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Trânsito na América Latina faz 275 mortes por dia, diz BID

Os acidentes de trânsito na América Latina e no Caribe causam 275 mortes por dia e seu custo econômico é de 2% a 4% do PIB regional, assinalou nesta sexta-feira o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno.

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O presidente do BID interveio em Santo Domingo no Fórum “Pavimentando o Caminho rumo à Segurança Viária”, organizado junto ao governo dominicano e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

Um estudo sobre o tema realizado pelo BID assinala que o impacto na sociedade em termos de anos perdidos por mortes prematuras em acidentes de trânsito é comparável ao números de anos perdidos por causa do HIV, câncer de pulmão, tuberculose e malária.

Na América Latina e no Caribe são registradas 17 mortes por cada 100.000 habitantes devido aos acidentes de trânsito, de acordo com a mesma fonte.

Moreno se referiu particularmente à República Dominicana, que enfrenta, na sua opinião, “um desafio de envergadura dada sua alta taxa de acidentes viários”.

No Fórum também participou o presidente da FIA, Jean Todt, que defendeu mais educação e informação para frear esta realidade na região, assim como respeito às leis e às regras em cada país.

Tanto Moreno como Todt apelaram aos meios de comunicação para conscientizar sobre a importância de se conseguir a segurança viária.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 3.400 pessoas morrem por dia em acidentes de trânsito. Outras dezenas de milhões são feridas a cada dia.

São números assustadores. A média mundial, a cada 100 mil habitantes, é de 18 mortes.

O Brasil, se feita uma proporção com sua gigantesca população, aparece “apenas” na 42ª posição.

Mas, se considerar o número absoluto, é o quarto pior do mundo: 43.869 fatalidades. Está atrás de China, Índia e Nigéria, apenas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br/

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Uma Epidemia Silenciosa

Desde a morte do músico Champignon (Luiz Carlos Leão Duarte Junior, 35), ex-baixista da banda Charlie Brown Jr, registrada pela polícia como suicídio, abriu espaço para o tema nas primeiras páginas dos jornais, no noticiário da tevê, nas redes sociais.

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O interesse no caso de Champignon, entretanto, está muito aquém da mobilização e das providências urgentes que o tema suscita. Suicídio é um problema de saúde pública a ser encarado como tal.

No Brasil, estima-se que 25 pessoas cometam suicídio por dia. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a tendência é de crescimento dessas mortes entre os jovens, especialmente nos países em desenvolvimento. Nos últimos vinte anos, o suicídio cresceu 30% entre os brasileiros com idades de 15 a 29 anos, tornando-se a terceira principal causa de morte de pessoas em plena vida produtiva no País (acidentes e homicídios precedem). No mundo, cerca de um milhão de pessoas morrem anualmente por essa causa. A OMS estima que haverá 1,5 milhão de vidas perdidas por suicídio em 2020, representando 2,4% de todas as mortes.

Em muitos países, programas de prevenção do suicídio passaram a fazer parte das políticas de saúde pública. Na Inglaterra, o número de mortes por suicídio está caindo em consequência um amplo programa de tratamento de depressão. Ações semelhantes protegem vidas nos Estados Unidos. Um dos focos desses programas é diagnosticar precocemente doenças mentais. De acordo com uma recente revisão de 31 artigos científicos sobre suicídio, mais de 90% das pessoas que se mataram tinham algum transtorno mental como depressão, esquizofrenia, transtorno bipolar e dependência de álcool ou outras drogas.

No Brasil, porém, persiste a falta de políticas públicas para prevenção do suicídio, com o agravo da passagem do tempo e do aumento populacional. Em 2006, o governo formou um grupo de estudos para traçar as diretrizes de um plano nacional de prevenção do suicídio, prometido para este ano. O que temos até então é um manual destinado a profissionais da saúde. O nome do documento é Prevenção do Suicídio – Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental.

Reduzir o suicídio é um desafio coletivo que precisa ser colocado em debate. “Nossa resposta não pode ser o silêncio. Nossas chances de chegar às pessoas que precisam de ajuda dependem da visibilidade”, disse-me o psiquiatra Humberto Corrêa para um artigo sobre suicídio publicado pela corajosa revista Planeta (Suicídio aumenta no Brasil, mas isso poderia ser evitado, edição 421, Outubro de 2007). “Uma das nossas tarefas é convencer donas de casa, pais, educadores, jornalistas, publicitários, líderes comunitários e formadores de opinião de que o debate sobre o suicídio não é uma questão moral ou religiosa, mas um assunto de saúde pública e que pode ser prevenido. Aceitar essa ideia é o primeiro passo para poupar milhares de vidas”, alertava o especialista.

Penso nos casos ocorridos no meu círculo de relações e de que nunca esqueci. No primeiro ano da escola de jornalismo, um colega de sala, Zé Luiz, se matou bebendo querosene. Tinha 18 anos, era inteligente, crítico, um tanto irônico. Há alguns anos, o filho adolescente de um amigo pulou pela janela, deixando-o perplexo por nunca ter visto qualquer sinal de que isso poderia acontecer. Também se matou, aos 20 anos, a filha de uma jornalista e socióloga com quem trabalhei. A história virou filme pelas mãos de sua irmã Petra Costa. Lançado em 2012, “Elena” é um mergulho profundo nas memórias, sentimentos e questionamentos, enfim, em toda complexidade e perpetuidade do suicídio de uma pessoa amada. Mais recentemente, me admiro com a coragem de uma amiga próxima em busca do equilíbrio após o suicídio inesperado do companheiro. Sim, prevenir o suicídio é um assunto que interessa. Danem-se os tabus.

Orientações úteis

Reproduzo abaixo trechos de entrevista em vídeo concedida pela psiquiatra Alexandrina Meleiro, especialista em suicídio, ao Canal da Psiquiatria, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Canal da Psiquiatria – O que um pai ou uma mãe devem fazer quando ouve o filho falar em suicídio?
Dra. Alexandrina Meleiro
– Se o pai ou mãe já percebeu que o filho está falando em suicídio, significa que já notou alterações que começam a aparecer no comportamento do adolescente quando existe a ideia de suicídio. Pode estar entristecido, dependente de drogas, se sentindo abusado por colegas por bullying. Então é fundamental que pais e mães estejam atentos a mudanças de comportamento. Quando observar algo, sem preconceito nenhum, procure um psiquiatra. Ele dará o diagnóstico para saber se essa criança ou adolescente tem depressão, está com algum distúrbio a ser tratado e principalmente se há abuso de drogas, o que é importantíssimo no caso de suicídio.

Canal da Psiquiatria – Se uma pessoa fala em suicídio, deve-se evitar o assunto ou falar com ela sobre isso?
Dra. Alexandrina Meleiro
– Isso é importante. Diz-se que falar em suicídio vai incentivar a prática. Não é verdade. As pessoas vão se sentir mais confortáveis ao poder falar e verbalizar o que estão pensando e não têm coragem de dividir com alguém. Ao dividir, elas vão se tranquilizar e muitas vezes não irão se mobilizar mais para esse ato tão pesado. A pessoa poderá partilhar o que sente e ser orientada por um psiquiatra.

Canal de Psiquiatria – O suicídio é uma urgência médica?
Dra. Alexandrina Meleiro –
Sim. Todos os médicos, de qualquer especialidade, devem estar alertas e saber como encaminhar o caso. Todos podem estar diante de jovens e idosos com risco de suicídio.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.istoe.com.br/

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Brasil é 4º em crescimento de suicídios na América Latina

O Brasil é o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios entre 2000 e 2012, segundo um relatório inédito divulgado nesta quinta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

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O documento, que reúne dados compilados em dez anos de pesquisas sobre o suicidio ao redor do planeta, descreve a questão como um grave problema mundial de saúde pública, frequentemente cercado de tabus, que precisa ser enfrentado pelas autoridades.

De acordo com o relatório, na América Latina, apenas cinco países tiveram um aumento percentual no número de suicídios entre 2000 e 2012: Guatemala (20,6%), México (16,6%), Chile (14,3%), Brasil (10,4%) e Equador (3,4%).

A OMS estima que 800 mil pessoas se suicidam por ano em todo o planeta, uma pessoa a cada 40 segundos. Essa é a segunda maior causa de morte em pessoas entre 15 e 29 anos, enquanto que os mais de 70 anos são aqueles que mais frequentemente se tornam suicidas.

Apesar disso, apenas 28 países têm uma estratégia nacional de prevenção de suicídios, de acordo com a OMS, e o Brasil é um deles. Segundo o Ministério da Saúde, “a rede pública oferece acompanhamento psicológico, psicoterápico e assistência psiquiátrica hospitalar” para prevenir suicídios.

Líder entre latinos

Em números absolutos, o Brasil é líder entre os países latino-americanos, de acordo com o relatório. Foram 11.821 suicídios entre 2010 e 2012.

Apesar de terem apresentado um aumento maior de suicídios que o Brasil, os outros três países que lideram o crescimento de casos na América Latina têm quantidades bem inferiores de casos.

A Guatemala, cuja cifra aumentou 20,6% desde 2000, teve 1.101 registros. Já o México, segundo no ranking, teve 16,6% casos a mais em 2012, mas o país soma 4.951, menos da metade dos casos brasileiros.

No Brasil, chama a atenção o fato de o número de mulheres que tiraram a própria vida ter crescido mais (17, 80%) do que o número de homens (8,20%) no período de 12 anos.

Números do suicídio no Brasil

Suicídios em 2012 Taxa por 100 mil habitantes (2012) Taxa por 100 mil habitantes (2000) Aumento em 12 anos
Mulheres 2.623 2,5 2,1 17,80%
Homens 9.198 9,4 8,7 8,20%
Total 11.821 5,8 5,3 10,40%

Nas escolas

A OMS diz o estigma social associado a desordens mentais impede pessoas de buscar ajuda e, em último caso, acaba levando muitas pessoas a atentar contra a própria vida.

Por isso, a organização está pedindo que os diferentes países ofereçam mais apoio às pessoas que já tentaram alguma vez se matar e que, por isso, fazem parte de um grupo de maior risco.

A meta estabelecida pela organização é reduzir, em 10%, a taxa de suicídio mundial até 2020.

No relatório, a OMS também ataca a mídia, dizendo que publicar notícias com detalhes sobre suicídios estimula outras pessoas a também tentar se matar. Isso teria acontecido recentemente com a cobertura do suicídio do ator hollywoodiano Robin Williams.

Outro ponto levantado pela organização é a necessidade de limitar o acesso das pessoas a armas de fogo e produtos químicos letais.

Ministério da Saúde

A reportagem da BBC Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde para saber se havia alguma ação específica da pasta para tratar o problema crescente do suicídio no país.

Na resposta, o Ministério mencionou um plano de ação chamado “Estratégia de Diretrizes Nacionais de Prevenção do Suicídio”, que inclui 2.128 Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) espalhados pelo Brasil para realizar assistência especializada, com capacidade para 43 milhões de atendimentos por ano.

Nesses centros, ainda de acordo com o governo, “o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência média e cuidado terapêutico conforme o seu quadro de saúde. O local também prevê a internação quando há orientação médica.”

O investimento total do Ministério da Saúde na prevenção ao suicídio com a criação dos CAPs foi de R$ 2 bilhões nos últimos três anos.

A pasta ainda informou que a rede pública disponibiliza medicamentos gratuitos (sob prescrição médica) para tratar doenças psiquiátricas, como a depressão – uma das causas mais comuns que levam ao suicídio.

Sobre o crescimento do número de suicídios no Brasil, o Ministério disse que “a taxa média brasileira (5,8 por 100 mil habitantes) é praticamente a metade da média mundial (11,4 por 100 mil) e está bem abaixo de outros países da América do Sul, como Argentina (10,3), Bolívia (12,2), Equador (9,2), Uruguai (12,1) e Chile (12,2).”

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Educação Física é fundamental

Saúde e bem-estar são temas cada vez mais evidentes na rotina das pessoas. Isso reflete desde a infância, com a preocupação dos pais em estimular os filhos para uma vida mais saudável, buscando alternativas para adotar hábitos que possam prevenir doenças.

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As aulas de Educação Física, que para muitos é sinônimo de lazer, são na realidade uma atividade para incentivar as crianças a se movimentarem e praticarem exercícios físicos que são grandes aliados no combate a doenças relacionadas ao sedentarismo, como obesidade, diabetes e problemas cardíacos.

A disciplina é essencial para auxiliar o desenvolvimento motor das crianças, além de desenvolver o espírito de liderança e trabalho em equipe. Por isso, é fundamental que as escolas possuam profissionais capacitados, que consigam planejar aulas que aliem teoria e prática e despertem o prazer pela atividade física.

O envolvimento e o estímulo para a aprendizagem da disciplina estão na vivência prática do movimento pelo aluno, seja esta por meio do exercício, da atividade lúdica, do jogo, das brincadeiras e outros.

O lazer e a recreação devem ser obrigatórios no conteúdo curricular de todas as escolas, que devem oferecer jogos, brincadeiras e brinquedos, visto o potencial deste conteúdo no processo de ensino das crianças – tudo a ser trabalhado com responsabilidade.

A aula de Educação Física é o momento de praticar a saúde e aprender um pouco sobre o universo esportivo. Os esportes devem ser ensinados na escola, respeitando a metodologia, fundamentos, regras, aspectos técnicos e táticos.

Para crianças e adolescentes o objetivo da disciplina é a promoção do esporte com todos os benefícios inerentes aos que o praticam, e nesse caso, sem a exigência da perfeição do movimento técnico, pois este será necessário apenas aos futuros atletas.

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Tabagismo está ligado a mais de 200 mil mortes por ano

Infarto, câncer, trombose, bronquite, enfisema pulmonar são alguns dos problemas associados ao cigarro.

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Sexta-feira (29/08) acontece o Dia Nacional de Combate ao Fumo. HCor oferece programa de tratamento com médicos e psicólogas, além de realizar campanhas preventivas

O tabagismo está associado a mais de 200 mil mortes por ano, o equivalente a 23 pessoas por hora, segundo dados recentes do Ministério da Saúde. “O cigarro pode causar problemas como infarto agudo do miocárdio, derrame, trombose, bronquite, enfisema, além de câncer no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, entre outras regiões do corpo”, enumera a psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do Hospital do Coração (HCor). Para conscientizar a população sobre esses riscos, acontece na próxima sexta-feira (29/08) o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

“Embora o cigarro tenha sido bastante combatido nos últimos anos, ele ainda está entre as principais causas de Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs)”, afirma a psicóloga. Essas doenças passaram a liderar o ranking mundial de mortes desde o início do século XXI, quando superou a mortalidade das doenças infectocontagiosas. “Por isso, podemos afirmar que o tabagismo contribui ativamente com a taxa de mortalidade gerada em função do problema que abrange também hipertensão, diabetes, obesidade e câncer de diferentes tipos”, explica Cury.

Além das doenças citadas, o tabagismo também está associado a outros problemas, como impotência sexual, complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do aparelho digestivo e infecções respiratórias das mais diversas. Apesar disso, o combate ao cigarro enfrenta muitos obstáculos, como o próprio incentivo por fatores socioculturais. “O tabagista geralmente tem um perfil permeado por ansiedade, depressão, estresse, emoções negativas e positivas. Por isso, é importante junto ao tratamento medicamentoso associar o acompanhamento psicológico”, explica a psicóloga.

Tratamento
O HCor administra um Programa de Controle do Fumo, no qual uma equipe de psicólogas e médicos de diferentes especialidades prestam auxílio aos dependentes de nicotina por meio de um tratamento com nove sessões de duração. Neste processo, os fumantes são medicados, de acordo com a suas respectivas necessidades, e são acompanhados por terapia psicológica, cujo objetivo é tratar a dependência física e psicológica do cigarro.

“Paralelamente, apoiamos ações preventivas em escolas, a partir da 8.ª série, com o objetivo de alertar para os perigos trazidos pelo cigarro”, diz Silvia. “Embora a dependência de nicotina possa ser tratada, a maior arma contra o fumo ainda é evitá-lo”, conclui a psicóloga do HCor.

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Ebola pode chegar ao Brasil, mas não há risco de epidemia, diz Médico

Recém-chegado de Serra Leoa, na África, o médico carioca Paulo Reis, 42, afirmou nesta quinta (21) em entrevista coletiva à imprensa que o risco de importação da doença existe.

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Ele disse acreditar, porém, que não seria um problema grave de saúde pública como nos países africanos devido aos diferentes hábitos culturais.

Segundo a OMS, a epidemia do ebola que atinge quatro países africanos já matou 1.350 pessoas, 374 só em Serra Leoa.

“O risco de ter um caso importado sempre existe. Entretanto, mesmo que acontecesse não seria, na minha opinião, um problema mais sério de saúde pública. Os hábitos culturais do brasileiro, a forma como a gente encara a doença é muito diferente daquela região da África. Então, certamente se houvesse algum caso hipotético, importado, seria controlado rapidamente e não teria um impacto maior”, disse o médico, na sede da ONG Médicos Sem Fronteiras, no Rio de Janeiro.

Reis citou como exemplo de contágio as práticas de enterro dos africanos. “Eles têm muito contato com o corpo do morto e isso ajuda a propagar a doença, coisa que não acontece aqui no Brasil.”

“A região em que eu estava era precária. Não tinha rede central de eletricidade, água potável. É claro que em algumas regiões do Brasil a situação é a mesma, mas em termos de ebola o mais importante são os aspectos culturais, o modo como você lida com as pessoas”, acrescentou.

Para sair da África, Reis conta que precisou responder a um questionário e teve a temperatura aferida por especialistas através de um termômetro infravermelho. Ele diz que os sintomas do ebola são muito semelhantes aos da malária, exceto pelo “cansaço excessivo”.

“Dificilmente alguém vai sair do país com a doença. Durante 21 dias eu continuo a ser monitorado e minha temperatura é aferida. Se eu apresentar febre, tenho que entrar em contato com a sede do Médicos Sem Fronteiras. Na minha opinião, esse controle é suficiente”, afirmou.

Como ainda não existe cura para a doença, o médico diz que usa medicamentos de tratamento da malária, drogas que amenizam a dor, vitaminas e muita hidratação para tentar reverter o quadro do doente.

Com o tratamento adequado, a melhora do paciente depende do organismo dele. O médico não falou sobre nenhum procedimento de segurança ao chegar ao Brasil.

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Principais dicas para a preservação da Saúde e da Juventude

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1. Autoconhecimento: afasta a pessoa dos perigos e dos erros e a conduz para uma vida mais harmoniosa, saudável e plena.

2. Autoestima: É o respeito e o apreço da pessoa por si mesma, a base da idoneidade, do desenvolvimento espiritual e das potencialidades interiores, da saúde e da serenidade interior.

3. Alimentação fresca, pura e saudável: A maioria das enfermidades tem origem nos hábitos dietéticos errôneos. Nada contribui tanto para a acumulação de impurezas e toxinas no sangue como uma alimentação imprópria, sob todos os pontos de vista. É necessário combaterem-se os hábitos dietéticos errôneos, objetivando a preservação e a restauração da saúde.

4. Atividade física regular e moderada: O organismo necessita de uma atividade física moderada e regular, para que os diversos órgãos funcionem normalmente e desempenhem suas funções com regularidade. Os exercícios fortalecem os músculos (restaurando-lhes a elasticidade), os ossos e as articulações (tornando-as mais flexíveis).

5. Respiração correta e ar puro: A respiração, um dos processos fisiológicos mais importantes, pode ser dividida em três partes: respiração baixa (abdominal), média e alta (subclavicular). Ao respirar-se, não só são absorvidas partículas de oxigênio e de outros gases mas também partículas subatômicas de prana ou bioenergia. Segundo os antigos sábios indianos, o prana permeia todo o universo. A respiração ideal é a nasal e, com raras exceções, não se deve respirar pela boca. O ar poluído é um grande perigo para a saúde.

5.1 Técnica de reeducação e ampliação da capacidade respiratória: ao inspirar-se, o ar atmosférico deve ser direcionado para a base dos pulmões, enquanto o ventre se move para fora (respiração abdominal); à medida que o ar preenche os pulmões, de baixo para cima, as costelas se expandem lateralmente (respiração média) e, por último, ocorre a expansão do peito e das clavículas (respiração alta). Ao expirar-se, primeiro o peito e as clavículas se retraem, depois, as costelas e, por último, ocorre o movimento do ventre para baixo.

6. Beber água em abundância: Bebida com fartura, a água hidrata o cérebro e todo o organismo; contribui para o bom funcionamento dos intestinos, dos rins e do fígado e para a eliminação das impurezas do sangue, através da urina e transpiração. Diariamente, um indivíduo adulto deve beber cerca de 1,5 litro de água potável. Deve-se evitar tomar água gelada e bebê-la durante as principais refeições (almoço e jantar), pois a água dilui os sucos gástricos e pode retardar a digestão; habituar-se a beber água, ou suco de frutas, uma hora antes, ou depois, das refeições.

7. Alto nível de higiene pessoal: A higiene é essencial à saúde. As impurezas são expelidas pelos poros, para que não sejam reabsorvidas, ou obstruam aqueles, dificultando a livre respiração da pele e a eliminação das toxinas com o suor; por tal razão, deve-se tomar banho, diariamente. A falta de higiene, em todos os sentidos, além de desdourar a imagem do homem, predispõe-no a inúmeras enfermidades. A saúde também começa pela boca, por isso, deve-se cuidar bem dos dentes.

8. Descanso: O sono e o repouso são os maiores restauradores das energias orgânicas. Deve-se dormir cedo e cerca de oito horas por noite.

9. Bom funcionamento intestinal: Treinar o intestino a funcionar diariamente, de uma a duas vezes ao dia. A prisão de ventre é um mal que pode ocasionar diversos outros males. Nos casos de prisão de ventre, uma dieta rica em fibras e saudável deve ser instituída. As ervas laxativas devem ser utilizadas como parte do programa de retreinamento intestinal.

As substâncias que melhoram o volume fecal, como o farelo de aveia e o córtex da semente de Plântago ovata, podem ser muito úteis. Beber água em abundância. Em geral, as fezes normais são grandes, parecidas com o formato da banana e não devem ter mau cheiro, o que pode indicar uma disfunção do estômago, dos intestinos e presença de toxinas; sua cor normal é marrom. As fezes escuras indicam grande consumo de produtos de origem animal; as fezes muito pretas, uma provável hemorragia interna.

A expulsão de fezes velhas, pretas como carvão e empedradas, indica uma descarga orgânica e, geralmente, é prelúdio de uma saúde melhor. As fezes não devem afundar no vaso sanitário; caso isso ocorra, pode ser indicativo de uma deficiência de fibras dietéticas, de mastigação precária e de ingestão de alimentos inadequados.

Quando a alimentação é equilibrada e o alimento é bem mastigado e digerido, as fezes são marrons, firmes e flutuam na superfície da água. O consumo excessivo de sal de cozinha e uma alimentação pobre em fibras podem tornar as fezes menos volumosas e ressecadas.

10. Não fumar, não beber álcool e não usar drogas: O álcool, o cigarro e as drogas são os maiores inimigos da humanidade, aceleram o envelhecimento do organismo, causam inúmeras doenças e são vícios de grande efeito deletério sobre a saúde.

11. Vida sexual saudável e moderada

12. Suadouros: Suar faz bem à saúde, pois auxilia na eliminação de impurezas do organismo. Aquele que, mesmo com atividade física não consegue transpirar, deve tomar banhos de vapor, para essa deficiência ser compensada.

13. Jejum terapêutico: O jejum de curta duração (24 horas) é usado na terapia naturopática como um método de desintoxicação orgânica, pois é um dos meios mais rápidos de se intensificar a eliminação de detritos e ampliarem-se os processos de cicatrização do corpo. Tal processo preserva o tecido essencial (órgãos vitais), enquanto utiliza tecidos não vitais (tecido adiposo e muscular). Deve ser realizado sob orientação terapêutica.

14. Banhos de sol: O sol, astro que fornece luz e calor, é um elemento psicofisiológico importante na vida do homem. Propicia vida e é indispensável ao bom funcionamento do organismo. O ser humano foi feito para viver em contato com o ar e à luz do sol. Os raios solares, quando moderados, auxiliam a pele a desempenhar as suas funções naturais.

Os raios ultravioletas do sol (até as 10 horas da manhã), irradiados sobre a pele, são muito benéficos à saúde, no combate do raquitismo. Devido à destruição da camada de ozônio da estratosfera, o excesso de radiação solar é grande responsável pelo envelhecimento precoce e pelo surgimento de câncer de pele. As radiações infravermelhas são responsáveis pelo calor; as radiações visíveis (luminosas), pela luz e apresenta ação importante sobre a pele, pois fornecem muita energia; as radiações ultravioletas apresentam ação química e biológica.

15. Clima temperado: O clima também influencia no bem-estar e na saúde, o temperado é o melhor.

16. Higiene moral: A sensualidade e as paixões também figuram entre as causas das enfermidades. Todo bem que se pratica ao próximo prolonga a vida, e todo o mal a reduz.

17. Otimismo: Cada vez mais, a neurociência evidencia o fato de que aquilo que se pensa e se sente exerce grande influência sobre o funcionamento de todo o organismo. A mente humana é muito poderosa, ainda que uma pessoa utilize apenas um estreito percentual de sua capacidade psíquica. Ou seja, cada vez mais existem evidências de que o que se sente, pensa-se e representa-se interiormente exerce um grande efeito sobre a maneira como o organismo funciona. Deve-se cultivar pensamentos e emoções positivas.

18. Higiene mental: Diariamente, deve-se dedicar alguns minutos à prática do silêncio: meditar, relaxar a mente e o corpo, acalmar os pensamentos e as emoções. A meditação propicia equilíbrio interior, discernimento, centralidade psicológica e revitaliza o organismo.

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8 sinais de que você pode estar com depressão

A depressão afeta 350 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e é mais prevalente entre mulheres. No Brasil, cerca de uma em cada dez pessoas sofre com o problema. Embora seja uma doença comum, a moléstia carrega estigmas que dificultam seu diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento adequado.

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O primeiro deles está no fato de a depressão ser um transtorno mental. “Percebemos que o preconceito com as doenças mentais faz com que muitos pacientes, principalmente os homens, demorem a aceitar que têm o problema e a procurar um médico, atrasando o tratamento”, diz Rodrigo Martins Leite, psiquiatra e coordenador dos ambulatórios do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP.

Alteração do humor

O principal sintoma da depressão é o humor deprimido, que pode envolver sentimentos como tristeza, indiferença e desânimo. Todos esses sentimentos são naturais do ser humano e nem sempre são sinônimo de depressão, mas, se somados a outros sintomas da doença e persistirem na maior parte do dia por ao menos duas semanas, podem configurar um quadro de depressão clínica. “O humor deprimido faz com que a pessoa passe a enxergar o mundo e a si mesma de forma negativa e infeliz. Mesmo se acontece algo de bom em sua vida, ela vai dar mais atenção ao aspecto ruim do evento. Com isso, o paciente tende a se sentir incapaz e sua autoestima diminui”, diz o psiquiatra Rodrigo Leite, do Instituto de Psiquiatria da USP.

Desinteresse por coisas prazerosas

Perder o interesse por atividades que antes eram prazerosas é outro sintoma importante da depressão. O desinteresse pode acontecer em diferentes aspectos da vida do indivíduo, como no âmbito familiar, profissional e sexual, além de atividades de lazer, por exemplo. “O paciente também pode abrir mão de projetos por achar que eles já não valem mais o esforço, deixar de conquistar novos objetivos ou de aproveitar oportunidades que podem surgir em sua vida”, diz o psiquiatra Rodrigo Leite.

Problemas relacionados ao sono

Pessoas com depressão podem passar a dormir durante mais ou menos tempo do que o de costume. É comum que apresentem problemas como acordar no meio da noite e ter dificuldade para voltar a dormir ou sonolência excessiva durante a noite ou o dia.

Mudanças no apetite

Pessoas com depressão podem apresentar uma perda ou aumento do apetite — passando a consumir muito açúcar ou carboidrato, por exemplo. Segundo o psiquiatra Rodrigo Leite, não está claro o motivo pelo qual isso acontece, mas sabe-se que, somado a outros sintomas da doença, a alteração do apetite que persiste por no mínimo duas semanas aumenta as chances de um paciente ser diagnosticado com depressão.

Perda ou ganho de peso

Mudanças significativas de peso podem ser uma consequência da alteração do apetite provocada pela depressão — por isso, são consideradas como um dos sintomas da doença.

Falta de concentração

Em muitos casos, a depressão também pode prejudicar a capacidade de concentração, raciocínio e tomada de decisões. Com isso, o indivíduo perde o rendimento no trabalho ou nos estudos. Segundo a psiquiatra Mara Maranhão, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a depressão pode impedir que o paciente trabalhe ou estude, ou então faz com que ele precise se esforçar muito para conseguir concluir determinada atividade.

Cansaço

Diminuição de energia, cansaço frequente e fadiga são comuns em pessoas com depressão, mesmo quando elas não realizaram esforço físico. “O indivíduo pode queixar-se, por exemplo, de que se lavar e se vestir pela manhã é algo exaustivo e pode levar o dobro do tempo habitual”, segundo o capítulo sobre depressão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), feito pela Associação Americana de Psiquiatria.

Pensamentos recorrentes sobre morte

Em casos mais graves, pessoas com depressão podem apresentar pensamentos recorrentes sobre morte, ideação suicida ou até tentativas de suicídio. A frequência e intensidade dessas ideias podem mudar de acordo com cada paciente. “As motivações para o suicídio podem incluir desejo de desistir diante de um obstáculo tido como insuperável ou intenso desejo de acabar com um estado emocional muito doloroso”, de acordo com o DSM-5.

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Jovens que não trabalham, nem estudam, desafiam rótulo de “geração nem-nem”

Um em cada cinco jovens brasileiros é “nem-nem”, quer dizer, está enquadrado entre aqueles que não trabalham e tampouco estudam. O diagnóstico vem do IBGE, que coletou dados de pessoas com idades entre 15 e 29 anos na Pesquisa Nacional por Amostragem a Domicílio (Pnad) de 2012. No ano passado, um estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro confirmou o índice, analisando uma faixa etária que se estendia dos 18 aos 25 anos.

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São 9,6 milhões de pessoas que, diferentes entre si nos mais variados aspectos, se pegaram unidas, certo dia, neste apelido pouco honroso – “nem-nem”. O próprio IBGE não garimpou o que essa “geração” tem em comum, para além de estar desgarrada do emprego e da escola:

– Infelizmente, a causa a gente não tem como precisar. Não perguntamos por que as pessoas estão sem estudar nem trabalhar. O que fizemos foi tentar traçar o início de um perfil – diz Cíntia Agostinho, pesquisadora do IBGE.

Uma das pistas para enxergar a origem desse suposto fenômeno está na crise financeira que atravessa o globo desde 2008. O Brasil não está sozinho a embalar os seus “nem-nem” – a recessão na União Europeia lançou ao desemprego quase um quarto dos menores de 25 anos, proporção bastante superior aos cerca de 11% de desemprego geral no velho continente, indicativo de que, quando a crise aperta, é a gurizada que apanha mais.

Como o Brasil tem segurado as pontas diante do cenário internacional instável, inclusive com rumores de pleno emprego, especialistas têm buscado explicações alternativas para a emergência dos nem-nem.

– É uma geração com baixa auto-estima, desconectada, que não pensa no futuro. Ela tem medo de assumir responsabilidades, e o que nos trouxe a isso foi o estilo de vida que levamos hoje. Tudo é transitório, passageiro, nada mais é sólido – avalia o jurista e professor Luiz Flávio Gomes, diretor-presidente do Instituto Avante Brasil, citando o filósofo Zygmunt Bauman, autor de Modernidade Líquida.

De acordo com o ex-promotor, ao menos uma parcela dos jovens, incentivada pela fluidez da internet, está “inerte e anestesiada”, sem conseguir se encontrar “nem nos relacionamentos com os pais, nem com os amigos, nem com a sociedade”. Outro fermento nesse bolo seria o aprimoramento das condições de vida:

– Há gerações que passam por muitas dificuldades e sabem como é difícil sobreviver. A geração seguinte encontra muita coisa pronta. Não sabe o quanto custou para chegarmos a esse ponto porque não lutou, é uma geração que nasceu com a comida no prato – sustenta Gomes, acrescentando que a rotatividade imposta pelas empresas também desanima os jovens.

Condições bastante específicas, entretanto, começam a despontar quando são cruzados os dados do Pnad. Se, por um lado,  “nem-nem” serve de adjetivo zombeteiro contra os deitados em berço esplêndido, por outro, a expressão parece injusta considerando que a representante típica dessa geração é mulher, mãe, pobre e habitante da região Norte ou Nordeste do país:

– Nesse grupo de 15 a 29 anos, 70,3% de quem não trabalhava nem estudava eram compostos por mulheres. E, dentre elas, 58,4% já tinham pelo menos um filho. Quando olhamos a escolaridade, percebemos que 32,4% não tinham o Ensino Fundamental completo, e somente 5% tinham o Superior completo ou incompleto – diz Cíntia Agostinho.

As estatísticas, assim, apontam para as dificuldades que mulheres de áreas mais pobres encontram ao tentar fazer a maternidade correr paralela ao emprego e ao estudo, conclusão reforçada pela representatividade menor da “geração nem-nem” em regiões com menos desigualdade econômica. O Sul apresenta a menor densidade (15%) de jovens que não trabalham nem estudam, e a fatia de juventude “nem-nem” em Santa Catarina é de apenas 12,7%.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zh.clicrbs.com.br/

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Hepatites Virais

Hepatite é uma inflamação do fígado. Esta inflamação pode ser causada por vários agentes, como drogas, álcool e, mais frequentemente, por vírus. As hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A (HAV), B (HBV) e C (HCV), causadores da Hepatite A, Hepatite B e Hepatite C, respectivamente.

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Como se disseminam os vírus da Hepatite?

  • Hepatite A: o HAV é transmitido de pessoa a pessoa pela ingestão de alimentos e água contaminados com fezes infectadas pelo vírus. Esta transmissão é conhecida como fecal-oral.
  • Hepatite B: o HBV é transmitido pelo contato com sangue contaminado (hemotransfusões, seringas contaminadas em usuários de drogas, material cirúrgico não estéril), contato sexual sem uso de preservativo ou da mãe para o filho durante a gestação e/ou parto (chamada transmissão vertical).
  • Hepatite C: o HCV é transmitido principalmente através do contato com sangue contaminado (hemotransfusões, seringas contaminadas em usuários de drogas, material cirúrgico não estéril). Outras formas de contágio, tais como sexual e vertical (mãe para o filho durante gestação/parto) ainda não foram comprovadas, entretanto não podem ser totalmente descartadas.

Quais os sintomas da Hepatite Viral?

A Hepatite pode surgir rapidamente sendo classificada como hepatite aguda ou lenta e menos sintomática, hepatite crônica. Hepatite A cursa apenas com a forma aguda. As outras, como a B, podem apresentar um quadro agudo e depois tornar-se crônica, já a Hepatite C costuma causar apenas hepatite crônica.

Sintomas gerais, geralmente mais associados as formas agudas são cansaço, perda do apetite, náuseas, dor e desconforto abdominal, urina escura e fezes claras, icterícia (olhos e peles amarelados).

A Hepatite Viral tem cura?

Grande parte das Hepatites Virais têm cura espontânea. Dependendo do vírus causador da Hepatite, existe um risco de cronifi cação da doença. Nesses casos, o vírus permanece infectando o fígado e pode causar outras doenças hepáticas posteriormente, tais como cirrose e câncer. A Hepatite A nunca se torna crônica evoluindo geralmente sem maior gravidade para a cura espontânea. Já a Hepatite B pode cronifi car em 2 a 6% das pessoas acima de 5 anos, em 30% das crianças entre 1 a 5 anos e em até 90% dos lactentes. Já a Hepatite C evolui com infecção crônica em 55 a 85% das pessoas infectadas.

Como diagnosticar o tipo de Hepatite?

Existem alguns exames de sangue que diagnosticam o tipo de vírus causador da Hepatite. Esses exames identificam cada vírus especificamente através da detecção dos anticorpos produzidos pelo organismo contra o vírus causador da Hepatite. Podem também dizer se a pessoa já teve contato prévio com o vírus, se ficou curada ou não ou se foi vacinada.

Como prevenir as Hepatites Virais?

Em relação à Hepatite A, a melhor prevenção é lavar sempre as mãos após utilizar o banheiro, após a troca de fraldas e antes de se alimentar. Já a melhor forma de prevenção das Hepatites B e C consiste em não compartilhar seringas, descartar seringas usadas em recipientes rígidos (evitando assim acidentes na manipulação do lixo) e utilizar preservativos em todas as relações sexuais.

Existe vacina para prevenção de Hepatites, são seguras?

As Hepatites A e B podem ser prevenidas por meio de vacinação. Já existem vacinas separadas para Hepatite A e B e vacinas conjugadas que conferem proteção contra as duas formas de Hepatites. Não existe vacina disponível contra Hepatite C. As vacinas são seguras e já foram aplicadas em mais de 4 milhões de pessoas nos Estados Unidos, entre adultos e crianças, sem relatos de efeitos adversos graves. A vacina contra Hepatite B já faz parte do calendário vacinal oficial do Ministério da Saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bronstein.com.br/

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