Archive for the 'Qualidade de Vida' Category



Câncer de mama aumenta entre as mais jovens, diz estudo

A incidência do câncer de mama avançado em mulheres de 25 a 39 anos nos Estados Unidos aumentou nos últimos 30 anos, segundo um estudo publicado no último dia (27).

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A pesquisa publicada no “JAMA”, a revista da Associação Médica Americana, descobriu que os casos passaram de 1,53 por 100 mil habitantes em 1976 para 2,9 por 100 mil habitantes em 2009.

Segundo os pesquisadores, isto representa um aumento médio ponderado de 2,07% por ano durante o período de 34 anos.

“A tendência não mostra sinais de diminuição e pode indicar um aumento da importância epidemiológica e clínica”, escreveram os autores do estudo, dirigido por Rebecca Johnson, do Hospital Infantil de Seattle e da Universidade de Washington.

As estatísticas utilizadas para o estudo são provenientes dos registros de três institutos nacionais de vigilância, epidemiologia e resultados finais de câncer.

“A trajetória da tendência da incidência prevê que um número cada vez maior de mulheres jovens nos Estados Unidos apresentará câncer de mama metastático em um grupo de idade que já tem o pior prognóstico, rotinas de detecção não recomendadas, um seguro mínimo de saúde e a maior quantidade de potenciais anos de vida”, segundo os autores.

Os pesquisadores descobriram que o maior aumento ocorreu entre as mulheres de 25 a 34 anos, com progressões cada vez menores nas mulheres mais velhas, medidas em intervalos de cinco anos. “Não houve aumento estatisticamente significativo da incidência em mulheres com mais de 55 anos”, escreveram.

Para as mulheres de 25 a 39 anos, o aumento foi “estatisticamente significativo” em mulheres negras e brancas não hispânicas desde 1992, quando as informações de raça e origem étnica começaram ser disponibilizadas nos dados utilizados.

“Quaisquer que sejam as causas — e é provável que exista mais de uma — a evidência observada do aumento da incidência do câncer de mama avançado em mulheres jovens exige corroboração e pode ser melhor confirmada com os dados de outros países”, afirmaram os autores.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

Ministério da Saúde e Fundação Gates financiam estudos sobre os Nascimentos Prematuros

O Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Fundação Bill & Mellinda Gates abriram o edital de pesquisa Grandes Desafios Brasil: Prevenção e Manejo dos Nascimentos Prematuros. Serão investidos R$ 16 milhões em estudos inovadores que visem melhorar o cenário da prematuridade no Brasil: compreender mecanismos biológicos que contribuem para o nascimento prematuro e possam indicar tratamento para aliviar suas consequências.

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Também podem participar projetos de produtos para prevenir, detectar ou cuidar de bebês prematuros; e estudos que promovam mudanças de comportamento em relação a esta questão. Candidatos podem se inscrever até 7 de maio. Poderão se candidatar, além da comunidade científica e acadêmica (detentores de titulação de mestrado e doutorado), jovens empreendedores, empresários da iniciativa privada com fins lucrativos e organizações não governamentais.

O anúncio do edital foi feito nesta terça-feira (26), no Rio de Janeiro, durante a VII Conferência da Rede Global de Academias de Ciências (IAP), que acontece no Hotel Rio Othon Palace desde domingo, e reúne a comunidade científica internacional. O tema do evento é Ciência para a Erradicação da Pobreza e o Desenvolvimento Sustentável.

“As complicações relacionadas ao nascimento prematuro são a primeira causa da mortalidade neonatal e a segunda principal causa de morte em crianças menores de cinco anos no mundo. O Ministério da Saúde acredita que soluções desenvolvidas no Brasil podem ter grande impacto dentro e fora do país. Por isso a parceria com a Fundação Gates é um marco da politica de pesquisa do ministério”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia, Carlos Gadelha, durante o principal encontro das academias nacionais de ciências do mundo.

A iniciativa Grandes Desafios Brasil está alinhada ao programa Rede Cegonha. Esta é a primeira ação da cooperação internacional entre o Ministério da Saúde e a Fundação Gates.

Assinada em abril do ano passado, a parceria visa apoiar a pesquisa e a inovação em áreas de interesse comum, como vacinas, nutrição, saúde materno-infantil e controle de doenças infecciosas.

RECURSOS – O investimento de R$16 milhões será disponibilizado em duas etapas de igual valor. Para a primeira etapa, a chamada terá o financiamento de R$8 milhões, sendo R$4 milhões da Fundação; R$2 milhões do Ministério da Saúde e outros R$2 milhões do CNPq/MCTI. A segunda etapa está condicionada ao desempenho dos estudos e corresponde a um financiamento com duração de dois anos.

Rede Cegonha – Criada em 2011, a estratégia fortalece a assistência integral à saúde de mães e filhos,  desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, parto, pós-parto, até o segundo ano de vida do bebê. O objetivo é garantir acolhimento e captação precoce da gestante, além de ampliar o acesso aos serviços de saúde e melhorar a qualidade do pré-natal. Presente em mais de 4,9 mil municípios de todo o país, a Rede já atende cerca de 2,6 milhões de mulheres, ou seja, 96% do total de gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

10 “probleminhas” Femininos

“Mulher é bicho esquisito. Todo mês sangra”. Esse trecho da música Cor de Rosa Choque, interpretada por Rita Lee, deixa claro que o sexo feminino é cheio de particularidades. Além da menstruação, sofre com a TPM (sigla de tensão pré-menstrual), passa pela menopausa e ainda pode adquirir doenças como endometriose e síndrome dos ovários policísticos.

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No Dia Internacional da Mulher (8 de março), confira curiosidades e explicações sobre 10 itens relacionados à sua saúde. Você sabia, por exemplo, que só a TPM tem mais 170 sintomas? E que cólica menstrual tem o complicado, e não menos dolorido, nome de disminorreia? Os dados são do ginecologista Eliano Pellini, chefe do setor de saúde e medicina sexual da Faculdade de Medicina do ABC, e do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

1 – TPM
Ela é um verdadeiro pesadelo na vida de muitos homens, que têm de lidar mensalmente com a instabilidade emocional de suas parceiras. A famosa TPM, hoje classificada como síndrome pré-menstrual, também traz inconvenientes a até 30% das mulheres, como dor de cabeça, vontade de comer açúcar e inchaço. Existem mais de 170 sintomas físicos e emocionais.

O incômodo surge por volta de 12 a 10 dias antes da menstruação e a ideia de que é causado apenas pela flutuação hormonal mudou. “É uma reação inadequada ao estresse. A perda da capacidade de algumas pacientes de captação de serotonina, um mediador cerebral, favorece o fenômeno, porque o corpo entende que a variação de líquidos e de hormônios femininos, por exemplo, são fatores estressantes e reage a eles”, disse o ginecologista.

As que sofrem com o problema são divididas em quatro grupos, de acordo com os sintomas: A (ansiedade, agitação, agressividade), C (cefaleia, aumento de apetite, desejo por doces), D (em estado depressivo, como desinteresse, desânimo) e H (retenção de líquido, ganho de peso).

Cada um deles tem um tipo de tratamento específico. De maneira geral, atividades físicas, dieta balanceada e bloqueio da menstruação (por meio de anticoncepcionais contínuos) são algumas das possibilidades.

Vale dizer que alimentos específicos podem colaborar com a situação ou prejudicá-la. Por exemplo, o café é bom para as com sinais depressivos, mas ruim para as ansiosas. Muito açúcar para depressivas pode levar à síndrome do pânico. Leite e queijo são um alívio para as com deficiência de magnésio e cálcio.

2 – Corrimento vaginal
Os corrimentos vaginais podem ser causados por bactérias, fungos e protozoários. Apresentam odor desagradável, causam coceira e têm coloração variada (amarela, cinza, esverdeada). O que os favorece são uso de antibiótico, ingestão excessiva de chocolate, atividade sexual muito intensa com parceiro ejaculando sempre dentro da vagina, lubrificar a vagina com saliva durante o sexo, biquíni molhado, contato com areia. O tratamento é medicamentoso, prescrito pelo médico.

O ginecologista Pellini acrescentou que algumas pacientes podem ter produção excessiva de líquido pela vagina por conta de abafar a região genital, o que causa irritação. Portanto, permita a ventilação usando saias e calcinhas de algodão. Não aposte em depilações excessivas, porque podem diminuir as defesas.

3 – Síndrome dos ovários policísticos
A síndrome dos ovários policísticos é um problema metabólico. Cerca de 50% das mulheres vão apresentá-la, segundo o ginecologista.

A doença pode ter duas origens. Na primeira, a pessoa nasce com dificuldade de ovulação, o que diminui os hormônios femininos e aumenta os masculinos. Assim, surgem os sintomas típicos: crescimento de pelos, queda de cabelo, falhas menstruais, dificuldade para engravidar e aumento de peso. “Engordar torna as mulheres candidatas ao aumento da taxa de açúcar do sangue e, portanto, ao diabetes”.

A segunda possibilidade de adquirir a síndrome é quando se desentende com a balança ao longo do tempo, fica diabética por conta disso e, então, surge o problema. Engana-se quem pensa que a presença de cistos nos ovários é obrigatória. Algumas têm todos os indícios da enfermidade, mas apresentam os órgãos normais. “O cisto não é a causa, mas a consequência de não ovular”.

O tratamento gira em torno de anticoncepcionais para proteger o cabelo e a pele, que fica oleosa e com acne, exercícios físicos, dieta balanceada, perda de peso, remédios antidiabéticos. Para engravidar, talvez seja necessário estimulante de evolução.

4 – Endometriose
A endometriose ocorre quando o endométrio (pele que reveste o útero e descama na menstruação) vai para outras partes do organismo e adere aos órgãos vizinhos, causando dor. Cerca de metade das mulheres que não conseguem engravidar têm o problema.

Segundo o ginecologista, pessoas com cólicas fortes e grande quantidade de fluxo menstrual são candidatas a desenvolver a doença no futuro. “Hoje, a mulher engravida tarde e menos, menstruando mais. Quanto mais menstrua, libera mais substâncias inflamatórias que predispõem à endometriose”.

O tratamento é bloquear a menstruação, por meio de pílula anticoncepcional contínua, injeções ou outras alternativas. Cirurgias são necessárias em alguns casos. Para engravidar, muitas precisam investir em fertilização in vitro.

5 – Mioma
Mioma é um tumor benigno do tecido muscular que forma o útero. Se você tem um e está preocupada com a possibilidade de se tornar um câncer, fique calma! Essa chance não existe.

O incômodo pode ocorrer do lado externo ou interno do órgão, sendo a segunda opção causadora de sangramentos e cólicas. “O grande problema é o crescimento deles, porque modificam muito o desenho do útero, o que pode fazer com que a mulher não consiga engravidar”, afrimou Pellini.

O tratamento depende do caso. Vai de controle menstrual por meio de pílulas anticoncepcionais à cirurgia. Vale lembrar que diabetes e pressão alta também são associados à enfermidade.

6 – Menstruação
A menarca (primeira menstruação) tende a ocorrer entre 11 e 12 anos e marca o início da vida fértil feminina. Se for precoce, antes dos 10, além do desenvolvimento do corpo mais adiantado, as meninas tendem a crescer menos e a ter a menopausa antes do ideal, envelhecendo mais cedo.

O médico Pellini afirmou que o corpo da mulher foi preparado para menstruar menos e engravidar mais. “Como a maioria das mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos, menstruam mais e abrem espaço maior para mioma, cólica, síndrome pré-menstrual. Nessa situação, vale a pena usar pílula anticoncepcional por longo tempo para proteger os ovários”.

7 – Menopausa
Em média, as mulheres param de menstruar aos 50 anos. Quando a menopausa ocorre precocemente, antes dos 45, a falta de hormônios femininos leva ao envelhecimento mais rápido. Se for tardia, depois dos 55, pode aumentar as chances de câncer de mama e de útero, devido ao maior tempo de exposição aos hormônios.

Os incômodos comuns do fim do período fértil são os famosos calorões, perda de massa óssea, ressecamento vaginal, queda de cabelo, variação de humor. Segundo o ginecologista Pellini, a reposição hormonal pode, sim, ser uma grande aliada de quem tem muitas queixas nesse período. “Se começa o tratamento no momento em que a menopausa começa, só traz benefícios. Caso a mulher procure por ele anos depois do fim da menstruação, traz riscos, o mais comum é o de câncer mamário”.

8 – Cólica menstrual
A cólica menstrual, que também atende pelo complicado nome dismenorreia, é um incômodo e tanto na vida de muitas mulheres. Em alguns casos, pode ser tão forte que chega a atrapalhar até o andamento das tarefas normais do dia a dia.

O problema é classificado em primário e secundário. No primeiro, não há lesões nos órgãos pélvicos e o “martírio” começa a se manifestar nas primeiras menstruações. “O endométrio descama e libera uma série de substâncias que promovem inflamação e a dor”, acrescentou Pellini. Anti-inflamatórios podem ajudar e o tratamento consiste no uso de anticoncepcionais.

A dismenorreia secundária pode surgir por uma lista de fatores e os mais frequentes são endometriose, miomas, cicatrizes no útero. O tratamento varia de acordo com o problema que leva à dor.

9 – Câncer de mama
O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres (é raro em homens), segundo o Inca. Quando diagnosticado precocemente, há até 95% de chance de cura. Por isso, é importante que quem tem de 50 a 69 anos faça mamografia regularmente.

Na maioria dos casos, não há uma causa específica. Há alguns fatores que estão associados ao aumento do risco de desenvolver a doença. A própria idade é um deles, pois a chance aumenta na medida em que se envelhece, o que não significa que mulheres mais jovens estejam isentas da doença.

Menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade (não ter filhos), primeiro filho em idade avançada, não amamentação e uso de terapia de reposição hormonal são outros motivos. Consumo excessivo de álcool, obesidade na pós-menopausa e sedentarismo também. Hereditariedade é responsável por menos de 10% dos cânceres de mama. A probabilidade é maior quando os parentes acometidos são de primeiro grau (pai, mãe, irmãos, filhos).

O sintoma mais habitual é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor. Outros sinais menos frequentes são edemas semelhantes à casca de laranja, irritação ou irregularidades na pele, dor, inversão ou descamação no mamilo e descarga papilar (saída de secreção pelo mamilo). Podem também surgir nódulos palpáveis na axila. Habitualmente, o tratamento pede cirurgia e é complementado pela radioterapia e quimioterapia/hormonioterapia.

10 – Câncer do colo do útero
O câncer do colo do útero é o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil, segundo o Inca.

As alterações das células que podem desencadeá-lo são descobertas facilmente no exame preventivo (Papanicolaou). O diagnóstico precoce e tratamento adequado levam a praticamente 100% de chance de cura.

A principal alteração que abre espaço para essa doença é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV, transmitido em relações sexuais. Portanto, a prevenção consiste no uso de camisinha.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Dia Internacional da Mulher: data para comemorar, mas também para refletir

No dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. A data celebra as muitas conquistas femininas ao longo dos últimos séculos, mas também serve como um alerta sobre os graves problemas de gênero que persistem em todo o mundo. No Brasil, embora a legislação garanta a igualdade em várias esferas, a discriminação sexual ainda existe.

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Ao longo de toda a história, as mulheres conviveram com diversos elementos de opressão. Em um mundo comandado por homens, as pressões sociais para que suas atividades se restringissem a cuidar dos filhos e da casa eram enormes. A partir do Século 19 isso começou a mudar. Nos Estados Unidos e na Europa surgiram vários movimentos com o objetivo de reduzir o abismo de privilégios entre os sexos. Neste momento, a principal reivindicação era a garantia do direito ao voto.

No Brasil, uma das primeiras mulheres a colocarem em questão a dominação social masculina foi a educadora Dionísia Gonçalves Pinto. Mais conhecida por seu pseudônimo, Nísia Floresta, ela publicou, em 1832, o livro “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”. Já na década de 1920, a Liga Brasileira pelo Progresso Feminino, liderada pela bióloga Bertha Lutz, lutava pelo direito ao voto, assegurado em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas.

Hoje, as mulheres brasileiras conseguiram superar muitas barreiras e participam ativamente da sociedade. Mas ainda há um longo caminho até a igualdade. Segundo a última Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, realizada em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, apesar de 53,8% da população em idade ativa – com 15 anos ou mais – ser composta por mulheres, elas ainda respondem por apenas 46,1% da população ocupada. A comparação entre os salários também mostra que homens com o mesmo nível de escolaridade recebem mais em quase todos os tipos de trabalho.

Segundo a coordenadora da Sempreviva Organização Feminista (SOF), Nalu Faria, parte dessa disparidade ainda vem da noção de que a realização de tarefas domésticas é uma responsabilidade feminina. “O número de mulheres que fazem jornada dupla – trabalhando fora e dentro de casa – é muito grande”, afirma. “Isso prejudica seu desempenho no emprego e atrasa seu desenvolvimento educacional”, completa.

A disparidade é ainda maior na esfera política. Apesar de elas serem maioria na população brasileira – 51,5% das 195 milhões de pessoas – apenas 8,6% do Congresso e 16% do Senado são ocupados por mulheres. No restante do mundo a população feminina responde por pouco mais de 49% e ocupa, em média, 20,8% das câmaras e 18,2% dos senados. Nalu acredita que a situação brasileira vem melhorando no Governo Dilma Rousseff, mas que o fato de atualmente o país ter uma presidenta não representa, por si só, um grande avanço. “Muitas vezes a sociedade aceita algumas mulheres, sem, no entanto, mudar sua visão machista”, afirma. “O fato mais importante é que hoje temos várias ministras”, ressalta.

Origem da comemoração

A ideia de uma celebração internacional dedicada às mulheres surgiu em 1910, como uma proposta da dirigente socialista alemã Clara Zetkin. A data, entretanto, só foi escolhida depois de 8 março de 1917, quando um grupo de mulheres realizou uma manifestação em Petrogrado (atual São Petersburgo), na Rússia. Elas pediam melhores condições de vida e a retirada do país da Primeira Guerra Mundial. Popular entre os países comunistas, o Dia Internacional da Mulher só se popularizou no Ocidente a partir de 1975, ano em que a Organização das Nações Unidas reconheceu formalmente a data.

Segundo Nalu, é muito comum a crença de que o dia foi escolhido para homenagear as 146 mulheres que, em 1911, morreram vítimas de um incêndio que destruiu uma fábrica de roupas em Nova York. Esse episódio, ocorrido em 25 de março, foi muito importante para a intensificação da luta por melhores condições de trabalho, mas não teve influência específica na criação do Dia Internacional da Mulher.

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Os Benefícios do Sol

Vitamina D: veja como manter as doses necessárias mesmo sem Sol

A vitamina D é considerada um pró-hormônio e apresenta diversas funções no organismo. É principalmente conhecida pelo seu papel de regular a absorção de cálcio e fósforo no organismo, sendo primordial para a manutenção da saúde óssea. A vitamina também modula a função dos órgãos sexuais e é crucial para a integridade dos tecidos sexuais reprodução feminina.

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“Esse nutriente regula o funcionamento de mais de 200 genes, sendo fundamental para proliferação e diferenciação dos tecidos, síntese e secreção de hormônios tireoidianos e paratireoidianos, secreção de insulina, modulação do sistema imune, atividade cerebral, adequado funcionamento cardiovascular, controle da pressão arterial, entre outros benefícios”, afirma Tatiana Barão, nutricionista da Naturalis Nutrição & Farma.

Além disso, cientistas do Centro Moores sobre o câncer, da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, descobriram que a vitamina D pode reduzir em até 50% o risco de câncer de mama e em mais de 66% o de tumores cancerosos colo-retais.

“Essa vitamina também age na pele, controlando sua proliferação e diferenciação, participando também da regulação da produção de sebo e na atividade antimicrobiana das células produtoras de sebo, o que pode auxiliar no tratamento da acne“, revela a nutricionista da Naturalis. Ainda não existem, contudo, resultados conclusivos.

Não deixe faltar…

deficiência de vitamina D promove desregulação de diversas funções do organismo. Porém, segundo a nutricionista da Naturalis, seus sintomas só são percebidos em longo prazo.

“Enfraquecimento dos ossos, problemas cardiovasculares – como o aumento da pressão arterial – desregulação da síntese de insulina – ou seja, predisposição ao diabetes mellitus [o aumento anormal de açúcar ou glicose no sangue], dentre outros sintomas podem ser observados quando há falta dessa vitamina no organismo”, afirma.

… nem sobrar!

Em contrapartida, “os efeitos nocivos do excesso de vitamina D provocam redução do volume urinário, dor, náusea, vômito, perda de apetite e até de massa óssea”, adverte a nutricionista Fernanda Pisciolaro (SP).

Portanto, é importante consultar sempre seu médico ou nutricionista para dosar a quantidade ideal dessa vitamina para o seu organismo – o que varia conforme o peso, a idade, o sexo etc.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://corpoacorpo.uol.com.br

Verão exige mais cuidados com exposição ao Sol

Quem planeja aproveitar o verão para pegar um bronzeado e curtir o litoral deve estar alerta para os riscos da exposição excessiva ao sol. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam o câncer de pele como o mais incidente no Brasil em 2005. O principal vilão desse tipo de câncer são os raios ultravioleta do sol. O inca, ligado ao Ministério da Saúde, prevê em torno de 118.840 mil casos novos da doença este ano. Alguns cuidados básicos podem garantir o lazer e evitar problemas de saúde.

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O câncer de pele ocorre com mais freqüência nos homens e, nas mulheres, já supera o de mama. Acredita-se que o aumento do número de casos de câncer de pele no País tem a ver com a localização na orla de boa parte das grandes cidades brasileiras. Para agravar o problema, segundo o Inca, muitas pessoas conhecem os riscos da exposição aos raios solares, mas ignoram as recomendações de proteção.

Para o chefe do serviço de dermatologia do Inca, Carlos Eduardo dos Santos, a melhor forma de proteção contra o câncer de pele é a própria roupa, usada como barreira para os raios ultravioletas. O uso de bonés e blusas leves de manga são uma boa pedida para o verão.  “Para profissionais expostos diariamente ao sol, como os marinheiros e os vendedores ambulantes das praias, é essencial a utilização de roupas leves para cobrir o corpo”, ressalta Carlos Eduardo. O uso de óculos escuros também é importante, pois o sol não faz somente mal à pele, mas também aos olhos.

Filtro – A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento dos tumores, principalmente a dos raios ultravioleta B, com maior incidência entre 10h e 16h. Por isso, as pessoas que têm como lazer a prática de atividades no sol precisam evitar a exposição nesse período. Quem vai para a praia ou para outro lugar aberto nesse intervalo de tempo não pode esquecer de carregar o protetor solar. O produto deve ser aplicado em todas as áreas da pele expostas e reaplicado após cada mergulho e nos casos em que as pessoas suam muito. O uso do filtro solar é recomendado para todas as pessoas inclusive nos dias nublados, pois os raios solares atravessam as nuvens e atingem a pele. “A maioria aplica o filtro só no rosto, mas toda a pele deve ser revestida”, destaca Carlos Eduardo. “É preciso lembrar que o protetor solar dura apenas duas horas na pele”, frisa.

As crianças são as que mais necessitam do filtro solar. Aquelas que ainda não aprenderam a andar não devem nem mesmo ir à praia. A mãe ou a babá pode se distrair e deixar a criança exposta. Nessas circunstâncias, ela não terá como se defender e fugir do sol. “Hoje, existem filtros solares coloridos que, depois de aplicados em crianças, dão às mães noções das áreas do corpo onde o protetor não foi passado”, diz Carlos Eduardo.

Mesmo com a previsão de maior incidência este ano no Brasil, o câncer de pele não está entre os mais letais. Geralmente, a doença causa deformidades desagradáveis como feridas próximas aos olhos e cicatrizes que permanecem mesmo após o tratamento. Esse tipo de câncer é mais comum após os 40 anos de idade, pois o efeito do sol é acumulativo. Pessoas de pele e olhos claros são as mais vulneráveis ao desenvolvimento da doença. “Não existe bronzeamento saudável. O bronzeado é apenas uma demonstração de que o organismo está tentando se defender contra a agressão do sol à pele”, alerta Carlos Eduardo.

Campanha – Para tentar conter o avanço nos números de casos de câncer de pele, o Inca escolheu o cartão postal mais famoso do País e um dos roteiros favoritos de turistas do Brasil e do mundo para uma intensa campanha. No verão do Rio de Janeiro, o Inca distribui folhetos educativos, com informações sobre a doença e os hábitos de prevenção, como parte da Campanha de Prevenção ao Câncer de Pele. A ação do instituto acontece todos os sábados, até o dia cinco de março, nas principais praias da capital carioca. Além disso, profissionais de saúde do Inca estão disponíveis nas praias do Rio, das 10h às 15h, para esclarecer dúvidas sobre a prevenção. A mobilização também ocorre por meio da distribuição de folhetos em vôos de companhias aéreas com destino ao litoral brasileiro.

Diagnóstico precoce: importante forma de prevenção
Em 90% dos casos, o câncer de pele é provocado pela exposição excessiva ao sol. No entanto, existem outras causas como viroses, infecções de um modo geral, contato com o elemento conhecido como arsênico (usado como defensivo agrícola) e alterações genéticas que favorecem o aparecimento da doença.

O câncer de pele se caracteriza pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Essas células se dispõem formando camadas. Conforme a camada afetada, provocam-se diferentes tipos de câncer. Os principais são os carcinomas basocelulares, os espinocelulares e os melanomas. Dos três tipos comuns, o melanoma é o mais perigoso, embora represente apenas 5% dos casos. O melanoma é o tumor com maior probabilidade de ocasionar uma metástase, ou seja, de se espalhar por outras partes do corpo. Se o melanoma é descoberto no início, há grandes chances de cura.

O ideal de exposição ao sol recomendado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) são três sessões semanais de quinze minutos cada, dose suficiente para desencadear a produção de vitamina D no organismo. Essa vitamina serve para absorver o cálcio que atua nos nervos, nos músculos e, principalmente, nos ossos. A falta de cálcio deixa os ossos fracos. “O sol que você pega, ao sair na rua para fazer suas atividades cotidianas, é o bastante para esse estímulo” considera o chefe do serviço de dermatologia do Inca, Carlos Eduardo dos Santos. “Existem pessoas com 18 anos já tomaram 80% do sol que poderiam pegar a vida inteira”, alerta.

O diagnóstico precoce é uma importante forma de prevenção da doença. É necessário estar atento aos principais sinais, como lesões que sangram e não cicatrizam com facilidade, feridas que aumentaram de tamanho e pintas de um modo geral. Deve-se suspeitar também de lesões que crescem rápido e apresentam sangramento. Ao identificar sinais de câncer de pele, é preciso procurar as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dermatologistas estão aptos para confirmar o diagnóstico e encaminhar o paciente aos Centros de Atendimento do Câncer (Cacon).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portal.saude.gov.br/

Sol: Benefícios e Meios de Proteção

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O Sol é indispensável à vida. Em doses moderadas, desempenha um papel benéfico:

  • no humor: o Sol pode ser um excelente tratamento contra determinadas formas de depressão sazonal;
  • na síntese da vitamina D, essencial à fixação do cálcio nos ossos: quinze minutos de exposição solar são suficientes.

Em doses excessivas, o Sol pode ser muito perigoso e provocar:

  • queimaduras solares, também chamadas eritemas solares: é o efeito nefasto imediato mais frequente de uma exposição ao Sol;
  • fotodermatoses: como a lucite ou outras dermatoses agravadas pelo Sol, a acne, o cloasma,o lúpus, a urticária solar, o vitiligo
  • fotossensibilizações;

A longo prazo, surgem mais alguns efeitos nefastos.

  • aceleração do envelhecimento cutâneo, traduzido pelo aparecimento de manchas, tez amarela, rugas profundas, perda de densidade e elasticidade da pele.
  • fotocarcinogénese (cancro cutâneo) provocado pelos UVB e UV
A PROTEÇÃO ACIMA DE TUDO

Existem regras que devem respeitar-se, sempre, em caso de exposição solar:

  • evitar a exposição nas horas de maior intensidade solar;
  • aplicar o protetor solar antes da exposição, em quantidade suficiente (duas camadas em vez de uma).
  • Renovar a aplicação, generosa e frequentemente, sobretudo após o banho ou se transpirar excessivamente.
  • não expor crianças de tenra idade à luz direta do sol. Após cada banho, deverá secar-se a criança com uma toalha e renovar a aplicação do protetor solar específico para este tipo de pele frágil.

Deverá ter-se consciência que: determinados alimentos contribuem para melhorar a resistência da nossa pele ao Sol. Moléculas naturais como os carotenoídes, a vitamina C, presente nas frutas e legumes, ou a vitamina E contribuem para a foto-proteção  No entanto, não substituem, de modo algum, uma boa proteção solar, indispensável em caso de exposição.

Não hesite em consultar um dermatologista, para mais informações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.laroche-posay.pt

‘Sol pode trazer mais Benefícios que Riscos’

O estudo foi liderado pelo biofísico Richard Setlow, o primeiro a alertar para a ligação entre exposição solar e câncer de pele.

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Desta vez, no entanto, ele chama atenção para o fato de que a falta de luz solar pode prejudicar a produção de vitamina D, substância que ajuda na prevenção de vários tipos de câncer e doenças cardíacas, além de impulsionar o sistema imunológico.

“Já que a vitamina D tem uma papel importante na prevenção de vários tipos de tumores internos e outras doenças, é importante avaliar os riscos para determinar se o conselho de ficar menos exposto ao sol pode trazer mais prejuízos que benefícios em algumas populações”, disse Setlow, pesquisador do Laboratório Nacional de Brookhaven, do Departamento de Energia do governo americano.

A pesquisa foi publicada na edição desta semana da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. Além da equipe de Setlow, cientistas da Noruega também participaram do trabalho.

Incidência

Os pesquisadores, da Noruega e dos Estados Unidos, calcularam a síntese de vitamina D em pessoas que vivem em latitudes diferentes – mais ao norte e próximas à linha do Equador.

As simulações indicaram que pessoas que vivem na região do Equador, como na Austrália, produzem 3,4 vezes mais vitamina D em resposta à exposição ao sol do que quem vive na Grã-Bretanha e 4,8 vezes mais do que os escandinavos.

Além disso, os pesquisadores observaram que a incidência de outros tipos de câncer, como de pulmão, mama e próstata, aumentava no sentido norte-sul.

No entanto, ao analisar as taxas de sobrevivência, os pesquisadores descobriram que as pessoas que ficam mais expostas ao sol apresentam prognóstico melhor, o que sugere que pessoas com mais tempo de exposição ao sol têm mais chances de sobreviver a vários tipos de câncer.

“Em um trabalho anterior havíamos apontado que as taxas de sobrevivência para estes tipos de câncer melhoravam quando o diagnóstico coincidia com a estação de maior exposição ao sol”, diz Setlow.

O estudo aponta que, para prevenir o câncer de pele e continuar produzindo vitamina D, é preciso aumentar o consumo de alimentos ricos na substância e continuar utilizando o protetor solar.

Para Setlow, a pesquisa pode auxiliar no desenvolvimento de novos tipos de protetores solares, que protejam contra os raios UVA, mas não prejudiquem a absorção moderada dos raios UVB, que atuam na produção de vitamina D.

“Um aumento na exposição ao sol pode levar a uma melhoria no prognóstico do câncer e possivelmente ter mais resultados positivos que negativos.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk

Os novos benefícios da vitamina D

Ela é fundamental tanto para a mulher grávida quanto para um atleta campeão olímpico. Sua escassez provoca imensos problemas de saúde, mas tê-la em excesso também.

Serve ao bebê recém-nascido e ao idoso. É fundamental para o obeso e para o magro. Poucas substâncias servem tão completamente ao organismo quanto a vitamina D.

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A temporada dos corpos à mostra, com o verão e as férias, é o momento mais adequado para a compreensão do funcionamento da chamada vitamina do sol. Pode até chover hoje e amanhã, mas, dos 89 dias do verão brasileiro, 66 serão ensolarados no Rio de Janeiro; 65, em Porto Alegre; sessenta, no Recife; 46, em Brasília; e 45, em São Paulo.

Até dez anos atrás, a vitamina D estava associada, sobretudo, à manutenção de um esqueleto forte. As descobertas mais recentes da medicina, no entanto, indicam que praticamente todos os tecidos e órgãos se beneficiam dela. “Direta ou indiretamente, a D está relacionada a pelo menos 2.000 genes, o que comprova a sua vasta gama de benefícios”, disse a VEJA o endocrinologista americano Michael Holick, professor da Universidade de Boston, o grande pesquisador do assunto e autor do livro Vitamina D — Como um Tratamento Tão Simples Pode Reverter Doenças Tão Importantes.

A vitamina D faz nosso coração bater no ritmo adequado e nossas artérias e veias pulsarem em compasso. É ela que nos garante força muscular e nos protege contra infecções, infartos e derrames, diabetes e alguns tipos de câncer.

A falta dela desregula o sistema de fome e saciedade e nos faz engordar — e morrer de vergonha de, na praia, vestir o biquíni e o calção.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br


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