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Crise da Água: Vamos Fazer Nossa Parte
Published fevereiro 10, 2015 Campanhas Leave a CommentTags:Abrir a Torneira, banho, Campanha, Campanha Especial, Crise da Água, Crise na Água, Economizar, Escovar os Dentes, Evite, Lavar o carro, Regador, Uso Consciente, Vamos fazer nossa parte, vivamelhor, vivamelhoronline
Carnaval, diversão e #PartiuTeste
Published fevereiro 9, 2015 Notícias , Qualidade de Vida 1 CommentTags:AIDs, Antirretrovirais, Avanços, Brasil, camisinha, Campanha, carnaval, cuidados, cura, dados, Desafio, Desafio Social, dicas, doença, epidemia, estatísticas, Estigma, HIV, jovem, jovens, Ministério da Saúde, Morte, Notícias, ONU, Organização Mundial da Saúde, pais, Pesquisa, Prevenção, risco, Saúde, tratamento, vida
O Carnaval é comemorado em diversas partes do mundo e, no Brasil, pessoas de todas as idades e até mesmo de outros países se reúnem em festas características de cada região. O feriado possibilita encontros em cidades como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Minas Gerais ou até mesmo o Distrito Federal com seus tradicionais bloquinhos de rua.
O clima é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e aids. Este ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da aids não só usando camisinha, mas realizando o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.
A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. Acho que o teste é uma boa forma de conscientização e já conversei muitas vezes com meus amigos sobre o fato de que a doença é transmitida mais facilmente do que se imagina. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.
Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o Carnaval 2015, nesta quarta-feira (28), mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e aids, 45% da população sexualmente ativa do país não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.
O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem. Eu sempre uso camisinha se não estiver namorando ou quando não conheço muito bem a pessoa”, revela.
A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013. O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Acho que é importante para ficar seguro e consciente do meu status. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção, e de redobrar meus cuidados, principalmente, em relação a terceiros”, ressalta.
Com a ampliação da testagem do HIV, cerca de 6,4 milhões de testes rápidos foram distribuídos em 2014. O crescimento da assistência às pessoas com HIV e aids e o incentivo ao diagnóstico precoce fazem parte das estratégias do Ministério da Saúde no cumprimento da meta “90-90-90”, que corresponde a 90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020. As metas foram adotadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (UNAIDS).
Medicamento 3 em 1 – Este ano o Ministério da Saúde enviou a todos os estados brasileiros o medicamento 3 em 1 (dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/
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Seja Contra a Violência. Rompa com as Agressões
Published janeiro 30, 2015 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Agressão, Agressor, Aplicativo, bem-estar, Brasil, Campanha, Clique 180, Crime, cuidados, doença, Estado, Família, Impunidade, justiça, lei, Maria da Penha, Ministério Público, Ministra Eleonora Menicucci, Morte, mulheres, Prevenção, Saúde, USP, Vítimas, Violência, Violência Contra a Mulher
Você Tem Saúde Financeira?
Published janeiro 19, 2015 Campanhas Leave a CommentTags:Campanha, controle, dicas, DSOP, Economia, Finanças, financeiramente, gastos, Golden Stern, Parceiro, Saúde, Saúde Financeira, Sonhos, Tips, Viva Melhor, vivamelhoronline, Você tem saúde financeira?
Inatividade mata mais do que obesidade, indica pesquisa
Published janeiro 19, 2015 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, atividade física, AVC, BBC, bem-estar, caminhada, Caminhar, Campanha, Cardio, Cardiologista, colesterol, Coração, cuidados, Cuidados Prévios, dia mundial do coração, doenças, doenças cardiovasculares, exercícios, Hospital Federal de Bonsucesso, Infarto, Lazer, Ministério da Saúde, Mortes, Saúde, SUS, Triglicerídios
A falta de exercício pode estar matando o dobro de pessoas se comparada à obesidade, sugere um estudo feito por 12 anos, que incluiu mais de 300 mil pessoas na Europa.
Pesquisadores da Universidade de Cambridge registraram cerca de 676 mil mortes por ano por inatividade, contra 337 mil por conta de excesso de peso.
Eles concluíram que pelo menos 20 minutos diários de caminhada rápida poderiam gerar benefícios substanciais.
Especialistas afirmam, ainda, que exercício físico é benéfico para pessoas de qualquer peso.
Obesidade e sedentarismo, muitas vezes andam de mãos dadas. No entanto, sabe-se que as pessoas mais magras têm um maior risco de problemas de saúde se forem inativas. E as pessoas obesas que se exercitam têm melhores condições de saúde do que pessoas inativas.
O estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, tenta trazer à tona os perigos da inatividade e da obesidade.
Inatividade mata
Os pesquisadores acompanharam 334.161 europeus por 12 anos. Eles avaliaram os níveis de exercício e a circunferência das cinturas a cada morte.
“O maior risco (de morte precoce) está associado aos classificados como inativos, sejam com peso normal, sobrepeso ou obesidade”, disse às BBC News Ulf Ekelund, um des pesquisadores envolvidos no estudo.
Ekelund afirma que eliminar a inatividade na Europa cortaria as taxas de mortalidade em cerca de 7,5%, ou 676 mil mortes, mas eliminar a obesidade reduziria a mortalidade em apenas 3,6%.
“Mas não acho que seja caso de um ou outro. Nós também devemos nos esforçar para reduzir a obesidade, e a atividade física deve ser reconhecida como uma estratégia muito importante de saúde pública”, acrescentou Ekelund.
Ekelund, que faz pelo menos cinco horas de exercício vigoroso toda semana, afirma que uma caminahada rápida todo dia é suficiente para transformar a saúde.
“Vinte minutos de atividade física, o equivalente a uma caminhada rápida, é algo possível de incluir em qualquer trajeto para o trabalho, ou em intervalos de almoço, ou à noite, em vez de assistir TV”, sugere.
Os males causados por inatividade e obesidade são, em grande parte, os mesmos, como doença cardiovascular. No entanto, a diabetes tipo 2 é mais comum entre os obesos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site http://www.bbc.co.uk/
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Humanos iguais, direito e justiça
Published dezembro 10, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:#AskRights, 10 de dezembro, Campanha, Declaração Universal dos Direitos Humanos, direitos, Direitos humanos, Evento, Google, Humano, iBahia, Nações Unidas, Navi Pillay, Occuppy, ONU, ONUBrasil, Política, Twitter, vida
Art.1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos:
“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”
Apesar de não ser do conhecimento de todos, o que aliás deveria ser, afinal pertence a cada ser vivente deste planeta, os direitos humanos ou coletivos são aqueles adquiridos em decorrência do resultado de uma longa história e que foram debatidos ao longo dos séculos por filósofos e juristas. São direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, idade, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição. Os direitos humanos incluem o direito à vida, à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre e muitos outros. Todos merecem estes direitos, sem discriminação e em igualdade e liberdade.
Entre suas principais características estão o respeito pela dignidade e o valor de cada pessoa. Eles são universais, o que quer dizer que são aplicados de forma igual e sem discriminação; são inalienáveis e ninguém pode ser privado de seus direitos, mas podem ser limitados em situações específicas. São também indivisíveis, interrelacionados e interdependentes, já que é insuficiente respeitar alguns direitos humanos e outros não. Na prática, a violação de um direito vai afetar o respeito por muitos outros.
Durante a idade moderna, os racionalistas dos séculos XVII e XVIII, reformularam as teorias do direito natural. Para os racionalistas, todos os homens são por natureza livres e têm certos direitos inatos de que não podem ser despojados quando entram em sociedade. Foi esta corrente de pensamento que acabou por inspirar o atual sistema internacional de proteção dos direitos do homem e da mulher.
A evolução destas correntes veio a dar frutos pela primeira vez na Inglaterra e depois nos Estados Unidos. A Carta Magna de 1215 deu garantias contra a arbitrariedade da Coroa, e influenciou diversos documentos, como por exemplo, o Acto habeas corpus (1679), que foi a primeira tentativa para impedir as detenções ilegais. A Declaração Americana da Independência datada em 4 de Julho de 1776 onde constava os direitos naturais do ser humano que o poder político deve respeitar. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, também proclamada na França em 1789, e as reivindicações ao longo dos séculos XIV e XV em prol das liberdades, alargou o campo dos direitos humanos e definiu os direitos econômicos e sociais, políticos e culturais.
Mas o momento mais importante, na história dos Direitos do Homem, é durante 1945-1948. Em 1945, algumas nações tomaram consciência das tragédias e atrocidades vividas durante a 2ª Guerra Mundial, o que os levou a criar a Organização das Nações Unidas. Foi através da Carta das Nações Unidas, assinada a 20 de Junho de 1945, que os povos exprimiram a sua determinação. A criação da ONU simboliza a necessidade de um mundo de tolerância, de paz, de solidariedade entre as nações, que faça avançar o progresso social e econômico de todos os povos. Através da sua existência foi possível viabilizar um fórum ideal para o desenvolvimento sustentável e solidário e a adoção dos instrumentos internacionais de direitos humanos.
Os principais objetivos das Nações Unidas, passam por manter a paz, a segurança internacional, desenvolver relações amigáveis entre as nações e realizar a cooperação internacional. Ela também tem como intuito resolver problemas internacionais de cunho econômico, social, intelectual e humanitário, desenvolver e encorajar o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais sem qualquer tipo de distinção.
Assim, em 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Logo este dia constitui uma importante data comemorativa, pois é um dia para que o mundo possa relembrar que a garantia efetiva dos direitos humanos requer vigilância contínua e participação coletiva. Sem dúvidas, trata-se de uma data para reivindicarmos ações concretas de todos para o cumprimento dos compromissos assumidos com a garantia dos direitos civis, políticos, sociais e ambientais.
Parabenizamos todos atores e atrizes da humanidade caminhante de Deus da criação e sempre da evolução dos direitos humanos. Parabenizamos militantes de centros de direitos humanos do MNDH, comissões de justiça e paz, comitês de anistia, anistia internacional, comissões parlamentares de direitos humanos, comissões de direitos humanos da ONU e OEA e comissões da verdade, justiça. Tortura nunca mais. História, memória, justiça, verdade, democracia e liberdade, paz e cidadania.
Neste 10 de dezembro, busquemos uma reflexão sobre o papel a ser exercido pelos governos a nível federal, estadual e municipal, pela família e por cada pessoa no avanço e na efetivação das garantias consolidadas pela Declaração dos Direitos Humanos. Essa é uma oportunidade para fazermos um balanço do que os governos já concretizaram em benefício do seu povo e quais serão os próximos desafios. Um chamado para que os países do mundo refundem o compromisso social de, por meio da educação, promover o respeito a todos os direitos fundamentais. Todo dia é dia dos direitos humanos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.dm.com.br/
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HIV está se tornando menos mortal e infeccioso, diz estudo
Published dezembro 4, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:AIDs, Antirretrovirais, Avanços, Brasil, camisinha, Campanha, cuidados, cura, dados, Desafio, Desafio Social, dicas, doença, epidemia, estatísticas, Estigma, HIV, jovem, jovens, Ministério da Saúde, Morte, Notícias, ONU, Organização Mundial da Saúde, pais, Pesquisa, Prevenção, risco, Saúde, tratamento, vida
O vírus HIV está se tornando menos mortal e menos infeccioso, de acordo com uma pesquisa coordenada pela Universidade de Oxford.
Os pesquisadores mostraram que o vírus está perdendo força ao se adaptar ao nosso sistema imunológico e demorando mais para causar a Aids (a síndrome da imunodeficiência adquirida, que ocorre à medida que as barreiras imunológicas do corpo começam a ser corroídas).
Alguns virologistas sugerem que a evolução do vírus pode torná-lo, algum dia, “quase inofensivo”. Para os pesquisadores de Oxford, as mudanças no vírus podem ajudar nos esforços para conter a pandemia.
Hoje, o HIV infecta mais de 37 milhões de pessoas no mundo – em seus corpos, ocorre uma batalha entre o sistema imunológico e o vírus. Tal qual um mestre do disfarce, o vírus sabe rapidamente e com pouco esforço passar por mutações para se adaptar ao sistema imunológico.
No entanto, às vezes o HIV infecta uma pessoa com um sistema imunológico particularmente eficaz.
“[Nestes casos] o vírus fica entre a cruz e a espada”, explica o professor Philip Goulder, da Universidade de Oxford. “Ele pode perder a eficácia ou se transformar para sobreviver e, se tiver que mudar, isso terá um custo.”
O “custo” é uma diminuição na capacidade de se replicar, o que faz com que o vírus se torne menos infeccioso e leve mais tempo para causar Aids.
Lentidão
À medida que este vírus enfraquecido é passado para outras pessoas, tem início um lento ciclo de enfraquecimento.
A equipe mostrou esse processo acontecendo na África, comparando Botswana, onde os problemas com o HIV existem há um longo tempo, e África do Sul, onde o vírus chegou uma década depois.
“É bastante surpreendente. É possível ver que a capacidade de se replicar é 10% menor em Botswana do que na África do Sul e isso é muito emocionante”, disse Goulder à BBC.
“Estamos observando a evolução acontecer na nossa frente e é surpreendente a rapidez com que o processo está acontecendo. O vírus está perdendo sua capacidade de causar doença e isso vai contribuir para sua eliminação.”
As descobertas foram publicadas na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Ataque dos antirretrovirais
O estudo também sugere que as drogas antirretrovirais estão forçando o HIV a evoluir para formas mais leves. Os medicamentos teriam como alvo principalmente as versões mais agressivas do HIV, permitindo a reprodução das formas menos violentas.
“Vinte anos atrás, a Aids se manifestava em dez anos. Mas, nos últimos dez anos, em Botswana, isso pode ter aumentado para 12,5 anos – um aumento pequeno, mas que no contexto geral é uma mudança rápida”, disse Goulder.
“É possível imaginar que isso se estenda cada vez mais e que, no futuro, as pessoas possam permanecer assintomáticas durante décadas.”
“Se a tendência continuar, em seguida, podemos ver uma mudança de cenário global: uma doença longa sendo menos transmissível”, disse à BBC Jonathan Ball, virologista da Universidade de Nottingham.
“Em teoria, se deixássemos o HIV seguir o seu curso, veríamos o surgimento de uma população humana mais resistente ao vírus do que somos hoje coletivamente. A infecção por HIV acabaria se tornando quase inofensiva. Isso provavelmente já aconteceu ao longo da história, mas estamos falando de escalas de tempo muito grandes.”
Porém, o grupo alertou que mesmo uma versão enfraquecida do HIV ainda é perigosa e pode causar Aids.
Andrew Freedman, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Cardiff, qualificou o estudo de “intrigante”.
“Os pesquisadores foram capazes de demonstrar como o vírus se enfraqueceu ao longo do tempo. O uso generalizado de terapia antirretroviral pode ter um efeito semelhante e, em conjunto, estes efeitos podem contribuir para o controle final da epidemia de HIV”, disse.
Mas ele advertiu que o HIV ainda tem “um caminho muito longo” até se tornar inofensivo e que “outros acontecimentos podem substituir isso, incluindo um acesso mais amplo ao tratamento e, eventualmente, o desenvolvimento de uma cura”.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/
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Aids avança entre os jovens brasileiros
Published dezembro 3, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:AIDs, Antirretrovirais, Avanços, Brasil, camisinha, Campanha, cuidados, cura, dados, Desafio, Desafio Social, dicas, doença, epidemia, estatísticas, Estigma, HIV, jovem, jovens, Ministério da Saúde, Morte, Notícias, ONU, Organização Mundial da Saúde, pais, Pesquisa, Prevenção, risco, Saúde, tratamento, vida
Os jovens entre 15 e 24 anos formam um dos grupos que mais preocupa as autoridades e profissionais de saúde envolvidos com o combate à aids no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, em oito anos foram registrados mais de 30 mil casos da doença nesse grupo da população.
Se em 2004 havia 9,6 casos de aids em cada grupo de 100 mil habitantes de 15 a 24 anos, em 2013 o índice saltou para 12,7. Ao todo, 4.414 jovens foram detectados com o vírus em 2013, enquanto em 2004 haviam sido 3.453.
Nesse grupo, a preocupação é ainda maior com os gays. “Há uma tendência de aumento importante entre os mais jovens de 15 a 24 anos, em particular entre meninos jovens que fazem sexo com meninos jovens”, afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta segunda-feira 1º, Dia Mundial de Luta contra a Aids.
Para especialistas ouvidos pela DW Brasil, entre os motivos que levam à contaminação estão a sensação de invulnerabilidade, a discriminação, o uso de drogas, má comunicação com esse grupo e, principalmente, o não uso da camisinha.
“Há 30 anos fazemos o mesmo tipo de mensagem e esquecemos que o jovem de hoje não é o mesmo de 30 anos atrás, da época do surgimento da epidemia”, diz Georgiana Braga-Orillard, diretora da Unaids no Brasil. “O jovem de hoje não viu ídolos morrerem e não têm exemplos que tornam a epidemia de aids real.”
Para a especialista, é também necessário falar sobre discriminação, que é um dos fatores para a vulnerabilidade dos jovens homossexuais. “Nós temos que falar sobre discriminação nas escolas e na TV. O papel da mídia é muito importante para discutir mais o assunto”, afirma Braga-Orillard.
Em São Paulo, um levantamento da Secretaria da Saúde divulgado nesta segunda-feira confirma os dados nacionais: o número de novos casos de aids na faixa etária entre 15 e 24 anos aumentou 21,5% nos últimos sete anos. Foram registrados 722 novos casos em 2013, enquanto que, em 2007, haviam sido 594. No mesmo período, o número total de novos casos no Estado caiu 20%, passando para 6.830 em 2013.
De acordo com o infectologista Francisco Aoki, do Hospital das Clínicas da Unicamp, muito se fez em termos de prevenção, diagnóstico, tratamento, acompanhamento, distribuição de medicamentos, entre outras políticas. Porém, devido aos bons resultados do tratamento antirretroviral, os mais jovens têm relaxado na hora de usar a camisinha.
“Discussão, campanhas e informação existem aos montes. Mas, no entanto, os jovens têm tido uma certa dose de desdém e não vêm observando a necessidade de prevenção efetiva”, observa.
Para Fabiano Ramos, chefe do serviço de infectologia do Hospital São Lucas, da PUC-RS, há descaso no uso do preservativo e, ainda, o problema do uso de drogas, que favorece a disseminação do HIV. “O uso do crack vem aumentando nas cidades brasileiras, especialmente nas camadas mais pobres da população”, diz Ramos.
O Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira, em Brasília, uma campanha voltada para o público jovem. Com o slogan #partiuteste, a ação visa informar sobre a prevenção do vírus HIV, com material específico para a população jovem gay e também para travestis. Nas peças publicitárias, é destacada a importância de se iniciar o tratamento logo depois de um resultado positivo.
O Ministério da Saúde divulgou ainda que, entre janeiro e outubro, o número de pacientes que iniciaram tratamento com medicamentos antirretrovirais no SUS passou de 61 mil – número 29% maior do que no mesmo período do ano passado, quando 47.506 pessoas iniciaram esse tratamento.
O aumento se deve à mudança de protocolo para a oferta do medicamento: em dezembro de 2013, o ministério estendeu o tratamento a todos infectados pelo HIV, independentemente do estágio da doença e da contagem das células de defesa CD4.
De acordo com o ministério, 734 mil pessoas vivem com aids no Brasil, sendo que, desse total, 589 mil sabem que têm a doença. O ministério afirma que a epidemia está estabilizada no país e que, a cada ano, são notificados 39 mil novos casos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.cartacapital.com.br/
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Tratamento como prevenção, os primeiros resultados na epidemia da AIDS
Published dezembro 2, 2014 Sem categoria Leave a CommentTags:AIDs, Antirretrovirais, Avanços, Brasil, camisinha, Campanha, cuidados, cura, dados, Desafio, Desafio Social, dicas, doença, epidemia, estatísticas, Estigma, HIV, jovem, jovens, Ministério da Saúde, Morte, Notícias, ONU, Organização Mundial da Saúde, pais, Pesquisa, Prevenção, risco, Saúde, tratamento, vida
O Brasil chega este ano com 29% a mais de pessoas em tratamento com antirretrovirais pelo Sistema Único de Saúde (SUS), na comparação com 2013. De Janeiro a Outubro do ano passado, 47.506 pessoas entraram em uso de medicação antirretroviral, sendo que neste mesmo período de 2014 foram 61.221 pacientes. No total acumulado, quase 400 mil pessoas já estão em terapia com estes medicamentos, neste ano. Os dados são do Boletim Epidemiológico de HIV e Aids 2014, divulgados pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta segunda-feira, em Brasília, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a aids (1º de dezembro).
O crescimento no número de pessoas em terapia com antirretrovirais é um dos impactos do Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e Aids, lançado em 1º de dezembro do ano passado. O protocolo garantiu acesso aos antirretrovirais a todas as pessoas com testes positivos de HIV, mesmo aquelas que não apresentem comprometimento do sistema imunológico.
Outro resultado positivo do protocolo, lançado há um ano, é o aumento expressivo de pessoas que iniciam o tratamento com CD4 acima de 500, ou seja, pessoas soropositivas com imunidade normal. Os dados do novo boletim indicam que 37% dos pacientes que entraram em tratamento em 2014 tinham CD4 acima de 500. Isso demostra que protocolo está funcionando: os médicos estão prescrevendo de acordo com a diretriz do Ministério da Saúde e os pacientes estão tomando corretamente os medicamentos prescritos.
AVANÇOS – O Brasil tem adotado, nos últimos meses, uma série de medidas para controle da transmissão, entre elas a ampliação da testagem de HIV em populações chaves (gays e homens que fazem sexo com homens, transexuais e travestis, pessoas que usam drogas e profissionais do sexo), além da facilitação do acesso de medicamentos, com a incorporação de novas formulações mais fáceis de serem usadas pelas pessoas vivendo com HIV/aids. Em 2014 o Ministério incorporou o 3 em 1 no Rio Grande do Sul e no Amazonas e já estendeu a compra para todo país. Além disso, incorporou o 2 em 1 e o Ritonavir termoestável, que dispensa a conservação em geladeira, dentre outras novidades. Todas essas medidas irão proporcionar que um grande número de pessoas possam se beneficiar do início precoce da terapia.
Com a adoção destas medidas, o Ministério da Saúde pretende cumprir a meta estabelecida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) e pela Organização Mundial da Saúde, conhecida como 90-90-90, até 2020. A meta é testar 90% da população brasileira e, das pessoas que apresentarem resultado positivo, tratar 90%. Como resultado, conseguir que 90% das pessoas tratadas apresentem carga viral indetectável.
CAMPANHA – Pela primeira vez o Ministério da Saúde apresenta em uma campanha a estratégia de prevenir, testar e tratar. A campanha, lançada neste dia 1º de dezembro, tem como público alvo os jovens. Haverá também material segmentado para a população jovem gay e travestis. A estratégia deste ano prevê a continuidade da campanha, com adaptações, para festas populares, como carnaval e outros eventos, durante todo o próximo ano.
A nova campanha apresenta jovens experimentando a vida com a palavra “testar”. O teste reforça o slogan final usando a gíria “# partiu teste”, linguagem típica desta faixa etária prioritária. O mensagem geral da campanha é informar o jovem para se prevenir contra o vírus da aids, usar camisinha, fazer o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento” de prevenção combinada.
NOVOS NÚMEROS – De acordo com o novo boletim epidemiológico, cerca de 734 mil pessoas vivem com HIV e aids hoje no país. Deste total, 80% (589 mil) foram diagnosticadas. Desde os anos 80, foram notificados 757 mil casos de aids no país. A epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 20,4 casos, a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 39 mil casos de aids novos ao ano.
O coeficiente de mortalidade por aids caiu 13% nos últimos 10 anos, passando de 6,1 caso de mortes por 100 mil habitantes em 2004, para 5,7 casos em 2013. Do total de óbitos por aids ocorridos no país até o ano passado, 198.534 (71,3%) ocorreram entre homens e 79.655 (28,6%) entre mulheres.
Em julho deste ano, a revista britânica The Lancet, uma das mais importantes publicações científicas da área médica, divulgou um estudo mostrando que o tratamento para aids no Brasil é mais eficiente que a média global. Segundo o estudo, as mortes em decorrência do vírus HIV no país caíram a uma taxa anual de 2,3% entre 2000 e 2013, maior do que os 1,5% registrados globalmente.
FUNDO POSITHIVO – No Dia Mundial de Luta contra a Aids, o Ministério da Saúde também anunciou o lançamento do Fundo Nacional de Sustentabilidade às Organizações da Sociedade Civil que trabalham no campo das DST/AIDS e Hepatites Virais. O fundo tem como meta arrecadar recursos da iniciativa privada para financiar projetos sociais de Organizações da Sociedade Civil (OSCs).
O fundo irá mobilizar recursos adicionais para as OSC, proporcionando a sustentabilidade e o aprimoramento das respostas sociais e políticas a estas enfermidades no Brasil. A Fundação de Amparo à Pesquisa e à Extensão Universitária (FAPEU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ficará responsável pelo seu gerenciamento nos 3 primeiros anos. O fomento à criação do Fundo tem como objetivo contribuir para uma fonte adicional de recursos à luta contra a AIDS no país, que tem na Sociedade Civil Organizada um aliado estratégico.
Atualmente, trabalham com o tema DST, Aids e hepatites Virais no país cerca de 350 organizações da sociedade civil (OSCs). Além da mobilização de recursos financeiros, o fundo pretende contribuir com a prevenção às doenças sexualmente transmissíveis, ao HIV/aids, às hepatites virais e à promoção da saúde, especialmente entre jovens.
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