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A arte de reabilitar com a Terapia Ocupacional

Comemorou-se seu dia, ontem, domingo (13), o Dia do Terapeuta Ocupacional (TO) e do Fisioterapeuta, um profissional que vem ganhando espaço na área da saúde, desempenhando importante papel nas instituições em que atua ou mesmo em atendimentos particulares. O profissional promove o fazer humano, busca melhorar a condição de pessoas que, por algum problema físico ou mental, tenha dificuldade em praticar atividades do cotidiano.

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Trabalhar, realizar higiene pessoal, ler, alimentar-se, vestir-se, estudar, entre outras atividades básicas que podem ser afetadas em decorrência de um acidente traumático, uma doença degenerativa, um sofrimento psíquico ou outras doenças incapacitantes, são casos em que o profissional atua buscando habilitar ou reabilitar.

De acordo com o terapeuta ocupacional de Apae Jonasdark Spring de Almeida, a instituição atende a pessoas com deficiência intelectual e múltipla e os atendimentos são realizados de modo a facilitar a vida diária de cada aluno. “Muitos têm dificuldade para alimentar-se, outros em escrever, pintar, vestir-se. Buscamos alternativas de acordo com a limitação de cada um, para que consigam realizar as atividades sozinhos ou com maior independência possível”, explica Jonasdark.

Conforme a terapeuta ocupacional Natássia Leilane Schmitt, o TO ocupa-se do cotidiano do aluno para auxiliar, incentivar e dar orientações que o levem a desenvolver com autonomia e independência as suas atividades do dia a dia. “Desde atividades de higiene pessoal, como escovar os dentes, tomar banho e arrumar o cabelo, até a alimentação e vestuário e atividades que promovem a integração dele com a comunidade, a exemplo de pegar o ônibus, manipular dinheiro, fazer compras, são estimulados através da terapia, para que a pessoa tenha capacidade de organizar e gerir sua vida”, salienta Natássia.

A terapeuta esclarece que, com métodos e técnicas científicas, recursos terapêuticos e conhecimento das atividades significativas para o aluno, é possível desenvolver e potencializar seu desempenho ocupacional, cuidando para que desenvolva habilidades para ocupar-se das tarefas diárias independente de suas incapacidades. Através da tecnologia assistiva, prescrição de órteses e cadeiras de rodas, além de adaptações para melhorar o fazer de cada aluno ou paciente, pais e professores são orientados pelo TO sobre qual o melhor estímulo para cada caso. “Analisamos as atividades do cotidiano de pessoas com déficits funcionais e buscamos alternativas para organizar e facilitar a vida dela, seja com adaptações em utensílios domésticos e mobiliários ou mesmo no ambiente em que vivem, adequando o espaço para que se movimentem com independência”, completa Natássia.

Ela frisa que, com atendimento adequado, independente da deficiência que apresente, é possível otimizar as habilidades do aluno. “O mesmo acontece nos atendimentos domiciliares, onde adaptamos a residência de acordo com o gosto e a necessidade da pessoa. Trabalhamos com pessoas com dificuldade cognitiva e motora, prevenção de quedas de idosos e, ainda, orientamos os cuidadores para que busquem alternativas para facilitar a autonomia e a mobilidade do idoso”, conclui Natássia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.adjorisc.com.br

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Atividade Física = Juventude & Saúde

Quando somos jovens, atividades rotineiras que exigem força, flexibilidade, equilíbrio e agilidade parecem fáceis. Por isso não nos importamos em preservar essas capacidades funcionais para o futuro. Com o processo de envelhecimento (que se intensifica aos 30 anos) você naturalmente começa a perdê-las e nem se dá conta. É a diminuição da reserva funcional, que é a capacidade de produzir e usar energia para responder às solicitações do corpo. Os resultados dessa perda: redução de massa óssea e muscular, aumento de gordura, intolerância à desidratação ou ao excesso de líquidos e desaceleração do metabolismo.

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“Quem se mantém ativo desde cedo enfrentará um déficit muito menor lá na frente”, diz Paulo Zogaib, fisiologista do exercício da Unifesp. “O sedentarismo acelera os danos no organismo, já que a falta de contrações musculares estimula a diminuição de massa magra. Entre os 25 e 50 anos a mulher perde cerca de 10% dos músculos”, fala o fisiatra José Maria Santarém, coordenador do Centro de Estudos em Ciências da Atividade Física da Faculdade de Medicina da USP. Veja como garantir sua reserva funcional para a vida inteira.

Entre 30 e 40 anos

Após os 30 inicia-se uma queda lenta e gradual da reserva funcional. Depois dos 35, a perda de massa óssea atinge cerca de 1% ao ano. A composição corporal tende a um acréscimo de gordura localizada e diminuição da massa magra. É um momento marcado por uma dedicação mais intensa à vida profissional e muitas mulheres tornam-se sedentárias.

Atividade física ideal 
Divida a sua malhação em 70% de aeróbico, que visa a fortalecer e proteger o sistema cardiovascular, além de queimar as gordurinhas, e 30% de localizado. O treino de força deve priorizar as áreas que sofrem mais com o envelhecimento — barriga, glúteos, coxas e cintura. Faça uma hora de musculação e uma de aeróbico de três a quatro vezes por semana.

Alimentação perfeita 
Para a nutricionista Heloísa Guarita, possivelmente por questões hormonais, as mulheres sofrem mais com prisão de ventre nessa etapa: “O problema está relacionado ao emocional, que é marcado por mudanças como casamento, emprego e filhos, que aumentam o nível de estresse”. Portanto invista em fibras — frutas frescas, verduras, legumes e grãos integrais — e bastante líquido.

”Meu metabolismo desacelerou ao cruzar a fronteira dos trinta. Até os 26, se engordava um pouco, maneirava na alimentação e os quilos a mais iam embora. Hoje o esforço é muito maior e demora mais tempo. O fato de eu sempre ter sido ativa (já fiz balé, jazz, ginástica olímpica) me deixou como herança uma maior flexibilidade. Pretendo preservá-la na combinação de pilates com caminhada.”
Paula Maia, 32 anos

Entre 40 e 50 anos

É na proximidade do climatério que o envelhecimento se acentua e é mais visível. A menopausa acelera a perda de massa óssea, que chega a 3% ao ano, o que exigirá uma atenção maior com a prevenção à osteoporose.

Atividade física ideal 
Os trabalhos de força ganham mais importância e devem compreender 40% do seu programa de fitness. Dê ênfase aos membros inferiores e ao abdômen, pois há uma tendência de a barriga se tornar mais saliente. Os exercícios que atuam sobre os músculos estabilizadores, principalmente os do tronco, são importantes para manter o equilíbrio. Divida seu treino em musculação e aeróbico três vezes por semana. A corrida estimula a parte óssea.

Alimentação perfeita 
Dobre o consumo de hortaliças, frutas e legumes frescos. “Eles ajudam a reduzir o risco de câncer de mama e de colo de útero”, garante a nutricionista Heloísa Guarita. Alimentos ricos em betacaroteno, presente em vegetais alaranjados e em folhas verde-escuro, protegem contra o câncer de mama. Os alimentos fibrosos fazem você comer menos e, assim, não engordar, pois aumentam a saciedade. E para as mulheres que se aproximam da menopausa, a soja é fundamental.

“Graças à musculação e aeróbica, que sigo religiosamente, consegui minimizar os principais vilões da idade: o aumento de peso e a flacidez. Quem me vê não diz que os 50 estão chegando. Como sempre malhei, não senti os efeitos do tempo… Ainda uso o mesmo manequim dos 20 anos. Os exercícios são minha fórmula da juventude.” 
Claudina Mello, 48 anos

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Prevenção de acidentes no trabalho: uma conquista da empresa e dos talentos

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o número de acidentes de trabalho registrados no Brasil teve um declínio de 7,2% entre os anos de 2008 e 2010. Em 17 das 27 unidades federativas, ocorreu uma queda no número de acidentes de trabalho registrados nesse mesmo período, acompanhando a tendência nacional. A taxa de incidências de acidentes no trabalho mais alta do país foi registrada no Estado de Alagoas (30,2 para cada mil vínculos), sendo também significativamente elevada em Santa Catarina (26,3) e no Rio Grande do Sul (24,6). As menores taxas de incidência em 2010 foram verificadas em Roraima (9,3 por mil vínculos), Amapá (9,7), Tocantins (10,0) e Sergipe (10,9).

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Observou, ainda, segundo a OIT uma diminuição de 3,7% dos óbitos decorrentes de acidentes de trabalho entre 2008 e 2010 (de 2.817 para 2.712). A taxa de mortalidade por acidentes do trabalho declinou em 21 das 27 unidades federativas, tendo aumentado nos Estados de Goiás, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Piauí. Mato Grosso, destacando-se a incisiva redução na taxa (de 25,2 para 17,7 óbitos por 100 mil vínculos) observada entre os anos 2008 e 2010, apresentava a maior incidência do país de óbitos decorrentes de acidentes do trabalho.

Mesmo com a constatação da redução desses percentuais, as empresas devem permanecer atentas para que seus funcionários tenham consciência de que não a segurança deles depende tanto das ações corporativas quanto de cada pessoa que atua na organização. De acordo com Amanda Rocha, diretora da Amanda Rocha Consultoria em Gestão de Pessoas e Coaching, a área de Recursos Humanos precisa ser a guardiã do valor segurança no trabalho. “Juntos líder e a área de RH podem garantir que as pessoas da organização tenham interesse pelo tema segurança no trabalho. Na sequência podem reforçar comportamentos seguros, parabenizar, reconhecer, premiar bons exemplos dados pelos próprios profissionais no dia a dia da empresa”, assinala. Em entrevista ao RH.com.br, a consultora dá orientações relevantes para as empresa, caso ocorram acidentes com os profissionais durante as atividades laborais. Confira a entrevista na íntegra e avalie se sua empresa está dando a devida atenção à segurança dos colaboradores. Lembre-se do ditado popular: “É melhor prevenir do que remediar”.

RH.com.br – Quando se fala em instituir um programa direcionado à segurança do trabalho qual o entrave mais comum que a empresa encontra?
Amanda Rocha – A crença de que segurança do trabalho é uma responsabilidade apenas dos técnicos em segurança do trabalho da empresa. Nenhuma equipe de técnicos em segurança do trabalho pode ser tão boa quanto todos os funcionários da empresa juntos, focados em tornar a segurança no trabalho um hábito e um valor da organização. A vida e a integridade humana não podem ser responsabilidade somente de um departamento, tem que ser responsabilidade de todos aqueles que atuam na organização.

RH – A questão de vencer barreiras comportamentais dos profissionais também está sinalizada como obstáculo à segurança do trabalho?
Amanda Rocha – Sem dúvida alguma. A crença de que “Eu não! Comigo não! Acontece com os outros, não comigo!” é uma barreira que gera comportamentos inseguros e acidentes de trabalho. A análise de ocorrências de acidentes do trabalho nos mostra que mais de 80% dos acidentes são causados por comportamentos inseguros. Quando o indivíduo acha que com ele não vai acontecer, deixa de utilizar um equipamento de segurança individual, desrespeita as sinalizações, excede a velocidade e a consequência são os acidentes que podem até ser fatais ou deixarem sequelas graves por toda a vida do trabalhador.

RH – Em um programa de segurança do trabalho qual a importância da área de Recursos Humanos, para o êxito dessa iniciativa?
Amanda Rocha – A área de Recursos Humanos tem a missão de tornar o comportamento seguro e as condições seguras de trabalho parte da cultura da organização. É indispensável que o RH envolva todos os funcionários no valor chamado segurança.

RH – Então, não dá mais para se conceber a proposta de um Programa de Segurança do Trabalho sem a presença do RH?
Amanda Rocha – Entendo que não, pois o departamento de Recursos Humanos precisa ser o guardião do valor segurança no trabalho. É indispensável defender esta causa. Vale lembrar a importância de desenvolver não só uma equipe de técnicos em segurança do trabalho, mas garantir uma organização, cujo valor e cultura organizacional sejam a segurança em primeiro lugar.

RH – Como o RH deve trabalhar em conjunto com os líderes, para que esses se tornem agende disseminadores da segurança no trabalho?
Amanda Rocha – Juntos líder e RH podem garantir que as pessoas da organização tenham interesse pelo tema segurança no trabalho. Na sequência podem reforçar comportamentos seguros, parabenizar, reconhecer, premiar bons exemplos dados pelos próprios profissionais no dia a dia da empresa. E treinar, treinar e treinar os colaboradores para garantir comportamentos adequados diante dos riscos aos quais estes estão expostos. Essas ações, certamente, podem garantir que desvios no ambiente e no comportamento das pessoas possam ser observados, identificados e corrigidos não só pelos técnicos em segurança do trabalho, mas por qualquer funcionário da organização que esteja consciente da importância de preservar a segurança ao exercer suas atividades laborais.

RH – Quais os pontos considerados fundamentais em uma ação que tenha como objetivo a segurança no ambiente de trabalho?
Amanda Rocha – Destacaria dois pontos como fundamentais em uma ação com esse foco: o compromisso com as vidas dos profissionais e a integridade humana. Esse é o propósito de qualquer ação em segurança no trabalho.

RH – Geralmente, quais as falhas mais comuns que são evidenciadas nos programas direcionados à segurança do trabalho?
Amanda Rocha – Os programas trabalham situações especificas, não tratam a segurança do trabalho como sendo um valor organizacional. Em geral, os programas são atividades isoladas e não globais dentro da empresa. Segurança no trabalho exige multidisciplinaridade, consistência, constância, continuidade e, normalmente, isto não acontece nas organizações.

RH – Caso um profissional sofra um acidente durante as atividades laborais, qual a primeira ação de um profissional de RH diante dessa situação?
Amanda Rocha – Em primeiro lugar, garantir o pronto atendimento à vítima. Depois, cuidadosamente, comunicar à família. Acompanhar o reestabelecimento do acidentado e comunicar à Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT, que é o documento oficial de registro de acidentes. Havendo ou não afastamento do trabalhador, a Comunicação de Acidente do Trabalho deverá ser entregue ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS. O trabalhador que sofre acidente de trabalho tem direito a receber o benefício da Previdência Social enquanto estiver afastado de suas atividades, desde que este afastamento seja superior a 15 dias, vez que os primeiros 15 dias devem ser custeados pelo empregador. Por isso, é vital que a CAT seja transmitida ao Instituto Nacional do Seguro Social até o primeiro dia útil após a ocorrência do acidente. Em seguida, deve-se garantir a investigação do acidente. Entender as causas e garantir que novos acidentes similares sejam prevenidos.

RH – Se um trabalhador sofreu um acidente por imprudência como, por exemplo, deixar de usar o equipamento de segurança, isso isenta a empresa de responsabilidades sobre o caso?
Amanda Rocha – Excelente pergunta. Cabe aqui total atenção das empresas. As responsabilidades do empregador são não só quando há ocorrência do acidente do trabalho, mas também, para que estes sejam evitados, que a saúde do trabalhador seja preservada. Evitar a ocorrência dos acidentes é uma responsabilidade da empresa, por isso cabe aqui o alerta quanto à questão da imprudência. A empresa devera agir com medidas de conscientização e também disciplinares quando detectar comportamentos imprudentes. Porque ao sofrer um acidente mesmo que o colaborador tenha sido imprudente a responsabilidade será da organização.

RH – Que orientações a senhora daria para as empresas que desejam diminuir os índices ou os ricos de acidentes no trabalho?
Amanda Rocha – Levante os perigos e os riscos de sua organização em cada área. Elabore um plano preventivo para cada risco. Garanta que cada líder da sua organização esteja capacitado para agir, conscientizar e treinar sua respectiva equipe, prevenindo acidentes. Trabalhe de forma consistente, contínua e coerente.

RH – Quais os ganhos de uma empresa que valoriza a segurança?
Amanda Rocha – Ela ganha no aspecto humano e no aspecto financeiro. No aspecto humano: pessoas mais saudáveis e seguras, além um bom ambiente de trabalho. No aspecto financeiro: a empresa reduz o número de acidentes de trabalho. Portanto reduz o número de ações trabalhistas, absenteísmo relacionado a acidentes e o Fator Acidentário Previdenciário (FAP) que impacta diretamente no Seguro Acidente de Trabalho (SAT) que as empresas pagam mensalmente.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.rh.com.br/

 

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Acidentes de Trabalho

Cerca de 700 mil casos de acidentes de trabalho são registrados em média no Brasil todos os anos, sem contar os casos não notificados oficialmente, de acordo com o Ministério da Previdência. O País gasta cerca de R$ 70 bilhões esse tipo de acidente anualmente.

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Entre as causas desses acidentes estão maquinário velho e desprotegido, tecnologia ultrapassada, mobiliário inadequado, ritmo acelerado, assédio moral, cobrança exagerada e desrespeito a diversos direitos.

Os acidentes mais frequentes são os que causam fraturas, luxações, amputações e outros ferimentos. Muitos causam a morte do trabalhador. A atualização tecnológica constante nas fábricas e a adoção de medidas eficazes de segurança resolveriam grande parte deles.

Na sequência, aparecem os casos de lesões por esforço repetitivo e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/Dort), que incluem dores nas costas. A prevenção se dá por correções posturais, adequação do mobiliário e dos instrumentos e dosagem da carga de trabalho.

Em terceiro lugar, aparecem os transtornos mentais e comportamentais, como episódios depressivos, estresse e ansiedade. Segundo Remígio Todeschini, diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, esses são os problemas de solução mais complexa.

Para ele, falta valorizar o trabalhador. “Ele precisa ter orgulho do que faz, sentir-se valorizado, para ganhar qualidade de vida e bem-estar, não doenças”, diz.

A aplicação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), a partir de 2010, obrigou as empresas a pagarem mais impostos sobre a folha de pagamentos conforme o índice de acidentes de trabalho. Esses recursos servem para financiar o Seguro Acidente de Trabalho (SAT), para custear benefícios ou aposentadorias decorrentes de acidentes de trabalho.

Uma nova Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho foi criada em 2011. Antes focada em reabilitação e tratamento, agora ela visa à prevenção, com ações combinadas de três ministérios: Previdência, Trabalho e Saúde.

Para Jeferson Seidler, auditor fiscal do trabalho no Ministério do Trabalho, uma cultura de trabalho seguro e saudável começa com o comprometimento efetivo dos empresários e gestores. “É preciso investir nesse campo com o mesmo empenho com que se investe na qualidade dos produtos ou no controle financeiro”, diz.

Embora o número de acidentes esteja caindo gradativamente, Seidler reconhece que ainda há muito que melhorar. Ainda acontece de empregadores e trabalhadores acharem que as medidas de segurança atrapalham o serviço e não levarem as normas a sério.

Para muitos trabalhadores brasileiros, qualidade de vida no trabalho parece ser um sonho distante. “Primeiro precisamos alcançar os patamares mínimos de trabalho decente, com jornadas de trabalho adequadas, remuneração justa, tratamento humano e risco muito baixo de acidentes e doenças”, afirma Seidler.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.brasil.gov.br/

 

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Mundo corporativo: veja dicas para tomar boas decisões

Nesses anos de atuação como coach, uma certeza se faz cada vez mais presente: somos fruto das nossas decisões. O que decidimos hoje determinará a nossa vida no futuro. Mas também aprendi outra lição: quando deixamos de decidir, ainda assim, estamos tomando uma decisão, pois a postergação também trará consequências e, geralmente, são mais prejudiciais do que as consequências de uma decisão equivocada. Uma decisão equivocada nos dá a chance de corrigir o problema, aprender e não repetir o erro. Já a falta de decisão aumenta o problema, tornando-o, na maioria vezes, irreversível.

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E esse comportamento de postergação, quando se faz presente nas organizações, prejudica consideravelmente os resultados. Um profissional que não tem a capacidade de decidir, geralmente empurra o problema com a barriga ou transfere a responsabilidade para outras pessoas, gerando conflitos, insatisfação e, consequentemente, prejuízos. As indecisões no alinhamento das estratégias, na resolução dos problemas internos, no atendimento às solicitações dos clientes, enfim, em qualquer situação, por mais irrelevante que pareça, podem levar um pequeno problema a dimensões desnecessárias.

DECISÃO = CORAGEM + RESPONSABILIDADE

Imagine que você é funcionário de uma companhia aérea, o voo foi cancelado por problemas técnicos e os clientes estão diante de você cobrando uma solução. O que você faz?

1.      PREFERE NÃO FAZER! É melhor que alguém responsável resolva.

Você não teve coragem de se comprometer com a solução do problema. Se alguém resolver por você, a responsabilidade é dele.

2.      FAÇO O QUE MANDARAM FAZER! De maneira sucinta, independente se vão gostar ou não, transmito a mensagem indicada pela empresa.

Você teve coragem de transmitir a mensagem, mas não responsabilizou-se pela resolução do problema. Se não gostarem, paciência, você está seguindo as normas da empresa.

3.      CONTORNO O PROBLEMA! Digo o que for preciso, podendo ou não cumprir, para acalmar os clientes.

Você teve coragem para enfrentar a situação, mas não foi responsável o suficiente para encontrar soluções que efetivamente resolvessem a questão. Contornar o problema não é sinônimo de comprometimento com a empresa, e sim, de irresponsabilidade com a perenidade do negócio, afinal, uma situação mal resolvida cobrará o seu preço mais cedo ou mais tarde.

4.      RESOLVO O PROBLEMA! Analiso todas as possibilidades, converso francamente com os clientes e somente me dou por satisfeito quando encontrar uma solução para todos.

Você teve coragem para encarar o problema de frente, comprometeu-se com o cliente e foi responsável ao buscar todas as informações necessárias para solucionar verdadeiramente a situação.

DECISÃO = PREPARO

Por que muitas pessoas não tomam decisão? Por insegurança! A insegurança é fruto do medo, que por sua vez, é fruto do desconhecido. Portanto, quando temos que tomar uma decisão e não temos informação suficiente sobre o assunto, o medo se apresenta, gerando a insegurança, que gera a dúvida. Nesses casos, a melhor opção é “ficar em cima do muro” e não decidir.

Logo, o melhor caminho para uma tomada de decisão veloz e assertiva é o preparo. O preparo vem da observação, da experiência e da capacidade de buscar novas informações. O profissional que preocupa-se em conhecer as mais diversas áreas da empresa, a concorrência, o mercado e se atualiza frequentemente sobre as novas tendências da sua profissão, torna-se mais confiante e apto a tomar as melhores decisões no momento certo.

A coragem é fundamental para a tomada de decisão, no entanto, sem preparo, é inconsequência. Ousar saltar de paraquedas é coragem, não preparar-se é inconsequência.

As organizações do futuro tendem a participar cada vez mais os colaboradores das decisões. As pessoas que adquirirem o hábito de analisar os cenários e tiverem a capacidade de julgar e decidir com velocidade e assertividade ganharão destaque e conquistarão espaços importantes nas estratégias organizacionais.

DECISÃO = PLANEJAMENTO

Sabemos que algumas decisões requerem uma atitude imediata, muitas vezes, sem qualquer tempo para pensar adequadamente sobre o assunto. Nesses casos, o tempo que você investiu e investe no seu preparo lhe será muito útil.

Agora, quando você tiver a possibilidade de preparar-se mais adequadamente para tomar uma decisão importante, alguns pontos devem ser levados em consideração:

– O que eu ganho com essa decisão;

– O que eu perco com essa decisão? Como eu posso minimizar essas perdas?

– O que me garante que isso vai dar certo?

– Quais são os riscos dessa decisão? Como posso minimizar os riscos?

– De quem mais depende para que essa decisão apresente os resultados esperados? Se eu não puder contar com essas pessoas, o que eu posso fazer para que a decisão dependa apenas de mim?

ALGUMAS DICAS PARA TOMAR DECISÕES COM MAESTRIA:

– Cuidado com a impulsividade! Planeje-se para tomar decisões com segurança;

– Seja um agente de soluções – Atualize-se e busque novas informações constantemente;

– Alie ousadia e preparo para não tomar decisões inconsequentes;

– Não postergue! Entre em ação e faça as coisas acontecerem;

– Seja pró-ativo na busca de soluções! Não permita que a reatividade prejudique as suas decisões;

– Comprometa-se com as suas decisões. Por mais que você divida as decisões com outras pessoas, a responsabilidade pelos resultados é sua.

Por fim, tomada de decisão é a capacidade de preparar-se continuamente para se antecipar às constantes mudanças do mundo corporativo. Coragem, responsabilidade, preparo e planejamento são competências fundamentais para decidir certo e no tempo certo!

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5 maneiras de melhorar o trabalho em equipe

Embora se diga que trabalhos realizados em equipe alcançam mais resultados, em muitos casos os problemas são tantos que seria melhor se cada um dos integrantes trabalhasse sozinho.

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Mas em um mercado de trabalho como o atual o trabalho em equipe é cada dia mais valorizado. Então como é possível ter um bom time de trabalho sem nenhum problema? Veja 5 maneiras simples de melhorar o trabalho em equipe:

Como melhorar o trabalho em equipe: 1. Novas e velhas amizades

Times que misturam velhos companheiros de trabalho com novos integrantes são os que mais rendem. Isso acontece porque, embora os funcionários que já trabalham juntos há muito tempo conheçam os hábitos de trabalho uns dos outros, eles também estão dispostos a ensinar esse método para os “novatos”. Isso faz com que o time se sinta integrado, melhorando o rendimento.

Como melhorar o trabalho em equipe: 2. Times mistos

Times que tenham integrantes do sexo masculino e do sexo feminino funcionam melhor porque apresentam habilidades sociais mais variadas. É muito importante que o grupo esteja capacitado para resolver os mais diversos problemas, por isso é importante manter os dois sexos na equipe. Mulheres, por exemplo, são mais eficientes ao resolver problemas ligados a sentimentos e emoções, enquanto homens têm mais facilidade com problemas técnicos.

Como melhorar o trabalho em equipe: 3. Equilíbrio nas interações

Ninguém disse que uma equipe ideal é aquela que não tem desavenças. Ao contrário, discordar dos membros do seu time pode ser muito saudável. No entanto, isso não significa que você deve encarnar o personagem “do contra” na sua equipe. Procure manter o equilíbrio e não discordar apenas por discordar. Reveja os argumentos da discussão antes de formar uma opinião própria.

Como melhorar o trabalho em equipe: 4. Confiança

Grupos de trabalho só funcionam bem se não houver desconfiança entre seus integrantes. É muito importante saber que você pode contar com os membros da sua equipe para qualquer tipo de problema. Por isso, não exija confiança sem ser uma pessoa confiável. Procure mostrar aos seus colegas de trabalho que você está disponível para ajudar em qualquer tipo de trabalho.

Como melhorar o trabalho em equipe: 5. Respeito

O fator mais importante para determinar o sucesso de uma equipe é o respeito. Isso não significa exigir que seus companheiros aceitem as suas sugestões, e sim mostrar para eles que você também está aberto a receber não só sugestões como críticas. Entenda a maneira de trabalho dos seus colegas antes de julgá-los ou criticá-los e procure entender quais são as motivações deles.

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7 dicas para você se organizar no Trabalho

A falta de concentração no trabalho compromete o bom rendimento das tarefas. Muitos profissionais não conseguem realizar todas as atividades durante o expediente porque ficam pensando em problemas pessoais.

Já outros desviam a atenção com conversas paralelas. Com isso surge o efeito bola de neve: acumula-se uma tarefa para o dia seguinte, para o outro e para o outro.

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Para evitar que isso ocorra, Christian Barbosa, especialista em administração do tempo e produtividade, além de fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo, explica que a pessoa precisa fazer uma lista de prioridades todos os dias.

“Se algo for opcional não deve ser feito naquele momento. Essas prioridades nunca podem lotar todas as suas horas de trabalho, para você não adiar e se frustrar”, ensina. “Comece com a primeira prioridade da lista e, enquanto estiver executando, deixe o e-mail e o navegador fechados para ter foco no que está fazendo”, completa.

Barbosa garante que o profissional precisa aprender a controlar não o tempo, mas os seus dedos, sua ansiedade e sua atenção. Afinal, é se gerenciando que você se torna o senhor do seu tempo e não o escravo dele. No entanto, isso requer treino e disciplina. “Todo mundo sempre reclama que faltam horas no dia e que não consegue ter tempo para fazer tudo que precisa. O problema não é a quantidade horas que temos, mas sim o uso delas que faz a diferença”.

Ele ainda alerta que os principais erros cometidos pelos profissionais são negligências realizadas na coordenação do tempo. E destacou alguns exemplos:

Não anotar as prioridades;

Não planejar as tarefas diárias;

Não priorizar o dia de trabalho, ou seja, fazer o que aparece primeiro;

Deixar o e-mail aberto, o que aumenta o número de interrupções;

Deixar que tarefas importantes se tornem urgências;

Criar várias agendas e não sincronizá-las;

Aceitar atividades de ouvido e esquecer-se de anotá-las;

Priorizar-se na agenda;

Não dizer “não” e acreditar que tudo pode ser feito.

Outros problemas são a falta de controle na internet e se manter conectado nas redes sociais, como Twitter, Facebook, Orkut e MSN. “O navegador cheio de favoritos também atrapalha, pois o profissional abre seu browser para acessar um site, mas começa a surfar por outros sites que gosta. A solução é instalar um novo navegador e não importar os sites prediletos”, informa o especialista.

Além dessas dicas, veja a lista elaborada por Christian Barbosa com alguns itens básicos que você deve fazer para começar a ter mais tempo no trabalho.

1. Descubra como utiliza seu tempo: todas as tarefas que você realiza são divididas em três tipos: urgentes (prazo que está curto ou acabou), importantes (que trazem resultado e possuem tempo para serem realizadas) e circunstanciais (que não agregam valor e fazem você apenas perder tempo). Sabendo a forma como seu tempo é utilizado ajudará você a se planejar. Seu foco será reduzir as atividades urgentes (priorizando-as para que sejam eliminadas rapidamente), aumentar as tarefas importantes e eliminar as circunstanciais. Faça o teste da Tríade e descubra a forma como utiliza seu tempo diariamente.

2. Planeje-se! Ter mais tempo para a vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esse processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo. Para isso, planeje sua semana com antecedência de, pelo menos, três dias. Veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

3. Escolha uma ferramenta: agenda, Iphone, Outlook, Neotriad ou caderno que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

4. Limite seu horário de trabalho: muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional. Se fosse uma obrigação sair exatamente do seu horário (quando as luzes do escritório são apagadas, por exemplo), com certeza você seria mais centrado e, consequentemente, mais produtivo. Experimente criar esses “limitadores” para você no dia a dia.

5. Organize seu local de trabalho: sua papelada, revistas e seus armários. Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações e isso é muito tempo perdido.

7. Priorize seu dia, todos os dias! Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia, calcule a duração de cada tarefa (para checar se dá tempo de fazer tudo) e ordene na sequência de execução.

De acordo com Barbosa, o profissional, o líder e a equipe precisam funcionar em conjunto, focando nas coisas que de fato vão trazer resultados para o indivíduo, o grupo e a empresa. “Estabeleça metas claras e específicas, tanto pessoais como profissionais, para ter um sentido na sua vida e no seu trabalho. Assim cada atividade passa a ter sentido, pois, além de estar relacionada a metas cruciais, faz com que o indivíduo vá para o trabalho sabendo que a realização daquela ação planejada contribuirá para se atingir a meta”, finalizou.

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13 dicas para manter a forma física (e mental) no trabalho

As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas aviso aos craques neste tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais.

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De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável. “O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina. Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:

1. Vá de tênis

Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênis e disposição para caminhar.

Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.

A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.

2. Elevador? Só para os fracos

Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.

Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.

“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.

Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.

3. Coloque a vida em ordem

Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.

“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.

4. Desligue-se por três minutos

Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.

“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.

5. Coloque papas na língua

Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.

6. Elogie e faça amigos

Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.

7. Seja menos competitivo

“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.

Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.

“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.

8. Gargalhe

Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.

9. Aproveite o dia

Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.

Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.

10. Almoço é sagrado (e ponto)

Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.

“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.

11. Não subestime as refeições pequenas

Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.

“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.

O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.

12. Hidrate-se

Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.

“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.

Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.

13. Levante-se

Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.

“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://clubalfa.abril.com.br

Seja Feliz no Trabalho

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Dicas para melhorar a saúde no trabalho

Trabalhar o dia todo sentado pode trazer problemas graves de saúde as pessoas que trabalham mais de 6 horas em ambiente interno (escritórios). Para prevenir lesões mais sérias, a especialista Maria Luiza Pereira Gutierrez preparou uma série de dicas importantes.

Segundo diretora do Instituto de Fisioterapia Analítica, existem dois conceitos de postura. A elegante, que é dada como correta pela maioria das pessoas e a correta, que depende de diversos aspectos para garantir a saúde do profissional.

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“É preciso fazer com que as articulações trabalhem corretamente e não prestar atenção apenas ao estético. Elas devem funcionar como um carro regulado, todas encaixadas e agindo com perfeição”, diz Maria.

Ela afirma que apenas sentar na posição tida como elegante não resolve. É necessário ficar atento às dores e problemas já existentes, que devem ser corrigidas com o tempo. “Quando a pessoa faz a postura correta e sente dor, ela deve ajustar suas articulações com fisioterapia analítica, para que seu corpo possa funcionar direito”.

Maria trabalha com Fisioterapia Articular analítica, que trabalha com métodos de de normalização articular manual. O conceito, conhecido como Sohier, chegou ao Brasil há 10 anos e procura melhorar a estabilidade do aparelho locomotor.

Confira as dicas para melhorar a postura e a saúde no trabalho:

– Ao sentar, a pessoa deve posicionar o tronco em uma posição reta em relação ao encosto da cadeira. Os dois pés devem tocar o chão e as pernas não devem estar cruzadas, isso pode criar desajustes na bacia. Pessoas menores podem usar apoios específicos para os pés. Tente não escorregar para a frente da cadeira com o passar do dia.

– Cadeiras giratórias são ótimas opções. Ela faz com que você gire o corpo todo de uma vez. Cadeiras fixas vão pedir movimentos de apenas algumas partes do corpo, como uma torção na coluna, por exemplo. Isso pode causar atrito entre as vértebras que podem comprimir nervos e desgastá-las, causando hérnias e dores ciáticas.

– A altura das telas deve estar ajustada ao seu tamanho. O ideal é que os monitores fiquem ajustados horizontalmente em relação ao seu rosto, e centralizado diante dos olhos. A curvatura da região cervical por causa de telas muito baixas, como notebooks em uma mesa por exemplo, pode causar compressão da raiz nervosa, causando hérnias, sensação de fadiga e formigamento dos braços.

– Posições erradas das articulações, como a dos cotovelos, podem causar problemas na enervação dos braços. Nesse caso específico o ideal é deixá-lo em um ângulo aproximado de 90 graus em relação à mesa, repousando a antebraço para evitar que o ombro tenha que sustentar o braço ao longo do dia.

– O punho também deve ficar em uma posição neutra, ligeiramente elevado em relação á mesa para criar uma situação ideal para a digitação. Um punho muito reto pode prejudicar a movimentação. O ideal é a utilização do apoiador para deixar a mão confortável.

– Se você vai mexer em arquivos ou gavetas, lembre-se que é importante dobrar os joelhos e com a coluna bem firme. Evite o esforço de “arredondar” a coluna para frente.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://info.abril.com.br


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