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Dia Mundial do Doador de Sangue: apenas 1,7% da população brasileira é doadora

30 minutos é o tempo médio que uma pessoa gasta para doar 450 ml de sangue e ajudar a salvar a vida de outras três – entre vítimas de acidentes, mães com complicações durante o parto ou a gravidez, crianças anêmicas e pacientes com câncer.

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Doar sangue não dói, é rápido, não afeta a saúde e faz uma grande diferença aos pacientes que necessitam de transfusão – no Brasil, a cada dois minutos uma pessoa precisa de sangue. Ainda assim, uma das maiores dificuldades da área da saúde é encontrar pessoas dispostas a doar sangue para suprir a demanda diária dos hospitais pelo tecido.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), anualmente, são coletadas 107 milhões de bolsas de sangue – sendo que cerca de 50% dessas doações acontecem em países de alta renda, onde vive apenas 15% da população mundial. O número é vergonhoso, se levarmos em conta que o mundo possui bilhões de habitantes e que cada pessoa maior de 18 anos poderia doar sangue, no mínimo, uma vez por ano.

Brasil tem grande contribuição nessa situação: por aqui, apenas 1,7% da população é doadora, de acordo com o Ministério da Saúde (MS). Para a OMS, o recomendável é que, pelo menos, 5% dos habitantes de um país doem sangue. Ou seja, estamos bem mal na fita.

Para reverter essa situação, o melhor caminho, de acordo com a ONU, é investir em educação e infraestrutura e transformar a doação de sangue em uma questão prioritária das políticas nacionais de saúde.

Dia do Doador de Sangue é comemorado mundialmente em 14/06, há 10 anos.

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Dia Mundial do Meio Ambiente: aumente sua voz e não o nível do mar

Barbados é um pequeno país insular situado no Caribe e com área e população semelhantes à cidade de Limeira, no interior paulista. Mesmo com dimensões pequenas, Barbados planeja aumentar para 29% a cota de energias renováveis no consumo elétrico da população. Por conta disso, o local será sede das celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente, festejado todo dia 5 de junho.

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O tema deste ano é “Aumente sua voz, não o nível do mar” e aborda os desafios enfrentados pelas pequenas ilhas com relação às mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento da Terra.

Porém, dados alarmantes indicam que a preocupação não deve ser apenas de quem vive em ilhas oceânicas, mas sim de todo o mundo. Aqui no Brasil, por exemplo, 90% da população afirma reconhecer problemas ambientais (de acordo com o levantamento do Ministério do Meio Ambiente), mas nem a metade pratica ações simples para contribuir pela redução de poluentes no planeta, como a separação de resíduos sólidos em casa.

Há diversas práticas sustentáveis simples que podem ser adotadas por todas as pessoas. Além da separação do lixo, é possível economizar água e energia elétrica apenas com a mudança de pequenos hábitos, como o banho, a lavagem de roupas e louças, ou ainda o desligamento de aparelhos elétricos da tomada. No ambiente corporativo, as empresas podem estimular colaboradores para evitar aumento no consumo de papel e energia elétrica. O uso de bicicletas na mobilidade urbana também é uma importante ferramenta na diminuição de poluentes.

O engajamento imaginado pelo lema deste ano nas questões climáticas é um desafio antigo da ONU quando o assunto é sustentabilidade e problemas ambientais. A criação do Dia Mundial é um exemplo de alerta para essas questões. A data foi instituída em 1972, em comemoração à abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo (Suécia), quando foi desenvolvido o Programa das Nações Unidas para a área. O objetivo era justamente transformar as pessoas em agentes de transformação ambiental.

Quarenta e dois anos se passaram, mas apenas recentemente o conceito começa a ganhar força na agenda pública da maioria dos países. Entretanto, muito tempo foi perdido: pesquisas mostram que a emissão de dióxido de carbono no planeta pulou de 330 para 400 partes por milhão (ppm) em trinta anos. Isso ajudou na redução de 40% da camada de gelo que cobre o Oceano Ártico e na perda de 30% da biodiversidade mundial no mesmo período.

Chegou a hora da sustentabilidade deixar de ser mero discurso e entrar de vez em atitudes cotidianas! Nós podemos evitar que o planeta Terra continue caminhando para um futuro cada vez mais incerto, ou até que ele chegue a parar de caminhar.

*Cecília Vick é Diretora Executiva da GreenClick, empresa que contribui com a neutralização da emissão de CO2 no país.

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Barbados sediará Dia Mundial do Meio Ambiente de 2014

Barbados, ilha caribenha que investe cada vez mais em projetos contra a mudança do clima, foi escolhido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) como sede das celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente (DMMA). A data é comemorada no dia 5 de junho e as celebrações acontecerão ao longo de toda a semana.

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O tema do DMMA deste ano é “Aumente sua voz, não o nível do mar”, e chama a atenção para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento e seus desafios relativos às mudanças climáticas.

Barbados, um país de 430 km² e uma população de 270 mil pessoas, é altamente suscetível aos efeitos da mudança do clima, dos impactos agrícolas à destruição de seus ecossistemas costeiros. No entanto, a pequena nação tem dado passos largos para reduzir sua pegada de carbono e oferecer energia limpa e renovável, bem como oportunidades para um crescimento econômico verde.

Entre outras coisas, Barbados se comprometeu em aumentar para 29% a participação de energias renováveis na matriz energética da ilha até 2029. Isso cortaria cerca de 283,5 milhões de dólares do custo total de eletricidade e reduziria as emissões de CO² em 4,5 milhões de toneladas, de acordo com o governo.

“Esse grande evento será uma oportunidade para Barbados mostrar sua cultura para todo o mundo. Nosso objetivo é estar no mapa global do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. Isso só poderá ser alcançado se todas as partes — setor público e privado, ONGs e sociedade civil — trabalharem juntas para um Dia Mundial do Meio Ambiente de grande sucesso”, afirmou o primeiro-ministro de Barbados, Freundel J. Stuart.

O turismo em Barbados, que contribui com mais de 15% do PIB do país, e sua indústria de açúcar, responsável por aproximadamente 2%, serão severamente afetados pela mudança do clima. Em resposta, Barbados incluiu a Economia Verde dentre os seis objetivos concretos de seu Plano Estratégico Nacional (2006-2025).

“Os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento estão enfrentando riscos relacionados à mudança do clima, desde o aumento de temperatura, que afeta negativamente a agricultura, até o crescimento do nível do mar, que ameaça a existência de algumas nações”, disse o subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner.

“Barbados colocou a conservação e a transição para uma economia verde inclusiva no centro de sua estratégia nacional. Esse quadro possibilitou um número de medidas proativas e concretas para combater a mudança do clima, incluindo incentivos a um dos setores que crescem mais rápido na ilha, o da energia solar.”

“Como sede do DMMA, Barbados terá a oportunidade de mostrar suas iniciativas e se tornar um exemplo para Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento que estão enfrentando desafios similares. O país demonstra um grande interesse político, provando que a transição para uma economia verde é possível — mesmo em países que enfrentam grandes desafios — quando políticas ambientais robustas são traduzidas em ações”, adicionou.

A dependência da ilha sobre combustíveis fósseis se tornou um de seus principais problemas ambientais. O Plano Estratégico Nacional foi desenvolvido para diminuir essa dependência e aumentar o fornecimento de energia renovável, com um foco especial no número de aquecedores solares residenciais.

Aquecedores solares de água são amplamente usados na ilha, com instalações em praticamente metade das casas. Só em 2002, Barbados deixou de emitir 15 mil toneladas métricas de carbono e mais de 100 milhões de dólares foram economizados devido aos 35 mil sistemas instalados. O uso desse tipo de aquecedor no país é o maior em todo o mundo.

Políticas de incentivo do governo de Barbados ajudaram para que isso se tornasse possível. Três empresas do país lideram essas instalações e produções de aquecedores solares de água, e elas já estão expandindo sua atuação para o mercado caribenho em potencial, particularmente as ilhas de Trinidade & Tobago e Santa Lúcia.

A capital de Barbados, Bridgetown, foi recentemente designada um dos Patrimônios Mundiais da Humanidade. Esses esforços combinam o trabalho do governo para proteger o patrimônio cultural e natural do país, demonstrando oportunidades de mitigação das mudanças climáticas em ilhas.

Em 2012, o PNUMA e o governo de Barbados lançaram a síntese de um estudo sobre Economia Verde em Barbados (Green Economy Scoping Study – Barbados Synthesis Report), que foi criado para identificar os desafios e oportunidades da transição para uma Economia Verde na ilha.

Eventos em Barbados para a celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente acontecerão ao longo de cinco dias. Serão discutidos tecnologias de adaptação à mudança do clima, negócios, manejo de recursos sustentáveis, áreas protegidas, cultura local. Também serão abordados desafios e oportunidades para os estados insulares em desenvolvimento do mundo todo.

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Dia Mundial do Meio Ambiente tem mudança do clima como foco

Celebrado no dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente deste terá seu foco voltado para a mudança climática, com o tema  “Aumente sua voz, não o nível do mar”, com base na designação da Organização das Nações Unidas de 2014 como o Ano Internacional dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento.

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O Dia Mundial do Ambiente foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas de 15 de dezembro de 1972 na Conferência de Estocolmo (Suécia), cujo tema central foi o Ambiente Humano.

A sede das celebrações globais da data neste ano será a ilha caribenha de Barbados, por conta do investimento em projetos contra a mudança do clima. Barbados incluiu a Economia Verde dentre os seis objetivos concretos de seu Plano Estratégico Nacional (2006-2025) e se comprometeu a aumentar sua quota de energia renovável para 29% de todo o consumo de energia da ilha até 2029. Isso cortaria cerca de 283.5 milhões de dólares do custo total de eletricidade e reduziria as emissões de CO2 em 4.5 milhões de toneladas, de acordo com o governo. O setor turístico de Barbados, que contribui com mais de 15% do PIB do país, e sua indústria de açúcar, que contribui com aproximadamente 2%, serão severamente afetados pela mudança do clima.

Mudanças Climáticas

Segundo informações do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o nível dos mares aumentou de 10 a 25 cm nos últimos 100 anos devido ao aquecimento global, sendo o dióxido de carbono – principal gás causador do efeito estufa –  responsável por 85% do aumento da temperatura da Terra nos últimos 10 anos.

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Cigarro mata 10 pessoas a cada minuto

O tabaco é responsável por 5,6 milhões de mortes todos os anos, o que significa que a substância mata cerca de 10 pessoas por minuto. Nem mesmo aqueles que não são adeptos do cigarro estão livres dos seus malefícios. Mais de 10% dos óbitos são de não-fumantes, que morrem por respirar fumaça de segunda mão. Nada justo, né?

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Os dados são da Organizção Mundial da Saúde (OMS), que já considera o problema uma epidemia global. O tabaco é a principal causa de morte evitável no mundo, então o que estamos esperando para, de fato, evitá-la? Para combater a questão, a ONU decretou 31/05 como o Dia Mundial Sem Tabaco e avisa: se os países não arregaçarem as mangas para tratar o problema, em 2030 serão 8 milhões morrendo por culpa das “tragadas” – sobretudo em países de baixa e média renda.

Em 2013, o foco da campanha é a proibição à publicidade, promoção e patrocínio do tabaco, considerada pela ONU a medida mais barata e eficaz para reduzir o número de fumantes no mundo. Confira, abaixo, o vídeo criado pela OMS para a data:

O Planeta Sustentável também está de olho nessa epidemia global e sempre noticia a respeito dos danos que o tabaco gera à saúde e ao meio ambiente. Veja algumas reportagens:

APARELHO “DEDURA” FUMO PASSIVO
Cientistas dos EUA desenvolveram aparelho que avisa, em tempo real, quando uma pessoa está exposta ao fumo passivo. O dispositivo ainda revela a concentração de nicotina em roupas, assentos de carro e outros objetos

VESTIDO FEITO DE BITUCAS
Cerca de 845 mil toneladas de bitucas de cigarro são jogadas no chão todos os anos, emporcalhando as ruas. O que fazer com todo esse lixo? A jovem francesa Flore Garcia-Bour tem a resposta: um vestido

BITUCAS DE CIGARRO VIRAM PAPEL
A sujeira causada pelas bitucas de cigarro jogadas nas ruas pode estar com os dias contados. Grupo de estudantes de Heliópolis descobriu uma utilidade para o lixo dos fumantes: fazer papel

PLÁSTICO FEITO DE… BITUCAS DE CIGARRO!
É muito fácil encontrar bitucas de cigarro no chão enquanto andamos por aí, mas não por muito tempo. O húngaro Tom Szaky, da TerraCycle, desenvolveu um programa de reciclagem de bitucas: o Cigarette Waste Brigade

ADVERTÊNCIAS NO MAÇO FUNCIONAM?
No Brasil, os fabricantes de cigarro são obrigados a colocar imagens avisando sobre os males do tabagismo nas embalagens desde 2002. Mas será que essa ação realmente combate o vício?

BITUCA ECOLÓGICA
Todo mundo sabe que fumar faz mal à saúde. O que muita gente não sabe é que o cigarro também causa prejuízos ao meio ambiente, mesmo depois de ser descartado pelos “fazedores de fumaça”

EUA SE INSPIRAM NO BRASIL PARA COMBATER FUMO
Desde 2012, as empresas norte-americanas fabricantes de cigarro são obrigadas a imprimir, em suas embalagens, imagens explícitas sobre as consequências do tabagismo para a saúde. No Brasil, medida é adotada desde 2002

CIGARROS MENTOLADOS VICIAM MAIS
Nova pesquisa do Instituto do Câncer de New Jersey, nos Estados Unidos, mostra que é mais difícil parar de fumar cigarros mentolados do que cigarros regulares – especialmente para as minorias

CIGARRO IÔIÔ
Quantas vezes você já jogou o maço inteiro de cigarros na lata do lixo e jurou sobre a Bíblia jamais voltar a pôr uma dessas hastes assassinas na boca? E quanto tempo levou para sucumbir a mais uma tragada?

OBRIGADO POR FUMAR
Neste filme, Nick Naylor, principal lobista da indústria do tabaco, passa por um sério problema: as pessoas, alertadas sobre os danos causados à saúde pelo vício de fumar, começam a abandonar os cigarros.

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Dia Mundial da Tuberculose: Brasil investe no combate a doença

O Brasil avança em novos tratamentos de combate à tuberculose para atingir as metas estabelecidas dentro dos Objetivos do Milênio definidos pela ONU, depois de ter sido um precursor no método de diagnóstico de uma doença que mata 1,5 milhão de pessoas por ano no mundo.

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O Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado anualmente em 24 de março, ganha um significado especial para os brasileiros neste ano em que são lembrados os 50 anos da morte do brasileiro Manuel Dias de Abreu, inventor da abreugrafia, uma das grandes contribuições do país à medicina mundial, que o levou a ser indicado ao Prêmio Nobel cinco vezes.

No entanto, o País que já foi uma referência no combate à doença ainda convive com ela, integrando a lista de 22 nações que concentram 80% dos casos no mundo, com cerca de 4.600 casos por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A redução dos casos detectados até 2015 é um dos requisitos brasileiros dentro dos Objetivos do Milênio, definidos no ano 2000 pela ONU.

No começo do século XX, a tuberculose era uma epidemia no país e não havia políticas de controle eficaz ou tratamento. “Cerca de 50% das pessoas que contraíam tuberculose morriam em dois anos, se a doença evoluísse. Hoje existe a perspectiva do tratamento”, explicou Miguel Aiub Hijjar, diretor do Centro de Referência Hélio Fraga, no Rio de Janeiro.

A descoberta de medicamentos veio nos anos 40 e o número de casos começou a reduzir, graças também à melhoria das condições de vida. Em 1936, o médico Manuel Dias de Abreu criou uma espécie de raio-X simplificado que oferecia um diagnóstico rápido e barato e que ficou conhecido como abreugrafia.

“A utilização do raio-X comum era dificultada pela falta de recursos que evitassem a contaminação”, explicou a especialista em história da tuberculose, Dilene dos Santos. “A abreugrafia virou exame diagnóstico de massas, principalmente nas décadas de 70 e 80, quando era requisitado na admissão a empregos”.

Atualmente, acredita-se que 1/3 da população mundial tenha tido contato com o bacilo de Koch, causador da tuberculose.

Esta semana, uma aliança global contra a tuberculose anunciou o primeiro teste clínico de um novo tratamento para a doença, tanto na forma clássica quanto nas resistentes aos antibióticos, que será realizado no Brasil, e em países como África do Sul e Tanzânia.

A Aliança Mundial para o Desenvolvimento de Medicamentos contra a Tuberculose (TB Alliance), financiada por governos e fundações como a Fundação Bill e Melinda Gates, indicou que uma nova combinação de drogas promete avanços.

Para Hijjar, os maiores desafios no tratamento são a sua associação com a Aids, que aumenta a incidência, a persistência da pobreza e o abandono do tratamento.

“A média de abandono no Brasil é de quase 11%, quando o aceitável é 5%”, afirmou.

O tratamento deve ser realizado durante seis meses e o abandono leva à resistência aos medicamentos. Na tuberculose multirresistente, se estende por dois anos ou mais.

Atualmente, as pesquisas avançam em três direções: na redução desse tempo, na busca por uma vacina recomendada para adultos e por diagnósticos mais rápidos e modernos, como o GenXpert e Genotype MTBDR plus, substituindo a tradicional baciloscopia, utilizada desde sua invenção, no século XIX.

Carlos Basilia, diretor do Fórum de ONGs Tuberculose RJ – que reúne mais de 200 organizações não-governamentais com diferentes áreas de atuação -, lembrou que a tuberculose ainda têm muitos estigmas.

“Há uma invisibilidade do problema e das pessoas com tuberculose, ao contrário da dengue, por exemplo”, afirmou.

Entre os sintomas da tuberculose, estão: tosse persistente há mais de 3 semanas, com presença ou não de catarro ou sangue, perda de apetite, emagrecimento, febre baixa no fim do dia e suores noturnos. Quando apresentado um desses sintomas, é aconselhável procurar o serviço de saúde para que seja feito um exame de escarro.

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Dia Mundial da Água

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Todo dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) que serve para propor novas discussões sobre diversos temas relacionados a este líquido natural tão caro a nós. Ok, sabemos que apenas dois terços do planeta é formado por água e que, por isso, evitar o desperdício é um ato de cidadania. Mas a água que chega a nossas torneiras realmente é de qualidade?

O trajeto, de certa forma, é assim: após passar horas dentro de uma estação de tratamento que inclui as fases de decantação da sujeira, filtragem e adição de cloro e flúor, entre outras etapas, a água sai de lá potável e poderia ser consumida direto da torneira. Mas há inúmeros fatores que podem ocorrer no caminho até a casa do consumidor e deixar essa água não tão potável como antes.

Os fatores para essa água ser alterada são vários: a rede de distribuição por onde passa a água tratada pode sofrer quebra e infiltração, por exemplo. Ou pode acontecer de o abastecimento de água for cortado por algumas horas ou até dias como é frequente de acontecer nas grandes metrópoles. Assim, os encanamentos podem enferrujar e sujar a água que passará por ali assim que as comportas forem abertas.

Consumir água não tratada é um perigo porque pode provocar diversas doenças como diarreia e amebíase. Isso sem contar que a utilização de água com excesso de cloro e sujeira pode danificar equipamentos, manchar roupa e trazem outros prejuízos para a sua família.

Escolher o purificador elétrico ou aquele filtro de torneira é uma dúvida que todo mundo tem quando decide comprar um filtro e, no final, escolhe por conta do valor do produto. Mas saiba que o que garante a eficiência do produto, são as funções dos elementos filtrantes e o grau de filtração. Características e informações que você pode verificar na embalagem do produto e selos do Inmetro. Mas dá para filtrar a água da casa? Com purificador elétrico ou de torneira? Quais as características que meu filtro tem que ter para preservar a água?

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Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

No dia 21, é o dia para homenagearmos e reverenciarmos os mártires na luta contra o racismo em todo o mundo. Mas no Brasil também comemoramos neste dia a criação da SEPIR (Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial) e também da promulgação da Lei 10.639/2003 (que institui o ensino da cultura e da história da África na grade curricular das escolas), que neste  21 de março comemoram 10 (dez) anos de existência e que sem dúvida alguma, tanto a criação da SEPIR como a Lei têm tido papel fundamental no combate ao racismo no Brasil.

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No dia 21 de março de 1960, ocorreu um grande massacre na África do Sul , na cidade Johanesburgo, quando sulafricanos negros protestaram contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação  para poderem circular em seu próprio país. No Bairro Shaperville foram barrados por tropas do exército que atirou contra população desarmada , causando 69 mortes.

Em 1976 após muita pressão dos movimentos de luta contra o racismo do mundo inteiro, a ONU instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial ao condenar o regime racista da Africa do Sul, que só teve fim em 1994 com a chegada de Nelson Mandela ao poder.

Este dia para os negros brasileiros – e certamente também para nossos irmãos da África do Sul – permanecerá sendo um dia de luta contra o luto uma vez que ainda está longe o dia em que no Brasil (e no mundo) o racismo deixe de promover vitimas. Apesar disso a nossa luta tem demonstrado que dia a dia acumulamos vitórias, promovemos a diminuição do racismo e da discriminação racial. Muitos passos foram dados, mas muitos ainda restam!

Esta data chama a todos que lutam contra o racismo a ocupar espaços, trabalhar pela unidade dos diversos movimentos que lutam a favor do negro, pelo empoderamento das suas lideranças, denunciar cotidianamente o racismo, promover a igualdade racial na educação, no trabalho, nos espaços de poder e na mídia: são estas as tarefas principais colocadas diante de nós pela conjuntura atual.

No Brasil o racismo se apresenta de forma velada ou não, contra judeus, árabes, indígenas,ciganos, mas principalmente contra os negros. Mesmo compondo mais da metade da população do país essa grande maioria negra sofre intensa discriminação racial dos poderes culturais, políticos e econômicos do país compostos basicamente de brasileiros brancos. Assim, embora sendo maioria, os negros são perseguidos como se minoria fossem sendo-lhes vedado o acesso a melhores níveis de vida, educação, assistência médica de qualidade e cargos de poder.

Sabemos que a melhora das condições de vida da população negra se deu não apenas devido às políticas públicas, mas como resultado da organização e da mobilização do movimento negro, do movimento sindical e o crescimento da consciência racial do nosso povo.

Esse crescimento e amadurecimento permitiu que chegássemos a um momento muito especial de nossa história. Os negros brasileiros têm muito a comemorar em 21 de março de 2013. Não esqueçamos, contudo, que muito ainda precisa ser conquistado. Nossos jovens ainda sofrem com a violência policial, o desemprego e a falta de escolas afligem principalmente a população negra.  Continuamos sendo as principais vítimas da falta de atendimento à saúde, somos os que têm as maiores jornadas e os nossos salários se mantém inferiores ao dos brancos que realizam as mesmas atividades. A representação política segue inferior ao nosso peso social e as manifestações religiosas e culturais de matriz africana seguem criminalizadas, desprezadas e deturpadas pelo poder instituído e pela mídia.

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Alcoolismo entre os jovens

Os adolescentes estão cansados de ouvir ou ler esta tarja preta e séria que aparece minúscula nas propagandas de bebidas alcoólicas. Infelizmente, poucos levam a recomendação a sério. Resultado: 78% dos jovens brasileiros bebem regularmente e 19% deles já são dependentes do álcool.

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Os jovens estão bebendo mais e cada vez mais cedo, o que aumenta o risco de boa parte desta juventude desenvolver o alcoolismo. Esta equação se repete em praticamente todo o mundo, inclusive no Brasil, apesar de as pesquisas sobre o tema ainda serem bem escassas por aqui.

O último Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), revela que o consumo de álcool por adolescentes de 12 a 17 anos já atinge 54% dos entrevistados e desses, 7% já apresentam dependência. O estudo foi realizado em 2004 e mostrou que entre jovens de 18 a 24 anos, 78% já fizeram uso da substância e 19% deles são dependentes. Para se ter uma idéia de como o consumo de bebidas alcoólicas na adolescência aumentou, no levantamento anterior, realizado em 2001, apenas 5% dos adolescentes pesquisados preenchi am os critérios para dependência do álcool. Segundo recente estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em comparação com os países da América Latina, o Brasil aparece em terceiro lugar no consumo de álcool entre os adolescentes. A pesquisa foi feita com estudantes do ensino médio e incluiu 347.771 meninos e meninas, de 14 a 17 anos, do Brasil, da Argentina, da Bolívia, do Chile, do Equador, do Peru, do Uruguai, da Colômbia e do Paraguai. Entre os brasileiros, 48% admitiu consumir álcool.

Os dados são ainda mais alarmantes, porque o levantamento do Cebrid, que envolveu estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública, mostrou que a idade de início do consumo fica em torno dos 12 anos. “E, sabe-se, que o uso precoce de álcool aumenta o risco de alcoolismo em idade adulta”, alerta o psiquiatra Arthur Guerra, doutor no assunto e fundador do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas, da Universidade de São Paulo (Grea-USP). De acordo com dados do livro Sóbrio – Vença a Dependência do Álcool e Mantenha a Dignidade (Ed. Nova Era), “os jovens que começam a beber antes dos 15 anos são muito mais propensos a desenvolver dependência alcoólica do que aqueles que começam a beber aos 21 anos”.

COMO OS PAIS PODEM AJUDAR
Algumas atitudes fazem a diferença na hora de alertar e orientar os jovens sobre a necessidade de não ir ‘com muita sede ao copo’.
…Buscar informações sobre os efeitos do álcool e o alcoolismo na adolescência. Um pai bem-informado ganha poder de persuasão no diálogo com os adolescentes.
…Perceber que não são os melhores amigos dos filhos e que, por isso, é seu papel e dever estabelecer limites e acordos com eles.
…Evitar dizer apenas ‘não’. Aprenda a escutar seus filhos e as razões deles para justificar o consumo de álcool.
…Dar o exemplo em casa, evitando o uso indevido (regular e em excesso) de bebidas alcoólicas.
…Participar da vida do adolescente e supervisioná-lo, quando necessário.
…Propiciar qualidade de vida ao jovem e estimular hábitos saudáveis, com passeios ao ar livre, contato com a natureza e momentos de lazer em família.

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26 de janeiro é o Dia Mundial do Hanseniano

Doença tem cura e o tratamento é gratuito pelo SUS

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O Dia Mundial do Hanseniano (26 de janeiro), no último domingo de janeiro, foi criado em 1954 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e tem extrema importância social, pois alarma a população para a prevenção e o tratamento da doença, a qual coloca o Brasil como o segundo país com o maior número de pessoas atingidas pela hanseníase no mundo. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde foram registrados mais de 33 mil novos casos no país em 2013.

“O Ministério da Saúde tem intensificado as ações no combate à hanseníase, mas mesmo assim ela permanece e é um importante desafio à saúde pública por ser uma doença milenar. O processo de cura está estabelecido, porém, ainda apresenta um índice acima do preconizado pelo Ministério da Saúde, que reflete vários fatores como o desconhecimento da doença, o medo de ser rejeitado pela família e sociedade, além do tratamento interrompido, gerando a cadeia de transmissão da hanseníase. Creio que para alcançar a meta de erradicar a doença seja necessário adotar medidas estrategicamente globais”, avalia Sandra Choptian, consultora em saúde do Instituto Corpore.

No geral, os sintomas da hanseníase são o aparecimento de manchas avermelhadas ou brancas, caroços e placas em qualquer local do corpo, perda de sensibilidade, fisgadas ou dormência nas extremidades, formigamento e dor nos nervos dos braços, pernas e pés, assim como a diminuição da força muscular. A transmissão é feita pelas vias respiratórias como tosse, espirro e secreções nasais, e seu diagnóstico é basicamente clínico, realizado através do exame físico procedendo a uma avaliação dermatoneurológica, ou seja, de toda a pele, olhos, palpação dos nervos, avaliação da sensibilidade superficial e da força muscular dos membros superiores e inferiores, buscando identificar sinais clínicos da doença. “Quando diagnosticado, o paciente deve procurar a unidade de saúde mais próxima e iniciar o tratamento sem interrupções. É importante lembrar que a hanseníase tem cura e todo o tratamento é garantido pelo SUS, desde o início até a alta por cura. Ele é baseado em medicações via oral e denominado de poliquimioterapia devido à constituição de dois ou três medicamentos, com duração de seis a 12 meses. Nos casos mais graves, os pacientes são encaminhados aos centros de referências”, explica a consultora.

Uma das formas de prevenir a hanseníase é a vacina BCG, porém, Sandra afirma que ela é indicada apenas para as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença. Entre as principais complicações estão a cegueira por destruição dos nervos na área dos olhos, alterações musculares, nos nervos, rins e pulmões, incapacidade de se movimentar adequadamente e deformidades nas orelhas, nariz, pés e mãos, as quais são irreversíveis e afetam a vida social e profissional.

Na opinião da consultora, a maioria população brasileira ainda vê o hanseniano com certo preconceito. “Isso acontece porque a doença ainda é marcada por ser algo do passado, quando não havia tratamento com antibióticos. Antigamente a medida preventiva era isolar o doente em colônias, uma história muito triste de dor e sofrimento. Quando o paciente se descobre hansênico tudo que ele sente na pele é o preconceito que muitas vezes está dentro da própria família, e acaba se isolando do convívio familiar e da comunidade. Neste processo é fundamental a conscientização da população em geral, não somente dos pacientes, mas também das pessoas que o rodeiam, família, vizinhos e profissionais de saúde que a hanseníase tem cura e que o paciente em tratamento não transmite a doença”, afirma Sandra.

O Dia Mundial do Hanseniano será lembrado pelo Instituto Corpore com várias ações em suas unidades pelo Paraná e São Paulo. Todos os municípios parceiros estarão recebendo cartazes informativos, que serão fixados em unidades de saúde, hospitais, centro de atenção psicossocial (CAPS), vigilância epidemiológica, entre outros pontos estratégicos, assim como palestras educativas voltadas aos profissionais de saúde e população, orientações em sala de espera de forma coletiva e individual.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

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