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Massagem para o alívio de quem tem Câncer
Published abril 9, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:20 minutos, atenção, Campanha, Cancer, cuidados, Depressão, Dia mundial de combate ao Câncer, dia mundial do cancer, dopamina, Dor, Fadiga, Massagem, Saúde, Serotonina, Tristeza, vivamelhor, vivamelhoronline
8 dicas para deixar sua vida mais saudável
Published abril 7, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:7 de abril, atenção, bem-estar, Check-up, cuidados, cura, Dia Mundial da Saude, dicas, doenças, dores, exames, médico, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, tratamento, Vacinas, Visita ao Médico
Sabia que nesta segunda-feira (7) é comemorado o Dia Mundial da Saúde? Por isso, use esta data como incentivo para melhorar sua própria saúde. A médica clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, disse que “nessa data é importante às pessoas lembrarem-se de fazer exames preventivos com regularidade e ter hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios diários e a adoção de uma alimentação balanceada.”
A especialista reforça ainda que diversas doenças, quando diagnosticadas precocemente, têm melhor evolução ao serem tratadas.
— Isso é importante porque certos tipos de doenças podem não apresentar sintomas aparentes, como é o caso hipertensão arterial, diabetes, HIV, hepatites, dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicérides).
Homens e mulheres precisam de cuidados específicos, assim como as crianças. Acima de 40 anos, eles devem fazer exames de colonoscopia e próstata, enquanto elas, ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa).
Veja dicas da médica:
1) Realizar exames de checkup, pelo menos, uma vez por ano. Além do teste ergométrico, que avalia o amplo funcionamento cardiovascular, a lista inclui outros para controlar os níveis de colesterol ruim, açúcar, ácido úrico, função do rim e fígado e triglicérides no sangue, além de sorologias para hepatite B e C, HIV, sífilis;
2) Ficar em dia com a caderneta de vacinação. Lembre-se de que nem só as crianças necessitam de vacinas. Doses contra difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras, devem ser repetidas na vida adulta.
3) Prestar atenção aos sinais do corpo. Cólicas, sonolências, fraquezas e enxaquecas podem ser indicativos de doenças sérias ou infecções por vírus e bactérias;
4) Praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma alimentação mais saudável possível. Com isso, evitar excessos na ingestão de açúcar, gordura e fritura;
5) Evitar a prática do fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;
6) Crianças: Além de consultas com pediatra, os pequenos devem passar pelo atendimento com outras especialidades médicas. No caso do oftalmologista, a primeira consulta deve acontecer por volta dos 2 ou 3 anos, período em que ainda é possível a correção de diversos problemas;
7) Mulheres: Exames como ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa). As que tiverem mais de 40 anos precisam incluir: mamografia e densitometria óssea.
8) Homens: É indicado autoexame regular nos testículos. Quem tiver mais de 40 anos, exames de colonoscopia e próstata são recomendados.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.r7.com/saude/
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Cuidados para o Carnaval 2014!
Published fevereiro 28, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Alimentos, Alimentos Leves, atenção, Beba Água, bem-estar, Campanha, carnaval, cuidados, Descalço, dicas, Não dirija, Prevenção, riscos, Roupas Leves, Saúde, Vá de Taxi, vivamelhor, vivamelhoronline
Proteja a sua saúde no Carnaval com essas nove dicas
Published fevereiro 27, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, Alimentos, atenção, beber água, bebidas alcoólicas, Beijos, camisinha, carnaval, Comidas, cuidados, Cuidados com a Pele, Descansar, dicas, frutas, Grelhados, Hidrate-se, Prevenção, Qualidade de Vida, relaxar, Remedios, ressaca, Saúde, segurança, Sexo Seguro, sol, Substâncias Energéticas, trânsito, Verduras, vida
Março está chegando e, com ele, o tão esperado carnaval. A preocupação com diversão é tanta que é fácil se esquecer dos cuidados mais básicos com a saúde. O infectologista da Unifesp, Paulo Olzon Monteiro da Silva, explica que a alimentação errada, o abuso do álcool e a ausência de sono causam um desgaste muito grande ao organismo. “Há também os perigos do sexo sem camisinha e até das doenças transmitidas pelo beijo”, lembra o especialista. Você quer curtir todos os dias de folia com o pique lá em cima? Então siga os conselhos dos especialistas para manter a energia sem detonar a saúde.
Sexo? Só se for seguro
Muitas doenças podem ser transmitidas pelo sexo. Paulo explica que a contaminação pelo vírus da Aids, da gonorreia, da herpes e da sífilis pode acontecer numa única relação sexual. Mas a camisinha, por si só, já é eficaz para prevenir esses problemas. “O preservativo é sempre o melhor método para evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e a gravidez. Optar por métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte, pode prejudicar o organismo, pois causam alterações hormonais e não previnem a contaminação de doenças”, conta.
Não saia distribuindo beijos
Não é apenas o sexo que pode transmitir doenças. Existem alguns vírus que podem ser passados também pelo beijo. Paulo explica que a mononucleose infecciosa, conhecida como a “doença do beijo”, é transmitida, principalmente, dessa forma. Ela pode causar febre, dor de garganta e até aumento do baço e do fígado.
A herpes labial também é adquirida através do beijo. Uma vez adquirida, ela será a sua companheira pela vida toda. Basta uma situação estressante ou alguma queda da imunidade para que as bolinhas avermelhadas apareçam na mucosa da boca. Mas fique tranquilo, ela só é transmissível enquanto estiver aparente.
Não abuse das substâncias energéticas
Algumas substâncias, como o pó de guaraná e as bebidas energéticas, dão mais pique para curtir o carnaval. Mas o infectologista faz a ressalva: essas substâncias são ricas em cafeína e, se consumidas em excesso, atrapalham o sono na hora de dormir, causam gastrite e sobrecarregam o organismo, podendo levar até à arritmia cardíaca.
O especialista explica ainda que a quantidade segura é variável, pois a concentração de cafeína em cada cápsula varia de fabricante para fabricante. Além disso, o corpo se acostuma com a cafeína, que passa a ter menos efeitos, e o organismo precisa, progressivamente, de mais remédio para conseguir o efeito desejado.
Modere no álcool
As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si e podem provocar desidratação. Paulo Olzon dá a dica: além de moderar no consumo de álcool, intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos, e até a ressaca, ficam mais brandos. Comer alguma coisa enquanto bebe também faz bem, pois mantém a glicose estável no sangue e evita que você passe mal.
Evite os remédios para ressaca
Paulo explica que o ácido acetilsalicílico pode provocar gastrite, principalmente durante a ressaca, quando o estômago já está comprometido. O paracetamol associado ao álcool pode levar a alterações de funcionamento do fígado.
Outros remédios para ressaca têm uma combinação de substâncias que ajudam a evitar os sintomas, mas não reparam os danos ao corpo. “O ideal é aproveitar a folia de maneira responsável, sem se esquecer de beber água, alimentar-se adequadamente e descansar o tempo suficiente para recuperação das energias”, recomenda o especialista.
Descanse
O corpo precisa de seis a oito horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo nos quatro dias. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, Paulo Olzon recomenda que seja feita uma compensação dormindo até mais tarde. Se não for possível, tirar um bom cochilo durante o dia já ajuda.
Cuidados com a alimentação
“Antes das festas, evite alimentos ricos em gorduras, que tornam a digestão mais lenta e causam a sensação de estufamento”, adverte a nutricionista Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional. Ela recomendar fazer uma refeição ou um lanche reforçado com alimentos ricos em carboidratos (pão, arroz, batata, mandioca, milho, macarrão) antes de sair para a festa, para ter bastante energia.
Durante a folia, não fique mais do que quatro horas sem se alimentar. Escolha alimentos leves e que favoreçam uma rápida digestão, além de hidratação e nutrição, como barrinhas de cereais, frutas desidratadas, sanduíches naturais e sucos de frutas.
Passado o carnaval, a especialista recomenda uma dieta desintoxicante, com muita água, água de coco e sucos naturais, pobres em gorduras e carboidratos refinados. Isso ajudará a limpar e reequilibrar o organismo.
Hidrate-se
A nutricionista Roseli Rossi recomenda que a hidratação seja feita com antecedência. ?O carnaval coincide com a estação mais quente do ano. Para uma hidratação correta, é necessária a ingestão diária de dois a três litros de líquidos antes mesmo das festas?, explica.
Para prevenir a desidratação causada pelo excesso de transpiração durante a diversão, consuma muita água, sucos naturais de frutas, água de coco ou até mesmo bebidas isotônicas, que repõem os eletrólitos como sódio, potássio, magnésio e cloro perdidos. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois, além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.
Cuidado com o sol
Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, os cuidados com o sol devem ser redobrados. Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 15, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10 e 16 horas.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br/
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Proteja-se do Sol durante o Carnaval
Published fevereiro 26, 2014 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atenção, bronzeador, carnaval, Cãncer de Pele, cuidados, dias de chuva, dias de sol, dicas, Filtro Solar, Folia, FPS, hidratação, hidratar-se, limpeza, manchas, pele, pintas, Prevenção, proteção, proteção solar, PROTETOR SOLAR, Qualidade de Vida, Saúde, sol, UVA, UVB, verão
O Carnaval está chegando e o Brasil inteiro se prepara para 4 dias de muita folia e diversão em blocos na rua, shows, na praia e etc. Mesmo esta festa acontecendo em diferentes lugares no Brasil, todos têm um fator em comum: a exposição solar. No Carnaval, muita gente se esquece dos perigos que o sol podem causar à pele e a saúde das pessoas, por isso, é necessário muita atenção.
As pintas são outro perigo. Muitas vezes discretas ou até imperceptíveis, se não forem protegidas, podem se transformar em um câncer.
Confira a seguir algumas orientações da Oncologista Clínica Carolina Rutkowski, do Oncomed-BH, para proteger a pele e as pintas no Carnaval.
-> Como as pintas podem virar um câncer de pele?
O câncer da pele ocorre como consequência de um crescimento descontrolado e anormal das células que compõe a pele. Sendo assim, existem diferentes tipos de câncer, a depender do tipo de célula que se prolifera. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares, espinocelulares e melanomas.
-> Por exemplo, pintas de nascença podem virar um câncer de pele?
Durante a vida embrionária, algumas células se alteram e formam os nevos congênitos, lesões benignas que são popularmente chamadas de ‘pintas de nascença’. O câncer de pele pode, sim, se desenvolver em um nevo congênito. Este risco varia entre 1 – 5 % ao longo da vida.
-> É necessário proteger as pintas do corpo todo no verão e no Carnaval? Nos dias de chuva é necessário o uso de protetor?
Não só as pintas e não só no verão. É necessário usar protetor solar em todas as áreas do corpo expostas ao sol, todos os dias do ano, uma vez que, mesmo nos dias nublados, até 80% da radiação ultravioleta pode atravessar as nuvens e chegar à Terra. Sendo assim, os filtros solares devem ser aplicados 15 a 30 minutos antes da exposição ao ar livre, em quantidade adequada, e replicados a cada duas horas, para proporcionar uma proteção eficaz.
-> As pintas no rosto precisam de algum cuidado especial?
Como o desenvolvimento de nervos está, entre outros fatores, relacionado à exposição solar, e o rosto é área frequentemente exposta, é comum o aparecimento deles nesta localização.
Desta forma, a recomendação é: evitar exposição solar, usar o filtro solar adequadamente, além de chapéus ou viseiras quando da exposição ao sol. Procurar avaliação dermatológica caso apresente pintas que sofram modificações no tamanho, forma ou cor; tenham várias cores ou bordas assimétricas; sangrem ou provoquem dor, ardor ou prurido.
-> Há pessoas que odeiam pintas. Há alguma forma de se proteger para que nenhuma pinta apareça mais no corpo? Porque elas aparecem? Há algumas pessoas quem tem mais “tendência” ao aparecimento de pintas?
As pintas, ou nevos melanocíticos (‘pintas de nascença), são tumores benignos que se originam da multiplicação e conglomeração dos melanócitos.
Basicamente, os fatores relacionados ao desenvolvimento de nevos incluem:
• Hereditariedade: Há uma tendência genética ao aparecimento de pintas.
• Grau de exposição ao sol, especialmente quando intensa e intermitente durante a infância.
• Tipo de pele. Pacientes com pele mais clara usualmente tem maior número de pintas.
Diante dos fatores predisponentes que não são passíveis de serem modificados, mais uma vez, a recomendação tanto para evitar o aparecimento de pintas, como também para prevenir o envelhecimento e o câncer é dizer não à exposição solar desprotegida.
É preciso ter atenção redobrada com o sol do verão e adotar medidas para proteger bem a pele.
Caso contrário, além de estragar uma época de diversão, a falta de cuidados pode gerar diversos problemas de saúde.
Protetores solares são indispensáveis para evitar queimaduras. O recomendado são aqueles com, no mínimo, Fator de Proteção Solar (FPS) 30, independentemente da cor da pele. “Essa escolha se deve porque as pessoas acabam não passando a quantidade ideal e nem na frequência indicada”, diz a dermatologista da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) Telma Lúcia Macedo.
Além do FPS, é preciso observar na embalagem se o filtro solar protege contra raios ultravioleta (UVA e UVB). Para quem precisa de mais proteção, caso de crianças, idosos, grávidas ou pessoas com alguma condição específica, pode-se optar por filtros solares físicos – que, diferentemente dos tradicionais (químicos), criam uma barreira na pele que reflete as radiações nocivas.
O ideal é evitar o sol entre as 10 e 16 horas. Mas se o trio elétrico sair nesse horário, a dica é passar protetor solar e também usar roupas leves, chapéus de abas largas, óculos escuros. “A tendência é que com o calor a pessoa use menos roupa, mas é preciso ter cuidado porque mais exposta fica a nossa pele. Hoje em dia existem tecidos com filtro UVA e UVB”, lembra a médica.
-> Outros cuidados
Evitar sair descalço (para não cortar ou queimar a sola do pé), não ficar com a roupa molhada muito tempo (para não favorecer assaduras) e não sentar diretamente na areia (para evitar risco de micoses) também são cuidados que podem ser adotados. Quem gosta de comer peixe frito, cuidado com o limão, que pode causar queimaduras de segundo grau caso a pele não seja devidamente lavada.
O mesmo vale para caipirinhas, picolé de limão e demais frutas cítricas como laranja, além de figo, nabo. Atenção especial para aqueles que gostam de bebida alcoólica, já que ela contribui para a desidratação junto com o calor e suor. É preciso ingerir bastante água, suco, chá e água de coco para repor as perdas.
-> Mais dicas
– Não é recomendado o uso de bronzeadores – com ou sem FPS. O mesmo se aplica a esses produtos caseiros, como misturas com óleo e urucum, que podem acarretar manchas e lesões e, consequentemente, levar ao câncer de pele.
– Procedimentos para o clareamento da pele e descoloração de pelos também devem ser evitadas,
– Reduza o tempo de exposição ao sol e evite o período entre 10 e 16 horas;
– Escolha um protetor solar com um FPS a partir de 30 e não esqueça do protetor labial. Lembre-se: protetor solar não confere proteção absoluta contra queimaduras ou câncer de pele;
– Aplique o protetor solar 30 minutos antes de se expor. É preciso tempo para que o filtro comece a agir;
– Reaplique o protetor solar quando você permanecer mais de duas horas ao sol, ou quando o filtro for retirado por contato com água ou suor;
– Quem trabalha ao sol deve cobrir-se com calças, camisas de manga comprida, chapéu de aba larga e óculos escuros;
– Proteja-se de superfícies refletoras como areia, concreto e água;
– Use filtro solar até mesmo em dias nublados.
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Dicas de como se alimentar corretamente durante o Carnaval
Published fevereiro 24, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, Alimentos, atenção, beber água, bebidas alcoólicas, Beijos, camisinha, carnaval, Comidas, cuidados, Cuidados com a Pele, Descansar, dicas, frutas, Grelhados, Hidrate-se, Prevenção, Qualidade de Vida, relaxar, Remedios, ressaca, Saúde, segurança, Sexo Seguro, sol, Substâncias Energéticas, trânsito, Verduras, vida
A busca pela boa forma física e a alteração nos hábitos alimentares são muito comuns no verão e no período de carnaval, em que a maioria das pessoas estão na folia dos trios elétricos ou procuram os litorais com suas belas praias, e é claro que todos querem estar em sua melhor forma.
Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura, ou mesmo, por uma alimentação inadequada, com longos períodos de jejum, a falta do café da manhã, a ingestão de alimentados gordurosos e, principalmente, a ausência de líquidos durante o dia.
Em períodos de dias mais quentes, não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.
Nesta época, o organismo necessita de um consumo maior de líquidos para compensar as perdas de água e eletrólitos decorrentes da transpiração.
Como ocorre uma diminuição do metabolismo basal dos indivíduos, a quantidade de calorias ingeridas ao longo do dia deve ser diminuída, para que não ocorra o ganho de peso.
O exagero de bebidas alcoólicas e comidas nem sempre saudáveis nos dias de folia, pode ser bastante prejudicial. A falta de líquidos, bem como as noites mal dormidas e o excesso de exposição ao sol, também podem agravar os malefícios a sua saúde.
É importante manter o corpo sempre hidratado com água, sucos naturais ou água de coco, evitando os refrigerantes, e para quem gosta de beber cerveja, é importante alternar com a água mineral o consumo. Para a reposição de eletrólitos, as bebidas isotônicas também são recomendadas, pois repõem os minerais perdidos.
Todos esses cuidados servem para prevenir-se a desidratação que tem como sintomas mais frequentes as câimbras, moleza no corpo, tonturas, vômitos, pouca urina, enjoos, vista turva, boca e pele secas ou descamadas.
Os desmaios são comuns com a queda de temperatura e pressão, nestes casos, recomenda-se tomar um suco de fruta natural como laranja, limonada ou água de coco, que possuem absorção rápida eeficiente nutrição.
No entanto, a preocupação com a alimentação não deve ser apenas com o tipo de alimento consumido, mas também com a procedência deste.
Para quem vai viajar, na hora de escolher as lanchonetes e restaurantes, opte por locais que ofereçam uma alimentação leve e balanceada.
Seria interessante, que nas principais refeições, almoço e jantar, dar preferência aos grelhados, verduras e legumes. Os vegetais também são ricos em fibras, importantes para a reposição de minerais que são eliminados pelo suor.
Se o destino de viagem for à praia, a preocupação deve ser ainda maior! Evite comer alimentos expostos ao sol ou as altas temperaturas, e observe os locais ou pontos de venda, se apresentam características de higiene adequadas.
Para se refrescar nestes dias quentes, sorvete e picolés são sempre uma boa alternativa, principalmente os de frutas, pois são mais hidratantes e menos calóricos.
Na praia, tenha cuidado quando optar por frutos do mar e pescados, pois este tipo de alimento necessita de conservação adequada, sob refrigeração.
O mesmo cuidado, deve-se ter com os espetinho de queijo, camarão e ostras. Estes alimentos são extremamente perecíveis e sua exposição à altas temperaturas pode favorecer o crescimento de bactérias, que na maioria das vezes, são as principais responsáveis pelos quadros de intoxicação alimentar, tendo consequências desde as menos graves como indisposição, até as mais graves como diarreia intensa, desidratação e outras infecções.
Os cuidados devem ser tomados também com a procedência da água ingerida e, principalmente com o gelo, que também são responsáveis pelo desenvolvimento de infecções intestinais frequentemente.
Para quem preferir levar o próprio lanche fique atento, pois o natural e os recheados com molhos, maioneses e frios não são perigosos, pois estragam muito rápido.
As barras de cereais são uma boa pedida, pois, além de práticas, são gostosas e possuem em sua composição carboidratos e fibras, nutrientes ideais para manutenção do metabolismo.
Se a opção for pular atrás de um trio elétrico, não saia sem se alimentar. Coma de forma balanceada no almoço evitando os alimentos gordurosos, como carnes gordas e feijoada, que exigem um processo digestivo mais lento e em altas temperaturas, podem desencadear desconfortos gástricos, como vômitos e diarreias.
Lembre-se que o mais importante é a moderação no consumo de bebidas alcoólicas e constante hidratação, pois o que vale é aproveitar o feriado e curtir, sem deixar que nada atrapalhe a folia!
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Alimentos para o Bom Humor
Published outubro 16, 2013 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alface, alimentação, Alimentos, almoço, amêndoas, atenção, aveia, Banana, bom humor, brocolis, café da manhã, cardápio, cardápio animado, castanhas, chocolate, cuidados, dicas, Dieta, espinafre, folhas verdes, frutos de mar, girassol, humor, Jabuticaba, jantar, lanches, Laranja, leite, maracujá, nozes, ovos, peixes, pimenta, Receita, Saúde, sementes de abóbora
Alimentos e sensações caminham juntos para os seres humanos. Essa ligação começa quando o bebê nasce: ao ser amamentado, ele não apenas é nutrido, mas sente prazer. A explicação para esse envolvimento de nossas emoções é científica: a química dos alimentos é capaz de alterar a produção de neurotransmissores – substâncias que transmitem impulsos nervosos no cérebro e são responsáveis pelas sensações.
Por isso, a máxima de que você é o que come se aplica também ao bom humor. Há uma série de alimentos que podem contribuir para melhorar o ânimo porque estimulam a produção dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer, bem-estar e euforia – entre os quais serotonina, dopamina, noradrenalina e acetilcolina.
O mais estudado neurotransmissor é a serotonina. “Sua produção pode ser aumentada com o consumo de alimentos ricos em triptofano, um aminoácido, e carboidratos”, explica Rosana Raele , nutricionista do Centro de Medicina Preventiva Einstein. É por isso que quando alguém está chateado e como um doce tem a sensação de que melhorou.
Na Inglaterra, o estudo Food and Mood Project (Projeto Comida e Humor) revelou que mudanças no que comemos podem ser positivas para a saúde mental. Cerca de 200 pessoas fizeram uma dieta recomendada e avaliaram o impacto da mudança nutricional no seu humor. A experiência mostrou que 26% tiveram uma melhora na instabilidade emocional, 24% na depressão e 26% em ataques de pânico e ansiedade. Os indivíduos estudados diminuíram o consumo de açúcar, cafeína, álcool e chocolate e aumentaram o de frutas, peixes e líquidos.
Uma observação importante: ficar muito tempo sem comer reduz os níveis de glicose, o que pode afetar negativamente o humor. Assim, o ideal é alimentar-se seis vezes ao dia: café-da-manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia. Um exemplo de cardápio saudável e ótimo para o astral é apresentado adiante.
Fontes de bom humor
Conheça alguns dos principais alimentos que podem ajudar a melhorar e manter o astral.
Chocolate
Além do açúcar, contém tirosina – substância que estimula a produção de serotonina – e minerais importantes como cobre, manganês e magnésio (nutriente que fica em falta no período pré-menstrual). Dispara a produção de endorfina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelo relaxamento. Os mais recomendados são os com 70% de teor de cacau pelo alto poder antioxidante.
Aveia
Cereal que contém altas doses de triptofano. Além do aminoácido que auxilia o organismo a liberar a serotonina, também tem bons níveis de selênio, que colabora para a produção de energia.
Banana madura
Contém duas substâncias que auxiliam o humor: os carboidratos, que estimulam a produção de serotonina e a vitamina B6, que garante mais energia. É ótima como opção de lanche rápido.
Brócolis
Rico em ácido fólico, que é importante para a liberação da serotonina. Além de garantir o bom humor, renova as células e previne defeitos no sistema nervoso dos fetos, portanto é essencial para as gestantes.
Espinafre e folhas verde-escuras
Têm efeito antidepressivo por serem ricos em magnésio – que atua na produção de energia, potássio e vitaminas A, C e do complexo B, que ajuda a manter o sistema nervoso tranquilo.
Frutas oleaginosas
São as nozes, castanhas, amêndoas e a mais poderosa de todas, a castanha-do-brasil. Auxiliam na diminuição do estresse por conterem um importante antioxidante, o selênio.
Laranja, maracujá e jabuticaba
Por terem altas doses de vitamina C, previnem o cansaço e combatem o estresse. Também colaboraram com as defesas do organismo. A jabuticaba ainda tem a vantagem de conter vitaminas do complexo B.
Leite
Produz um efeito relaxante em toda a musculatura graças ao triptofano, que é precursor da serotonina.
Ovos
Contêm substâncias que garantem o bom humor, como a tiamina e niacina (vitaminas do complexo B), além de fazerem bem para a memória.
Peixes e frutos do mar
Grandes fontes de minerais importantes para a atividade cerebral, como o selênio. Também ajudam a combater o cansaço e a ansiedade. Os frutos do mar são ricos em zinco, mineral essencial para o bom humor.
Pimenta
A sensação de ardência é provocada pela capsaicina – substância presente na pimenta – e faz com que o cérebro produza mais endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de euforia. A pimenta-de-cheiro, a vermelha e a malagueta são as melhores para o humor.
Sementes de abóbora e girassol
Ricas em triptofano, além auxiliarem na manutenção do bom humor, também ajudam a melhorar a qualidade do sono. Podem ser consumidas entre as refeições, como lanche.
Alface
Tem poderoso efeito calmante em razão da lactucina, substância presente em maior quantidade nos talos e coração, que devem fazer parte das saladas, juntamente com as folhas.
Cardápio animado
Uma alimentação balanceada, sem radicalismo e perseguição de determinados itens, é sempre a mais recomendada. “É importante manter o equilíbrio no fornecimento de nutrientes, principalmente os envolvidos em uma estrutura bioquímica essencial como o nosso cérebro”, diz a nutricionista Rosana.
Ela elaborou este exemplo de cardápio com 2000 calorias para um dia com bastante bom humor e energia.
Café da manhã
- 1 copo de suco de laranja
- ½ mamão papaia com aveia
- 2 fatias de pão integral
- 1 fatia de queijo branco
Lanche da manhã
- 3 castanhas-do-pará
Almoço
- Salada de folhas verdes com tomate
- 3 colheres (sopa) de arroz integral
- 1 concha de feijão
- 3 colheres (sopa) de espinafre refogado
- Salada de frutas
Lanche da tarde
- 1 banana com aveia
Jantar
- Salada de folhas verdes / cenoura/ beterraba
- 3 colheres (sopa) de arroz integral
- Salmão assado com amêndoas
- Brócolis sautée
- Melão ou jabuticabas
Ceia
- Chá de erva-doce
- 4 biscoitos integrais
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Medicamento de Marca, Genérico e Similar: Qual a diferença?
Published setembro 6, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:ANVISA, atenção, cuidados, Descubra, diferenças, doenças, Generico, governo, Luta, luta pode medicamentos, Medicamento de Marca, Medicamento Genérico, Medicamento Similar, Melhora, Ministério da Saúde, Morte, Prevenção, principio ativo, Remédio, Remedios, risco, risco de vida, Saúde, Similar, SUS
Com milhares de fórmulas de princípios ativos disponíveis no mercado para o tratamento das mais variadas doenças, muitas pessoas ficam na dúvida na hora de comprar medicamentos. Nesse domingo (08), será lembrando como o Dia Nacional de Luto por Medicamento. Os remédios seja pela marca do laboratório, pelo preço, por aconselhamento do médico ou do farmacêutico, ou ainda pelo receio de consumir medicamentos genéricos ou pela falta de conhecimento sobre o assunto, muitas pessoas acabam por pagar mais caro nos chamados “medicamentos de marca”.
Um medicamento é um produto farmacêutico composto por uma ou mais moléculas, o que é chamado de princípio ativo. O objetivo primário de todo medicamento é atingir um alvo específico no corpo, promovendo benefícios a quem o toma.
Existem diferenças entre medicamentos sintéticos e biológicos. Esses últimos são produzidos a partir de seres vivos, por meio da combinação de DNA humano com sistemas celulares não-humanos. Dessa forma, os medicamentos biológicos possuem moléculas grandes e em seu processo de manufatura devem ser controlados para não ocorrerem variações em sua estrutura durante a fabricação. Os medicamentos biológicos são difíceis de serem digeridos pelo intestino, sendo administrados por injeção para chegar diretamente ao sangue.
Os medicamentos sintéticos, por sua vez, são aqueles obtidos através da combinação de substâncias químicas, sendo que seu princípio ativo tem moléculas pequenas e mais estáveis no organismo, o que faz com que sejam absorvidas rapidamente pelo corpo.
Conhecer as semelhanças e diferenças entre os medicamentos é fundamental para medir o melhor custo-benefício na hora de comprar. Veja abaixo o que é cada tipo de medicamento.
O medicamento de marca, também chamado de inovador, é aquele cujo princípio ativo tenha sido o primeiro a obter registro no país. Isso só ocorre após a realização de pesquisas e testes que validem seus efeitos e que mostrem sua segurança para consumo humano. Sua formulação é protegida por uma patente.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) analisa os dados das pesquisas e, através da Gerência Geral de Medicamentos (GGMED), libera ou não a patente do princípio ativo para o laboratório. O processo de liberação é longo, sendo necessário que o laboratório apresente os resultados das três fases de estudos clínicos que foram realizados, informações técnicas sobre a droga e sua toxidade, estudos que comprovem seu prazo de validade, o texto da bula, a estimativa de preço de venda e um certificado emitido pela própria ANVISA que garanta que a fábrica onde o medicamento será produzido segue os padrões estabelecidos por lei. Um medicamento inovador leva de 9 a 14 meses para ser aprovado pela Agência.
Quando a patente expira, a legislação brasileira permite que outros laboratórios passem a fabricar o medicamento inovador, desde que comercializados pelo nome de seu principio ativo.
Para lançar um medicamento genérico, a empresa deve provar à ANVISA que seu produto é uma cópia do medicamento inovador, e que atende às normas dos órgãos regulatórios. Dessa forma, o genérico deve ter o mesmo fármaco, na mesma quantidade e forma farmacêutica do medicamento de referência.
O genérico possui a mesma eficácia do medicamento inovador, mas, como não houve gastos com pesquisas, eles custam, no mínimo, 35% a menos do que os remédios de marca. Isso não quer dizer não são realizados estudos, pois é necessário garantir a bioequivalência do genérico em relação ao medicamento de referência.
Bioequivalência é a demonstração de equivalência farmacêutica entre os medicamentos apresentados sob a mesma forma farmacológica, contendo idêntica composição qualitativa e quantitativa de princípios ativos e que tenham biodisponibilidade (velocidade e a extensão de absorção de um princípio ativo em uma forma farmacêutica, a partir de sua curva concentração / tempo na circulação sistêmica ou sua secreção na urina) quando estudados sob experimentos similares.
Os medicamentos genéricos possuem regras de venda: não podem ser vendidos sob nome comercial, sendo que em sua caixa deve constar a denominação química do princípio ativo, além da tarja amarela com a frase “Medicamento genérico – Lei 9.787/99”.
A política de genéricos no Brasil foi criada a fim de ampliar o acesso da população aos medicamentos. O foco principal dos genéricos vendidos hoje são as doenças crônicas, como a hipertensão e o diabetes. Hoje, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genérico), é possível comprar medicamentos com valores até 65% menores do que antes da que permite a venda de genéricos e similares.
Assim como ocorre com o medicamento genérico, o similar tem o mesmo principio ativo, concentração, forma farmacêutica, administração e indicação terapêutica do medicamento inovador, mas é vendido com outro nome comercial. Contudo, de acordo com a legislação vigente, parte dos medicamentos similares podem não possuir comprovação de bioequivalência com a droga inovadora, mas todos devem ser submetidos a testes pela ANVISA.
A obrigatoriedade de estudos de equivalência farmacêutica surgiu através da RDC 134/03, em 2003. Foi determinado que 21 princípios ativos específicos apresentassem comprovação de bioequivalência naquele ano, e os demais têm até 2014 para apresentar seus resultados à ANVISA.
Da mesma forma que um medicamento de marca, a droga similar é vendida com um nome fantasia, que vem estampado em sua embalagem seguido de seu princípio ativo.
Como sua fabricação exige custos menores do que a de um medicamento inovador, o similar tende a ser mais barato. Dos 11 mil medicamentos registrados na ANVISA, estima-se que cerca de oito mil são similares.
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10 medidas que aliviam a pele da garotada
Published julho 10, 2013 Férias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Alergia, animais, antidermatite, atenção, banho, coçar, Coceira, cremes, crianças, cuidados, dermatite, dicas, doenças da pele, garotada, hidratação, imunidade, Imunologia, Imunologista, Prevenção, Saúde, sarna, tratamento
Pele seca, sensível e toda empipocada — se o seu filho vive se coçando e ainda tem histórico de rinite, bronquite ou asma na família, não é improvável que ele sofra de um distúrbio comum no mundo inteiro, mas pouco diagnosticado: a dermatite atópica. “Na verdade, as palavras atopia e alergia são sinônimas. Mas os médicos consideram o problema atópico quando ele é genético e de difícil controle”, explica a dermatologista Leandra Metsavaht, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Não estamos falando, portanto, daquelas irritações eventuais que aparecem depois do contato com um material que sensibiliza a pele, por exemplo.

A doença em questão costuma aparecer cedo, aos 3 meses de idade, e, embora possa persistir a vida inteira, desaparece em 60% dos casos até os 12 anos. Segundo Leandra, até 20% das crianças no planeta são atacadas pelo martírio, mas a tendência é que o organismo se adapte e os sintomas deixem de ser tão intensos com o passar do tempo. A coceira é marca registrada: nos bebês, afeta mais o rosto, o pescoço e as dobrinhas da perna e dos braços. Já nos adolescentes se manifesta em algumas regiões do tronco e das pernas. E o pior é que o prurido gera vermelhidão e até machucados.
O problema pode, inclusive, causar manchas e cicatrizes, mas as sequelas mais evidentes são psicológicas. “Apesar de a dermatite não ser contagiosa, algumas crianças sofrem preconceito e se tornam tímidas, retraídas ou agressivas”, afirma a dermatologista Nadia Almeida, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná. Daí a importância de o pequeno ser apoiado pela família e receber ajuda médica. Pensando em todos esses aspectos, a Associação de Familiares e Pacientes de Dermatite Atópica da Espanha se uniu a especialistas na doença para criar o primeiro decálogo europeu de manejo do problema. Vale a pena conferi-lo a seguir.
1- NADA DE SE COÇAR!
A dermatite atópica é um problema marcado por crises recorrentes. Há um período em que a criança sente muita coceira e as áreas afetadas soltam uma espécie de líquido e outra fase caracterizada pelo espessamento da pele. O esfrega-esfrega, no entanto, só piora as coisas. “Quanto mais o pequeno coloca as mãos no local, mais machucada fica a pele, o que desata mais coceira e cria um círculo vicioso difícil de ser quebrado”, observa a dermatologista Leandra Metsavaht. Além disso, infecções oportunistas podem aparecer em decorrência das lesões, o que, é claro, agrava a situação. Ensinar disciplina e autocontrole à garotada é fundamental. Para os bebês, aposte em luvinhas e banhos frescos com amido de milho ou aveia, que acalmam a irritação. E é imprescindível manter as unhas dos pequenos sempre aparadas.
2- ATENÇÃO ÀS ESTAÇÕES DO ANO
O frio ou o calor podem piorar ou desencadear os ataques da dermatite. É recomendável, portanto, fazer o possível para manter a temperatura amena em casa. “No inverno, o quadro piora porque a pele tende a ficar ressecada e os banhos são mais demorados e com água muito quente”, aponta o dermatologista Samar El Harati, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. “Por isso devemos redobrar os cuidados e a hidratação nesse período.” E, na hora de proteger os filhos do frio, prefira sempre casacos de algodão. O verão também exige atenção, já que as crianças transpiram mais e o suor facilita o ressecamento da pele — além disso, o próprio ar condicionado contribui para a secura. A hidratação continua indispensável, especialmente quando o menino ou a menina brincam no mar ou na piscina. Banhos de sol são bem-vindos, mas sem exageros e com protetor solar.
3- MODA ANTIDERMATITE
Como o problema é fruto de uma sensibilidade exagerada diante de tudo o que entra em contato com a pele, é importante ficar de olho nas roupas das crianças. Dê preferência aos tecidos 100% de algodão e evite lãs e fibras sintéticas. A medida, aliás, vale tanto para os pequenos com o problema quanto para quem cuida deles. “Também orientamos usar o mínimo de sabão em pó e dispensar amaciantes e outros produtos na lavagem”, diz Nadia Almeida. Tudo para evitar possíveis gatilhos do problema. Outra orientação é recortar a etiqueta das blusas, que costuma arranhar a pele. E, por favor, trate de aposentar as peças muito apertadas ou de tecido áspero.
4- ESCOLA SEM CRISE
A irritação crônica na pele também causa feridas psicológicas. É fundamental que os pais conversem com os professores e diretores no colégio, explicando a situação do filho. Isso ajudará os mestres a minimizar o estresse da doença. “Não é raro que haja preconceito das outras crianças, que pensam que a doença é contagiosa”, afirma Nadia. Professores e alunos precisam se conscientizar de que essa é uma visão equivocada e impedir brincadeiras que estigmatizem o pequeno. Assim ele não precisará mascarar seu problema sempre se vestindo com roupas de manga comprida.
5- O TRATAMENTO À RISCA
Só com a ajuda de um médico — e da terapia prescrita — dá para controlar a dermatite. E uma palavra terá de guiar a criança e sua família: comprometimento. É necessário estabelecer um pacto com o especialista e seguir recomendações como abolir bichos de pelúcia — redutos de pó e ácaro —, conservar o quarto do pequeno arejado e, claro, aderir a pomadas, comprimidos e companhia. Além de hidratantes, o tratamento conta com antialérgicos orais para acelerar o fim da crise. Também são receitadas pomadas ou cremes à base de corticoide, que atenua a inflamação na pele. Em casos mais graves, os médicos apelam para remédios imunomoduladores e, se houver infecção no pedaço, a antibióticos. Quando a autoestima da criança está comprometida, a psicoterapia pode ser convocada para resgatá-la.
6- HIDRATAR, HIDRATAR, HIDRATAR…
Não tem jeito: esse mantra terá que ser repetido hoje e sempre por quem tem dermatite. Afinal, o distúrbio anda lado a lado com a pele seca. Você já deve ter reparado que há centenas de hidratantes no mercado — existem até opções só para a garotada. Fique atento e escolha as loções sem fragrância. O ideal é optar por cremes mais espessos, capazes de restaurar a barreira de proteção natural da pele. A hidratação deve entrar em campo mais de uma vez ao dia e é importante caprichar no uso dos produtos logo depois do banho. Também vale incentivar o filho a levar sempre na mochila um potinho de creme para evitar as rachaduras aonde quer que ele vá.
7- CARDÁPIO SEGURO
“A maioria dos casos de dermatite atópica aparece aos 3 ou 4 meses de idade”, conta Nadia. “Esse período coincide com o desmame e a introdução do leite de vaca”, completa. Assim como algumas crianças têm alergia à proteína do leite, outros alimentos podem desencadear a aparição de lesões na pele. Enlatados, ovos, cítricos, chocolates, alguns corantes, conservantes e hormônios lideram a lista de desencadeadores. “Se houver suspeita, podemos solicitar exames de sangue e testes de contato para descobrir se a criança é alérgica a determinados alimentos”, diz El Harati.
8- DIÁRIO DE BORDO
O lápis e o caderno podem ser aliados da criança com dermatite. Como a doença é fruto de uma interação entre os genes e o meio ambiente, os médicos espanhóis acreditam que anotar em que momentos a crise apareceu é um meio eficiente de identificar os fatores desencadeantes. Se a criança é pequena, os pais devem preencher o diário; se ela já sabe ler e escrever, pode assumir sozinha essa tarefa. Afinal, será que a dermatite irrompeu depois de um dia de calor intenso? Manifestou-se após um prato de comida? Deu as caras no momento em que brincava no quarto?
9- A HORA DO BANHO
Esse cuidado se aplica sobretudo quando a temperatura baixa e a criança quer tomar banho com água pelando… Banhos quentes e prolongados estão proibidos para quem tem dermatite. Prefira água fria ou morna e não ultrapasse os 20 minutos debaixo do chuveiro. Os sabonetes devem ser de origem vegetal, sem corantes e conservantes, e usados somente nos genitais, nas mãos e nos pés. “Também pedimos para que se evitem as buchas”, acrescenta El Harati. No momento de secar, não esfregue a toalha na pele. Em seguida, você já sabe, dá-lhe hidratante. Dobre a atenção nas férias, quando as crianças não querem sair da piscina — aquecida ou não.
10- CONSCIENTE DO PROBLEMA
De acordo com o recém-criado decálogo europeu, à medida que a criança cresce, é essencial que ela assuma os cuidados diante da doença. Os pais devem explicar, sempre que possível, o que é a dermatite e ensinar, desde cedo, as medidas que ajudam a evitar os surtos. Os pequenos não devem jamais se sentir culpados pela situação. Se eles souberem, por exemplo, que um banho com água morna e um bom hidratante amenizam os sintomas, irão se sentir mais seguros para tratá-lo e aproveitar as atividades do dia a dia. Selar uma parceria com o dermatologista ou o alergista e afastar tudo o que estimula as crises são fórmulas para a criança, dona de si, subjugar a dermatite — até que, com sorte, a própria idade se encarregue de suprimi-la.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br










