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MITOS & VERDADES em Reumatologia

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Veja abaixo uma lista de mitos e as verdades sobre os fatos da Reumatologia:

Mito:

“Reumatismo é doença de velho”.

Fato:

Em primeiro lugar o termo “reumatismo” é um termo popular consagrado para se referir a alguma das muitas doenças que podem ter manifestações no sistema músculo esquelético. Além disso estas doenças podem ocorrer em qualquer faixa etária.

Mito:

“Reumatismo ataca no frio”.

Fato:

O ambiente mais frio apenas aumenta a sensibilidade e a percepção dolorosa levando o paciente a acreditar que a doença “atacou” por causa do frio.

Mito:

“Reumatismo no sangue”.

Fato:

Este é uma expressão criada há muitos anos pelos próprios médicos para aqueles pacientes com dor e alguma alteração nos exames laboratoriais (“exames de sangue”) sem que necessariamente houvesse doença.

Mito:

“Exames para reumatismo”.

Fato:

O termo “reumatismo” é vago como já foi mencionado acima. Os exames, quando solicitados, levam em consideração a queixa e o exame físico de cada paciente. A grande maioria deles é inespecífica e devem ser analisados com muito cuidado. Além disso muitos destes exames podem estar alterados em indivíduos saudáveis.

Mito:

“FAN positivo, o paciente tem lupus”.

Fato:

Este exame laboratorial geralmente é positivo no lupus eritematoso sistêmico. Contudo também pode estar presente em várias outras doenças, pelo uso de determinados medicamentos e até mesmo em pessoas saudáveis.

Mito:

“Fórmula para reumatismo”.

Fato:

Isto não exite. Cada doença tem seu esquema terapêutico definido. Esta tal “fórmula” geralmente consiste num coquetel de drogas com efeito paliativo e freqüentemente associado a uma grande quantidade de efeitos colaterais.

Mito:

“Dor nas articulações significa reumatismo”.

Fato:

Dor articular é uma manifestação clínica como outra qualquer. Pode estar presente em diversas patologias sem qualquer relação com “reumatismo”.

Mito:

“Alimentos ácidos aumentam o ácido úrico”.

Fato:

O ácido úrico é um produto do metabolismo de uma variedade de proteínas chamada purinas. Já os encontrados em frutas e alimentos são o ácido cítrico, o ácido ascórbico e o ácido acético. Tem em comum apenas o fato de serem ácidos.

Mito:

“ASLO elevado indica reumatismo”.

Fato:

Este exame laboratorial apenas indica presença de anticorpos contra uma bactéria chamada Streptococo. Pode estar elevado na maioria das infecções respiratórias, inclusive uma simples gripe, e permanecer elevado por muitos meses.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.sbr.org.br/

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Doenças reumáticas apresentam sintomas que vão além das dores ósseas

As doenças reumáticas, ao contrário do senso comum, não apresentam como sintomas apenas dores ósseas ou nas articulações, mas, também, em outros órgãos, como rins, olhos, pulmões e pele.

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No dia 30 é o Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo. Presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Walber Vieira, lembra que reumatismo é um termo genérico. “É um termo impreciso que não dá o diagnóstico de nenhuma doença” esclarece.

As causas, os tratamentos e também as consequências das doenças reumáticas podem ser muito diferentes. Por isso, é essencial o diagnóstico preciso para a indicação dos procedimentos adequados.

As doenças reumáticas podem atingir pessoas de todas as idades. Um exemplo é a artrite reumatoide, comum a partir dos 35 anos de idade, mas “também acomete crianças, às vezes na mais tenra idade”, diz Walber Vieira.

De acordo com Vieira, a doença crônica, que pode levar uma pessoa a invalidez, se manifesta com dores articulares, leve inchaço nas pequenas e médias articulações, além de quadros de isquemia e fadiga.

Pediatra do Hospital Universitário de Brasília, Zeneide Alves, cita casos em que a manifestação da artrite juvenil, que é a artrite reumatoide que acomete crianças, pode, a princípio, ser manifestada por uma inflamação no olho, chamada uveite.

“Algumas crianças podem apresentar uveite e, posteriormente, exibir os sintomas e sinais de uma artrite crônica” explica.

Walber Vieira alerta que qualquer infecção pode funcionar como elemento desencadeante de uma doença reumática. ”O paciente está num stand by, num limbo, ainda não tem manifestação de uma enfermidade, e sofrer uma infecção severa, uma virose e, de repente, a doença reumática se instala e começam a aparecer os sintomas”, explica. Algumas doenças, como a fibromialgia, podem ser desencadeadas por quadros de stress e depressão.

Entre as doenças reumáticas, Vieira diz que a artrose é a mais comum. “Mais ou menos 70% das pessoas após os 60 anos têm sua artrose de estimação”, brinca.

“Artrose é uma doença que se caracteriza por desgaste da cartilagem articular, levando a fissurações e, com o tempo, perda da função das articulações“, explica Vieira.

Outra doença reumática muito comum é a osteoporose, que não apresenta sintomas até que haja uma complicação. “É uma perda de massa óssea que leva a pessoa a um risco de fratura maior. Às vezes um pequeno trauma pode ocasionar a fratura da área afetada” explica Walber Vieira.

Ter a primeira menstruação tardiamente e menopausa precoce, fumar, abusar de bebidas alcoólicas, ser sedentário e utilizar medicamentos que podem levar a descalcificação dos ossos são fatores de risco para a osteoporose e que servem de alerta para se tomar os devidos cuidados.

Para algumas das doenças reumáticas, como fibromialgia e artrose, exercícios físicos são muito importantes para afastar as crises. “Não se trata fibromialgia sem exercícios, artrose também não”, diz Vieira.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://memoria.ebc.com.br/

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Dia Nacional da Vacinação

Hoje, 17 de outubro, quando é comemorado o Dia Nacional da Vacinação, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lembra a importância de imunizar as pessoas com doenças crônicas. De acordo com um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em julho, as enfermidades — entre as quais constam pulmonares, cardiovasculares e diabetes — são responsáveis por 74% das mortes no Brasil.

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Para tentar amenizar o quadro, a SBIm oferece guias com recomendações para a imunização desses indivíduos. São eles os de Geriatria, elaborado em parceria a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Reumatologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e Pneumologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), além daqueles para pacientes em condições especiais.

A presidente da Comissão de Revisão de Calendários e Consensos da SBIm, Isabella Ballalai, afirma que o material é ainda mais relevante se considerada a prevalência elevada dos problemas entre maiores de 60 anos. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, a parcela de idosos na população cresce acentuadamente e já se aproxima a de crianças e a de adolescentes: 13% contra, respectivamente, 13,9% e 13,4%.

“O aumento da longevidade deve ser comemorado, mas precisamos ter em mente que são necessárias ações para promover a qualidade de vida. A vacinação, por permitir evitar quadros infecciosos facilitados por deficiências imunológicas, deve ser parte fundamental desses esforços”, enfatiza Ballalai.

Cuidado coletivo

O presidente da SBIm, Renato Kfouri, ressalta que quem convive com pessoas cuja imunidade esteja comprometida também deve ter atenção redobrada para manter o calendário vacinal atualizado. “Além de se protegerem, ajudarão a reduzir a circulação de vírus e bactérias no ambiente e, consequentemente, a possibilidade de contágio daqueles que não podem receber determinadas vacinas”, explica Kfouri.

A estratégia — nomeada cocoon (casulo, em inglês) — é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como forma de evitar a coqueluche nos bebês, vulneráveis até receber, por volta dos seis meses, a terceira dose da vacina Tríplice Bacteriana — que também previne a difteria e o tétano. A mesma lógica vale para outras doenças infecciosas, como as hepatites, sarampo, gripe e varicela.

Gratuito

Todos os guias da SBIm, bem como Calendários de Vacinação e outras publicações estão disponíveis, sem custo, na página da sociedade: http://www.sbim.com.br.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.pautas.incorporativa.com.br/

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Em dez anos, suicídio de crianças e pré-adolescentes cresceu 40% no Brasil

Dados preocupam porque suicídio é sub-notificado e, além disso, estimam-se 300 tentativas para cada suicídio infantil; especialistas criticam falta de programas de prevenção.

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“Mas você tem tudo o que quer. Por que fez isso?” Seja em um choro dolorido ou aos gritos de raiva, a frase é comum no pronto socorro de psiquiatria para onde são encaminhadas as crianças e adolescentes que tentaram se matar. Sai da boca dos pais, atônitos com a confissão do filho que se cortou todo ou que ingeriu uma dose cavalar de medicamentos. Pouco falado, o suicídio na infância e adolescência tem crescido nos últimos anos.

Dados do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, revelam que ele existe e está crescendo. De 2002 a 2012 houve um crescimento de 40% da taxa de suicídio entre crianças e pré-adolescentes com idade entre 10 e 14 anos. Na faixa etária de 15 a 19 anos, o aumento foi de 33,5%.

“Ao contrário do adulto, que normalmente planeja a ação, o adolescente age no impulso. São comportamentos suicidas para fugir de determinada situação que vez ou outra acabam mesmo em morte”, afirma a psiquiatra Maria Fernanda Fávaro, que atua em um Pronto Socorro de psiquiatria em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo. Aos cuidados de Maria Fernanda, são encaminhadas as crianças e os adolescentes que chegaram feridas ao hospital após tentarem se matar.

Ao serem perguntados sobre o motivo de terem se mutilado com lâmina de barbear, se ferido com materiais pontiagudos, cortado o pulso ou ingerido mais de duas dezenas de comprimidos, a resposta é rápida, e vaga. “A maioria diz que a vida não tem sentido, que sentem um vazio enorme. Muitos têm quadros associados à depressão”, afirma Maria Fernanda. O cenário é tão recorrente, diz a psiquiatra, que há sites, blogs e páginas de rede social que ensinam as melhores técnicas e ferramentas para que a criança tire a própria vida.

Para os mais novos, se matar é, de fato, mais difícil. Dados mostram que, a cada suicídio adulto, há de 10 a 20 tentativas que não acabaram em morte. No caso de crianças, são estimadas 300 tentativas para um suicídio consumado, seja porque elas usam método pouco letal, seja por dificuldade de acesso a instrumentos. “Muitos, quando chegam aqui contam que vêm se cortando a mais ou menos um ano, e a família não sabe disso”, diz Maria Fernanda.

Assunto proibido

Esse desconhecimento familiar não deve ser encarado como descaso, mas precisa ser visto sob a lógica do quanto o tema do suicídio ainda é um tabu na sociedade, afirmam os especialistas. No caso de crianças e adolescentes, a situação ainda é pior: ninguém fala sobre o assunto, apesar de estudos mostrarem que 90% dos jovens atendidos em emergência psiquiátrica chegam lá após tentativas de se matar.

“Existe o mito de que o suicídio se concentra nos países nórdicos. Essas nações realmente lideravam o ranking, mas tomaram atitudes e conseguiram reverter o quadro. Enquanto isso, a gente aqui no Brasil continua sem falar nisso e vê os números crescendo”, alerta Carlos Correia, voluntário há mais de 20 anos do Centro de Valorização da Vida, o CVV.

Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na semana passada mostraram que o Brasil é o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios entre 2000 e 2012 e o oitavo do mundo em números absolutos de pessoas que tiram a própria vida. Foram 11.821 suicídios no período, aumento de 10% em relação à década anterior.

Uma situação que, segundo os especialistas, reflete a falta de programas de prevenção. Apesar de a taxa no Brasil ainda ser inferior a 10 suicídios por 100 mil habitantes – a partir da qual a OMS considera alta, a população é muito grande e, portanto, o número de casos também.

“O que não pode é o Brasil votar em março sobre o relatório da OMS, mas não promover o plano de prevenção ao suicídio”, afirma o médico Carlos Felipe Almeida D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.

O psiquiatra infantil Gustavo Estanislau compara as iniciativas de prevenção brasileiras com as de países desenvolvidos. “Lá fora, existem projetos de prevenção há muito tempo. Eles já têm isso tão bem organizado, que funcionam como um guia. Tem equipes até para agir nas escolas quando, por exemplo, uma criança se mata. No Brasil, não conheço nenhum projeto desse tipo.”

a ou feita para chamar atenção. O suicídio tem um aspecto importante, que é a comunicação. Se a pessoa está dizendo que tem um tipo de sofrimento e que não encontra saída, é preciso ficar atento e procurar um serviço de saúde mental”, afirma D’Oliveira, da Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio.

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OMS pede restrições a cigarro eletrônico, temendo efeito em crianças

A OMS (Organização Mundial da Saúde) fez um relatório alertando para o perigo que o produto pode representar para crianças e adolescentes e, por isso, sugere um controle maior na comercialização do dispositivo até que se tenha a certeza de seus possíveis efeitos.

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O cigarro eletrônico já pode ser visto em terras brasileiras – a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proíbe a venda e a importação do produto, mas não o uso, a não ser em locais fechados onde a lei impede o fumo – e tem se tornado uma alternativa comum aos fumantes que tentam se livrar dos malefícios advindos do vício do cigarro.

O dispositivo eletrônico oferece pequenas doses de nicotina, mas sai na frente do cigarro comum por não ter a queima do fumo (que inclui substâncias cancerígenas provenientes do tabaco).

A OMS, porém, considera que, apesar do aparente “benefício” para os fumantes, o cigarro eletrônico pode representar uma ameaça para adolescentes e mulheres grávidas (podendo prejudicar o crescimento do feto). A OMS adverte que o vapor do dispositivo eletrônico exala algumas substâncias tóxicas e nicotina no ar e que não há evidências de que ele ajude os fumantes a largar o vício.

Por isso, a Organização pede que o uso desse tipo de dispositivo seja proibido em lugares fechados “até que se prove que o vapor que sai deles não é prejudicial para outras pessoas” e que a venda para crianças ou menores de idade também seja suspensa.

Para os ativistas que defendem o uso do cigarro eletrônico, no entanto, as restrições precisam ser “proporcionais”.

Relatório

O relatório da OMS atenta para o potencial do cigarro eletrônico em supostamente desencadear o aumento do uso de cigarros por crianças. Especialistas em saúde pedem a proibição das propagandas com esse dispositivo que podem motivar crianças e não-fumantes a usar o produto.

Eles alegam que as essências usadas no cigarro eletrônico com sabores doces, de frutas ou bebidas alcoólicas também deveriam ser banidas, já que elas tornam o produto ainda mais atrativo para adolescentes e não-fumantes.

Além disso, a OMS pede que a exposição de cigarros eletrônicos em máquinas de venda automática também sofra restrições.

De acordo com a Organização, enquanto esses dispositivos parecem menos prejudiciais do que os cigarros tradicionais, eles podem representar ameaças para adolescentes e fetos de mulheres grávidas que usam esse tipo de produto.

Mas alguns pesquisadores sugerem que restrições mais duras podem impedir que os fumantes tenham acesso a um produto potencialmente menos prejudicial que o cigarro comum.

“Sempre dissemos que, considerando que a nicotina causa vício, a idade mínima da lei (18 anos) deveria ser aplicada também para os cigarros eletrônicos”, afirma um porta-voz de uma empresa britânica de tabaco. “No entanto, se fortes regulações restritivas servirem de obstáculo para a inovação ou o uso adulto, isso poderá inibir o surgimento de novos produtos – e isso só pode ser algo ruim para a saúde pública.”

Restrições proporcionais

Hazel Cheesman, representante da entidade britânica Ação em Fumo e Saúde, diz que não há provas de qualquer dano a fumantes passivos do cigarro eletrônico e argumenta que a restrição a ele, se acontecer, deveria ser proporcional.

“Fumar mata 100 mil pessoas só no Reino Unido. Todos ou boa parte dos fumantes que trocam o cigarro comum pelo cigarro eletrônico estão mais suscetíveis a reduzir os riscos para a saúde”, afirma.

“Apesar de não podermos estar certos de que cigarros eletrônicos são completamente seguros, como reconhece a OMS, eles são consideravelmente menos prejudiciais do que o fumo do tabaco e pesquisas sugerem que eles estão ajudando fumantes a parar”, completa Cheesman.

Uma convenção internacional para discutir o controle do tabaco acontecerá em outubro, com possíveis novas orientações globais sobre o cigarro eletrônico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk/

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Tabagismo está ligado a mais de 200 mil mortes por ano

Infarto, câncer, trombose, bronquite, enfisema pulmonar são alguns dos problemas associados ao cigarro.

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Sexta-feira (29/08) acontece o Dia Nacional de Combate ao Fumo. HCor oferece programa de tratamento com médicos e psicólogas, além de realizar campanhas preventivas

O tabagismo está associado a mais de 200 mil mortes por ano, o equivalente a 23 pessoas por hora, segundo dados recentes do Ministério da Saúde. “O cigarro pode causar problemas como infarto agudo do miocárdio, derrame, trombose, bronquite, enfisema, além de câncer no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, entre outras regiões do corpo”, enumera a psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do Hospital do Coração (HCor). Para conscientizar a população sobre esses riscos, acontece na próxima sexta-feira (29/08) o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

“Embora o cigarro tenha sido bastante combatido nos últimos anos, ele ainda está entre as principais causas de Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs)”, afirma a psicóloga. Essas doenças passaram a liderar o ranking mundial de mortes desde o início do século XXI, quando superou a mortalidade das doenças infectocontagiosas. “Por isso, podemos afirmar que o tabagismo contribui ativamente com a taxa de mortalidade gerada em função do problema que abrange também hipertensão, diabetes, obesidade e câncer de diferentes tipos”, explica Cury.

Além das doenças citadas, o tabagismo também está associado a outros problemas, como impotência sexual, complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do aparelho digestivo e infecções respiratórias das mais diversas. Apesar disso, o combate ao cigarro enfrenta muitos obstáculos, como o próprio incentivo por fatores socioculturais. “O tabagista geralmente tem um perfil permeado por ansiedade, depressão, estresse, emoções negativas e positivas. Por isso, é importante junto ao tratamento medicamentoso associar o acompanhamento psicológico”, explica a psicóloga.

Tratamento
O HCor administra um Programa de Controle do Fumo, no qual uma equipe de psicólogas e médicos de diferentes especialidades prestam auxílio aos dependentes de nicotina por meio de um tratamento com nove sessões de duração. Neste processo, os fumantes são medicados, de acordo com a suas respectivas necessidades, e são acompanhados por terapia psicológica, cujo objetivo é tratar a dependência física e psicológica do cigarro.

“Paralelamente, apoiamos ações preventivas em escolas, a partir da 8.ª série, com o objetivo de alertar para os perigos trazidos pelo cigarro”, diz Silvia. “Embora a dependência de nicotina possa ser tratada, a maior arma contra o fumo ainda é evitá-lo”, conclui a psicóloga do HCor.

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ONU comemora hoje o Dia Internacional da Juventude

Dia 17 de Dezembro de 1999, a Assembleia-Geral das Nações Unidas declarou o dia 12 de Agosto como ‘Dia Internacional da Juventude’. A celebração, que ocorre nesta terça-feira (12), em todo o mundo, tem por objetivo promover o debate e sensibilização sobre temas relacionados à agenda da juventude.

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Em comemoração à data, a Organização das Nações Unidas (ONU) realiza vários debates e campanhas para encorajar os governos e o público em geral a conhecer e entender as necessidades dos jovens e implementar políticas com foco na juventude, com o objetivo de promover a inclusão e participação política dos jovens.

No Brasil, o grupo interagencial das Nações Unidas para Juventude promoverá, na sede das Nações Unidas, em Brasília (DF), um dia de atividades em comemoração ao Dia Internacional da Juventude.

Das 9h às 12h30, jovens grafiteiros do Distrito Federal criarão um painel comemorativo sobre o tema nos muros do Complexo Sergio Vieira de Mello – com inauguração prevista para as 17h. Das 14h30 às 17h, haverá um debate com jovens – mediado pelo apresentador e sociólogo Big Richard – sobre temas em destaque na agenda da juventude brasileira, como preparação para uma campanha nacional de sensibilização sobre a Juventude Negra e a Paz, que será lançada em novembro deste ano pela ONU.

A Juventude no Brasil

No mundo, uma em cada cinco pessoas hoje tem entre 15 e 24 anos e quase 85% dessa população jovem vive em países em desenvolvimento. Segundo o Censo de 2010, os jovens brasileiros de 15 a 29 anos representam cerca de 25% da população e formam um grupo bastante heterogêneo. Além da diversidade, a desigualdade é um elemento marcante deste grupo, fortemente influenciada pelo preconceito, pela discriminação racial e pelo racismo, de acordo com o site oficial da ONU.

A Agenda Juventude Brasil: Pesquisa Nacional Sobre Perfil e Opinião dos Jovens Brasileiros 2013, publicada pela Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), mostra que seis em cada dez jovens se declararam pretos (15%) ou pardos (45%). Segundo o mesmo levantamento, existe um fator que está no topo da preocupação desses jovens: a violência.

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Agora no SUS: Vacina Contra a Hepatite A

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Estatuto da Criança e do Adolescente completou 24 anos

Ontem (13), o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 24 anos de criação. Neste período, o Estatuto ganhou robustez e se consolidou como o principal instrumento de construção de políticas públicas para a promoção e garantia de direitos de crianças e adolescentes.

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“Trata-se de um instrumento imprescindível para a sociedade brasileira. Comemorar o aniversário do ECA significa também comemorar a garantia de direitos básicos e fundamentais de milhares de brasileirinhos e brasileirinhas, que por meio deste importante instrumento, passaram a ser reconhecidos como sujeitos de direito, imputando ao Estado e à sociedade a missão de protege-los”, afirma Ideli Salvatti, ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Ela explica que apesar de ser uma das legislações voltadas ao segmento mais evoluídas do mundo, o desafio de proteger crianças e adolescentes de graves violações de direitos humanos é um dever constante para o País. “União, estados e municípios devem estar sempre vigilantes para combater violações e avançar na promoção de direitos. Precisamos nos prevenir não só das violações mais conhecidas, como exploração e abuso sexual, abandono, trabalho infantil, violência física e psicológica, mas também das formas de violações, com especial atenção para os crimes virtuais”, destacou.

A aprovação da Lei Menino Bernardo, que dispõe sobre o direito de crianças e adolescentes serem educadas livres de castigos físicos e humilhantes, assim como a sanção da lei que qualifica como crime hediondo a exploração sexual ou favorecimento à prostituição de crianças, adolescentes e vulneráveis, foi citada pela ministra como importantes avanços que fortalecem o Estatuto.

Estatuto da Criança e do Adolescente

O documento é um marco da proteção à infância no País e substituiu o Código de Menores. Criado em 1927, o Código de Menores representava um avanço já que trazia à tona uma legislação específica para crianças e adolescentes, inclusive com a ideia que crianças fossem separados das prisões e instituições de adultos.  No entanto, trazia na sua essência um olhar para a infância pobre, abandonada e em conflito com a lei para garantir a ‘ordem social’. Era um sistema focado na proteção e assistência através da justiça e assistência social marcando de forma pejorativa o termo ‘menor’.

A promulgação do ECA, em 1990, trouxe uma nova perspectiva, de prioridade absoluta às crianças e aos adolescentes e como sujeitos de direitos. Inspirado na Convenção das Nações Unidas pelos Direitos da Criança, de 1989, que o Brasil foi o primeiro País a ratificar. Outra grande novidade foi que, pela primeira vez na nossa história, a construção desse marco legal previa a articulação de um sistema com vários atores.

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Computador aumenta risco de miopia na infância

No mundo todo, a miopia dobrou nos últimos anos segundo a OMS (Organização mundial da Saúde). O tema que se transformou internacionalmente em uma das principais questões da saúde pública na atualidade, vem sendo estudado pelos oftalmologistas desde 1969. A primeira evidência médica de que o esforço visual é um fator ambiental que eleva a predisposição à miopia foi relatada em uma comunidade de esquimós.

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A comunidade, que não apresentava qualquer incidência de miopia, foi submetida ao processo de alfabetização e induzida à leitura ávida pelo clima frio. Anos depois, cerca de 65% de seus descendentes foram diagnosticados com miopia.

O Brasil acompanha a tendência internacional. Um estudo desenvolvido no Instituto Penido Burnier com a participação de 360 crianças de 9 e 13 anos de idade que usavam até 6 horas ininterruptas o computador ou videogame comprova esta inclinação. Neste grupo, 21% apresentaram miopia contra a prevalência de 12% apontada pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia).

Assim como acontece com adultos, o uso intensivo de tecnologias na infância causa stress ocular. A síndrome da visão no computador (CVS) está relacionada à miopia acomodativa, uma dificuldade temporária de enxergar de longe.

A alteração pode durar meses ou se tornar um mal permanente caso os hábitos não sejam modificados. Isso porque, o esforço visual para perto diminui a capacidade de acomodação dos olhos.

Não significa, uma mudança do comprimento axial do olho que caracteriza a miopia hereditária, apenas a dificuldade de foco para longe que acaba influenciando no rendimento escolar por causa da dificuldade de enxergar a lousa.

Com a chegada das férias e mais horas em casa, os pais devem redobrar o monitoramento dos filhos na frente dos equipamentos.

O recomendável para manter a saúde ocular das crianças é descansar de 15 a 30 minutos a cada hora de vídeo game ou navegação pela Internet.

A miopia é um vício de refração da luz em que as imagens são formadas na frente da retina fazendo com que as imagens distantes fiquem desfocadas. Pode ser hereditária ou causada por fatores ambientais como medicamentos, alimentos e telas dos equipamentos. A diminuição do tamanho das telas faz com que nunca nossa visão de perto tenha sofrido tamanha exigência tão precocemente.

Apesar da miopia poder ser transmitida geneticamente, não significa que necessariamente seja passada de pai para filho. Quando os pais são portadores do gene, mas não apresentarem a doença, a probabilidade de o filho ser míope cai para 25%. É isso que explica porque uma criança pode ter olhos normais mesmo que os pais tenham miopia – herdou o gene recessivo.

Outra evidência de que o esforço visual para perto está relacionado à miopia é o aumento do grau entre adultos que passam muitas horas estudando para vestibular ou concursos. É diferente da criança, porque na infância nossos olhos têm maior capacidade de recuperar o poder de acomodação.

Ainda assim, sem monitoramento teremos uma geração maior de adultos míopes. O maior problema da miopia é que em graus elevados predispõe ao glaucoma e problemas na retina. Por isso, todo esforço para barrar sua evolução é bem vindo.

*Leôncio Queiroz Neto – Presidente do Instituto Penido Burnier, membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia), da SBCII (Sociedade Brasileira de Catarata e Implantes Intraoculares) e da SBCR (Sociedade Brasileira de Cirurgia Refrativa).

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