Arquivo para março \20\-03:00 2014



Dia Mundial da Infância

esps-deficit-de-atencao-e-hiperatividade

A UNICEF instituiu o dia 21 de março como o Dia Mundial da Infância. Amanhã, celebramos o direito das crianças de brincar, correr, desenvolver a sua curiosidade, fazer amigos e se divertir. A data volta os nossos olhos também à importância de nós, adultos, garantirmos  a formação social, educacional e de valores dos nossos pequenos.

A saúde na infância

É ainda no ventre materno que começam os cuidados com a saúde do bebê. E ao longo de toda a infância, os pequenos vão exigir atenção e zelo com a saúde. São vacinas, consultas e exames de rotina, riscos de acidentes, busca por uma alimentação saudável – tentando deixá-los longe de guloseimas e produtos industrializados para ingerir alimentos ricos em nutrientes – entre outras questões que os pais precisam administrar para um bom crescimento e desenvolvimento dos filhos. Especialistas afirmam que muitos problemas de saúde dos adultos têm relação direta com maus hábitos durante a infância. Nesta edição, a Revista Imagem Real traz orientações para que crianças cresçam saudáveis e prolonguem os resultados positivos por toda a vida adulta.

Alimentação 

Frutas, verduras, e outras refeições saudáveis devem fazer parte do cotidiano de toda criança, pois os bons hábitos alimentares são fundamentais para que ela cresça sadia e vão se refletir na sua vida adulta. A criança que consome muito sal ou que bebe leite de vaca (que tem mais sódio do que o materno) tem o paladar estimulado para gostar de alimentos salgados durante sua vida toda e levar a uma sobrecarga renal durante a infância mesmo ou à hipertensão. O leite de vaca não modificado pode causar também alterações metabólicas e obesidade em crianças menores de seis meses. Não é raro que os pais dêem até salgadinhos e frituras para seus filhos de menos de um ano de idade: quase 10% dos bebês já têm acesso a esse tipo de alimento. Açúcar, café, corantes e produtos industrializados também devem ser evitados ao máximo.

Atividade

A combinação esporte/atividade física e alimentação saudável é a principal receita para manter o peso ideal. A vida urbana e sedentária, facilitada pelos avanços tecnológicos, faz com que as crianças não sejam fisicamente ativas, levando a desenvolverem doenças de “gente grande” e podendo até mesmo agravar tendências genéticas.

Hoje em dia, ao contrário de alguns anos atrás, as crianças ficam dentro de casa até nos momentos de lazer – muitas vezes até por opção dos pais, devido à violência urbana – substituindo atividades como correr e jogar bola pelo computador, televisão ou videogame. E não é incomum, junto a isso, estarem com um pacote de biscoito ou salgadinho e refrigerante, agravando ainda mais a situação. Dentro desse contexto, é cada vez mais comum crianças terem dislipidemia (colesterol e triglicérides altos), hipertensão, diabetes, ansiedade e até mesmo depressão.

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade São Marcos, com apoio do International Life Sciences Institute (ILSI) revelou que 16% dos estudantes de 10 a 15 anos estão na faixa de sobrepeso e 10% estão obesos. Paralelamente, 81% dos alunos de escolas particulares e 65% dos alunos de escolas públicas realizam menos de dez minutos de atividade física por dia e se encaixam em um quadro de sedentarismo. E mesmo que não esteja acima do peso, a probabilidade de apresentar disfunções como a dislipidemia é grande, exceto por uma genética muito favorável.

A criança que está em formação osteo-musculoesquelética tem que manter atividades físicas associadas à alimentação saudável, para no futuro tornarem-se adultos saudáveis.

Aleitamento materno

Durante os seis primeiros meses, a criança deve se alimentar exclusivamente de leite materno. “O leite materno contém tudo que o bebê precisa até os seis meses de vida, inclusive água”, afirma a enfermeira-chefe da Maternidade Santamaría, Loise Chamusca. Ela destaca que o ato de amamentar exige muita paciência, disposição, dedicação e vontade. Isso porque, nos primeiros dias logo após o parto, é comum as mães sentirem uma dificuldade inicial, é a fase de adaptação, em que elas costumam ficar inseguras, ansiosas e muito cansadas, pois é a fase do “colostro”, que, embora seja um leite super importante, possuidor de mais de 180 anticorpos identificados, é um leite que hidrata, porém não sacia.

Nessa fase inicial, normalmente o bebê tem necessidade de sugar por quase todo tempo, dando a impressão de que está sempre com muita fome. Por volta de 48 a 72 horas após o parto é que se inicia o processo da descida do leite, a apojadura, e é nesse momento que a mãe passa a produzir uma quantidade maior de leite, o recém-nascido fica mais tranquilo e passa a definir intervalos entre as mamadas, dando dessa forma mais confiança a sua mamãe em relação à eficácia do aleitamento.

“Por falta de orientação e de um bom acompanhamento durante a amamentação, muitas mães desistem de amamentar. A mãe precisa antes de tudo acreditar no aleitamento materno e sentir o desejo de amamentar para superar todos os obstáculos que porventura surgirem no decorrer do processo. É muito importante que essas mães aceitem a amamentação com naturalidade, na certeza de que a maioria das dificuldades podem ser corrigidas e que com o tempo e a prática é que conquistam a segurança e a habilidade para finalmente se alcançar o prazer da maravilhosa troca entre mãe-filho no ato de amamentar”, diz Loise.

Depois dos seis primeiros meses é que se deve introduzir outros alimentos – como legumes, tubérculos, cereais, frutas e carnes – podendo continuar com o aleitamento paralelamente até pelo menos os dois anos de idade.

Acidentes

Todo acidente tem uma causa definida, por mais imprevisível que pareça ser. Em geral, são o resultado de uma combinação de fatores, entre eles, falhas humanas e falhas materiais. “Evitar é sempre o melhor remédio. Se podem ser previstos, podem ser evitados”, salienta o pediatra Dr. Fábio Caribé.

Os acidentes ou lesões não-intencionais – que englobam atropelamentos, ocupantes de veículos automotores, afogamentos, queimaduras, quedas, envenenamentos, obstruções de vias aéreas – são a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. “Por si, configura como uma séria questão de saúde pública. O trauma é a principal causa de morte em crianças e adultos jovens, e um dos maiores problemas de saúde pública mundial quando considerada a sobrevida, as sequelas temporárias ou permanentes”, comenta o especialista. Estimativas mostram que a cada morte, outras quatro crianças ficam com seqüelas permanentes e que cerca de 90% das lesões poderiam ser evitadas com prevenção.

O conceito de acidentes, como eventos incontroláveis do destino, inesperados e casuais, é errôneo e impede o progresso do seu controle. Deve ser interpretado como um evento previsível e que pode ser prevenido, possibilitando identificar os grupos de risco e, a partir daí, as principais estratégias de prevenção.

Dr. Fábio Caribé observa que, conforme seu desenvolvimento, a criança apresenta novas habilidades e capacidades e diferentes interações com o meio ambiente. “É um ser imaturo, inquieto, curioso e repleto de energia, incapaz de avaliar ou prever as consequências de suas atitudes. Este fato envolve riscos variados, cuja prevenção deve ser conhecida pelos seus responsáveis e por todos aqueles que lidam com ela”, salienta.

Os menores de dois anos, por exemplo, estão mais sujeitos a riscos impostos por terceiros, como queimaduras, intoxicações, colisão de automóvel e quedas; na fase pré-escolar, sofrem mais atropelamentos, acidentes por submersão, quedas de lugares altos, ferimentos, lacerações e queimaduras; na idade escolar, podem ser vítimas de atropelamentos, quedas de bicicletas, quedas de lugares altos, traumatismos dentários, ferimentos com armas de fogo e lacerações; e adolescentes costumam sofrer acidentes de transporte (como motorista e passageiro), atropelamentos, acidentes como ciclistas e motociclistas, fraturas associadas a práticas esportivas, afogamento, homicídios e intoxicações por abuso de drogas.

EVITE OS ACIDENTES

Quedas

  • – Recolha brinquedos e outros objetos do piso.
  • – Os tapetes devem ser fixados com fita adesiva dupla-face ou forro de borracha antiderrapante.
  • – Se qualquer substância líquida for derramada no chão, deve-se secá-la imediatamente.
  • – Não deixar objetos na escada.
  • – Coloque portão de segurança no topo e embaixo da escada, se houver criança pequena em casa.
  • – Andador é contra-indicado para crianças.
  • – Evite brincadeiras de risco na cama.
  • – Crianças menores de 6 anos não devem dormir na parte de cima de beliche.
  • – Coloque dispositivos de segurança nas janelas.
  • – Não coloque berço ou outro móvel próximo à janela.
  • – Brincadeiras de crianças em telhados e varandas não devem ser permitidas.

Queimaduras

  • – As crianças não devem ter livre acesso a eletrodomésticos, fósforo e isqueiro.
  • – As crianças pequenas não devem transitar ou permanecer na cozinha; se houver necessidade, precisam ser continuamente supervisionadas.
  • – Não é seguro lidar com líquidos quentes e, ao mesmo tempo, cuidar de lactentes.
  • – Cozinhar e transportar líquidos quentes são atividades que devem ser executadas por adultos e nunca por crianças.
  • – No banheiro, a água quente, no balde ou na banheira, representa risco para a criança, a qual nunca pode ficar desacompanhada. Deve-se conferir a temperatura da água antes do banho.
  • – Na mesa de refeições, os alimentos devem ser colocados no centro e não se devem usar toalhas.
  • – As crianças não devem ter livre acesso a fios, linhas elétricas, tomadas e interruptores. Devem-se colocar protetores nas tomadas e embutir a fiação.

Intoxicações

  • – Os medicamentos que não estejam em uso e também os desnecessários devem ser descartados de modo seguro.
  • – Os frascos de medicamentos devem ser fechados com a tampa de segurança logo após o uso.
  • – Nunca se deve falar com a criança que o medicamento é doce.
  • – As substâncias tóxicas e medicamentos devem ser mantidos em suas embalagens originais e nunca passados para outras.
  • – Os produtos com possibilidade de causar intoxicações não devem ficar à vista e ao alcance das crianças.
  • – Não há recomendação de se usar, rotineiramente, os xaropes ou suplementos de qualquer natureza, que lhes incentive o uso de medicamentos.
  • – Diante da possibilidade de a criança ter ingerido substâncias tóxicas, a primeira atitude a ser tomada pelos responsáveis é entrar em contato, por telefone, com o centro de assistência toxicológica para receberem orientação. Dessa forma, o número do centro deve estar sempre disponível, perto do telefone.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hportugues.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Síndrome de Down

A síndrome de Down (SD) é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também conhecida comotrissomia 21.

bebe-sindrome-de-down-1

A SD foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Esta alteração genética afeta o desenvolvimento do individuo, determinando algumas características físicas e cognitivas. A maioria das pessoas com SD apresenta a denominada trissomia 21 simples, isto significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Este fenômeno é conhecido como disfunção cromossômica. Existem outras formas de SD como, por exemplo: mosaico, quando a trissomia está presente somente em algumas células, e por translocação, quando o cromossomo 21 está unido a outro cromossomo.

O diagnóstico da SD se realiza mediante o estudo cromossômico (cariótipo), através do qual se detecta a presença de um cromossomo 21 a mais. Este tipo de análise foi utilizado pela primeira vez em 1958 por Jerome Lejeune.

Não se conhece com precisão os mecanismos da disfunção que causa a SD, mas está demonstrado cientificamente que acontece igualmente em qualquer raça, sem nenhuma relação com o nível cultural, social, ambiental, econômico, etc. Há uma maior probabilidade da presença de SD em relação à idade materna, e isto é mais freqüente a partir dos 35 anos, quando os riscos de se gestar um bebê com SD aumenta de forma progressiva. Paradoxalmente, o nascimento de crianças com SD é mais freqüente entre mulheres com menos de 35 anos, isto se deve ao fato de que mulheres mais jovens geram mais filhos e também pela influência do diagnóstico pré natal,que é oferecido sistematicamente  às mulheres com mais de 35 anos.

Como a SD é uma alteração cromossômica, é possível realizar um diagnóstico pré natal utilizando diversos exames clínicos como, por exemplo, a amniocentese (pulsão transabdominal do liquido amniótico entre as semanas 14 e 18 de gestação) ou a biópsia do vilo corial (coleta de um fragmento da placenta). Ambos os exames diagnosticam a SD e outras cromossopatias.

Recentemente a prática médica tem incorporado métodos para a determinação do risco de ter um filho com SD, como por exemplo, o exame bioquímico, que se realiza mediante a avaliação dos níveis de substâncias químicas no sangue materno alteradas no caso da SD. Este exame se realiza entre a semana 14 e 17. A ultrassonografia também pode colaborar para detectar a SD, através dos marcadores ecográficos, principalmente da prega nucal, que pode ser medida a partir da décima semana de gestação. Estas últimas intervenções não são consideradas diagnósticas, para isso é necessário realizar os exames mencionados em primeiro lugar.

Embora as alterações cromossômicas da SD sejam comuns a todas as pessoas, nem todas apresentam as mesmas características, nem os mesmos traços físicos, tampouco as malformações. A única característica comum a todas as pessoas é o déficit intelectual. Não existem graus de SD; a variação das características e personalidades entre uma pessoa e outra é a mesma que existe entre as pessoas que não tem SD.

Cerca de 50% das crianças com SD apresentam problemas cardíacos, algumas vezes graves, necessitando de cirurgia nos primeiros anos de vida.

A intervenção médica pode acontecer com a finalidade principal de prevenção dos problemas de saúde que podem aparecer com maior freqüência na SD. Queremos destacar que a SD não é uma doença e sim uma alteração genética, que pode gerar problemas médicos associados.

1. Síndrome de Down é doença. Mito ou Realidade ?

Mito: A Síndrome de Down não é uma doença e não deve ser tratada como tal. É preciso olhar para as pessoas além da Síndrome de Down, pois as características individuais são inerentes a todos os seres humanos.

2. Síndrome de Down tem cura. Mito ou Realidade ?

Mito: A Síndrome de Down não é uma lesão ou doença crônica que através de intervenção cirúrgica, tratamento ou qualquer outro procedimento pode se modificar.

3. Pessoas com Síndrome de Down falam. Mito ou Realidade ?

Realidade: A Síndrome de Down não apresenta nenhuma barreira para acessar o código da linguagem, portanto todas as crianças, se não apresentarem outro comprometimento, podem falar.

4. As pessoas com Síndrome de Down apresentam atraso no desenvolvimento da linguagem. Mito ou Realidade ?

Realidade: Há um atraso no desenvolvimento da linguagem que pode ser observado ao longo da infância com surgimento das primeiras palavras, frases e na dificuldade articulatória para emitir alguns sons. Entretanto, não há regra para saber quando e como a criança falará, pois depende das características de cada indivíduo.

5. Pessoas com Síndrome de Down andam. Mito ou Realidade ?

Realidade: As crianças com Síndrome de Down andam, porém seu desenvolvimento motor apresenta um atraso em relação à maioria das crianças.

6. Pessoas com Síndrome de Down são agressivos. Mito ou Realidade ?

Mito: Não podemos generalizar as pessoas com Síndrome de Down, determinando certos comportamentos, pois essa afirmação pressupõe preconceito. Cada indivíduo tem suas características de acordo com sua família e ambiente em que vive.

7. Pessoas com Síndrome de Down são carinhosas. Mito ou Realidade ?

Mito: Grande parte da população acredita que todas as pessoas com Síndrome de Down são carinhosas. Isto se deve ao fato de associá-las às crianças, infantilizando-as e as mantendo em uma “eterna infância”.

8. Pessoas com Síndrome de Down têm a sexualidade mais aflorada? Mito ou Realidade ?

Mito: A sexualidade das pessoas com Síndrome de Down é igual à de todas as outras. Este mito se deve ao fato de que grande parte da população não considera sua sexualidade; desta forma acabam sendo reprimidos e não recebem orientação sexual apropriada, ocasionando comportamentos inadequados.

9. Pessoas com Síndrome de Down adoecem mais? Mito ou Realidade ?

Realidade: Ocasionalmente, como conseqüência de baixa resistência imunológica, as crianças com Síndrome de Down, principalmente nos primeiros anos de vida, são mais susceptíveis a infecções, principalmente no sistema respiratório e digestivo. Esta propensão vai diminuindo com o crescimento.

10. Pessoas com Síndrome de Down podem trabalhar. Mito ou Realidade ?

Realidade: As pessoas com Síndrome de Down devem trabalhar, pois o trabalho é essencial para a construção de uma identidade adulta. O trabalho faz parte da sua realização pessoal. Atualmente, há muitas oportunidades de trabalho para as pessoas com deficiência devido às políticas públicas.

11. Pessoas com Síndrome de Down devem frequentar escola especial. Mito ou Realidade ?

Mito: As pessoas com Síndrome de Down têm o direito de participação plena na sociedade como qualquer outra criança,desta forma devem estar incluídas na rede regular de ensino.

12. Existe uma idade adequada para uma criança com Síndrome de Down entrar na escola. Mito ou Realidade ?

Mito: A criança deve entrar na escola quando for conveniente para ela e para sua família.

13. Pessoas com Síndrome de Down podem praticar esporte. Mito ou Realidade ?

Realidade: As pessoas com Síndrome de Down não só podem como devem praticar atividade física para seu bem estar físico e emocional. A prática de atividade física deve ser realizada aonde for mais conveniente para a pessoa (academia, parques, praças…). Lembrando que para todas as pessoas a avaliação física é importante antes do início de qualquer atividade

14. Só podemos nos comunicar através da fala. Mito ou Realidade ?

Mito: A comunicação acontece de várias formas como gestos, expressões corporais e faciais, choro, fala e escrita. Para haver comunicação é necessário estar numa relação onde seu desejo é reconhecido e respeitado.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.fsdown.org.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Dia Nacional da Síndrome de Down

O dia 21 de março foi instituído o Dia Internacional da Síndrome de Down pelo instituto Down Syndrome International no ano de 2006. A data foi escolhida em referência a três cromossomos 21 onde deveria existir apenas um par, o que caracteriza a síndrome, também chamada de trissomia 21.

superimagem-megacurioso-884086935004642882

O distúrbio genético recebeu o nome em homenagem ao médico britânico John Langdon Down, que descreveu a alteração em 1862. A síndrome é a mais comum entre os distúrbios genéticos. Estima-se que afeta um em cada mil nascimentos.

“O Brasil é hoje o segundo país do mundo de atenção à Síndrome de Down. Temos esquemas de imunização complementar aprovado pelo Ministério da Saúde para as pessoas com a síndrome”, ressaltou Zan Mustacchi, conselheiros do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e representante da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. Segundo ele, pela primeira vez o Brasil foi consagrado entre os três melhores cientistas de Síndrome de Down do mundo pelo Down Syndrome Institute.

O conselheiro ainda destaca, “pessoas com Síndrome de Down conquistaram porta aberta para a educação universitária, temos seis formados em faculdades, alguns cursando o ensino superior e muitos trabalhando”. Corroborando a fala do conselheiro, três pessoas com a síndrome protagonizaram o filme Colegas, que estreou dia primeiro de março. O filme conta a história de três jovens portadores da Síndrome de Down que saem em busca de seus sonhos.

O que é a Síndrome de Down?

 A Síndrome de Down decorre de um acidente genético que ocorre em média em 1 a cada 800 nascimentos, aumentando a incidência com o aumento da idade materna. Atualmente, é considerada a alteração genética mais freqüente e a ocorrência da Síndrome de Down entre os recém nascidos vivos de mães de até 27 anos é de 1/1.200. Com mães de 30-35 anos é de 1/365 e depois dos 35 anos a freqüência aumenta mais rapidamente: entre 39-40 anos é de 1/100 e depois dos 40 anos torna-se ainda maior. Acomete todas as etnias e grupos sócio-econômicos igualmente. É uma condição genética conhecida há mais de um século, descrita por John Langdon Down e que constitui uma das causas mais freqüentes de deficiência mental (18%). No Brasil, de acordo com as estimativas do IBGE realizadas no censo 2000, existem 300 mil pessoas com Síndrome de Down. As pessoas com a síndrome apresentam, em conseqüência, retardo mental (de leve a moderado) e alguns problemas clínicos associados.

Diferentemente dos 23 pares de cromossomos que constituem, na maioria das vezes, o nosso genótipo, no caso da Síndrome de Down há um material cromossômico excedente ligado ao par de número 21 e por isso também é chamada “trissomia do 21”.  Não existem graus de Síndrome de Down, o que existe é uma leitura deste padrão genético por cada indivíduo, como ocorre com todos nós.  Assim, como existem diferenças entre a população em geral também existem diferenças entre as pessoas com Síndrome de Down.  Existem 3 tipos de Síndrome de Down:

A trissomia livre (92% dos casos) quando a constituição genética destes indivíduos é caracterizada pela presença de um cromossomo 21 extra em todas as suas células.  Nestes casos, o cromossomo extra tem origem no desenvolvimento anormal do óvulo ou do espermatozóide onde ocorre uma não-disjunção durante a meiose, na gametogênese, sem razões conhecidas.  Em conseqüência deste fato, quando os mesmos se encontram para formar o óvulo fecundado estão presentes, em um dos gametas, três cromossomos 21 no lugar de dois.  Ao longo do desenvolvimento embrionário o cromossomo adicional permanece acoplado a todas as células do indivíduo em função da divisão celular.

O mosaicismo (2 a 4 % dos casos), onde células de 46 e de 47 cromossomos estão mescladas no mesmo indivíduo. Este tipo de alteração deve-se a uma situação semelhante a da trissomia livre, sendo que neste caso, o cromossomo 21 extra não está presente em todas as células do indivíduo.  Acredita-se, portanto, que o óvulo pode ter sido fecundado com o número habitual de cromossomos, mas, devido a um erro na divisão celular no princípio do desenvolvimento do embrião, algumas células adquirem um cromossomo 21 adicional.  Desta forma, a pessoa com Síndrome de Down por mosaicismo terá 46 cromossomos em algumas células e 47 em outras (número ocasionado pelo cromossomo 21 adicional).  Nesta situação a proporção dos problemas físicos ocasionados pela trissomia pode variar em conseqüência da proporção de células com 47 cromossomos.

A translocação (3 a 4% dos casos), quando o material genético sobressalente pode estar associado a herança genética e é muito raro.   Neste caso, todas as células possuem 46 cromossomos, no entanto, parte do material de um cromossomo 21 adere-se ou transloca para algum outro cromossomo.  Este fato pode acontecer antes ou durante o momento da concepção.  Nestas situações, as células dos indivíduos com Síndrome de Down têm dois cromossomos 21 normais, no entanto, encontramos também material adicional proveniente do cromossomo 21 aderido a algum outro cromossomo, o que dá ao indivíduo as características da Síndrome de Down.  A translocação se produz quando uma porção do cromossomo 21 se adere a outro cromossomo durante a divisão celular.

O atraso no desenvolvimento na pessoa com a síndrome pode ainda estar associado a outros problemas clínicos com: cardiopatia congênita (40%), hipotonia (100%), problemas auditivos (50 –70%), de visão (15 – 50%), distúrbios da tireóide (15%), problemas neurológicos (5 – 10%) e obesidade e envelhecimento precoce.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://conselho.saude.gov.br/ e http://www.portalsindromededown.com/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

No dia 21, é o dia para homenagearmos e reverenciarmos os mártires na luta contra o racismo em todo o mundo. Mas no Brasil também comemoramos neste dia a criação da SEPIR (Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial) e também da promulgação da Lei 10.639/2003 (que institui o ensino da cultura e da história da África na grade curricular das escolas), que neste  21 de março comemoram 10 (dez) anos de existência e que sem dúvida alguma, tanto a criação da SEPIR como a Lei têm tido papel fundamental no combate ao racismo no Brasil.

21-03_a

No dia 21 de março de 1960, ocorreu um grande massacre na África do Sul , na cidade Johanesburgo, quando sulafricanos negros protestaram contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação  para poderem circular em seu próprio país. No Bairro Shaperville foram barrados por tropas do exército que atirou contra população desarmada , causando 69 mortes.

Em 1976 após muita pressão dos movimentos de luta contra o racismo do mundo inteiro, a ONU instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial ao condenar o regime racista da Africa do Sul, que só teve fim em 1994 com a chegada de Nelson Mandela ao poder.

Este dia para os negros brasileiros – e certamente também para nossos irmãos da África do Sul – permanecerá sendo um dia de luta contra o luto uma vez que ainda está longe o dia em que no Brasil (e no mundo) o racismo deixe de promover vitimas. Apesar disso a nossa luta tem demonstrado que dia a dia acumulamos vitórias, promovemos a diminuição do racismo e da discriminação racial. Muitos passos foram dados, mas muitos ainda restam!

Esta data chama a todos que lutam contra o racismo a ocupar espaços, trabalhar pela unidade dos diversos movimentos que lutam a favor do negro, pelo empoderamento das suas lideranças, denunciar cotidianamente o racismo, promover a igualdade racial na educação, no trabalho, nos espaços de poder e na mídia: são estas as tarefas principais colocadas diante de nós pela conjuntura atual.

No Brasil o racismo se apresenta de forma velada ou não, contra judeus, árabes, indígenas,ciganos, mas principalmente contra os negros. Mesmo compondo mais da metade da população do país essa grande maioria negra sofre intensa discriminação racial dos poderes culturais, políticos e econômicos do país compostos basicamente de brasileiros brancos. Assim, embora sendo maioria, os negros são perseguidos como se minoria fossem sendo-lhes vedado o acesso a melhores níveis de vida, educação, assistência médica de qualidade e cargos de poder.

Sabemos que a melhora das condições de vida da população negra se deu não apenas devido às políticas públicas, mas como resultado da organização e da mobilização do movimento negro, do movimento sindical e o crescimento da consciência racial do nosso povo.

Esse crescimento e amadurecimento permitiu que chegássemos a um momento muito especial de nossa história. Os negros brasileiros têm muito a comemorar em 21 de março de 2013. Não esqueçamos, contudo, que muito ainda precisa ser conquistado. Nossos jovens ainda sofrem com a violência policial, o desemprego e a falta de escolas afligem principalmente a população negra.  Continuamos sendo as principais vítimas da falta de atendimento à saúde, somos os que têm as maiores jornadas e os nossos salários se mantém inferiores ao dos brancos que realizam as mesmas atividades. A representação política segue inferior ao nosso peso social e as manifestações religiosas e culturais de matriz africana seguem criminalizadas, desprezadas e deturpadas pelo poder instituído e pela mídia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.cut.org.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Por que se livrar do sedentarismo?

No Dia Mundial do Combate ao Sedentarismo, foi comemorado em 10 de março, conheça os principais benefícios que os exercícios trazem para a saúde.

obesidade-e-sedentarismo-prejudica-criancas-2

Alguns têm mais e outros menos disposição para fazer atividades físicas. Os motivos também podem variar: uns são inspirados pela estética; já outros prezam o bem-estar. Mas uma coisa é consenso entre o grupo de pessoas ativas: quem se exercita ganha inúmeros benefícios para uma vida mais saudável, inclusive a redução da incidência de fatores de risco de doenças cardiovasculares – como hipertensão arterial, diabetes, obesidade e aumento dos níveis de colesterol.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80% da população brasileira é sedentária, ou seja, não pratica nenhuma atividade física ou faz pouco exercício. O cardiologista Eduardo Nagib, diretor médico do Hospital TotalCor, em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, afirma que o sedentarismo é responsável por 13% das mortes no país, sendo 8,2% em decorrência de problemas no coração. “A ausência de atividades físicas causa um prejuízo acumulativo. Não praticar exercícios e associar essa rotina a má alimentação, tabagismo ou ingestão de bebidas alcoólicas pode ser altamente prejudicial à saúde em longo prazo”, reforça Nagib.

Em homenagem ao Dia Mundial do Combate ao Sedentarismo, comemorado em 10 de março, o cardiologista listou as sete principais razões para sair do sedentarismo e iniciar uma atividade física hoje. Dê o primeiro passo em direção à vida saudável.

1.    O peso da inércia
Aproximadamente 64% da população brasileira é obesa, segundo o Ministério da Saúde. E o sedentarismo é o grande adversário da corrida contra a balança. Ficar parado sem se exercitar provoca lentidão no metabolismo, resultando em acúmulo de gordura corporal e perda de massa muscular.

2.    Coração de atleta
Segundo Nagib, a prática regular de exercícios afasta as chances de o indivíduo desenvolver doenças cardiovasculares como hipertensão arterial, acidente vascular cerebral (AVCs) ou infarto, por exemplo. “Iniciar atividades físicas e dar continuidade a elas proporciona benefícios gradativos, que melhoram com o tempo e diminuem em até 54% o risco de morte por doenças cardíacas”, aponta o cardiologista.

3.    Aliado contra o câncer
Para o diretor médico do TotalCor, o exercício físico é fundamental para ajudar no combate ao câncer. “Manter o corpo saudável e forte ajuda a enfrentar o tratamento de quimioterapia e minimizar seus efeitos colaterais”, afirma Nagib.

4.    Diabetes controlada
A atividade física auxilia no controle da taxa de açúcar no sangue, pois, durante o exercício, os músculos usam, inicialmente, a glicose da corrente sanguínea, reduzindo a reserva dessa substância armazenada na forma de glicogênio, o que ajuda a manter o nível glicêmico estabilizado. Eduardo Nagib alerta que, no entanto, os pacientes que utilizam doses de insulina devem manter a alimentação equilibrada para evitar episódios de hipoglicemia. Após iniciar um programa de exercícios regulares, esses pacientes devem procurar o endocrinologista para rever a dosagem de insulina mais adequada para o controle de seus níveis glicêmicos.

5.    A democracia dos exercícios
De iniciantes a praticantes regulares, os benefícios da atividade física são para todos. Bastam 30 minutos de atividade moderada cinco vezes por semana e você será capaz de sentir os primeiros sinais, que são a evolução do condicionamento físico para realizar tarefas do dia a dia, como subir e descer escadas, ou fazer caminhadas longas. Já os praticantes assíduos de exercícios têm vantagens, como a diminuição da pressão arterial, da frequência cardíaca e dos níveis de colesterol e glicemia, que, consequentemente, reduzem as chances de problemas no coração.

6.    Bom para o corpo, bom para a mente
Exercitar o corpo traz ganhos para a mente. Aumento da memória e disposição, diminuição da sensação de fadiga, liberação do estresse e melhora do humor por causa da produção de endorfina, que ajuda a combater a depressão e o baixo-astral, são alguns fatores que mantêm a mente sã.

7.    Mobilidade garantida
A inatividade afeta também o sistema esquelético, provocando a perda de massa óssea e muscular e a degeneração de articulações. Nagib reforça que a prática de exercícios deve ser incentivada desde a infância, com controle médico, pois garante mobilidade e flexibilidade.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.segs.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Sedentarismo

Todo mundo sabe que a prática de exercícios físicos traz muitos benefícios à saúde. Ficar sem se exercitar pode causar vários tipos de doenças, principalmente as ligadas ao sistema cardiovascular.

perigos-sedentarismo

Obesidade, pressão alta, diabetes, aumento do colesterol, infarto, derrames, depressão, doenças articulares, são alguns exemplos das doenças às quais o indivíduo sedentário se expõe. O sedentarismo é considerado o principal fator de risco para a morte súbita, estando na maioria das vezes associado direta ou indiretamente às causas ou ao agravamento da grande maioria das doenças.

Doenças associadas ao sedentarismo

  • Obesidade
  • Colesterol alto
  • Diabetes
  • Hipertensão arterial
  • Infarto
  • Asma
  • Alguns tipos de câncer
  • Distúrbios psicológicos

Sedentarismo e Obesidade

Segundo o Ministério da Saúde, quase metade da população brasileira está acima do peso. A obesidade é um grande fator de risco para saúde e eleva os níveis de gordura e açúcar no sangue, assim como aumenta a pressão arterial.

Os obesos também têm mais chances de ter problemas cardiovasculares, articulares, asma, apneia, câncer e transtornos mentais. O sedentarismo aliado a uma dieta rica em carboidratos, açúcar e gorduras contribui para aumentar os índices da obesidade.

Eu sou sedentário?

Você sabe quantas calorias gasta por dia, por semana? E quantas calorias você consome por meio da alimentação? O equilíbrio entre o consumo e o gasto é fundamental para manter o peso. Porém, para ser considerado ativo ou sedentário você precisa gastar 2.200 calorias, por semana, em atividades físicas. Nem adianta dizer que você faz faxina na casa ou faz uma caminhada no final de semana. Isso não é suficiente.

Como deixar de ser sedentário?

Para se tornar ativo, a primeira regra é se conscientizar sobre a importância da atividade física. Em seguida, planeje seu dia e encontre o melhor horário. Pense também em escolher uma atividade que lhe dê prazer. Não adianta se matricular na academia e parar de frequentar no primeiro mês. Persista! Depois de um tempo, você irá sentir mais energia, inclusive para trabalhar. Dica importante: além da persistência, a regularidade é fundamental. 

Mudança de hábitos

Saia da sua zona de conforto, literalmente. Isso quer dizer que para aumentar o gasto calórico, é preciso abrir mão de hábitos como usar o elevador para subir alguns andares, dispensar a escada rolante, estacionar o carro em um local mais distante do seu destino, ir ao supermercado ou à padaria a pé, etc.

Dicas para começar:

  • Antes de começar uma atividade física é importante realizar uma avaliação médica, checar se a saúde está em dia. Isso pode ser feito com um cardiologista ou com o médico da empresa;
  • Tão importante quanto o exercício é a preparação do corpo. Pela manhã, ainda na cama, experimente alongar seu corpo, espreguice, estique, alongue;
  • Comece praticando a atividade por 20 minutos, três vezes por semana, durante duas semanas. Na terceira semana aumente para 30 minutos por dia, quatro vezes por semana. Como complemento, faça exercícios com pesos leves e alongamento;
  • Não adianta ser imediatista quando o assunto é esporte. Os resultados ficam mais evidentes após três meses;
  • Use roupas e calçados adequados, que proporcionem conforto e proteção ao mesmo tempo;
  • A sudorese e a desidratação constituem as principais causas de mal-estar durante o exercício, portanto tenha em mãos uma garrafa de água. O importante é estar hidratado antes, durante e após a prática de qualquer atividade física;
  • Caso apresente qualquer problema de saúde durante um exercício, procure orientação médica.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.sautil.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Incorporando a atividade física em sua rotina

Sabemos o quanto é difícil acrescentar em nossa rotina novos hábitos, principalmente quando se trata do início de uma atividade física estruturada. Mudar comportamento não é uma tarefa fácil, afinal, envolve fatores individuais (como barreiras, intenções, auto eficácia), socioculturais (como suporte familiar, ciclo de amizades, normas culturais) e ambientais (como transporte, estrutura física e ambiental, estações do ano).

thumb

Com o verão em vista, as academias enchem com as pessoas tendo objetivo de atingir o corpinho perfeito a tempo! Mas sabemos que para que essa prática se torne um hábito consolidado, são necessários em média seis meses de prática contínua. E aí aparecem as dificuldades, pois a frequência no primeiro mês é extraordinária, no segundo já começa a diminuir, no terceiro é uma raridade, e no quarto mês aparecer na academia é quase fator impossível, já que tudo será motivo para ausência. Então seguem algumas dicas que podem ajudar:

  • Inspire-se! Coloque em sua geladeira, fundo de tela do computador, ou qualquer lugar muito visível para você, uma foto de corpo inteiro de alguém com quem você quer ficar parecido ou até um retrato seu do passado.
  • Tenha um diário! Registre suas metas, sua evolução e a frequência das atividades. As redes sociais também podem auxiliar bastante!
  • Comece devagar! A evolução deve acontecer de forma gradativa para que o corpo tenha uma adaptação efetiva e diminua o risco de lesões.
  • Crie metas realistas! Lembre-se: tudo que vem rápido, vai rápido. Não há processos milagrosos. Para ser efetivo e garantir uma mudança definitiva de comportamento, as conquistas devem ser gradativas. Você pode ter metas em longo prazo em mente, mas crie metas mais imediatas, como eliminar 1 kg ou perder 1 cm de barriga em algumas semanas.
  • Escolha do exercício certo! Procure realizar uma atividade que lhe dê prazer! Isso facilitará sua aderência! Existem diversas opções além de esteira, bicicleta e musculação, como aulas de dança, caminhada, artes marciais, yoga, hidroginástica e esportes coletivos.
  • Tenha uma “calça de referência”! Se quer emagrecer, acostume-se a provar toda semana a mesma calça. É mais fácil perceber as pequenas mudanças no seu corpo assim do que se olhando no espelho.
  • Contrate um personal trainer! O acompanhamento individualizado de um personal potencializa os resultados de seu treino além de colaborar bastante na parte motivacional! Se tiver um compromisso com alguém para treinar, pensará duas vezes antes de faltar em seu treino!

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Cinco passos para sair do sedentarismo e começar a se exercitar

O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.

saude exercicio prazer diversao

Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade — e voltem para o sofá. Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

Avalie o seu físico

Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física. “Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

Estabeleça metas realistas

Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. “Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso”, diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). “Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado.” Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

Escolha um exercício prazeroso

É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo. A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. “Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique”, diz Renato Dutra. “Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida.”

Comece devagar

Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. “Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra.

Persista nos novos hábitos

É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. “Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Feliz Dia Internacional da Mulher 2014

Mensagem-Dia-Internacional-da-Mulher-2014

Os 7 pilares da autoestima feminina

Mulher sorrindo

 1. Família

Autoestima se aprende em casa. Se os pais (ou os adultos que cumprem essa função) nos amam, respeitam e acolhem nosso modo de ser em vez de nos criticar e desejar que sejamos diferentes, a tendência é crescermos com uma autoimagem positiva.

Quando as necessidades básicas da criança – alimento, atenção, carinho, educação voltada para o convívio e a possibilidade de se expressar sem medo – não são atendidas, mais tarde podem surgir ansiedade, depressão, sentimentos de desvalia, dificuldade em manter relações. A autoestima fica destruída. Na vida adulta, dá para superar algumas feridas da infância e reconstruir o amor-próprio, mas isso exige empenho e terapia;

2. Autoconhecimento

Só quem se conhece bem consegue construir uma autoestima elevada. Mas, afinal, o que é se conhecer bem? É investigar, com coragem, seus defeitos e, sem modéstia, suas qualidades, tornando-se sua melhor amiga.

“A partir daí, resta saber aceitar ou tentar minimizar o que não pode ser mudado”, diz a psicodramatista Adelsa Cunha, presidente da Federação Brasileira de Psicodrama. É o que defende também a coach Regina Silva, da consultoria Gyrasser, em São Paulo. “Sem uma noção clara de nosso potencial e limite, ficamos muito vulneráveis às opiniões negativas. Baqueamos diante de conflitos e situações que nos desqualificam”, explica ela. Quebre essa lógica descobrindo estratégias para potencializar os pontos fortes e neutralizar os fracos;

3. Inteligência

Autoestima também é uma questão de sentir-se capaz. Você a exercita toda vez que diz: “Eu posso”. Faça mentalmente um inventário das suas boas ideias. Vale aquele relatório do trabalho que foi elogiado pelo chefe, a solução que você deu para um conflito familiar ou a capa nova que bolou para o sofá, pois a inteligência se manifesta nas grandes e nas pequenas coisas que fazemos. Sentir-se autônoma é prodigioso.

A inteligência tem a ver com a capacidade de encontrar saídas para problemas cotidianos. Uma forma de potencializar essa força é observar os efeitos que ela causa ao nosso redor. Acostumadas com os próprios talentos, nem sempre os valorizamos na medida certa. Mas de repente alguém que olha de fora ou que foi beneficiado por uma iniciativa nossa aponta como essa criatividade destravou alguma encrenca do dia a dia ou aliviou as tensões de uma equipe. Gostar de si combina muito com gostar dos outros, trocar ideias em vez de tentar impor as suas, enfim, usar todos os dons a favor do bem comum.

4. Beleza

O segredo é aceitar quem você é, cuidar-se com carinho e ter um olhar generoso para seu corpo e sua história. Parece simples, mas para muitas mulheres a aparência é o ponto vulnerável da autoestima.

Às vezes, achamos uma pessoa linda, mas, conforme conversamos com ela, seu brilho desaparece. O contrário também acontece: aquela mulher que à primeira vista não chama a atenção vai nos cativando e se tornando extremamente atraente quando a conhecemos um pouco mais. O segredo dela? Uma autoestima imbatível. Para conquistar isso, é preciso libertar-se dos padrões e desenvolver sua identidade estética.

5. Amigos

Eles confirmam que somos companhias interessantes toda vez que nos chamam para sair. Pelos olhos e comentários dos amigos, lembramos que somos engraçadas, que nosso ombro é valioso… enfim, que somos importantes. Para a psicodramatista Adelsa Cunha, o olhar carinhoso do outro é fundamental para a nossa autoimagem. Quem cultiva essa rede fraterna cria um ambiente propício às trocas afetivas, que fazem florescer o amor-próprio. Sem contar que uma amiga de verdade é um refúgio para as horas de dor, medo, tédio e tudo o que pode abalar nossa fé na vida ou em nós.

O recolhimento às vezes é necessário, mas não o isolamento. Partilhar as emoções é um modo de digerir o que nos acontece. E nada como bons amigos para nos consolar ou nos fazer rir dos próprios dramas.

6. Amor

O afeto acende a nossa luz e nos oferece uma chance de evoluir. “Nos momentos em que estamos inundados de amor, tudo brilha. Melhoram a pele, o humor e o pique”, descreve a psicóloga Fátima Cardoso. Mas nem todos os relacionamentos cumprem esse papel. Quem nunca ouviu falar de amores demolidores, que só jogam a gente para baixo?

Um alerta: a principal característica de toda relação destrutiva é a tentativa de um dos amantes de transformar o outro no que ele quer. E, se é você que não vê nada de bom no outro, por que permanece ao lado dele? Lembre-se: ao nos tornarmos boas companhias, aumentamos a chance de ser bem-amadas.

7. Reconhecimento

Não dá para negar: uma lustrada no ego é fermento para a autoestima. “Quando o que fazemos é valorizado pelos outros, isso nos fortalece. Vivemos em comunidade, e entender essa interdependência nos torna mais maduros”, afirma a consultora em relações humanas Teresa Campos Salles. Segundo ela, o reconhecimento promove um ciclo virtuoso. “A gente pensa: ‘Faço benfeito, sou reconhecida. Vou tentar fazer melhor para ser reconhecida novamente’.

Só não vale ficar dependente de elogios. Nossas ações devem ser aprovadas, antes de tudo, por nossa consciência.” O reconhecimento que revigora é aquele que nos mantém conectadas ao que é importante também para nós, não só para os outros.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mdemulher.abril.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 772 outros assinantes

Calendário

março 2014
S T Q Q S S D
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.076.517 hits

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora