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Degeneração Macular

O que é?

DEGENERAÇÃO MACULAR é uma lesão que acomete a mácula, uma pequena área no fundo do olho que permite enxergar claramente pequenos detalhes. Quando a mácula não funciona de maneira correta, experimentamos embaçamento ou escuridão no centro de nossa visão. A degeneração macular afeta tanto a visão de longe como a de perto, podendo dificultar ou impedir algumas atividades, tais como leitura e trabalhos manuais.

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Fatores de risco

Não se conhece a causa da doença, mas sabe-se que alguns fatores de risco aumentam a probabilidade de desenvolvê-la. Entre eles destacam-se: predisposição genética, exposição à luz solar, em especial, aos raios ultravioleta, hipertensão, obesidade, ingestão de grandes quantidades de gorduras vegetais e dietas pobres em frutas, verduras e zinco. Fumantes ativos e passivos também estão mais sujeitos a manifestar essa alteração.

A prevalência varia de acordo com a predisposição genética e aumenta com a idade.

Sintomas

Nas fases mais precoces, a perda visual costuma ser pouco perceptível. À medida que a enfermidade evolui, aparecem os seguintes sintomas: visão borrada, pontos luminosos, manchas no centro da visão (escotomas), diminuição da sensibilidade aos contrastes de luz, dificuldade de adaptação ao escuro, linhas distorcidas e tortuosas, necessidade de iluminação mais intensa para ler.

Diagnóstico

O exame de fundo de olho pode sugerir a degeneração macular, mas a confirmação do
diagnóstico depende de exames específicos como a retinografia e a
angiofluoresceinografia.

Como é tratada a Degeneração Macular?

Há várias modalidades de tratamento para a degeneração macular. Na degeneração macular “seca”, o uso de uma combinação adequada de vitaminas e sais minerais pode impedir ou retardar a perda da visão.
Já a degeneração macular “úmida”, nos estágios iniciais, pode ser tratada com raios laser. O tratamento é realizado no consultório, apenas com o uso de colírios anestésicos, e normalmente é indolor. A fotocoagulação a laser emprega um feixe de luz altamente focalizado para ocluir os vasos sangüíneos que lesam a mácula. Esse tratamento é realizado nos casos em que os vasos anormais não afetam o centro da mácula.
Nos últimos anos, novos tratamentos têm sido utilizados para a Degeneração Macular Relacionada à Idade:

Terapia Fotodinâmica (PDT), que utiliza um corante especial – Visudyne – o qual injetado em uma veia do braço, irá localizar-se nos vasos anormais no fundo do olho. Um laser especial ativa, então, esse corante, o que resulta na oclusão dos vasos anormais, sem lesão da retina sobrejacente. Esse tratamento é utilizado quando os vasos anormais estão localizados no centro da mácula.
Outros pacientes podem se beneficiar da cirurgia denominada Translocação Macular. Nela, a retina é descolada e mudada para uma nova posição. A mácula sensorial fica, assim, em uma posição diferente dos vasos anormais, localizados abaixo da retina, os quais, dessa forma, podem ser ocluídos com o laser tradicional, sem danos para a mácula.

Os antiangiogênicos, modernos medicamentos que, injetados em torno do globo ocular ou no seu interior, têm proporcionado a paralisação ou mesmo a regressão dos vasos anormais, permitindo, assim, a estabilização e até a melhora da visão. A fim de controlar bem a doença, frequentemente é necessário repetir esse tratamento.
Os pacientes que apresentam baixa de visão acentuada poderão ser beneficiados com prescrição de lentes especiais e dispositivos ópticos tais como lupas, telelupas, circuito fechado de TV, entre outros.
Todos esses modernos tratamentos, assim como os dispositivos ópticos, estão disponíveis no Instituto da Visão, e têm beneficiado milhares de pacientes do Brasil e do exterior.

Recomendações

* Não fume;

* Use óculos com lentes com proteção contra raios ultravioleta;

* Dê atenção especial à escolha dos alimentos que fazem parte de sua dieta e escolha aqueles ricos em vitaminas e sais minerais;

* Peça orientação sobre o uso de suplementos vitamínicos com propriedade antioxidante;

* Controle a pressão arterial e evite o ganho de peso;

* Não se descuide. Consulte o oftalmologista periodicamente. Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as chances de retardar a evolução da doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.oftalmofoz.com.br e http://drauziovarella.com.br

1º Fórum de Qualidade de Vida – SESI/PE

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Hipertensão mata 9,4 milhões de pessoas todos os anos, diz OMS

A hipertensão causa anualmente a morte de 9,4 milhões de pessoas no mundo e é responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos derrames cerebrais, aponta um levantamento divulgado no ultimo dia (3) pela Organização Mundial de Saúde.

Por conta disso a entidade elegeu a doença crônica como tema do Dia Mundial da Saúde em 2013, que ocorreu em 7 de abril, data em que se comemora o aniversário de criação da OMS.

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Para conscientizar a população sobre a data, a agência sanitária das Nações Unidas lembrou que, no mundo, doenças cardiovasculares matam anualmente 17 milhões de pessoas, sendo que, deste total, 9,4 milhões de óbitos estão ligados à pressão alta.

Últimos dados da OMS, que são de 2008, apontam que 40% dos adultos com mais de 25 anos sofriam de hipertensão no mundo. Ou seja, um bilhão de pessoas tinham hipertensão naquele ano, contra 600 milhões de casos em 1980.

A maioria dos casos ocorre em países emergentes ou em desenvolvimento. Cerca de 80% das mortes causadas por problemas cardíacos ocorreram nessas regiões. O maior índice de casos no mundo vem da África, com 46% das ocorrências. Em contrapartida, as Américas registraram as menores incidências.

“A explicação é que nos países desenvolvidos, os sistemas de saúde detectam cedo a doença e podem tratá-la, já que tem recursos para isto. No entanto, lugares como a África, não somente tem sistemas de saúde precários, mas seus hábitos culturais tem piorado”, explicou Shanti Mendis, diretora interina do departamento de Gestão das Enfermidades não transmissíveis da OMS.

“Os africanos não fazem tanto exercício como antes, comem muita comida salgada e na região o acesso a produtos naturais é muito restrito devido ao alto custo das matérias primas”, complementou.

Efeitos da hipertensão
A maioria dos hipertensos não sente nada. O problema não dá sinais nem sintomas de que já está instalado no organismo. Alguns indivíduos, porém, têm tontura, vista embaçada, palpitação e dor de cabeça, além de zumbido no ouvido e visão de pontos brilhantes.

O excesso de sal ajuda a reter líquidos e aumentar o volume e a pressão sanguíneos. O sangue bombeado com mais força agride o revestimento dos vasos (endotélio), provoca pequenas cicatrizes e contribui para o entupimento das artérias.

As consequências da hipertensão nos diversos órgãos estão relacionadas principalmente à lesão dos vasos e à sobrecarga para o funcionamento deles. Como o coração é um músculo, ao fazer mais força ele aumenta de tamanho – da mesma forma que o bíceps de um halterofilista. Essa hipertrofia dificulta ainda mais a chegada de oxigênio e nutrientes.

Se um trombo se formar em um vaso cardíaco, pode ocorrer um infarto, que é a morte desse tecido. Caso a mesma lesão aconteça em um vaso que irriga o cérebro, pode haver um acidente vascular cerebral (AVC), também chamado de derrame.

Dicas para controlar a hipertensão
Perder peso é a forma mais efetiva de baixar a pressão sem usar remédios. E não é necessário emagrecer demais: em média, uma redução de 5 kg diminui a pressão em 5 mm Hg.

Fazer exercícios também ajuda no controle da hipertensão, melhora o nível de colesterol e o índice glicêmico. O objetivo deve incluir 30 minutos de atividade aeróbica pelo menos três vezes por semana.

Além disso, beber álcool em quantidade moderada traz benefícios cardiovasculares, mas o consumo de mais de dois drinks por dia já eleva a pressão.

Meta brasileira
Até 2022, o Brasil espera atingir os 5 gramas diários de consumo de sal, como parte do Plano de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT).

A indústria de alimentos também aderiu ao objetivo, e assinou um termo de compromisso com o Ministério da Saúde para estabelecer um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.

Até o fim de 2011, será a vez dos biscoitos (cream cracker, recheados e maisena), embutidos (salsicha, presunto, hambúrguer, empanados, linguiça, salame e mortadela), caldos e temperos, margarinas vegetais, maioneses, derivados de cereais, laticínios (bebidas lácteas, queijos e requeijão) e refeições prontas (pizza, lasanha, sopas e papinha salgada).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Aumenta número de sobreviventes do câncer nos EUA

O número de americanos que sobreviveram ao câncer está em ascensão, e se espera que chegue a 18 milhões de pessoas na próxima década, segundo um relatório publicado nesta quarta-feira.

Esse número representa um aumento de 30% com relação aos últimos dados divulgados em janeiro de 2012, que mostravam que 13,7 milhões de pessoas sobreviveram no país a algum tipo de câncer, de acordo com a Associação Americana para a Pesquisa do Câncer (AACR, na sigla em inglês).

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As projeções de aumento se devem, sobretudo, ao envelhecimento da população, com dois terços dos sobreviventes de câncer com 65 anos ou mais em 2020, acrescentou o estudo.

A tendência representa um novo desafio para a área da saúde e para os sobreviventes mais longevos e que poderão enfrentar outros problemas de saúde no longo prazo.

“Como assegurar que estes pacientes tenham uma vida não só longa, mas saudável e produtiva, será um desafio vital para todos nós”, afirmou Julia Rowland, diretora do Departamento de Sobreviventes de Câncer do Instituto Nacional do Câncer, que integra os Institutos de Saúde Nacional (NIH) dos Estados Unidos.

Segundo o informe da AACR, as mulheres que sofreram câncer de mama somam 22% dos sobreviventes e os homens com câncer de próstata, 20%.

No entanto, os sobreviventes de câncer de pulmão representam apenas 3%.

“Para os pacientes de câncer de próstata, temos quase 100% de sobrevivência durante cinco anos e no câncer de mama também há tremendos avanços, com a sobrevivência para cinco anos subindo de 75% em 1975 para quase 89% em 2012”, afirmou Rowland.

Considera-se que uma pessoa sobrevive ao câncer quando vive há cinco anos sem sinal de ressurgimento da doença.

Segundo estimativas da Sociedade Americana do Câncer, a doença ainda mata 1.500 pessoas por dia nos Estados Unidos – um total de 301.820 homens e 275.370 mulheres em 2012. Todos os anos, 1,6 milhão de americanos são diagnosticados com câncer no país.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br

Dia Mundial do Câncer alerta para mitos sobre a doença

Instituído em 2005, o Dia Mundial do Câncer é celebrado todo dia 4 de fevereiro por diversos países. Criada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), a data foi criada para aumentar a conscientização sobre a doença, uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo.

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O objetivo da campanha, este ano, é derrubar mitos relacionados à doença:

– MITO Nº 1: O câncer é apenas um problema de saúde – na verdade, ele engloba também questões sociais, econômicas, de direitos humanos e relativas ao desenvolvimento dos países. Aproximadamente 47% dos casos e 55% das mortes pela doença ocorrem nas regiões menos desenvolvidas do globo.

– MITO Nº 2: O câncer é uma doença de pessoas de idade e de países ricos. A verdade é que a enfermidade afeta países ricos e pobres, além de pessoas de todas as idades. Mas alguns tipos de tumor, como o de colo de útero, por exemplo, causam mais mortes (85% das 275 mil registradas todo ano) nos países em desenvolvimento.

– MITO Nº 3: O câncer é uma sentença de morte. A verdade é que muitos tipos de câncer que já foram considerados dessa forma hoje podem ser curados ou tratados de forma eficaz.

– MITO Nº 4: O câncer é meu destino. A verdade é que, com estratégias adequadas, cerca de um terço dos tipos mais comuns de câncer pode ser prevenido.

Indivíduos e comunidades são incentivados a lançar luz sobre os quatro principais “mitos” sobre o câncer e a “verdade” correspondente através do aplicativo da UICC no Facebook. Faça o download do aplicativo em https://apps.facebook.com/world_cancer_day.

Metas para 2025

Segundo a União para o Controle Internacional do Câncer (UICC) e a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), 1,5 milhão de vidas que seriam perdidas para o câncer poderiam ser salvas por ano se medidas decisivas fossem tomadas para alcançar a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “25 em 25”: reduzir em 25% as mortes prematuras devidas a doenças não transmissíveis (DNT) até 2025.

A cada ano, 4 milhões de pessoas morrem prematuramente de câncer em todo o mundo (na faixa etária de 30 a 69 anos). A menos que sejam tomadas medidas urgentes para aumentar a conscientização sobre a doença e desenvolver estratégias práticas para lidar com o câncer, em 2025 essa tendência deve aumentar a alarmantes 6 milhões de mortes prematuras por ano devido ao câncer.

“A estimativa de 1,5 milhão de vidas perdidas por ano para o câncer que poderiam ser evitadas deve servir para fortalecer os nossos esforços na implementação da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “25 em 25″”disse Christopher Wild, diretor do Iarc.

“Há, agora, a necessidade de um compromisso global para ajudar nos avanços na implementação política e encorajamento da aplicação abrangente dos Planos Nacionais de Controle do Câncer. Se quisermos obter sucesso nisso, temos uma responsabilidade coletiva de apoiar países de baixa e média renda que estão tratando de uma epidemia de câncer com recursos insuficientes.”

Um milhão e meio de vidas perdidas por ano representam 25% dos cerca de 6 milhões de mortes prematuras de câncer que ocorrerão até 2025, e a cifra de 6 milhões baseia-se em projeções populacionais de números atuais e envelhecimento.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br/

Qual atividade física é mais indicada para você?

A prática de atividades físicas deveria fazer parte das nossas vidas constantemente. Além de ser uma das melhores formas para manter um corpo saudável e bonito, aumenta a autoestima e ajuda a melhorar o humor naqueles dias estressantes.

Para quem convive com algum problema de saúde, o correto é procurar um médico e saber qual a prática mais adequada para seu caso.

Descubra abaixo qual atividade é ideal para o seu perfil!

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Problemas cardíacos

Existem protocolos específicos para cada grau de problema cardíaco. Após um teste ergométrico, monta-se um treinamento mais seguro, conforme os limites de cada pessoa. A bicicleta, a caminhada na esteira e as atividades na piscina são boas escolhas.

Complicações pulmonares

A dificuldade em levar o oxigênio aos músculos pode limitar bastante os exercícios físicos de longa duração. Atividades que alternem esforço e repouso são bem mais toleradas por esses pacientes. Bicicleta, esteira, natação e musculação são atividades que auxiliam também na circulação – que é responsável por levar sangue oxigenado e nutrientes aos músculos –, estimulando a melhora de todo o sistema circulatório.

Joelhos lesionados

Se bem controlados, os problemas de joelho não necessariamente serão fatores limitantes de atividade física. Mas atenção: devem ser ajustadas carga e intensidade, frequência e volume de exercícios. Os joelhos podem suportar até seis vezes o peso do corpo em alguma prática leve, como caminhada. Nestes casos, as atividades devem envolver exercícios de alongamento e fortalecimento. Para esportistas que sofreram lesão, o retorno à prática deve ser gradual.

Dores nas costas

Todos os esportes vão interferir na biomecânica da coluna vertebral. Grande parte dos casos de dores nas costas não tem diagnóstico definitivo e, muitas vezes, essas dores são causadas por postura irregular, baixo condicionamento dos músculos de sustentação e flexibilidade deficitária. As indicações são: pilates, musculação, natação, alongamento, exercícios aeróbicos e ginástica.

Idosos

Atividades coletivas são ideais! Além dos benefícios físicos, esses exercícios funcionam como instrumento de sociabilização, estimulação mental e melhora da autoestima.

Obesidade

Mesclar atividades aeróbicas, flexibilidade e musculação. Em função da maior carga suportada pelas articulações e ossos, sugere-se a prática de atividade física de baixo impacto (em piscina).

Problemas motores

Problemas motores podem ter causa muscular, articular, óssea ou neurológica.

  • Muscular: durante o período de reabilitação, o próprio programa vislumbra exercícios para a recuperação da função muscular. O esporte indicado será inicialmente aquele que o indivíduo está acostumado a praticar. Caso seja sedentário, o ideal começar com uma caminhada ou piscina – em função de maior segurança –, podendo evoluir para corrida e qualquer outro esporte, desde que tenha recuperado suas capacidades físicas.
  • Articular: as articulações são importantes para dar estabilidade e mobilidade, portanto os exercícios devem ser realizados de forma segura, sem grande impacto, potência ou velocidade. O ideal seria tratar inicialmente o problema – tanto com reabilitação, quanto com cirurgia (se necessária) – e depois começar algum tipo de atividade física. Aquelas que geram certo grau de instabilidade e desequilíbrio auxiliam na melhora da propriocepção (noção do corpo no espaço, tanto estático quanto em movimento). Por exemplo: caminhada e hidroginástica.
  • Ósseo: problemas ósseos podem ser desde osteoporose (é indicada a prática de atividade física de impacto e outra mais leve, como na piscina) até fraturas (traumáticas ou por sobrecarga) e tumores. O importante nessas situações é controlar a intensidade do impacto – do grau de energia que atua sobre o local doente.
  • Neurológico: problemas motores neurológicos limitam a função muscular em todos os seus quesitos (força, resistência, potência) e também habilidades como coordenação e agilidade. Desta forma, sugerem-se atividades coordenadas e supervisionadas, visando à melhora da destreza e o recondicionamento muscular. Bicicleta, caminhada, musculação – todos com supervisão de um profissional de saúde – são ideais.

Crianças e Adolescentes

Crianças com até 14 anos devem praticar qualquer atividade física ou esporte como lazer, sem se preocupar com o desempenho. Geralmente, optam por um determinado esporte por volta dos 16 anos. A partir daí, torna-se importante acompanhar o desenvolvimento físico para evitar distúrbios de postura que podem prejudicar a saúde em idade mais avançada (por exemplo, tenistas que começaram muito cedo e hoje apresentam escoliose).

Adultos

Para adultos qualquer esporte é indicado, desde que exista prazer em praticá-lo e que sejam respeitadas suas limitações.

Como saber se estou passando do meu limite?

As lesões esportivas (que não decorrem de traumas ou acidentes) demoram certo tempo para se manifestar. Geralmente, são causadas por sobrecarga, que surge quando o corpo não é mais capaz de se recuperar do desgaste promovido pela prática esportiva. Alterações de sono, apetite, lesões, dores constantes, fadiga, infecções e queda de desempenho podem ser sinais de overtraining (excesso de prática esportiva).

Dicas gerais para uma prática saudável

  • Fazer avaliação clínica antes de iniciar atividade física, com o objetivo de identificar as condições de saúde e os fatores de risco
  • Dieta adequada e cuidado com a hidratação
  • Controlar frequência, intensidade e volume de prática esportiva
  • Executar corretamente os movimentos (qualidade técnica)
  • Sentir prazer na prática esportiva
  • Dormir bem e estar mentalmente saudável
  • Utilizar os equipamentos adequados (calçados, vestuário e equipamentos)

Escrito pelo Dr. Gilbert Bang, médico fisiatra do Einstein.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

Esqueça a esteira e compre um cachorro!

Novas pesquisas mostram que donos de cachorros apresentam probabilidade 34% maior de receberem recomendação médica de uma quantidade mínima de exercícios semanais, graças a seus amigos peludos.

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“O cão pode ser um excelente motivador de atividades físicas. As pessoas que levam o cachorro para passear acabam caminhando mais. Elas costumam caminhar cerca de uma hora a mais por semana”, disse Mathew Reeves, professor de epidemiologia da Michigan State University e autor do estudo.

Reeves, que também é veterinário, diz que o problema de saúde pública da obesidade afeta tanto o homem quanto seu animal doméstico, por isso ambos se beneficiam da caminhada. Ele sugere que, mesmo não conseguindo se exercitar para melhorar a própria saúde, talvez a manutenção da saúde do animal seja o grande motivador necessário.

Descubra como anda o seu fôlego?

No estudo, publicado na edição de março do periódico americano Journal of Physical Activity and Health, foram revisados dados da de uma grande pesquisa de 2005 – com mais de 6.000 entrevistados – sobre fatores comportamentais de risco.

Quarenta e um por cento dos participantes eram donos de um cachorro. Dentre eles, quase dois terços relataram que levavam o animal para uma caminhada de pelo menos 10 minutos.

No total, os donos de cachorros se mostraram 69% mais propensos a realizar atividades físicas nas horas de lazer. Eles também apresentaram probabilidade 34% maior de realizarem os 150 minutos semanais de exercícios moderados ou vigorosos, recomendados pelos órgãos governamentais de saúde dos Estados Unidos.

“Apenas 27% das pessoas que têm um cachorro atingem as recomendações de 150 minutos semanais de atividades físicas – ou seja, elas provavelmente poderiam estar caminhando com mais freqüência”, disse Reeves.

O veterinário recomenda aos 40% dos donos de cachorros que nunca levam seus animais para passear que eles realmente deveriam começar a fazê-lo. “Todo cachorro deveria ter a oportunidade de sair de casa para caminhar”.

Diversas razões foram citadas pelos donos para não levar seus animais para passear, mas a desculpa mais comum foi de que o cachorro já se exercitava sozinho ou que vivia do lado de fora da casa. Alguns deles disseram que não tinham tempo ou interesse em levar o cão para passear, outros relataram que tinham animais muito mal-comportados. A idade avançada do cão ou do próprio dono também foi uma justificativa citada.

As pessoas com mais de 65 anos se mostraram mais propensas a atingir as recomendações governamentais simplesmente levando seu “melhor amigo” para um passeio. De acordo com o estudo, as pessoas de meia-idade foram as que passaram menos tempo passeando com o cachorro. O estudo também mostrou que o grau de instrução e o gênero tiveram pouco impacto no tempo dedicado ao passeio com o cachorro.

De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas com renda mais baixa, especificamente aquelas que ganhavam menos de US$20.000 por ano, foram as que passaram mais tempo passeando com o cachorro (a média foi de 104 minutos semanais).

Os pesquisadores também constataram que donos de cachorros mais jovens costumavam realizar mais exercícios. Os resultados também mostraram que os cães de menor porte realizavam passeios mais curtos.

Com base nos resultados do estudo, os autores sugerem que as campanhas de saúde pública enfatizem os benefícios para a saúde das caminhadas regulares com o cachorro.

“Se sua única forma de se exercitar é levando seu cachorro para passear, certifique-se de fazer isso pelo menos cinco vezes por semana por 30 minutos”, recomendou Jill Rubin, fisioterapeuta da clínica Scott and White Healthcare in Round Rock, do Texas.

“Se você não pode levar seu cão para passear com esta freqüência, algum tipo de exercício suplementar será necessário para atingir as recomendações dos órgãos de saúde”, ela complementou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:   http://saude.ig.com.br

Dia Mundial da Atividade Física

Estudos realizados na Universidade de Harvard apontam que o sedentarismo é responsável pela morte indireta de 5,3 milhões de pessoas por ano no mundo, ficando a frente da obesidade, diabetes e tabagismo. Para enfrentar este “mal da civilização”, foi criado em 1997, o Programa Agita Mundo, vinculado ao Programa das Nações Unidas, a partir do projeto desenvolvido em 1996, pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo: o Agita São Paulo.

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Para marcar o Dia Mundial da Atividade Física diversos países promoverão caminhadas e ações de promoção da saúde, entre eles Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, Finlândia, Inglaterra, Malásia, EUA, Nigéria, Panamá, México, Peru, Portugal, Uruguai, Emirados Árabes, Aruba, Nicarágua, Cuba e Venezuela.

O Programa Agita São Paulo organizou dois eventos para a capital paulista. No dia 2 de abril acontecerá o 10º Encontro de Boas Práticas em Promoção da Atividade Física, das 8h: às 13h, no Auditório Nobre da Associação Paulista de Medicina (Av. Brigadeiro Luís Antonio, 278, no 9º andar). O encontro será aberto a profissionais da área de saúde, educação e esportes.

No dia 7, domingo, Dia Mundial da Saúde, ocorrerá a Caminhada Agita Mundo 2013. Quem quiser participar, basta comparecer ao vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Av. Paulista, 1578), às 8h30. O percurso do MASP até a Assembleia Legislativa contará com trios elétricos e muita animação.

São Paulo foi o primeiro estado a inserir em seu calendário oficial o Dia Estadual da Atividade Física. As ações estão a cargo da Secretaria de Estado da Saúde-SP, com apoio da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Recreação da Cidade de São Paulo.

Lembre-se: Segundo a Organização Mundial da Saúde, 30 minutos diários de atividades física ou 20 minutos de exercícios duas vezes por semana é suficiente para manter a saúde em dia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://noticias.r7.com

Páscoa pode ser saudável com chocolate

Açúcar, gordura e lactose. É o que vem à cabeça de muitas pessoas quando se fala em chocolate. Mas a nutricionista Lara Natacci, do programa Meu Prato Saudável, parceria do Instituto do Coração (InCor) e do Hospital das Clínicas da FMUSP com a LatinMed Editora em Saúde, faz uma defesa do “alimento proibido”.

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Segundo ela, se bem escolhido, o chocolate pode trazer benefícios à saúde. A nutricionista lembra que alguns tipos de chocolates são ricos em antioxidantes, substâncias que ajudam a evitar o acúmulo de metais tóxicos no organismo e melhorar a circulação.

Mas antes de sair comendo chocolate durante a Páscoa é preciso conhecer quais são os tipos benéficos e evitar exageros. O chocolate que contém pelo menos 70% de cacau, por exemplo, é mais recomendado do que outros tipos, uma vez que o cacau é a fruta que mais contém as substâncias antioxidantes.

“Uma porção de cerca de 30g, correspondente a uma barra pequena do chocolate com 70% de cacau, tem o conteúdo de substâncias antioxidantes equivalente a uma maçã ou a uma taça de vinho tinto”, afima Lara.

Para demonstrar a diferença entre este tipo de chocolate e os campeões de vendas dos supermercados, a nutricionista elaborou um comparativo entre substâncias com ação antioxidante presentes no chocolate com 70% de cacau, o ao leite, o branco e até mesmo o achocolatado.

Outras substâncias com efeitos benéficos presentes no chocolate, segundo a nutricionista, são as aminas biogênicas (que modulam o humor, melhorando a sensação de bem estar e felicidade), as metilxantinas, cafeína e teobromina (substâncias estimulantes), anadamina (provoca efeito de euforia), magnésio (ajuda a melhorar o ânimo, pois regula as concentrações de dopamina no cérebro), carboidratos (aumentam a formação da serotonina, substância que dá sensação de bem estar) e os lipídeos (aumentam a saciedade).

Os piores tipos a serem consumidos são os ao leite e o branco, pois são ricos em gorduras e açúcar, e os que contêm maior quantidade de gordura trans.

Para os chocólatras que não querem sofrer as consequências negativas na balança, a dica é não exagerar. “O consumo diário deve ser entre 10 e 20g”, explica a nutricionista do Meu Prato Saudável. Ela alerta que esta quantidade pode variar conforme características orgânicas individuais, além de sexo, idade e atividade física.

Diabéticos e intolerantes à lactose

A nutricionista alerta que, mesmo no caso do chocolate diet, sem açúcar, para diabéticos, o consumo deve ser ocasional e em pouca quantidade, uma vez que este tipo de chocolate tem alto teor de gordura.

“O recomendado, no geral, é ingerir no máximo entre 20 e 30 g, três vezes por semana, mas aqui também é necessário avaliar cada caso individualmente, por depender de condições orgânicas individuais, estágio da doença, tratamento, atividade física, sexo e idade”, complementa.

Já para quem tem intolerância à lactose, Lara alerta para que sempre se observe a composição do produto, bem como verificar o grau da intolerância. “Algumas pessoas toleram quantidades pequenas. Os chocolates meio amargos têm pouca lactose, alguns apenas traços da substância. Outros são isentos”, conta.

Outra opção é o chocolate de alfarroba, que tem um sabor semelhante ao meio-amargo, ou o chocolate de soja.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.sp.gov.br

Aplicativos de Saúde – Meu Prato Saudável

Aplicativos de saúde 2013 - Prato Saudável


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