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Asma é quarto principal motivo de internações hospitalares

Hoje, 21, é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. A doença atinge cerca de 20 milhões de brasileiros e é responsável por cerca de três mil mortes por ano, sendo a quarta em motivo de internação no país. Só em 2011, foram 174.500 hospitalizações, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são 300 milhões de pessoas no mundo com a doença. A asma é uma das causas mais frequentes de faltas à escola e ao trabalho, refletindo na redução da produtividade nas empresas.

O Dia Nacional de Controle da Asma é comemorado no mesmo dia do início do inverno no Brasil. A estação é responsável pelo aumento de 35 a 50%  nos casos de internação de doenças respiratórias. Na Bahia, a Secretaria Estadual de Saúde não possui dados da incidência de asma no Estado.

Os principais sintomas da asma são a tosse frequente, falta de ar e chiado no peito, manifestados principalmente à noite, aponta o médico Guilhardo Ribeiro, professor adjunto da Escola Bahiana de Medicina e chefe do serviço de pneumologia do Hospital Santa Izabel.

“Mofo, poeira, fumaça, pelo de animais como gatos e cães, ou cheiros fortes como perfumes e incenso podem ajudar a desencadear uma crise de asma” ressalta Ribeiro. O médico também lembra que no inverno os casos crescem pois o frio deixa as vias áreas mais sensíveis a esses fatores ambientais citados.

O exame indicado para se diagnosticar a asma é a espirometria, que tem como objetivo medir a quantidade de ar que o paciente consegue expirar e a respectiva velocidade. Os resultados permitem perceber se existe obstrução à passagem do ar nas vias aéreas, principal característica da asma; e a  inflamação das vias respiratórias, deixando os brônquios estreitos.

Ribeiro destaca um outro tipo de asma, a silenciosa, recorrente em pessoas obesas. “As pessoas acima do peso quando fazem exercícios se cansam e em sua maioria, acham ser pela atividade praticada, mas quando descobrem que é asma e se tratam, voltam a fazer execícios normalmente”.

Rinite alérgica

Quase 90% dos portadores de asma têm rinite e 40% dos pacientes portadores de rinite têm ou poderão ter asma se não tratados. Na verdade, a asma e a rinite são doenças inter-relacionadas. Em Salvador a taxa de pacientes com rinite alérgica é próxima aos 40% em crianças de 6 a 7 anos, a maior incidência entre as cidades brasileiras.

O pneumologista Guilhardo Ribeiro indica algumas medidas que podem reduzir as crises e prevenir a doença, como: evitar o ganho de peso, tratar a rinite, alimentação saudável, praticar atividade física que ajuda na diminuição da inflamação, evitar ingerir analgésicos, lavar as roupas guardadas por longos períodos de tempo e evitar mudanças bruscas de temperatura.

“O aleitamento materno prolongado, de 3 a 6 meses, é super importante também, além da mãe durante a gravidez e pós-parto não fumar e ficar longe de fumantes.”

Ainda segundo o especialista, o mais indicado é antecipar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais precocemente possível. O médico faz ainda uma ressalva: “Todo asmático deve ter por escrito na carteira que procedimento e medicamento tomar quando for necessário e ele não estiver próximo a uma unidade médica.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://atarde.uol.com.br

Asma na Infância

Não há nada mais triste e assustador do que presenciar uma criança com tosse seca, chiado no peito e falta de ar, praticamente sem fôlego, pique e ânimo para participar de brincadeiras.

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O problema é que o risco dos futuros papais precisarem enfrentar e presenciar cenas como essas está cada vez maior.

Estima-se que existam 300 milhões de pessoas com as ma no mundo e que uma a cada 250 mortes seja atribuída a este processo inflamatório crônico que atinge os pulmões e brônquios. Hoje é a enfermidade mais comum em crianças.

Um estudo mundial sobre alergias e asma na infância a pre sentado no 14º Congresso Latino-americano de Pediatria, realizado há poucas semanas, em Punta Cana, República Dominicana, mostrou que os índices dessa doença respiratória continuam aumentando entre os escolares e que ela já pode ser considerada um problema de saúde pública. De acordo com o International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) – que nos últimos oito anos avaliou meninos e meninas na faixa etária dos seis e sete anos -, na América La tina, o aumento do número de casos de asma variou de 19,9% em 1997 para 21,4% em 2006. A região, aliás, no contexto mundial, é a que apresenta a terceira maior taxa de asma na população (20,10%), só perdendo para a América do Norte (20,3%) e Oceania (24,25%). No Brasil, 21,3% das crianças apresentavam algum grau de asma em 1997. Em 2006, este índice pulou para 24,4%.

Fatores de risco
 Histórico familiar, presença de parentes de primeiro grau com alergias, especialmente se for a mãe.

Bebês que não foram submetidos a aleitamento materno.

Introdução precoce a alimentos que podem causar alergias, como leite de vaca, ovos, amendoim, nozes, peixes. Recomenda-se que o leite de vaca seja introduzido só após um ano de idade; ovos, após os dois anos; e peixes, nozes e amendoim, após os três anos.

Exposição freqüente ao cigarro.

Quanto às razões para estes números, os especialistas ainda não sabem precisar. Mas sugerem fatores ambientais como os culpados, além de uma predisposição genética (bebês com algum parente alérgico, especialmente a mãe). “Acreditamos que a pobreza, a poluição, a industrialização e a umidade no clima dos países tropicais possam interferir, favorecendo o contato com os alérgenos (os agentes desencadeantes das crises asmáticas, como poeira e mofo)”, explica o médico mexicano Ma nuel Baeza, pesquisador da Universidade Autônoma de Yucatán e coordenador do ISAAC no México.

Segundo os especialistas, as armas para barrar esse avanço da asma no mundo, e especialmente na infância, são mais simples do que as pessoas imaginam. Segundo o especialista mexicano, a primeira recomendação é o investimento na prevenção primária, antes que o bebê desenvolva os primeiros sinais de que poderá ser uma vítima futura da asma.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistavivasaude.uol.com.br

Asma mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano no Brasil

No dia 21 de junho começa oficialmente o inverno e também é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) a asma atinge mais de 22 milhões de brasileiros. Embora seja uma doença tratável – com medicamento oferecido gratuitamente na rede pública – a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde

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Ainda segundo a SBTP, o número de asmáticos aumenta a cada ano. “Se não for devidamente controlada, a asma pode interferir em toda a função pulmonar do indivíduo, levando a infecções pulmonares e pneumonia”, ressalta o pneumologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, João Adriano de Barros.

O inverno é um período favorável para desencadear a doença. A estação fria e o ar seco transformam-se em mecanismo irritante das vias aéreas o que pode propiciar crises de asma. “A asma é uma inflamação aguda das vias aéreas, que causa o fechamento dos brônquios, levando a dificuldades respiratórias”, explica João Adriano.

Além do clima, a predisposição genética, a poeira e ácaro também são fatores que levam ao processo inflamatório.

A doença propicia também o aparecimento de refluxo do estômago para o esôfago e pode gerar alterações crônicas brônquicas, como bronquiectasias (brônquios dilatados e deformados) e bronquite irreversível. “Se não for adequadamente tratada, além das frequentes ida ao pronto-socorro e internações, a asma pode levar à morte”, enfatiza o pneumologista.

Sintomas e tratamento

Os sintomas da doença podem surgir em qualquer fase da vida. “O mais comum é aparecerem na infância, porém podem ocorrer muito tempo depois. Há pacientes que começam a ter crises quando são idosos”, conta o pneumologista.

É importante ressaltar que há pessoas alérgicas que não desenvolvem o problema. “A manifestação da alergia é variável. Podemos dizer que a maioria dos pacientes com asma são alérgicos, porém nem todo alérgico tem ou terá asma”, informa João Adriano.

O diagnóstico da doença é feito por consulta médica, testes físicos e pela espirometria, exame que mede a função pulmonar. O tratamento é realizado com o uso de medicamentos anti-inflamatórios e preventivos e de medicamentos inalados, que, segundo o pneumologista, costumam ser mais eficazes.

Uma boa educação sobre a doença também é necessária. “Não adianta agir como se ela não existisse. Usar os medicamentos indicados diariamente, retirar todos os fatores agravantes da asma (tapete, cortina, livros no quarto, bichos de pelúcia, etc.) e aliar esses cuidados com exercícios físicos, controle do peso e de estresse emocional é essencial para um bom controle da doença”, ensina.

A asma costuma afetar muito a qualidade de vida do paciente, por isso, o seu controle e dedicação no tratamento são tão importantes. “Alterações no sono, em suas atividades físicas e de lazer são comuns quando o tratamento não é adequado”, salienta o médico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.jb.com.br

Vitamina D, a vitamina do sol, pode ajudar no tratamento de asma

A pesquisa indica uma relação entre baixos níveis de vitamina D, que é fabricada pelo corpo durante a exposição ao sol, à piora dos sintomas da asma.

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Dentre os resultados do trabalho, os especialistas descobriram que o contato com a luz solar “acalma” uma parte do sistema imunológico que é estimulada em excesso pela asma.

O tratamento de pacientes asmáticos com a administração de vitamina D, no entanto, não foi testado pelo estudo.

As pessoas que têm asma apresentam dificuldades para respirar quando suas vias aéreas ficam inchadas, inflamadas e contraídas, e elas geralmente são tratadas com esteroides, mas nem todos respondem bem.

Controle

“Nós sabemos que pessoas com altos níveis de vitamina D conseguem controlar melhor sua asma – esta conexão chama bastante a atenção”, disse a pesquisadora Catherine Hawrylowicz.

A equipe da cientista investigou o impacto da vitamina em uma substância química do corpo humano, interleucina-17.

Trata-se de uma parte vital do sistema imunológico que ajuda a combater infecções.

Entretanto, ela também pode causar problemas quando atinge níveis muito altos e já foi relacionada intensamente à asma.

Neste estudo, divulgado na publicação especializada Journal of Allergy and Clinical Immunology, a vitamina D foi capaz de reduzir os níveis de interleucina-17 em 28 pacientes.

Testes clínicos

A equipe do King’s College realiza agora uma série de testes clínicos para ver se a administração de vitamina D pode realmente ajudar os pacientes de asma a lidarem melhor com os sintomas da doença.

O foco do estudo deve ser os pacientes que não respondem bem aos esteroides, e produzem sete vezes mais interleucina-17 do que os outros.

“Nós acreditamos que tratar as pessoas com vitamina D pode fazer com que os pacientes resistentes aos esteroides passem a responder a eles ou permitam que aqueles que já conseguem controlar sua asma tomem menos esteroides”, disse Hawrylowicz.

A especialista explica que uma cultura de se cobrir no sol e usar protetor solar pode ter aumentado as taxas de asma, mas ela aproveita para alertar que “sol demais faz mal”.

Efeitos colaterais

Malayka Rahman, da organização de caridade britânica voltada para o tratamento e esclarecimento sobre asma, a Asma UK, valoriza os resultados do trabalho.

“Para a maioria das pessoas com asma, os remédios atualmente disponíveis são uma forma efetiva de controlar a doença, mas nós sabemos que eles não funcionam para todos, e é por isso que pesquisar novos tratamentos é vital”, disse.

Ela também menciona o fato de muitos destes medicamentos apresentarem efeitos colaterais – algo que poderia ser aliviado com uma diminuição da quantidade de remédios ingeridos pelos asmáticos.

“Também sabemos que muitas pessoas com asma se preocupam com os efeitos adversos dessas drogas, então se a vitamina D reduzir a quantidade de remédios necessária, isto teria um impacto enorme na qualidade de vida desses pacientes”, afirmou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk

Asma e os cuidados com as doenças crônicas no inverno

Hoje fiquei sabendo que uma colega dos tempos da faculdade morreu por causa de uma crise de asma, aos 31 anos.  A notícia é tão triste e devastadora para uma família, para quem vivia com ela, que nenhuma palavra a respeito faz sentido….  E a notícia me fez lembrar da morte da estudante de medicina Paula Sibov, de 24 anos, que caiu de um penhasco no vale do Colca, no Peru – amigos contam que ela tinha asma, estava cansada e com falta de ar, e por isso subiu numa mula para fazer o percurso (as duas notícias não tem ligação nenhuma, nem a morte da garota pode ser atribuída a isso, mas na minha cabeça a associação foi feita…).

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Essas mortes são um alerta para o fato de que doenças crônicas que aparentemente parecem simples e comuns ainda são bastante perigosas – e é preciso fazer alertas constantes sobre os riscos que elas trazem e os cuidados permanentes que inspiram, não importa onde estejamos.

Mesmo já tendo um arsenal para controlar as crises (medicamentos combinados de uso contínuo que devem ser usados diariamente, além das tradicionais “bombinhas”), ainda pode ser difícil manter a asma sob controle. A gente não percebe, mas cerca de 350 mil pessoas são internadas todos os anos no País por causa da asma, segundo dados do Ministério da Saúde. E, no ano passado, mais de 800 pessoas morreram devido a doença, como essa minha colega – a maioria dos registros ocorreu na região Sudeste.

Aliás, publicações científicas tem mostrado que, apesar do aumento de medicação, atendimento e informação a ocorrência da asma tem crescido nas últimas décadas. E os motivos, segundo vários autores, podem estar ligados ao nosso estilo de vida – cidades com ar mais poluído, maior contato com substâncias alergênicas, produtos químicos de todo tipo, ar condicionado sem manutenção adequada.  E nos meses de inverno, com temperaturas mais baixas, registram sempre um crescimento das internações e mortes.

Como a doença ainda não tem cura, é muito importante que os pacientes realmente levem a sério o tratamento, e sigam direitinho as recomendações médicas – para cada caso, há uma indicação, um tipo de remédio, e quem define isso é o médico especialista. Além disso, muitas vezes, mais de um remédio é usado, até encontrar aquele que a pessoa se adapta melhor.

Para quem tem asma ou convive com quem tenha (marido, filhos, irmãos), selecionei abaixo algumas recomendações da Sociedade Americana de Asma, Alergia e Imunologia e do Ministério da Saúde.

Use os remédios prescritos pelo médico –  Use os remédios conforme o indicado pelo seu médico, mesmo quando não tem sintomas, quando está se sentindo bem. Há vários tipos de medicamentos disponíveis hoje no mercado. Alguns para uso diário, que ajudam a prevenir as crises. E outros para os momentos agudos. É importante seguir a recomendação e não esquecer do remédio. Não adianta lembrar só na hora da crise.

Mantenha a casa limpa – Passar pano úmido na casa diariamente, de preferência sem cheiro, o que reduz a chance de alergia. Álcool em gel é bastante indicado. Aliás, evite qualquer tipo de aromatizante (sprays, incensos, sachês), a chance  de provocarem alergia é alta, o que pode ser um fator desencadeante para uma crise.

Evite tapetes e almofadas felpudas – Qualquer objeto desnecessário que ajude a juntar muita poeira deve ser evitado. Piso de madeira ou frio no chão, sem tapetes – ou, se for usar, prefira tapetes de bambu ou outro material que acumule menos pó. Cobertores com pelo ou de lã também devem ser evitados – edredons de algodão são mais indicados, além de serem mais fáceis de lavar.

Faça exercícios – Em geral, andar de bicicleta, caminhar e nadar são atividades bastante indicadas por ajudarem a fortalecer a musculatura respiratória. Atividades muito intensas podem ser prejudiciais.

E, não custa reforçar, quem sente falta de ar quando faz algum esforço, tem muita tosse ou dificuldade para respirar, deve procurar um médico para fazer uma avaliação. Problemas crônicos são melhor administráveis quanto mais cedo forem diagnosticados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://blogs.estadao.com.br

Asma ainda mata 2,5 mil pessoas por ano no Brasil

Ontem, dia 21 de Junho, foi celebrado o Dia Nacional da Asma, doença que alcança mais de 22 milhões de brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Apesar de ser controlável por tratamento, que é oferecido gratuitamente na rede pública, a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde.

Divulgada nacionalmente, uma complicação de asma matou o filho mais novo do presidente da Embratur, Marcelo Dino, de 13 anos, no dia 14 de fevereiro passado, depois de uma crise quando estava internado no Santa Lúcia, um dos mais conhecidos hospitais privados da capital federal. As circunstâncias da morte foram investigadas pelo Ministério Público do Trabalho e pela Polícia Civil do Distrito Federal.

A asma é uma inflamação pulmonar crônica, multifatorial, transmitida geneticamente, caracterizada por episódios recorrentes de falta de ar, tosse, chiado e aperto no peito. Na maioria dos casos, o problema começa na infância, mas pode surgir em qualquer faixa etária, como explica a alergista e imunologista pediátrica do Hospital da Criança, Cláudia França Valente.

Para prevenir os ataques, a pessoa deve ter cuidado com ambiente onde mora, segundo ela. O local deve ser iluminado, arejado e com a menor quantidade de objetos possível, para impedir a retenção de poeira. A Secretaria de Saúde do DF realizará a partir de amanhã (22), até 29 de junho, a 8ª Semana de Combate à Asma. No evento, serão realizadas palestras educativas para o público em geral sobre a doença.

O pneumologista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Martins, orienta que, além de cuidar do ambiente e usar os medicamentos, o asmático também deve manter uma vida saudável, se alimentar bem, ter boa qualidade de sono e praticar atividade física. ‘É uma doença que, apesar de não ter cura, tem tratamento, e os pacientes garantem a qualidade de vida’, explicou.

A alergista Cláudia Valente completa que a atividade física não é só a natação, mas qualquer exercício, como o futebol, a caminhada ou a corrida. ‘A prática esportiva ajuda porque aumenta a capacidade respiratória e a resistência à crise. Entretanto, a prática do esporte deve ser orientada pelo médico, e só deve ser feita sob a orientação desse profissional, se a asma estiver sob controle’, ressaltou.

Se a doença for tratada adequadamente, o paciente pode deixar de usar a medicação. ‘É como na hipertensão. O paciente passa pelo tratamento para se chegar ao controle da doença, mas não há cura. Em alguns casos, o asmático chega a deixar de usar o medicamento, mas deve estar sempre atento para que a doença não volte. Quando se está em tratamento, a medicação deve ser usada regularmente’, explicou a médica.

No entanto, caso a doença não seja tratada adequadamente, o paciente pode morrer. ‘A asma uma doença que pode matar, mas se for bem tratada, isso raramente ocorre’, disse o pneumologista Ricardo Martins.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.br.msn.com

Dia Nacional de Controle da Asma

Governo distribui três novos medicamentos contra a Asma

As farmácias populares da rede própria, que são administradas e montadas pelo governo, e as unidades privadas de todo o país passam a ofertar, gratuitamente, três medicamentos para asma em 10 apresentações a partir do ultimo dia (4). O brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol foram incluídos na ação Saúde Não Tem Preço, ao lado dos 11 medicamentos para hipertensão e diabetes. Nas 554 unidades próprias será ofertado gratuitamente o sulfato de salbutamol em duas apresentações. Já nas 20.374 da rede privada, conveniadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular, serão ofertados os três medicamentos em oito apresentações. Para retirar os medicamentos, basta apresentar documento com foto, CPF e a receita médica dentro do prazo de sua validade.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a relevância desta nova inclusão de medicamentos no programa. “Estamos dando um passo importante para reduzir o número de internações e de óbitos por asma”, observou Padilha. A ação faz parte do programa Brasil Carinhoso, lançado neste mês pela presidenta Dilma Rousseff, cujo objetivo é tirar da miséria crianças de 0 a 6 anos de idade. A asma está entre as principais causas de internação entre crianças nesta faixa etáriaEm 2011, do total de 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da doença, 77,1 mil foram crianças com esta idade. Além disso, cerca de 2,5 mil pessoas morrem por ano por causa da asma.

Os medicamentos incorporados já fazem parte do elenco do programa Farmácia Popular, ou seja, são ofertados à população com até 90% de desconto nas unidades da rede própria e privada. Com a inclusão deles no Saúde Não Tem Preço, o valor de referência – estabelecido pelos laboratórios produtores – será mantido e o governo assumirá a contrapartida que era paga pelo cidadão.

A incorporação destes medicamentos ampliará o orçamento atual do Saúde Não Tem Preço em R$ 30 milhões por ano. O orçamento de 2012 do programa, sem contar os valores previstos para cobrir os custos com a inclusão dos medicamentos para asma, é R$ R$ 836 milhões.

A gratuidade deve beneficiar até 800 mil pacientes por ano. Atualmente, o programa Farmácia Popular atende 200 mil pessoas que adquirem medicamentos para o tratamento de asma. A estimativa do Ministério da Saúde é a de que este número possa quadruplicar, como ocorreu com os medicamentos para hipertensão e diabetes após um ano de lançamento da gratuidade pelo programa Saúde Não Tem Preço, iniciado em fevereiro de 2011.

ALTA PROCURA– A inclusão dos medicamentos para asma no programa aconteceu porque, após a gratuidade da hipertensão e diabetes, foi percebido que a venda dos medicamentos para asma foi a que mais apresentou crescimento nas farmácias populares, chegando a 322% de aumento entre fevereiro de 2011 e abril de 2012.

Além disso, a asma está entre as doenças crônicas não transmissíveis, consideradas  importante do ponto de vista epidemiológico, com ações previstas no “Plano de Ações Estratégicas Para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

Asma – Prevenção e Tratamento

O que sente uma pessoa com crise de asma?

As crises de asma são geralmente recorrentes e caracterizadas por chieira, falta de ar, tosse seca e desconforto torácico (“aperto no peito”), podendo causar grande sofrimento. Elas predominam à noite e no início da manhã.

Considera-se que 80% dos asmáticos tenham rinite e 50% dos pacientes com rinite tenham asma. Uma associação da asma com eczema (doença alérgica da pele) confere maior gravidade à asma.

Quais os agentes ambientais intradomiciliares relacionados ao desenvolvimento da asma?

  • Ácaros, pêlos de cães e gatos, alérgenos de baratas e os fungos (mofo). Estes alérgenos se acumulam no travesseiro, na cama (uma cama pode conter cerca de dois milhões de ácaros), no cobertor, na cortina, no carpete, em bichinhos de pelúcia e em qualquer lugar que acumule poeira;
  • Aquecedores e fogões a gás;
  • Fumaça de cigarro;
  • Queima de madeira para aquecimento de lareiras;
  • Odores fortes (perfumes, produtos de limpeza, frituras, tinturas).

Quais os fatores que desencadeiam uma crise de asma?

  • Alérgenos e irritantes;
  • Infecções de vias aéreas;
  • Exercício físico (asma desencadeada por exercício);
  • Refluxo gastro-esofágico;
  • Certas medicações e alimentos;
  • Causas emocionais: os fatores emocionais isolados não provocam a asma, entretanto, a ansiedade e o estresse podem causar a fadiga, que pode também aumentar os sintomas da asma e agravar uma crise.

Quais os cuidados a serem tomados para prevenção?

  • Encapar colchões e travesseiros;
  • Lavar semanalmente as roupas de cama;
  • Retirar cortinas, tapetes, carpetes;
  • Evitar animais domésticos;
  • Promever a ventilação do ambiente.

Qual o papel da imunoterapia no tratamento de manutenção da asma? 
A imunoterapia consiste em administrar repetidamente (geralmente por via subcutânea) extratos dealérgenos específicos com o objetivo de induzir proteção no paciente contra os sintomas alérgicos desencadeados por tais alérgenos. O seu maior benefício tem sido demonstrado no tratamento da rinitealérgica.

Em relação à asma, revisão recente da literatura realizada pelo grupo Cochrane demonstrou benefício da imunoterapia no seu tratamento. No entanto, importantes questionamentos ainda permanecem, principalmente a respeito de qual paciente se beneficiaria de tal estratégia e qual seria a sua eficácia a longo prazo. Além disso, os seus benefícios são modestos quando comparados com o corticóide inalatório. Assim, a postura mais aceita atualmente é de considerar a imunoterapia para aqueles pacientes em que o controle ambiental e o uso de medicamentos (incluído o corticóide inalatório) falharam em controlar a doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.news.med.br/

Vídeo: Entendendo a Asma


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