Posts Tagged 'Prevenção'



Comer mais carne vermelha pode levar ao diabetes tipo 2

O consumo de carne vermelha já foi associado a uma série de problemas de saúde, especialmente ao maior risco de doenças cardiovasculares e de tipos de câncer, como o renal. Agora, um extenso estudo feito na Universidade Nacional de Singapura, com base nos dados de quase 150.000 pessoas, mostrou que aumentar o consumo do alimento pode causar o diabetes tipo 2. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira no periódico JAMA Internal Medicine.

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Segundo os autores do trabalho, outros estudos já haviam apontado para a relação entre carne vermelha e diabetes tipo 2, mas eles foram feitos durante um curto período de tempo. Isso, acreditam os pesquisadores, acaba limitando os resultados, já que os hábitos alimentares das pessoas estão em constante mudança.

A nova pesquisa foi feita a partir dos dados de três estudos sobre hábitos alimentares feitos na Universidade Harvard, Estados Unidos, que avaliaram, ao todo, 149.143 homens e mulheres. Os autores concluíram que aumentar o consumo de carne vermelha ao longo de quatro anos já é suficiente para elevar o risco de diabetes tipo 2.

Especificamente, comparadas a pessoas que passaram quatro anos sem alterar o seu consumo de carne vermelha, aquelas que aumentaram a ingestão do alimento em meia porção a mais por dia apresentaram um risco 48% maior de ter diabetes tipo 2. Diminuir meia porção da quantidade total de carne vermelha consumida em um dia, por outro lado, reduz em 14% as chances da doença em um período de quatro anos.

Como o estudo foi observacional, porém, não foi possível que os autores descobrissem de que forma a carne vermelha age no organismo, elevando o risco do diabetes tipo 2. “Nossos resultados confirmam a solidez da associação entre carne vermelha e diabetes tipo 2 e adiciona evidências de que reduzir o consumo do alimento durante o tempo confere benefícios à prevenção da doença”, escreveram os autores na conclusão do estudo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://veja.abril.com.br

Dicas para Prevenir Crises de Asma

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Asma é quarto principal motivo de internações hospitalares

Hoje, 21, é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. A doença atinge cerca de 20 milhões de brasileiros e é responsável por cerca de três mil mortes por ano, sendo a quarta em motivo de internação no país. Só em 2011, foram 174.500 hospitalizações, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são 300 milhões de pessoas no mundo com a doença. A asma é uma das causas mais frequentes de faltas à escola e ao trabalho, refletindo na redução da produtividade nas empresas.

O Dia Nacional de Controle da Asma é comemorado no mesmo dia do início do inverno no Brasil. A estação é responsável pelo aumento de 35 a 50%  nos casos de internação de doenças respiratórias. Na Bahia, a Secretaria Estadual de Saúde não possui dados da incidência de asma no Estado.

Os principais sintomas da asma são a tosse frequente, falta de ar e chiado no peito, manifestados principalmente à noite, aponta o médico Guilhardo Ribeiro, professor adjunto da Escola Bahiana de Medicina e chefe do serviço de pneumologia do Hospital Santa Izabel.

“Mofo, poeira, fumaça, pelo de animais como gatos e cães, ou cheiros fortes como perfumes e incenso podem ajudar a desencadear uma crise de asma” ressalta Ribeiro. O médico também lembra que no inverno os casos crescem pois o frio deixa as vias áreas mais sensíveis a esses fatores ambientais citados.

O exame indicado para se diagnosticar a asma é a espirometria, que tem como objetivo medir a quantidade de ar que o paciente consegue expirar e a respectiva velocidade. Os resultados permitem perceber se existe obstrução à passagem do ar nas vias aéreas, principal característica da asma; e a  inflamação das vias respiratórias, deixando os brônquios estreitos.

Ribeiro destaca um outro tipo de asma, a silenciosa, recorrente em pessoas obesas. “As pessoas acima do peso quando fazem exercícios se cansam e em sua maioria, acham ser pela atividade praticada, mas quando descobrem que é asma e se tratam, voltam a fazer execícios normalmente”.

Rinite alérgica

Quase 90% dos portadores de asma têm rinite e 40% dos pacientes portadores de rinite têm ou poderão ter asma se não tratados. Na verdade, a asma e a rinite são doenças inter-relacionadas. Em Salvador a taxa de pacientes com rinite alérgica é próxima aos 40% em crianças de 6 a 7 anos, a maior incidência entre as cidades brasileiras.

O pneumologista Guilhardo Ribeiro indica algumas medidas que podem reduzir as crises e prevenir a doença, como: evitar o ganho de peso, tratar a rinite, alimentação saudável, praticar atividade física que ajuda na diminuição da inflamação, evitar ingerir analgésicos, lavar as roupas guardadas por longos períodos de tempo e evitar mudanças bruscas de temperatura.

“O aleitamento materno prolongado, de 3 a 6 meses, é super importante também, além da mãe durante a gravidez e pós-parto não fumar e ficar longe de fumantes.”

Ainda segundo o especialista, o mais indicado é antecipar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais precocemente possível. O médico faz ainda uma ressalva: “Todo asmático deve ter por escrito na carteira que procedimento e medicamento tomar quando for necessário e ele não estiver próximo a uma unidade médica.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://atarde.uol.com.br

Asma na Infância

Não há nada mais triste e assustador do que presenciar uma criança com tosse seca, chiado no peito e falta de ar, praticamente sem fôlego, pique e ânimo para participar de brincadeiras.

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O problema é que o risco dos futuros papais precisarem enfrentar e presenciar cenas como essas está cada vez maior.

Estima-se que existam 300 milhões de pessoas com as ma no mundo e que uma a cada 250 mortes seja atribuída a este processo inflamatório crônico que atinge os pulmões e brônquios. Hoje é a enfermidade mais comum em crianças.

Um estudo mundial sobre alergias e asma na infância a pre sentado no 14º Congresso Latino-americano de Pediatria, realizado há poucas semanas, em Punta Cana, República Dominicana, mostrou que os índices dessa doença respiratória continuam aumentando entre os escolares e que ela já pode ser considerada um problema de saúde pública. De acordo com o International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) – que nos últimos oito anos avaliou meninos e meninas na faixa etária dos seis e sete anos -, na América La tina, o aumento do número de casos de asma variou de 19,9% em 1997 para 21,4% em 2006. A região, aliás, no contexto mundial, é a que apresenta a terceira maior taxa de asma na população (20,10%), só perdendo para a América do Norte (20,3%) e Oceania (24,25%). No Brasil, 21,3% das crianças apresentavam algum grau de asma em 1997. Em 2006, este índice pulou para 24,4%.

Fatores de risco
 Histórico familiar, presença de parentes de primeiro grau com alergias, especialmente se for a mãe.

Bebês que não foram submetidos a aleitamento materno.

Introdução precoce a alimentos que podem causar alergias, como leite de vaca, ovos, amendoim, nozes, peixes. Recomenda-se que o leite de vaca seja introduzido só após um ano de idade; ovos, após os dois anos; e peixes, nozes e amendoim, após os três anos.

Exposição freqüente ao cigarro.

Quanto às razões para estes números, os especialistas ainda não sabem precisar. Mas sugerem fatores ambientais como os culpados, além de uma predisposição genética (bebês com algum parente alérgico, especialmente a mãe). “Acreditamos que a pobreza, a poluição, a industrialização e a umidade no clima dos países tropicais possam interferir, favorecendo o contato com os alérgenos (os agentes desencadeantes das crises asmáticas, como poeira e mofo)”, explica o médico mexicano Ma nuel Baeza, pesquisador da Universidade Autônoma de Yucatán e coordenador do ISAAC no México.

Segundo os especialistas, as armas para barrar esse avanço da asma no mundo, e especialmente na infância, são mais simples do que as pessoas imaginam. Segundo o especialista mexicano, a primeira recomendação é o investimento na prevenção primária, antes que o bebê desenvolva os primeiros sinais de que poderá ser uma vítima futura da asma.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistavivasaude.uol.com.br

Vitamina D, a vitamina do sol, pode ajudar no tratamento de asma

A pesquisa indica uma relação entre baixos níveis de vitamina D, que é fabricada pelo corpo durante a exposição ao sol, à piora dos sintomas da asma.

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Dentre os resultados do trabalho, os especialistas descobriram que o contato com a luz solar “acalma” uma parte do sistema imunológico que é estimulada em excesso pela asma.

O tratamento de pacientes asmáticos com a administração de vitamina D, no entanto, não foi testado pelo estudo.

As pessoas que têm asma apresentam dificuldades para respirar quando suas vias aéreas ficam inchadas, inflamadas e contraídas, e elas geralmente são tratadas com esteroides, mas nem todos respondem bem.

Controle

“Nós sabemos que pessoas com altos níveis de vitamina D conseguem controlar melhor sua asma – esta conexão chama bastante a atenção”, disse a pesquisadora Catherine Hawrylowicz.

A equipe da cientista investigou o impacto da vitamina em uma substância química do corpo humano, interleucina-17.

Trata-se de uma parte vital do sistema imunológico que ajuda a combater infecções.

Entretanto, ela também pode causar problemas quando atinge níveis muito altos e já foi relacionada intensamente à asma.

Neste estudo, divulgado na publicação especializada Journal of Allergy and Clinical Immunology, a vitamina D foi capaz de reduzir os níveis de interleucina-17 em 28 pacientes.

Testes clínicos

A equipe do King’s College realiza agora uma série de testes clínicos para ver se a administração de vitamina D pode realmente ajudar os pacientes de asma a lidarem melhor com os sintomas da doença.

O foco do estudo deve ser os pacientes que não respondem bem aos esteroides, e produzem sete vezes mais interleucina-17 do que os outros.

“Nós acreditamos que tratar as pessoas com vitamina D pode fazer com que os pacientes resistentes aos esteroides passem a responder a eles ou permitam que aqueles que já conseguem controlar sua asma tomem menos esteroides”, disse Hawrylowicz.

A especialista explica que uma cultura de se cobrir no sol e usar protetor solar pode ter aumentado as taxas de asma, mas ela aproveita para alertar que “sol demais faz mal”.

Efeitos colaterais

Malayka Rahman, da organização de caridade britânica voltada para o tratamento e esclarecimento sobre asma, a Asma UK, valoriza os resultados do trabalho.

“Para a maioria das pessoas com asma, os remédios atualmente disponíveis são uma forma efetiva de controlar a doença, mas nós sabemos que eles não funcionam para todos, e é por isso que pesquisar novos tratamentos é vital”, disse.

Ela também menciona o fato de muitos destes medicamentos apresentarem efeitos colaterais – algo que poderia ser aliviado com uma diminuição da quantidade de remédios ingeridos pelos asmáticos.

“Também sabemos que muitas pessoas com asma se preocupam com os efeitos adversos dessas drogas, então se a vitamina D reduzir a quantidade de remédios necessária, isto teria um impacto enorme na qualidade de vida desses pacientes”, afirmou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk

Asma e os cuidados com as doenças crônicas no inverno

Hoje fiquei sabendo que uma colega dos tempos da faculdade morreu por causa de uma crise de asma, aos 31 anos.  A notícia é tão triste e devastadora para uma família, para quem vivia com ela, que nenhuma palavra a respeito faz sentido….  E a notícia me fez lembrar da morte da estudante de medicina Paula Sibov, de 24 anos, que caiu de um penhasco no vale do Colca, no Peru – amigos contam que ela tinha asma, estava cansada e com falta de ar, e por isso subiu numa mula para fazer o percurso (as duas notícias não tem ligação nenhuma, nem a morte da garota pode ser atribuída a isso, mas na minha cabeça a associação foi feita…).

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Essas mortes são um alerta para o fato de que doenças crônicas que aparentemente parecem simples e comuns ainda são bastante perigosas – e é preciso fazer alertas constantes sobre os riscos que elas trazem e os cuidados permanentes que inspiram, não importa onde estejamos.

Mesmo já tendo um arsenal para controlar as crises (medicamentos combinados de uso contínuo que devem ser usados diariamente, além das tradicionais “bombinhas”), ainda pode ser difícil manter a asma sob controle. A gente não percebe, mas cerca de 350 mil pessoas são internadas todos os anos no País por causa da asma, segundo dados do Ministério da Saúde. E, no ano passado, mais de 800 pessoas morreram devido a doença, como essa minha colega – a maioria dos registros ocorreu na região Sudeste.

Aliás, publicações científicas tem mostrado que, apesar do aumento de medicação, atendimento e informação a ocorrência da asma tem crescido nas últimas décadas. E os motivos, segundo vários autores, podem estar ligados ao nosso estilo de vida – cidades com ar mais poluído, maior contato com substâncias alergênicas, produtos químicos de todo tipo, ar condicionado sem manutenção adequada.  E nos meses de inverno, com temperaturas mais baixas, registram sempre um crescimento das internações e mortes.

Como a doença ainda não tem cura, é muito importante que os pacientes realmente levem a sério o tratamento, e sigam direitinho as recomendações médicas – para cada caso, há uma indicação, um tipo de remédio, e quem define isso é o médico especialista. Além disso, muitas vezes, mais de um remédio é usado, até encontrar aquele que a pessoa se adapta melhor.

Para quem tem asma ou convive com quem tenha (marido, filhos, irmãos), selecionei abaixo algumas recomendações da Sociedade Americana de Asma, Alergia e Imunologia e do Ministério da Saúde.

Use os remédios prescritos pelo médico –  Use os remédios conforme o indicado pelo seu médico, mesmo quando não tem sintomas, quando está se sentindo bem. Há vários tipos de medicamentos disponíveis hoje no mercado. Alguns para uso diário, que ajudam a prevenir as crises. E outros para os momentos agudos. É importante seguir a recomendação e não esquecer do remédio. Não adianta lembrar só na hora da crise.

Mantenha a casa limpa – Passar pano úmido na casa diariamente, de preferência sem cheiro, o que reduz a chance de alergia. Álcool em gel é bastante indicado. Aliás, evite qualquer tipo de aromatizante (sprays, incensos, sachês), a chance  de provocarem alergia é alta, o que pode ser um fator desencadeante para uma crise.

Evite tapetes e almofadas felpudas – Qualquer objeto desnecessário que ajude a juntar muita poeira deve ser evitado. Piso de madeira ou frio no chão, sem tapetes – ou, se for usar, prefira tapetes de bambu ou outro material que acumule menos pó. Cobertores com pelo ou de lã também devem ser evitados – edredons de algodão são mais indicados, além de serem mais fáceis de lavar.

Faça exercícios – Em geral, andar de bicicleta, caminhar e nadar são atividades bastante indicadas por ajudarem a fortalecer a musculatura respiratória. Atividades muito intensas podem ser prejudiciais.

E, não custa reforçar, quem sente falta de ar quando faz algum esforço, tem muita tosse ou dificuldade para respirar, deve procurar um médico para fazer uma avaliação. Problemas crônicos são melhor administráveis quanto mais cedo forem diagnosticados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://blogs.estadao.com.br

Faça um grande gesto pela vida

O sangue funciona como um transportador de substâncias de extrema importância para o funcionamento do corpo. Além disso, quase toda a defesa do organismo está concentrada nele. É um tecido de extrema importância para o funcionamento da máquina humana e não pode ser substituído por nenhum outro líquido. Por este motivo a doação é tão importante.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o percentual ideal de doadores para um país esteja entre 3,5% e 5% de sua população. No Brasil esse número é preocupante, pois não chega a 2%. Esta quantidade, ainda sofre uma queda alarmante durante o inverno e as férias, períodos em quem os hemocentros são praticamente obrigados a operar com menos que o mínimo necessário. Ainda, complementando alguns dados estatísticos, o Ministério da Saúde divulga que os homens são responsáveis por mais de 70% das doações no Brasil e os jovens de 18 a 29 anos, correspondem a 50% dos doadores.

Levando em conta todos esses números, a Viva Melhor Online procurou a Fundação Pró-Sangue, maior hemocentro da América Latina, para obter orientações e esclarecimentos de dúvidas, que podem ser suas.

Alguns mitos levantados por pessoas sem a devida instrução têm colaborado para que os hemocentros recebam menos doadores. Entre eles estão:

– Quem doa sangue uma vez tem que continuar doando pelo resto da vida;

– A doação “engrossa” o sangue, entupindo as veias;

– A doação faz o sangue “afinar”, “virar água”, provocando anemia;

– Doar sangue engorda;

– Doar sangue emagrece;

– Doar sangue vicia;

– Mulheres menstruadas não podem doar sangue;

– “Posso ficar sem sangue suficiente”;

– Os doadores correm risco de contaminação.

Você sabia?

– A cada doação, é possível salvar 3 vidas;
– Todo mês, cerca de 7.500 vidas são salvas em nossa instituição por meio da doação de sangue;
– O Banco de Sangue da Beneficência Portuguesa recebe anualmente cerca de 40.000 doações de sangue.

Para doar sangue:

Basta que você esteja em boas condições de saúde, pese no mínimo 50 Kg e tenha entre 18 e 67 anos.
*Menores entre 16 e 17 anos podem doar desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis.

Lembre-se

Você deve estar alimentado(a) e descansado(a);
Aguarde de uma a duas horas após a refeição;
Traga um documento oficial com foto no momento da doação.

Intervalo entre as doações de sangue

– Homens: 2 meses (4 vezes ao ano)
– Mulheres: 3 meses (3 vezes ao ano)

Para doar plaquetas:

Basta que você esteja em boas condições de saúde, pese no mínimo 50 Kg, tenha entre 18 e 67 anos e a disponibilidade de pelo menos uma hora e meia para a doação.
Manifeste seu interesse em ser doador de plaquetas, agende o melhor dia e horário para a sua doação e lembre-se:

– O ideal é que você já tenha doado sangue pelo menos uma vez;
– Antes da doação, será feita a sua contagem de plaquetas, que deverá estar acima de 150.000/mm3;
– Sete dias antes da doação, interrompa o uso de ácido acetilsalicílico (Aspirina, AAS, entre outros), bem como anti-inflamatórios não-hormonais;
– Trata um documento com foto no momento da doação.

* Em cumprimento a Lei Federal nº1075 de 27/03/50 e Lei Estadual nº 3365 de 06/06/56, será fornecido atestado médico referente ao dia da doação. 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistavivasaude.uol.com.br e  http://www.beneficencia.org.br

Apenas 2 entre 10 doadores de sangue são voluntários

Um levantamento do Banco de Sangue do Hospital A.C.Camargo, em São Paulo, aponta que somente 2 a cada 10 doadores de sangue compatíveis procuram pelo serviço sem ter histórico pessoal com pacientes que necessitam de doação. A preocupação com o baixo estoque de sangue aumenta com a chegada das férias de julho e do inverno, quando o número de voluntários costuma ser ainda menor.

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No Brasil, a realidade não é diferente. De acordo com a Fundação Pró-Sangue, a cada dois minutos, um paciente necessita de transfusão sanguínea no Brasil. Apesar disso, o número de doadores no país não atinge 2% da população. Nesta sexta-feira, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Para doar, o candidato tem que ter entre 16 e 68 anos – menores de 18 precisam de autorização dos pais ou responsáveis; estar em boas condições de saúde, pesar 50 kg ou mais. Antes da doação, é feita uma triagem clínica, com entrevistas e teste de anemia, medição de peso e identificação. Além disso, o voluntário não pode estar em jejum, mas deve consumir uma refeição leve. Dormir pelo menos seis horas na noite anterior e não ingerir bebida alcóolica nas 12 horas antes.

Doador voluntário

O Banco do Hospital A.C.Camargo opera atualmente com apenas dois terços de sua capacidade total de armazenamento e há falta mais acentuada de alguns tipos sanguíneos, principalmente os de fator Rh negativo. Um levantamento feito pela instituição identificou que o principal fator para o baixo volume de doação está na pequena procura pelos chamados voluntários, pessoas que se candidatam à doação sem ter qualquer vínculo afetivo com algum paciente. “Recebemos uma média de 60 a 70 doadores por dia e, infelizmente, apenas 20% deles são voluntários. Os outros 80% são fruto de ação interna que fazemos junto aos familiares e amigos com a proposta de sensibilizá-los”, destaca a hematologista Rivânia Almeida de Andrade.

Ainda segundo Rivânia, é válido ressaltar que a busca espontânea pelo Banco de Sangue torna-se ainda mais primordial nesta época do ano, pois a sazonalidade é, historicamente, um fator que limita o interesse por fazer a doação. “Não podemos repetir o fato de haver queda do número de doadores durante as férias escolares de julho e chegada do inverno. A solidariedade precisa aquecer a boa vontade de todos”, destaca.

Diagnóstico de doenças

Ao ter o sangue coletado, o voluntário tem seu sangue criteriosamente avaliado por uma equipe especializada. Em até 30 dias, recebe em seu domicílio informações relevantes como a tipagem sanguínea e resultados dos testes de Hepatites B e C, HIV, HTLVI/II, doença de chagas, sífilis, dentre outras. Caso apresente algum resultado positivo, ele pode iniciar imediatamente o tratamento contra a doença em questão. Hepatites B e C, por exemplo, quando não tratadas podem levar a severos quadros de cirrose ou ao câncer de fígado. Para o HIV (vírus da AIDS) há tratamentos que oferecem grande controle da doença e aumentam a expectativa e qualidade de vida do paciente. Os vírus HTLVI/II oferecerem um risco aumento de desenvolvimento de uma doença chamada leucemia-linfoma de células T ou para uma doença neurológica conhecida como paraplegia espástica tropical.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://vivabem.band.uol.com.br

Conscientização das empresas para a doação de sangue

O meio corporativo percebeu que a responsabilidade social não é apenas uma questão de Marketing, mas sim um compromisso para com a sociedade. Para tal, as organizações começaram a trabalhar seu capital intelectual e, com isso, a conscientizar melhor seus funcionários. “Quando fazemos uma campanha com empresas, se conseguimos, 30, 50 ou 100 bolsas de coleta, o mais importante é a fidelização e conscientização que levamos para as pessoas. Não só para estes profissionais, mas também para seus familiares e amigos”, conta o Dr. George Crivoi, diretor de Administração da Fundação Pró-Sangue, órgão vinculado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

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A falta de tempo das pessoas ainda é a grande justificativa para a baixa procura nas doações de sangue. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o número de doadores de um país seja de 3% a 5% do total da população. Contudo, segundo dados do Ministério da Saúde, este índice no Brasil está bem distante, não chegando a 2%.

A Pró-Sangue monta estruturas para a coleta dentro das empresas, chamada de campanha externa. A companhia deve ter, no mínimo, 100 funcionários, e é levada uma equipe durante parte do dia onde é realizada a coleta. O material é transportado até a sede da Fundação e é colocado em estoque. Este trabalho corresponde a 5% da coleta total da insitituição. “Também trabalhamos com a chamada coleta interna, em postos fixos, funcionando 12 horas por dia, em diversos pontos de São Paulo”, explica Crivoi.

Atualmente grandes empresas como Klabin, Dupont, Ericsson, Grupo Gerdau, Siemens e Linhas Correntes apoiam a causa e são parceiras da Pró-Sangue. As pequenas e médias organizações também participam, e a fundação disponibiliza uma Van que busca os profissionais em seus escritórios e os levam até a central de doações, localizado no Hospital das Clínicas de São Paulo. “É importante que as pessoas se conscientizem, pois nós, hoje, precisamos de 3,5% da população doando. Estamos buscando cada vez mais estas campanhas de conscientização para a manutenção dos estoques. A faixa etária de 20 a 35 anos é nosso maior nicho”, relata Crivoi.

Se as empresas querem ser protagonistas neste sentido para apoiar a sociedade, devem incentivar seus colaboradores nesta missão. As parcerias de instituições como a Pró-sangue e o Hemosc são fundamentais, pois as organizações são grandes alavancadores da causa.

Confira, abaixo, os pré-requisitos para doadores. Os homens devem respeitar o intervalo de 60 dias para cada doação, podendo doar até 4 vezes ao ano; já as mulheres com espaçamento de 90 dias, 3 vezes a cada 365 dias:

Requisitos básicos para a doação de sangue

  • Estar em boas condições de saúde
  • Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos verificar no site, documentos necessários e formulários de autorização)
  • Pesar no mínimo 50kg
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas) e alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem à doação).
  • Apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Carteira de Habilitação)

Impedimentos temporários

  • Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • Gravidez
  • 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana
  • Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses)
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem à doação
  • Tatuagem nos últimos 12 meses
  • Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • Hepatite após os 11 anos de idade
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas
  • Uso de drogas injetáveis ilícitas
  • Malária

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.catho.com.br

Dê a vida de presente: doe sangue

No ano em que é celebrado o 10º aniversário do Dia Mundial do Doador de Sangue (14/06), a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) apoia a campanha global encabeçada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que institui como mote desta edição a doação como um dom de dar a vida ao próximo, sendo o slogan adotado “Dê a vida de presente: doe sangue” (Give the gift of life: donate blood).

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Agradecer aos doadores, promover 100% das doações voluntárias e não remuneradas e convencer os ministérios de saúde a se comprometerem a alcançar a autossuficiência nas doações são as principais bandeiras desta iniciativa. Hoje a OMS registra um total de 62 países que coletam sangue de maneira totalmente voluntária, sendo o Brasil um deles.

Nesse sentido, a ABHH chama a atenção da população brasileira para a importância da doação de sangue regular e voluntária no País, como forma de salvar e garantir a manutenção da vida de pacientes que necessitam de transfusões contínuas. “Doar sangue é fundamental para aqueles pacientes atendidos em emergências com grande perda sanguínea, que sofrem de doenças hematológicas ou doentes transplantados que necessitam de sangue continuamente para viver”, explica o diretor da ABHH, o hematologista e hemoterapeuta Dante Langhi Jr.

Dados da OMS apontam que a média de doadores de sangue está entre 3% e 5% em relação à população de todo o mundo. A média brasileira é de 1,9% nos últimos cinco anos; destes, 40% o fizeram pelo menos duas vezes ao ano. Segundo Langhi Jr., há alguns anos os doadores eram denominados de “reposição”, pois só doavam quando algum membro da família ou amigo precisava de sangue. Hoje, esse modelo ainda existe, mas, de acordo com o diretor da ABHH, está ultrapassado. “O pior momento para sensibilizar as pessoas para a importância da doação é em meio a uma situação de urgência ou emergência, por isso buscamos conscientizar a população pela opção de doar periodicamente, um presente à vida”, pontua Langhi Jr.

S.O.S. segurança transfusional

Muitos pacientes que necessitam de transfusão não têm acesso a sangue seguro. A OMS recomenda que todas as atividades relacionadas à doação do sangue – coleta, análise, processamento, armazenamento e distribuição – devem ser coordenadas em âmbito nacional, por meio de uma organização eficaz e uma política pública que possa garantir acesso universal e consistência na qualidade e segurança do sangue e seus derivados.

Brasil – Apesar de não haver no mundo doação de sangue 100% segura, no Brasil hematologistas e hemoterapeutas alertam para a importância de acelerar o processo de adoção do teste NAT (sigla em inglês para Teste de Ácido Nucleico), tanto na rede pública de saúde quanto na cobertura pela saúde suplementar, como medida para controlar as transfusões no País e prevenir a transmissão dos vírus HIV (imunodeficiência humana) e HCV (hepatite C).

Comparado ao atual teste ELISA, o NAT encurta o prazo de detecção no sangue doado dos vírus HIV de 22 para sete dias e, da hepatite C, de 70 para 11 dias em média e já é adotado pela Europa Ocidental, América do Norte e Ásia.

A ABHH defende a obrigatoriedade imediata do teste NAT na triagem sorológica do doador de sangue e alerta ainda que o procedimento não é diagnóstico e sim preventivo. “Ainda há no Brasil a cultura de doar sangue como forma de fazer um teste gratuito para detectar doenças. Este não é o objetivo do NAT, há testes específicos para isto”, explica Langhi Jr.

O NAT está liberado para comercialização no Brasil há mais de uma década, entretanto apenas serviços da rede privada fazem uso do exame, enquanto na rede pública o teste desenvolvido em âmbito nacional não possui a sensibilidade a que se propõe na detecção da janela imunológica, que compreende o período de contaminação pelo HIV ou vírus da hepatite C, até suas manifestações.

No primeiro trimestre deste ano, a Associação reiterou sua preocupação com a segurança transfusional brasileira por meio de ofício enviado ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Langhi Jr. lamenta que o Ministério da Saúde continue com uma posição indefinida, apesar de toda a preocupação manifestada publicamente pela ABHH e a afirmação de que a segurança transfusional está comprometida por conta da não realização dos testes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.huwc.ufc.br/


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