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Como evitar problemas gástricos nas corridas

Se você é como a maioria dos corredores, provavelmente já passou por algum problema de estômago durante a corrida. Estudos apontam que cerca de 60% dos corredores já apresentaram problemas gastrointestinais pelo menos uma vez na vida. O motivo?

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É que, quando corremos, nosso corpo desvia oxigênio e sangue do trato gastrointestinal para os músculos, para dar energia à atividade. O estômago não dá conta do recado e manda alimentos que não foram bem digeridos para os intestinos, levando líquidos com eles e armando o palco para inchaço, gases, náusea ou até coisa pior.

Veja como evitar que um “piriri” apareça para detonar a sua prova.

Pontadas nas laterais

Dores agudas na região gastrointestinal superior perseguem cerca de 25% dos corredores, segundo levantamento recente. Elas geralmente são causadas por fluxo sanguíneo reduzido na área e também por estresse nos ligamentos.

COMO RESOLVER – Prefira refeições leves antes da corrida e faça um aquecimento lento, com alongamento suave.

Refluxo ácido

Cerca de 20% dos adultos têm queimação no peito associada ao refluxo. Quem sofre do problema sente os sintomas mais intensos enquanto correm.

COMO RESOLVER – Evite alimentos como café ou balas mentoladas. Não deite depois de uma refeição pré-corrida nem use roupas justas na cintura.

Náusea e vômito

Correr com o estômago cheio ou usar suplementos que você não provou nos treinos pode causar um mal-estar ou até vômitos. Evite.

COMO RESOLVER – Muitos corredores precisam de pelo menos 3 horas para fazer a digestão antes de correr. Observe qual é o seu intervalo ideal e teste um plano de abastecimento para evitar surpresas na hora da prova.

Arrotos e gases

Esses sintomas geralmente são causados por alimentos que formam gases (feijão, brócolis, grão-de-bico, refrigerante…). Mas a ansiedade pré-prova pode deixar sua respiração ofegante, fazendo você engolir mais ar e agravar o problema.

COMO RESOLVER – Entre um e dois dias antes da corrida, reduza o consumo de alimentos que causem gases. Também tente seguir uma rotina de meditação pré-corrida. Assim, você se acalma, engole menos ar e também limita a ação dos hormônios do estresse, que atrapalham o fluxo sanguíneo para o trato gastrointestinal.

Diarreia

O grande culpado é a combinação do impacto da corrida mais o fluxo sanguíneo restrito para o trato gastrointestinal. A ansiedade na prova pode estimular o intestino, piorando a situação.

COMO RESOLVER – Pratique uma rotina de relaxamento antes das competições. No quadro “Passe longe”, conheça os alimentos e outros gatilhos que devem ser evitados antes de uma prova.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br/

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Ginástica laboral proporciona bem-estar físico e emocional

A prática de exercícios regulares no ambiente de trabalho auxilia no combate ao desgaste emocional e melhora o relacionamento interpessoal dos trabalhadores, segundo especialistas. A ginástica laboral consiste em uma série de exercícios, desenvolvidos geralmente no meio da jornada de trabalho, com o objetivo de quebrar a rotina de movimentos repetitivos e auxiliar na prevenção de lesões.

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Letícia Oliveira Penaroti, fisioterapeuta responsável pelo programa de Ginástica Laboral da Conceito Zen, afirma que, além de ajudar em uma reeducação corporal, a prática da ginástica laboral diminui o surgimento da LER (Lesão por Esforço Repetitivo). “Dentro dessa síndrome, existem milhares de doenças: tendinite, tenossinovite, síndrome do túnel do carpo, bursite, entre outras”, explica. “Com a ginástica, elas diminuem”.

A ginástica laboral melhora também a condição física e psicológica dos funcionários e o aumento da integração entre as equipes. “Ela aproxima pessoas que você, talvez, nem sabia o nome direito. Com isso, a ginástica melhora não só o relacionamento profissional, mas pode transformá-lo em uma relação particular, humana”, analisa Daniel Claret, fundador da Health Pro, empresa especializada em oferecer programas de saúde.

Letícia explica que, com a norma reguladora 17, o Ministério do Trabalho estabeleceu parâmetros para que essa adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos funcionários acontecesse.

Claret acredita que, de alguma forma, a ginástica laboral atua nas pessoas, relaxando a cabeça, o corpo e a musculatura como um todo, ajudando-as a desempenhar melhor suas funções.

A introdução da prática de exercícios também beneficia os empregadores. “Para a empresa, além de reduzir o número de faltas, aumenta a motivação dos funcionários e isso faz com que eles acabem produzindo mais”, analisa Paulo Roberto Benício, fisioterapeuta e dono da empresa FIT (Fisioterapia Integrada ao Trabalho).

Tipos de exercícios

Os exercícios aplicados aos trabalhadores dependem do tipo de esforço a que estão condicionados. “Em um local onde o funcionário carrega bastante peso, como em uma fábrica, o maior número de lesões é por distensões musculares. Nesse tipo de empresa, a ginástica é mais voltada para o aquecimento”, conta Benício.

Para esses profissionais, os exercícios devem ser mais dinâmicos, pois buscam aquecer as articulações e a musculatura, como o polichinelo.

Já para quem está condicionado a uma sobrecarga mais estática, como quem trabalha em escritório, o fisioterapeuta afirma que os exercícios devem ser de alongamento, estimulando mãos, braços, ombros e coluna cervical.

Quanta à duração, Claret considera três vezes por semana uma média ideal. Realizada apenas uma vez por semana, a atividade passa a ser contraproducente. “Se o empregador quer apenas uma vez, é preferível que leve uma pessoa para fazer uma massagem rápida”, avalia. “Vai ser mais aceito pelos funcionários e terá um efeito muito maior”.

Benício acrescenta que cada alongamento deve ter entre 10 e 15 segundos, uma vez que o objetivo dos exercícios não é aumentar a flexibilidade do músculo, mas sim “distensionar” a musculatura.

UOL elaborou uma lista com 11 exercícios de ginástica laboral, com a ajuda da fisioterapeuta Mayra Cabral Ayres, para que os profissionais que não contam com o apoio de um especialista possam obter os benefícios da prática no local de trabalho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://economia.uol.com.br/

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13 dicas para manter a forma física (e mental) no trabalho

As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas aviso aos craques neste tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais.

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De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável. “O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina. Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:

1. Vá de tênis

Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênis e disposição para caminhar.

Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.

A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.

2. Elevador? Só para os fracos

Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.

Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.

“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.

Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.

3. Coloque a vida em ordem

Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.

“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.

4. Desligue-se por três minutos

Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.

“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.

5. Coloque papas na língua

Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.

6. Elogie e faça amigos

Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.

7. Seja menos competitivo

“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.

Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.

“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.

8. Gargalhe

Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.

9. Aproveite o dia

Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.

Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.

10. Almoço é sagrado (e ponto)

Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.

“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.

11. Não subestime as refeições pequenas

Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.

“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.

O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.

12. Hidrate-se

Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.

“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.

Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.

13. Levante-se

Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.

“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.

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Melhor forma de combater a hipertensão arterial é com exercícios

O dia 26 de abril é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, e é bom relembrar os valores normais da pressão 12 x 8 para as pessoas até os 60 anos, e desde recentemente 14 x 9 já pode ser considerado normal para acima dessa idade, desde que não existam lesões no coração ou nos rins, após a avaliação médica detalhada.

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O sedentarismo é o nosso maior inimigo e em consequência a atividade física é uma das principais pontas do tratamento moderno, sendo os exercícios aeróbicos (andar, correr ou nadar) os mais indicados. Outros tipos de exercícios, como os de fortalecimento muscular, de intensidade leve a moderado são parte integrante dessa “terapia”, mas num ritmo de três a quatro vezes semanais indefinidamente. A suspensão dessas atividades provoca a perda dos benefícios em três semanas na média.

Fatores que influenciam na hipertensão

sal de cozinha, sal grosso e sal marinho tem como seu principal componente o sódio, um eletrólito necessário à vida, mas em excesso no organismo, a primeira complicação é a Hipertensão Arterial em qualquer idade com suas consequências no cérebro, no coração e vasos e nos rins.

A Medicina provou que o sal é o grande inimigo do homem moderno, os hábitos começam na infância, e aí… Os pais são os grandes responsáveis pelos hábitos em casa e devem estar alertas para as cantinas escolares com suas frituras salgadas etc.

Fique atento a quantidade de sal nos alimentos

Quando lemos um rótulo de alimentos industrializados sejam enlatados, frios, massas e refrigerantes, encontramos a quantidade de SÓDIO em miligramas. Para mantermos a quantidade de sal ao redor de 4 a 5 gramas por dia para pessoas normais e 2 gramas para pessoas com hipertensão arterial, fazemos a seguinte conta 1 grama de sal contém 400 mg de sódio. Lembro que os brasileiros costumam consumir 13 a 14 gramas de sal por dia segundo dados da Soc. Bras. de Cardiologia.

Como fugir do perigo do sal

A orientação que damos: retirar o saleiro da mesa, evitar salgar os alimentos para lhes dar mais sabor, usar outros temperos naturais como ervas, cebola, alho, pimenta etc. Sempre escolher alimentos que tenham menor quantidade de sódio. Concluímos que para um bom resultado do tratamento da hipertensão, ele deve ser contínuo sem interrupções, com medicações personalizadas, correção dos hábitos alimentares e atividades físicas regulares e por tempo indefinido, sem limites da idade e sim apenas das condições físicas.

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Criança pode ter “pressão alta”

Chamada de “mal silencioso”, a hipertensão arterial – antes exclusividade entre adultos – pode fazer parte da rotina dos pequenos. Observada cada vez mais precocemente, sua incidência varia de 2% a 13% entre crianças e adolescentes. A explicação, na maior parte das vezes, está no estilo de vida contemporâneo, que reúne maus hábitos alimentares e sedentarismo, resultando em obesidade e problemas associados, entre os quais a pressão alta.

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“Nos últimos anos, chama a atenção o aumento da hipertensão entre as crianças, principalmente em idade escolar, por conta do estilo de vida inadequado, com muita gordura e sal na alimentação e pouca ou nenhuma atividade física”, afirma a dra. Tatiana Jardim Mussi Wilberg, cardiologista infantil do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

A agenda atribulada também é apontada pelos especialistas como um dos motivos do aumento do distúrbio na infância e na adolescência. “Já percebemos casos de hipertensão por fatores psicológicos como ansiedade e estresse, bastante comum entre crianças com atividades extracurriculares em demasia e jovens que vão prestar vestibular”, avalia a cardiologista.

A medida correta

O ideal é que o pediatra comece a medir a pressão arterial, nas consultas de rotina, a partir dos 3 anos de idade. Mas o diagnóstico requer cautela. Assim como os adultos, os pequenos podem apresentar casos de hipertensão arterial transitória, conhecida como “síndrome do avental branco”, quando a pressão aumenta na presença do médico. Por isso, é recomendado comparar duas ou três medições em situações e horários diferentes.

“Se a mãe percebe que esse cuidado não faz parte da rotina do pediatra, tem de lhe pedir que faça a medição. Além de monitorar a pressão arterial do pequeno, o exame colabora para a detecção de doenças relacionadas à hipertensão”, alerta Gustavo Foronda, cardiologista infantil do Einstein.

Outro detalhe importante é o aparelho de medição: um modelo especial, diferente do utilizado nos adultos. “O equipamento precisa ter ajustes adequados para os braços e o melhor é aquele que faz as medições automaticamente”, explica Eduardo Mesquita de Oliveira, cardiologista do HIAE e responsável pelo Ambulatório de Cardiologia Infantil da Comunidade de Paraisópolis, mantido pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. “A pressão arterial nas crianças é diferente de acordo com a idade, o peso e a altura. Existem tabelas que definem se o valor medido está dentro do padrão da normalidade”, explica o médico.

Genética e estilo de vida

Entre filhos de pais hipertensos é maior a probabilidade de desenvolver o problema no futuro. Nessas famílias, portanto, o acompanhamento dos níveis de pressão arterial da criança deve começar logo cedo. E mais: todos têm de adotar um novo estilo de vida que reuna alimentação saudável e atividade física. “Essa é a forma de garantir mais adesão das crianças e adolescentes”, explica a dra. Tatiana.

Nas crianças, os principais fatores de risco para elevar a pressão – além do histórico familiar – são o sedentarismo, a obesidade e a alimentação inadequada. Já entre os adolescentes, também contribuem hábitos como o tabagismo, a ingestão de álcool e de drogas, o uso de anticoncepcionais orais e de anabolizantes.

“A prevenção é fundamental e deve ser perseguida obstinadamente”, afirma o dr. Mesquita. “Uma criança ou adolescente hipertenso poderá ter lesões no que chamamos de órgãos-alvo: cérebro, coração e rins. Isso traz consequências seriíssimas, como o acidente vascular cerebral (AVC), a insuficiência cardíaca e, por exemplo, a necessidade de hemodiálise por perda das funções renais, no futuro. A ideia é ficar atento e, se houver hipertensão, manter sob controle desde cedo”, orienta o médico.

Exames laboratoriais simples – como a análise da urina e as dosagens sanguíneas de ureia, creatinina e potássio (para avaliar a função renal), além de glicose, colesterol e ácido úrico –, assim como eletrocardiograma, podem apontar as causas da hipertensão. Com os resultados, já se pode avaliar que tipo de tratamento deve ser realizado.

Mudança de hábitos: primeira fase do tratamento

Só a mudança no estilo de vida resolve 95% dos casos de hipertensão infantil idiopática, ou seja, sem causa determinada. Incluir atividade física no dia-a-dia e alimentos saudáveis, além de retirar o excesso de sal nas refeições, é o primeiro passo para manter a pressão arterial no nível adequado.

O dr. Foronda aconselha a substituição do videogame por outras atividades. “Os jogos promovem uma neuroestimulação que pode aumentar a carga de estresse e ainda colaboram para que crianças e adolescentes fiquem cada vez mais sedentários”, explica. Os melhores exercícios para essa fase, segundo o dr. Mesquita, são a caminhada, o ciclismo e a natação.

Os outros 5% dos casos estão relacionados às causas secundárias, que precisam de tratamentos mais específicos. Quanto mais jovem o paciente, maior a probabilidade de a hipertensão ser consequência de outros males, como estreitamento da aorta, inflamação dos rins ou tumores suprarrenais. Quando a mudança de hábito não resolve, é preciso partir para a medicação. Mas isso apenas nos casos de hipertensão genética e com variações de moderada a importante – que trazem mais riscos à saúde.

Os medicamentos utilizados por crianças e adolescentes são os mesmos dos adultos. No entanto, o médico tem de ficar atento às respostas do organismo e aos efeitos colaterais para acertar a dosagem. Por exemplo: betabloqueadores e inibidores de enzimas, dois tipos prescritos, podem trazer algumas ressalvas para o uso infanto-juvenil. Os betabloqueadores não são os mais indicados para os asmáticos, atletas ou jovens em idade reprodutiva, pois podem interferir na atividade sexual. Já os inibidores de enzimas não são aconselhados para as jovens em idade fértil, pois podem prejudicar o feto em caso de gravidez.

Em suma, no caso da hipertensão infantil, valem as máximas: prevenir é melhor do que remediar e boa alimentação começa no berço.

Conselhos para pais e filhos

  • Mantenha hábitos alimentares saudáveis
  • Diminua o consumo de sal
  • Deixe de ingerir gorduras saturadas
  • Faça atividade física regularmente
  • Não fume

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10 Mandamentos para Ser 12 por 8

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Siga estes 10 passos para controlar a pressão alta

A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males — e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. “Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro” explica o cardiologista Enéas Rocco.

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A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

“Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal” , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.

1. Manutenção do peso ideal– o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. “Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado” , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.

2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral. 

3. Redução de sal – o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.

4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.

5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura.

6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.

8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.

9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.

10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

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HIPERTERMIA: Previna-se

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Falta de atividade física pode matar, alerta especialista

Embora nunca tenha se falado tanto sobre vida saudável como hoje, é contraditório o aumento do número de pessoas sedentárias, que não gastam o que consomem. Em 2004, o sedentarismo era o quarto fator de risco e hoje é o segundo, perdendo apenas para a hipertensão arterial.

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‘Isso acontece porque não há uma percepção de que o sedentarismo mata. Para as pessoas, o que mata é a hipertensão, o diabetes e o câncer’, afirma a médica Sandra Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

Nos tempos atuais, gasta-se uma caloria a cada sete consumidas. Na Era Paleolítica, essa relação era de uma gasta a cada três consumidas.

‘Acredito no equilíbrio. As pessoas têm que buscar o seu balanço energético, ou seja, gastar o que consomem. Não tem mágica para isso, é uma simples soma’, resume ela.

Segundo a especialista, o estilo de vida é responsável por 50% das causas das principais doenças que mais matam, como infarto, AVC e câncer.

‘Temos 50% de chance de evitar essas doenças. Basta optar por mudanças de hábitos que incluam atividades físicas’, avalia.

A recomendação é de pelo menos 30 minutos de atividade física moderada, de forma contínua ou acumulada – duas sessões de 15 minutos ou três sessões de 10 – pelo menos cinco vezes por semana.

‘Essa rotina diminui em 84% os riscos de infarto e em 36% os casos de câncer, além de reduzir os riscos cardiovasculares e de hipertensão, mesmo no caso de fumantes’, ressalta.

A má notícia é que mesmo quem faz atividade física regularmente deve se preocupar com o tempo que permanece sentado ao longo do dia. Dados recentes mostram que esses casos apresentam um aumento de 40% nos fatores de risco de doenças cardiovasculares.

Segundo uma pesquisa, uma média de seis horas todos os dias sentado em frente ao computador ou à TV corresponde a cinco anos a menos de expectativa de vida. ‘A orientação é se movimentar por 10 minutos a cada uma hora sentado. Atender ao telefone andando ou colocar o notebook numa mesa mais alta para digitar em pé são boas dicas para quem trabalha em escritório’, sugere.

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Dia mundial da Atividade Física conscientiza e mobiliza população

No domingo, Dia Mundial do Exercício Físico, o programa “Agita” programou diversas atividades físicas e até “exercício virtual” no computador.

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O lema da campanha deste ano, “Atividade Física, um gol de placa para sua saúde”, aproveita a proximidade da Copa, e está focada em dois pilares: primeiro, aumentar o conhecimento da população sobre os benefícios da atividade física; e segundo, multiplicar o número de pessoas que se exercitam pelo menos 30 minutos diários recomendados.

Este ano os 72 países envolvidos no programa terão além da caminhada por várias cidades também a “caminhada virtual”, pela qual quem estiver no computador passará mensagens sobre a atividade física em todas as redes sociais às quais tiverem acesso.

“O público alvo são estudantes, trabalhadores de colarinho branco ou azul e idosos” diz o Dr. Victor Matsudo, diretor geral do “Agita”. Para o médico, olhando-se a iniciativa de forma pontual, não se avaliam os benefícios em médio prazo, cuidadosamente computados pelo Banco Mundial, que mostrou que a população que se exercita regularmente economizou em medicamentos, internações e cirurgias não realizadas, além de consultas, US$ 310 milhões anuais.

Segundo o diretor geral, na década de 1990, 70% da população brasileira eram sedentários e o índice era mais alto entre as mulheres, de 80%; mas hoje, só na Região Metropolitana de São Paulo, registrou-se uma redução de 41% no sedentarismo, que começa a se refletir também na redução da mortalidade por doenças cardiovasculares.

Se em São Paulo o resultado é bom, o mesmo não acontece no restante do mundo, onde a OMS (Organização Mundial de Saúde) calcula que 5,3 milhões de pessoas morrem a cada ano devido ao sedentarismo, que levam às doenças que provocam mortes precoces, que, só perde para a hipertensão arterial.

Caminhadas pelo Brasil

No dia 6 de abril ás 9 horas, milhares de pessoas sairão do vão do MASP (Museu de Arte de São Paulo), em São Paulo, para uma caminhada até a Assembleia Legislativa; no Rio de Janeiro, no dia 8 se inicia o Congresso Mundial da Atividade Física e Saúde Pública e às 16 horas, sairá a caminhada à partir do Hotel Windsor Barra, local do Congresso.

Em todas as capitais brasileiras teremos eventos semelhantes, organizados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia uma tradicional aliada do programa “Agita Mundo”.

Para saber sobre o evento em sua cidade: http://www.portalagita.org.br

Participe efetivamente, essa é uma onda de saúde caminhando contra as doenças.

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