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Alimentos para combater o Colesterol alto

No dia 8 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Controle do Colesterol. A data, que existe há 10 anos, tem como objetivo conscientizar a população sobre as doenças decorrentes da elevada taxa de colesterol no sangue, formas de prevenção e tratamento.

axidos-graxos

De acordo com a nutricionista Natana Martins, o colesterol é a matéria-prima de moléculas muito importantes para o funcionamento do nosso corpo. É a partir dele que se produz vários hormônios, como os sexuais — testosterona e estradiol — e o cortisol. Ele também é responsável pela produção de vitamina D, que é muito importante para a absorção do cálcio e a consequente manutenção da saúde óssea.

O colesterol total é composto de dois tipos de moléculas, o LDL, popularmente conhecido como colesterol ruim e que, em excesso, é responsável pelo entupimento das artérias, e o HDL, o colesterol bom, que impede o depósito de gordura nas artérias.

Natana explica que uma alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e bons hábitos de vida, como evitar bebidas e cigarros, são o primeiro passo para manter um coração saudável.

— Entretanto, seja por recomendação médica ou por precaução, muitas pessoas fazem uso da suplementação para manter o colesterol sob controle. Isso acontece devido a correria do dia a dia, pela falta de tempo ou apenas para garantir uma vida mais saudável — complementa.

Veja alternativas naturais para suplementar a dieta e manter o colesterol dentro da normalidade

Fitoesterol

Os fitoesteróis são uma classe de gordura de origem vegetal que apresenta estrutura muito parecida à da molécula de colesterol. Por apresentarem essa similaridade, reduzem a absorção do colesterol LDL — ruim — e impedem sua chegada à corrente sanguínea.

Os fitoesteróis são encontrados principalmente em óleos vegetais, oleaginosas, frutos secos, hortaliças, cereais integrais e soja, porém em baixas quantidades.

Estudos clínicos demonstram que o consumo recomendado é de 1,3g ao dia para obter os resultados desejados, encontrado em 185 tomates, por exemplo.

Óleo de Peixe

É a principal fonte animal de ômega 3. Previne problemas cardiovasculares como arritmia, infarto, angina e acidente vascular cerebral. Melhora os níveis de gordura no sangue, reduz os triglicérides e aumenta o bom colesterol — HDL.

Ele também retarda o processo de depósito de gordura nas artérias que pode causar seu entupimento. Além disso, tem ação anti-inflamatória e antioxidante, combatendo os radicais livres que aceleram o envelhecimento.

Óleo de Chia

É a principal fonte vegetal de ômega 3. Apresenta os mesmos benefícios do óleo de peixe. Cultivado sem pesticidas e sem organismos geneticamente modificados, é composto de 80% de ácidos graxos poli-insaturados, sendo 75% de ômega 3 e 25% de ômega 6.

Óleo de Linhaça

Fonte de ômega 3 e 6, ácidos graxos essenciais. O ômega 3 regula os níveis de gordura no sangue, diminui os riscos de arritmia do coração, pode auxiliar no controle da pressão sanguínea e na prevenção de infarto. O ômega 6, por sua vez, colabora com a imunidade.

Óleo de Alho

Regula o colesterol, ajuda a baixar a pressão e inibe o depósito de gordura nas artérias, protegendo o coração. Muito mais do que um simples tempero, ele tem uma série de benefícios adicionais: é expectorante, antisséptico, analgésico, anti-inflamatório, antitérmico, antibacteriano, tônico, vermífugo e antioxidante.

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Colesterol é um dos maiores causadores de problemas cardíacos no país

No dia 8 de agosto comemora-se o Dia Nacional do Controle do Colesterol, que foi instituído pelo governo, em 2003, com o objetivo de conscientizar a população sobre as doenças decorrentes da elevada taxa de colesterol sanguíneo, sobre a importância do controle da doença e como é feito o tratamento.

Colesterol

Atualmente, cerca de 40% dos brasileiros tem colesterol alto e,, aproximadamente, 17 milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido às doenças do coração, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No País, a data foi instituída por causa dos altos números de mortes, cerca de 300 mil por ano, em decorrência de infartos e derrames.

Colesterol

O colesterol pode ser considerado um tipo de gordura (lipídio) produzido pelo organismo, que desempenha funções essenciais como a produção de hormônio e de vitamina D, por exemplo. Porém, o excesso de colesterol é prejudicial à saúde, pois, aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Ele está presente em alimentos de origem animal, como a carne, o leite integral e os ovos.

Nosso sangue é composto por dois tipos de colesterol: o LDL, que é conhecido como ruim por entrar nas artérias, provocando seu entupimento; e o HDL, conhecido como bom, por retirar o excesso de colesterol das artérias, impedindo seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura.

Alimentação saudável

Os alimentos ricos em colesterol ruim são: bacon, chantilly, ovas de peixes, biscoitos amanteigados, doces cremosos, peles de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas gordas, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta.

Já os alimentos que ajudam a reduzir o colesterol são: aipo, couve-de-bruxelas, ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, aveia, farelo de aveia, pêra, cenoura, farelo de trigo, pêssego, cereais integrais, feijão, quiabo, cevada, figo e vegetais folhosos.

Prevenção

Para evitar o distúrbio, os médicos recomendam ter uma dieta saudável, rica em verduras, legumes, frutas e carnes magras. Pode ajudar também a substituição do leite e derivados integrais por produtos desnatados; o consumo de alimentos que não contenham gordura saturada ou hidrogenada; o controle da pressão arterial; o abandono do cigarro; a manutenção do peso; e a periodicidade dos exames clínicos.

A prática regular de exercícios físicos é uma das grandes aliadas de uma vida saudável. Segundo dados do Ministério da Saúde, a inatividade física é responsável por 54% dos riscos de morte por distúrbios cardiovasculares, 50% dos de derrames fatais e 37% dos riscos de casos de câncer.

O tipo de exercício não importa, desde que seja praticado moderadamente e orientado por profissional habilitado que respeite, acima de tudo, o limite físico de cada pessoa. Os benefícios são a redução da pressão arterial e dos níveis de colesterol, a queima de calorias, o controle da diabetes, o fortalecimento muscular e ósseo, a melhora na capacidade pulmonar e na flexibilidade das articulações.

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Os principais obstáculos da Amamentação e como superá-los

Começou ontem, quinta-feira (01) e vai até o dia 08 de agosto a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Com o objetivo de ressaltar a importância da amamentação, a data é celebrada mundialmente com adesão de mais de 170 países, incluindo o Brasil.

Baby breastfeeding

Além de estreitar a relação mãe e bebê, o aleitamento materno tem várias outras funções. O leite humano possui vitaminas, minerais, proteínas, gorduras e açúcares em níveis adequados ao organismo do recém-nascido. Ao amamentar, as mães também protegem seus filhos de possíveis doenças, como diarreia, pneumonia, alergias e infecções. Além disso, o aleitamento materno diminui a incidência de morte súbita e o risco de obesidade infantil. Para bebês prematuros, é ainda mais importante, pois previne infecções intestinais, que são extremamente comuns nessas crianças.

O ideal é que as mães alimentem os bebês exclusivamente com leite materno até o sexto mês. Depois desse período, outros alimentos começam a ser incorporados à dieta da criança, mas o aleitamento materno deve continuar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as mães mantenham a amamentação até a criança completar dois anos de idade.

Fissuras e fortes dores

Apesar de todos os benefícios trazidos pelo aleitamento materno, muitas mulheres têm dificuldades e sofrem durante o período de amamentação. É o caso da contadora Lidiane Zaina Fernandes, 31, que precisou do auxílio da equipe do Banco de Leite da Maternidade Leonor Mendes de Barros para aprender como amamentar corretamente seu filho Gustavo, hoje com três meses de idade.

“No começo foi uma experiência difícil. Eu não consegui amamentar meu filho logo que ele nasceu, pois teve icterícia e precisou ficar no berçário. Só quando o Gustavo já estava saindo do hospital é que foi possível dar de mamar pela primeira vez e não era algo natural”, explica Lidiane que teve fissuras na mama e sentia fortes dores ao dar o peito para o filho.

A contadora foi instruída a usar um bico de silicone, mas isso não ajudou. Para tentar melhorar a experiência da amamentação para ela e seu bebê, buscou ajuda do Banco de Leite que a ensinou a maneira correta de amamentar. Foi então que tudo mudou. “Os profissionais de lá me mostraram que o problema era que a pega do bico do seio estava errada. Depois que aprendi como deveria ser a pega correta, meu filho começou a mamar bem melhor. Só aí tive prazer em amamentar”, complementa.

Mesmo depois de corrigir a pega, se a fissura persistir por algum tempo, as mães não devem usar pomadas ou outros “truques” populares – como passar casca de banana ou mamão no local – para acelerar a cicatrização. É recomendado usar o próprio leite materno antes e depois da mamada para hidratar a região machucada e auxiliar no processo.

Pega errada

Apesar de Lidiane não ter pensado em desistir em nenhum momento, muitas mães que passam por situações parecidas chegam a cogitar a hipótese. Para evitar problemas na amamentação, é preciso, antes de tudo, aprender a fazer a pega adequada, ou seja, certificar-se que o bebê está abocanhando o peito de maneira correta. Para isso, é preciso encaixar o peito na posição indicada e observar o bebê, principalmente na fase inicial do aleitamento.

Existem diferentes posições, tanto da mãe quanto do bebê, para que a amamentação ocorra naturalmente, mas o mais importante é que a boca do recém-nascido fique bem aberta (formato de boca de peixinho), lábios virados para fora, bochecha redonda, queixo encostado no peito e a língua deve envolver o bico.

“O sucesso da amamentação está exatamente nas primeiras mamadas. Se o bebê pegar adequadamente, não vai machucar e a mãe terá sucesso na amamentação. Se ele pegar o bico do seio de uma forma errada, vai machucar e fica complicado mesmo. A criança tem que abocanhar bem a parte marrom do peito, a aréola. Quanto maior é a pega, maior é a eficiência de sucção. Se a boquinha dela escorrega e pega só no bico, a sucção não acontece corretamente e vai acabar machucando a região”, explica o pediatra da Maternidade Pro Matre, Francisco Dutra.

Caso a pega não aconteça da maneira certa no início da amamentação, é possível corrigir para que mãe e filho consigam extrair o melhor dessa experiência. “Se a mãe, logo nos primeiros dias, começar a ter desconforto, fissuras, e perceber que o bebê está muito irritado e que o leite não está saciando, o melhor a fazer é procurar um banco de leite para corrigir essa amamentação”, afirma Renata Oliveira Giesta, supervisora do Banco de Leite do Banco de Leite da Maternidade Leonor Mendes de Barros.

Insegurança

A insegurança foi a grande inimiga da administradora Simone Campos Zanin. Ela teve dificuldades no início da amamentação justamente por não saber se o que estava fazendo era o correto. “Amamentar foi muito gratificante e emocionante. No começo, eu me senti insegura e também tive um pouco de dor, mas depois, quando percebi que estava tudo certo, fiquei realizada. Não há coisa melhor no mundo do que poder amamentar um filho. A relação entre mãe e filho fica muito mais íntima”, conta sobre o laço que desenvolveu com o filho..

Mulheres que passam pela mesma situação, podem conversar com o pediatra para analisar se a criança está ganhando peso e está saudável. Em caso negativo, o médico pode orientar e auxiliar na solução do problema.

Atualmente o filho de Simone, Matheus, tem três anos e ela já está pronta para mais uma fase como mãe: tem uma filha a caminho. “Estou mais segura agora. Espero que experiência seja igual ou melhor do que a primeira”, complementa.

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Chupeta

Muito usada para acalmar os bebês em momentos de estresse, a chupeta pode interferir de maneira negativa no processo de amamentação, atrapalhando os horários da mamada.

Se o bebê não mamar com regularidade, a mãe pode ter problemas como ingurgitamento mamário, que nada mais é do que o excesso de leite nas mamas popularmente chamado de “leite empedrado”. Para que isso não aconteça, evite oferecer a chupeta para o bebê muito próximo do horário da amamentação.

Mama cheia e mastite

Em alguns casos, o leite pode acumular demais nas mamas – seja pelo uso da chupeta em horários inadequados ou outros fatores – e causar fortes dores no local e febre. Se isso acontecer, a mulher pode estar com mastite, que é a inflamação das glândulas mamárias. O indicado é procurar um médico para dar início ao tratamento adequado.

Se as mamas estiverem doloridas, mas não houver febre, é possível tentar esvaziar o leite acumulado através da ordenha. A mãe deve massagear o seio com a ponta dos dedos, partindo da região da aréola, apoiando o peito com a outra mão. Caso o procedimento seja feito manualmente, é preciso colocar o polegar e o indicador nas extremidades da parte marrom do seio e comprimir a área. Além da ordenha manual, existem aparelhos que ajudam a retirar o leite da mama.

O leite retirado pode ser armazenado – em um recipiente com tampa higienizado – para ser doado ou utilizado posteriormente. Ele pode ser consumido em até 24 horas, se estiver refrigerado, ou em até 30 dias, se for congelado.

Algumas mulheres deixam cair água quente no chuveiro ou colocam bolsa térmica nas mamas para amenizar o problema da mama muito cheia, mas essas atitudes são desaconselhadas. Aquecer o local faz com que a produção de leite seja ainda maior e, consequentemente, o acúmulo também.

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Dia Mundial da Amamentação

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História

O Dia Mundial da Amamentação foi criado em 1º de agosto de 1992 – pela Aliança Mundial de Ação pró-Amamentação (World Alliance for Breastfeeding Action – WABA) -, com o objetivo de combater a desnutrição infantil promovendo a amamentação natural e possibilitar a criação de bancos de leite para crianças que não tem condições de serem amamentadas por suas mães.

A data comemora a assinatura da Declaração de Innoceti, em agosto de 1990, por diversos países, além do Brasil. Uma das finalidades do documento é estabelecer um comitê nacional de coordenação da amamentação e adotar uma legislação que proteja a mulher que amamenta no trabalho.

Rede Amamenta Brasil

Rede Amamenta Brasil é uma estratégia de promoção, proteção e apoio à prática do aleitamento materno na Atenção Básica, por meio de revisão e supervisão do processo de trabalho interdisciplinar nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O principal objetivo da Amamenta Brasil é contribuir para aumentar os índices de aleitamento materno no País. Entre as suas outras atribuições estão também: a contribuição para a qualificação dos profissionais de saúde; a realização de ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno a partir da realidade das UBS; o monitoramento dos índices de amamentação das populações atendidas pelas unidades básicas, entre outras.

Para fazer parte da Rede Amamenta Brasil, a UBS deve seguir alguns critérios, como garantir a participação de, no mínimo, 80% da equipe na Oficina de Trabalho em Aleitamento Materno, e concretizar, pelo menos, uma ação ao final da oficina.

Bolsa Nutriz e Bolsa Gestante

Desde novembro do ano passado, mulheres em situação de extrema pobreza que tenham filhos de até seis meses de idade passaram a receber o Bolsa Nutriz, como parte do programa Bolsa Família, cuja intenção é estimular a amamentação. Já para as mulheres grávidas de baixa renda foi concedido, durante o período de noves meses, o benefício Bolsa Gestante, que visa estimular a realização do pré-natal.

Os dois benefícios são no valor de R$ 32 e seguem os mesmo critérios usados para a concessão do Bolsa Família, ou seja, cada família poderá receber benefícios correspondentes a, no máximo, cinco crianças – incluindo bebês em fase de gestação e aqueles que estão sendo amamentados. A renda mensal deve ser de até R$ 140 mensais por membro da família.

O benefício da gestante dura nove meses e começa a partir do momento em que o Sistema Único de Saúde (SUS) for informado da gravidez. A lactente terá o auxílio por seis meses, contados a partir do registro do recém-nascido. No caso da amamentação, o benefício se somará aos R$ 32 mensais que já são garantidos pelo nascimento do filho.

Entre junho a setembro de 2011, 180 mil novas famílias foram cadastradas no programa. A meta do governo é incluir 800 mil até dezembro de 2013.

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10 Benefícios da Amamentação para o seu Bebê

Desde a confirmação da gravidez, nenhum episódio é capaz de chamar mais atenção do que a saúde do bebê prestes a chegar. Os cuidados necessários para o desenvolvimento da criança despertam o interesse como nenhum outro assunto e a mãe faz de tudo para garantir que o bebê passe os dias longe de infecções e alergias. “Felizmente, a melhor proteção para o bebê está, justamente, nas mãos da mãe: crianças que recebem leite materno como alimento exclusivo nos primeiros seis meses de vida são mais resistentes a infecções, alergias, doenças e até mesmo complicações mais simples, como a cólica e o estresse”, afirma o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria.

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A amamentação, de tão importante, tem até semana especial no calendário: o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS) promovem, em agosto, a Semana Mundial da Amamentação, lembrando o quanto o leite materno pode fazer diferença na vida da criança, estimulando as mães a praticarem esse gesto de amor e esclarecendo as principais dúvidas sobre o tema. Se você quer saber tudo o que seu bebê ganha a cada mamada, veja os benefícios que os especialistas destacam.

Fortalece a imunidade

O leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos capazes de proteger o organismo do recém-nascido. “As infecções comuns dos primeiros seis meses, como a otite, afetam menos as crianças que são amamentadas”, diz a pediatra Natasha Slhessarenko, do Laboratório Pasteur, em Brasília.

Contato com a mãe

A amamentação tem papel importante no sistema nervoso da mãe, diminuindo o estresse. “Além disso, o contato com a mãe faz com que o bebê se sinta mais seguro e tranquilo, evitando o choro e a ansiedade na criança”, afirma o obstetra e especialista em Medicina Fetal Jurandir Piassi, do Lavoisier Medicina Diagnóstica, em São Paulo. 

Melhor alimento para o intestino

A pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo explica que o leite humano contém enzimas já conhecidas pelo organismo da criança. “Os componentes do leite de vaca ou leites artificiais são estranhos para o bebê e, por isso, podem causar alergias intestinais e deficiência de ferro”, diz. “Crianças que mamam no peito podem inclusive ficar até oito dias sem evacuar, justamente porque todos os componentes do leite materno são aproveitamos pelo organismo, não havendo necessidade de evacuação.” 

Diminui o risco de alergias

Um estudo publicado no European Respiratory Journal revelou que bebês alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros menos seis meses têm menos chances de desenvolver sintomas de asma na infância, como chiados no peito e catarro persistente. Outra pesquisa, desenvolvida pela Universidade de Southampton, na Inglaterra e pelas Universidades do Estado de Michigan e Carolina do Sul, nos Estados Unidos, descobriu que crianças que foram amamentadas por pelo menos quatro meses tinham um funcionamento melhor dos pulmões. 

O esforço do bebê para sugar o leite ajuda no desenvolvimento dos pulmões, fortalecendo o órgão contra alergias. “Outros estudos mostram que as alergias começam no primeiro ano de vida, e quase sempre estão associadas à proteína do leite de vaca”, diz a pediatra Natasha. ‘O leite de vaca está associado a irritações no organismo no bebê, podendo levar ao surgimento de dermatite, rinite, sinusite, bronquite asmática e amigdalite.” 

Evita cólicas

A grande razão para o leite materno prevenir cólicas no bebê são as proteínas presentes em sua composição. Sylvio Monteiro de Barros explica que existem dois tipos de proteínas: as de difícil digestão (caseínas), e as de fácil digestão (globulinas). “O leite de vaca tem muito mais proteínas do que o leite materno, porém a proteína que o leite de vaca tem é basicamente caseína, e o leite humano é constituído de globulinas”, diz o pediatra. Por conter esse tipo de proteína, o leite materno não fermenta tanto para ser digerido, produzindo menos gases e evitando as cólicas. “Outro fator para cólicas é a ingestão de ar pelo bebê, que é muito maior com a mamadeira do que no peito.” 

Previne doenças futuras

Ao usar a mamadeira para alimentar seu filho, você está retirando a primeira parte da digestão do alimento, que fica na boca. “A mamadeira faz com que o leite vá direto para a garganta do bebê, comprometendo tanto o processo digestivo quanto de saciedade”, diz o pediatra Sylvio. Isso fará com que a criança coma mais do que o necessário e ela tenha predisposição ao acúmulo de gordura. Segundo o especialista, mesmo o leite materno, quando oferecido na mamadeira, pode favorecer esses problemas. 

Além disso, a quantidade de sódio, potássio, magnésio e proteínas presente nos outros leites é maior que no leite da mãe, fator que pode sobrecarregar o sistema da criança, causando alterações no processo de digestão e favorecendo o surgimento de doenças no futuro, como síndrome metabólica, obesidade, diabetes, hipertensão e doença celíaca.  

Combate à anemia

O leite materno possui muito mais de ferro e concentrações menores de cálcio, quando comparado ao leite de vaca. “O ferro presente nos outros leites não é suficiente para o bebê, sendo necessária a suplementação”, diz o obstetra Jurandir Piassi, especialista em Medicina Fetal do Lavoisier Medicina Diagnóstica. “Já o cálcio em abundância nos outros leites pode inibir a absorção de ferro, diminuindo ainda mais a presença desse nutriente no organismo do bebê e favorecendo a anemia ferropriva”, completa. 

A pediatra Ana Gabriela declara que a presença de ferro no leite da mãe diminui com o tempo por um processo natural, como se o leite materno preparasse o bebê para a alimentação. A partir dos seis meses, é preciso introduzir alimentos ricos em ferro, como as carnes, na dieta da criança. “Como o bebê ainda não consegue mastigar direito, o melhor a fazer é colocar a carne na sopa e servir apenas o caldo, que possui os nutrientes da carne diluídos no cozimento.”

Ajuda no desenvolvimento cognitivo

Um estudo feito com 12 mil bebês e publicado no The Journal of Pediatricsrevelou que crianças amamentadas desenvolvem mais rapidamente o cérebro, apresentando melhor desempenho de vocabulário e raciocínio. A análise foi liderada por cientistas do Institute for Social and Economic Research at the University of Essex, na Inglaterra. O pediatra Sylvio conta que a gordura presente no leite materno é constituída por ácidos graxos poli-insaturados, responsáveis por formar os neurônios da criança e favorecer as sinapses nervosas. “O desenvolvimento de cerca de 80% do cérebro acontece nos primeiros dois anos de vida, por isso a importância dessa gordura no leite da mãe”, diz. O especialista reforça a importância da alimentação da mãe para que a criança consiga todos esses nutrientes: “Se a mãe tiver uma dieta rica em peixes de água fria, como salmão e cavalinha, a criança irá obter mais gorduras por meio da amamentação e isso irá facilitar seu desenvolvimento cognitivo.”  

Desenvolve a arcada dentária

O movimento de amamentação é excelente para a dentição e para a fala do bebê. ‘Há estímulo para o desenvolvimento dos ossos do crânio e da face, fazendo com que os dentes se encaixem de forma adequada”, diz a fonoaudióloga Andrea Motta, da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. “Amamentar também promove estímulos favoráveis ao desenvolvimento da musculatura da boca e da face, o que futuramente irá refletir na respiração, fala, mastigação e deglutição.” 

Ajuda no crescimento de prematuros

Os bancos de leite existentes hoje no Brasil são basicamente para o desenvolvimento de bebês prematuros. “Quanto mais prematuro é o bebê, mais imaturo é o seu sistema digestivo e maior a probabilidade de desenvolver alergias”, diz pediatra Natasha. “Além disso, o prematuro precisa dos nutrientes do leite materno para desenvolver melhor todos os seus sistemas, mais imaturos do que deveriam.”

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Dicas para tranquilizar as Mães

Não, amamentar não dói. A amamentação é um processo natural, o bebê já nasce sabendo sugar o leite e a mãe, ao perceber isso, já sabe o que fazer. O que pode doer é o bico do seio, dependendo da forma que o bebê pegar a mama, por isso as mães devem estar atentas à posição dos bebês durante a amamentação. Os mamilos são muito sensíveis, podem rachar ou ficar feridos com facilidade. Se houver dor, rachaduras nos mamilos e febre pode ser um quadro de mastite. A partir daí é preciso estar atenta e procurar o médico imediatamente.

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A mãe precisa ter muita paciência, principalmente se o bebê não conseguir pegar o seio logo nos primeiros dias. A mãe precisa insistir e procurar novas formas do bebê se adaptar a esse processo. Pode parecer muita responsabilidade, mas só trará benefícios para o bebê e a mãe.

Não se preocupe com o seu leite, quanto mais estimulado, mais o organismo produzirá o leite, ou seja, quanto mais o bebê se alimentar através do leite materno, mais leite a mãe produzirá. O ato de sucção do bebê funciona como estimulante. O leite vai diminuindo quando a mãe amamenta com menos frequência, por exemplo:

  • Quando o bebê começar a se alimentar com outros alimentos como papinhas e frutas, a amamentação vai diminuir e consequentemente o leite também.

Somente 2% das mulheres têm dificuldade em produzir leite, mas nesse número estão inclusas as que têm alguma disfunção específica, como problemas com a tireoide ou sofreu intervenções cirúrgicas, como redução mamária.

O corpo muda para receber o bebê e o aumento dos seios é uma das mudanças mais marcantes das mulheres. A pele aumenta para se adaptar ao novo peso e formato dos seios, por isso quando os seios são “esvaziados” cria-se a impressão de seios caídos e flácidos. O que acontece é um acúmulo de pele na região e também a ilusão de ótica da própria mulher, pois a mãe acaba se acostumando com o tamanho exagerado dos seios durante a gravidez e amamentação e quando eles voltam ao normal ela nota a diferença. O processo de flacidez dos seios aconteceria com ou sem a amamentação. Se não por gravidez, por processo natural de envelhecimento.

Algumas mães decidem colocar próteses de silicone para preencher o espaço onde tem pele, porém ficam “com o pé atrás” a cerca de possivelmente terem outros filhos, com medo de que o silicone possa interferir na amamentação.

A prótese de silicone não influencia a amamentação, por isso é possível amamentar mesmo com a prótese. Já a redução mamária pode comprometer a amamentação. A diferença é que a prótese de silicone fica abaixo da glândula mamária, não entra em contato com o leite, porém no processo de redução mamária a mama sofre interferências que podem prejudicar as glândulas e o processo de amamentação.

O ideal é que a amamentação seja única e constante até os 6 meses de vida, após os 6 meses o bebê pode receber outros alimentos, mas a amamentação deve ser mantida até os 24 meses. A regra vale tanto para as meninas, quanto para os meninos.

Os filhos mudam muito e são diferentes, até mesmo quando são gêmeos, mas não por serem meninos ou meninas e sim por serem pessoas diferentes, cada um têm a sua personalidade. Porém, no caso da amamentação, ela deve ser mantida igualmente para ambos.

Para que a mãe se acostume a essa nova condição, é indicado que desde o Pré-Natal ela faça exercícios para estimular os seios e os mamilos. Assim a amamentação se torna um processo natural para ela e para o bebê.

É indicado que a mãe:

  • Tome sol nos mamilos por pelo menos 10 minutos entre às 8h e 10h, isso faz com que a pele do mamilo fique mais resistente e evita rachaduras;
  • Friccione uma toalha felpuda no mamilo, esse processo também dá mais resistência à pele, evitando fissuras ou ardências;
  • Lave os mamilos somente com água, os sabonetes podem retirar a hidratação natural;
  • Massageie os seios, a fim de estimular a descida do leite, fazendo movimentos de compressão com as mãos;
  • Estimule a saída da primeira secreção, assim facilita a passagem do leite e a sucção do bebê.

Além de ser importante para o desenvolvimento físico do bebê e protege-lo contra doenças, a amamentação também impede o mau crescimento e a flacidez dos músculos do rosto do bebê, pois o processo de “pegada” com o bico do seio da mãe o estimula a trabalhar essa área específica.

A pegada correta também estimula o bebê a respirar corretamente, pois como fica com a boca totalmente encaixada no seio da mãe o bebê precisa respirar pelo nariz, assim exercitando a maneira correta.

A amamentação só não é boa quando não é executada. Amamente!

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Aleitamento Materno

De acordo com a OMS, o aleitamento materno é a melhor forma de fornecer ao recém-nascido todos os nutrientes necessários para um crescimento saudável. A orientação é que o bebê receba exclusivamente o leite materno até os seis meses e, depois, seja associado a outros alimentos, até que a criança complete dois anos ou mais. Além de garantir a saúde, o leite materno imuniza contra doenças respiratórias e crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose.

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Dados da organização indicam que a desnutrição responde, de alguma forma, por uma em cada três mortes de crianças menores de cinco anos, sendo que mais de dois terços estão associadas a práticas inapropriadas de alimentação e ocorrem no primeiro ano de vida do bebê.

“Nutrição e carinho nos primeiros anos de vida são cruciais para uma boa saúde e para o bem-estar ao longo da vida. Na infância, nenhum presente é mais precioso do que o aleitamento materno. Ainda assim, menos de um em cada três bebês é exclusivamente amamentado durante os primeiros seis meses de vida”, informa a OMS.

Bancos de Leite

A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (BLH) tem a missão de promover a saúde da mulher e da criança mediante a integração e a construção de parcerias com órgãos federais, a iniciativa privada e a sociedade.

Segundo a Rede BLH, são necessários dez passos para obter sucesso na política de amamentação: ter uma política de aleitamento materno que seja rotineiramente transmitida a toda equipe de cuidados de saúde; capacitar toda a equipe de cuidados da saúde nas práticas necessárias para implementar essa política; informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do leite materno; e ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento do bebê;

Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas dos filhos também é essencial. Não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica; praticar o alojamento conjunto, permitindo que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas; incentivar o aleitamento materno sob livre demanda; não oferecer bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas; e promover grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos na alta da maternidade.

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Hoje é o Dia dos Avós

Os avós são pessoas ligadas a nós através de laços consanguíneos, pois são os pais dos nossos pais.

Crianças - Hoje é o dia dos Avós

Assim, cada pessoa tem quatro avós, sendo uma avó e um avô paterno e uma avó e um avô materno.

Os avós merecem consideração e respeito, pois já viveram muito, possuem grande experiência de vida e podem transmitir muitos ensinamentos a todos de sua família. Por isso, ganharam uma data especial, para que fossem homenageados, o dia 26 de julho, que é mais conhecido como o dia da vovó.

O surgimento e criação dessa data foi em homenagem aos avós de Jesus Cristo, Joaquim e Ana, cujas pequenas informações aparecem no evangelho de Tiago. Registros históricos mencionam que em 1889, na cidade de Jerusalém, foram encontrados os túmulos onde Joaquim e Ana foram enterrados.

No dia da vovó podemos fazer várias programações para distraí-los, além de se tornar uma diversão para a família, como: fazer um passeio num parque, assistir a um filme do gosto deles, fazer uma reunião de família onde todos possam expressar seu amor e carinho pelos mesmos, etc.

Além disso, oferecer lembrancinhas e presentes para agradá-los também é uma forma de mostrar que são amados e que recebem consideração. Os objetos a serem oferecidos devem estar de acordo com as idades e os interesses dos avós, para não ficarem guardados. Normalmente gostam de perfumes suaves, cremes, sabonetes, pijamas ou camisolas de malhas confortáveis, roupões de banho, chinelos que acondicionem bem os pés, sapatos baixos e confortáveis com solado antiderrapante, dentre vários outros.

Os idosos também gostam muito de ser ouvidos. Quando encontram pessoas que lhes dão atenção, gostam de relembrar os tempos passados, da época em que eram jovens e contar casos engraçados e interessantes.

Hoje em dia existem leis que favorecem os idosos, isso é questão de respeito com os mesmos e devemos acatá-las. Assim, os idosos têm o direito de entrar na frente das filas, não pagam passagens de ônibus, possuem vagas especiais em estacionamentos, dentre outros. É muito justo que isso aconteça, pois seus corpos já não são mais capazes de suportar o cansaço que pessoas mais novas conseguem.

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Acidentes no Trabalho: “é melhor prevenir do que remediar”

No dia 27 de julho é lembrado como o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Não somente nesta data, mas sim em todos os dias, devemos lembrar que, à medida que a economia progride, é fundamental que a segurança e saúde no trabalho se integrem às políticas de emprego e geração de renda. Isto implica na avaliação dos riscos e das medidas de gestão dos empregos.

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Um trabalho saudável deve integrar a segurança e a saúde dos colaboradores. Mas, infelizmente, não é o que acontece. De acordo com dados recentes da Organização Internacional do Trabalho – OIT, globalmente, as doenças profissionais são a principal causa de mortes relacionadas ao trabalho. Segundo estimativas do órgão, de um total de 2,34 milhões de acidentes de trabalho fatais a cada ano, apenas 321 mil são provenientes de acidentes. O restante, 2,02 milhões de mortes, são ocasionadas por diferentes tipos de patologias relacionadas à ocupação. Isso equivale a uma média de 5.500 mortes diariamente. O pior é que a maior parte das vítimas é de jovens entre 25 e 29 anos. Isso se deve única e exclusivamente ao descumprimento das normas básicas de proteção aos trabalhadores e as más condições nos ambientes laborais.

No Brasil, segundo a Previdência Social, há uma morte a cada três horas de jornada diária. A OIT assegura que isso representa 1,3 milhão de acidentes por ano com 2,5 mil mortes. Um absurdo! O alto grau de descumprimento das normas de proteção para os funcionários, ou seja, o relaxamento e a falta de punição, coloca o Brasil em quarto lugar no ranking mundial de países com alto grau de acidentes de trabalho, atrás apenas de China, Estados Unidos e Rússia. Uma vergonha! Vale lembrar que após a criação do Fator Acidentário de Prevenção – FAP houve uma diminuição gradativa do número de acidentes nas empresas, de forma geral. O FAP reduz ou aumenta a alíquota de contribuição previdenciária destinada a custear benefícios decorrentes de acidentes ou doenças do trabalho (as empresas que apresentam menor número de acidentes têm a alíquota reduzida enquanto aquelas que apresentam maior número de acidentes têm a alíquota aumentada). Mesmo assim, ainda estamos muito longe de ser referência nesse assunto.

Neste ano a OIT focou sua campanha na prevenção de doenças ocupacionais. Vale lembrar que essas doenças têm um efeito extremamente negativo para os trabalhadores, suas famílias, para a empresa, e, principalmente, a sociedade como um todo, afinal custos altíssimos são gerados. De modo geral, as empresas não estão investindo como deveriam na prevenção de acidentes de trabalho, nem expondo aos seus funcionários a importância da utilização dos equipamentos para a saúde. É como diz o ditado: “É melhor prevenir do que remediar”. Contudo, a maioria das empresas prefere responder à situação com outro dito popular, que diz: “Depois da casa arrombada é que se coloca tranca”. Sem dúvida, o valor gasto em melhorias no ambiente de trabalho compensa a perda de uma vida ou um funcionário afastado por motivo de doença. Por mais que se indenize ou pague uma pensão, o dinheiro não substituirá, jamais, a pessoa que morreu ou teve sequelas por causa de um acidente.

A prevenção é de total responsabilidade dos empregadores. Toda empresa deve ter treinamento pessoal, boas condições de trabalho e verificar quais setores estão vulneráveis. Além disso, cada profissão tem sua regulamentação com normas estabelecidas para evitar situações de risco. Os empresários devem se atentar a isso. O call center, por exemplo, deve ter regras para quantidade de intervalos, tudo para evitar lesões por esforços repetitivos. O mesmo vale para o caminhoneiro. Não adianta obrigar o profissional a dirigir por horas a fio e depois ter que conviver com o afastamento do mesmo por causa de um problema na coluna. A regra tem de ser válida para toda  cadeia de profissionais. Lembremos que a prevenção é o método mais eficaz e menos oneroso do que o tratamento e o processo de reabilitação.

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SONO e QUALIDADE DE VIDA com Dr. Sérgio Barros

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