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Evite os sete maiores erros no combate à Obesidade

Amanhã é o Dia Mundial de Combate à Obesidade, doença relacionada a muitas causas e, por isso mesmo, de tratamento lento e multidisciplinar. A obesidade pode estar ligada a distúrbios alimentares, ao sedentarismo, a disfunções hormonais e, por trás disso tudo ainda, à herança genética. Um time de educadores físicos, nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas forma a melhor equipe para dar um fim nos quilos a mais.

Cirurgia-para-combater-a-obesidade

De acordo com o endocrinologista Amélio Godoy Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. “Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense a adoção de hábitos saudáveis”, explica.

E está aí um dos principais nós relacionados ao controle de peso: muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer. “Quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas”, aponta. O erro é comum, mas não o único. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

“A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade”, afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. “Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar”, afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. “Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso”, explica.

Manter o sedentarismo

“Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade”, diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. “Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)”, explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. “Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo”, afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Adotar outros hábitos prejudiciais

“Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente”, afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. “Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo”, diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.

Resistir a tratamentos mais agressivos

“A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade”, afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br

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Colesterol é um dos maiores causadores de problemas cardíacos no país

No dia 8 de agosto comemora-se o Dia Nacional do Controle do Colesterol, que foi instituído pelo governo, em 2003, com o objetivo de conscientizar a população sobre as doenças decorrentes da elevada taxa de colesterol sanguíneo, sobre a importância do controle da doença e como é feito o tratamento.

Colesterol

Atualmente, cerca de 40% dos brasileiros tem colesterol alto e,, aproximadamente, 17 milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido às doenças do coração, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No País, a data foi instituída por causa dos altos números de mortes, cerca de 300 mil por ano, em decorrência de infartos e derrames.

Colesterol

O colesterol pode ser considerado um tipo de gordura (lipídio) produzido pelo organismo, que desempenha funções essenciais como a produção de hormônio e de vitamina D, por exemplo. Porém, o excesso de colesterol é prejudicial à saúde, pois, aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Ele está presente em alimentos de origem animal, como a carne, o leite integral e os ovos.

Nosso sangue é composto por dois tipos de colesterol: o LDL, que é conhecido como ruim por entrar nas artérias, provocando seu entupimento; e o HDL, conhecido como bom, por retirar o excesso de colesterol das artérias, impedindo seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura.

Alimentação saudável

Os alimentos ricos em colesterol ruim são: bacon, chantilly, ovas de peixes, biscoitos amanteigados, doces cremosos, peles de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas gordas, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta.

Já os alimentos que ajudam a reduzir o colesterol são: aipo, couve-de-bruxelas, ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, aveia, farelo de aveia, pêra, cenoura, farelo de trigo, pêssego, cereais integrais, feijão, quiabo, cevada, figo e vegetais folhosos.

Prevenção

Para evitar o distúrbio, os médicos recomendam ter uma dieta saudável, rica em verduras, legumes, frutas e carnes magras. Pode ajudar também a substituição do leite e derivados integrais por produtos desnatados; o consumo de alimentos que não contenham gordura saturada ou hidrogenada; o controle da pressão arterial; o abandono do cigarro; a manutenção do peso; e a periodicidade dos exames clínicos.

A prática regular de exercícios físicos é uma das grandes aliadas de uma vida saudável. Segundo dados do Ministério da Saúde, a inatividade física é responsável por 54% dos riscos de morte por distúrbios cardiovasculares, 50% dos de derrames fatais e 37% dos riscos de casos de câncer.

O tipo de exercício não importa, desde que seja praticado moderadamente e orientado por profissional habilitado que respeite, acima de tudo, o limite físico de cada pessoa. Os benefícios são a redução da pressão arterial e dos níveis de colesterol, a queima de calorias, o controle da diabetes, o fortalecimento muscular e ósseo, a melhora na capacidade pulmonar e na flexibilidade das articulações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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Páscoa pode ser saudável com chocolate

Açúcar, gordura e lactose. É o que vem à cabeça de muitas pessoas quando se fala em chocolate. Mas a nutricionista Lara Natacci, do programa Meu Prato Saudável, parceria do Instituto do Coração (InCor) e do Hospital das Clínicas da FMUSP com a LatinMed Editora em Saúde, faz uma defesa do “alimento proibido”.

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Segundo ela, se bem escolhido, o chocolate pode trazer benefícios à saúde. A nutricionista lembra que alguns tipos de chocolates são ricos em antioxidantes, substâncias que ajudam a evitar o acúmulo de metais tóxicos no organismo e melhorar a circulação.

Mas antes de sair comendo chocolate durante a Páscoa é preciso conhecer quais são os tipos benéficos e evitar exageros. O chocolate que contém pelo menos 70% de cacau, por exemplo, é mais recomendado do que outros tipos, uma vez que o cacau é a fruta que mais contém as substâncias antioxidantes.

“Uma porção de cerca de 30g, correspondente a uma barra pequena do chocolate com 70% de cacau, tem o conteúdo de substâncias antioxidantes equivalente a uma maçã ou a uma taça de vinho tinto”, afima Lara.

Para demonstrar a diferença entre este tipo de chocolate e os campeões de vendas dos supermercados, a nutricionista elaborou um comparativo entre substâncias com ação antioxidante presentes no chocolate com 70% de cacau, o ao leite, o branco e até mesmo o achocolatado.

Outras substâncias com efeitos benéficos presentes no chocolate, segundo a nutricionista, são as aminas biogênicas (que modulam o humor, melhorando a sensação de bem estar e felicidade), as metilxantinas, cafeína e teobromina (substâncias estimulantes), anadamina (provoca efeito de euforia), magnésio (ajuda a melhorar o ânimo, pois regula as concentrações de dopamina no cérebro), carboidratos (aumentam a formação da serotonina, substância que dá sensação de bem estar) e os lipídeos (aumentam a saciedade).

Os piores tipos a serem consumidos são os ao leite e o branco, pois são ricos em gorduras e açúcar, e os que contêm maior quantidade de gordura trans.

Para os chocólatras que não querem sofrer as consequências negativas na balança, a dica é não exagerar. “O consumo diário deve ser entre 10 e 20g”, explica a nutricionista do Meu Prato Saudável. Ela alerta que esta quantidade pode variar conforme características orgânicas individuais, além de sexo, idade e atividade física.

Diabéticos e intolerantes à lactose

A nutricionista alerta que, mesmo no caso do chocolate diet, sem açúcar, para diabéticos, o consumo deve ser ocasional e em pouca quantidade, uma vez que este tipo de chocolate tem alto teor de gordura.

“O recomendado, no geral, é ingerir no máximo entre 20 e 30 g, três vezes por semana, mas aqui também é necessário avaliar cada caso individualmente, por depender de condições orgânicas individuais, estágio da doença, tratamento, atividade física, sexo e idade”, complementa.

Já para quem tem intolerância à lactose, Lara alerta para que sempre se observe a composição do produto, bem como verificar o grau da intolerância. “Algumas pessoas toleram quantidades pequenas. Os chocolates meio amargos têm pouca lactose, alguns apenas traços da substância. Outros são isentos”, conta.

Outra opção é o chocolate de alfarroba, que tem um sabor semelhante ao meio-amargo, ou o chocolate de soja.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.sp.gov.br

Alimentação Inadequada e Sedentarismo: o gatilho para a Obesidade

O consumo de feijão e arroz cai, enquanto cresce a procura pelos lanches fast-foods; aumenta o tempo médio diante da TV – é de 5 horas/dia, com um acréscimo de 15 minutos nos últimos quatro anos. A mudança de hábitos alimentares e o sedentarismo têm contribuído para o aumento da obesidade e do diabetes, males comuns em todo o mundo, mas que atingem ainda mais os latinos, os negros e a população dos países em desenvolvimento.

Quais-as-causas-da-obesidade

Os dados foram apresentador pela professora de Educação Física da Sudesb, Ana Teresa Fernandez, ao abordar o tema “Importância da Atividade Física para a Obesidade”, no grupo de Reflexão do Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), onde também frequentam pacientes que estão sendo preparados para a cirurgia bariátrica.

Ana Teresa Fernandez explicou que se a ingestão de calorias é maior do que o gasto do organismo, estabelece- se o caminho para a obesidade.Tanto assim – pontuou – que atletas de alta performance chegam a consumir sete mil calorias/dia e não engordam. Dentro dessa lógica, além da atividade física regular – mínimo de 30 minutos três vezes por semana – é desejável que a pessoa se movimente na sua vida diária.

Benefícios da Atividade Física

A atividade física traz muitos benefícios, além do controle do peso corporal, como destacou a professora da Sudesb: reduz o risco e contribui para o controle de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, osteoporose, artrite e alguns tipos de câncer. Além disso, contribui para músculos, articulações e ossos saudáveis: melhora o equilíbrio e a flexibilidade, melhora o humor e a sensação de bem-estar, atuando na prevenção da depressão.

Mas para ter sucesso com a atividade física é preciso que a pessoa escolha uma atividade que lhe dê prazer. Quem não gosta de atividade física em água, por exemplo, deve buscar outra atividade. São várias as atividades aeróbicas (as que mais ajudam no gasto calórico): caminhadas, corridas, ciclismo, natação, hidroginástica e atividades de academia (jump, axé, aeroboxe, step, dança de salão). Os principais exercícios de força muscular são musculação e pilates. No grupo de flexibilidade, estão os alongamentos. Há ainda os exercícios posturais (pilates, ioga e RPG).

A palestrante também deu orientações específicas para os pacientes que farão cirurgia bariátrica, explicando que a retomada de exercícios físicos, geralmente se dá 60 dias após a cirurgia, começando com atividades de baixa intensidade e baixo impacto. A atividade física é importante para todos, segundo destacou a professora Ana Teresa Fernandez. Para quem faz bariátrica é muitíssimo importante porque, ao perder peso, perde-se massa muscular também.

Para fazer atividade física é importante escolher roupas leves e calçados adequados. As pessoas que enrolam o corpo em filmes plásticos, imaginando que estão perdendo peso, na verdade, estão eliminando apenas água e sais minerais. “Suor não é perda de peso, mas para perder peso é preciso suar”, pontuou a especialista. E para mostrar a importância da atividade física, na prática, a professora de educação física, estimulou o pessoal a fazer exercícios de alongamento durante quatro minutos.

Aspectos Simbólicos da Alimentação

“A gente não quer só comida/a gente quer comida diversão e arte/A gente não quer só comida/A gente quer saída para qualquer parte”. A música “Comida”, dos Titãs, marcou o encerramento da apresentação “Aspectos Simbólicos da Alimentação”, da coordenadora de Planejamento do Cedeba, a endocrinologista Odelisa Matos, que despertou grande interesse nos participantes do Grupo de Reflexão sobre Obesidade.

A palestrante, de forma bem didática, mostrou que o alimento é a coisa mais essencial na nossa vida. Alimenta-se o corpo, a alma e o espírito. Envolve muitos aspectos simbólicos, como os culturais e religiosos, cada povo tem sua cultura alimentar.

Uma palavra que arrepia – destacou – é a dieta, porque exige mudanças de hábitos de alimentação que estão sedimentados em valores culturais. Uma solução é tentar adequar a preparação dos alimentos tornando-os mais saudáveis. Citou como exemplo a moqueca de peixe, onde o azeite de dendê pode ser substituído pela semente de urucum, dando o amarelo do dendê, mas pobre em gordura.

A saúde – explicou – passa pelo prazer do alimento e o bem-estar, cabendo a cada um fazer escolhas, diante da grande oferta de alimentos oferecidos pela indústria. No Brasil, o desperdício de alimentos é um problema sério, se consideraremos a fome que existe no mundo.

Além do crescente consumo de alimentos industrializados, a população também está deixando de lado hábitos importantes como o momento da refeição com a família em torno da mesa. Mesmo nos finais semana, quando há maior possibilidade dessa integração, muitas famílias preferem os restaurantes à comida feita em casa, com carinho.

A partilha do alimento com o momento da família reunida é muito importante, segundo Odelisa Matos. É o momento em que também são partilhadas informações, desejos, sonhos. E isso – resumiu – é muito importante para o relacionamento familiar saudável.

A.M.V. Mtb 694/Ba
Cedeba/obesidade

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.saude.ba.gov.br

Aplicativos de Saúde – Boa Forma

Prevenção ao Câncer de Próstata

Já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

A idade é um fator de risco importante para o câncer de próstata, uma vez que tanto a incidência como a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.

Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de se ter a doença de 3 a 10 vezes comparado à população em geral, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.inca.gov.br

1º Passo para Tratar a Obesidade

Obesidade deve matar 10 milhões de Brasileiros até 2012, diz Estudo

Hipertensão e outras doenças ligadas ao excesso de peso atingem mulheres, homens e crianças em todo o mundo.

A obesidade possui relação estreita com a hipertensão. Estima-se que seja responsável por 30% dos casos da doença. Cerca de 75% dos homens e 65% das mulheres brasileiras apresentam pressão alta diretamente ligada ao sobrepeso. Um estudo da Organização Mundial da Saúde afirma que o sedentarismo, a alimentação irregular e compulsiva, inclusive em crianças, resulta em índices alarmantes de obesidade: São 55% dos homens e 62% das mulheres, além de 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes. A projeção, segundo a OMS, é ainda pior: Até 2015, 10 milhões de brasileiros morrerão em decorrência de doenças crônicas originadas pela obesidade. O Brasil está entre os recordistas mundiais desses casos.

Cerca de 30% dos óbitos são ocasionados por doenças cardiovasculares. São aproximadamente 300 mil mortes por ano. A principal causa é o acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial responsável por 40% destes casos. A elevação da pressão arterial aumenta progressivamente a mortalidade cardiovascular. A hipertensão e as doenças a ela relacionadas geram um contingente significativo de internações. Em 2005, foram mais de R$ 1,1 milhão de internações, com um custo que passa de R$ 1,3 bilhões, segundo o Ministério da Saúde.

Números que assustam

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência de hipertensão varia entre 20% e 30% na população brasileira, alcançando 50% em faixas etárias mais avançadas. O mais grave é que dos 43 milhões de adultos hipertensos, 15 milhões (35%) desconhecem a existência do problema e apenas 7 milhões estão em tratamento. Crianças e adolescentes não estão ilesos. São 3,5 milhões de crianças e adolescentes que precisam de tratamento no Brasil.

Anualmente, cerca de 300 mil brasileiros morrem por doenças cardiovasculares, mais da metade em decorrência de pressão alta. Entre essas enfermidades, a principal causa de morte é o acidente vascular cerebral (AVC), que tem como principal fator de risco a hipertensão – responsável por 40% desses óbitos. A hipertensão é também causa direta de aproximadamente 25% das mortes por doença coronariana.

No Brasil, a prevalência hipertensão é de 26,6% nos homens e 26,1 nas mulheres. A doença é mais freqüente em mulheres afrodescendentes com risco 130% mais elevado em relação às mulheres brancas. Outro agravante é o sedentarismo que aumenta o risco de hipertensão em 30%.

O alerta quanto à pressão alta não é menos importante do que o referente à obesidade. No Brasil, 40% da população está acima do peso e 15% tem obesidade. Segundo relatório da OMS sobre doenças crônicas (2005), no país, 55% dos homens e 62% das mulheres estão acima do peso. A projeção para 2015 é de que chegue a 67% no sexo masculino e 74% no feminino, com um total de 10 milhões de mortes por doenças crônicas ocasionadas por obesidade.

Em busca da solução

A medicina mundial está lutando para reverter o quadro. Na América Latina importantes sociedades de cardiologia e endocrinologia se reúnem com esse objetivo. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e seu Departamento de Hipertensão Arterial e outros grupos brasileiros e internacionais realizarão o I Congresso Latino-Americano de Hipertensão e Obesidade, de 29 de novembro a 1º de dezembro, no Rio de Janeiro, no Hotel Intercontinental. O objetivo é criar uma estratégia eficiente para reduzir esses males. “Tratamento, medicação e os métodos cirúrgicos mais eficazes e atuais estarão em pauta no congresso” diz Andréa Araújo Brandão, presidente da Comissão organizadora e do Departamento de Hipertensão Arterial da SBC.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://itodas.uol.com.br/

Obesidade pode contribuir para Evolução do Câncer de Mama

Segundo um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Investigation, as células de gorduras dos seios podem contribuir para o crescimento de tumores na região. Esta gordura que circula no tumor tem fatores de oncogênese – que são ações celulares ou genéticas que podem causar algum tipo de câncer. 

O motivo desta relação é que, tanto nas células do tumor, como nas de gordura, foram encontradas uma grande quantidade de um tipo de proteína chamado Col6.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico da University of Texas Southwestern, Philip Scherer e Jiyoung Park, esta proteína acelerou o crescimento dos tumores e promoveu a metástase nos ratos observados. Além disso, os roedores que receberam menos quantidade de Col6 apresentaram um crescimento considerado bem inferior do tumor e pouca metástase.

Assim, os estudos concluíram que a obesidade pode estar ligada com a progressão de casos de câncer de mama e sugere também que o controle desta proteína pode contribuir para uma nova alternativa de tratamento contra a doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Manual traz orientações sobre Alimentação Saudável para as Escolas Particulares

O Ministério da Saúde lançou em Porto Alegre (RS), no último dia (5) de setembro, o Manual das Cantinas Escolares Saudáveis: promovendo a alimentação saudável. O objetivo é incentivar as escolas particulares a oferecer lanches menos calóricos e com maior valor nutritivo aos alunos e assim diminuir a incidência da obesidade infantil. O manual traz diversas orientações às instituições de ensino, como substituição de alimentos fritos por assados e industrializados por opções mais naturais e livres de conservantes.

A iniciativa faz parte do acordo de cooperação técnica assinado entre o Ministério da Saúde e a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), que tem de perto de 18 mil escolas associadas. O evento na capital gaúcha contará com a presença de representantes das escolas particulares vinculadas ao SINEPE-RS – Sindicato do Ensino Privado.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca que os muitos hábitos alimentares começam a ser formados na infância e que o ambiente escolar tem um papel fundamental neste processo. “Oferecer um ambiente favorável às escolhas alimentares saudáveis às crianças ajuda a prevenir a obesidade infantil”. O ministro também reforça que a inciativa terá impacto positivo em um futuro próximo. “Crianças com hábitos saudáveis tendem a se tornar adultos saudáveis”, concluiu o ministro.

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar de 2009 (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 34,8% das crianças com idade entre 5 e 9 anos está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde.

Já na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros apresentam excesso de peso – em 1970, este índice estava em 3,7%. Neste grupo, o índice de massa corporal (IMC) — razão entre o peso e o quadrado da altura — deve ficar entre 13 e 17. A manutenção do peso adequado desde a infância é um dos principais fatores para a prevenção de doenças na fase adulta.

Os maus hábitos alimentares dos estudantes brasileiros também podem ser constatados nos resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PENSE/2009). A avaliação apontou que apenas um terço dos alunos matriculados no ensino fundamental da rede privada consome frutas e hortaliças em cinco dias ou mais na semana. Já refrigerantes e frituras fazem parte da rotina alimentar de 40% dos alunos.

Os hábitos ruins da infância podem se refletir na idade adulta. Nos últimos seis anos, o Brasil tem aumentado o percentual de pessoas acima do peso. De acordo com o Vigitel, a proporção de adultos com sobrepeso avançou de 43%, em 2006, para 49%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

DCNT – No Brasil, 72% das mortes registradas estão relacionadas a Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT).  Pessoas obesas também têm mais chance de sofrer com doenças cardiovasculares, além de problemas ortopédicos, asma, apneia do sono e alguns tipos de câncer.

PLANO– Lançado em 2011, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT estabeleceu metas para combater os fatores de riscos nos próximos dez anos.  Em relação à obesidade e ao excesso de peso, a intenção do Plano é  deter o crescimento entre os adultos brasileiros e reduzir entre crianças aos mesmos patamares de 1988: 8% entre os meninos e 5% entre as meninas, revertendo a curva atual. Já na faixa de 10 a 19 anos, o objetivo é diminuir as taxas de 5,9% para 3,2% entre os meninos e de 4% para 2,7% entre as meninas.

MENOS SAL – Com o objetivo de melhorar a dieta do brasileiro e promover maior qualidade de vida o Ministério da Saúde, a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) fecharam acordo voluntário para redução de sódio nos alimentos. Entre os alimentos que preveem a redução estão varias guloseimas comumente consumidas pelas crianças, como bisnaguinha, batata palha, salgadinhos de milhos e biscoitos recheados.  De acordo com dados do IBGE, os adolescentes brasileiros consomem mais salgadinhos (sete vezes mais), biscoitos recheados (quatro vezes mais), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes mais) e biscoitos salgados (50% a mais) que os adultos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br/


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