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Cuidados Para Quem Não Desgruda do Computador
Published maio 5, 2014 Campanhas Leave a CommentTags:Ar-condicionado, atenção, bem-estar, Campanha, computador, comunicado, cuidados, cura, descanso, desgruda, dicas, doença, doenças, Golden Stern, luz nos olhos, Mensagem, olhos, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, tratamento, vento no rosto, visão, Viva Melhor, vivamelhor, vivamelhoronline
Qual é o significado de “Qualidade de vida no trabalho”?
Published maio 2, 2014 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:ABQV, Associação, Colegas, cuidados, Definição, dia do trabalho, funcionários, Local de Trabalho, Qualidade, Qualidade de Vida, qualidade de vida no trabalho, Requerimentos, Saúde, significado, trabalho
Qualidade de vida no trabalho refere-se ao nível de felicidade ou insatisfação com a própria carreira. Diz-se que, aqueles que gostam das suas carreiras, têm uma alta qualidade de vida no trabalho, enquanto aqueles que são infelizes ou cujas necessidades não são preenchidas, de alguma forma, são considerados com uma baixa qualidade de vida no trabalho.
Definição
A qualidade de vida é definida como o nível de prazer na vida de uma pessoa. Em geral, ela é baseada em vários fatores. No mínimo, as necessidades básicas de uma pessoa devem ser atendidas para que elas tenham uma elevada qualidade de vida – elas devem estar saudáveis, ter o suficiente para comer e um lugar para morar. Uma vez que essas necessidades são atendidas, a qualidade de vida de uma pessoa é determinada pela sua própria personalidade, seus desejos e seu nível de realização pessoal. Uma pessoa com uma elevada qualidade de vida tende a se sentir como se todos os seus desejos e necessidades tivessem sido alcançados. Elas, normalmente, são felizes e em geral sentem-se como se sua vida fosse boa. Uma pessoa sem qualidade de vida é deficiente em uma ou várias áreas básicas de sua vida. Por exemplo, os doentes, aqueles que já não são capazes de cuidar de si mesmos ou fazer atividades que gostam por causa de restrições físicas, mentais ou financeiras são, frequentemente, considerados com baixa qualidade de vida.
Aplicação ao local de trabalho
A qualidade de vida no trabalho está especificamente relacionada ao nível de felicidade que deriva da carreira de uma pessoa. Cada pessoa tem necessidades diferentes quando se trata de suas carreiras e o nível da sua qualidade de vida no trabalho é determinado pelo atendimento dessas necessidades. Enquanto algumas pessoas podem se contentar com um simples emprego de salário mínimo, desde que ele ajude a pagar as contas, outras achariam tal trabalho muito tedioso ou com muito trabalho braçal, tornando-o altamente insatisfatório. Assim, os requisitos para ter uma alta “qualidade de vida no trabalho” variam de pessoa para pessoa. Independentemente de seus padrões, aqueles com uma alta qualidade de vida no trabalho, geralmente, fazem o suficiente para viver confortavelmente, consideram o seu trabalho interessante ou atraente e atingem um nível de satisfação pessoal ou o preenchimento dos trabalhos que eles fazem. Em outras palavras, os funcionários que normalmente estão satisfeitos com o seu trabalho, dizem ter uma alta qualidade de vida no trabalho, já aqueles que são infelizes ou insatisfeitos com o seu trabalho dizem ter uma baixa qualidade de vida.
Requerimentos
Embora os requisitos para uma elevada qualidade de vida no trabalho variem de pessoa para pessoa, alguns fatores são necessários para que todos possam ter uma alta qualidade de vida no trabalho. Esses fatores mínimos são o equivalente à saúde, alimentação e abrigo para a qualidade de vida padrão, no entanto, eles são mais específicos para carreiras ou empregos. Por exemplo, para ter uma elevada qualidade de vida no trabalho, uma pessoa tem de ser respeitada. Colegas e funcionários de alto nível devem tratá-la de forma justa e educada. O trabalho não deve causar qualquer desconforto físico ou angústia mental ao empregado. Ele deve sentir-se como se estivesse fazendo algo agradável ou pelo menos não desagradável. O trabalhador deve sentir que o salário pago é suficiente para o trabalho que ele está fazendo. Finalmente, ele deve se sentir valorizado ou apreciado, como se estivesse fazendo algo de importância para a empresa.
Alcançando uma maior qualidade de vida no trabalho
Para alcançar uma alta qualidade de vida no trabalho, é essencial escolher uma atividade que atenda as suas necessidades. Primeiro, você deve determinar quais são essas necessidades. Se você quer um trabalho que envolva a sua mente e te desafie, é importante entender isso com antecedência, para que você possa conquistar as qualificações que lhe permitirão obter tal cargo. É útil se você escolher um trabalho no qual você está interessado. Você precisa considerar quais são os seus interesses e descobrir trabalhos que os atendam. Faça uma lista de coisas que você está procurando em um emprego e fale com um conselheiro de carreira ou visite feiras profissionais para determinar quais tarefas são mais propensas a atender a essas necessidades. Finalmente, preste atenção à sua interação com os empregados existentes quando você vai para entrevistas, a forma como você é tratado por seu chefe e colegas de trabalho terá um tremendo impacto sobre a qualidade de vida no trabalho. Você vai querer garantir que o ambiente do negócio se encaixa ao seu próprio nível de conforto.
Lidando com uma baixa qualidade de vida no trabalho
Infelizmente, apesar dos seus esforços, algumas pessoas encontram-se com uma baixa qualidade de vida no trabalho. Elas podem ser forçadas a aceitar um emprego que não gostam por conta de circunstâncias pessoais ou financeiras, tais como a falta de opções, edução ou qualificações. Para aqueles com uma baixa qualidade de vida no trabalho que não são capazes ou não querem mudar de emprego, é importante lidar com a situação de forma eficaz. Funcionários insatisfeitos podem tentar melhorar sua qualidade de vida no trabalho, optando por focar os componentes positivos dos seus trabalhos. Uma mudança de mentalidade para se concentrar nos benefícios, mesmo que eles sejam mínimos, pode melhorar a qualidade de vida no trabalho. Os empregados insatisfeitos também podem explorar as oportunidades para falar com seus colegas de trabalho e com a gerência, para eliminar os fatores que reduzem a qualidade de sua vida no trabalho, caso seja possível, dependendo da situação do emprego.
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13 dicas para manter a forma física (e mental) no trabalho
Published abril 29, 2014 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:almoço, Aproveite, atividade física, café da manhã, competitivo, dicas, elogia, Estresse, exercícios, faça amigos, gargalhe, hidratar-se, Movimentar, Qualidade de Vida, refeições, relaxamento, Saúde, saúde fisica, saúde mental, Sorrria, stress
As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas aviso aos craques neste tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais.
De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável. “O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina. Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:
1. Vá de tênis
Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênis e disposição para caminhar.
Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.
A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.
2. Elevador? Só para os fracos
Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.
Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.
“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.
Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.
3. Coloque a vida em ordem
Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.
“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.
4. Desligue-se por três minutos
Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.
“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.
5. Coloque papas na língua
Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.
6. Elogie e faça amigos
Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.
7. Seja menos competitivo
“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.
Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.
“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.
8. Gargalhe
Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.
9. Aproveite o dia
Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.
Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.
10. Almoço é sagrado (e ponto)
Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.
“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.
11. Não subestime as refeições pequenas
Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.
“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.
O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.
12. Hidrate-se
Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.
“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.
Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.
13. Levante-se
Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.
“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.
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7 dicas para melhorar o estresse e relaxar depois do trabalho
Published abril 28, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, amigos, Banhos, comédias, comida, cuidados, desempenho. dia do trabalho, dicas, diversão, estressado, Estresse, Melhorar, offline, Qualidade de Vida, relaxamento, relaxar, risadas, risos, Saúde, trabalho
Bom dia! Ainda é segunda-feira e você já está estressado? Já quer o próximo fim de semana? Saiba que você não é o único!
Só que para levar a semana numa boa e até evitar problemas de saúde, você precisa descansar depois do trabalho.
Então respire fundo e veja abaixo dicas de como desacelerar no fim do dia e conseguir relaxar. Depois, vote na enquete abaixo para escolher sua maneira preferida de deixar os problemas para trás.
1) Nada de levar trabalho para casa
É claro que, dependendo da sua profissão, essa dica é complicada. Alguns profissionais ficam ligados o tempo todo, mas faça o máximo que conseguir para não trabalhar em casa. Quando chegar da rua, tente deixar para trás um pouco do que rolou no seu dia. Conversar sobre o que aconteceu é legal para “tirar do sistema” preocupações, mas também não vale acumular estresse, né? Você já se estressou durante o dia e vai se estressar mais uma vez só para contar do estresse que já passou? Pense na sua casa como um refúgio do cotidiano. Faça nela coisas que te deixam contente!
2) Um bom banho ajuda muito
Essa já é até manjada, mas como um bom banho relaxa, né? O banho é um momento que pode servir para você refletir sobre o que aconteceu no dia, mas sem ficar “remoendo” as coisas e sim olhando para elas com uma perspectiva diferente, mais tranquila. Ou então, se nem quiser pensar em nada, não pense. Só aproveite o banho para cantar, ouvir música, relaxar mesmo.
3) Saia com os amigos
Tem dia que o nível de estresse é tão grande que nem é bom socializar, não. Dar “patadas” desnecessárias em quem não merece não é nada legal. Agora, sair com os amigos é muito bom para eliminar estresse. Uma cervejinha com os colegas, um jantar num lugar bem gostoso, opções não faltam. Algumas pessoas acham que relaxar é só se trancar em casa e dormir, mas se divertir, sair com a galera e dar boas risadas estimula a produção de serotonina, substância ligada às sensações de prazer e felicidade.
4) Que tal uma noite romântica?
Aquele gato (ou gata) pode realmente mudar seu dia. Bom papo, risadas, um programa divertido e você esquece de tudo. Se as coisas esquentarem então, pode apostar que você vai relaxar mesmo, afinal o sexo também ajuda na produção da querida serotonina.
5) Filmes e séries
Uma comédia para rir muito, um drama para se emocionar e colocar toda a emoção para fora, um desenho fofo para ficar bem, não importa o gênero. Pode ser um filme, um seriado, aquela novela ou programa de TV que você adora. Pode ser em casa, no cinema, na casa de um amigo, na casa do gato ou gata. O negócio é usar o entretenimento para se desligar dos problemas e curtir uma noite agradável.
6) Hoje pode fazer “gulodice”
Não é todo dia que a gente se permite comer “besteiras”, certo? E aquele seu prato preferido te faz abrir um sorrisão, não faz? Então pronto! Junte o útil ao agradável e se presenteie com alguma “gulodice”. Não precisa nem ser algo “pesado” com um super lanche ou uma sobremesa poderosa. Tem só que ser algo que vai te deixar bem satisfeito.
7) Fique offline
É difícil, a gente sabe, mas que tal experimentar uma noite sem redes sociais, emails, mensagens de texto e aplicativos que ficam apitando? Tire um tempo para fazer o que você quiser, mas um pouco fora do mundo virtual.
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10 Mandamentos para Ser 12 por 8
Published abril 23, 2014 Campanhas Leave a CommentTags:12 por 8, alimentação, atenção, atividade física, bem-estar, Campanha, cigarro, comunicado, controle, Coração, cuidados, cura, dicas, doença, doenças, Estresse, Golden Stern, Hipertensão, hipertensão arterial, Mandamentos, Mensagem, pressão alta, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, tratamento, Viva Melhor, vivamelhor, vivamelhoronline
Estudo avalia prevalência de hipertensão resistente no país
Published abril 21, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Brasil, cuidados, Estudo, FAPESP, Hipertensão, hipertensão arterial, Incor, pais, Pesquisa, pressão, pressão alta, Prevalência, Qualidade de Vida, resistência, Revista Exame, Saúde, tratamento, USP, vida
Determinar a prevalência da hipertensão resistente na população brasileira e padronizar o tratamento desses pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS) são os objetivos de um estudo que vem sendo realizado em 25 hospitais universitários de todo o Brasil sob a coordenação de pesquisadores do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Uma análise preliminar detectou o problema em 16% dos 1.692 hipertensos avaliados. Os dados foram apresentados por Eduardo Moacyr Krieger, pesquisador responsável e vice-presidente da FAPESP, durante o evento internacional World Health Summit – Regional Meeting Latin America, organizado pela FMUSP entre os dias 6 e 8 de abril.
“Costumam ser considerados hipertensos resistentes aqueles pacientes cuja pressão permanece elevada mesmo após tratamento com doses adequadas de três medicamentos anti-hipertensivos de diferentes classes, sendo um deles necessariamente um diurético”, explicou Krieger.
Nesses casos, especialistas estimam que o risco de desenvolver doenças graves, como acidente vascular cerebral, infarto, insuficiência cardíaca e doença renal seja três vezes maior do que em pacientes com hipertensão controlada – que, por sua vez, já apresentam risco mais elevado em relação à população normotensa.
A hipertensão resistente é considerada um problema emergente de saúde pública global, principalmente em função do aumento da expectativa de vida e dos casos de apneia do sono, diabetes e obesidade. Existe ainda a hipótese de que o consumo excessivo de sal possa estar contribuindo para o crescimento no número de casos.
“Há um consenso sobre a necessidade de tratar o hipertenso com três classes de medicamentos diferentes antes de considerá-lo resistente. Mas, quando o tratamento falha, sempre fica a dúvida: qual deve ser a quarta ou quinta droga a ser escolhida? Quase não há dados na literatura científica e, por esse motivo, decidimos propor esse projeto especialmente orientado para a população brasileira”, contou Krieger.
Batizado de Resistant Hypertension Optimal Treatment (ReHOT), o estudo multicêntrico conta com apoio do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da FAPESP, por meio do Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS).
Foram incluídos ao todo 1.927 pacientes com hipertensão severa – acima de 160 milímetros de mercúrio (mmHg) de pressão sistólica (máxima) e 110 mmHg de pressão diastólica (mínima) – em uma amostra considerada representativa da população brasileira. Atualmente, são considerados valores pressóricos ideais aqueles em torno de 120/80 mmHg e hipertensão acima de 140/90 mmHg.
A pressão foi medida tanto em consultório quanto por um método conhecido como MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), no qual medidas são feitas a cada 20 minutos, durante 24 horas, por um monitor acoplado à cintura, com o objetivo de registrar as variações durante o ciclo de sono e vigília.
Os pacientes considerados elegíveis foram tratados ao longo de três meses com doses adequadas de medicamentos disponíveis na rede pública de saúde. Após esse período, uma segunda avaliação revelou que 84% estavam com a pressão normalizada.
Foram considerados resistentes aqueles que após os três meses de tratamento apresentavam pressão clínica acima de 140/90 mmHg e pressão ambulatorial de 24 horas de 130/80 mmHg. Em uma segunda etapa da pesquisa, esses pacientes estão sendo divididos aleatoriamente em dois grupos. Metade será tratada com o medicamento clonidina e, os demais, com a droga espirolactona.
“Aquele que mostrar melhor efeito poderá ser incluído no tratamento padronizado do SUS e administrado em conjunto com as outras três classes de anti-hipertensivos já usadas”, explicou Krieger.
Para Krieger, o projeto ReHOT exemplifica a importância da união entre as universidades e o poder público para a realização de pesquisas voltadas a melhorar a prevenção e o tratamento na rede pública de saúde. “A obrigação da universidade não termina com a formação do médico. A universidade detém o conhecimento e os núcleos de pesquisa, que são os mais indicados para fazer análises de custo-benefício. E o patrocínio possível para isso vem de preferência do poder público”, afirmou.
O escopo do projeto ReHOT foi divulgado em um artigo publicado em 2013 na revista Clinical Cardiology. Os dados preliminares foram apresentados por Krieger durante o simpósio “Deciphering the Public Health Situation in Brazil”, que integrou a programação do World Health Summit – Regional Meeting Latin America.
Decifrando a saúde pública
Na mesma sessão, o pesquisador da FMUSP Paulo Andrade Lotufo apresentou dados preliminares do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA Brasil), cujo objetivo é investigar a incidência e os fatores de risco para doenças crônicas, em particular, as cardiovasculares e o diabetes. A amostra é composta por 15.105 funcionários de seis universidades públicas entre 35 e 74 anos.
Moyses Szklo, professor da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, apresentou dados do Projeto Erica – Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, que conta com uma amostra de 75 mil adolescentes de 12 a 17 anos e pesquisadores de 35 instituições do Brasil.
Outro estudo em andamento apresentado por Flávio Danni Fuchs, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi o Prevenção de Eventos Cardiovasculares em Paciente com Pré-Hipertensão e Hipertensão Arterial (Prever). Neste caso, o objetivo é investigar se o tratamento medicamentoso de indivíduos com pré-hipertensão reduz a incidência de hipertensão arterial e determinar a melhor combinação de drogas a ser usada.
Joyce Schramm, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP-Fiocruz), apresentou dados de seus estudos sobre carga de doença no país, que mostram redução nos casos de morte e incapacidade causados por doenças infecciosas e aumento nos casos resultantes de doenças não infecciosas, como as cardiovasculares e os transtornos mentais.
World Health Summit
Focado nos principais desafios da América Latina na área da saúde, o World Health Summit – Regional Meeting Latin America contou com simpósios das Escolas de Medicina da M8 Alliance – rede formada por 16 instituições de 14 países, entre elas a FMUSP.
O encontro visa a articular a comunidade científica, políticos e representantes da sociedade civil e do setor privado na discussão de soluções com base no conhecimento científico para enfrentar os desafios da saúde global, como a prevenção e o controle de doenças, o desenvolvimento de abordagens inovadoras e práticas mais eficazes.
A programação foi organizada em torno de cinco linhas temáticas: “Expectativa de vida saudável”, “Saúde urbana/Saúde em megacidades”, “Aumento na capacidade de pesquisa para incorporar tecnologias”, “Gerenciamento de sistemas de saúde para garantir cobertura universal” e “Educação em saúde”.
No dia 7 de abril, o encontro contou com a participação do presidente da FAPESP, Celso Lafer, que presidiu a mesa da palestra proferida por Gary Gibbons, diretor do National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI), órgão ligado ao National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos.
O diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, foi moderador, ao lado de José Eduardo Krieger (InCor-USP), pró-reitor de pesquisa da USP, do simpósio “Challenge to Improve Prevention and Outcomes in Cardiovascular Diseases”. Além de Gibbons, a sessão reuniu Joaquim Bernoya (diretor de Pesquisa da Unidade Cardiovascular da Guatemala), Jose Patricio Lopez-Jaramillo (Universidad de Santander, na Colômbia) e Alexandre da Costa Pereira (InCor-USP).
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Água, maçã, mel, bebidas quentes, limão, gargarejo e soro ajudam a voz
Published abril 18, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Aquecimento, água, Bebidas Quentes, Causas, cordas vocais, Dia Mundial da Voz, fonoaudiologia, frutas, Gargarejo, Limão, maçã, médico, mel, otorrino, Qualidade, Qualidade de Vida, rouquidão, Saúde, vibração, voz
Além de ser um canal para a fala, a voz revela nossas emoções e sentimentos. Quando ficamos nervosos, por exemplo, ela costuma ficar mais aguda. Por isso, é importante cuidar bem da garganta e do nariz, para evitar rouquidão e afonias.
É importante fazer aquecimento vocal antes de um uso intenso e contínuo – como é o caso de cantores, atores, locutores e professores –, segundo a fonoaudióloga Leny Kyrillos e a otorrinolaringologista Adriana Hachiya.
Não comer chocolate duas horas antes de uma palestra ou um discurso, por exemplo, pode ajudar. Também se devem evitar choques térmicos ou ficar “coçando” a garganta com pigarros. Na contramão, soro fisiológico e inalação são ótimos para a voz.
Se a sua rouquidão permanecer por mais de 15 dias, procure um médico. Qualquer disfonia além desse prazo não é normal.
Um exame disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) mostra o funcionamento das cordas vocais. São imagens incríveis que revelam com detalhes como produzimos os sons.
Calo ou nódulo na garganta são lesões benignas provocadas pelo uso intenso da voz, mais comuns em pessoas que falam muito, especialmente em mulheres, por terem uma laringe mais arredondada e curta que a masculina.
Normalmente, esses calos são cuidados com exercícios e mudança de comportamento vocal. Quando o problema não responde ao tratamento, é preciso fazer uma microcirurgia da laringe.
Vibração das cordas vocais
– As de um homem vibram de 80 a 150 vezes por segundo
– Na mulher, são de 150 a 250 vezes
– Em uma criança, as cordas batem entre 250 e 300 vezes
Causas da rouquidão
– Gripe
– Uso excessivo ou inadequado da voz
– Fatores emocionais
– Lesão ou calo nas cordas vocais
– Cigarro e álcool
Aquecimento
– Movimente a boca, como se estivesse mastigando, com e sem som, de boca aberta e fechada
– Vibre a língua e os lábios
– Emita consoantes sonoras prolongadas, como “v”, “z” e “g”, no mesmo tom e depois com modulações
– Comece o exercício com intensidade fraca e vá aumentando gradativamente
– Ao fim da atividade, diminua a intensidade
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Dia Mundial da Voz
Published abril 16, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:16 de abril, alimentação, Amigo, Álcool, água, Brasil, Campanha, Celebração, cuidados, Dia Mundial da Voz, dicas, doenças, durma bem, Fonoaudiólogos, fonoaudiologia, Gargarejo, OMS, pigarro, Qualidade de Vida, rouquidão, Saúde, Seja Amigo da sua Voz, tosse, voz
Anualmente, em 16 de abril, comemoramos o “Dia Mundial da Voz”. Celebração que temos o orgulho de ter sido iniciada no Brasil, em 1999, e que a partir de 2003 passou a ter expressão internacional, com diversos eventos organizados também nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
O objetivo da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia neste dia e na semana que o circunda é promover a conscientização da população sobre a importância da voz humana para a promoção da saúde, bem como realizar conscientização de sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe, que podem comprometer a qualidade de vida e a própria sobrevida dos indivíduos.
A celebração do “Dia Mundial da Voz” é de extrema importância e representa uma oportunidade única de disseminar conhecimento, orientar a população, promover ações de saúde e auxiliar no encaminhamento adequado de problemas potenciais ou reais.
Nosso slogan: Seja Amigo da sua Voz!”.
HISTÓRICO DA CAMPANHA
Unam-se para fortalecer a corrente em favor de vozes saudáveis!A primeira grande Campanha da Voz no Brasil se deu em virtude das comemorações da Semana Nacional da Voz, comemorada entre 12 e 16 de Abril de 1999. O evento foi resultado de uma parceria entre a Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz e a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia, além do apoio institucional de diversas sociedades, associações, conselhos e entidades como, Sociedade Brasileira de Endoscopia, Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Associação Brasileira de Canto e o Conselho Regional de Fonoaudiologia – 4ª região. Nos anos subsequentes comemorou-se em um ano a Semana da Voz e no seguinte o Dia da Voz, sendo que a cada ano as comemorações giraram em torno de um tema central.
O tema da Campanha da Voz de 1999, “Não arrisque sua voz – cuide da sua saúde”, centrou-se na prevenção de doenças relacionadas à voz, principalmente o câncer de laringe. Em 2000 o tema “Afine a sua saúde – cuide da sua voz” abordou a voz numa perspectiva voltada à saúde. “Voz é vida, cuide da sua voz” foi o tema de 2001 e indicava uma perspectiva mais ampla que relaciona voz à vida como um todo.
Em 2002, 2003 e 2004 foi a vez do enfoque nos profissionais da voz, com os temas “A voz como instrumento de trabalho” e “Voz educada, saúde cuidada”.
No ano de 2005 foi criado o slogan “SEJA AMIGO DA SUA VOZ!” e a partir de então o objetivo da campanha é conclamar a população, profissionais da voz ou não, para ações que visem à conscientização da sociedade quanto à importância da saúde da voz em suas várias dimensões.
Fale sem esforço e articule bem as palavras
DICAS PARA VOCÊ SER AMIGO DA SUA VOZ!
Mantenha uma boa postura corporal ao falar ou cantar
- Beba 2 litros de água diariamente
- Durma bem
- Tenha uma alimentação saudável rica em frutas e proteínas
- Use vestuário confortável
- Procure reduzir a quantidade de fala durante quadros gripais, crises alérgicas e período pré-menstrual
- Evite falar por longos períodos, principalmente em ambientes ruidosos
- Evite pigarrear, gritar e dar gargalhadas exageradas
- Evite ingerir leite e derivados, bebidas gasosas, chocolate antes de utilizar a voz continuamente
- Evite ingerir álcool em excesso, bem como outras drogas
- Cuidado ao cantar inadequadamente ou abusivamente
- Esteja atento aos primeiros sintomas de alteração vocal como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão
- No caso de problemas vocais, procure um fonoaudiólogo e um médico otorrinolaringologista
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.sbfa.org.br/
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