem ser isoladas das outras. Agulhas utilizadas devem ser descartadas e os instrumentos esterilizados.Não manusear corpos de pessoas infectadas

Os corpos das pessoas que morreram de Ebola ainda são contagiosos. Equipes organizadas e treinadas devem enterrar os corpos, usando equipamento de segurança apropriado.

Sintomas de Ebola

Pacientes expostos ao vírus Ebola devem começar a apresentar sintomas entre dois a 21 dias após o contato com a doença, que tem início rápido. Os sintomas iniciais se assemelham aos de uma infecção comum da gripe. Veja:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Garganta inflamada
  • Dor articular e muscular
  • Fraqueza.

Conforme o Ebola progride, os sintomas tornam-se mais grave. Sintomas de Ebola em estágio final podem incluir:

  • Vômitos
  • Diarreia
  • Vermelhidão nos olhos
  • Inchaço dos genitais
  • Hemorragia interna e externa (alguns pacientes podem ter sangue saindo de seus olhos, nariz, boca, orelhas ou reto)
  • Erupção ou hemorragia ao longo da pele e mucosas.

Buscando ajuda médica

A possibilidade de contrair o vírus Ebola ou é muito baixa, a menos que você tenha contato direto com fluidos corporais de uma pessoa ou animal infectado.

Caso haja essa suspeita, marque uma consulta médica ou procure um serviço de emergência e exponha a questão. Pessoas que viajaram para áreas de risco também devem buscar ajuda médica tão logo os sintomas aparecerem. Especialistas que podem diagnosticar Ebola são:

  • Clínico Geral
  • Infectologista
  • Profissional de enfermagem.

O que você pode fazer

Antes da consulta, para ajudar o médico a encontrar a causa de seus sintomas, escreva uma lista que responde às seguintes questões:

  • Quais os sintomas que você tem? Quando começaram?
  • Você recentemente viajou para a África? Se sim, qual parte?
  • Se você esteve recentemente na África, entrou em contato com macacos?
  • Você recentemente visitou cavernas ou minas subterrâneas na África?
  • Você está empregado em um laboratório que utiliza macacos da África ou das Filipinas em pesquisa?

Se possível, leve um familiar ou amigo com você. Às vezes pode ser difícil de lembrar todas as informações fornecidas a você no hospital ou durante uma consulta. Alguém que te acompanha pode se lembrar de algo que você perdeu ou esqueceu.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br/

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Dia Mundial da Alimentação 2014 discute alta de preços

“Preço dos alimentos – da crise à estabilidade“. Este é o tema escolhido pela ONU para o Dia Mundial da Alimentação, que acontece todos os anos em 16 de outubro. O tema levanta uma boa discussão, uma vez que a alta dos preços de alimentos representa uma séria ameaça para a segurança alimentar e nutricional dos países em desenvolvimento.
hipermercados
No Brasil, as atividades que marcam a data já começaram e vão até 17 de outubro, consolidando a Semana Mundial da Alimentação. No dia 17 de outubro, a TV NBr transmitirá uma teleconferência sobre o Dia Mundial da Alimentação, com foco na 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. A teleconferência terá participação da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).
No Brasil e na América Latina
Os preços dos alimentos na América Latina e Caribe reduziram sua taxa de crescimento pelo terceiro mês consecutivo, de acordo com o Relatório Mensal de Preços dos Alimentos da Organização da ONU para a Alimentação e Agricultura (FAO). A inflação dos alimentos na região subiu somente 0,5% em junho, caindo 1% em relação a maio e 1,2% em relação a abril.
A menor taxa de inflação dos alimentos na região em junho responde em grande parte aos movimentos dos preços dos alimentos no Brasil e no México, cujas inflações alimentares apresentaram uma importante redução de 0,6% para -0,1% e 0,6% para 0,1% entre os meses de maio e junho, respectivamente. No último mês, entretanto, no Brasil teve leve alta novamente.
Também houve redução nas taxas de inflação em junho na Colômbia e Paraguai atingindo -0,2% e -0,8%, respectivamente. O Equador, pelo segundo mês consecutivo, também teve taxas reduzidas, chegando a -0,4%. Também registraram reduções em seus níveis de inflação alimentar, Chile, Peru, Colômbia, Paraguai, Costa Rica, Honduras e República Dominicana.
A Bolívia registrou a maior alta da região de 0,7% para 3%, seguido da Nicarágua que subiu de 2% para 2,9% em relação aos meses de maio e junho, respectivamente. El Salvador, Guatemala, Haiti e Panamá também registraram altas na inflação dos preços dos alimentos no mês de junho.
Especialistas acreditam que é hora de reavaliar a política agrícola, que prioriza as exportações do agronegócio em vez do abastecimento interno. “Precisamos pensar melhor em como atender a demanda interna e externa para resguardar a estabilidade de preços nos produtos alimentares”, disse em entrevista à página do MST Guilherme Delgado, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Temos este mês uma boa oportunidade para debater o assunto.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.asbran.org.br/

Saiba como escolher os Alimentos de forma Inteligente

Fazer substituições inteligentes nas refeições é fácil e impacta diretamente em sua qualidade de vida; aproveite a data para começar;

O Dia Mundial da Alimentação é celebrado no dia 16 de outubro em mais de 150 países com o objetivo principal de conscientizar e alertar as pessoas sobre questões da nutrição e alimentação saudável para uma melhor qualidade de vida. O cuidado com todas as refeições é fundamental e deve ser diário por meio de escolhas e substituições inteligentes.

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A nutricionista Gisele Pavin, formada pela USP e especialista em Nutrição Clínica, explica que, com tantas opções de produtos e alimentos no mercado, as trocas inteligentes podem ser mais fáceis do que imaginamos. “Muitas vezes pensamos que a substituição de alimentos deve ser algo radical, quando, na verdade, pode começar com mudanças simples e rápidas nas refeições diárias, que passam a ser mais saudáveis e nutritivas”.

Quando pensamos em uma alimentação equilibrada e um corpo saudável, não podemos deixar de lado as proteínas, que participam de todas as estruturas do corpo, além de contribuírem para a formação dos músculos e muitas funções do sistema nervoso e de defesa.

A soja, por exemplo, é o único alimento de origem vegetal que contém proteína de alto valor biológico e que ainda fornece fibras. Assim, pode ser facilmente incorporada à alimentação equilibrada de diferentes formas, como grãos cozidos, em saladas ou refogados, e em preparações que utilizam a proteína texturizada, como hambúrguer de soja, legumes recheados, estrogonofe e lasanha, em substituição a outros alimentos fontes de proteínas que contém quantidades maiores de gorduras saturadas (gorduras ruins) e não agregam tantos benefícios. Outra opção prática e nutritiva para o consumo da leguminosa são as bebidas à base de soja, que além da proteína da soja, também oferecem vitaminas e minerais importantes, que podem substituir os sucos e néctares, que apresentam teor mais alto de açúcar.

Há um incansável debate a respeito do consumo de grãos e alimentos ricos em carboidratos. A dica é escolher aqueles que são mais nutritivos, como os cereais integrais. Eles são ricos em vitaminas, minerais, fotoquímicos e fibras. As fibras correspondem à parte de difícil digestão nos alimentos, o que proporciona maior saciedade além de não causar picos de glicose (açúcar) na corrente sanguínea. “Desta forma, a recomendação é trocar, por exemplo, o pão francês, o arroz branco ou o macarrão pelas suas versões mais integrais, que são mais nutritivas”, diz Gisele Pavin.

Durante os lanches intermediários, a atenção à qualidade dos alimentos consumidos deve continuar. É possível trocar os lanches rápidos e gordurosos como coxinha, kibe e empada por opções que farão bem à saúde como castanhas, nozes, pistache, frutas secas e amêndoas. Além de serem práticos, também protegem a saúde do coração.

Outra substituição interessante é a utilização da maionese industrializada no lugar de creme de leite ou cream cheese, por exemplo. “Na hora da compra é importante comparar o rótulo dos produtos e escolher a opção com menos colesterol e calorias, além de checar se é livre de gorduras trans e se possui boa quantidade de gorduras poli-insaturadas, que auxiliam na redução do risco de desenvolver doenças cardiovasculares.”, acrescenta Gisele Pavin.

Em comparação com outros produtos, como creme de leite e requeijão, a maionese é uma boa opção para as preparações, pois contêm aproximadamente 2,5 vezes menos gorduras saturadas que a mesma porção de creme de leite, 77% menos sódio que a mesma quantidade de parmesão e aproximadamente 2% da quantidade total de colesterol de um ovo (45g). “A substituição do creme de leite por maionese diminui em 58% a quantidade de gorduras saturadas, aumenta em 38 vezes a quantidade de gorduras poli-insaturadas, além de dispensar a adição de sal, uma vez que a maionese já cumpre esse papel de agregar sabor às preparações”, conclui Gisele Pavin. O importante é ser consciente sobre a qualidade e quantidade de alimentos que consumimos para que sejam escolhidos os que apresentam melhores benefícios nutricionais ao nosso corpo e ainda tragam prazer à nossa alimentação.

Não podemos deixar de mencionar os alimentos funcionais, que podem trazer benefícios adicionais à saúde, como os fitoesteróis, que ajudam na redução do LDL Colesterol (colesterol ruim). Recomendado como parte de uma dieta saudável, os esteróis vegetais têm estruturas e funções semelhantes às do colesterol e, por isso, quando consumidos, ocupam o lugar do colesterol nas micelas (responsáveis pelo transporte das gorduras até as células do intestino), diminuindo sua absorção, e posteriormente, sendo eliminado pelas fezes. Os fitoesteróis estão presentes em alimentos de origem vegetal, como verduras e legumes, mas são mais abundantes em óleos, grão de bico, sementes, oleaginosas. No entanto, para atingir a quantidade recomendada diária de 1,6g de fitoesterol, seria necessário a ingestão de 340 tomates, 168 cenouras, 120 maçãs ou de 56 fatias de pão integral. Uma alternativa para garantir a porção recomendada de esteróis vegetais por dia são os alimentos enriquecidos com a substância, como cremes vegetais, apenas duas porções de Becel Pro-Activ por dia, por exemplo, já atinge a recomendação diária de 1,6g de ingestão desta substância, quantidade associada à redução de 15% dos níveis de LDL-colesterol em apenas 3 semanas associada a alimentação e estilo de vida equilibrados.

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