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Você está querendo parar de fumar? Pare de fumar sem virar sua vida de cabeça para baixo!

Para aqueles que não fumam, parar de fumar pode parecer algo simples. Basta querer.

Muitas vezes essa decisão é adiada para evitar o “desconforto” de ficar sem o cigarro. Outras, por acreditar que é possível parar a qualquer momento. Podemos ainda buscar o momento ideal ou esperar que a vontade e a certeza de querer parar de fumar apareçam! Que tal pensar um pouco sobre essa decisão?

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Alguns dados para você refletir

São cerca de 4.720 substâncias tóxicas existentes na fumaça do cigarro que trazem risco à saúde. Além das mais conhecidas, como nicotina e monóxido de carbono, a fumaça do cigarro contém substâncias radioativas como polônio 210 e cádmio (aquele das baterias dos carros).

Mas você pode argumentar…: “Muitas pessoas fumam e não adoecem. Outras não fumam e adoecem”. O importante é entender o que é se expor a riscos.

Por exemplo: se você atravessar uma rua movimentada de olhos fechados, poderá chegar ao outro lado sem se machucar – mas o  risco de ser atropelado é bem maior do que se você atravessar de olhos abertos na faixa de pedestres. Da mesma forma, se você fuma, está se arriscando mais do que aqueles que não fumam.

 

O que acontece de bom se você parar?

Estatísticas revelam que os fumantes, comparados aos não fumantes, apresentam riscos

10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão;
5 vezes maior de sofrer infarto;
5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar;
2 vezes maior de sofrer derrame cerebral

 

Além desses riscos, as mulheres fumantes devem saber que:

 o uso de anticoncepcionais associado ao cigarro aumenta em 10 vezes o risco de sofrer derrame cerebral e infarto; 
grávidas fumantes aumentam o risco de ter aborto espontâneo em 70%; perder o bebê próximo ou após o parto em 30%; o bebê nascer prematuro em 40%; ter um bebê com baixo peso em 200%.

Fumar é um risco à saúde que podemos evitar

Ao parar de fumar seu corpo vai recebendo benefícios constantes. Veja só:

Após 20 minutos

A pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal

Após 2 horas

Não há mais nicotina circulando no seu sangue

Após 8 horas

O nível de oxigênio no sangue se normaliza

Após 12 a 24 horas

Seus pulmões já funcionam melhor

Após 2 dias

Seu olfato já percebe melhor os cheiros e o seu paladar já sente melhor o sabor da comida

Após 3 semanas

Você vai notar que sua respiração se torna mais fácil e a circulação melhora

Após 1 ano

O risco de morte por infarto já se reduziu à metade

Após 5 a 10 anos

O risco de sofrer infarto será igual ao das pessoas que nunca fumaram

 

Dando o primeiro passo para deixar de fumar

O mais importante é escolher uma data para ser o seu primeiro dia sem cigarro. Esse dia não precisa ser um dia de sofrimento. Faça dele uma ocasião especial e procure programar algo que goste de fazer para se distrair e relaxar.

Você pode escolher duas formas para deixar de fumar

Parada imediata

Essa deve ser sempre a primeira opção. Você deixa de fumar de uma só vez, cessando totalmente de uma hora para outra.

Parada gradual

Você pode usar esse método de duas maneiras

Reduzindo o número de cigarros. Para isso, é só contar o número de cigarros fumados por dia e passar a fumar um número menor a cada dia

Adiando a hora em que fuma o primeiro cigarro do dia. Você vai adiando o primeiro cigarro por um número de horas predeterminado a cada dia até chegar o dia em que você não fumará nenhum cigarro.

Se você escolher a parada gradual não deve gastar mais de duas semanas no processo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.inca.gov.br/

Principal Causa de Morte no Mundo: TABACO

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Tratar água e não compartilhar objetos ajudam a evitar hepatites

Os três tipos de hepatites sempre levantam dúvidas sobre formas de contágio, sintomas, tratamentos e prevenção.

Para esclarecer as diferenças entre as variações A, B e C e como se proteger, o Bem Estar desta segunda-feira (16) contou a presença do hepatologista Fernando Vieira e do infectologista Caio Rosenthal.

Os médicos explicaram o caminho da hepatite no corpo humano, os consequentes problemas e as práticas de higiene indicadas para evitar a doença.

No caso da hepatite A, a transmissão ocorre por água contaminada, como a da chuva. Por isso, regiões que sofrem com alagamentos estão mais sujeitas.

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Já as hepatites B e C podem ser prevenidas com o não-compartilhamento de objetos pessoais, como:
– Escova de dentes
– Aparelho e lâmina de barbear
– Kit de manicure (alicate de unha, cortador, lixa e espátula)
– Piercings

Remédios
Hepatite A: Não tem tratamento nem medicamentos. Nos casos graves, deve ser feito transplante de fígado
Hepatites B e C: O tratamento é feito com dois tipos de remédio, interferon e antivirais (disponíveis no SUS)
Hepatite C: O tratamento inclui dois tipos de remédio, interferon e ribavirina (disponíveis no SUS)

Vacinas

Hepatite A
Como é? São duas doses, com intervalo de 180 dias entre elas
Quem pode tomar? Pessoas com mais de 1 ano de vida
Tem no SUS? Sim, apenas para pessoas com problemas no fígado, outros tipos de hepatites ou que vão fazer transplante de medula.

Hepatite B
Como é? São três doses, com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda e de 6 meses entre a primeira e a terceira
Quem pode tomar gratuitamente?
– Menores de 1 ano, preferencialmente nas primeiras 12 horas após o parto
– Crianças e adolescentes entre 1 e 19 anos e jovens até 29 anos
– Doadores regulares de sangue
– Indígenas
– Pessoas com histórico da doença na família

– Portadores de hepatite C
– Indivíduos com problemas no fígado ou anemia
– Portadores de HIV (com ou sem sintomas)
– Usuários de drogas injetáveis e inaláveis
– Pessoas reclusas (em presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, Forças Armadas, etc)
– Homens gays
– Profissões de risco (carcereiros, prostitutas, médicos, enfermeiros e agentes de saúde, manicures, coletores de lixo, bombeiros e policiais que fazem resgate)
– Quem passa por hemodiálise
Tem no SUS? Sim, faz parte da vacinação obrigatória: a primeira dose deve ser tomada pelo bebê ainda na maternidade.

Hepatite C
Ainda não existe vacina

Problemas decorrentes das hepatites
– Baixa imunidade
– Barriga d’água
– Hemorragia interna
– Cirrose
– Câncer ou falência do fígado
– Morte

Alerta para grávidas
– Toda gestante precisa fazer o pré-natal e os exames para detectar hepatites, Aids e sífilis
– Esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão vertical, da mãe para o filho
– Em caso de resultado positivo, é preciso seguir todas as recomendações médicas, inclusive sobre o tipo de parto e amamentação

Práticas de higiene indicadas
– Ferva a água ou coloque 2 gostas de hipoclorito de sódio em 1 litro de água, 30 minutos antes de bebê-la ou usá-la na cozinha
– Tampe o recipiente para que a substância possa agir
– Use também esse preparado para deixar de molho alimentos crus, durante 30 minutos
– Na ausência de hipoclorito de sódio, prepare uma solução caseira com 1 colher de sopa de água sanitária a 2,5% (sem alvejante), diluída em 1 litro de água
– Redobre a atenção em locais desconhecidos ou com falta de saneamento. Prefira comprar água em garrafas lacradas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Hepatites: Previna-se

Hepatite designa qualquer degeneração do fígado por causas diversas, sendo as mais frequentes as infecções pelos vírus tipo A, B e C e o abuso do consumo de álcool ou outras substâncias tóxicas (como alguns remédios). Enquanto os vírus atacam o fígado quando parasitam suas células para a sua reprodução, a cirrose dos alcoólatras é causada pela ingestão frequente de bebidas alcoólicas – uma vez no organismo, o álcool é transformado em ácidos nocivos às células hepáticas.

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Hepatite A: é transmitida por água e alimentos contaminados ou de uma pessoa para outra. A hepatite A fica incubada entre 10 e 50 dias e normalmente não causa sintomas, porém quando presentes, os mais comuns são febre, pele e olhos amarelados, náusea e vômitos, mal-estar, desconforto abdominal, falta de apetite, urina com cor de coca-cola e fezes esbranquiçadas. A detecção se faz por exame de sangue e não há tratamento específico, esperando-se que o paciente reaja sozinho contra a Hepatite A. Apesar de existir vacina contra o vírus da hepatite A (HAV), a melhor maneira de evitá-la se dá pelo saneamento básico, tratamento adequado da água, alimentos bem cozidos e pelo ato de lavar sempre as mãos antes das refeições.

Hepatite B e Hepatite C: os vírus da hepatite tipo B (HBV) e tipo C (HCV) são transmitidos sobretudo por meio do sangue. Usuários de drogas injetáveis e pacientes submetidos a material cirúrgico contaminado e não-descartável estão entre as maiores vítimas, daí o cuidado que se deve ter nas transfusões sanguíneas, no dentista, em sessões de depilação ou tatuagem. O vírus da hepatite B pode ser passado pelo contato sexual, reforçando a necessidade do uso de camisinha. Frequentemente, os sinais das hepatites B e C podem não aparecer e grande parte dos infectados só acaba descobrindo que tem a doença após anos e muitas vezes por acaso em testes para esses vírus. Quando aparecem, os sintomas são muito similares aos da hepatite A, mas ao contrário desta, a hepatite B e a C podem evoluir para um quadro crônico e então para uma cirrose ou até câncer de fígado.

Prevenção

A melhor estratégia de prevenção da hepatite A inclui a melhoria das condições de vida, com adequação do saneamento básico e medidas educacionais de higiene. A vacina específica contra o vírus A está indicada conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A prevenção da hepatite B inclui o controle efetivo de bancos de sangue através da triagem sorológica; a vacinação contra hepatite B, disponível no SUS,conforme padronização do Programa Nacional de Imunizações (PNI); o uso de imunoglobulina humana Anti-Vírus da hepatite B também disponível no SUS, conforme padronização do Programa Nacional de Imunizações (PNI); o uso de equipamentos de proteção individual pelos profissionais da área da saúde; o não compartilhamento de alicates de unha, lâminas de barbear, escovas de dente, equipamentos para uso de drogas; o uso de preservativos nas relações sexuais.

Não existe vacina para a prevenção da hepatite C, mas existem outras formas de prevenção, como: triagem em bancos de sangue e centrais de doação de sêmen para garantir a distribuição de material biológico não infectado; triagem de doadores de órgãos sólidos como coração, fígado, pulmão e rim; triagem de doadores de córnea ou pele; cumprimento das práticas de controle de infecção em hospitais, laboratórios, consultórios dentários, serviços de hemodiálise; tratamento dos indivíduos infectados, quando indicado; abstinência ou diminuição do uso de álcool, não exposição a outras substâncias que sejam tóxicas ao fígado, como determinados medicamentos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br

Cuidados durante visitas ao hospital

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Tendo em vista que não há como erradicar a infecção hospitalar, mesmo nos melhores hospitais do mundo acontecem infecções hospitalares, é muito importante que sejam tomados alguns cuidados preventivos por quem realiza visitas no hospital:

– Higienizar as mãos ao chegar no hospital, antes de tocar o paciente e ao sair do hospital, com água e sabão ou quando visivelmente limpas, pode ser realizada higiene rápida das mãos com álcool-gel que se encontra distribuído por todo hospital em dispensadores fixados nas paredes dos corredores;
– Preferencialmente deixe em casa anéis, relógios e pulseiras, mantenha unhas curtas e limpas;
– Não levar alimentos, pois cada paciente recebe o número de refeições suficientes e adequadas ao seu estado de saúde, controlado por profissionais qualificados;
– Evite levar flores e/ou plantas para o quarto do paciente;
– Preferencialmente não levar crianças para realizar visitas no hospital;
– Não sentar na cama do paciente, nem em camas vagas ao lado;
– Não levar chimarrão ao hospital;
– Se houver alguma placa ou orientação na porta do quarto, procurar a enfermagem antes de entrar;
– Não aproximar o rosto ou beijar a face de recém-nascidos;
– Seguir rigorosamente as orientações recebidas, pois assim você também estará cooperando para o controle das infecções.

Conforme legislação vigente e preocupados com a qualidade de seus serviços o Hospital Bruno Born possui uma CCIH organizada, que conta com um Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), que realiza atividades e treinamentos para as diversas áreas, com o intuito de prevenir e controlar as infecções hospitalares, almejando sempre o bem estar do paciente.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hbb.com.br

10 mitos e verdades sobre Pressão Alta

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1. Quando a pressão está baixa, colocar uma pitada de sal embaixo da língua resolve?

MITO: Pode elevar temporariamente o nível da pressão, mas não é a forma melhor de resolver. Para elevar a pressão, o corpo deverá reter líquido e isso não acontece imediatamente com a ingestão sal. A forma ideal para amenizar os desconfortos da pressão baixa é tomar muito líquido, por exemplo água e, caso esteja muito sintomático, deitar-se no chão mantendo as pernas levantadas acima da cabeça.

2. Dor de cabeça é sinal de pressão alta?

VERDADE: Pode ser, mas vale ressaltar que o problema deve ser investigado, pois a dor de cabeça pode ter outras causas não diretamente ligadas à pressão. Se sentir esse mal por muitos dias, o ideal é ir ao médico.

3. O calor faz a pressão cair?

VERDADE: A alta temperatura provoca uma vasodilatação, associada a certo grau de desidratação e pode fazer a pressão cair.

4. Pressão alta provoca sangramento nasal?

VERDADE: Um dos sinais de pressão alta pode ser o sangramento nasal inexplicável, devido ao rompimento de pequenos e finos vasos existentes na mucosa do nariz, mais frágeis à elevação da pressão. Isso não inclui o sangramento por trauma ou quando estamos muito gripados.

5. A pressão alta pode ser controlada apenas com uma alimentação balanceada e exercício físico?

VERDADE: Em alguns casos sim, principalmente quando os níveis de pressão não são muito altos, ou em pacientes em quem o excesso de peso é uma das causas do aumento da pressão. Porém, deve haver acompanhamento médico, sempre!

6. Hipertensos não podem fazer atividade física?

MITO: Eles podem fazer, mas após avaliação de um cardiologista, inclusive, dependendo da idade, com teste de esforço realizado previamente. Além disso, pode ser muito útil o acompanhamento de um professor de educação física. Os exercícios promovem melhor adaptação do coração e dos vasos às alterações fisiológicas que ocorrem nos momentos de estresse físico e mental, ajudam a perda de peso, melhoram o controle do diabetes e diminuem o estresse, pois propiciam maior socialização do indivíduo.

7. Histórico familiar de pressão alta indica que a pessoa será hipertensa?

MITO: Ela deve ficar atenta, mas não necessariamente terá o problema, embora o fator genético seja fundamental. Fatores como fumo, álcool, sedentarismo, má alimentação e obesidade também são relevantes para determinar quem será ou não hipertenso.

8. Quem tem hipertensão pode comer sal, mas em quantidades menores?

VERDADE: Pode comer, porém, em doses controladas. Isso vale também para quem não é hipertenso, porque o sal em excesso não é benéfico ao organismo.

9. Ficar horas sem comer pode provocar pressão baixa?

VERDADE: Pode provocar hipoglicemia (queda do açúcar do sangue) e também hipotensão, por este motivo e por desidratação.

10. Musculação ajuda a controlar a pressão alta?

MITO: O hipertenso pode fazer musculação apenas após avaliação criteriosa do cardiologista, lembrando que isso pode piorar a hipertensão.

Dr. Hélio Castello – Médico Cardiologista

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.uol.com.br

Cientistas descobrem gene por trás de câncer agressivo de Próstata

Homens que sofrem câncer de próstata e que carregam um gene mutante podem desenvolver a forma mais agressiva da doença, alertam especialistas britânicos.

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O gene BRCA2 está geralmente relacionado a formas hereditárias de câncer de mama, próstata e ovário.

Agora, os pesquisadores do Institute of Câncer Research, em Londres, e do Royal Marsden NHS Foundation Trust acreditam que, além de terem mais probabilidade de ter câncer de próstata, homens que carregam o gene BRCA2 têm menos chances de sobreviver a formas agressivas do tumor.

O câncer de próstata pode se desenvolver devagar ou rapidamente, algo difícil de prever nos estágios iniciais da doença. Muitos homens convivem com o tumor a vida inteira sem manifestar sintomas. Muitos nem precisam de tratamento.

Mas os cientistas alertam que os que sofrem de câncer de próstata e têm o gene defeituoso devem ser tratados o mais rapidamente possível porque neles há probabilidade maior de o tumor se espalhar.

Tratamento imediato

O professor Ros Eeles e seus colegas analisaram pacientes de câncer de próstata, incluindo 61 homens com o gene BRCA2, 18 com uma mutação genética similar conhecida como BRCA1 e outros 1.940 sem mutações genéticas.

Eles concluíram que os pacientes com a mutação BRCA2 tinham menor chance de sobreviver ao câncer, vivendo cerca de seis anos e meio após o diagnóstico. Já os pacientes com a mutação BRCA1 e os que não apresentavam qualquer mutação viveram quase 13 anos após o tumor ser detectado.

Os cientistas observaram que os pacientes com o gene BRCA2 ainda tinham mais chance de apresentar a forma mais avançada da doença já na época do diagnóstico.

Na avaliação do professor Eeles, “faz sentido começar a tratar esses pacientes com cirurgia ou radioterapia imediatamente, ainda nos primeiros estágios da doença”.

A médica Julie Sharp, da organização Câncer Research UK, diz que o estudo sugere que os médicos devem considerar tratar este grupo de pacientes muito antes do que fazem atualmente.

“Este é o maior estudo já feito sobre a relação entre câncer de próstata e o gene mutante, mostrando que os médicos devem começar tratamento logo, em vez de aguardar para ver como a doença se desenvolve”, diz Sharp.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

Dia Mundial do Câncer alerta para mitos sobre a doença

Instituído em 2005, o Dia Mundial do Câncer é celebrado todo dia 4 de fevereiro por diversos países. Criada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), a data foi criada para aumentar a conscientização sobre a doença, uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo.

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O objetivo da campanha, este ano, é derrubar mitos relacionados à doença:

– MITO Nº 1: O câncer é apenas um problema de saúde – na verdade, ele engloba também questões sociais, econômicas, de direitos humanos e relativas ao desenvolvimento dos países. Aproximadamente 47% dos casos e 55% das mortes pela doença ocorrem nas regiões menos desenvolvidas do globo.

– MITO Nº 2: O câncer é uma doença de pessoas de idade e de países ricos. A verdade é que a enfermidade afeta países ricos e pobres, além de pessoas de todas as idades. Mas alguns tipos de tumor, como o de colo de útero, por exemplo, causam mais mortes (85% das 275 mil registradas todo ano) nos países em desenvolvimento.

– MITO Nº 3: O câncer é uma sentença de morte. A verdade é que muitos tipos de câncer que já foram considerados dessa forma hoje podem ser curados ou tratados de forma eficaz.

– MITO Nº 4: O câncer é meu destino. A verdade é que, com estratégias adequadas, cerca de um terço dos tipos mais comuns de câncer pode ser prevenido.

Indivíduos e comunidades são incentivados a lançar luz sobre os quatro principais “mitos” sobre o câncer e a “verdade” correspondente através do aplicativo da UICC no Facebook. Faça o download do aplicativo em https://apps.facebook.com/world_cancer_day.

Metas para 2025

Segundo a União para o Controle Internacional do Câncer (UICC) e a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), 1,5 milhão de vidas que seriam perdidas para o câncer poderiam ser salvas por ano se medidas decisivas fossem tomadas para alcançar a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “25 em 25”: reduzir em 25% as mortes prematuras devidas a doenças não transmissíveis (DNT) até 2025.

A cada ano, 4 milhões de pessoas morrem prematuramente de câncer em todo o mundo (na faixa etária de 30 a 69 anos). A menos que sejam tomadas medidas urgentes para aumentar a conscientização sobre a doença e desenvolver estratégias práticas para lidar com o câncer, em 2025 essa tendência deve aumentar a alarmantes 6 milhões de mortes prematuras por ano devido ao câncer.

“A estimativa de 1,5 milhão de vidas perdidas por ano para o câncer que poderiam ser evitadas deve servir para fortalecer os nossos esforços na implementação da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de “25 em 25″”disse Christopher Wild, diretor do Iarc.

“Há, agora, a necessidade de um compromisso global para ajudar nos avanços na implementação política e encorajamento da aplicação abrangente dos Planos Nacionais de Controle do Câncer. Se quisermos obter sucesso nisso, temos uma responsabilidade coletiva de apoiar países de baixa e média renda que estão tratando de uma epidemia de câncer com recursos insuficientes.”

Um milhão e meio de vidas perdidas por ano representam 25% dos cerca de 6 milhões de mortes prematuras de câncer que ocorrerão até 2025, e a cifra de 6 milhões baseia-se em projeções populacionais de números atuais e envelhecimento.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br/

Dia Mundial de Combate ao Câncer

Estudo do Instituto Nacional de Câncer – José Alencar Gomes da Silva (Inca) – aponta que o câncer representa a segunda causa de morte no Brasil, atrás apenas das doenças do coração. Para chamar a atenção de todas as nações sobre importância da discussão sobre a doença e instituir políticas de prevenção,  foi instituído o Dia Mundial do Combate ao Câncer, 8 de abril.

No Brasil, no ano passado, foram descobertos mais de 52.680 casos de câncer da mama, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em relação ao câncer da próstata, foram registrados mais 60.180 casos entre brasileiros em 2012. Em 2013 são esperados mais de 500 mil novos casos.

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Para diminuir esta incidência, o Ministério da Saúde intensificou estratégias para ampliar o acesso da população aos serviços públicos de diagnóstico e tratamento de câncer. No caso das mulheres, por exemplo, a oferta do serviço de mamografia móvel contribui para ampliar o número de mulheres, na faixa etária prioritária (50 a 69 anos), que devem se submeter ao exame de mamografia e que vivem, preferencialmente, em áreas remotas e de difícil acesso.

Vale destacar que todos os pacientes com a doença podem obter tratamento gratuito na rede pública de saúde, incluindo novas terapias.  O paciente tem direito de se submeter ao primeiro tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), no prazo de até 60 (sessenta) dias contados a partir do dia em que for confirmado o diagnóstico em laudo médico ou em prazo menor, conforme a necessidade. Pacientes com câncer também têm acesso privilegiado para a obtenção de remédios para tratar a doença.

Números do câncer no mundo

A cada ano, o câncer provoca cerca de 8 milhões de mortes no mundo. Estima-se que um terço dessas mortes poderia ter sido evitado com mais prevenção, detecção precoce e acesso aos tratamentos existentes.

A doença

Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo.

As causas externas referem-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de uma sociedade. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, e estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas.

Tratamento

Existem várias modalidades de tratamentos. A principal é a cirurgia, que pode ser empregada em conjunto com radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença. Todas as modalidades de tratamento são oferecidas pelo SUS.

Lei 12.732

Lei 12.732  fixa  prazo de até 60 dias para o tratamento de câncer maligno pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O prazo vale a partir do diagnóstico da doença.

De acordo com a publicação, o prazo de 60 dias será considerado cumprido quando o tratamento for efetivamente iniciado, seja por meio de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Em casos mais graves, o prazo poderá ser inferior ao estabelecido.

Prevenção

A prevenção do câncer nem sempre é possível, mas há fatores de risco que estão na origem de diferentes tipos de tumor. O principal é o tabagismo. O consumo de bebidas alcoólicas e de gorduras de origem animal, dieta pobre em fibras, vida sedentária e obesidade também devem ser evitados para prevenir os tumores malignos.

Instituto Nacional de Câncer (Inca)

Desde 1938, o Inca presta assistência médico-hospitalar gratuita a pacientes diagnosticados com câncer.

Vinculado ao Sistema Único de Saúde (SUS), possui cinco unidades hospitalares na cidade do Rio de Janeiro. Para ser atendido, o médico deve encaminhar o paciente já com diagnóstico confirmado de câncer ou com grande suspeita da doença (exame de radiografia, tomografia ou ressonância magnética).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br


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