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Cuide de Você Como Quem Cuida de Uma Rosa

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OMS pede restrições a cigarro eletrônico, temendo efeito em crianças

A OMS (Organização Mundial da Saúde) fez um relatório alertando para o perigo que o produto pode representar para crianças e adolescentes e, por isso, sugere um controle maior na comercialização do dispositivo até que se tenha a certeza de seus possíveis efeitos.

cigarro-eletronico-Thinkstock

O cigarro eletrônico já pode ser visto em terras brasileiras – a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proíbe a venda e a importação do produto, mas não o uso, a não ser em locais fechados onde a lei impede o fumo – e tem se tornado uma alternativa comum aos fumantes que tentam se livrar dos malefícios advindos do vício do cigarro.

O dispositivo eletrônico oferece pequenas doses de nicotina, mas sai na frente do cigarro comum por não ter a queima do fumo (que inclui substâncias cancerígenas provenientes do tabaco).

A OMS, porém, considera que, apesar do aparente “benefício” para os fumantes, o cigarro eletrônico pode representar uma ameaça para adolescentes e mulheres grávidas (podendo prejudicar o crescimento do feto). A OMS adverte que o vapor do dispositivo eletrônico exala algumas substâncias tóxicas e nicotina no ar e que não há evidências de que ele ajude os fumantes a largar o vício.

Por isso, a Organização pede que o uso desse tipo de dispositivo seja proibido em lugares fechados “até que se prove que o vapor que sai deles não é prejudicial para outras pessoas” e que a venda para crianças ou menores de idade também seja suspensa.

Para os ativistas que defendem o uso do cigarro eletrônico, no entanto, as restrições precisam ser “proporcionais”.

Relatório

O relatório da OMS atenta para o potencial do cigarro eletrônico em supostamente desencadear o aumento do uso de cigarros por crianças. Especialistas em saúde pedem a proibição das propagandas com esse dispositivo que podem motivar crianças e não-fumantes a usar o produto.

Eles alegam que as essências usadas no cigarro eletrônico com sabores doces, de frutas ou bebidas alcoólicas também deveriam ser banidas, já que elas tornam o produto ainda mais atrativo para adolescentes e não-fumantes.

Além disso, a OMS pede que a exposição de cigarros eletrônicos em máquinas de venda automática também sofra restrições.

De acordo com a Organização, enquanto esses dispositivos parecem menos prejudiciais do que os cigarros tradicionais, eles podem representar ameaças para adolescentes e fetos de mulheres grávidas que usam esse tipo de produto.

Mas alguns pesquisadores sugerem que restrições mais duras podem impedir que os fumantes tenham acesso a um produto potencialmente menos prejudicial que o cigarro comum.

“Sempre dissemos que, considerando que a nicotina causa vício, a idade mínima da lei (18 anos) deveria ser aplicada também para os cigarros eletrônicos”, afirma um porta-voz de uma empresa britânica de tabaco. “No entanto, se fortes regulações restritivas servirem de obstáculo para a inovação ou o uso adulto, isso poderá inibir o surgimento de novos produtos – e isso só pode ser algo ruim para a saúde pública.”

Restrições proporcionais

Hazel Cheesman, representante da entidade britânica Ação em Fumo e Saúde, diz que não há provas de qualquer dano a fumantes passivos do cigarro eletrônico e argumenta que a restrição a ele, se acontecer, deveria ser proporcional.

“Fumar mata 100 mil pessoas só no Reino Unido. Todos ou boa parte dos fumantes que trocam o cigarro comum pelo cigarro eletrônico estão mais suscetíveis a reduzir os riscos para a saúde”, afirma.

“Apesar de não podermos estar certos de que cigarros eletrônicos são completamente seguros, como reconhece a OMS, eles são consideravelmente menos prejudiciais do que o fumo do tabaco e pesquisas sugerem que eles estão ajudando fumantes a parar”, completa Cheesman.

Uma convenção internacional para discutir o controle do tabaco acontecerá em outubro, com possíveis novas orientações globais sobre o cigarro eletrônico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk/

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Tabagismo está ligado a mais de 200 mil mortes por ano

Infarto, câncer, trombose, bronquite, enfisema pulmonar são alguns dos problemas associados ao cigarro.

cigarro

Sexta-feira (29/08) acontece o Dia Nacional de Combate ao Fumo. HCor oferece programa de tratamento com médicos e psicólogas, além de realizar campanhas preventivas

O tabagismo está associado a mais de 200 mil mortes por ano, o equivalente a 23 pessoas por hora, segundo dados recentes do Ministério da Saúde. “O cigarro pode causar problemas como infarto agudo do miocárdio, derrame, trombose, bronquite, enfisema, além de câncer no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, entre outras regiões do corpo”, enumera a psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do Hospital do Coração (HCor). Para conscientizar a população sobre esses riscos, acontece na próxima sexta-feira (29/08) o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

“Embora o cigarro tenha sido bastante combatido nos últimos anos, ele ainda está entre as principais causas de Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs)”, afirma a psicóloga. Essas doenças passaram a liderar o ranking mundial de mortes desde o início do século XXI, quando superou a mortalidade das doenças infectocontagiosas. “Por isso, podemos afirmar que o tabagismo contribui ativamente com a taxa de mortalidade gerada em função do problema que abrange também hipertensão, diabetes, obesidade e câncer de diferentes tipos”, explica Cury.

Além das doenças citadas, o tabagismo também está associado a outros problemas, como impotência sexual, complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do aparelho digestivo e infecções respiratórias das mais diversas. Apesar disso, o combate ao cigarro enfrenta muitos obstáculos, como o próprio incentivo por fatores socioculturais. “O tabagista geralmente tem um perfil permeado por ansiedade, depressão, estresse, emoções negativas e positivas. Por isso, é importante junto ao tratamento medicamentoso associar o acompanhamento psicológico”, explica a psicóloga.

Tratamento
O HCor administra um Programa de Controle do Fumo, no qual uma equipe de psicólogas e médicos de diferentes especialidades prestam auxílio aos dependentes de nicotina por meio de um tratamento com nove sessões de duração. Neste processo, os fumantes são medicados, de acordo com a suas respectivas necessidades, e são acompanhados por terapia psicológica, cujo objetivo é tratar a dependência física e psicológica do cigarro.

“Paralelamente, apoiamos ações preventivas em escolas, a partir da 8.ª série, com o objetivo de alertar para os perigos trazidos pelo cigarro”, diz Silvia. “Embora a dependência de nicotina possa ser tratada, a maior arma contra o fumo ainda é evitá-lo”, conclui a psicóloga do HCor.

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Portadores do vírus HIV têm mais defesa contra a gripe A

Estudo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), publicado nesta segunda (30) na revista científica Plos One, mostra que pessoas infectadas pelo vírus HIV são menos suscetíveis ao vírus H1N1, causador da gripe A. É como se o HIV se protegesse para que aquele organismo não fosse infectado por outro vírus, que iria competir com ele pela mesma célula, explicou o pesquisador Thiago Moreno.

Vacinação-Brumado

“Durante a pandemia de 2009, foi surpreendente observar que indivíduos infectados pelo HIV não tiveram uma maior gravidade quando infectados pelo H1N1. É surpreendente porque, pela condição deles de imuno comprometimento devido à infecção pelo HIV, era esperado o contrário, que foi o que ocorreu com outros indivíduos imunocomprometidos, como os portadores de câncer e os transplantados”, disse o pesquisador.

Os estudos sugerem que o efeito da pandemia em indivíduos infectados pela aids não foi diferente do observado na população em geral. A explicação científica é que o HIV, ao responder à defesa da célula que ele ataca, usa uma proteína (IFITM3) capaz de inibir a replicação do vírus H1N1. Com isso, a capacidade do influenza de infectar as células é prejudicada.

Após constatarem o efeito do HIV sobre a replicação do vírus influenza, os pesquisadores querem agora detectar qual é o efeito do influenza sobre o vírus da aids. Testes são feitos no IOC. Thiago Moreno admitiu que a ideia, no futuro, é buscar novos tratamentos para a gripe.

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Dia Mundial do Doador de Sangue: apenas 1,7% da população brasileira é doadora

30 minutos é o tempo médio que uma pessoa gasta para doar 450 ml de sangue e ajudar a salvar a vida de outras três – entre vítimas de acidentes, mães com complicações durante o parto ou a gravidez, crianças anêmicas e pacientes com câncer.

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Doar sangue não dói, é rápido, não afeta a saúde e faz uma grande diferença aos pacientes que necessitam de transfusão – no Brasil, a cada dois minutos uma pessoa precisa de sangue. Ainda assim, uma das maiores dificuldades da área da saúde é encontrar pessoas dispostas a doar sangue para suprir a demanda diária dos hospitais pelo tecido.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), anualmente, são coletadas 107 milhões de bolsas de sangue – sendo que cerca de 50% dessas doações acontecem em países de alta renda, onde vive apenas 15% da população mundial. O número é vergonhoso, se levarmos em conta que o mundo possui bilhões de habitantes e que cada pessoa maior de 18 anos poderia doar sangue, no mínimo, uma vez por ano.

Brasil tem grande contribuição nessa situação: por aqui, apenas 1,7% da população é doadora, de acordo com o Ministério da Saúde (MS). Para a OMS, o recomendável é que, pelo menos, 5% dos habitantes de um país doem sangue. Ou seja, estamos bem mal na fita.

Para reverter essa situação, o melhor caminho, de acordo com a ONU, é investir em educação e infraestrutura e transformar a doação de sangue em uma questão prioritária das políticas nacionais de saúde.

Dia do Doador de Sangue é comemorado mundialmente em 14/06, há 10 anos.

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Tabagismo 2014: EVITE

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Pesquisadores apostam na imunoterapia como uma arma efetiva contra a câncer

O Dia Mundial de Combate ao Câncer foi lembrado na terça (08), com o objetivo de chamar a atenção de governos e disseminar informações sobre as formas de tratamento da doença à população.

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A aposta dos pesquisadores atualmente é investir na imunoterapia, reconhecendo no próprio corpo uma arma de combate à doença.

— Isso propiciou estratégias de tratamento que interferem na resposta do organismo frente ao tumor e oferecem resultados surpreendentes em tumores muito resistentes — avalia Gilberto Schwartsmann, chefe do Serviço de Oncologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

Um dos tratamentos experimentais de maior sucesso na atualidade é o que utiliza os receptores quiméricos de antígeno (CARs), células imunes do próprio paciente que são transformadas e reinfundidas no organismo para desenvolver imunidade aos tumores. O estudo é desenvolvido pelos pesquisadores Michel Sadelain, imunologista do Memorial Hospital, em Nova York, e Carl June, professor na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

Os dois especialistas estarão no Brasil neste mês para participar do congresso internacional Challenges and Solutions in Cancer Research and Treatment (Desafios e Soluções em Pesquisa e Tratamento do Câncer), no Rio de Janeiro. No evento, pesquisadores do Brasil e do Exterior estarão reunidos para discutir os estudos mais avançados na área e estabelecer parcerias e acordos de cooperação entre centros de pesquisa e autoridades governamentais.

A expectativa da conferência, segundo Cristina Bonorino, coordenadora do Laboratório de Imunologia Celular e Molecular do Instituto de Pesquisas Biomédicas da PUCRS e uma das organizadoras do congresso, é agilizar o estabelecimento de protocolos para se testar alternativas terapêuticas no país — prática comum nos Estados Unidos e na Europa mas sem tradição no Brasil, devido a entraves burocráticos e falta de investimento.

— A ideia é se articular para encurtar o tempo que existe entre o que a gente pode fazer de maneira experimental e facilitar alternativas para o paciente nos casos em que a terapia convencional não funciona. A agilidade nesses casos é peremptória: essas pessoas não têm tempo a perder, pois têm meses de vida.

Estado tem 10% dos casos do país

— Entre 2009 e 2013 foram registradas, no Sistema Único de Saúde, 3.155.265 internações para tratamento do câncer, com 247.394 óbitos no país, resultando em uma taxa de mortalidade de 7,84.

— Somente no Rio Grande do Sul, foram registrados 267.064 internações e 24.225 óbitos (9,07 de taxa de mortalidade) nos últimos cinco anos.

— No ano passado, 51.682 brasileiros foram vítimas do câncer — 10% deles no Estado. Os tumores no pâncreas, no pulmão e no fígado foram os que registraram a maior taxa de mortalidade.

— A cada ano, o câncer provoca cerca de 8 milhões de mortes no mundo. Estima-se que um terço dessas mortes poderia ter sido evitado com mais prevenção, detecção precoce e acesso aos tratamentos existentes.

— O RS tem a maior taxa estimada de novos casos para os dois tipos de câncer mais frequentes na população. A previsão em 2014 é de 114,52 novos casos de câncer de próstata para cada 100 mil homens e 87,72 de câncer de mama para 100 mil mulheres no Estado. Na Capital, os índices sobem para 133,04 entre os homens e 146,36 entre as mulheres. A média nacional é de 70,42 e 56,09, respectivamente.

— Os hábitos de vida dos gaúchos e os mecanismos de detecção e diagnóstico existentes no RS, que permitem identificar tumores, seriam os responsáveis por tais índices.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://zerohora.clicrbs.com.br/

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No Dia Mundial de Combate ao Câncer saiba mais sobre a doença

Durante os nossos anos de vida, as células, responsáveis pelo funcionamento dos órgãos, nascem e morrem todo tempo. Normalmente, elas se partem em duas, quatro, oito e assim por diante. Se por uma falha genética, a célula começa a se dividir desordenadamente, surge uma massa, o tumor. Caso ele aumente e passe a interferir no funcionamento do corpo, recebe o nome de câncer maligno. Quando a célula cresce sem controle, invade os tecidos, os vasos e a doença se dissemina a distância, em vários órgãos, o processo é chamado de metástase.

câncer de mama - divulgação
O câncer é uma doença silenciosa e, na maioria das vezes, não causa dor. O que muitos não sabem é que tem cura, mas, para isso, deve ser detectado em seu começo. Como forma de conscientização sobre a importância do diagnóstico, do tratamento e dos hábitos de vida, a data 8 de abril foi estabelecida como o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Marcos Moraes, oncologista, presidente da Academia Nacional de Medicina e ex-diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), explica como a doença ataca o organismo.

“A célula se rebela, não obedece mais a nenhuma programação de sua divisão, que é uma maneira de ela viver. O câncer ataca o organismo com esse processo de comprimir. Em termos genéricos, existem quatro tipos de câncer. O carcinoma, aquele que se localiza no revestimento do nosso corpo, ou seja, interno ou externo. O sarcoma, que é nos órgãos de sustentação, músculo, gordura, osso e cartilagem. O linfoma, formado por tumores dos órgãos linfoides, dos gânglios e do sistema de defesa do organismo. E a leucemia, que são os tumores líquidos no sangue”, explica Marcos.

A qualidade de vida da pessoa influencia no câncer. O alimento que ela come, o que ela bebe, se fuma ou não; se tem uma prática esportiva saudável, além da carga genética. “Você pode encontrar pessoas que têm todos esses fatores, mas não têm câncer porque, talvez, ele tenha um mecanismo de defesa mais exaltado do que os membros da família. Câncer tem fatores que promovem o crescimento do tumor e tem fatores que o retardam, isso é uma coisa pessoal do organismo do indivíduo. Se você comparar 100 mil pessoas com hábitos saudáveis com 100 mil que não os têm, a incidência é muito maior naqueles que não têm”, destaca o oncologista.

Incidência e percentual de cura

O Inca estima cerca de 580 mil casos novos da doença em 2014. De acordo com a publicação Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, os cânceres mais incidentes na população brasileira, neste ano, serão de pele não melanoma (182 mil); próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil); pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo, estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais comuns, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Entre as estimativas para as regiões, serão 299,7 mil casos no Sudeste; 116,3 mil no Sul; 99,06 mil no Nordeste; 41,4 mil no Centro-Oeste e pouco mais de 20 mil no Norte. Segundo o Ministério da Saúde, o câncer é, atualmente, a segunda principal causa de morte no Brasil e no mundo, atrás das doenças cardiovasculares.

Segundo o levantamento do governo, em 2011 foram registradas 184.384 mortes por câncer em todo o país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos da doença para o ano de 2030 em todo o mundo, com 17 milhões de mortes. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil. Apesar do número expressivo, 60% dos pacientes de câncer se curam e algumas taxas de mortalidade apresentam tendência de queda, como pulmão (-0,95% ao ano em homens na última década); colo do útero (-1,5% ao ano na última década) e estômago (-2,2% em homens e -2% em mulheres, por ano, na última década). A queda na mortalidade por câncer de pulmão e de colo do útero é resultado direto das campanhas de controle do tabagismo e de prevenção e detecção precoce do câncer cervical por meio do exame Papanicolau.

Tratamento do câncer

Jacob Kligerman, oncologista, cirurgião de cabeça e pescoço e membro titular da Academia Nacional de Medicina, informa que, hoje, existe a multidisciplinaridade. “São três as formas de tratamento. Na cirurgia, os grandes avanços são a possibilidades de grandes reconstruções com mais habilidade do próprio cirurgião visando, principalmente, não deixar deformações e a qualidade de vida do paciente. Na radioterapia, temos a radioterapia de intensidade modulada, que foca áreas menores, com menos danos ao paciente. E, na quimioterapia, as drogas alvo atuam diretamente nas mutações genéticas, que realmente combatem e têm uma grande possibilidade de cura. É o grande campo de pesquisa, hoje, internacional de drogas novas”, ressalta Jacob.

Para a opção de tratamento, deve ser verificado se o tumor é mais sensível à quimioterapia ou à cirurgia; se há a necessidade de operar e o grau da doença, além da sensibilidade pessoal do paciente. Isso vai determinar se a pessoa necessita de mais de um tratamento ou de outro tratamento. ”Todo câncer é curável desde que venha a ser tratados na fase inicial. Na mais avançada, você pode torná-lo uma doença crônica, pensando sempre no que é melhor para o paciente, em uma associação médico-paciente para o retorno dele à sociedade e uma qualidade de vida adequada, e ocasionar uma vida mais saudável”, conclui o oncologista.

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Dia Mundial da Luta contra o Câncer – 08 de abril

O número de casos de câncer de próstata aumenta a cada ano. Segundo índices do Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2014 são estimados cerca de 69 mil novos casos da doença, o que faz com que esse tipo de tumor passe a ocupar o primeiro lugar no ranking de cânceres que mais atingem os homens no Brasil. Em países desenvolvidos, a incidência pode ser cerca de seis vezes maior.

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A próstata é uma glândula exclusiva do sistema genital masculino, que se localiza abaixo da bexiga. Sua função é produzir substâncias que vão ajudar a tornar o sêmen mais fluido, facilitando o deslocamento dos espermatozoides.

Ainda não se sabe todas as causas do câncer de próstata, que acomete cerca de 62% dos homens – a partir dos 65 anos – em todo o mundo, segundo informações do INCA. Até o momento, o único fator de risco bem estabelecido para o desenvolvimento da doença é a idade.

De acordo com o Dr. Fernando Maluf, Chefe do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, outros fatores podem contribuir para o surgimento da doença, como alimentação rica em gorduras ou predisposição genética. “Homens com histórico de câncer de próstata na família possuem maior propensão em desenvolver a doença. Além disso, a incidência deste tipo de câncer tende a ser maior em negros – por razões ainda não definidas – e pessoas obesas, que mantêm uma dieta rica em gorduras”, explica o especialista.

Segundo informações do INCA, entre as justificativas para o aumento da incidência do câncer de próstata pode-se destacar o aumento da expectativa de vida do brasileiro, a melhoria e a evolução dos métodos diagnósticos e da qualidade dos sistemas de informação do país.

No Brasil, a mortalidade por esse tipo de câncer apresenta um perfil ascendente semelhante ao da incidência, com aumento de cerca de 15% quando comparado aos índices de 2012. No entanto, quando diagnosticado precocemente pode apresentar bom prognóstico.

“O câncer de próstata pode crescer localmente ou disseminar-se pelos gânglios, vasos sanguíneos e, em casos mais graves, pode chegar a atingir os ossos. Por isso é importante que os homens comecem a fazer os exames preventivos a partir dos 50 anos, pois quanto mais cedo o problema for detectado, mais eficaz será o tratamento”, explica o Dr. Maluf.

Para diminuir os riscos de desenvolver câncer de próstata, os homens podem adotar uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e com menor ingestão de gorduras, principalmente as de origem animal. Especialistas recomendam ainda a adoção de bons hábitos de vida como: realizar pelo menos 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Homens a partir dos 50 anos devem realizar exames de rotina para a prevenção do câncer de próstata. Caso exista um histórico familiar desse tipo de tumor, recomenda-se a prevenção a partir dos 45 anos. Os sintomas mais comuns desse tipo de câncer são a dificuldade de urinar, frequência urinária alterada ou diminuição da força do jato da urina, dentre outros. Tudo depende do estágio em que se encontra a doença.

O toque retal é o teste mais utilizado, apesar de suas limitações: somente a porção posterior e lateral da próstata pode ser palpada. É recomendável fazer um exame de sangue específico, o PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), para identificar o aumento de uma proteína produzida pela próstata, o que seria um indício da doença, e, dependendo do caso, biópsia para finalizar o diagnóstico.

A cura do câncer de próstata dependerá do estágio, extensão e classificação das células malignas que há no tumor. Quando a doença é comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia ou tratamento hormonal. Para a doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), geralmente o tratamento escolhido é a terapia hormonal e quimioterapia. A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

O câncer de próstata resistente à castração (CPRC) também é conhecido como câncer de próstata hormônio-refratário (CPHR). A maioria dos homens com CPRC apresenta evidência radiológica de metástase óssea (CPRCm). Uma vez que as células cancerosas se instalam no osso, elas interferem em sua resistência, frequentemente causando dor, fratura ou outras complicações que podem prejudicar significativamente a saúde do homem. Metástases ósseas secundárias ao câncer de próstata geralmente atingem a coluna lombar, as vértebras e a pélvis, e são a principal causa de incapacidade e morte em pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração (CPRCm).

Nos próximos meses, deve chegar ao Brasil uma terapia alvo para as metástases ósseas do CPRCm, o Rádio-223 (Xofigo®), a ser comercializado pela Bayer HealthCare Pharmaceuticals, que apresentou aumento na sobrevida global destes pacientes com impacto positivo na qualidade de vida.

De acordo com o Dr. Fernando, o surgimento do medicamento Rádio-223 (Xofigo®) pode ser considerado de alto significado clínico e científico porque poderá ser utilizado no tratamento do câncer de próstata metastático. “Nesta fase o câncer torna-se refratário à medicação convencional e também provoca forte dor e fraturas ósseas, restringindo o paciente a seu leito (em casa ou no hospital). Esse é o primeiro radiofármaco que melhora os sintomas e proporciona mais qualidade de vida ao paciente com câncer de próstata metastático, além de ser excepcionalmente bem tolerado”, conclui o médico.

O Rádio-223 (Xofigo®) é um radiofármaco emissor de partículas alfa que aumenta a sobrevida de pacientes com câncer de próstata resistente à castração com metástases ósseas e atualmente já aprovado pelo FDA e EMA. Esse fármaco mimetiza o cálcio no osso.

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