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Dia Mundial do Coração: faça escolhas Saudáveis e previna Doenças

E, entre outras coisas, como a genética, o principal motivo que faz os índices de doenças do coração subir são os hábitos nada saudáveis de jovens, adultos e idosos no Brasil. Por isso, os hospitais estão cheios de pacientes com diversos  problemas cardiovasculares, entre eles o infarto, angina, obstrução das artérias coronárias, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e, o mais comum, hipertensão arterial.

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Quais as causas 
“Algumas doenças cardiovasculares, como a hipertensão, por exemplo, não têm, na maioria dos casos, um motivo único para o seu desenvolvimento. O conhecimento atual sobre as causas das doenças cardiovasculares aponta para uma combinação de predisposição genética, idade e estilo de vida – alimentação e atividade física, por exemplo”, contou ao Terrao cardiologista Dr. Abel Magalhães, do Vita Check-up Center.

“No geral, estas doenças não têm cura, têm controle. E isso é feito tendo alguns cuidados. Sempre é válido mudar os hábitos e se cuidar para diminuir os riscos”, informou o Dr. Guilherme de Menezes Succi, especialista em cirurgia cardiovascular com doutorado pela USP.

No entanto, apesar de ser comprovado que a prevenção é o principal fator de sucesso contra as doenças cardiovasculares, o Brasil ainda não tem grandes resultados neste aspecto. “Percebe-se que o Brasil ainda não possui uma cultura muito amadurecida de diagnóstico precoce e mudanças no estilo de vida (como preconizado através de check-ups médicos periódicos), ao contrário de países com mais tradição em medicina preventiva”, disse o Dr. Abel Magalhães.

Consuma alimentos que ajudam a proteger o coração
Por isso, o objetivo é buscar alimentos saudáveis que ajudam a proteger o coração, como  castanhas em geral, que possuem substâncias antioxidantes – um tipo de gordura boa que diminui as inflamações. Tomar álcool em pequenas quantidades, principalmente o vinho, que, segundo o Dr. Guilherme Succi, tem subtâncias flavonoides, que têm um efeito cardio protetor, também é um bom hábito. O ideal é uma taça de vinho por dia.

O cacau também tem efeito oxidante. Mas é preciso ficar atento com o chocolate ideal que é aquele com mais de 70% de teor de cacau. “Quem consome chocolates convencionais acaba trocando os benefícios do cacau pelos malefícios do alto teor da gordura”, explica o cardiologista.

As fontes de fibras, como verduras, legumes, frutas e cereais integrais também devem ser priorizados e ajudam tanto na redução da absorção de gorduras, além de controlar o colesterol, promovendo um funcionamento mais adequado do intestino evitando a retenção de toxinas. Mas os diabéticos devem prestar atenção ao consumo de frutas que, apesar de saudáveis, são bastante calóricas.

Alimentos a serem evitados
Para controlar os fatores de risco, como o colesterol, o ideal é trocar as gorduras que não são tão saudáveis por gorduras saudáveis. Tente diminuir o consumo de gordura saturada, como picanha, costela, cupim e todos os embutidos, como presunto, salame e bacon. Alimentos processados como creme de leite, molhos, cremes, recheios e coberturas também devem estar na mesa somente esporadicamente.

A nutricionista Camila Gracia alerta também para o controle do uso de sal. “O ideal é usar o mínimo de sal possível e optar por alternativas, como pimenta, alho, cebola e ervas em geral”.

Carne branca é sempre melhor que a vermelha?
Apesar do senso comum de que carne vermelha é sempre pior que a branca, o Dr. Guilherme Succi esclarece que o critério para avaliar a qualidade do produto é, na verdade, a quantidade de gordura.  “Não interessa a cor da carne. Um peixe de água doce, por exemplo, é extremamente gorduroso e uma coxa de frango com pele também tem mais colesterol que qualquer picanha”.

Ele alerta ainda que a gordura visível que tem nas carnes deve ser sempre retirada, pois é muito prejudicial.

Como cuidar da alimentação de quem foi diagnosticado com uma doença cardiovascular
Uma pessoa diagnosticada com alguma doença cardiovascular deve priorizar uma alimentação rica em verduras e legumes, com maior frequência de peixes, aves sem pele e evitar frituras. “Optar por alimentos mais grelhados, assados, ensopados e cozidos é a melhor opção”, esclarece a nutricionista do HCor.

Ela esclarece ainda sobre o modo de preparo das refeições e afirma que usar o óleo de soja em quantidade moderada para fazer a comida já é um começo. Trocar outros temperos pelo azeite na salada também é uma opção viável e mais saudável.  “No fundo as pessoas sabem o que têm que comer, mas no dia a dia, fazem escolhas erradas”, concluiu a nutricionista Camila Gracia.

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Saiba como prevenir Doenças Cardíacas

Neste sábado, 29 de setembro, é lembrado o Dia Mundial do Coração. O estilo de vida assumiu recentemente grande importância na prevenção de problemas do coração. De acordo com o cardiologista do Hospital Conceição (RS), vinculado ao Ministério da Saúde, e presidente da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul, Justo Antero Leivas, os principais fatores que podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares são obesidade, tabagismo, colesterol alto, sedentarismo, estresse e hipertensão arterial.

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“Infarto e acidente vascular cerebral (AVC) são as duas causas que mais matam no Brasil, tanto homens quanto mulheres. Somadas dão quase 40% das mortes no país. Mudanças no cotidiano fazem toda a diferença e não têm contraindicações, podem ser adotadas dos jovens aos idosos”, observa o especialista. “Uma das atitudes mais importantes para quem quer cuidar do coração é praticar exercícios. É necessário fazer atividade física leve por, no mínimo, 150 minutos por semana, que podem ser divididos em 30 minutos por dia, cinco vezes por semana”, indica o cardiologista.

Cultivar as amizades, ler bons livros e dar boas risadas também fazem bem ao coração. “É importante manter o hábito de sair com os amigos e praticar atividades prazerosas, que aliviem as situações de tensão. O estresse é uma das principais causas no aumento do colesterol e da pressão alta que prejudicam o coração”, frisa Justo Antero Leivas.

O médico salienta a importância de manter uma alimentação saudável para evitar obesidade, colesterol alto e hipertensão arterial, inimigos do bom funcionamento do coração. Isto, sem perder o sabor e o prazer à mesa. “Desde que tomada de forma comedida, uma taça de vinho tinto por dia, por exemplo, é benéfica para a saúde cardiovascular, pois contribui para o aumento do colesterol bom (HDL). O azeite tem a mesma propriedade. Este deve fazer parte da nossa alimentação diária, usado para temperar a salada”, diz o médico.

Para controlar a pressão arterial, é necessário diminuir a ingestão de sal. Tirar o saleiro da mesa tem resultado favorável. O brasileiro consome mais do que o dobro indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O cardiologista destaca que a gordura abdominal é um motivo de preocupação. “É arriscada a gordura acumulada no abdome. É conhecida também como gordura visceral por se encontrar próxima aos principais órgãos do corpo e também pode ser responsável pelo aparecimento de doenças cardiovasculares”, completa.

Para estar dentro do peso ideal, o cardiologista explica a importância de calcular o Índice de Massa Corporal (IMC), obtido pela divisão entre o peso e o quadrado da altura. “O excesso de peso é diagnosticado quando o IMC alcança valor igual ou superior a 25 kg/m2, enquanto que a obesidade é diagnosticada a partir do IMC de 30 kg/m2”, diz.

De acordo com a última pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), a frequência de adultos com excesso de peso variou entre 39,8% em São Luís e 55,4% em Porto Alegre. O cardiologista do Hospital Conceição credita aos hábitos alimentares do Rio Grande do Sul, como o consumo de carnes gordas e muito salgadas no churrasco, como um dos fatores do estado ser o maior em número de excesso de peso.

Justo Antero Leivas também lembra que o tabagismo não afeta apenas o pulmão. Também desenvolve uma série de doenças crônicas, como as cardiovasculares.

Alimentação saudável – De acordo com o Guia alimentar para a população brasileira a alimentação saudável é sempre constituída por três tipos de alimentos básicos: com alta concentração de carboidratos, como os grãos (incluindo arroz, milho e trigo), pães, massas, tubérculos (como as batatas e o inhame) e raízes (como a mandioca); frutas, legumes e verduras; e os alimentos vegetais ricos em proteínas, particularmente os cereais integrais, as leguminosas e também as sementes e castanhas. A recomendação é que 55% a 75% da energia diária provenham de frutas, legumes e verduras, cereais – de preferência integrais – e tubérculos e raízes.

 

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Calendário Viva Melhor: 4º Trimestre

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Suicídio mata 25 brasileiros por dia

Um dos temas mais cercados por tabus, mitos e preconceitos, o suicídio está longe de ser um problema isolado e sem possibilidade de prevenção. Só no Brasil, pelo menos 25 pessoas tiram suas vidas diariamente e pelo menos 22 desses casos poderiam ter sido evitados.

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Angústia, solidão, medo, depressão, dependência química e perdas são alguns dos motivos que explicam a intenção do suicida, mas, um fator que definitivamente dificulta a redução dessa triste estatística é o preconceito que cerca o assunto. Por ser uma realidade mundial, o IASP – Associação Internacional de Prevenção do Suicídio definiu o tema “Preconceito: uma barreira à prevenção do suicídio”, como a bandeira deste ano.

O preconceito é tão forte que ele existe não somente com quem tenta tirar a própria vida, mas também com quem simplesmente tem ideias suicidas ou com a família de um suicida. Por esse motivo é importante ampliar a discussão do tema, a começar pelos lares, escolas e rodas de amigos. O assunto suicídio passa por um momento muito parecido com o que o câncer passou há duas ou três décadas. A população beira a negação da existência do fato e, com isso, não se conhece a realidade.

No caso da prevenção do suicídio, o preconceito traz prejuízos de duas maneiras muito importantes. A primeira é que o tabu barra a difusão de informações confiáveis e sem informação, não há prevenção.

A segunda atinge diretamente a ação preventiva, pois, no caso do suicídio, a melhor prevenção é a busca por ajuda. Uma pessoa com ideias suicidas não encontra espaço para buscar apoio em uma sociedade preconceituosa e, pior ainda, recebe muitas críticas e acusações, o que acaba por agravar sua intenção auto-destrutiva.

Na última terça-feira, dia 10 de setembro o CVV, entidade que atua gratuitamente na prevenção do suicídio há 51 anos, fará ações de divulgação e mobilização em diferentes locais do país. O intuito é, justamente, estimular a população a falar sobre o assunto, se colocar à disposição de quem busca ajuda e, quando for o caso, entender que é possível pedir socorro e mudar o rumo de sua vida.

Uma iniciativa do CVV lançada na última semana de agosto é o movimento “Isso me faz seguir em frente”. Inicialmente baseado no Facebook, na página https://www.facebook.com/issomefazseguir, o movimento quer estimular as pessoas a refletirem sobre suas emoções e motivações (veja mais em http://cvv.org.br/site/releases/122-cvv-lanca-movimento-isso-me-faz-seguir-em-frente.html).

O suicídio no Brasil

– No Brasil, 25 pessoas morrem vítimas de suicídio por dia e ao menos outras 50 tentam tirar a própria vida.
– No mundo, uma pessoa se mata a cada 40 segundos.
– Segundo pesquisa da Unicamp, 17% dos brasileiros pensaram seriamente em cometer suicídio no decorrer de suas vidas.
– De todos os casos, mais de 90% poderiam ser evitados.
– Quem tenta suicídio pede ajuda.

Apesar da seriedade do assunto, o suicídio ainda é um tabu na sociedade brasileira o que dificulta a sua prevenção. O CVV acredita que uma forma importante de se evitar novos casos é conversar sobre o assunto para derrubar mitos e quebrar tabus.

Sobre o CVV

O CVV – Centro de Valorização da Vida, fundado em São Paulo em 1962, é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973. Presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Os mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.200 voluntários em 18 estados mais o Distrito Federal, pelo telefone 141 (24 horas), pessoalmente (nos 72 postos de atendimento) ou pelo site www.cvv.org.br via chat, VoIP (Skype) e e-mail.

É associado ao Befrienders Worldwide (www.befrienders.org), entidade que congrega as instituições congêneres de todo o mundo e foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como a melhor iniciativa não governamental de prevenção ao suicídio no Brasil.

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Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado hoje (10), a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu mais ações na prevenção de casos de pessoas que tiram a própria vida. A estimativa é que quase 3 mil pessoas cometam suicídios todos os dias no mundo – um a cada 40 segundos. Segundo a entidade, essas iniciativas são de responsabilidade coletiva e devem ser lideradas por governos e sociedade civil.

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Apesar de prevenível, o suicídio responde como uma das três principais causa de morte entre pessoas economicamente ativa com idade entre 15 e 44 anos e como a segunda maior causa de morte entre pessoas de 15 a 19 anos. Os idosos, de acordo com a OMS, também apresentam alto risco de cometer suicídio.

As recomendações integram o documento Public Health Action for the Prevention of Suicide (em tradução livre, Ação de Saúde Pública para a Prevenção do Suicídio), lançado pela instituição para incentivar debates pela passagem da data. A publicação, em inglês, está disponível no site da entidade.

“Em nível global, é preciso ter consciência de que o suicídio é a principal causa evitável de morte prematura. Os governos precisam desenvolver políticas e estratégias nacionais de prevenção ao suicídio. A nível local, resultados de pesquisa precisam ser traduzidos em programas de prevenção e atividades nas comunidades”, destacou a organização.

Em 2006, o Ministério da Saúde publicou uma portaria que instituiu as Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio, a serem implantadas em todos os estados e no Distrito Federal. A ideia é que cada ente federado desenvolva estratégias de promoção de qualidade de vida, de proteção e  recuperação da saúde e de prevenção de danos, além de promover a sensibilização de que o suicídio é um problema de saúde pública que pode ser prevenido.

De acordo com o coordenador do Centro de Valorização da Vida (CVV) na região do ABC Paulista, Carlos Alberto Correia, o tema dificilmente é tratado de forma aberta pelos governos e pelas próprias pessoas envolvidas. “É uma questão muito delicada para todos – inclusive para os próprios familiares. Há quase um pacto no íntimo de cada um para não se falar sobre isso”, disse.

Para Correia, uma das estratégias de prevenção ao suicídio consiste em uma autoanálise periódica, na qual cada indivíduo avalia sua saúde física e emocional. “Estou cuidando de mim? Comendo bem? Praticando esportes? Abusando de álcool ou outras drogas? Isso já é um começo para ver até que ponto estou colaborando para não gerar problemas lá na frente”, explicou.

Outro método prevê a abertura de um canal de comunicação em ambientes de convivência. “Os professores, por exemplo, estão dia a dia com os alunos e percebem no olho de cada um quando algo não está bem. Poderiam abrir esse canal de comunicação dando atenção, tentando entender o que está acontecendo, facilitando o desabafo”, destacou.

Correia comentou ainda a alta taxa de reincidência do suicídio – no Brasil, estimativas do CVV dão conta que mais de 80% das pessoas que tentaram tirar a própria vida uma vez voltaram a cometer o ato. Um dos apelos da entidade é que seja criada uma rede telefônica gratuita para atender a pessoas emocionalmente instáveis e que precisam de aconselhamento. Atualmente, o serviço 141 (Linha da Vida) funciona 24 horas todos os dias, mas quem liga precisa pagar pela tarifa telefônica.

“Às vezes, isso dificulta porque a ligação se prolonga quando a pessoa liga para desabafar”, disse Correia. “As pessoas precisam, mas, muitas vezes, não encontram alguém de confiança para fazer isso. Trata-se de uma tristeza que não vai embora. Precisamos mostrar para essas pessoas que, ao perceberem os sinais e se sentirem impotentes, tentem caminhar para uma ajuda profissional”, completou.

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Dia Mundial da Raiva

Por iniciativa da Aliança Global para o Controle da Raiva (ARC), com o apoio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi comemorado anualmente, em 08/09, o Dia Mundial da Raiva.

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De acordo com a ONU, todos os anos, cerca de 20 milhões de cães – 38 a cada minuto – são mortos de forma cruel na tentativa de combater a doença. No entanto, há uma forma muito mais humanitária de erradicá-la. Envolvida com a causa, inclusive no Brasil, a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) mantém há dois anos a campanha Coleiras Vermelhas – Na luta contra a Raiva, que busca conscientizar os governos de diversos países de que programas gratuitos de vacinação em massa são a melhor maneira de combater a doença, que mata cerca de 55 mil pessoas anualmente.

Dados do Ministério da Saúde revelam que o Brasil tem feito sua lição de casa quando o assunto é a luta contra a Raiva, estando atualmente entre os principais exemplos de combate eficaz à doença em todo o mundo. Desde 1973, quando foi implantado no país o Programa Nacional de Prevenção da Raiva, houve uma redução de 95% nos casos de Raiva canina. E mais: os casos de Raiva humana também caíram. Foram 73 em 1990, contra apenas dois em 2011.

Segundo a WSPA, além do Brasil, países como Chile, México e Peru estão, há mais de 30 anos, promovendo com sucesso métodos humanitários e sustentáveis de combate à Raiva. Como resposta, em toda a América Latina, os casos de Raiva canina apresentaram uma queda de mais de 99% entre 1977 e 2011.

Para comemorar o Dia Mundial da Raiva, a WSPA comemorou mais uma conquista: a organização acaba de firmar uma parceria com o governo de Bangladesh para o desenvolvimento de um Plano Nacional de Ações, visando erradicar a Raiva animal no país, onde cerca de duas mil pessoas morrem anualmente por conta da doença.

Assista, abaixo, ao vídeo da campanha Coleiras Vermelhas e não deixe de disseminar por aí a importância de levar os cães para serem vacinados gratuitamente contra a raiva.

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Medicamento de Marca, Genérico e Similar: Qual a diferença?

Com milhares de fórmulas de princípios ativos disponíveis no mercado para o tratamento das mais variadas doenças, muitas pessoas ficam na dúvida na hora de comprar medicamentos. Nesse domingo (08), será lembrando como o Dia Nacional de Luto por Medicamento. Os remédios seja pela marca do laboratório, pelo preço, por aconselhamento do médico ou do farmacêutico, ou ainda pelo receio de consumir medicamentos genéricos ou pela falta de conhecimento sobre o assunto, muitas pessoas acabam por pagar mais caro nos chamados “medicamentos de marca”.

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Um medicamento é um produto farmacêutico composto por uma ou mais moléculas, o que é chamado de princípio ativo. O objetivo primário de todo medicamento é atingir um alvo específico no corpo, promovendo benefícios a quem o toma.

Existem diferenças entre medicamentos sintéticos e biológicos. Esses últimos são produzidos a partir de seres vivos, por meio da combinação de DNA humano com sistemas celulares não-humanos. Dessa forma, os medicamentos biológicos possuem moléculas grandes e em seu processo de manufatura devem ser controlados para não ocorrerem variações em sua estrutura durante a fabricação. Os medicamentos biológicos são difíceis de serem digeridos pelo intestino, sendo administrados por injeção para chegar diretamente ao sangue.

Os medicamentos sintéticos, por sua vez, são aqueles obtidos através da combinação de substâncias químicas, sendo que seu princípio ativo tem moléculas pequenas e mais estáveis no organismo, o que faz com que sejam absorvidas rapidamente pelo corpo.

Conhecer as semelhanças e diferenças entre os medicamentos é fundamental para medir o melhor custo-benefício na hora de comprar. Veja abaixo o que é cada tipo de medicamento.

Medicamento de Marca

O medicamento de marca, também chamado de inovador, é aquele cujo princípio ativo tenha sido o primeiro a obter registro no país. Isso só ocorre após a realização de pesquisas e testes que validem seus efeitos e que mostrem sua segurança para consumo humano. Sua formulação é protegida por uma patente.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) analisa os dados das pesquisas e, através da Gerência Geral de Medicamentos (GGMED), libera ou não a patente do princípio ativo para o laboratório. O processo de liberação é longo, sendo necessário que o laboratório apresente os resultados das três fases de estudos clínicos que foram realizados, informações técnicas sobre a droga e sua toxidade, estudos que comprovem seu prazo de validade, o texto da bula, a estimativa de preço de venda e um certificado emitido pela própria ANVISA que garanta que a fábrica onde o medicamento será produzido segue os padrões estabelecidos por lei. Um medicamento inovador leva de 9 a 14 meses para ser aprovado pela Agência.

Medicamento Genérico

Quando a patente expira, a legislação brasileira permite que outros laboratórios passem a fabricar o medicamento inovador, desde que comercializados pelo nome de seu principio ativo.

Para lançar um medicamento genérico, a empresa deve provar à ANVISA que seu produto é uma cópia do medicamento inovador, e que atende às normas dos órgãos regulatórios. Dessa forma, o genérico deve ter o mesmo fármaco, na mesma quantidade e forma farmacêutica do medicamento de referência.

O genérico possui a mesma eficácia do medicamento inovador, mas, como não houve gastos com pesquisas, eles custam, no mínimo, 35% a menos do que os remédios de marca. Isso não quer dizer não são realizados estudos, pois é necessário garantir a bioequivalência do genérico em relação ao medicamento de referência.

Bioequivalência é a demonstração de equivalência farmacêutica entre os medicamentos apresentados sob a mesma forma farmacológica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípios ativos e que tenham biodisponibilidade (velocidade e a extensão  de absorção de um princípio ativo em uma forma farmacêutica, a partir de sua curva concentração / tempo na circulação sistêmica ou sua secreção na urina) quando estudados sob experimentos similares.

Os medicamentos genéricos possuem regras de venda: não podem ser vendidos sob nome comercial, sendo que em sua caixa deve constar a denominação química do princípio ativo, além da tarja amarela com a frase “Medicamento genérico – Lei 9.787/99”.

A política de genéricos no Brasil foi criada a fim de ampliar o acesso da população aos medicamentos. O foco principal dos genéricos vendidos hoje são as doenças crônicas, como a hipertensão e o diabetes. Hoje, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genérico), é possível comprar medicamentos com valores até 65% menores do que antes da que permite a venda de genéricos e similares.

Medicamento Similar

Assim como ocorre com o medicamento genérico, o similar tem o mesmo principio ativo, concentração, forma farmacêutica, administração e indicação terapêutica do medicamento inovador, mas é vendido com outro nome comercial. Contudo, de acordo com a legislação vigente, parte dos medicamentos similares podem não possuir comprovação de bioequivalência com a droga inovadora, mas todos devem ser submetidos a testes pela ANVISA.

A obrigatoriedade de estudos de equivalência farmacêutica surgiu através da RDC 134/03, em 2003. Foi determinado que 21 princípios ativos específicos apresentassem comprovação de bioequivalência naquele ano, e os demais têm até 2014 para apresentar seus resultados à ANVISA.

Da mesma forma que um medicamento de marca, a droga similar é vendida com um nome fantasia, que vem estampado em sua embalagem seguido de seu princípio ativo.

Como sua fabricação exige custos menores do que a de um medicamento inovador, o similar tende a ser mais barato. Dos 11 mil medicamentos registrados na ANVISA, estima-se que cerca de oito mil são similares.

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Especialistas elogiam políticas públicas de combate ao fumo

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, ontem (29), médicos e especialistas na área elogiaram as políticas públicas implementadas que, nos últimos 20 anos, contribuíram para uma queda de cerca de 50% no número de fumantes no país. Para o diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Ademir Lopes Júnior, a criação de ações complementares e interligadas permitiu a diminuição.

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“Restringiram a propaganda do cigarro, houve um aumento de disponibilidade de tratamento para quem quisesse parar de fumar e restringiram o número de locais onde as pessoas podem fumar”, destacou o médico ao site da Agência Brasil.

De acordo com o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro, a Lei 12.546, de 2012, que proíbe o fumo em local coletivo fechado, privado ou público, não diminuiu a clientela. A percepção desses estabelecimentos, segundo o sindicato, é que a adesão e o entendimento da sociedade sobre o assunto é cada vez maior e que os clientes fumantes já assimilaram a legislação em vigor, retirando-se para local aberto na hora de fumar.

O médico de família também citou as ações do governo, dentro da política antitabagismo, que vem trabalhando com os pequenos produtores de fumo, incentivando-os a parar com a cultivo e começar outros tipos de produção, inclusive com incentivo financeiro.

O epidemiologista do Instituto Nacional do Câncer (Inca), André Szklo, ressaltou que, embora cada uma das políticas tenha tido sua contribuição na redução de fumantes, a iniciativa de maior impacto foi a de aumento de impostos nos derivados do tabaco e de fixação de preço mínimo do cigarro. “Metade da queda que ocorreu pode ser explicada somente pela política do aumento dos impostos”, comentou ele.

Szklo acrescentou que “o aumento do preço do cigarro tem grande impacto na iniciação, inibe a iniciação por parte de uma pessoa jovem, que ainda não tem o mesmo poder aquisitivo de um adulto”.

O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Daniel Kitner, também elogiou as políticas de combate ao tabagismo, mas criticou a falta de ações específicas para os idosos. “Hoje o idoso é incluído no grande grupo dos adultos e as orientações vêm para o idoso no mesmo modelo que vão para o indivíduo mais jovem. Mas sabemos que, depois dos 50 anos, a dependência à nicotina fica mais intensa do que no indivíduo mais jovem”.

Kitner ressaltou que os idosos começaram a fumar “com idades mais precoces e acumulam uma carga de pré-disposição ao tabaco mais intensa”. Para o médico, campanhas voltadas a eles contribuiriam para romper com a crença, por grande parte dos idosos, que parar de fumar em idade avançada já não causa benefícios após décadas de fumo acumulado.

“Já temos dados bem seguros da literatura científica provando que a qualquer momento em que o indivíduo abandone o tabagismo terá benefícios, como melhora de qualidade de vida, de performance respiratória e anos depois, o risco de câncer de pulmão começa a reduzir mais, assim como o risco das doenças cardiovasculares”, enumerou o médico.

A patologista da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), Thais Mauad, enfatizou que nunca é tarde para deixar de fumar. “Parar de fumar é a medida mais importante para melhorar a qualidade de vida e até prolongá-la, mesmo em pacientes mais velhos, parar de fumar traz benefícios à saúde. Entre aqueles que pararam aos 60 anos, observou-se um ganho [de vida] de até dois anos em homens e três anos em mulheres”, disse ela.

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Tabagismo e Juventude

No Brasil, segundo dados da pesquisa Vigilância de Tabagismo em Escolares (Vigescola) do Ministério da Saúde, dependendo da cidade/ano, entre 20% e 45% dos jovens entre 13 e 15 anos já experimentaram o cigarro. A Pesquisa Especial sobre Tabagismo (PETab) — realizada em 2008 pelo IBGE em parceria com o INCA —comprova a iniciação ao tabagismo antes da vida adulta: 75% dos fumantes brasileiros iniciam-se no tabagismo até os 18 anos e 67% começam a fumar regularmente com 18 anos ou menos.

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Nos países em desenvolvimento, a média de idade de iniciação ao tabagismo é de 12 anos. Portanto, o tabagismo é considerado uma doença pediátrica.

De acordo com pesquisas recentes, adolescentes fumantes têm alta probabilidade de se tornarem adultos fumantes. Quanto mais cedo se estabelece a dependência do tabaco, maior o risco de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis, morte prematura na meia idade ou na idade madura (Ministério da Saúde, 2011). Além disso, a experimentação é o primeiro passo para uma futura adesão ao consumo regular dos produtos de tabaco e de outras drogas (Ministério da Saúde, 2011). Jovens fumantes, quando comparados aos não fumantes, consomem três vezes mais álcool, usam oito vezes mais maconha, 22 vezes mais cocaína e ainda apresentam comportamentos de risco como sexo sem proteção e agressão física (OMS, 2011). Nos últimos anos, o Ministério da Saúde tem privilegiado trabalhar com a prevenção do tabagismo, em especial, junto a jovens e adolescentes nas campanhas do Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Em 2103, o tema escolhido para o Dia Nacional de Combate ao Fumo é o uso de narguilé e a iniciação ao fumo. O cachimbo de origem oriental vem se popularizando entre jovens no Brasil e no mundo, destacando-se como o preferido entre os derivados do tabaco, que não o cigarro industrializado. De uso coletivo e aparência exótica, o narguilé pode parecer menos agressivo que outros produtos fumados, por usar um filtro d’água e, muitas vezes, aromatizantes e flavorizantes (aditivos que conferem sabores agradáveis ao tabaco). Mas em longo prazo, causa câncer de pulmão, boca e bexiga, estreitamento das artérias e doenças respiratórias.. Além disso, ao compartilhar o narguilé com outros usuários, você se expõe a herpes e outras a doenças da boca, hepatite C e tuberculose.

A campanha deste ano tem como objetivo informar jovens e adultos dos riscos de fumar narguilé. É uma campanha de massa, com foco no público jovem e adulto (aproximadamente de 16 a 50 anos), de ambos os sexos, incluindo fumantes ou não. A opção por focar o público jovem parte da estratégia para prevenir a iniciação e a experimentação (que ocorre principalmente na faixa etária de adolescentes e jovens, aproximadamente entre 13 e 25 anos).

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Envelhecer com Qualidade depende de cuidados que começam na Infância

O Brasil era conhecido na década de 1970 como um país jovem. Com o aumento da expectativa de vida, o número de idosos cresceu. Entre 1998 e 2008, a proporção de idosos aumentou de 8,8% para 11,1%. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008, eram 21 milhões de idosos no país. Em números absolutos, esta população com mais de 60 anos já supera a da França, Inglaterra ou Alemanha. Para que eles tenham boa qualidade de vida, os cuidados devem começar cedo e serem contínuos.

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Luiza Machado, coordenadora da Saúde do Idoso no Ministério da Saúde, afirma que a prevenção é fundamental para uma vida com saúde. “A mãe que oferta um bom pré-natal ao filho e após o nascimento oferece um aleitamento materno de qualidade acaba por influenciar na qualidade de vida do idoso. Ter uma alimentação saudável enquanto criança, adolescente e adulto e diminuir o uso do tabaco e das bebidas alcoólicas também trazem influências positivas”, explica. “Se você quer que seu filho tenha uma velhice com qualidade, vai depender da forma com que você lidou com isso desde a infância”, resume.

De acordo com Luiza, o período escolar é um momento determinante para estabelecer hábitos saudáveis. “Agora, nós temos o Programa Saúde nas Escolas, que ensina aos nossos jovens a importância da alimentação balanceada, que deve ter frutas e verduras e pouca carne vermelha e frituras, reduzindo as chances de que no futuro a pessoa tenha doenças, como a hipertensão, o diabetes e o sobrepeso”, afirma.

Tamara Checcacci, neurogeriatra do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao Ministério da Saúde, explica que a possibilidade de reduzir as chances de uma pessoa desenvolver hipertensão ou diabetes torna mais fácil o caminho para uma vida saudável. “É claro que há fatores genéticos envolvidos na pré-disposição por essas doenças, mas a prevenção pode reduzir os riscos”. Ela acredita que a informação é fundamental para que posturas saudáveis sejam adotadas. “Vejo que os jovens estão mais conscientes disso. Noto que muitas pessoas com mais de 60 anos não tiveram acesso a tantas informações como a juventude atual”.

Atividades intelectuais também colaboram para a saúde na terceira idade. “Nosso cérebro precisa ser estimulado constantemente. Quanto maior a reserva cognitiva, maior o estudo que uma pessoa tem, melhor ela se manterá durante o tempo. Se o cérebro está acostumado a trabalhar muito, ele vai poder se manter em melhores condições por um tempo muito maior. A procura contínua do aprendizado melhora o envelhecimento”, afirma a neurogeriatra do Hospital Federal da Lagoa.

Mexer o corpo, com atividades físicas regulares, é outra forma de conseguir uma vida com qualidade. “Uma simples caminhada traz um benefício muito grande. Além da movimentação corporal, a atividade física proporciona socialização. Ou seja, os ganhos são físicos, mentais e psicológicos”, garante Tamara.

Crescimento da população idosa – A expectativa é que a população idosa não pare de crescer no Brasil. A estimativa é que os idosos serão 32 milhões em 2025 e maioria em 2050, superando o número de brasileiros de zero a 14 anos. “As pessoas precisam acordar para o envelhecimento. É uma realidade. O contingente de idosos está cada vez maior. É importante destacarmos as campanhas de prevenção. A grande maioria dos idosos no Brasil está em plena atividade, entre 60 e 70 anos, trabalhando, com plena capacidade funcional, desempenhando seu papel na sociedade”, afirma a coordenadora da Saúde do Idoso.

Segundo ela, o foco principal está na população mais idosa, com mais de 80 anos, que tem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, mas que podem ser controladas. “Queremos que o idoso viva muito, mas com qualidade, com a capacidade de desempenhar plenamente suas atividades diárias, sem precisar de ajuda”, completa Luiza Machado.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br

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