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Principais dicas para a preservação da Saúde e da Juventude

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1. Autoconhecimento: afasta a pessoa dos perigos e dos erros e a conduz para uma vida mais harmoniosa, saudável e plena.

2. Autoestima: É o respeito e o apreço da pessoa por si mesma, a base da idoneidade, do desenvolvimento espiritual e das potencialidades interiores, da saúde e da serenidade interior.

3. Alimentação fresca, pura e saudável: A maioria das enfermidades tem origem nos hábitos dietéticos errôneos. Nada contribui tanto para a acumulação de impurezas e toxinas no sangue como uma alimentação imprópria, sob todos os pontos de vista. É necessário combaterem-se os hábitos dietéticos errôneos, objetivando a preservação e a restauração da saúde.

4. Atividade física regular e moderada: O organismo necessita de uma atividade física moderada e regular, para que os diversos órgãos funcionem normalmente e desempenhem suas funções com regularidade. Os exercícios fortalecem os músculos (restaurando-lhes a elasticidade), os ossos e as articulações (tornando-as mais flexíveis).

5. Respiração correta e ar puro: A respiração, um dos processos fisiológicos mais importantes, pode ser dividida em três partes: respiração baixa (abdominal), média e alta (subclavicular). Ao respirar-se, não só são absorvidas partículas de oxigênio e de outros gases mas também partículas subatômicas de prana ou bioenergia. Segundo os antigos sábios indianos, o prana permeia todo o universo. A respiração ideal é a nasal e, com raras exceções, não se deve respirar pela boca. O ar poluído é um grande perigo para a saúde.

5.1 Técnica de reeducação e ampliação da capacidade respiratória: ao inspirar-se, o ar atmosférico deve ser direcionado para a base dos pulmões, enquanto o ventre se move para fora (respiração abdominal); à medida que o ar preenche os pulmões, de baixo para cima, as costelas se expandem lateralmente (respiração média) e, por último, ocorre a expansão do peito e das clavículas (respiração alta). Ao expirar-se, primeiro o peito e as clavículas se retraem, depois, as costelas e, por último, ocorre o movimento do ventre para baixo.

6. Beber água em abundância: Bebida com fartura, a água hidrata o cérebro e todo o organismo; contribui para o bom funcionamento dos intestinos, dos rins e do fígado e para a eliminação das impurezas do sangue, através da urina e transpiração. Diariamente, um indivíduo adulto deve beber cerca de 1,5 litro de água potável. Deve-se evitar tomar água gelada e bebê-la durante as principais refeições (almoço e jantar), pois a água dilui os sucos gástricos e pode retardar a digestão; habituar-se a beber água, ou suco de frutas, uma hora antes, ou depois, das refeições.

7. Alto nível de higiene pessoal: A higiene é essencial à saúde. As impurezas são expelidas pelos poros, para que não sejam reabsorvidas, ou obstruam aqueles, dificultando a livre respiração da pele e a eliminação das toxinas com o suor; por tal razão, deve-se tomar banho, diariamente. A falta de higiene, em todos os sentidos, além de desdourar a imagem do homem, predispõe-no a inúmeras enfermidades. A saúde também começa pela boca, por isso, deve-se cuidar bem dos dentes.

8. Descanso: O sono e o repouso são os maiores restauradores das energias orgânicas. Deve-se dormir cedo e cerca de oito horas por noite.

9. Bom funcionamento intestinal: Treinar o intestino a funcionar diariamente, de uma a duas vezes ao dia. A prisão de ventre é um mal que pode ocasionar diversos outros males. Nos casos de prisão de ventre, uma dieta rica em fibras e saudável deve ser instituída. As ervas laxativas devem ser utilizadas como parte do programa de retreinamento intestinal.

As substâncias que melhoram o volume fecal, como o farelo de aveia e o córtex da semente de Plântago ovata, podem ser muito úteis. Beber água em abundância. Em geral, as fezes normais são grandes, parecidas com o formato da banana e não devem ter mau cheiro, o que pode indicar uma disfunção do estômago, dos intestinos e presença de toxinas; sua cor normal é marrom. As fezes escuras indicam grande consumo de produtos de origem animal; as fezes muito pretas, uma provável hemorragia interna.

A expulsão de fezes velhas, pretas como carvão e empedradas, indica uma descarga orgânica e, geralmente, é prelúdio de uma saúde melhor. As fezes não devem afundar no vaso sanitário; caso isso ocorra, pode ser indicativo de uma deficiência de fibras dietéticas, de mastigação precária e de ingestão de alimentos inadequados.

Quando a alimentação é equilibrada e o alimento é bem mastigado e digerido, as fezes são marrons, firmes e flutuam na superfície da água. O consumo excessivo de sal de cozinha e uma alimentação pobre em fibras podem tornar as fezes menos volumosas e ressecadas.

10. Não fumar, não beber álcool e não usar drogas: O álcool, o cigarro e as drogas são os maiores inimigos da humanidade, aceleram o envelhecimento do organismo, causam inúmeras doenças e são vícios de grande efeito deletério sobre a saúde.

11. Vida sexual saudável e moderada

12. Suadouros: Suar faz bem à saúde, pois auxilia na eliminação de impurezas do organismo. Aquele que, mesmo com atividade física não consegue transpirar, deve tomar banhos de vapor, para essa deficiência ser compensada.

13. Jejum terapêutico: O jejum de curta duração (24 horas) é usado na terapia naturopática como um método de desintoxicação orgânica, pois é um dos meios mais rápidos de se intensificar a eliminação de detritos e ampliarem-se os processos de cicatrização do corpo. Tal processo preserva o tecido essencial (órgãos vitais), enquanto utiliza tecidos não vitais (tecido adiposo e muscular). Deve ser realizado sob orientação terapêutica.

14. Banhos de sol: O sol, astro que fornece luz e calor, é um elemento psicofisiológico importante na vida do homem. Propicia vida e é indispensável ao bom funcionamento do organismo. O ser humano foi feito para viver em contato com o ar e à luz do sol. Os raios solares, quando moderados, auxiliam a pele a desempenhar as suas funções naturais.

Os raios ultravioletas do sol (até as 10 horas da manhã), irradiados sobre a pele, são muito benéficos à saúde, no combate do raquitismo. Devido à destruição da camada de ozônio da estratosfera, o excesso de radiação solar é grande responsável pelo envelhecimento precoce e pelo surgimento de câncer de pele. As radiações infravermelhas são responsáveis pelo calor; as radiações visíveis (luminosas), pela luz e apresenta ação importante sobre a pele, pois fornecem muita energia; as radiações ultravioletas apresentam ação química e biológica.

15. Clima temperado: O clima também influencia no bem-estar e na saúde, o temperado é o melhor.

16. Higiene moral: A sensualidade e as paixões também figuram entre as causas das enfermidades. Todo bem que se pratica ao próximo prolonga a vida, e todo o mal a reduz.

17. Otimismo: Cada vez mais, a neurociência evidencia o fato de que aquilo que se pensa e se sente exerce grande influência sobre o funcionamento de todo o organismo. A mente humana é muito poderosa, ainda que uma pessoa utilize apenas um estreito percentual de sua capacidade psíquica. Ou seja, cada vez mais existem evidências de que o que se sente, pensa-se e representa-se interiormente exerce um grande efeito sobre a maneira como o organismo funciona. Deve-se cultivar pensamentos e emoções positivas.

18. Higiene mental: Diariamente, deve-se dedicar alguns minutos à prática do silêncio: meditar, relaxar a mente e o corpo, acalmar os pensamentos e as emoções. A meditação propicia equilíbrio interior, discernimento, centralidade psicológica e revitaliza o organismo.

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Hepatites Virais

Hepatite é uma inflamação do fígado. Esta inflamação pode ser causada por vários agentes, como drogas, álcool e, mais frequentemente, por vírus. As hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A (HAV), B (HBV) e C (HCV), causadores da Hepatite A, Hepatite B e Hepatite C, respectivamente.

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Como se disseminam os vírus da Hepatite?

  • Hepatite A: o HAV é transmitido de pessoa a pessoa pela ingestão de alimentos e água contaminados com fezes infectadas pelo vírus. Esta transmissão é conhecida como fecal-oral.
  • Hepatite B: o HBV é transmitido pelo contato com sangue contaminado (hemotransfusões, seringas contaminadas em usuários de drogas, material cirúrgico não estéril), contato sexual sem uso de preservativo ou da mãe para o filho durante a gestação e/ou parto (chamada transmissão vertical).
  • Hepatite C: o HCV é transmitido principalmente através do contato com sangue contaminado (hemotransfusões, seringas contaminadas em usuários de drogas, material cirúrgico não estéril). Outras formas de contágio, tais como sexual e vertical (mãe para o filho durante gestação/parto) ainda não foram comprovadas, entretanto não podem ser totalmente descartadas.

Quais os sintomas da Hepatite Viral?

A Hepatite pode surgir rapidamente sendo classificada como hepatite aguda ou lenta e menos sintomática, hepatite crônica. Hepatite A cursa apenas com a forma aguda. As outras, como a B, podem apresentar um quadro agudo e depois tornar-se crônica, já a Hepatite C costuma causar apenas hepatite crônica.

Sintomas gerais, geralmente mais associados as formas agudas são cansaço, perda do apetite, náuseas, dor e desconforto abdominal, urina escura e fezes claras, icterícia (olhos e peles amarelados).

A Hepatite Viral tem cura?

Grande parte das Hepatites Virais têm cura espontânea. Dependendo do vírus causador da Hepatite, existe um risco de cronifi cação da doença. Nesses casos, o vírus permanece infectando o fígado e pode causar outras doenças hepáticas posteriormente, tais como cirrose e câncer. A Hepatite A nunca se torna crônica evoluindo geralmente sem maior gravidade para a cura espontânea. Já a Hepatite B pode cronifi car em 2 a 6% das pessoas acima de 5 anos, em 30% das crianças entre 1 a 5 anos e em até 90% dos lactentes. Já a Hepatite C evolui com infecção crônica em 55 a 85% das pessoas infectadas.

Como diagnosticar o tipo de Hepatite?

Existem alguns exames de sangue que diagnosticam o tipo de vírus causador da Hepatite. Esses exames identificam cada vírus especificamente através da detecção dos anticorpos produzidos pelo organismo contra o vírus causador da Hepatite. Podem também dizer se a pessoa já teve contato prévio com o vírus, se ficou curada ou não ou se foi vacinada.

Como prevenir as Hepatites Virais?

Em relação à Hepatite A, a melhor prevenção é lavar sempre as mãos após utilizar o banheiro, após a troca de fraldas e antes de se alimentar. Já a melhor forma de prevenção das Hepatites B e C consiste em não compartilhar seringas, descartar seringas usadas em recipientes rígidos (evitando assim acidentes na manipulação do lixo) e utilizar preservativos em todas as relações sexuais.

Existe vacina para prevenção de Hepatites, são seguras?

As Hepatites A e B podem ser prevenidas por meio de vacinação. Já existem vacinas separadas para Hepatite A e B e vacinas conjugadas que conferem proteção contra as duas formas de Hepatites. Não existe vacina disponível contra Hepatite C. As vacinas são seguras e já foram aplicadas em mais de 4 milhões de pessoas nos Estados Unidos, entre adultos e crianças, sem relatos de efeitos adversos graves. A vacina contra Hepatite B já faz parte do calendário vacinal oficial do Ministério da Saúde.

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Os 10 principais problemas de saúde desenvolvidos no trabalho

Ao contrário de uma dor de cabeça ou gripe que surge após um período intenso de trabalho, alguns problemas de saúde podem estar relacionados ao desempenho da atividade profissional que dão ao trabalhador, do ponto de vista legal, os mesmos direitos de um acidente de trabalho.

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De acordo com Eduardo Jesuíno, Médico do Trabalho,  para que um problema de saúde seja considerado uma doença ocupacional, o trabalho deve ter o vínculo nexo causal, ou seja, causa e efeito específico na situação.  Alerta que certas doenças ocupacionais aparecem de forma silenciosa. “Algumas doenças só aparecem após 10 ou 15 anos de trabalho e acabam fazendo tamanho estrago que, muita vezes, a pessoa não tem condições de voltar para o trabalho, seja pelas limitações decorrentes da própria doença ou por ser o único local que o trabalhador consiga desenvolver atividades e isso retornar para este único local acabaria agravando a doença”, disse.

O médico listou as 10 principais doenças que podem ser desenvolvidas no trabalho. Confira abaixo e fique atento a possíveis alterações em sua saúde:

LER/DORT (Lesão por Esforços Repetitivos/ Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho)
Provocada por movimentos repetitivos ou por posturas inadequadas, chamadas de posturas anti-ergonômicas. Deve-se ter cuidado no diagnóstico, pois muitas pessoas confundem a LER com uma simples torção ou mal posicionamento em algum movimento.

Antracose
Lesão pulmonar ocasionada por diferentes agentes que são adquiridos nas áreas de carvoarias. A doença pode ser o ponto de partida para outros problemas ainda mais graves e afeta, principalmente, os trabalhadores que têm contato direto com a fumaça do carvão.

Bissinose
Doença causada pela poeira das fibras de algodão, que afeta principalmente as pessoas que trabalham na indústria algodoeira.

Surdez temporária ou definitiva
Quando o trabalhador está exposto em uma área ruídos constantes, ele começa a perder a sensibilidade auditiva e isso pode se tornar irreversível. A perda auditiva se torna definitiva de forma lenta, silenciosa e prolongada. É mais comum entre operários de obras de construção que utilizam equipamentos que emitem ruídos e operadores de telemarketing.

Dermatose ocupacional
Pessoas que trabalham com graxa ou óleo mecânico podem desenvolver reações alérgicas crônicas, de forma que a pele cria placas.

Câncer de pele
Pessoas que trabalham, por exemplo, em lavouras, têm grandes chances de desenvolver o câncer de pele devido à excessiva exposição ao sol. A doença é bastante comum no Brasil, mas só pode ser considerada ocupacional se estiver relacionada à atividade profissional desenvolvida. Uma pessoa que trabalha em um escritório, sem se expor ao sol, por exemplo, pode ter o câncer de pele por outros e não terá assistência do INSS.

Siderose
Pessoas que trabalham nas minas de ferro acabam inalando partículas microscópicas de ferro. Estas partículas acabam se alojando nos bronquíolos, provocando falta de ar constante.

Catarata
Quem trabalha em lugares de altas temperaturas pode desenvolver a perda do cristalino, ocasionando a cegueira. Assim como o câncer de pele, a doença atinge uma parcela significativa da população brasileira, principalmente os idosos, e precisa ter relação direta com o trabalho para ser considerada ocupacional.

Doenças por função
Pessoas que trabalham com alimentos, por exemplo, podem se contaminar pelos produtos orgânicos que são utilizados.

Doenças psicossociais
Problemas como depressão, ou de outra ordem emocional, muitas vezes estão associados a carga horária excessiva, a pressão no trabalho, ou algum desentendimento na área de trabalho. Elas podem acabar desenvolvendo no trabalhador um desânimo prolongado no convívio de trabalho, ocasionando uma tristeza profunda.

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“Amizade é quando me abro ao outro”, diz cientista social

Respeito, lealdade, presença, aceitação, carinho, amor, afeto, compreensão. No que consiste uma amizade verdadeira? A professora e diretora da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUC-SP, Márcia Almeida Batista, 62 anos, diz que muitas vezes “nós temos uma concepção ideal do amor que rompe todas as barreiras, que está sempre disponível e que compreende tudo o que acontece com o outro, o que não é uma verdade”. “Amizade é quando eu de fato me abro para o outro, para as necessidades do outro, no sentido de poder compreender a posição em que o outro está colocado.”

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Amigos há 20 anos, o fotógrafo Thiago Mello, 28 anos, e o auxiliar de cartório Beto Stoler, 30 anos, compartilham interesses, afinidades e acreditam que a amizade verdadeira “é feita de respeito e reciprocidade”. “É você abrir mão de certas coisas, esquecer alguns defeitos e querer estar com aquela pessoa porque ela te entende, te ouve e tenta te ajudar”, diz Mello. Ser (e estar) presente é essencial. “Sempre que posso, ligo para saber das novidades, ver se ele está bem e conversar um pouco”, conta Stoler. “Apoiar, dar uma palavra de conforto, ou de repente não falar nada, só estar ali presente”, completa Mello.

Para as melhores amigas Diana Della Nina Malimpensa, 25 anos, psicóloga, e Maiara Bianchi Maia, 24 anos, estudante de Administração, não é diferente. “Às vezes, estamos com a vida muito corrida, mas qualquer tempinho que sobra, eu uso para ligar pra ela ou até mandar um oi, perguntar se está tudo bem. Tentando estar presente de alguma forma, deixando claro que não é porque não estamos nos vendo com tanta frequência que a consideração mudou ou diminuiu”, explica Diana. Maiara conta que nessas horas a tecnologia é uma grande aliada: “A gente se fala, no mínimo, umas cinco vezes por semana por telefone ou Whatsapp”.

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

Embarque nas mudanças
Márcia Almeida Batista, da PUC-SP, explica que, geralmente, “nossos amigos são eleitos por afinidade, no entanto, nossas vidas mudam diversas vezes e nossas expectativas também”. “Quando você começa a ter experiências diferentes das de um amigo – como casar, por exemplo –, os assuntos e diversões ficam mais incompatíveis e as afinidades diminuem, o que não quer dizer necessariamente uma mudança de afeto, mas talvez não seja mais tão fácil eleger aquele amigo para um programa ou para conversar porque o amigo é esse, aquele com quem a gente compartilha a vida no momento em que está vivendo.”

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

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A amizade é uma das coisas mais importantes de nossas vidas

Em 1937, na Universidade Harvard, começou o maior estudo já realizado sobre a saúde humana. O projeto, que continua até hoje, acompanha milhares de pessoas. Voluntários de todas as idades e perfis, que têm sua vida analisada e passam por entrevistas e exames periódicos que tentam responder à pergunta “o que faz uma pessoa ser saudável?” A conclusão é surpreendente. O fator que mais influi no nível de saúde das pessoas não é a riqueza, a genética, a rotina nem a alimentação. São os amigos. “A única coisa que realmente importa é a sua aptidão social – as suas relações com outras pes-soas”, diz o psiquiatra George Valliant, coordenador do estudo há 30 anos.

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Os amigos são o principal indicador de bem-estar na vida de alguém. Ter laços fortes de amizade aumenta nossa vida em até 10 anos e previne uma série de doenças. Pessoas com mais de 70 anos têm 22% mais chance de chegar aos 80 se mantiverem relações de amizade fortes e ativas – e ter amigos ajuda mais nisso do que ter contato com familiares. Existe até uma quantidade mínima de amigos para que você fique menos vulnerável a doenças, segundo pesquisadores da Universidade Duke. Quatro. Gente com menos de 4 amigos tem risco dobrado de doenças cardíacas. Isso acontece porque a ocitocina – lembra-se dela? -, aquele hormônio que estimula as interações entre as pessoas, age no corpo como um oposto da adrenalina. Enquanto a adrenalina aumenta o nível de estresse, a ocitocina reduz os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, o que diminui a probabilidade de ataques cardíacos e derrames. E pesquisas feitas nos EUA constataram que a ocitocina também aumenta os níveis no sangue de interleucina, componente do sistema imunológico que combate as infecções.

Além de ser fundamental para o bem-estar mental, ter amigos também faz bem ao coração e ao corpo. Mas, se as amizades forem novas, é ainda melhor. A ocitocina dá o impulso inicial às relações e, depois de algum tempo, cede o lugar para o sistema da memória, que age mais rápido. Há estudos comprovando que amigos antigos não estimulam a liberação de ocitocina (a não ser quando você os reencontra depois de muito tempo longe). Por isso, tão importante quanto ter amigos do peito é fazer novas amizades durante toda a vida. Mas você já reparou que, conforme vai envelhecendo, fica mais difícil fazer novos amigos – e as amizades antigas parecem muito mais fortes? Existe uma possível explicação para isso. Há mais ocitocina no organismo durante a juventude, o que facilita a criação de relações mais profundas. Isso e o convívio, claro. Durante a adolescência, passamos quase 30% do nosso tempo com amigos. A partir daí, a vida vai mudando, novas obrigações vão surgindo – até que passamos a dedicar menos de 10% do tempo aos amigos. Se você acha que isso é uma coisa ruim, acertou. Uma pesquisa da Universidade de Princeton revelou que as pessoas consideram seu tempo com amigos mais agradável e importante do que o tempo gasto com sua família. Nós trocamos os amigos pelo trabalho, para ganhar mais dinheiro. Mas não deve-ríamos fazer isso. Não vale a pena. O dinheiro que você ganha no trabalho, durante o tempo em que não está com os amigos, tampouco compensa a falta deles.

Quer dizer, mais ou menos. O economista Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, criou uma fórmula para calcular quanto dinheiro seria preciso ter para compensar a falta de amigos. Numa pesquisa com voluntários, Oswald descobriu que as pessoas se consideram mais felizes quando ganham aumento de salário ou fazem um novo amigo. Até aí, nada de novo. Mas ele resolveu cruzar as duas informações e chegou a uma conclusão: ganhar um amigo equivale a receber R$ 134 mil a mais de salário anual. Peça isso de aumento na próxima vez em que você tiver de fazer hora extra e não puder ir encontrar seus amigos no bar. Ou, então, faça mais amigos no próprio trabalho. Sim, esse tipo de amizade existe e também é superimportante. Quem tem um amigo no trabalho se sente 7 vezes mais envolvido com o que faz, 50% mais satisfeito e até duas vezes mais contente com o pagamento que recebe. Pessoas que possuem 3 ou mais amigos no trabalho têm 96% mais chance de estar satisfeitas com a vida (redação da SUPER, aquele abraço).

Mas só 18% das pessoas trabalham em empresas que estimulam o desenvolvimento de amizades – com áreas de convivência adequadas para que as pessoas se aproximem. Pode parecer um detalhe, mas não é. Um mero café ou refeitório aumenta em 300% as chances de fazer amigos no trabalho. “O problema é quando a interação entre os funcionários se limita a falar mal do chefe”, diz o psicólogo Tom Rath, do Instituto Gallup.

Passa e repassa

Durante 55 anos, 53 mil pessoas de uma cidadezinha em Massachusetts foram monitoradas pelo governo dos EUA. A ideia era medir os índices de arteriosclerose entre os participantes. O monitoramento tinha dados como quem se casou, se separou, mudou de endereço, quem eram seus melhores amigos, quem parou de fumar, engordou ou perdeu peso, quem dizia estar feliz ou triste. Com a ajuda desse projeto, os sociólogos Nicholas Christakis e James Fowler perceberam que vários dos principais comportamentos humanos se espalham pelas nossas redes como se fossem vírus, tendo os amigos como transmissores. Quando uma pessoa se torna obesa, seus amigos têm 45% mais risco de engordar. Amigos de amigos também podem ser afetados. Uma pessoa tem até 20% mais probabilidade de ficar obesa se um amigo do seu amigo ficar, e 10% de risco se isso acontecer com o amigo de um amigo de um amigo.

O mais interessante é que, se sua mulher ou seu marido se tornar obeso, por exemplo, o seu risco de seguir o mesmo caminho aumenta somente 37%. Ou seja: os amigos têm mais poder sobre as suas atitudes do que qualquer outra pessoa. E isso vale para vários aspectos da sua vida (veja no infográfico). A explicação disso está nos chamados neurônios-espelho, que simulam automaticamente uma ação na nossa cabeça quando vemos alguém executá-la. Nós imitamos inconscientemente alguns gestos e atitudes das pessoas ao nosso redor. Ok, mas os neurônios-espelho também são acionados quando estamos com nossos parentes ou cônjuges. Por que, afinal, os amigos têm mais influência sobre nós?

A ciência ainda não sabe. Mas uma possível explicação é que, como os homens primitivos precisavam fazer alianças para trabalhar juntos na produção de alimentos, e comer é uma necessidade urgente (sem alimento, você e sua família morrem), a amizade tenha sido classificada como prioridade absoluta pelo cérebro – o que perdura até hoje.

Se isso significa que os amigos trazem felicidade, também podem aumentar suas chances de entrar em depressão. Sabe aquelas pessoas que estão sempre mal, reclamando, e parecem sugar a energia das pessoas em volta? Cada amigo triste, segundo as equações de Christakis e Fowler, coloca você 7% mais para baixo. Mas a felicidade, felizmente, é muito mais potente: ter um amigo contente aumenta a sua chance de ficar feliz em 15,3% – e, a partir dele, cada pessoa alegre contribui com mais 9,8%.

Agora você entende para que servem, afinal, aqueles colegas do primário que você raramente ou nunca vê – mas insiste em manter na agenda. Ter uma rede social extensa, mesmo que nem todas as relações sejam profundas, provavelmente fará você mais feliz do que ter um grupo pequeno de amigos do peito. E isso ajuda a explicar as transformações profundas pelas quais a amizade tem passado nos últimos 10 anos. Vire a página para saber por quê.

REDE DE INFLUÊNCIA

Como as características e atitudes dos seus amigos mexem com você.

OBESIDADE
Um estudo feito na Universidade Harvard prova que não basta vigiar a balança – fique de olho também nos seus amigos. Eles têm uma influência enorme sobre o seu peso.
• Se o seu amigo é obeso: +45% risco para você
• Se o amigo do amigo é, seu risco aumenta em 20%
• Se o obeso é o amigo do amigo do amigo, o risco aumenta 10%
• Se é o esposo/a, 37%

TABAGISMO

Os pesquisadores também estudaram a maneira como o hábito de fumar se espalhava por um grupo de pessoas conectadas através do tempo, e descobriram que:
• Se um amigo seu começa a fumar, o seu risco de se tornar fumante aumenta 61%
• Se o amigo de um amigo vira fumante, o risco aumenta 29%
• Se o amigo do amigo de um amigo fuma, o risco cresce 10%

FELICIDADE
Ela também se espalha pelas redes de amigos. Mas (infelizmente), com menos intensidade.
• Se um amigo está feliz, a sua felicidade aumenta em 15,3%
• Se o amigo de um amigo está feliz, a sua felicidade cresce 9,8%
• Se o amigo do amigo do amigo está feliz, seu bem-estar aumenta 5,6%
• Se é o esposo/a, 8%

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://super.abril.com.br/

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II Fórum de Qualidade de Vida – SESI/PE

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7 dicas para manter a saúde ocular

O Dia da Saúde Ocular é comemorado na próxima quinta-feira (10). Segundo a Agência Internacional de Prevenção à Cegueira, órgão associado à Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil uma pessoa com mais de 80 anos aumenta em até 30% o risco de ficar cega. Além disso, mais de 100 mil crianças brasileiras possuem algum tipo de deficiência visual.
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A oftalmologista Rosângela da Silva Moreira, do Visão Instituto Oftalmológico, explica que alguns hábitos de vida podem melhorar a saúde ocular, garantindo mais qualidade e conforto para a visão.
Para isso, a especialista recomenda sete dicas:
1. Durma no mínimo oito horas por dia
O sono e as horas dormidas influenciam no cansaço do corpo e dos olhos. Dormir menos de oito horas pode causar vermelhidão ocular, vista cansada e inchaços.
2. Evite o consumo de bebidas alcoólicas
Apesar das bebidas alcoólicas serem metabolizadas pelo fígado, elas produzem resíduos tóxicos, o que favorece o envelhecimento precoce das células oculares. Além disso, o álcool causa desidratação, afetando também os olhos.
3. Tenha alimentação balanceada
Os hábitos alimentares saudáveis influenciam todo o organismo, inclusive os olhos. A ingestão de vegetais verdes escuros é indicada, pois eles fornecem vitaminas benéficas para a retina.
4. Não esqueça os óculos escuros
Óculos com proteção ultravioleta (UV) devem ser utilizados sempre, pois a luz UV é prejudicial às células da retina, causando o envelhecimento precoce delas. Além disso, a incidência de raios UV nos olhos podem provocar catarata precoce e desenvolvimento de doenças degenerativas da retina.
5. Não descuide durante o tempo seco
A baixa umidade do ar causa irritação, ardência e vermelhidão ocular, por agravar a evaporação da lágrima. Ventiladores e ar condicionados devem ser evitados, pois ressecam ainda mais os olhos. Neste caso, o uso de colírios lubrificantes, conhecidos como “lágrimas artificias”, é fundamental.
6. Se você precisa de óculos de grau, não deixe de usá-los
Os óculos de grau devem ser usados corretamente, para evitar problemas oculares e incômodos, como dores de cabeça e cansaço das vistas.
7. Realize consulta oftalmológica anualmente
É preciso fazer, pelo menos, consultas anuais com um especialista. O médico irá avaliar a qualidade da visão e as condições oculares, além de atualizar o grau dos óculos, se necessário. Exames para analisar a pressão intraocular e a retina devem ser feitos periodicamente.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

Cientistas fazem apelo à OMS em defesa dos cigarros eletrônicos

Em carta aberta, mais de 50 pesquisadores e profissionais de saúde estão apelando à Organização Mundial de Saúde (OMS) para que “resista à ânsia de controlar e suprimir o uso de cigarros eletrônicos”.

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A carta diz que os aparelhos “podem ser uma “inovação significativa para a saúde”.

Mas instituições ligadas à saúde, entre elas a Faculty of Public Health – a Faculdade de Saúde Pública da Grã-Bretanha – dizem que ainda é cedo demais para sabermos se os benefícios da tecnologia superam os possíveis riscos.

A OMS disse que ainda não decidiu que recomendações fazer a governos sobre a questão.

O cigarro eletrônico é uma engenhoca que substitui a combustão do tabaco e de outras substâncias pela queima de nicotina líquida, transformando-a em vapor. O usuário pode escolher o nível de concentração da substância e os ingredientes que quer misturar ao produto.

No Brasil, a Agência de Vigilância Sanitária, Anvisa, proíbe, desde 2009, a venda e importação do cigarro eletrônico. A proibição se baseia na ausência de comprovação científica a respeito da qualidade e dos possíveis efeitos do produto sobre a saúde.

Carta Aberta

A carta foi divulgada em antecipação a importantes negociações internacionais sobre políticas em relação ao tabaco que devem acontecer neste ano.

Grupos favoráveis ao cigarro eletrônico argumentam que o produto oferece uma opção de baixo risco para fumantes. Eles temem que os aparelhos sejam alvo de controle excessivo e que sejam excluídos de campanhas publicitárias.

Na Grã-Bretanha, houve grande crescimento no mercado de cigarros eletrônicos, mas autoridades de saúde no país dizem que eles não são isentos de riscos.

Um relatório encomendado recentemente pela Saúde Pública da Inglaterra disse que cigarros eletrônicos requerem “monitoramento cuidadoso e controle de riscos” para que seus benefícios sejam maximizados.

A carta foi assinada por 53 pesquisadores – entre eles, especialistas em políticas de saúde pública e especialistas como Robert West.

West publicou um estudo na semana passada que concluiu que cigarros eletrônicos têm mais probabilidades de ajudar uma pessoa a abandonar o fumo do que alguns métodos convencionais.

Outros especialistas que assinam a carta trabalham em pesquisas sobre a ciência do tabaco e a supressão do hábito de fumar.

‘Efeito perverso’

A carta diz: “Estes produtos podem estar entre as mais significativas inovações para a saúde do século 21 – salvando, talvez, milhões de vidas”.

“Se os reguladores tratarem produtos de nicotina de baixo risco da mesma forma como tratam produtos de nicotina tradicionais (…) estarão, erroneamente, definindo esses produtos como parte do problema”.

“Os reguladores deveriam evitar dar apoio a medidas que poderiam ter o efeito perverso de prolongar o consumo de cigarros”.

“A classificação desses produtos como tabaco nos preocupa bastante e pode trazer mais danos do que benefícios”.

“O potencial de produtos que diminuem os efeitos danosos do tabaco na redução do do fardo de doenças associadas ao fumo é muito grande”.

Os envolvidos na elaboração da carta citam um documento interno da OMS que se refere a cigarros eletrônicos como uma “ameaça (…) que pode resultar em uma nova onda da epidemia de tabaco”.

O tratado da OMS para o controle do tabaco cobre atualmente 178 países e 90% da população.

Cigarros eletrônicos são movidos a bateria e tentam imitar a experiência do fumar convencional. Os usuários inalam vapor de um líquido aquecido que contém uma concentração de nicotina.

West, professor da University College London, em Londres, disse à BBC que esses produtos deveriam ser “regulamentados de maneira apropriada” e explicou que são muito mais seguros do que os cigarros convencionais.

Ele pediu “regulamentação sob medida”, o que incluiria proibição de venda para menores de 18 anos e publicidade direcionada para os que já são fumantes.

Críticos

Um porta-voz da OMS disse que a organização “está trabalhando atualmente nas recomendações sobre regulamentação e marketing de cigarros eletrônicos”.

“Também estamos trabalhando com órgãos nacionais de regulamentação para considerar as opções regulatórias e com especialistas em toxicologia para compreendermos melhor o possível impacto dos cigarros eletrônicos e aparelhos similares sobre a saúde”.

A British Medical Association (Associação Médica Britânica, BMA, na sigla em inglês) pediu que os aparelhos sejam melhor regulamentados na Grã-Bretanha.

A diretora da entidade, Vivienne Nathanson, disse à BBC que há evidências de que crianças que nunca fumaram estão começando a usar cigarros eletrônicos, influenciadas por campanhas de marketing.

“Como os cigarros na década de 50 e 60, realmente precisamos ficar atentos a isso e, eu acredito, proibir (a propaganda) para impedir que sejam anunciados de uma forma que atraia as crianças”, ela acrescentou.

Outro especialista, o professor Martin McKee da London School of Hygiene and Tropical Medicine, disse que seria “prematuro” advogar o uso de cigarros eletrônicos até que sua segurança tenha sido estabelecida.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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Usar o computador em um ambiente claro protege a Visão

O computador faz parte do dia a dia da maioria das pessoas, seja para trabalhar, estudar ou até mesmo por lazer.

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Porém, o mau uso desse aparelho pode prejudicar principalmente os olhos e, por isso, é preciso tomar alguns cuidados. Uma dica importante é optar por ambientes mais claros e com a luz mais difusa na hora de se conectar para agredir menos os olhos e proteger a visão, como explicou o oftalmologista Samir Bechara.

Isso acontece porque a claridade faz a pupila se fechar e ficar mais protegida, melhorando a visibilidade. Além disso, com o ambiente todo iluminado, a luz direcional do computador se torna menos agressiva – manter janelas abertas e luzes acesas são algumas medidas que ajudam a criar esse espaço, por exemplo. No entanto, o oftalmologista Emerson Castro alerta para os focos de luz que não devem estar virados diretamente aos olhos, assim como os aparelhos de ar-condicionado ou ventiladores.

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Entre os problemas que o uso do computador pode causar, está o olho seco. Porém, o alerta vai para o uso de colírio, que deve ser apenas o de lágrima artificial indicado pelo médico. O uso de colírios sem orientação pode até piorar o problema e, por isso, é bom evitar a automedicação.

Os médicos alertaram também para os cuidados com a visão das crianças. Segundo eles, o quanto antes for detectado o problema, melhor – isso porque a visão se desenvolve 90% nos dois primeiros anos de vida, época em que a criança aprende a fixar, movimentar e perceber a profundidade através dos olhos. Qualquer alteração não corrigida nessa fase pode trazer prejuízos para a visão no futuro.

Por isso, os bebês devem passar pelo teste do olhinho logo ao nascer e, quando crescem, devem fazer avaliações oftalmológicas frequentemente.

Caso seja detectado que um dos olhos não funciona direito, é importante iniciar rapidamente o tratamento que, na maioria das vezes, é feito com o uso dos tampões. Eles podem ajudar, inclusive, no estrabismo na infância.

Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

O psiquiatra Daniel Barros também esteve no Bem Estar para comentar sobre o TDAH, transtorno que se torna um obstáculo para as atividades do dia a dia. Quem tem esse problema fica distraído por qualquer coisa e esquece rapidamente de coisas importantes. Além disso, o médico explicou que a pessoa fica também muito impulsiva e tem dificuldade de planejar tarefas.

Porém, o diagnóstico desse transtorno não é fácil e exige uma avaliação com uma equipe de profissionais, como médicos, psicólogos e até professores, no caso das crianças. O tratamento, além dos remédios, inclui também técnicas específicas para melhorar a concentração e também diminuir o estresse.

No caso dos menores, é preciso investigar primeiro se eles têm também problemas visuais, de respiração, sono ou deficiência de nutrientes já que tudo isso pode contribuir para esse comportamento inadequado e fazer os pais confundirem o quadro com o TDAH. Por outro lado, a criança também pode ter realmente o TDAH e esses problemas associados, o que piora o prognóstico.

Abaixo, há um teste que pode funcionar apenas como um alerta para identificar os primeiros sintomas do problema, mas que não substitui a consulta com um especialista e não funciona como diagnóstico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://g1.globo.com/bemestar/

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Cuidados Para Quem Não Desgruda do Computador

Campanha-SAÚDE-OCULAR-2014


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