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Automedicação pode esconder sintomas de doenças mais sérias

Se sempre que uma pessoa sente dor de cabeça, toma um analgésico, e assim que tem prisão de ventre busca logo um laxante, pode ter efeitos a longo prazo.

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Outros medicamentos vendidos nas farmácias sem receita médica também representam um alívio rápido a vários problemas, como dor muscular, cólica, inchaço e inflamações, mas podem ser perigosos quando usados de forma indiscriminada e contínua.

Segundo o farmacêutico Tarcísio Palhano e o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, há interações entre remédios e também com alimentos que podem fazer mal, diminuindo ou até anulando o efeito de determinados princípios ativos.

Os especialistas destacaram outros riscos e consequências da automedicação, como mascarar um problema mais grave por trás daquele sintoma.

Uma enquete feita no site do Bem Estar revela que 61% das pessoas tomam analgésicos sem consultar um profissional; 17% usam anti-inflamatórios por conta própria, 12% consomem relaxantes musculares, 3% ingerem laxantes e apenas 7% não costumam fazer isso.

Uma pesquisa feita pelo Ibope a pedido da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) e divulgada no ano passado mostra que o principal meio de orientação que os participantes buscam para saber mais sobre questões de saúde é o médico (87%), em consultórios, postos de saúde e hospitais.

A compra de remédios pela internet, segundo o levantamento, ainda é pequena: 3%. Barracas e camelôs são responsáveis por 6%, e as farmácias por 91%.

Os convidados também alertaram que os analgésicos, além de ter um efeito rebote e aumentar a incidência de dor de cabeça a longo prazo, podem alterar a coagulação do sangue, causar gastrite, sangramento, diarreia, náusea e vômito.

Já os diuréticos, que levam a pessoa a fazer mais xixi, eliminam água e sais minerais importantes para o corpo, como potássio, cálcio, magnésio e sódio. No caso de um uso frequente de laxantes, a mucosa do intestino pode sofrer alterações, como irritações e inflamações crônicas.

Usados principalmente contra dor nas costas e após exercícios físicos intensos, os relaxantes musculares, por sua vez, podem provocar fraqueza nas fibras e limitar as funções dos músculos. Isso porque esse tipo de medicamento atua no corpo todo, desde o coração até o intestino – e não só nos membros ou nas partes que doem.

Já os anti-inflamatórios agem contra dores de garganta, por exemplo. Mas podem irritar a mucosa do intestino e causar gastrite, úlcera, diarreia, náusea e vômito. Alguns, como a aspirina (ácido acetilsalicílico), podem atrasar o processo de coagulação sanguínea e até dar uma hemorragia. Outros podem provocar asma, febre, urticária e rinite em indivíduos mais suscetíveis.

Anti-inflamatórios esteroides, conhecidos como corticoides, devem ser usados apenas para tratar problemas graves, como asma. Eles podem interferir na distribuição de gordura pelo organismo, causando celulite e estrias, além de desencadear úlcera e engordar.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://g1.globo.com/bemestar

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Cuidado com a Automedicação

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Dia Oficial da Farmácia

Em comemoração ao Dia da Farmácia, mostraremos algumas informações sobre o assunto no Brasil e no Mundo.

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Um pouco de história

As atividades relacionadas à farmácia tiveram origem por volta do século X, com as boticas ou apotecas. Nesse período, a medicina e a farmácia eram uma só profissão. Era função do boticário conhecer e curar as doenças, mas ele deveria cumprir uma série de requisitos e ter local e equipamentos apropriados para a preparação e armazenamento dos medicamentos.

Com a propagação da lepra, Luís XIV, rei da França, amplia o número de farmácias hospitalares. E em 1777, Luís XV determina a substituição do termo apoticário por farmacêutico. No século XVIII, a profissão farmacêutica se separa da medicina e fica proibido ser médico e proprietário de botica. Mais adiante, em 1813, foi publicado o primeiro tratado de toxicologia, dando início à moderna farmacologia.

No Brasil, a profissão de boticário surgiu no período colonial. O boticário manipulava os produtos na frente do paciente e de acordo com a farmacopéia e a prescrição médica. Trazido de Portugal pelo governados geral, o primeiro boticário no Brasil foi Diogo de Castro. Isso só foi possível após a coroa portuguesa detectar que no Brasil, o acesso aos medicamentos só acontecia quando novas expedições apareciam com suas esquadras.

Com o tempo as boticas originaram dois novos tipos de estabelecimentos, a farmácia e o laboratório industrial farmacêutico. Na primeira Guerra Mundial, foi desenvolvida a terapia antimicrobiana, que significou avanços em quimioterapia, atibioticoterapia e imunoterapia. Isso tornou o fármaco um produto industrial, aliado às mudanças da sociedade de consumo e objeto de interesses econômicos e políticos.

A partir de 1950, a sociedade passa a dispor dos serviços das farmácias e da qualificação do farmacêutico.

Conselhos Federal e Regionais

Inspirados na Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, os farmacêuticos decidiram criar os Conselhos Federal e Regionais de Farmácia. Muitas alterações foram feitas até que o projeto final foi sancionado com a Lei n°3820, de 11 de novembro de 1960, criando os Conselhos de Farmácia.

A criação de um órgão de fiscalização da ética e da disciplina dos que exercem atividades farmacêuticas era vista pelas lideranças como a salvação da profissão dos farmacêuticos. O fato de, na época, 60% dos farmacêuticos terem mais de 50 anos, associado à existência de apenas três faculdades de Farmácia no estado de São Paulo, levou à conclusão de que se alguma medida não fosse tomada a profissão de farmacêutico estaria ameaçada de morte.

Os primeiros passos para a composição e instalação do Conselho Federal de Farmácia, começaram em meados de 1961. A sede do CFF foi instalada em São Paulo e foram eleitos o primeiro Plenário e a primeira Diretoria. O CFF criou os primeiros dez Conselhos Regionais na sua Resolução n°02 e os nomeou numericamente.

A expectativa dos profissionais quanto ao futuro da profissão não poderia ser melhor. Vindos de todos os estados, farmacêuticos compareceram com seus documentos para requerem suas inscrições. Por falta de recursos financeiros, na época os Conselhos não contavam com a colaboração de ninguém, o Diretor do Serviço de Fiscalização do Exercício Profissional mandou inspetores divulgarem o fato por todas as farmácias do interior.

Desde então cabe aos Conselhos inscrever os profissionais, expedir as carteiras e cédulas de identidade profissional, registrar empresas, pessoas físicas ou jurídicas que explorem serviços que necessitem de profissionais farmacêuticos, examinarem reclamações e representações escritas acerca dos serviços de registro e das infrações, fiscalizar o exercício das atividades profissionais farmacêuticas e zelar pela integridade do âmbito profissional.

Campanhas de Educação em Saúde

Alguns Conselhos Regionais exercem campanhas de conscientização e aconselhamento da população a cerca de várias doenças. Além de ser um estímulo ao trabalho do farmacêutico como profissional e educados em saúde, proporciona uma maior esclarecimento à população.

Em sua maioria as campanhas têm como objetivo:

  • Orientar sobre a detecção precoce de problemas relacionados ao tema proposto
  • Orientar sobre os meios de prevenção
  • Incentivar a atuação do farmacêutico em Educação para a Saúde
  • Incentivar na comunidade a visão das farmácias e drogarias como estabelecimentos de saúde, onde ele poderá buscar orientação de um profissional.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bancodesaude.com.br

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Fibrose Cística: entenda o que é a doença e quais os sintomas

Fibrose cística é uma doença causada por uma alteração genética, transmitida à criança pelo pai e pela mãe. Ela altera, principalmente, o mecanismo que controla a água e o sal de alguns sistemas do nosso organismo – como o respiratório e o digestivo – e também as glândulas de suor. A doença pode atingir ainda o sistema reprodutor de homens e mulheres.

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Por que ela também é chamada de doença do beijo salgado?

Porque faz a pessoa ter uma perda excessiva de sal pelo suor e ficar com a pele mais salgada, a ponto de quem a beija sentir.

Quais os sintomas?

No sistema respiratório, as secreções passam a ser eliminadas com dificuldade. Isso causa sinusite crônica, tosse que varia de seca a com catarro, infecções e pneumonias.

No sistema digestivo, pode haver insuficiência na produção de enzimas no pâncreas. Aí, as vitaminas e gorduras dos alimentos se perdem nas fezes, o paciente não ganha peso e pode ficar desnutrido.

No sistema reprodutivo da mulher, os mucos ficam bastante espessos, o que dificulta a fertilização. Na maioria dos homens, a doença impossibilita a produção de espermatozoides, causando infertilidade.

Como é feito o diagnóstico?

O teste do pezinho sinaliza se o recém-nascido é portador da fibrose cística – quanto mais precoce o diagnóstico, maior a expectativa e qualidade de vida. Porém, o principal exame para confirmar a presença da doença é o teste do suor. Na maior parte dos casos, a fibrose cística é descoberta quando o paciente é criança, ainda nos dois primeiros anos de vida.

Como é o tratamento?

A doença pode afetar um ou mais órgãos. Quando compromete o pulmão, são feitas inalações, fisioterapia respiratória e tratamento de infecções. Se ataca o sistema digestivo, o paciente toma enzimas pancreáticas em cápsulas (em alguns casos, por toda a vida) a fim de prevenir a desnutrição e garantir o desenvolvimento normal. No caso do aparelho reprodutor, não há tratamento: de 60% a 70% das mulheres conseguem ter filhos, mas 98% dos homens ficam estéreis.

Qual é a expectativa de vida para quem tem fibrose?

Grave e sem cura, no Brasil a doença limita a expectativa de vida média a 19 anos. O SUS (Sistema Único de Saúde) oferece tratamento gratuito.

Onde procurar ajuda

No site da ONG Unidos Pela Vida, você encontra uma lista com centros de referência em tratamento da fibrose cística em todo o Brasil: abr.io/fibrose_cistica

 

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Atividade Física para o Corpo e a Mente

Ontem , 1º de setembro foi o Dia do Profissional de Educação Física, para lembrar a data vamos falar sobre a importância da atividade física. A atividade física ideal é aquela que dá prazer e respeita as restrições de cada um. Em todos os casos, o acompanhamento profissionais é imprescindível.

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O corpo não foi feito para ficar parado. Entretanto, a vida moderna o transformou em ferramenta das obrigações diárias. E é aí que entra a atividade física, como opção lúdica e eficiente de movimentar o corpo.

O geriatra João Macedo explica que, de uma maneira geral, a atividade física beneficia todos os grupos etários. “E aquele que mais extrai benefício é justamente o dos idosos. E nunca é tarde para começar”. E o início deve levar em conta o prazer que a pessoa terá com esse exercício.

Segundo o geriatra João Bastos Freire, a partir dos 30 anos, a pessoa passa a perder massa muscular. “Se você perde músculo, você está perdendo força”, alerta. Por isso, ele comenta que as melhores atividades são aquelas de resistência ou contra resistência, do tipo musculação.

E foi essa atividade, atrelada a caminhada, que Socorro Catunda, que afirma ter mais de 60 e menos de 65, escolheu. Mesmo morando próximo a uma praça, Socorro prefere ir até a Beira Mar antes das 6 horas para caminhar. Ela comenta que até tem preguiça, mas se sente muito bem após as atividades físicas, que evitam doenças e ainda a fazem conhecer pessoas ótimas.

Segundo o geriatra e professor da UFC, João Macedo, a não recomendação de uma determinada atividade para os idosos está relacionada à situação da saúde de cada pessoa e não pelo fator idade. Por isso, a importância de ser acompanhado por um médico.

Hidroginástica
Nas piscinas das academias cidade afora, seja no início ou fim do dia, elas são maioria. São as pessoas com mais de 60 anos que tomam conta das aulas de hidroginástica e transformam a piscina em local de convivência, alegria e exercício físico.

Luis Camilo Sobrinho despista a idade e dá uma dica não muito certeira: “Tenho mais de 60 e menos de 80 anos”. Se a exatidão da idade falha, ao falar do tempo que faz hidroginástica não vacila, afinal são 18 anos de atividade.

O funcionário público aposentado iniciou o exercício por indicação de um amigo e não parou mais. Atualmente, vai até cinco vezes por semana, mas não é só o exercício que o fidelizou, mas também o ambiente da academia. Um combo que beneficia a saúde física, mental e social. “Eu estou muito habituado aqui. Chego mais cedo, me divirto demais”, comentou enquanto esperava o início da aula.

O educador físico Sandro Teixeira é o professor das aulas animadas de Luiz Camilo. Segundo ele, atualmente, as pessoas de 60 anos são os jovens, pois alunos de 70, 80 e até 90 anos já são comuns, quadro que se inverteu desde que começou a dar aulas há 20 anos. “Eles vem muito em busca da socialização, pois muitos moram sozinhos. Estão em busca de um grupo e ainda contam com os benefícios do exercício”, comentou Sandro. Ele indica que mesmo aqueles que não tinham hábito de praticar atividades, conseguem resultados satisfatórios, desde que o exercício seja feito com regularidade. (Samaísa dos Anjos)

Saiba mais

Qualquer atividade física deve ser acompanhada por profissionais qualificados.

Os profissionais da saúde e da educação física apontam que os exercícios não possuem contraindicações para as pessoas da terceira idade.

Entretanto, cada um deve realizar atividades que respeitem as restrições do próprio corpo, assim como desenvolver exercícios que auxiliem os pontos da saúde que estão mais frágeis.

Segundo o geriatra João Macedo, “o idoso que tem uma diminuição da força muscular tem maior risco de se internar e, até de morte. É tanto que a gente diz que a força muscular proximal é um sinal vital para o idoso”.

Fique de olho! 

Caminhada 
Apesar de ser uma atividade genérica, algumas pessoas devem evitar a caminhada. Aquelas que tem artrose nos joelhos ou quadris, por exemplo, são mais indicadas a realizar exercícios em água.

Hidroginástica
É um exercícios de baixo impacto, por isso é muito procurado por idosos com restrições médicas. Segundo o professor Sandro Teixeira, os 50 minutos de aula englobam a parte aeróbica e exercícios localizados, trabalhando o corpo todo ao fim da semana.

Treinamento funcional
Segundo o professor Flávio Soares, os circuitos do TF são compostos por exercícios que preparam para situações reais do dia-a-dia, potencializando as funcionalidades do corpo, como agilidade, equilíbrio (estático e dinâmico) e força. Flávio também indicou que muitos exercícios são desafiantes, por isso as pessoas se sentem estimuladas.

Musculação
Estudos indicam que essa atividade melhora a estabilidade postural e a força muscular. Fortalecer a musculatura é uma forma de prevenir as quedas, constantes na vida de muitos idosos e garantir sua autonomia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://opovo.com.br

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Mais de 500 pessoas morrem diariamente por causa do tabagismo

Ontem, (29) foi comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o fumo é uma das principais causas de morte evitável no mundo.  No Brasil, 552 pessoas morrem todos os dias por doenças ligadas ao tabagismo.

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O cardiologista Marcel Coloma, da Socerj (Sociedade de cardiologia do Rio de Janeiro),  explica que o cigarro provoca lesão direta na paraede dos vasos, que podem entupir, aumentando a probabilidade de infarto do coração e consequentemente a morte.

— Quem fuma aumenta em dez vezes o risco de morte súbita em relação ao não fumante. Além disso, o tabagismo aumenta o colesterol total, o colesterol “ruim” (LDL) e os triglicerídeos, além de reduzir o colesterol “bom” (HDL).

A parcela da população brasileira acima de 18 anos que fuma caiu 20% nos últimos seis anos, de acordo com a pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) feito pelo ministério da saúde. Atualmente 12% da população brasileira fuma, enquanto que em 2006 o índice era de 15%.

A bancaria Andrea Silva, de 36 anos, fumou 12 anos e há seis anos deixou de fumar por conta de uma promessa, mas admite que até hoje sente falta do cigarro.

— Minha filha estava doente e eu prometi que iria parar de fumar. Até hoje não coloquei nenhum cigarro na boca, mas é muito difícil. No começo eu até parei de tomar café para evitar a vontade e comia muito chocolate, mas hoje eu sei que é o melhor para a minha saúde.

O governo brasileiro tomou algumas atitudes para diminuir o consumo do cigarro, como o aumento do produto, a restrição do fumo em ambientes fechados e a proibição de propagandas.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estabeleceu que a partir do dia 14 de setembro deste ano, será proibida a produção do produto com sabor ou aroma – cigarros com sabores de mentol, cravo, canela, chocolate, baunilia, morango e conhaque deverão sair do mercado.

Para o cardiologista, a retirada destes cigarros do mercado facilitará que o jovem não comece a fumar.

—  O gosto do cigarro puro é muito ruim. A fim de atrair os fumantes, especialmente os jovens que estão iniciando a prática de fumar, a indústria do tabaco acrescenta os chamados aditivos que melhoram  o gosto do produto e consequentemente estimulam o consumo.

Narguilé

A campanha do Dia do Combate ao Fumo de 2013 tem como objetivo informar jovens e adultos dos riscos de fumar narguilé — cachimbo de origem oriental que vem se popularizando no Brasil e no mundo.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), embora o narguilé tenha um filho d’ água, o que pode dar a impressão de ser menos agressivo que outros produtos de tabaco, ele pode causar a longo prazo câncer de pulmão, boca, bexiga e doenças respiratórias.

O cardiologista aponta que apesar do narguilé ser uma atividade muito atrativa para jovens, ele é tão perigoso quanto o cigarro

—  Os adeptos do narguilé, ao compartilhar o fumo durante uma hora, estão expostos aos problemas causados por mais ou menos o equivalente a 100 cigarros, o que pode representar até 10 litros de fumaça consumidos.

Além das possíveis doenças vindas do tabaco, o narguilé compartilhado entre outros usuários, pode transmitir herpes, hepatite C, tuberculose e outras doenças de boca.

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Especialistas elogiam políticas públicas de combate ao fumo

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, ontem (29), médicos e especialistas na área elogiaram as políticas públicas implementadas que, nos últimos 20 anos, contribuíram para uma queda de cerca de 50% no número de fumantes no país. Para o diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Ademir Lopes Júnior, a criação de ações complementares e interligadas permitiu a diminuição.

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“Restringiram a propaganda do cigarro, houve um aumento de disponibilidade de tratamento para quem quisesse parar de fumar e restringiram o número de locais onde as pessoas podem fumar”, destacou o médico ao site da Agência Brasil.

De acordo com o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro, a Lei 12.546, de 2012, que proíbe o fumo em local coletivo fechado, privado ou público, não diminuiu a clientela. A percepção desses estabelecimentos, segundo o sindicato, é que a adesão e o entendimento da sociedade sobre o assunto é cada vez maior e que os clientes fumantes já assimilaram a legislação em vigor, retirando-se para local aberto na hora de fumar.

O médico de família também citou as ações do governo, dentro da política antitabagismo, que vem trabalhando com os pequenos produtores de fumo, incentivando-os a parar com a cultivo e começar outros tipos de produção, inclusive com incentivo financeiro.

O epidemiologista do Instituto Nacional do Câncer (Inca), André Szklo, ressaltou que, embora cada uma das políticas tenha tido sua contribuição na redução de fumantes, a iniciativa de maior impacto foi a de aumento de impostos nos derivados do tabaco e de fixação de preço mínimo do cigarro. “Metade da queda que ocorreu pode ser explicada somente pela política do aumento dos impostos”, comentou ele.

Szklo acrescentou que “o aumento do preço do cigarro tem grande impacto na iniciação, inibe a iniciação por parte de uma pessoa jovem, que ainda não tem o mesmo poder aquisitivo de um adulto”.

O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Daniel Kitner, também elogiou as políticas de combate ao tabagismo, mas criticou a falta de ações específicas para os idosos. “Hoje o idoso é incluído no grande grupo dos adultos e as orientações vêm para o idoso no mesmo modelo que vão para o indivíduo mais jovem. Mas sabemos que, depois dos 50 anos, a dependência à nicotina fica mais intensa do que no indivíduo mais jovem”.

Kitner ressaltou que os idosos começaram a fumar “com idades mais precoces e acumulam uma carga de pré-disposição ao tabaco mais intensa”. Para o médico, campanhas voltadas a eles contribuiriam para romper com a crença, por grande parte dos idosos, que parar de fumar em idade avançada já não causa benefícios após décadas de fumo acumulado.

“Já temos dados bem seguros da literatura científica provando que a qualquer momento em que o indivíduo abandone o tabagismo terá benefícios, como melhora de qualidade de vida, de performance respiratória e anos depois, o risco de câncer de pulmão começa a reduzir mais, assim como o risco das doenças cardiovasculares”, enumerou o médico.

A patologista da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), Thais Mauad, enfatizou que nunca é tarde para deixar de fumar. “Parar de fumar é a medida mais importante para melhorar a qualidade de vida e até prolongá-la, mesmo em pacientes mais velhos, parar de fumar traz benefícios à saúde. Entre aqueles que pararam aos 60 anos, observou-se um ganho [de vida] de até dois anos em homens e três anos em mulheres”, disse ela.

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Dia Nacional de Combate ao Fumo – Pare de Fumar

Hoje, 29 de agosto, é o Dia Nacional de Combate ao Fumo, e o apelo é para que as pessoas larguem o cigarro e preservem sua saúde, inclusive a bucal. Segundo o cirurgião-dentista Mario Groisman, membro da Academia Americana de Periodontia, além de afetar as células da mucosa da boca, o tabaco diminui a capacidade de defesa, deixando-a mais sujeita à ação de agentes agressores. Com isso a cavidade oral fica mais suscetível a doenças periodontais e até mesmo o câncer bucal.

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Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca eram tabagistas. O cigarro representa o maior risco para o desenvolvimento dessa doença, e o risco varia de acordo com o consumo. Dados do Inca, Instituto Nacional do Câncer, indicam que o fumo é um dos mais potentes agentes cancerígenos conhecidos. Na fumaça podem ser identificadas cerca de 4.700 substâncias tóxicas, das quais, pelo menos, 40 são cancerígenas.

Além do câncer, o tabaco pode causar retração gengival que, ao expor as raízes dos dentes, aumenta o risco de desenvolver sensibilidade ao frio e calor ou cárie dentária. Mais grave é o fumo levar à perda total de um dente, inviabilizar a colocação de um implante dentário e, ainda, prejudicar o resultado de cirurgias orais. “O cigarro provoca a descamação da mucosa oral, o aquecimento da gengiva e a inflamação do tecido, que se destruído, resulta na perda do dente”, diz Groisman.

A pólvora também é grande inimiga da saúde. Aliada a outras substâncias químicas e diferenças de temperaturas, causa uma doença silenciosa e muito grave com o passar dos anos, conhecida por angina localizada. “É uma doença que danifica os microvasos periféricos das gengivas e causam isquemias – ausência de circulação – que diminuem a vida das gengivas e do periodonto, um tecido importantíssimo na fixação dos dentes aos ossos”, explica o dentista Milton Sabino Fernandes, especialista em reabilitação oral.

Outros problemas
Groisman ressalta que as substâncias presentes no cigarro diminuem o fluxo salivar, o que causa halitose e compromete a higiene fisiológica do próprio organismo, além de deixar manchas acastanhadas nos dentes. “O fumo causa alterações no olfato e no paladar, pois atrofia as papilas gustativas do dorso da língua,o que prejudica a capacidade de sentir o gosto dos alimentos, especialmente comidas salgadas”, explica.

Além de afetar as células da mucosa da boca, o tabaco diminui a capacidade de defesa, deixando-a mais sujeita à ação de agentes agressores. Com isso a cavidade oral fica mais suscetível a doenças periodontais e até mesmo o câncer bucal.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca eram tabagistas. O cigarro representa o maior risco para o desenvolvimento dessa doença, e o risco varia de acordo com o consumo.

O cigarro provoca a descamação da mucosa oral, o aquecimento da gengiva e a inflamação do tecido, que se destruído, resulta na perda do dente.

A pólvora também é grande inimiga da saúde. Aliada a outras substâncias químicas e diferenças de temperaturas, causa uma doença silenciosa e muito grave com o passar dos anos, conhecida por angina localizada. É uma doença que danifica os microvasos periféricos das gengivas e causam isquemias – ausência de circulação – que diminuem a vida das gengivas e do periodonto, um tecido importantíssimo na fixação dos dentes aos ossos.

As substâncias presentes no cigarro diminuem o fluxo salivar, o que causa halitose e compromete a higiene fisiológica do próprio organismo, além de deixar manchas acastanhadas nos dentes.

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Tabagismo e Juventude

No Brasil, segundo dados da pesquisa Vigilância de Tabagismo em Escolares (Vigescola) do Ministério da Saúde, dependendo da cidade/ano, entre 20% e 45% dos jovens entre 13 e 15 anos já experimentaram o cigarro. A Pesquisa Especial sobre Tabagismo (PETab) — realizada em 2008 pelo IBGE em parceria com o INCA —comprova a iniciação ao tabagismo antes da vida adulta: 75% dos fumantes brasileiros iniciam-se no tabagismo até os 18 anos e 67% começam a fumar regularmente com 18 anos ou menos.

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Nos países em desenvolvimento, a média de idade de iniciação ao tabagismo é de 12 anos. Portanto, o tabagismo é considerado uma doença pediátrica.

De acordo com pesquisas recentes, adolescentes fumantes têm alta probabilidade de se tornarem adultos fumantes. Quanto mais cedo se estabelece a dependência do tabaco, maior o risco de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis, morte prematura na meia idade ou na idade madura (Ministério da Saúde, 2011). Além disso, a experimentação é o primeiro passo para uma futura adesão ao consumo regular dos produtos de tabaco e de outras drogas (Ministério da Saúde, 2011). Jovens fumantes, quando comparados aos não fumantes, consomem três vezes mais álcool, usam oito vezes mais maconha, 22 vezes mais cocaína e ainda apresentam comportamentos de risco como sexo sem proteção e agressão física (OMS, 2011). Nos últimos anos, o Ministério da Saúde tem privilegiado trabalhar com a prevenção do tabagismo, em especial, junto a jovens e adolescentes nas campanhas do Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Em 2103, o tema escolhido para o Dia Nacional de Combate ao Fumo é o uso de narguilé e a iniciação ao fumo. O cachimbo de origem oriental vem se popularizando entre jovens no Brasil e no mundo, destacando-se como o preferido entre os derivados do tabaco, que não o cigarro industrializado. De uso coletivo e aparência exótica, o narguilé pode parecer menos agressivo que outros produtos fumados, por usar um filtro d’água e, muitas vezes, aromatizantes e flavorizantes (aditivos que conferem sabores agradáveis ao tabaco). Mas em longo prazo, causa câncer de pulmão, boca e bexiga, estreitamento das artérias e doenças respiratórias.. Além disso, ao compartilhar o narguilé com outros usuários, você se expõe a herpes e outras a doenças da boca, hepatite C e tuberculose.

A campanha deste ano tem como objetivo informar jovens e adultos dos riscos de fumar narguilé. É uma campanha de massa, com foco no público jovem e adulto (aproximadamente de 16 a 50 anos), de ambos os sexos, incluindo fumantes ou não. A opção por focar o público jovem parte da estratégia para prevenir a iniciação e a experimentação (que ocorre principalmente na faixa etária de adolescentes e jovens, aproximadamente entre 13 e 25 anos).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.inca.gov.br

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Tenha uma atitude positiva. É fácil!

Muito do que acontece em nossa vida depende da atitude que adotamos nas situações. Uma atitude positiva nos ajuda a enfrentar os desafios e superar os obstáculos. Mas se tivermos uma atitude negativa, ficamos confusos em nossos problemas, sem saber como resolvê-los.

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Pessoas de atitude negativa não aceitam que tem esta atitude. Acham que têm uma atitude correta e que os problemas são externos. Culpam os acontecimentos, culpam os outros e querem que eles os resolvam. Não aceitam que precisam mudar sua própria atitude e assim, se tornam ansiosas, angustiadas, com raiva e com atitudes defensivas.

Acham que um simples remédio pode, como em um milagre, acabar com sua depressão, tristeza, ansiedade, estresse. Não querem descobrir a causa de seu sofrimento. Apenas pensam, pensam e não agem. Não querem mudar e assumir a responsabilidade pela própria cura.

Estão sempre reclamando, sempre insatisfeitas. Por não se sentirem felizes não entendem como os outros podem estar. Procuram imperfeições e defeitos no modo como os outros se vestem, como falam ou agem. Estão constantemente criticando o outro, dizendo como ele está errado ou inadequado.

Não admitem que estão erradas e sempre pensam que o outro precisa mudar, que a lição é para os outros e não para elas.

Mas elas precisam compreender que é necessário mudar as lentes de suas mentes, mudar o modo de ver o mundo. Precisam valorizar mais o interno em vez de se focarem tanto no externo.

Precisam descobrir suas próprias qualidades, se valorizarem. Parar de brigar com elas mesmas. Precisam se libertar da autodepreciação que causa depressão e tristeza.

Fazendo as pazes com suas mentes podem começar a apreciar a beleza interna e externa tanto nelas mesmas como nas pessoas, no ambiente e nos objetos.

Se você está insatisfeito, querendo mudar de emprego, com conflitos com os colegas de trabalho ou seu chefe, brigas constantes no lar ou em seus relacionamentos, experimente mudar sua atitude interior. Em vez de se focar nos defeitos das outras pessoas, descubra as qualidades que elas têm.

Para manter a alegria é importante pensar bem sobre si mesmo e sobre as pessoas. Só o fato de você comentar algo desagradável ou falar sobre os erros dos outros, você já perde energia, entra em uma vibração negativa e isto, com certeza, tira sua alegria e paz mental.

Ao praticar isto, perceba como seus relacionamentos melhoram, como todos vão querer ficar em sua companhia, como você se sente mais alegre e despreocupado. Perceba como praticando ver o lado positivo dos acontecimentos e das pessoas você experimenta mais deleite no seu dia-a-dia.

Acorde de manhã dizendo para você mesmo: “Eu sou um filho de Deus. Sou abençoado. Hoje estou feliz! Meu dia será ótimo e encontrarei boas pessoas. Somente coisas boas acontecerão para mim”.

Pense várias vezes ao dia: “Eu gosto de mim. Eu me aceito. Eu gosto de mim da maneira que eu sou”.

Esforce-se para ser alegre. Cultive a alegria interior que vem dos bons pensamentos. A alegria que surge da atitude positiva, a alegria que é contagiante e espalhe isto aonde você for.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.uol.com.br,

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br


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