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Dia da Não Violência – 30 de janeiro
Published janeiro 30, 2013 Campanhas Leave a CommentTags:2013, 25 anos, Brasil, Campanha, dia da não-violência, Golden Stern, mahatma gandhi, Mensagem, Não, OBM, Pacto Global, QR Code, Reflexão, Ser Humano, Violência, Viva Melhor
Dia da Previdência Social: saiba mais sobre o benefício
Published janeiro 21, 2013 Longevidade Leave a CommentTags:24 de Janeiro, 90 anos, alternativas, Aposentadoria, Brasil, Conheça, Contribuição, Dia da Previdência Social, governo, infomoney, INSS, previdência, previdência social, salário, Social, trabalhadores, trabalho
A Previdência Social brasileira completa 90 anos nesta quinta-feira (24) e, quando o assunto é aposentadoria, a aniversariante do dia sempre aparece nas discussões: o benefício do governo será suficiente para suprir a necessidade da população, diante de um aumento na expectativa de vida do brasileiro e um maior controle de natalidade?
Para entender melhor a questão, é preciso, primeiramente, saber que a contribuição à Previdência Social feita pelos ativos, ou seja, pelas pessoas que ainda trabalham, é que cobre os gastos com o pagamento de benefícios aos aposentados. Ou seja, quanto menor o número de trabalhadores em idade ativa, menor o número de contribuições, para um total cada vez maior de aposentados.
Conheça a previdência social
A Previdência Social é um seguro que garante a renda do contribuinte e de sua família em casos de doença, acidente, gravidez, prisão, morte e velhice.
Além disso, de acordo com informações oficiais, a Previdência Social oferece vários benefícios que, juntos, garantem tranquilidade no presente em relação ao futuro.
Para ter essa proteção, no entanto, é necessário se inscrever e contribuir todos os meses. Saiba mais sobre o assunto.
A Contribuição
Atualmente existem três alíquotas de contribuição ao INSS (8%, 9% e 11%) para segurados empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos, de acordo com o salário de contribuição.
Além disso, existe uma alíquota específica, de 20%, para contribuintes individuais que trabalham por conta própria (antigo autônomo) e os segurados facultativos. Para estes segurados, no entanto, foi criada a alíquota de 11% para o contribuinte individual e facultativo, caso opte pela exclusão do direito ao benefício de aposentadoria por tempo de contribuição.
Para o contribuinte individual, o requisitos é ser contribuinte individual (autônomo) que trabalhe por conta própria (não preste serviço à empresa).
Além disso, a alíquota de 11% é válida apenas para o segurado que contribui sobre o salário mínimo. Caso o salário-de-contribuição seja superior ao salário mínimo, o percentual é de 20%.
Alternativas à Previdência Social
Para o trabalhador que não quer ficar refém da Previdência Social a dica para garantir uma aposentadoria mais tranquila é planejamento.
Pensar em formas alternativas ao benefício do governo ou em maneiras de complementá-lo, como a previdência privada, por exemplo, hoje é praticamente essencial, quando o assunto é o futuro financeiro! Fique de olho!
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.infomoney.com.br
As melhores praias do Brasil para bebês
Published janeiro 17, 2013 Férias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:baby, bahia, beach, Bebes, best, Brasil, ceara, crianças, cuidados, diversão, emergências, Evite, Família, Férias, infra-estrutura, Janeiro, Mar, melhores, Pernambuco, praia, Praias Limpas, São Paulo, Viagens
Infra-estrutura é a palavra-chave na hora de escolher uma praia para curtir com o bebê. Isso quer dizer que o lugar deve contar com boas condições hoteleiras, alimentares e sanitárias para que a estada da família seja tranquila.

A verdade é que talvez este não seja o melhor momento da sua vida para escolher, por exemplo, uma praia isolada do resto da humanidade. Ninguém quer sair de férias ou passear pensando em emergências, mas com a presença de uma criança pequena na família não dá para descartar surpresas.
Por que tanta precaução? Porque o bebê pode sentir sono ou fome fora do horário, pode se sujar para além de uma simples troca de roupa ou até vir a ter, justo no meio das férias, um febrão repentino. Lembre-se de que seu filho estará vivendo uma situação diferente do cotidiano de casa e que seu corpo pode vir a se ressentir disso.
O mais cômodo para você — e para o bebê também — é se instalar numa faixa de areia que tenha uma “base de apoio” por perto, para trocas de fralda, alimentação e um soninho da tarde. Se conseguir chegar ao hotel, pousada ou casa de praia em uma rápida caminhada, melhor.
Alguns resorts voltados para famílias contam com facilidades como berçário e copas de bebê equipadas com frutas, microondas, geladeiras e cadeirões.
Caso não seja possível se hospedar tão perto do mar, escolha uma praia que tenha pelo menos um banheiro limpinho nas redondezas (pode ser o de um restaurante ou de uma barraca confiável e bem estruturada).
Evite praias sujas. Informe-se sobre a qualidade da água na imprensa local — as entidades estaduais costumam divulgar boletins com o nível de poluição de cada praia. E fuja daquelas onde se ouve música alta o dia inteiro. Não pense que “se eu gosto, meu filho vai gostar também” — bebês têm ouvidos sensíveis e podem se irritar facilmente.
Algumas praias brasileiras testadas e aprovadas por pais e mães de filhos pequenos
• Baleia, São Sebastião (SP) — Esta praia do litoral norte paulista é preservada e bem familiar, com uma areia mais durinha que permite até o trânsito de carrinhos de bebê à beira do mar, bastante calmo.
• Barra do Saí, São Sebastião (SP) — Neste local, você pode proporcionar a seu filho as primeiras experiências de brincadeiras na água salgada sem medo de o mar ficar agitado. Só é preciso ficar de olho nas pedras do canto direito da praia.
• Barra do Una, São Sebastião (SP) — Além do mar calmo semelhante ao da Barra do Saí, aqui você encontra um atrativo a mais para a família: passeios de barco que partem das marinas locais.
• Praia de Bombinhas, Bombinhas (SC) — As pousadas contam com quartos espaçosos e, às vezes, até com cozinha. Muitas delas têm um ar de casa de praia, deixando pais e filhos bem à vontade. O mar é calmo nesta região, e há várias piscinas naturais, motivo que talvez explique a presença de tantos bebês.
• Costa do Sauípe, distrito de Mata de São João (BA) — Os resorts do complexo têm uma infra-estrutura ótima para bebês, com berçário, baby-sitters, copa do bebê e até “pratos” especiais nos restaurantes.
• Enseada, Guarujá (SP) — A vantagem desta praia do Guarujá é ser recheada de hotéis, postos de salva-vidas com chuveiros e sanitários, além de quiosques que disponibilizam cadeiras e guarda-sóis. Aqui você encontra também um enorme aquário, o Acqua Mundo, que com certeza vai entreter toda a família (crianças até 2 anos não pagam). Só fique atento à superlotação da praia na altíssima temporada.
• Juqueí, São Sebastião (SP) — A faixa de areia plana e o mar calmo explicam por que o lugar é um dos favoritos de tantos pais e mães com filhos pequenos. Mas não é só isso. Além dos vários hotéis e pousadas bem estruturados (alguns até com clubinhos infantis), Juqueí conta com dois pequenos shoppings centers.
• Jurerê Internacional, Florianópolis (SC) — Localizada em um bairro residencial de alto padrão, a praia tem excelente infra-estrutura, incluindo parquinho, sombra e água fresca. Na alta temporada, há eventos para a família inteira, e os irmãos mais velhos dos bebês podem brincar com monitores.
• Lagoa da Conceição, Florianópolis (SC) — Trata-se de uma lagoa calminha, margeada por árvores frondosas com sombra para deixar o carrinho ou até estender uma canga para o bebê engatinhar à vontade. Tem ainda uma variedade de restaurantes, bares e pedalinho.
• Lagoinha do Norte, Florianópolis (SC) — O mar calmo permite que você entre na água com o bebê sem sustos. Os restaurantes e bares da área disponibilizam mesinhas na areia, e os vendedores ambulantes de bóias coloridas dão um charme extra ao lugar.
• Leblon, Rio de Janeiro (RJ) — O chamado “Baixo Bebê”, em frente à rua Venâncio Aires, tem uma das maiores concentrações de carrinhos por metro quadrado de areia do país. Este badalado point de bebês cariocas tem também um parquinho, o que ajuda a explicar por que atrai tantas babás, papais e mamães a qualquer dia da semana.
• Meaípe, Guarapari (ES) — Possui três itens que combinam bem com bebês: mar calmo para molhar os pés, sombras proporcionadas por castanheiras e infra-estrutura de barracas, bares e restaurantes.
• Porto das Dunas, Aquiraz (CE) — A praia abriga um grande parque aquático, o Beach Park, e possui resorts e pousadas muito bem estruturadas para acolher famílias.
• Porto de Galinhas, distrito de Ipojuca (PE) — Os vários resorts da região oferecem quartos espaçosos para famílias, berçários e copas especiais para as mamães prepararem papinhas ou mamadeiras a qualquer hora do dia e da noite. Para quem está com orçamento mais apertado, também possui pousadas bem estruturadas para acomodar as necessidades das crianças.
• Praia do Forte, distrito de Mata de São João (BA) — As boas opções de pousadas e os resorts ficam perto da praia, facilitando as idas e vindas para troca de fraldas ou um descanso da tarde.
• Stella Maris, Salvador (BA) — As várias barracas da praia quebram muitos galhos e evitam muitas idas e vindas dos pais. Na maré baixa, as piscinas naturais são perfeitas para molhar e refrescar os bebês um pouquinho.
• Veloso, Ilhabela (SP) — O mar não é agitado e as árvores da praia formam boa sombra para proteger a família toda do sol. Outra vantagem é que não é turística demais, o que garante um ambiente mais sossego para as crianças menores.
• Villas do Atlântico, Lauro de Freitas (BA) — Essa praia próxima a um condomínio residencial ao norte de Salvador, a caminho do aeroporto, tem piscinas fantásticas quando a maré está baixa.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://brasil.babycenter.com
Aplicativos de Férias – Trip Advisor
Published janeiro 11, 2013 Aplicativos Leave a CommentTags:Adultos, Android, aplicativos, app, apple, atividade, Baixar, bem-estar, Brasil, Campanha, celular, crianças, cuidados, dica, dicas, diversão, download, Família, Férias, Google, grátis, Guia de Viagem, IOS, Iphone, QR Code, Reservas, Saúde, Site, Smartphone, viagem, vida, Viva Melhor
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Published janeiro 10, 2013 Aplicativos Leave a CommentTags:Adultos, Android, aplicativos, app, apple, atividade, Baixar, bem-estar, Brasil, Campanha, celular, chamar taxi, crianças, cuidados, dica, dicas, diversão, download, Easy, Família, Férias, Google, grátis, IOS, Iphone, QR Code, Saúde, Site, Smartphone, Taxi, viagem, vida, Viva Melhor
Aplicativos de Férias – Viagem da Galera
Published janeiro 9, 2013 Aplicativos Leave a CommentTags:Adultos, Android, aplicativos, app, apple, atividade, Baixar, bem-estar, Brasil, Campanha, celular, Combustível, crianças, cuidados, dica, dicas, distância, diversão, download, Família, Férias, Galera, gastos, Google, grátis, IOS, Iphone, QR Code, Saúde, Site, Smartphone, viagem, vida, Viva Melhor
Aplicativos de Férias – Nivea Sun
Published janeiro 8, 2013 Aplicativos Leave a CommentTags:Adultos, Android, aplicativos, app, apple, atividade, Baixar, bem-estar, Brasil, Campanha, Cancer, celular, crianças, cuidados, dica, dicas, diversão, download, Família, Férias, Google, grátis, IOS, Iphone, nivea, pele, praia, QR Code, Saúde, Site, Smartphone, sol, sun, Temperatura, viagem, vida, Viva Melhor
Aplicativos de Férias – 1001 Lugares
Published janeiro 7, 2013 Aplicativos Leave a CommentTags:1001 lugares, Adultos, Android, aplicativos, app, apple, atividade, Baixar, bem-estar, Brasil, Campanha, celular, Conhecer, crianças, cuidados, dica, dicas, diversão, download, Família, Férias, Google, grátis, Guia, IOS, Iphone, Lugares, melhor, Praias, QR Code, Quatro Rodas, Saúde, Site, Smartphone, viagem, vida, Viva Melhor

Hemofílicos e famílias lutam para conseguir remédio que salva vidas
Published dezembro 31, 2012 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:bem-estar, Brasil, Busca, Coagulação, doença, Família, FBH, Hemofílico, Hemofilia, Luta, Medicação, Medicamento, Ministério da Saúde, Prevenção, Saúde, Sangue, Sobrevivência, SUS, tratamento
É um drama: 11 mil pacientes hemofílicos estão sem um remédio preventivo no Brasil. São pessoas que precisam desse remédio toda semana. Senão, podem passar o resto da vida com sequelas graves. O Ministério da Saúde promete resolver essa questão até o fim do ano com uma mudança radical no tratamento.
O governo promete adotar e disponibilizar o tratamento profilático ou preventivo, que é considerado uma das principais medidas para garantir a integridade física, psíquica e social dos hemofílicos.
Um corte e uma queda banal – e o pior aconteceu com os irmãos do aposentado Edileno Moreira. “Um caiu da bicicleta, se machucou e morreu no hospital com hemorragia. O outro também morreu por causa da hemofilia”, lamenta. O estudante Jeremias Cavalcante perdeu os irmãos de sua mãe. “Três tios meus morreram por falta de tratamento”, lembra.
Edileno e Jeremias são hemofílicos. Eles quase não têm o fator de coagulação do sangue, uma proteína que nosso organismo produz para conter hemorragias. As articulações é que são as mais atingidas. Se o tratamento demora, as sequelas são inevitáveis. “Eu tive os dois joelhos comprometidos e o tornozelo esquerdo”, aponta Jeremias.
Os casos mais graves acabam em aposentadoria por invalidez. “Eu aposentei devia ter uns 25 anos”, lembra Edileno.
De acordo com o Ministério da Saúde, existem 11 mil hemofílicos no Brasil. Eles têm de repor o fator de coagulação, remédio importado que só o governo pode distribuir.
“E o medo de perder a medicação? Mas é um medo, é um pânico. Tem mãe que usa um artifício assim: mesmo quando não tinha o medicamento em outras épocas, ela punha a caixinha vazia para o menino saber que tinha, porque isso era uma segurança. Então, para que eu vou limitar?”, indaga a hematologista Jussara Santa Cruz de Almeida.
Há dez anos a doutora Jussara Santa Cruz de Almeida participou do comitê científico do Ministério da Saúde que propôs o chamado tratamento profilático, preventivo, em que o hemofílico toma o remédio antes de sangrar.
“É uma conta matemática. Se eu tenho tantos hemofílicos, eu preciso, no mínimo, de tanto de quantidade de fator. Ponto. Não tem dificuldade”, disse a hematologista Jussara Santa Cruz de Almeida.
Mas o Brasil nunca adotou esse tratamento. Em vez disso, os hemocentros atendem por demanda e fornecem apenas o mínimo necessário para uma emergência.
“É uma dose para um ou para outro. O que machucar vai usar essa dose só para eu não ter de correr para o Hemorio. Aí ele fica guardado para uma emergência”, informa a operadora de telemarketing Vanderlúcia da Silva Lopes. Ela mora no Rio de Janeiro. Tem dois filhos hemofílicos. O mais velho teve uma calcificação na bacia por causa da doença e precisou ser operado.
“Se eu dependesse só do hospital do governo, que não autorizou a cirurgia, que a médica não autorizou. Como ela disse: não tinha nada na literatura médica que indicasse a cirurgia dele. E ele hoje está perfeito, porque eu briguei por isso”, afirma Vanderlúcia da Silva Lopes.
O plano de saúde cobriu a cirurgia, mas o garoto teve de ser operado em Brasília. “Tudo a gente tem de brigar. Assim como eu estou brigando para conseguir fator profilático em casa. Estou há um ano na Justiça”, conta a operadora de telemarketing.
Brasília é a nova casa de outra carioca. “Esperar o hemofílico sangrar é colocar fogo na floresta para depois tentar apagar”, diz a moça, que não quer se identificar porque acha que os dois filhos são discriminados por serem hemofílicos. “Eu descobri que Brasília fazia profilaxia e vim para Brasília”, diz.
Até o começo deste ano, o Distrito Federal distribuía indistintamente o fator coagulante a todos os hemofílicos que precisassem, mas um novo protocolo do Ministério da Saúde limitou as remessas.
Há sete anos que Patrícia vem da Bahia, de dois em dois meses, para pegar os remédios do filho pequeno. Desta vez, deu com a cara na porta. “Eu só posso liberar conforme o protocolo do Ministério da Saúde, que são as três doses”, diz a atendente. “Não quero nem pensar nele ficar sem esse remédio. Nunca ficou. Sempre que está acabando o remédio dele, eu venho buscar. Nunca deixei faltar o remédio dele”, afirma Patrícia.
O que dizer de quem mora e, uma fazenda e teve o remédio negado depois de viajar o dia inteiro? “Eu não quero que meu filho sofra igual ao meu irmão sofreu. Eu vi ele morrendo aos poucos”, conta a produtora rural Ivanilce Gomes. Para não se cortar na fazenda, Tiago está proibido de brincar. “Ele gosta de brincar com pau, esses ‘trens’. Não pode para evitar se machucar”, comenta a produtora rural.
O tratamento profilático com a aplicação preventiva do fator coagulante é considerado pela comunidade científica como de padrão 1-A. Ou seja, de eficiência máxima, que levaria o hemofílico a ter uma vida absolutamente normal. Pelas leis brasileiras, não se pode comprar esse tipo de medicamento em farmácia. O Estado detém o monopólio da distribuição. O Ministério Público quer saber, então, o que está acontecendo.
“O Estado assina uma sentença de morte aos hemofílicos”, Marinus Marsico, procurador do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU). Ele diz que o Brasil teria condições imediatas de salvar todos os hemofílicos.
“Hoje o Ministério da Saúde já finalizou diversos pregões, diversas licitações e tem remédio mais do que suficiente. Entretanto, não sei por que, essa política pública não é implementada. O remédio não chega na ponta. O remédio não chega nas pessoas. Eu entendo que isso é ineficiência da gestão”, aponta o procurador Marinus Marsico.
O Ministério da Saúde alega que teve dificuldades para comprar o remédio no exterior, mas acena com uma mudança radical no sistema de tratamento. O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a receber 50 milhões de doses por mês.
“Nós estamos, a partir de dezembro, garantindo para todos os hemofílicos do Brasil o tratamento profilático. Estamos garantindo. Estou dizendo isso por quê? Porque eu tenho licitado e, dessa licitação de 680 milhões de unidades, 400 milhões contratadas com a indústria”, garantiu Guilherme Genovez, coordenador de sangue e hemoderivados do Ministério da Saúde.
Será, finalmente, a realização de um sonho de menino? “Eu me imagino um jogador bem-sucedido jogando no meu time do coração, o Palmeiras”, comenta o estudante Daniel Vieira da Silva.
O campinho da esquina ainda está longe do Estádio do Palmeiras, mas para o hemofílico Daniel e a mãe dele, a costureira Marisnete Vieira da Silva, nada pode ser mais distante do que a lentidão do Estado.
“A gente não está pedindo nada por governo. A gente está querendo que ele retribua o que a gente paga de imposto. Nós não estamos pedindo favor para eles. Nós estamos reivindicando pelos nossos direitos como cidadão”, declarou Marisnete Vieira da Silva.
A Federação Brasileira de Hemofilia lembra que o tratamento preventivo desde a infância garante às crianças a inserção social e as condições necessárias para um desenvolvimento completo.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com







