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Planeta atingiu seu limite, diz Especialista

Um brasileiro está entre o grupo que ajudará a definir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma atualização dos Objetivos do Milênio (ODM), lançados em 2000. Virgílio Viana, superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável, foi convidado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para coordenar a definição de indicadores e metas relacionados a florestas.

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Único representante brasileiro, ele é copresidente do grupo temático Florestas, Oceanos, Biodiversidade e Serviços Ambientais, que reúne acadêmicos especialistas na área. O documento preliminar, intitulado Agenda de Ação para o Desenvolvimento Sustentável, esteve disponível para consulta pública até o dia 22 de maio no site da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, período em que recebeu comentários e sugestões.

Engenheiro florestal, PhD em Biologia da Evolução pela Universidade de Harvard e pós-doutor em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade da Flórida, Viana defende que as medidas para a preservação são urgentes, e que o planeta já não pode esperar. “Atingimos o limite da capacidade de o planeta responder à degradação. Há um ponto a partir do qual não é possível retornar”, alerta o especialista. Ele destaca que o principal objetivo do documento é criar uma rede de soluções para problemas imperativos e fomentar a sustentabilidade.

Qual a principal diferença entre este conjunto de indicadores que serão atualizados em relação aos objetivos desenvolvidos nos anos 2000?

Virgílio Viana – Até 2015, se encerram os Objetivos do Milênio, e esses novos indicadores vão ampliar os ODM e devem ser cumpridos até 2030. A principal novidade é a ênfase maior em temas ambientais. Os últimos objetivos eram bastante voltados a temas sociais, e estes seguem importantes, ainda que tenham ocorrido avanços. É importante ressaltar que esse documento que está sendo produzido vai subsidiar a negociação política, então, muitas coisas podem mudar. O documento ainda pode ser modificado, e não significa que as autoridades vão acatar.

Desde que os ODM foram criados, quais foram as principais mudanças no cenário mundial que levaram a essa ampliação no foco ambiental?

Viana– Principalmente a constatação de que nós atingimos o limite do planeta, da capacidade do planeta de responder à degradação. Há um ponto a partir do qual não é possível voltar atrás. É como um “joão bobo”, que vai e volta, mas que, nesse caso, chegou em um determinado momento que pode não retornar. Alguns casos, como as geleiras do Ártico, provavelmente não têm volta. Elas vão derreter. A Amazônia também está próxima do limite, se tivermos entre 20% e 30 % de desmatamento, vai entrar em colapso. Essa é a constatação de que o bem estar humano está ameaçado pela ação humana. A boa notícia é que existem soluções, e é isso que essa iniciativa está focando, não apenas escrever um documento base para a discussão do desenvolvimento sustentável, mas fomentar rede de soluções para a sustentabilidade, estimular empresas a se moverem antes de serem obrigadas por lei.

Quais dos indicadores previamente estabelecidos avançaram?

Viana– Houve avanços, eu diria que um grau cada vez maior de consciência ambiental da população vem pressionando governos a criar regulamentações. No Brasil, por exemplo, houve o aumento de unidades de conservação na Amazônia. Isso mais do que dobrou nos últimos anos, e é significativo. Claro que só criar não é suficiente. As políticas econômicas também têm se voltado para a questão ambiental, e o Amazonas é um bom exemplo disso – há várias políticas de desoneração tributária para iniciativas sustentáveis. Às vezes, as iniciativas demoram a ser implementadas, mas o sentido disso é importante. Acontece que a grande questão é a urgência, e a dúvida é se essa conscientização e essa mudança estão ocorrendo na velocidade necessária.

Qual a perspectiva para os próximos 15 anos no que diz respeito à questão ambiental no Brasil?

Viana– Talvez uma outra mensagem importante dessa iniciativa seja a necessidade de valorar serviços ambientais, e isso está sendo tratado no Brasil. As florestas e oceanos, por exemplo, prestam papel muito importante, além da produção de frutas e peixes, provêm oxigênio, armazenam carbono, mas não são objetivos físicos palpáveis. Esses serviços ambientais talvez sejam a principal falha da economia de mercado, que não considera externalidades. Se você produz determinado produto que polui o rio, o custo dessa poluição não está embutido no produto, e deveria estar. É necessário desenvolver mecanismos para que aquele que polui pague, e o que gera serviço ambiental receba.

Quais são as principais discussões dentro do grupo Florestas, Oceanos, Biodiversidade e Serviços Ambientais?

Viana– As coisas parecem simples, mas não são. É difícil dividir os desafios do mundo em 10 capítulos. Temos o tema das indústrias de mineração, e isso gerou uma polêmica para definir em qual capítulo iria entrar, e acabou entrando no nono (Serviços Ecossistêmicos Seguros, Biodiversidade e Gestão Adequada dos Recursos Naturais). Você e eu consumimos vidro, que está ligado à mineração. Como fazer com que essa mineração tenha pegada social positiva e uma pegada ambiental menor? Não há sustentabilidade do recurso renovável nessa área. Como fazer boas práticas? Essas são outras discussões.

Confira a entrevista completa aqui: http://noticias.terra.com.br

Pensar – Comer – Conservar

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Dia Mundial do Meio Ambiente

Hoje, o Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser celebrado em 1972, no dia da abertura da Conferência de Estocolmo, e se tornou um dos principais veículos das Nações Unidas para estimular a consciência global sobre meio ambiente e encorajar iniciativas.

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Por meio da comemoração, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) pode sensibilizar as pessoas sobre os problemas do meio ambiente e fazer com que todos percebam a sua responsabilidade e também seu potencial em se tornar agentes pelo desenvolvimento sustentável e igualitário.

As iniciativas de qualquer perfil são importantes para favorecer a sustentabilidade, e o PNUMA convida todos a se juntar a esta celebração. Organize a limpeza comunitária de um espaço público, reduza o uso de sacolas plásticas, combata o desperdício de alimentos, procure formas alternativas de transporte… Tudo isso conta!

E a sua ação pode fazer parte do esforço global do PNUMA para o Dia Mundial do Meio Ambiente. Saiba como registrá-la aqui!

Pensar.Comer.Conservar

Este ano, o Dia Mundial do Meio Ambiente reforça o tema da campanha “Pensar.Comer.Conservar – Diga Não ao Desperdício”, que visa diminuir a enorme quantidade de alimentos próprios para o consumo que é desperdiçada por consumidores e comerciantes.

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), parceira do PNUMA na campanha, informa que 1,3 bilhão de toneladas de comida são jogadas fora por ano. Isso é equivalente ao produzido na África Subsaariana no mesmo período. Uma em cada sete pessoas no mundo passa fome e mais de 20 mil crianças com menos de 5 anos morrem todos os dias por conta de desnutrição.

Dado esse enorme desequilíbrio e seus efeitos devastantes no meio ambiente, Pensar.Comer.Conservar incentiva as pessoas a pensar no impacto ambiental das suas escolhas relativas à alimentação. Enquanto o planeta luta para garantir recursos para sustentar uma população de 7 bilhões de pessoas – que deve chegar a 9 bilhões até 2050 – a FAO estima que um terço da produção de comida é perdida. O desperdício de alimentos é um enorme consumidor de recursos naturais e um contribuinte para impactos negativos no meio ambiente.

Se a comida não é consumida, isso significa que todos os recursos usados na sua produção também são perdidos. Por exemplo, são necessários mil litros de água para produzir um litro de leite, e cada hambúrguer consome 16 mil litros de água por meio de ração para o gado. E gases estufas são emitidos ao longo em toda a cadeia de produção.

A produção global de alimentos ocupa 25% das terras habitáveis e é responsável por 70% do consumo de água potável, 80% do desmatamento e 30% das emissões de gases estufas.

A campanha deste ano para o Dia Mundial do Meio Ambiente convida você a agir na sua comunidade e perceber o poder das decisões coletivas para reduzir o desperdício, economizar recursos, minimizar o impacto ambiental e forçar mudanças nos processos de produção de alimentos para torná-los mais eficientes.

Então Pense antes de Comer e ajude a Conservar o meio ambiente!

Mongólia, país-sede das celebrações em 2013

A Mongólia, que está priorizando a transição para uma Economia Verde nos principais setores da sua economia e promovendo a conscientização ambiental dos seus jovens, irá sediar as celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente em 2013.

O anúncio foi feito na última sessão do Conselho de Administração do PNUMA, em fevereiro. Tsakhia Elbegdorj, atual presidente do país, foi um dos seis eleitos como Campeões da Terra do PNUMA em 2012.

“A Mongólia está enfrentando um desafio imenso, incluindo uma pressão crescente sobre sua segurança alimentar, o estilo de vida nômade de alguns dos seus povos e as reservas hídricas por conta das mudanças climáticas”, afirmou o Subsecretário-Geral da ONU e Direto Executivo do PNUMA, Achim Steiner, no anúncio.

“A temperatura média no país subiu 2ºC nos últimos 70 anos e as chuvas diminuíram bruscamente em algumas regiões. Ainda assim o governo se mostra determinado em enfrentar essas adversidades e aproveitar as oportunidades para criar um futuro mais sustentável. Tenho certeza que, ao receber a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente, a Mongólia vai mostrar ao mundo que a transição para uma Economia Verde é possível, mesmo para os setores mais desafiadores da sua indústria, quando liderança, visão, políticas eficientes e vontade política são traduzidas para a ação”, completa Steiner.

As mudanças na Mongólia já estão se tornando realidade. O país aprovou uma lei contra a poluição atmosférica impulsionado pelo crescimento populacional e o uso de carvão na capital, Ulã Bator. Desde 2010, a Mongólia suspendeu todos os pedidos de criação de minas até que uma legislação atualizada seja estabelecida, com o argumento de proteger o ambiente mineral e o meio de subsistências de povos tradicionais.

Iniciativas de conscientização sobre conservação ambiental se tornaram mais comuns. Dias nacionais para plantar mudas e combater a desertificação e a escassez de água fizeram com que mais de 2 milhões de árvores fosse plantadas nas regiões desérticas desde 2011. O país também tem um grande potencial em captação de energia solar, em especial na região de Gobi.

“Nosso governo mostrou seu comprometimento com ações ambientais por meio de ações concretas. Espero que a nossa liderança e a organização deste importante evento possa mostrar ao mundo que a mudança é possível”, declarou o Vice-Ministro do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Verde da Mongólia, Tulga Buya.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.onu.org.br/

Águas de Março 2013 celebra Dia Mundial da Água

Como parte das celebrações em homenagem ao Dia Mundial da Água, a Agência Nacional de Águas (ANA) lança a sétima edição do hotsite Águas de Março. O espaço virtual abriga eventos e informações nacionais, estaduais e de organizações não-governamentais que tenham como tema a “Cooperação pela Água”.

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O Dia Mundial da Água é uma oportunidade para que nações e países se debrucem em reflexões sobre o tema anual definido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Para 2013, a proposta é criar um ambiente mundial de reflexão, conscientização e elaboração de medidas práticas cujo foco seja ações, programas e projetos de cooperação em prol dos recursos hídricos.

Este ano, os internautas do hotsite Águas de Março terão acesso a informações sobre o trabalho desenvolvido em prol da gestão eficiente desse bem finito. Serão destaques no hotsite acordos cujo objetivo gire principalmente em torno de capacitação, rede hidrometeorológica, prevenção a eventos extremos e mobilização social.

O Dia Mundial da Água é celebrado ao redor do mundo desde 22 de março de 1993. A data foi estipulada por recomendação da ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – a conhecida Rio-92. Anualmente é estabelecido um tema, definido pela própria ONU, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos.

Para marcar as celebrações de 2013, a ONU definiu o tema “Cooperação pela Água”. O Brasil, que instituiu seu Dia Nacional da Água em 2003, aderiu à proposta como forma de incentivar a troca de experiências e a busca por soluções. Em anos anteriores, temas como “Água e Segurança Alimentar”, “Água para as cidades: respondendo ao desafio urbano” e “Saneamento” foram alvos de reflexões.

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A Agência Nacional de Águas é uma autarquia especial vinculada ao Ministério do Meio Ambiente. Sua missão é implementar e coordenar a gestão compartilhada e integrada dos recursos hídricos e regular o acesso à água, promovendo seu uso sustentável em benefício das atuais e futuras gerações.

A base de atuação da Agência Nacional de Águas é a conhecida Lei das Águas, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh).

A Agência atua junto aos estados brasileiros em diversas ações para integrar o Singreh aos sistemas estaduais, com o intuito de otimizar a gestão compartilhada e participativa desse bem finito. Além disso, também há atuação da Agência junto a outros países, por meio do intercâmbio de informações e tecnologias no setor de recursos hídricos.

Em 2010, mais uma função lhe foi incorporada com a Política Nacional de Segurança de Barragens. Com ela, a ANA passou a ser a responsável pela fiscalização da segurança das barragens por ela outorgadas e pela criação e constituição do Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.brasil.gov.br

Dia Mundial da Água – 22 de março de 2012

Nas próximas décadas, alimentar uma população global crescente e garantir a segurança alimentar e nutricional para todos dependerá do aumento da produção de alimentos. Esta, por sua vez, significa assegurar o uso sustentável do nosso recurso finito mais crítico – a água.

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O tema deste ano do Dia Mundial da Água é o Ano Internacional de Cooperação pela Água. A agricultura é de longe a maior usuária de água potável. Se não formos capazes de usar a água com sabedoria na agricultura, falharemos em acabar com a fome e vamos abrir a porta para uma série de outros males, incluindo a seca, a fome e a instabilidade política.

Em muitas partes do mundo, a escassez de água está aumentando e as taxas de crescimento da produção agrícola têm diminuído. Ao mesmo tempo, a mudança climática está agravando o risco e imprevisibilidade para os agricultores, especialmente para os agricultores pobres em países de baixa renda, que são os mais vulneráveis e os menos capazes de se adaptar.

Estes desafios interligados estão aumentando a concorrência entre as comunidades e países de escassos recursos hídricos, agravando antigos problemas de segurança, criando novas e dificultando a realização dos direitos humanos fundamentais de comida, água e saneamento. Com cerca de um bilhão de pessoas com fome e cerca de 800 milhões com falta de fornecimento seguro de água potável, há muito o que se fazer para fortalecer os alicerces da estabilidade local, nacional e global.

Garantir a alimentação sustentável e a segurança da água para todos exigirá o empenho total de todos os setores e atores. Implicará a transferência de tecnologias de apropriação de água, capacitando pequenos produtores de alimentos e conservando os serviços ambientais essenciais. Isso exigirá políticas que promovam os direitos da água para todos, uma maior capacidade reguladora e a igualdade de gênero. Os investimentos em infraestrutura de água, desenvolvimento rural e gestão de recursos da água serão essenciais.

Devemos todos nos incentivar pelo interesse político renovado em segurança alimentar, como evidenciado pela alta prioridade dada a esta questão pelas agendas do G8 e G20, com ênfase na relação dos alimentos, água e energia no relatório global Painel de Sustentabilidade Global, e o número crescente de países que se comprometeram na Escalada Nutricional.

Neste Dia Mundial da Água, insto todos os parceiros a utilizarem plenamente a oportunidade proporcionada pela Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). No Rio, temos que ligar os pontos entre a segurança da água e segurança alimentar e nutricional no contexto de uma economia verde. A água vai desempenhar um papel central na criação do futuro que queremos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.onu.org.br

ONU celebra Dia Internacional da Mulher com música especial

Gravação, “One Woman” teve participação de artistas de todo o mundo incluindo a brasileiras Bebel Gilberto e Ana Bacalhau, de Portugal; cerimônia na sede da ONU será co-apresentada pela atriz Susan Sarandon entre outros nomes.

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Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

As Nações Unidas marcam o Dia Internacional da Mulher, neste 8 de março, com vários eventos pelo mundo, e a apresentação, em Nova York, de uma música tema especial. A canção “One Woman”, ou Uma Mulher contou com a participação de artistas do mundo todo, entre eles a brasileira Bebel Gilberto, e a portuguesa, Ana Bacalhau.

Elas se organizaram para enviar uma mensagem de união e solidariedade. O foco da celebração é o fim da violência contra as mulheres, violação dos direitos humanos que atinge sete em cada 10 pessoas do sexo feminino em todo o globo. Segundo a ONU Mulheres, a canção relembra que juntos, todos podem superar a violência e a discriminação.

Adolescentes

Em mensagem para marcar o Dia, o Secretário-Geral da ONU citou um “ano de crimes chocantes de violência contra mulheres e meninas”.

Ban Ki-moon fez referência à jovem que morreu na Índia após ser estuprada por um bando de homens, e a “adolescentes que levaram tiros porque buscavam ter acesso à educação”.

Renovação

Para Ban, “essas atrocidades foram parte de um problema muito maior, que permeia todas as sociedades”. O Secretário-Geral destacou que a ONU “renova seu compromisso em combater essa ameaça” em todos os locais: casas, escritórios, zonas de guerra e países pacíficos.

Ban Ki-moon afirmou às vítimas de violência “que as Nações Unidas estão com elas”. Já a diretora-geral da ONU Mulheres, pediu à comunidade internacional que garanta o direito ás mulheres de viverem livres da violência.

Leis

Michelle Bachelet lembrou que no mundo, sete em cada 10 mulheres são vítimas de vários tipos de atos violentos. Ela fez um apelo aos governos para que acelerem progressos e ações políticas concretas que ponham um fim na violência de gênero.

Apesar de “ver sinais de mudança”, Bachelet sente-se “ultrajada” porque meninas e mulheres sofrem altos índices de discriminação, violência e exclusão. Segundo a chefe da ONU Mulheres, 160 países têm leis que tratam a violência de gênero.

Refugiadas

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Acnur, lança uma nova fase da campanha “Amplifique Suas Vozes”, desta vez, por toda a América Latina.

O objetivo é dar voz às mulheres refugiadas vítimas de violência e conscientizar a opinião pública sobre o problema.

Esforço

A chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, Helen Clark, pediu um aumento do esforço global para acabar com a violência contra as mulheres.

Segundo ela, a prática é usada como uma arma de guerra e representa um dos maiores obstáculos à igualdade e ao desenvolvimento.

Compromisso

O diretor-executivo do Fundo de População das Nações Unidas, Babatunde Osotimehin, renovou o compromisso do Unfpa de fortalecer e expandir os esforços para acabar com a violência de gêneros.

Segundo ele, nenhum desenvolvimento poderá ser alcançado enquanto mulheres e meninas continuarem sofrendo com a violência ou vivendo com medo dela.

ONU

Aqui em Nova York, no início da tarde desta sexta-feira, vai acontecer uma caminhada liderada por Ban Soon-taek, mulher do Secretário-Geral, Ban Ki-moon.

O evento foi organizado com a ajuda da ONU Mulheres e vai servir para alertar sobre a campanha de violência.

A caminhada vai começar em frende ao prédio da Assembleia Geral e seguirá até o parque Dag Hammarskjold.

Vários artistas e celebridades de Hollywood vão participar da cerimônia, entre eles, estão Susan Sarandon, Michael Bolton, Christy Turlington e Monique Coleman.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.unmultimedia.org/

CARNAVAL com ALEGRIA e MODERACAO

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No Dia da Não Violência, combatemos os abusos contra os Idosos

A data foi proclamada pelas Nações Unidas, em homenagem a Mahatma Ghandi –  assassinado em 1948. Números oficiais mostram que ainda há muito a fazer. No Brasil esse ano a data levanta as questões da violência contra os idosos.

Para o Ministério da Saúde essa ocasião lembra a importância de combater todos os tipos de violência.

O tema escolhido este ano reflete os dados de 2012, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, que registrou mais de 21 mil denúncias de agressões contra idosos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://tvbrasil.ebc.com.br

Dia da Não Violência lembra a morte de Gandhi

Hoje, dia 30 de Janeiro foi proclamado pela ONU como o dia da não violência em homenagem aMohandas K. Gandhi cujo assassinato ocorreu nessa data, em1948. Trata-se de uma iniciativa voltada à educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos.

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Gandhi, também chamado Mahatma (que significa “grande alma”, “alma iluminada”), nasceu na Índia, em 1869. É considerado um dos principais expoentes do pacifismo e da luta pelo respeito e realização dos direitos humanos e da justiça.

Após estudar direito na Inglaterra, foi trabalhar na África do Sul como advogado. Lá começaram as suas primeiras ações de protesto não violento contra o racismo, baseadas na resistência pacífica e na não cooperação com as autoridades.

Ao fim de anos de luta, e depois de ter conseguido algumas melhorias para a comunidade indiana na África do Sul, decidiu voltar ao seu país de origem – a Índia – e lutar pela sua independência. O país era uma colônia do Império Britânico. Graças a seus esforços, a Índia conquistou a independência em 1947.

Os procedimentos e as formas de luta que Ghandi propôs e utilizou eram:

  • Manifestações pacíficas: diálogos, testemunhos, petições, marchas, jejuns, greves de fome, orações e cooperação com os mais oprimidos.
  • Não cooperação, por meio de boicote sistemático dos produtos ingleses e da recusa a colaborar com um regime ou com um sistema considerado injusto.
  • Desobediência civil, por meio da violação intencional, organizada, sistemática de leis consideradas injustas.

    Gandhi teve grande influência entre as comunidades religiosas hindus e muçulmanas da Índia. No entanto, a tensão entre os dois grupos era enorme e resultou no surgimento do Paquistão, país de maioria muçulmana. Foi por tentar unificar hindus e muçulmanos que Gandhi acabou assassinado por um hinduísta radical.

    Apesar de ter sido indicado cinco vezes entre 1937 e 1948, o pacifista que enfrentou o poder da Inglaterra nunca recebeu o prêmio Nobel da Paz. Décadas depois, no entanto, o erro foi reconhecido pelo comitê organizador do prêmio.

    Além disso, quando o Dalai Lama (Tenzin Gyatso) recebeu o Nobel em 1989, o presidente do comitê disse que o prêmio era “em parte um tributo à memória de Mahatma Gandhi”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://educacao.uol.com.br

Educação sem Violência no Brasil

Mais do que teoria e prática, a não violência tem que ser uma atitude entre toda a prática de ensino, envolvendo todos os profissionais de educação e estudantes da escola, pais e comunidade em um desafio comum e compartilhado. Assim, a não violência integrada dá ao professor outra visão de seu trabalho pedagógico.

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A escola tem que dar lugar ao diálogo e ao compartilhamento, se tornando um centro para a vida cívica na comunidade.

Para se obter um real impacto, a educação sem violência tem que ser um projeto de toda a escola, o qual deve ser planejado, integrado em todos os aspectos do currículo escolar, na pedagogia e nas atividades, envolvendo todos os professores e profissionais da escola, assim como toda a estrutura organizacional da equipe de tomadas de decisões educacionais.

As práticas de não violência devem ser coerentes e devem estar refletidas nas regras e na utilização das instalações da escola.

Vista pelo ângulo da não violência, a Educação é para:

  • Aprender sobre nossos direitos, responsabilidades e obrigações.
  • Aprender a viver juntos, respeitando nossas diferenças e similaridades.
  • Desenvolver o aprendizado baseado na cooperação, baseado no diálogo e na compreensão intercultural.
  • Ajudar as crianças a encontrar soluções não violentas para resolverem seus conflitos, experimentarem conflitos utilizando maneiras construtivas de mediação e estratégias de resolução.
  • Promover a valores e atitudes de não violência: autonomia, responsabilidade, cooperação, criatividade e solidariedade.
  • Capacitar estudantes a construírem juntos, com seus colegas, seus próprios ideais de paz.

A UNESCO sugere alguns sites e ideias para lidar com a solução de conflitos. Algumas sugestões incluem treinamento para professores e jovens estudantes. Por exemplo, em dezembro de 2008, o setor de Ciências Humanas e Sociais da UNESCO no Brasil, realizou o primeiro exercício de sistematização de experiências do programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz – programa de inclusão social de abertura das escolas nos finais de semana, oferecendo a jovens e à comunidade atividades artísticas, esportivas e de lazer.

Além disso, publicou uma coleção de oito livros que, além das referências metodológicas e conceituais do programa, contêm também um guia passo a passo para a sua implantação e dois manuais para professores convidando a cultivar a paz em sala de aula e praticar a não violência por meio de jogos pedagógicos ou pelo uso de algumas atividades.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.unesco.org


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