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Erotismo politicamente correto faz bem para a Saúde

Com o aumento da longevidade, a velhice está se tornando a fase mais longa da vida. Contada geralmente a partir dos 60 anos de idade – mas não raro a partir dos 50 –, às vezes corresponde a quase metade da existência de uma pessoa.

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Atualmente já se pode falar não de uma única velhice, mas de várias, dependendo da faixa etária e das condições sociais e individuais do idoso. Por ser o prolongamento da expectativa de vida um fenômeno recente e veloz, as políticas públicas, as concepções médicas e as de senso comum sobre a velhice se sucedem, se entrelaçam e muitas vezes se confundem.

As variações e contradições dos discursos gerontológicos das últimas décadas são tema da pesquisa Velhice, violência e sexualidade, da professora Guita Grin Debert, do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que conta com apoio da FAPESP.

O trabalho se insere num conjunto de estudos que a pesquisadora vem desenvolvendo ao longo de sua carreira acadêmica, cujas conclusões mais recentes se encontram no campo da sexualidade – ou, mais precisamente, no processo de “erotização da velhice” verificado nas últimas décadas.

O estudo foi feito com base na análise de documentos e pronunciamentos oficiais, de textos publicados na imprensa e da literatura de autoajuda, além de dados etnográficos obtidos em espaços de socialização de pessoas idosas.

O que se percebe, segundo Guita, é uma mudança marcante da década de 1970 para cá. Evoluiu-se de uma concepção em que a velhice é caracterizada como uma fase de “decadência física e perda de papéis sociais”, na qual a vivência sexual praticamente se extingue, para outra em que uma sexualidade ativa e gratificante é pré-requisito para uma vida saudável e feliz.

É quando surge o conceito de “terceira idade” e passa a predominar a ideia de que o sexo “é quase uma obrigação” para os idosos. Trata-se do que a pesquisadora chama, tomando de empréstimo uma expressão criada pela socióloga Maria Filomena Gregori, de “erotismo politicamente correto”. Não por acaso, na discussão sobre a terceira idade, os médicos vão perdendo terreno para os psicólogos.

“A velhice se tornou a idade do lazer e da realização pessoal”, diz Guita. Essa concepção, que não se restringe ao Brasil, acaba influindo diretamente nas definições do que é ser velho e nos parâmetros da “gestão do envelhecimento”. “Não deixa de ser também um novo mercado, porque, entre todos os grupos sociais, o dos velhos é o que tem mais disponibilidade de consumo”, diz a antropóloga.

A derrubada do mito da velhice assexuada se deu em campos múltiplos. Estudos de várias áreas comprovaram que a sexualidade não se esgota com o passar dos anos. É indiscutível o declínio da frequência das relações sexuais, mas emerge, por outro lado, a percepção de que a qualidade dessas relações pode aumentar.

Os encontros podem tornar-se mais livres e afetuosos. Percebe-se que os papéis tradicionais de gênero, nesse sentido, tendem a se inverter: as mulheres passam a ser menos recatadas e os homens, mais afetuosos. Nas sensações também haveria mudanças: o prazer estaria espalhado pelo corpo, ocorrendo um processo de “desgenitalização”.

A sexóloga e psiquiatra Carmita Abdo, do Projeto de Sexualidade (Pro-Sex) do Hospital das Clínicas da Universidade São Paulo, coordenou em 2008 o Mosaico Brasil, um amplo estudo sobre a sexualidade dos brasileiros.

Os resultados mostraram que a atividade sexual é mantida na velhice, mas não sem percalços. “A chegada da menopausa na mulher, com o fim da produção de hormônios, causa um grande impacto físico e psicológico, em especial num país que cultua tanto a beleza e a jovialidade”, diz Carmita. Entre os homens, a fertilidade se mantém, mas, a partir da quinta década de vida, aumenta a incidência de problemas de saúde que comprometem a potência sexual.

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Até onde as bikes podem salvar o trânsito de cidades grandes

Em junho, protestos irromperam pelo Brasil incendiados, inicialmente, por um aumento, depois revogado, de 20 centavos nas tarifas do metrô e do ônibus, serviços mal avaliados pela população. Em julho, por sua vez, a cidade de São Paulo viu um nada honroso recorde ser batido: o congestionamento chegou a ocupar 300 quilômetros de vias no dia 26. É em meio a uma insatisfação crescente com o transporte público e um ressentimento quanto ao individual que, cada vez mais, as bicicletas são vistas como uma alternativa para os caminhos já saturados das grandes cidades do país.

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Ecológicas, saudáveis e compactas, as bikes ocupam hoje um espaço ínfimo dentre os vários meio de transporte. Em São Paulo, por exemplo, elas somam cerca de 214 mil viagens por dia, segundo dados de 2010, contra seis milhões de passageiros em ônibus.

Até onde, no entanto, pode-se depositar nas bicicletas a esperança para o gargalo da mobilidade urbana?

Segundo especialistas ouvidos por EXAME.com, há uma certeza, dentre várias divergências: o Brasil ainda tem potencial para ver o número de ciclistas aumentar muito – desde que dados incentivo e infraestrutura – mas as “bikes”, sozinhas, não podem resolver muita coisa.

“A bicicleta não soluciona o problema de trânsito. Se tirarmos um milhão de carros e colocarmos um milhão de bicicletas, teríamos esses problemas de novo”, afirma o professor da escola Politécnica da USP, Jaime Waisman.

Já o professor do programa de Engenharia de Transporte da UFRJ, Ronaldo Balassiano, discorda. Para o especialista, que se mudou para próximo do trabalho no Rio para conseguir fazer o trajeto de bicicleta, a mera existência de mais bicicletas no trânsito ajuda com os congestionamento, mesmo que seja necessário oferecer possibilidade de troca de modais (entrar com elas no metrô ou deixá-las em um bicicletário, por exemplo).

“É uma grande besteira dizer que bicicletas não influenciam no tráfego. Quanto mais viagens feitas por bikes, menos viagens de carro. Sem contar que um milhão de bicicletas ocupam bem menos espaço que um milhão de carros, tanto nas ruas quanto em estacionamento”, defende.

Mesmo Balassiano, porém – autoproclamado “defensor das bicicletas” – admite que os grandes municípios precisam de “um plano estratégico para toda a cidade com foco na melhora do transporte coletivo e desincentivo do uso do carro”. 

Segundo Waisman, da USP, é preciso considerar ainda que a bicicleta tem um uso muito limitado em uma metrópole como São Paulo.

“Nas grandes cidades, existe a questão da topografia e também das grandes distâncias”, diz. Ele defende que, para uso diário, uma distância razoável a ser percorrida é de até 5km – e isso desde que em ciclovias e ciclofaixas, já que esses municípios tendem a ter um trânsito mais caótico e perigoso.

A cidade de São Paulo tem hoje pouco mais de 245km de infraestrutura de circulação para bicicletas. O prefeito Fernando Haddad prometeu mais 340 quilômetros de ciclovias como uma das apostas para desafogar o trânsito paulistano.

Segurança no trânsito

Em São Paulo, dados da Secretaria Estadual de Saúde informam que, todos os dias, nove ciclistas são internados em hospitais públicos por causa de acidentes no trânsito. Ano passado, 52 perderam a vida nas ruas paulistanas. 

Segurança é justamente a maior preocupação do consultor de tráfego Flamínio Fichmann, que considera essencial a construção de ciclovias que sejam separadas e protegidas do trânsito regular.

“É uma inconsequência ter bicicletas compartilhando espaço com ônibus e carros, especialmente nos corredores”, opina o especialista.

Para Fichmann, as bicicletas trazem benefícios de saúde ao ciclista, mas “o impacto no trânsito é mínimo, sem influência”. Por isso, ele defende que alguns locais específicos sejam destinados para a atividade.

“Mas é impossível usar bicicleta em áreas mais adensadas”, avalia. 

“A questão do acidente é tão grande, a bicicleta é um veículo mais frágil, que a gente fica preocupado quando vê um ciclista em vias de grande tráfego”, afirma.

O especialista, que anda de bike apenas “no bairro” onde mora, reitera: “não vai melhorar absolutamente nada no trânsito. Para cidade pequena ou média é uma solução maravilhosa, e nas grandes é bacana incentivar a consciência ambiental e de saúde, mas não é adequado expor o ciclista a uma cidade com grande violência no trânsito”.

Políticas públicas

“Não tenho dúvida de que bicicletas podem mudar para melhor o trânsito de uma cidade grande como São Paulo”, afirma o vereador Roberto Tripoli (PV), membro da CPI do Transporte Coletivo que está em aberto na Câmara Muncipal.

Para ele, o ciclismo pode ser a solução para o trânsito no centro expandido da capital paulista. “Precisamos inviabilizar o carro particular nessas regiões, tirar zona azul e ampliar a ciclovia permanente”, avalia.

No mundo, as bicicletas cada vez mais recebem apoio governamental.

Bogotá, na Colômbia, foi uma das pioneiras no cicloativismo, durante a gestão do prefeito Enrique Peñalosa (1998 a 2001), quando foram criadas as ciclofaixas de lazer aos domingos e feriados e os mais de 370 quilômetros de ciclovias começaram a ser construídos. O trânsito na capital continua próximo ao caótico, mas a prefeitura defende que “quanto mais bicicletas há na cidade, melhor ela será”.

Em Nova York, nos Estados Unidos, apenas 2% dos moradores da metrópole pedalam. Mesmo assim, o número de ciclistas era de 185 mil em 2009. E o governo continua investindo em maneiras de tornar as viagens desses moradores mais seguras e mais frequentes. Por lá, há mais de 320 quilômetros de ciclovias.

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Suicídio mata 25 brasileiros por dia

Um dos temas mais cercados por tabus, mitos e preconceitos, o suicídio está longe de ser um problema isolado e sem possibilidade de prevenção. Só no Brasil, pelo menos 25 pessoas tiram suas vidas diariamente e pelo menos 22 desses casos poderiam ter sido evitados.

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Angústia, solidão, medo, depressão, dependência química e perdas são alguns dos motivos que explicam a intenção do suicida, mas, um fator que definitivamente dificulta a redução dessa triste estatística é o preconceito que cerca o assunto. Por ser uma realidade mundial, o IASP – Associação Internacional de Prevenção do Suicídio definiu o tema “Preconceito: uma barreira à prevenção do suicídio”, como a bandeira deste ano.

O preconceito é tão forte que ele existe não somente com quem tenta tirar a própria vida, mas também com quem simplesmente tem ideias suicidas ou com a família de um suicida. Por esse motivo é importante ampliar a discussão do tema, a começar pelos lares, escolas e rodas de amigos. O assunto suicídio passa por um momento muito parecido com o que o câncer passou há duas ou três décadas. A população beira a negação da existência do fato e, com isso, não se conhece a realidade.

No caso da prevenção do suicídio, o preconceito traz prejuízos de duas maneiras muito importantes. A primeira é que o tabu barra a difusão de informações confiáveis e sem informação, não há prevenção.

A segunda atinge diretamente a ação preventiva, pois, no caso do suicídio, a melhor prevenção é a busca por ajuda. Uma pessoa com ideias suicidas não encontra espaço para buscar apoio em uma sociedade preconceituosa e, pior ainda, recebe muitas críticas e acusações, o que acaba por agravar sua intenção auto-destrutiva.

Na última terça-feira, dia 10 de setembro o CVV, entidade que atua gratuitamente na prevenção do suicídio há 51 anos, fará ações de divulgação e mobilização em diferentes locais do país. O intuito é, justamente, estimular a população a falar sobre o assunto, se colocar à disposição de quem busca ajuda e, quando for o caso, entender que é possível pedir socorro e mudar o rumo de sua vida.

Uma iniciativa do CVV lançada na última semana de agosto é o movimento “Isso me faz seguir em frente”. Inicialmente baseado no Facebook, na página https://www.facebook.com/issomefazseguir, o movimento quer estimular as pessoas a refletirem sobre suas emoções e motivações (veja mais em http://cvv.org.br/site/releases/122-cvv-lanca-movimento-isso-me-faz-seguir-em-frente.html).

O suicídio no Brasil

– No Brasil, 25 pessoas morrem vítimas de suicídio por dia e ao menos outras 50 tentam tirar a própria vida.
– No mundo, uma pessoa se mata a cada 40 segundos.
– Segundo pesquisa da Unicamp, 17% dos brasileiros pensaram seriamente em cometer suicídio no decorrer de suas vidas.
– De todos os casos, mais de 90% poderiam ser evitados.
– Quem tenta suicídio pede ajuda.

Apesar da seriedade do assunto, o suicídio ainda é um tabu na sociedade brasileira o que dificulta a sua prevenção. O CVV acredita que uma forma importante de se evitar novos casos é conversar sobre o assunto para derrubar mitos e quebrar tabus.

Sobre o CVV

O CVV – Centro de Valorização da Vida, fundado em São Paulo em 1962, é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973. Presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Os mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.200 voluntários em 18 estados mais o Distrito Federal, pelo telefone 141 (24 horas), pessoalmente (nos 72 postos de atendimento) ou pelo site www.cvv.org.br via chat, VoIP (Skype) e e-mail.

É associado ao Befrienders Worldwide (www.befrienders.org), entidade que congrega as instituições congêneres de todo o mundo e foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como a melhor iniciativa não governamental de prevenção ao suicídio no Brasil.

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Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado hoje (10), a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu mais ações na prevenção de casos de pessoas que tiram a própria vida. A estimativa é que quase 3 mil pessoas cometam suicídios todos os dias no mundo – um a cada 40 segundos. Segundo a entidade, essas iniciativas são de responsabilidade coletiva e devem ser lideradas por governos e sociedade civil.

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Apesar de prevenível, o suicídio responde como uma das três principais causa de morte entre pessoas economicamente ativa com idade entre 15 e 44 anos e como a segunda maior causa de morte entre pessoas de 15 a 19 anos. Os idosos, de acordo com a OMS, também apresentam alto risco de cometer suicídio.

As recomendações integram o documento Public Health Action for the Prevention of Suicide (em tradução livre, Ação de Saúde Pública para a Prevenção do Suicídio), lançado pela instituição para incentivar debates pela passagem da data. A publicação, em inglês, está disponível no site da entidade.

“Em nível global, é preciso ter consciência de que o suicídio é a principal causa evitável de morte prematura. Os governos precisam desenvolver políticas e estratégias nacionais de prevenção ao suicídio. A nível local, resultados de pesquisa precisam ser traduzidos em programas de prevenção e atividades nas comunidades”, destacou a organização.

Em 2006, o Ministério da Saúde publicou uma portaria que instituiu as Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio, a serem implantadas em todos os estados e no Distrito Federal. A ideia é que cada ente federado desenvolva estratégias de promoção de qualidade de vida, de proteção e  recuperação da saúde e de prevenção de danos, além de promover a sensibilização de que o suicídio é um problema de saúde pública que pode ser prevenido.

De acordo com o coordenador do Centro de Valorização da Vida (CVV) na região do ABC Paulista, Carlos Alberto Correia, o tema dificilmente é tratado de forma aberta pelos governos e pelas próprias pessoas envolvidas. “É uma questão muito delicada para todos – inclusive para os próprios familiares. Há quase um pacto no íntimo de cada um para não se falar sobre isso”, disse.

Para Correia, uma das estratégias de prevenção ao suicídio consiste em uma autoanálise periódica, na qual cada indivíduo avalia sua saúde física e emocional. “Estou cuidando de mim? Comendo bem? Praticando esportes? Abusando de álcool ou outras drogas? Isso já é um começo para ver até que ponto estou colaborando para não gerar problemas lá na frente”, explicou.

Outro método prevê a abertura de um canal de comunicação em ambientes de convivência. “Os professores, por exemplo, estão dia a dia com os alunos e percebem no olho de cada um quando algo não está bem. Poderiam abrir esse canal de comunicação dando atenção, tentando entender o que está acontecendo, facilitando o desabafo”, destacou.

Correia comentou ainda a alta taxa de reincidência do suicídio – no Brasil, estimativas do CVV dão conta que mais de 80% das pessoas que tentaram tirar a própria vida uma vez voltaram a cometer o ato. Um dos apelos da entidade é que seja criada uma rede telefônica gratuita para atender a pessoas emocionalmente instáveis e que precisam de aconselhamento. Atualmente, o serviço 141 (Linha da Vida) funciona 24 horas todos os dias, mas quem liga precisa pagar pela tarifa telefônica.

“Às vezes, isso dificulta porque a ligação se prolonga quando a pessoa liga para desabafar”, disse Correia. “As pessoas precisam, mas, muitas vezes, não encontram alguém de confiança para fazer isso. Trata-se de uma tristeza que não vai embora. Precisamos mostrar para essas pessoas que, ao perceberem os sinais e se sentirem impotentes, tentem caminhar para uma ajuda profissional”, completou.

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Empresa comemora 39 anos sem Acidentes

Uma planta industrial que está há 39 anos sem qualquer ocorrência de acidente de trabalho com afastamento. A INVISTA, um dos maiores produtores de polímeros e fibras do mundo, principalmente para aplicações de nylon, elastano e poliéster, desenvolve diversas ações efetivas de prevenção aos acidentes do trabalho e comemora, em 2013, 39 anos sem acidentes de trabalho com afastamento em sua fábrica de Paulínia, SP – onde é produzido o fio LYCRA®. A conquista é resultado da dedicação da empresa à segurança do trabalho nas plantas de todo o mundo, bem como, nas brasileiras, em Americana e Paulínia – SP. E mais do que uma política corporativa, a segurança do trabalho é praticada continuamente por todos os colaboradores.

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O gerente de Segurança, Saúde e Meio Ambiente da fábrica da INVISTA em Paulínia, Mário Cuin, destaca que a conquista dos 39 anos sem acidentes é resultado de políticas e práticas em que cada colaborador se sente responsável e faz parte do desafio diário de manter protegida a saúde e a segurança de colaboradores, clientes, terceiros, das comunidades e do meio-ambiente. “A planta de Paulínia tem um legado de práticas de segurança excepcional. Para alcançar um resultado desses é preciso que todos os colaboradores sintam-se envolvidos no tema e contribuam para prevenir acidentes e controlar riscos”, afirma.

Prioridade número um, a todo instante – Para ajudar a proteger funcionários, clientes e comunidade, a segurança é a prioridade da INVISTA em toda e qualquer atividade. Desse modo, os colaboradores recebem diversos treinamentos e reciclagens sobre práticas de trabalho seguro e procedimentos de segurança. Antes de iniciar qualquer atividade na área produtiva da INVISTA, são feitas análises dos potenciais riscos e como é possível mitigá-los para assegurar que a execução seja feita de forma segura. Além do time de segurança orientar e inspecionar as atividades e locais na planta, gerentes e supervisores vão a campo realizar rondas em busca de possíveis desvios e para providenciar correções.

Mensalmente também são realizadas reuniões em que todas as ocorrências de segurança são apresentadas e analisadas. Em seguida, são discutidas atitudes e correções para preveni-las, com sugestões de todos os participantes. Além disso, todas as atividades realizadas nas operações da INVISTA são iniciadas com um lembrete de segurança: “um bom dia em operações começa sempre com um ritual de segurança”, completa Cuin.

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Os 10 hospitais de excelência do Brasil em 2012

Apesar da precariedade do sistema de saúde brasileiro, muitos de nossos hospitais, inclusive públicos, se destacam como centros de excelência internacional em tratamentos de alta complexidade. Atualmente, existem 18 instituições públicas e privadas que possuem a mais importante certificação hospitalar do mundo, concedida pela Joint Commission International (JCI).

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Entre os hospitais particulares, seis deles merecem destaque por serem considerados hospitais de excelência pelo Ministério da Saúde, com quem desenvolvem projetos voltados à população em geral. Essas instituições filantrópicas são, inclusive, credenciadas ao SUS.

A certificação da JCI é válida por três anos e é concedida a pedido dos próprios hospitais, que levam cerca de dois anos para se adaptar a todas as exigências de atendimento, gestão, infraestrutura e qualificação profissional da entidade norte-americana. Por meio de visitas, entrevistas e análises de documentos, os avaliadores checam mais de 1.300 itens. A JCI, porém, não é a única certificadora de hospitais. Muitas outras instituições brasileiras já tiveram sua qualidade atestada pela certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) e pela Accreditation Canada.

Veja na lista a seguir os 10 melhores  hospitais brasileiros de excelência segundo a JCI.

Hospital Israelita Albert Einstein (SP)

Hospital Sírio-Libanês (SP)

Hospital do Coração – HCor (SP)

Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP)

Hospital Samaritano (SP)

Hospital Moinhos de Vento (RS)

Instituto Nacional do Câncer – INCA (RJ)

Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia – INTO (RJ)

Instituto Estadual de Hematologia – Hemorio (RJ)

Hospital 9 de Julho (SP)

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70% das emergências dos hospitais públicos têm falhas

Um raio-x na saúde do Estado apontou um número preocupante: sete em cada dez emergências dos hospitais públicos do Estado de São Paulo têm problemas sérios para o atendimento dos pacientes.

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O levantamento do Conselho Regional de Medicina aponta que faltam materiais, as equipes médicas estão incompletas e muitos pacientes são atendidos nos corredores.

Uma frase do presidente do Conselho Regional de Medicina resume bem essa situação: é desumano. São longas esperas por atendimento, pacientes internados em condições precárias e diagnósticos imprecisos.

Corredores lotados de macas com pacientes. Algumas colocadas no chão. A situação é de descaso, falta de higiene e cuidados básicos. Uma folha de papel colada na parede é o que identifica o paciente. O Hospital Municipal Ermelino Matarazzo fica na Zona Leste de São Paulo.

Na Zona Sul, Adriano, que está com um olho inchado, diz que depois de esperar quatro horas ouviu do médico que deveria voltar para casa e colocar gelo. “Vou procurar outro médico. Vou esperar uns dois dias para ver se melhora, senão vou procurar outro médico”, diz Adriano Reis de Oliveira, motoboy.

A doméstica Diana Aparecida Rebelo reclama da demora no atendimento. “Atendimento péssimo. Eu já vim passar aí, cheguei duas da tarde, cheguei duas da manhã com dor de estomago”, declara.

Os dois locais fazem parte de uma pesquisa do Cremesp, o Conselho Regional de Medicina, que fez uma blitz nos prontos-socorros da capital e do interior de São Paulo.

A pesquisa foi feita entre os meses de fevereiro a abril deste ano. Doze médicos contratados pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo visitaram 71 serviços de pronto-socorro vinculados ao SUS. O resultado é preocupante.

Segundo o levantamento, 57,7% têm macas com pacientes nos corredores. “Uma pessoa saudável não merece ficar em maca no corredor, quanto mais uma pessoa com um agravo à saúde tão importante que o levou a procurar um pronto-socorro. Isso é uma coisa desumana inclusive”, ressalta Renato Azevedo, presidente da Cremesp.

Ao todo, 59,2% têm falta de algum material. “Muitos faltava um colar cervical para politraumatizados, que é obrigatório usar quando há suspeita da trauma cervical”, diz o presidente da Cremesp.

E 57,7% estão com equipes médicas incompletas. “Faltam clínicos, pediatras, ortopedistas, cirurgião. Que é uma equipe mínima que deve ter um pronto-socorro. Vários hospitais tinham equipes médicas incompletas. É de uma gravidade muito grande”, declara Renato.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde diz que a “superlotação em alguns prontos-socorros de hospitais estaduais se deve, na maioria dos casos, à falta de estrutura das redes básicas de saúde de alguns municípios, que não faltam materiais nos prontos-socorros estaduais. E sobre a escassez de médicos, esta é uma realidade que afeta hospitais em todo o Brasil, não somente de São Paulo.”

A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo esclarece: “Está reestruturando a rede de urgência e emergência em conjunto com o Ministério da Saúde e que está contratando emergencialmente mais 320 médicos para o atendimento nos hospitais e prontos-socorros.

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Apenas 2 entre 10 doadores de sangue são voluntários

Um levantamento do Banco de Sangue do Hospital A.C.Camargo, em São Paulo, aponta que somente 2 a cada 10 doadores de sangue compatíveis procuram pelo serviço sem ter histórico pessoal com pacientes que necessitam de doação. A preocupação com o baixo estoque de sangue aumenta com a chegada das férias de julho e do inverno, quando o número de voluntários costuma ser ainda menor.

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No Brasil, a realidade não é diferente. De acordo com a Fundação Pró-Sangue, a cada dois minutos, um paciente necessita de transfusão sanguínea no Brasil. Apesar disso, o número de doadores no país não atinge 2% da população. Nesta sexta-feira, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Para doar, o candidato tem que ter entre 16 e 68 anos – menores de 18 precisam de autorização dos pais ou responsáveis; estar em boas condições de saúde, pesar 50 kg ou mais. Antes da doação, é feita uma triagem clínica, com entrevistas e teste de anemia, medição de peso e identificação. Além disso, o voluntário não pode estar em jejum, mas deve consumir uma refeição leve. Dormir pelo menos seis horas na noite anterior e não ingerir bebida alcóolica nas 12 horas antes.

Doador voluntário

O Banco do Hospital A.C.Camargo opera atualmente com apenas dois terços de sua capacidade total de armazenamento e há falta mais acentuada de alguns tipos sanguíneos, principalmente os de fator Rh negativo. Um levantamento feito pela instituição identificou que o principal fator para o baixo volume de doação está na pequena procura pelos chamados voluntários, pessoas que se candidatam à doação sem ter qualquer vínculo afetivo com algum paciente. “Recebemos uma média de 60 a 70 doadores por dia e, infelizmente, apenas 20% deles são voluntários. Os outros 80% são fruto de ação interna que fazemos junto aos familiares e amigos com a proposta de sensibilizá-los”, destaca a hematologista Rivânia Almeida de Andrade.

Ainda segundo Rivânia, é válido ressaltar que a busca espontânea pelo Banco de Sangue torna-se ainda mais primordial nesta época do ano, pois a sazonalidade é, historicamente, um fator que limita o interesse por fazer a doação. “Não podemos repetir o fato de haver queda do número de doadores durante as férias escolares de julho e chegada do inverno. A solidariedade precisa aquecer a boa vontade de todos”, destaca.

Diagnóstico de doenças

Ao ter o sangue coletado, o voluntário tem seu sangue criteriosamente avaliado por uma equipe especializada. Em até 30 dias, recebe em seu domicílio informações relevantes como a tipagem sanguínea e resultados dos testes de Hepatites B e C, HIV, HTLVI/II, doença de chagas, sífilis, dentre outras. Caso apresente algum resultado positivo, ele pode iniciar imediatamente o tratamento contra a doença em questão. Hepatites B e C, por exemplo, quando não tratadas podem levar a severos quadros de cirrose ou ao câncer de fígado. Para o HIV (vírus da AIDS) há tratamentos que oferecem grande controle da doença e aumentam a expectativa e qualidade de vida do paciente. Os vírus HTLVI/II oferecerem um risco aumento de desenvolvimento de uma doença chamada leucemia-linfoma de células T ou para uma doença neurológica conhecida como paraplegia espástica tropical.

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Conscientização das empresas para a doação de sangue

O meio corporativo percebeu que a responsabilidade social não é apenas uma questão de Marketing, mas sim um compromisso para com a sociedade. Para tal, as organizações começaram a trabalhar seu capital intelectual e, com isso, a conscientizar melhor seus funcionários. “Quando fazemos uma campanha com empresas, se conseguimos, 30, 50 ou 100 bolsas de coleta, o mais importante é a fidelização e conscientização que levamos para as pessoas. Não só para estes profissionais, mas também para seus familiares e amigos”, conta o Dr. George Crivoi, diretor de Administração da Fundação Pró-Sangue, órgão vinculado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

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A falta de tempo das pessoas ainda é a grande justificativa para a baixa procura nas doações de sangue. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o número de doadores de um país seja de 3% a 5% do total da população. Contudo, segundo dados do Ministério da Saúde, este índice no Brasil está bem distante, não chegando a 2%.

A Pró-Sangue monta estruturas para a coleta dentro das empresas, chamada de campanha externa. A companhia deve ter, no mínimo, 100 funcionários, e é levada uma equipe durante parte do dia onde é realizada a coleta. O material é transportado até a sede da Fundação e é colocado em estoque. Este trabalho corresponde a 5% da coleta total da insitituição. “Também trabalhamos com a chamada coleta interna, em postos fixos, funcionando 12 horas por dia, em diversos pontos de São Paulo”, explica Crivoi.

Atualmente grandes empresas como Klabin, Dupont, Ericsson, Grupo Gerdau, Siemens e Linhas Correntes apoiam a causa e são parceiras da Pró-Sangue. As pequenas e médias organizações também participam, e a fundação disponibiliza uma Van que busca os profissionais em seus escritórios e os levam até a central de doações, localizado no Hospital das Clínicas de São Paulo. “É importante que as pessoas se conscientizem, pois nós, hoje, precisamos de 3,5% da população doando. Estamos buscando cada vez mais estas campanhas de conscientização para a manutenção dos estoques. A faixa etária de 20 a 35 anos é nosso maior nicho”, relata Crivoi.

Se as empresas querem ser protagonistas neste sentido para apoiar a sociedade, devem incentivar seus colaboradores nesta missão. As parcerias de instituições como a Pró-sangue e o Hemosc são fundamentais, pois as organizações são grandes alavancadores da causa.

Confira, abaixo, os pré-requisitos para doadores. Os homens devem respeitar o intervalo de 60 dias para cada doação, podendo doar até 4 vezes ao ano; já as mulheres com espaçamento de 90 dias, 3 vezes a cada 365 dias:

Requisitos básicos para a doação de sangue

  • Estar em boas condições de saúde
  • Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos verificar no site, documentos necessários e formulários de autorização)
  • Pesar no mínimo 50kg
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas) e alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem à doação).
  • Apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Carteira de Habilitação)

Impedimentos temporários

  • Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • Gravidez
  • 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana
  • Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses)
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem à doação
  • Tatuagem nos últimos 12 meses
  • Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • Hepatite após os 11 anos de idade
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas
  • Uso de drogas injetáveis ilícitas
  • Malária

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.catho.com.br

Dê a vida de presente: doe sangue

No ano em que é celebrado o 10º aniversário do Dia Mundial do Doador de Sangue (14/06), a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) apoia a campanha global encabeçada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que institui como mote desta edição a doação como um dom de dar a vida ao próximo, sendo o slogan adotado “Dê a vida de presente: doe sangue” (Give the gift of life: donate blood).

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Agradecer aos doadores, promover 100% das doações voluntárias e não remuneradas e convencer os ministérios de saúde a se comprometerem a alcançar a autossuficiência nas doações são as principais bandeiras desta iniciativa. Hoje a OMS registra um total de 62 países que coletam sangue de maneira totalmente voluntária, sendo o Brasil um deles.

Nesse sentido, a ABHH chama a atenção da população brasileira para a importância da doação de sangue regular e voluntária no País, como forma de salvar e garantir a manutenção da vida de pacientes que necessitam de transfusões contínuas. “Doar sangue é fundamental para aqueles pacientes atendidos em emergências com grande perda sanguínea, que sofrem de doenças hematológicas ou doentes transplantados que necessitam de sangue continuamente para viver”, explica o diretor da ABHH, o hematologista e hemoterapeuta Dante Langhi Jr.

Dados da OMS apontam que a média de doadores de sangue está entre 3% e 5% em relação à população de todo o mundo. A média brasileira é de 1,9% nos últimos cinco anos; destes, 40% o fizeram pelo menos duas vezes ao ano. Segundo Langhi Jr., há alguns anos os doadores eram denominados de “reposição”, pois só doavam quando algum membro da família ou amigo precisava de sangue. Hoje, esse modelo ainda existe, mas, de acordo com o diretor da ABHH, está ultrapassado. “O pior momento para sensibilizar as pessoas para a importância da doação é em meio a uma situação de urgência ou emergência, por isso buscamos conscientizar a população pela opção de doar periodicamente, um presente à vida”, pontua Langhi Jr.

S.O.S. segurança transfusional

Muitos pacientes que necessitam de transfusão não têm acesso a sangue seguro. A OMS recomenda que todas as atividades relacionadas à doação do sangue – coleta, análise, processamento, armazenamento e distribuição – devem ser coordenadas em âmbito nacional, por meio de uma organização eficaz e uma política pública que possa garantir acesso universal e consistência na qualidade e segurança do sangue e seus derivados.

Brasil – Apesar de não haver no mundo doação de sangue 100% segura, no Brasil hematologistas e hemoterapeutas alertam para a importância de acelerar o processo de adoção do teste NAT (sigla em inglês para Teste de Ácido Nucleico), tanto na rede pública de saúde quanto na cobertura pela saúde suplementar, como medida para controlar as transfusões no País e prevenir a transmissão dos vírus HIV (imunodeficiência humana) e HCV (hepatite C).

Comparado ao atual teste ELISA, o NAT encurta o prazo de detecção no sangue doado dos vírus HIV de 22 para sete dias e, da hepatite C, de 70 para 11 dias em média e já é adotado pela Europa Ocidental, América do Norte e Ásia.

A ABHH defende a obrigatoriedade imediata do teste NAT na triagem sorológica do doador de sangue e alerta ainda que o procedimento não é diagnóstico e sim preventivo. “Ainda há no Brasil a cultura de doar sangue como forma de fazer um teste gratuito para detectar doenças. Este não é o objetivo do NAT, há testes específicos para isto”, explica Langhi Jr.

O NAT está liberado para comercialização no Brasil há mais de uma década, entretanto apenas serviços da rede privada fazem uso do exame, enquanto na rede pública o teste desenvolvido em âmbito nacional não possui a sensibilidade a que se propõe na detecção da janela imunológica, que compreende o período de contaminação pelo HIV ou vírus da hepatite C, até suas manifestações.

No primeiro trimestre deste ano, a Associação reiterou sua preocupação com a segurança transfusional brasileira por meio de ofício enviado ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Langhi Jr. lamenta que o Ministério da Saúde continue com uma posição indefinida, apesar de toda a preocupação manifestada publicamente pela ABHH e a afirmação de que a segurança transfusional está comprometida por conta da não realização dos testes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.huwc.ufc.br/


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