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Hipertensão atinge 1 em cada 25 crianças e adolescentes

Comer menos guloseimas e mais cereais e verduras pode parecer um grande sacrifício para os pequenos, mas são hábitos elementares para evitar a hipertensão infantil. Dados do Ministério da Saúde apontam que 4% entre crianças e adolescentes sofriam deste mal, em 2006. Professor do departamento de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, Sérgio Veloso Brant Pinheiro aponta que o principal fator que pode predispor à enfermidade é o estilo de vida.

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Mudar a rotina, com mudanças na alimentação e a prática de atividades físicas, contudo, não é responsabilidade apenas da criança: toda a família deve participar. “Não adianta mandar o filho se alimentar bem e fazer exercícios se os pais não fazem o mesmo. Eles devem dar o exemplo”, afirma.

Pinheiro recomenda a opção por alimentos naturais, uma vez que produtos industrializados contêm um teor de sódio muito alto, pois o sal é utilizado em diversos conservantes artificiais. Ele aponta, ainda, que crianças acima de seis anos precisam de ao menos uma hora diária de atividade física, por isso a prática de esportes deve ser incentivada.

A hipertensão, contudo, pode ter diferentes causas. A primária é aquela que surge a partir de fatores desconhecidos. “É a doença influenciada pelo dia a dia, comum em adultos, que hoje acontece também nos pacientes pediátricos”, explica Pinheiro. As secundárias, por outro lado, estão ligadas a enfermidades identificáveis, que vão de questões genéticas específicas a problemas metabólicos e malformações em órgãos. “A gente sempre tem de buscar a causa. É difícil que a criança fique hipertensa por nada: ou está na família ou na criança”, destaca a integrante da Sociedade Brasileira de Hipertensão Vera Koch.

Vera ressalta que as causas secundárias são menos frequentes em adultos e costumam aparecer precocemente. Ela aponta também que grande parte dos casos de hipertensão deste tipo está ligada a malformações nos rins. “O lado bom é que isso pode ser identificado no exame do feto e observado desde o nascimento da criança”, declara.

Prevenção e tratamento

A hipertensão primária geralmente ocorre de modo assintomático, mas crianças pequenas podem apresentar mudanças no comportamento, como maior agitação e irritabilidade; e as maiores tendem a ter mais dor de cabeça. Nos casos secundários, alguns sinais de alerta para problemas renais que podem levar, futuramente, à hipertensão são o surgimento de sangue e proteína na urina e inchaço.

Nos pequenos sem agravos de saúde, deve-se medir a pressão ao menos uma vez nos primeiros três anos e, a partir dessa etapa, uma checagem anual é suficiente. “Medir a pressão sempre é melhor forma de prevenir. Meça sempre. A pressão não sobe de uma hora para outra”, lembra Vera.

Nos que apresentam algum tipo de doença crônica, a medição deve ocorrer desde o primeiro ano e com maior frequência. “Não basta medir, tem de ser de maneira adequada, por um profissional de saúde, pois é necessário observar que o tamanho da braçadeira do aparelho de pressão seja proporcional ao tamanho da criança”, destaca Pinheiro.

Vera reforça que, quando há causas secundárias, os pais não devem esperar por sintomas: a pressão deve ser medida desde cedo. Bebês prematuros com peso abaixo de 1,5kg têm maior chance de ter problemas renais e, por isso, devem ser acompanhados desde o início.

Após confirmar a pressão alta, o tratamento é essencial. Na hipertensão ligada a causas primárias, se o paciente estiver assintomático, com resultados normais nos exames, pode não ser preciso o uso de medicamentos, apenas o estímulo de bons hábitos de saúde. No caso da secundária, melhora na dieta e exercício também são necessários, mas a utilização de remédios é inevitável.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mulher.terra.com.br/

Fonoaudióloga ressalta importância e os cuidados a serem tomados

Passar um dia rouco já é suficiente para perceber a importância da voz para o ser humano. Não precisa ser professor, cantor, locutor, jornalista ou outro profissional que utiliza a voz como ferramenta de trabalho para estar consciente sobre os cuidados com as cordas vocais. Na terça-feira (16/4) foi celebrado o Dia Nacional da Voz.

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A precaução com a voz é uma necessidade e algumas atitudes permitem mantê-la mais saudável da infância até a vida adulta. “Cuidar da voz é uma questão de condicionamento físico. Ela precisa estar forte para aguentar as variações do dia a dia. Falar sem esforço, articular bem as palavras, beber bastante água, fazer repouso vocal, evitar pigarrear, sussurrar ou gritar, manter boa postura corporal ao falar são algumas das principais recomendações”, orienta a fonoaudióloga do Hospital Conceição, vinculado ao Ministério da Saúde, Gigiane Gimbre.

Determinados alimentos exercem influência direta ou indireta sobre a produção da voz e da fala. A especialista cita como exemplos água, maçã, mel, bebidas quentes, limão e soro. “Dê preferência a alimentos como a maçã, por dois motivos: sua consistência mais dura exige mais da mastigação, massageando assim os articuladores; além de possuir propriedade adstringente, o que ajuda a reduzir saliva espessa da boca e faringe. As frutas cítricas como o abacaxi, limão e laranja aumentam a salivação e com isso um maior número de deglutições, que acarretam um relaxamento na musculatura da garganta. Já os chás de frutas e as bebidas isotônicas também podem ser considerados preferenciais, pois ajudam na reposição de perdas minerais”, explica.

A fonoaudióloga alerta sobre os principais vilões da saúde vocal. “O cigarro é altamente nocivo. Quando a fumaça é tragada, por conta do calor, agride todo sistema respiratório, principalmente as pregas vocais. O excesso de bebida alcoólica também é prejudicial, porque diminui a sensibilidade. Como não conseguimos controlar o esforço que utilizamos ao falar, podemos exagerar, causando um grande desgaste nas cordas vocais”, acrescenta. “Podendo causar irritação, edema, tosse, pigarro, aumento de secreções e infecções”, diz.

Além disso, a fonoaudióloga recomenda exercícios de aquecimento e desaquecimento vocal orientado para ter uma voz mais saudável e evitar problemas futuros.

Curiosidades sobre a saúde da voz – O grito prejudica a saúde vocal? “Sim. Não grite, não sussurre, não fale em excesso. Usar a voz em tom mais alto ou mais baixo que o habitual necessita um esforço maior, que pode provocar a formação de nódulos. Por isso, fale normalmente”, alerta Gigiane Gimbre .

Café em excesso diminui a hidratação das pregas vocais? “Sim. O café faz com que a pessoa produza maior secreção no cordão vocal e comece a pigarrar. Normalmente está associado ao consumo de cigarro”.

O bocejo ajuda no relaxamento das pregas vocais? “Sim. Esse relaxamento facilita a voz e ajuda a diminuir as tensões. Existe uma série de exercícios para relaxamento. Procure sempre um profissional”.

O ato de pigarrear gera um alto impacto das pregas vocais? “Sim. O pigarrar pode ocasionar futuras lesões. É importante saber a causa deste pigarro. O excesso de muco na laringe pode ser decorrente do fumo, alergias respiratórias e desidratação. A produção demasiada desse muco é a defesa do organismo diante desses quadros irritativos. Não pigarre e beba bastante água”, finaliza.

Nos quadros mais agudos, consulte um especialista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br

Cuidados com a voz podem evitar doenças nas pregas vocais

Nesta segunda-feira (16) é comemorado o Dia Mundial da Voz. A data é um alerta para os cuidados necessários para manter a qualidade da voz e evitar doenças na garganta. A atenção deve ser tanto de quem usam a voz como ferramenta de trabalho, como no dia a dia de qualquer pessoa.

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De acordo com a fonoaudióloga Amanda Coelho, os cuidados com a voz começam na alimentação. Ela afirma que alimentos gordurosos, condimentados e cítricos podem provocar alterações nas pregas vocais. “Alimentos como o leite e o chocolate, por exemplo, criam uma secreção, um muco, que dificulta a movimentação das pregas vocais durante a produção de som. Isso pode provocar irritações”, explica.

A especialista recomenda ainda que, além dos cuidados com a alimentação, é preciso evitar excessos. “Evite gritar, falar muito rápido e até mesmo sussurrar. Ao contrário do que se pensa, o ato de sussurrar força as pregas vocais. O ideal é sempre falar em tom normal”, orienta.

O radialista Antônio Luiz trabalha há 26 anos com locuções. Ele conta que depois de ter problemas com a voz, apreendeu a cuidar da ferramenta de trabalho. “Antes de conhecer a profissão, a gente acha que para ter boa voz é preciso falar mais alto e mais forte, além de impostar demais. No começo a gente sente as consequências, mas com o tempo apreendemos a cuidar da voz”, comenta.

Quem também sentiu os reflexos dos excessos com a voz foi o cantor Léo, da dupla de Itapetininga Luiz e Léo. Há seis anos na profissão, pelo menos quatro dias na semana são dedicados aos shows, ensaios, gravações. Ele conta que no início da carreira não havia a preocupação com a voz. Os resultados foram calos nas pregas vocais devido abusos. Depois da constatação, passou a ter cuidados. Além do controle de volume e exercícios, ele não descuida do consumo de água em temperatura ambiente. “A voz é meu instrumento de trabalho, por isso tenho que cuidar”, ressalta.

Segundo a fonoaudióloga Amanda, a água tem temperatura ambiente é uma aliada importante para preservação da voz. “A água deve ser muito consumida, mas fracionada ao longo do dia, em pequenos goles. Isso ajuda a exercitar as pregas e também deixadas desobstruídas para a produção do som”, explica.

Teste: Mitos e Verdades sobre os Cuidados com a Voz

De acordo com o otorrinolaringologista José Otávio, de Itapetininga, líquidos gelados ou quentes também devem ser evitados. “As temperaturas muito baixas ou muito altas são prejudiciais. Elas poderão provocar irritabilidade nas pregas vocais. A temperatura boa é a de 37%, a natural”, afirma.

O médico cita, por exemplo, o alto índice de casos de câncer de esôfago. “É habito entre os gaúchos o consume de chimarrão. Isso contribui para os problemas na garganta”, explica.
Outra dica do especialista é a ingestão de maça para ajudar no melhoramento e manter o equilíbrio da voz. “A maça tem ação adstringente nas pregas vocais, assim como a água”, afirma.

Indícios de problemas
Os sintomas de doenças ligadas à voz podem ser rouquidão por mais de 15 dias, voz entrecortada, dificuldade para engolir, dificuldade  e dor para engolir, tosse e pigarro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Cuidados especiais para quem utiliza a voz profissionalmente

Os profissionais da voz são todos os indivíduos que tem como seu instrumento de trabalho a VOZ, ou seja, dependem da voz para exercer a sua profissão.

Os chamados profissionais da voz são: Cantores, Atores, Professores, Pastores e Padres, Advogados, Juízes, Promotores, Repórteres, Radialistas, Operadores de telemarketing, Leiloeiros, Políticos, Dubladores, Vendedores, etc.

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A voz é algo tão característico e importante como a nossa própria fisionomia e impressão digital ela varia de acordo com o sexo, idade, profissão, personalidade, estado emocional e a intenção que a usamos. É através da nossa voz que expressamos nossos sentimentos, emoções, idéias e pensamentos. Ela também mostra quem nós somos, além de conseguimos nos comunicar com outras pessoas só utilizando a voz, como por exemplo em uma conversa ao telefone, e seremos compreendidos perfeitamente.

A voz é produzida a partir do ar que saí dos pulmões, passa pela laringe, onde estão localizadas as pregas vocais, as mesmas no momento da expiração, aproxima-se e vibram, produzindo assim o som. Este som, que de início é baixo e fraco, será amplificado pelas cavidades de ressonância (que são a faringe, boca e nariz). Após amplificado, o som será articulado na cavidade oral , por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.

Todos precisam ter cuidados com a voz, mas para quem utiliza a voz profissionalmente, é preciso ter alguns cuidados vocais essenciais, com isso é possível manter a integridade vocal. Vejamos alguns destes cuidados :

    • DEVE-SE BEBER, EM MÉDIA DOIS (2) LITROS DE ÁGUA POR DIA, de preferência em temperatura ambiente.
    • DURANTE A ATIVIDADE VOCAL, DEVE-SE BEBER ALGUNS GOLES DE ÁGUA, para umidificar a garganta. A água deve estar em temperatura ambiente, para que não ocorra o choque térmico.
    • EVITAR QUALQUER TIPO DE COMPETIÇÃO SONORA
    • EVITAR BEBIDAS ALCOÓLICAS  pois o álcool tem um efeito anestésico, assim provoca a diminuição da sensibilidade, é onde na maioria das vezes ocorre um abuso vocal, lesando as pregas vocais.
    • EVITAR GRITAR E TOSSIR, pois provoca um intenso atrito nas pregas vocais, podendo lesioná-las
    • NÃO FUMAR, a fumaça irrita a mucosa da laringe, acumulando secreções nas pregas vocais, e o ressecamento da mesma mucosa.
    • EVITAR O AR CONDICIONADO, pois provoca o ressecamento das mucosas, alterando a vibração das pregas vocais. Se não for possível evitar o ar condicionado, procure sempre beber água, durante todo o tempo que estiver exposto a ele.
    • EVITAR O CONSUMO DE LEITE, CHOCOLATE E SEUS DERIVADOS ANTES A INTENSA ATIVIDADE VOCAL, pois esses alimentos aumentam a secreção de muco no trato vocal.
    • PROCURE CONSUMIR ALIMENTOS FIBROSOS, como maçã, que é um adstringente, ou seja, agem limpando a boca e faringe
    • PROCURE INGERIR SUCOS E FRUTAS CÍTRICAS
    • PROCURE ESTAR VESTIDO (A) O MAIS CONFORTÁVEL POSSÍVEL, para que o seu vestuário não atrapalhe o fluxo respiratório, nem mau postura.
    • DURANTE A FONAÇÃO, MANTENHA A CABEÇA RETA, UMA POSTURA ERETA COM OS DOIS PÉS APOIADOS NO CHÃO, pois assim permite a passagem do ar sem dificuldades e o diafragma trabalha melhor.
    • ARTICULAR BEM AS PALAVRAS, usando também expressões faciais para evitar o abuso vocal.
    • Se a disfonia (rouquidão) persistir por mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo

Alguns exercícios de relaxamento e aquecimento podem ser feito antes da atividade vocal como: Rotação da língua no vestíbulo da boca, Lateralidade da língua (empurrar a língua contra a bochecha), Vibrar a língua, Vibrar os lábios, Bocejar, Protusão dos lábios (fazer bico como se fosse dar um beijo), Retração dos lábios, Rodar o pescoço em todas as direções , entre tantos outros exercícios.

O que mais afeta aqueles que utilizam a voz profissionalmente é a disfonia, que é conhecida popularmente como rouquidão .

Disfonia é um distúrbio de comunicação, caracterizado pela dificuldade na emissão vocal, apresentando um impedimento na produção natural da voz. Pode ser ocasionado por uma disfunção, abuso vocal ou uso incorreto da voz, é mais freqüente em indivíduos que utilizam abundantemente a voz diariamente de uma forma incorreta.

A disfonia é divida em: Disfonias Funcionais, Disfonias Orgânico – Funcionais e Disfonias Orgânicas.

    • Disfonias Funcionais:

São aquelas que não apresentam nenhuma alteração visível nas pregas vocais, elas são decorrentes do mal uso ou do abuso da voz. Geralmente ocorrem em profissionais da voz que não tem nenhum tipo de orientação. Existem 3 fatores que podem vir a desencadear uma disfonia funcional:

    • Uso incorreto da voz :

Ocorre em pessoas, sejam profissionais da voz ou não, que utilizem a voz abundantemente durante todo dia, sem ter nenhuma noção de como usa – lá corretamente.

    • Inadaptações Vocais :

Não existe, no corpo humano, um aparelho que tenha por função específica a fonação, mas o que temos é uma adaptação de várias estruturas, formando assim o aparelho fonador. Quando não existe uma boa adaptação destas estruturas, ocorre o que chamamos de Inadaptações Vocais.

    • Alterações Psicoemocionais:

Nossas emoções influenciam e são responsáveis por mudanças na nossa voz. A voz, como já foi dito anteriormente, faz com que nos comuniquemos com outras pessoas; se temos alguma emoção muito forte (raiva, ansiedade, alegria), poderá repercutir em nossa voz, provocando uma disfonia funcional.

    • Disfonias Orgânico – Funcionais:

São, em geral, iniciadas com uma disfonia funcional que tem seu diagnóstico tardio, como a disfonia funcional não foi tratada, então ela evolui para uma lesão secundária nas pregas vocais.

    • Disfonias Orgânicos :

São aquelas que apresentam uma alteração anatômica nas pregas vocais.

Existem vários tipos de alterações anatômicas, veremos algumas:

    • Nódulos :

São tumores benignos nas pregas vocais, podem ter sua origem no mau uso da voz. O tratamento é feito através de fonoterapia e só em alguns casos tem que haver uma intervenção cirúrgica.

    • Pólipos:

São tumores benignos nas pregas vocais. O seu tratamento é cirúrgico, e seguido de fonoterapia.

    • Paralisia das pregas vocais:

Ocorre devido a uma lesão nervosa, podendo atingir uma prega vocal ou ambas. Isso pode acontecer por alterações cerebrais, ou alterações cardíacas, ou tumores. O tratamento é feito através de fonoterapia, e em alguns casos é necessário realizar cirurgia com o objetivo de melhorar o posicionamento das pregas vocais.

    • Câncer:

É um tumor maligno que localiza-se nas pregas vocais. Ocorre com maior freqüência em fumantes. O tratamento pode ser cirúrgico ou radioterápico.

Para maiores esclarecimentos sobre disfonia, ou caso a rouquidão permanecer mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.fonoaudiologia.com

Cuidado Diário com a Voz

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Cuidados com a Voz

A voz é um instrumento de trabalho para muitos profissionais, que a usam exaustivamente durante todo o dia.

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Mas mesmo aqueles que a usam com moderação devem tomar alguns cuidados para mantê-la sempre saudável. Por isso, evite disfonias (alterações vocais com origem orgânica e/ou funcional) seguindo as orientações abaixo.

Mas acima e antes de tudo procurando especialistas, o otorrinolaringologista ou o fonoaudiólogo. Nunca se automedique ou siga orientações de leigos. É a sua voz, ou a falta dela, que está em jogo.

– Mantenha uma postura correta enquanto trabalha com a voz: corpo ereto com correto alinhamento do eixo cabeça-pescoço-costas, mas sem tensão.

– Aqueça e desaqueça a voz antes e depois dos esforços vocais, através dos exercícios do final do texto.

– Mantenha o aparelho fonador hidratado, bebendo água em abundância, de preferência à temperatura ambiente.

– Tenha uma alimentação saudável, rica em alimentos leves e de fácil digestão (frutas, legumes, vegetais, peixe, frango).

– Coma maçã, que tem propriedades adstringentes.

– Durma 8 horas por noite e repousar nos períodos de maior trabalho vocal.

– Repouse a voz após seu uso intensivo.

– Relaxe e mantenha o controle emocional. A prática de yoga e pilates são recomendados para o alcance desse objetivo.

– Pratique natação, ciclismo, aeróbica, etc. (respiração e alongamento dos músculos).

– Evite lugares barulhentos antes e depois do esforço vocal, já que obrigam à competição sonora entre a voz e o ruído.

– Evite permanecer em ambientes refrigerados ou aquecidos por ar condicionado, já que este retira a umidade do ar.

– Evite ambientes com poeiras, mofo ou cheiros fortes.

– Evite tossir ou pigarrear, já que favorecem o atrito nas cordas vocais; optar por engolir saliva ou beber água para afastar o incômodo.

– Evite alimentos pesados, muito condimentados ou gordurosos antes de deitar, para evitar o refluxo gastroesofágico. Estes alimentos devem ser evitados também antes do esforço vocal.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://unimedvivasaude.com.br

Aumenta número de sobreviventes do câncer nos EUA

O número de americanos que sobreviveram ao câncer está em ascensão, e se espera que chegue a 18 milhões de pessoas na próxima década, segundo um relatório publicado nesta quarta-feira.

Esse número representa um aumento de 30% com relação aos últimos dados divulgados em janeiro de 2012, que mostravam que 13,7 milhões de pessoas sobreviveram no país a algum tipo de câncer, de acordo com a Associação Americana para a Pesquisa do Câncer (AACR, na sigla em inglês).

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As projeções de aumento se devem, sobretudo, ao envelhecimento da população, com dois terços dos sobreviventes de câncer com 65 anos ou mais em 2020, acrescentou o estudo.

A tendência representa um novo desafio para a área da saúde e para os sobreviventes mais longevos e que poderão enfrentar outros problemas de saúde no longo prazo.

“Como assegurar que estes pacientes tenham uma vida não só longa, mas saudável e produtiva, será um desafio vital para todos nós”, afirmou Julia Rowland, diretora do Departamento de Sobreviventes de Câncer do Instituto Nacional do Câncer, que integra os Institutos de Saúde Nacional (NIH) dos Estados Unidos.

Segundo o informe da AACR, as mulheres que sofreram câncer de mama somam 22% dos sobreviventes e os homens com câncer de próstata, 20%.

No entanto, os sobreviventes de câncer de pulmão representam apenas 3%.

“Para os pacientes de câncer de próstata, temos quase 100% de sobrevivência durante cinco anos e no câncer de mama também há tremendos avanços, com a sobrevivência para cinco anos subindo de 75% em 1975 para quase 89% em 2012”, afirmou Rowland.

Considera-se que uma pessoa sobrevive ao câncer quando vive há cinco anos sem sinal de ressurgimento da doença.

Segundo estimativas da Sociedade Americana do Câncer, a doença ainda mata 1.500 pessoas por dia nos Estados Unidos – um total de 301.820 homens e 275.370 mulheres em 2012. Todos os anos, 1,6 milhão de americanos são diagnosticados com câncer no país.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br

Cientistas descobrem gene por trás de câncer agressivo de Próstata

Homens que sofrem câncer de próstata e que carregam um gene mutante podem desenvolver a forma mais agressiva da doença, alertam especialistas britânicos.

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O gene BRCA2 está geralmente relacionado a formas hereditárias de câncer de mama, próstata e ovário.

Agora, os pesquisadores do Institute of Câncer Research, em Londres, e do Royal Marsden NHS Foundation Trust acreditam que, além de terem mais probabilidade de ter câncer de próstata, homens que carregam o gene BRCA2 têm menos chances de sobreviver a formas agressivas do tumor.

O câncer de próstata pode se desenvolver devagar ou rapidamente, algo difícil de prever nos estágios iniciais da doença. Muitos homens convivem com o tumor a vida inteira sem manifestar sintomas. Muitos nem precisam de tratamento.

Mas os cientistas alertam que os que sofrem de câncer de próstata e têm o gene defeituoso devem ser tratados o mais rapidamente possível porque neles há probabilidade maior de o tumor se espalhar.

Tratamento imediato

O professor Ros Eeles e seus colegas analisaram pacientes de câncer de próstata, incluindo 61 homens com o gene BRCA2, 18 com uma mutação genética similar conhecida como BRCA1 e outros 1.940 sem mutações genéticas.

Eles concluíram que os pacientes com a mutação BRCA2 tinham menor chance de sobreviver ao câncer, vivendo cerca de seis anos e meio após o diagnóstico. Já os pacientes com a mutação BRCA1 e os que não apresentavam qualquer mutação viveram quase 13 anos após o tumor ser detectado.

Os cientistas observaram que os pacientes com o gene BRCA2 ainda tinham mais chance de apresentar a forma mais avançada da doença já na época do diagnóstico.

Na avaliação do professor Eeles, “faz sentido começar a tratar esses pacientes com cirurgia ou radioterapia imediatamente, ainda nos primeiros estágios da doença”.

A médica Julie Sharp, da organização Câncer Research UK, diz que o estudo sugere que os médicos devem considerar tratar este grupo de pacientes muito antes do que fazem atualmente.

“Este é o maior estudo já feito sobre a relação entre câncer de próstata e o gene mutante, mostrando que os médicos devem começar tratamento logo, em vez de aguardar para ver como a doença se desenvolve”, diz Sharp.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

Dia Mundial do Câncer alerta para mitos sobre a doença

Instituído em 2005, o Dia Mundial do Câncer é celebrado todo dia 4 de fevereiro por diversos países. Criada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), a data foi criada para aumentar a conscientização sobre a doença, uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo.

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O objetivo da campanha, este ano, é derrubar mitos relacionados à doença:

– MITO Nº 1: O câncer é apenas um problema de saúde – na verdade, ele engloba também questões sociais, econômicas, de direitos humanos e relativas ao desenvolvimento dos países. Aproximadamente 47% dos casos e 55% das mortes pela doença ocorrem nas regiões menos desenvolvidas do globo.

– MITO Nº 2: O câncer é uma doença de pessoas de idade e de países ricos. A verdade é que a enfermidade afeta países ricos e pobres, além de pessoas de todas as idades. Mas alguns tipos de tumor, como o de colo de útero, por exemplo, causam mais mortes (85% das 275 mil registradas todo ano) nos países em desenvolvimento.

– MITO Nº 3: O câncer é uma sentença de morte. A verdade é que muitos tipos de câncer que já foram considerados dessa forma hoje podem ser curados ou tratados de forma eficaz.

– MITO Nº 4: O câncer é meu destino. A verdade é que, com estratégias adequadas, cerca de um terço dos tipos mais comuns de câncer pode ser prevenido.

Indivíduos e comunidades são incentivados a lançar luz sobre os quatro principais “mitos” sobre o câncer e a “verdade” correspondente através do aplicativo da UICC no Facebook. Faça o download do aplicativo em https://apps.facebook.com/world_cancer_day.

Metas para 2025

Segundo a União para o Controle Internacional do Câncer (UICC) e a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), 1,5 milhão de vidas que seriam perdidas para o câncer poderiam ser salvas por ano se medidas decisivas fossem tomadas para alcançar a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “25 em 25”: reduzir em 25% as mortes prematuras devidas a doenças não transmissíveis (DNT) até 2025.

A cada ano, 4 milhões de pessoas morrem prematuramente de câncer em todo o mundo (na faixa etária de 30 a 69 anos). A menos que sejam tomadas medidas urgentes para aumentar a conscientização sobre a doença e desenvolver estratégias práticas para lidar com o câncer, em 2025 essa tendência deve aumentar a alarmantes 6 milhões de mortes prematuras por ano devido ao câncer.

“A estimativa de 1,5 milhão de vidas perdidas por ano para o câncer que poderiam ser evitadas deve servir para fortalecer os nossos esforços na implementação da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “25 em 25″”disse Christopher Wild, diretor do Iarc.

“Há, agora, a necessidade de um compromisso global para ajudar nos avanços na implementação política e encorajamento da aplicação abrangente dos Planos Nacionais de Controle do Câncer. Se quisermos obter sucesso nisso, temos uma responsabilidade coletiva de apoiar países de baixa e média renda que estão tratando de uma epidemia de câncer com recursos insuficientes.”

Um milhão e meio de vidas perdidas por ano representam 25% dos cerca de 6 milhões de mortes prematuras de câncer que ocorrerão até 2025, e a cifra de 6 milhões baseia-se em projeções populacionais de números atuais e envelhecimento.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br/


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