A Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) acaba de lançar o novo selo para os associados. Confiram:
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NOVO SELO DE ASSOCIADO DA ABQV
Published abril 10, 2014 Promo , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:ABQV, Associação, Associado, Brasil, Novo selo, Qualidade de Vida, Selo
No Dia Mundial de Combate ao Câncer saiba mais sobre a doença
Published abril 10, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:8 de abril, Cancer, câncer de mama, Câncer no Brasil, cura, dados, Dia mundial de combate ao Câncer, doença, estatísticas, Estimativa, Incidencia, marcos Moraes, noticia, OMS, oncologia, Oncologista, Organismo, Prevenção, Qualidade de Vida, Rede Globo, tratamento
Durante os nossos anos de vida, as células, responsáveis pelo funcionamento dos órgãos, nascem e morrem todo tempo. Normalmente, elas se partem em duas, quatro, oito e assim por diante. Se por uma falha genética, a célula começa a se dividir desordenadamente, surge uma massa, o tumor. Caso ele aumente e passe a interferir no funcionamento do corpo, recebe o nome de câncer maligno. Quando a célula cresce sem controle, invade os tecidos, os vasos e a doença se dissemina a distância, em vários órgãos, o processo é chamado de metástase.

O câncer é uma doença silenciosa e, na maioria das vezes, não causa dor. O que muitos não sabem é que tem cura, mas, para isso, deve ser detectado em seu começo. Como forma de conscientização sobre a importância do diagnóstico, do tratamento e dos hábitos de vida, a data 8 de abril foi estabelecida como o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Marcos Moraes, oncologista, presidente da Academia Nacional de Medicina e ex-diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), explica como a doença ataca o organismo.
“A célula se rebela, não obedece mais a nenhuma programação de sua divisão, que é uma maneira de ela viver. O câncer ataca o organismo com esse processo de comprimir. Em termos genéricos, existem quatro tipos de câncer. O carcinoma, aquele que se localiza no revestimento do nosso corpo, ou seja, interno ou externo. O sarcoma, que é nos órgãos de sustentação, músculo, gordura, osso e cartilagem. O linfoma, formado por tumores dos órgãos linfoides, dos gânglios e do sistema de defesa do organismo. E a leucemia, que são os tumores líquidos no sangue”, explica Marcos.
A qualidade de vida da pessoa influencia no câncer. O alimento que ela come, o que ela bebe, se fuma ou não; se tem uma prática esportiva saudável, além da carga genética. “Você pode encontrar pessoas que têm todos esses fatores, mas não têm câncer porque, talvez, ele tenha um mecanismo de defesa mais exaltado do que os membros da família. Câncer tem fatores que promovem o crescimento do tumor e tem fatores que o retardam, isso é uma coisa pessoal do organismo do indivíduo. Se você comparar 100 mil pessoas com hábitos saudáveis com 100 mil que não os têm, a incidência é muito maior naqueles que não têm”, destaca o oncologista.
Incidência e percentual de cura
O Inca estima cerca de 580 mil casos novos da doença em 2014. De acordo com a publicação Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, os cânceres mais incidentes na população brasileira, neste ano, serão de pele não melanoma (182 mil); próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil); pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo, estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais comuns, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Entre as estimativas para as regiões, serão 299,7 mil casos no Sudeste; 116,3 mil no Sul; 99,06 mil no Nordeste; 41,4 mil no Centro-Oeste e pouco mais de 20 mil no Norte. Segundo o Ministério da Saúde, o câncer é, atualmente, a segunda principal causa de morte no Brasil e no mundo, atrás das doenças cardiovasculares.
Segundo o levantamento do governo, em 2011 foram registradas 184.384 mortes por câncer em todo o país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos da doença para o ano de 2030 em todo o mundo, com 17 milhões de mortes. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil. Apesar do número expressivo, 60% dos pacientes de câncer se curam e algumas taxas de mortalidade apresentam tendência de queda, como pulmão (-0,95% ao ano em homens na última década); colo do útero (-1,5% ao ano na última década) e estômago (-2,2% em homens e -2% em mulheres, por ano, na última década). A queda na mortalidade por câncer de pulmão e de colo do útero é resultado direto das campanhas de controle do tabagismo e de prevenção e detecção precoce do câncer cervical por meio do exame Papanicolau.
Tratamento do câncer
Jacob Kligerman, oncologista, cirurgião de cabeça e pescoço e membro titular da Academia Nacional de Medicina, informa que, hoje, existe a multidisciplinaridade. “São três as formas de tratamento. Na cirurgia, os grandes avanços são a possibilidades de grandes reconstruções com mais habilidade do próprio cirurgião visando, principalmente, não deixar deformações e a qualidade de vida do paciente. Na radioterapia, temos a radioterapia de intensidade modulada, que foca áreas menores, com menos danos ao paciente. E, na quimioterapia, as drogas alvo atuam diretamente nas mutações genéticas, que realmente combatem e têm uma grande possibilidade de cura. É o grande campo de pesquisa, hoje, internacional de drogas novas”, ressalta Jacob.
Para a opção de tratamento, deve ser verificado se o tumor é mais sensível à quimioterapia ou à cirurgia; se há a necessidade de operar e o grau da doença, além da sensibilidade pessoal do paciente. Isso vai determinar se a pessoa necessita de mais de um tratamento ou de outro tratamento. ”Todo câncer é curável desde que venha a ser tratados na fase inicial. Na mais avançada, você pode torná-lo uma doença crônica, pensando sempre no que é melhor para o paciente, em uma associação médico-paciente para o retorno dele à sociedade e uma qualidade de vida adequada, e ocasionar uma vida mais saudável”, conclui o oncologista.
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8 dicas para deixar sua vida mais saudável
Published abril 7, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:7 de abril, atenção, bem-estar, Check-up, cuidados, cura, Dia Mundial da Saude, dicas, doenças, dores, exames, médico, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, tratamento, Vacinas, Visita ao Médico
Sabia que nesta segunda-feira (7) é comemorado o Dia Mundial da Saúde? Por isso, use esta data como incentivo para melhorar sua própria saúde. A médica clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, disse que “nessa data é importante às pessoas lembrarem-se de fazer exames preventivos com regularidade e ter hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios diários e a adoção de uma alimentação balanceada.”
A especialista reforça ainda que diversas doenças, quando diagnosticadas precocemente, têm melhor evolução ao serem tratadas.
— Isso é importante porque certos tipos de doenças podem não apresentar sintomas aparentes, como é o caso hipertensão arterial, diabetes, HIV, hepatites, dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicérides).
Homens e mulheres precisam de cuidados específicos, assim como as crianças. Acima de 40 anos, eles devem fazer exames de colonoscopia e próstata, enquanto elas, ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa).
Veja dicas da médica:
1) Realizar exames de checkup, pelo menos, uma vez por ano. Além do teste ergométrico, que avalia o amplo funcionamento cardiovascular, a lista inclui outros para controlar os níveis de colesterol ruim, açúcar, ácido úrico, função do rim e fígado e triglicérides no sangue, além de sorologias para hepatite B e C, HIV, sífilis;
2) Ficar em dia com a caderneta de vacinação. Lembre-se de que nem só as crianças necessitam de vacinas. Doses contra difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras, devem ser repetidas na vida adulta.
3) Prestar atenção aos sinais do corpo. Cólicas, sonolências, fraquezas e enxaquecas podem ser indicativos de doenças sérias ou infecções por vírus e bactérias;
4) Praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma alimentação mais saudável possível. Com isso, evitar excessos na ingestão de açúcar, gordura e fritura;
5) Evitar a prática do fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;
6) Crianças: Além de consultas com pediatra, os pequenos devem passar pelo atendimento com outras especialidades médicas. No caso do oftalmologista, a primeira consulta deve acontecer por volta dos 2 ou 3 anos, período em que ainda é possível a correção de diversos problemas;
7) Mulheres: Exames como ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa). As que tiverem mais de 40 anos precisam incluir: mamografia e densitometria óssea.
8) Homens: É indicado autoexame regular nos testículos. Quem tiver mais de 40 anos, exames de colonoscopia e próstata são recomendados.
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Falta de atividade física pode matar, alerta especialista
Published abril 4, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atividade física, Celafiscs, Coração, cuidados, doenças, Equilíbrio, Especialista, esportes, exercícios, Falta, hábitos, Hipertensão, hipertensão arterial, Infarto, Morte, praticar, Qualidade de Vida, risco, Saúde, Sandra Matsudo, Sedentarismo, Vida Saudavel
Embora nunca tenha se falado tanto sobre vida saudável como hoje, é contraditório o aumento do número de pessoas sedentárias, que não gastam o que consomem. Em 2004, o sedentarismo era o quarto fator de risco e hoje é o segundo, perdendo apenas para a hipertensão arterial.
‘Isso acontece porque não há uma percepção de que o sedentarismo mata. Para as pessoas, o que mata é a hipertensão, o diabetes e o câncer’, afirma a médica Sandra Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).
Nos tempos atuais, gasta-se uma caloria a cada sete consumidas. Na Era Paleolítica, essa relação era de uma gasta a cada três consumidas.
‘Acredito no equilíbrio. As pessoas têm que buscar o seu balanço energético, ou seja, gastar o que consomem. Não tem mágica para isso, é uma simples soma’, resume ela.
Segundo a especialista, o estilo de vida é responsável por 50% das causas das principais doenças que mais matam, como infarto, AVC e câncer.
‘Temos 50% de chance de evitar essas doenças. Basta optar por mudanças de hábitos que incluam atividades físicas’, avalia.
A recomendação é de pelo menos 30 minutos de atividade física moderada, de forma contínua ou acumulada – duas sessões de 15 minutos ou três sessões de 10 – pelo menos cinco vezes por semana.
‘Essa rotina diminui em 84% os riscos de infarto e em 36% os casos de câncer, além de reduzir os riscos cardiovasculares e de hipertensão, mesmo no caso de fumantes’, ressalta.
A má notícia é que mesmo quem faz atividade física regularmente deve se preocupar com o tempo que permanece sentado ao longo do dia. Dados recentes mostram que esses casos apresentam um aumento de 40% nos fatores de risco de doenças cardiovasculares.
Segundo uma pesquisa, uma média de seis horas todos os dias sentado em frente ao computador ou à TV corresponde a cinco anos a menos de expectativa de vida. ‘A orientação é se movimentar por 10 minutos a cada uma hora sentado. Atender ao telefone andando ou colocar o notebook numa mesa mais alta para digitar em pé são boas dicas para quem trabalha em escritório’, sugere.
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Sociedade vive na “era do botão” e foge de exercícios físicos
Published abril 2, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:academia, Adalberto Souza, Ansiedade, Ansiedade Depressão, Articulações, atividade, atividade física, baixa Auto Estima, Câncer de Cólon, colesterol, cuidados, Dia Mundial da Atividade Física, Diabetes, doenças, Era do Botão, esportes, Medicina, obesidade, Prevenção, Problemas Cardiovasculares, Qualidade de Vida, Saúde, Sedentarismo
No dia em que se comemora o Dia Mundial da Atividade Física (05/04), o especialista em medicina do esporte e técnico da seleção brasileira paralímpica de natação de jovens, Adalberto Souza, alerta para a falta de costume das pessoas em fazer exercícios. No Brasil, 70% da população não realiza nenhum tipo de atividade física.
— Nós estamos na chamada “era do botão”, pois existe botão para tudo, para ligar e desligar a televisão, para usar o telefone, para chamar o elevador para até ao andar onde mora e hoje já existe no mercado imobiliário, condomínios com garagem anexa à sala dos apartamentos. Isso faz com que a pessoa não realize movimentos, o que pode deixá-la sedentária.
Segundo o professor, quem permanece nestas condições, pode vir a ter doenças, muitas vezes, até graves.
— O potencial de morte prematura por problemas cardiovasculares, diabetes, câncer de cólon, obesidade, problemas nas articulações, colesterol e triglicérides fora dos níveis ideais. Como resultado dessa somatória de doenças surgem a ansiedade, depressão e baixa auto-estima.
A atividade física tem papel fundamental na vida das pessoas, pois além de reduzir ou adiar o aparecimento dos problemas citados anteriormente, ele aumenta a produção de cálcio fortalecendo os ossos e músculos, combate a osteoporose (perda de massa óssea), aumenta a qualidade do sono e da mente, conforme explicação do especialista. Além do que, se movimentar periodicamente, melhora o sistema cardiorrespiratório, fortalece o coração, ossos e músculos. Além disso, ela é indicada para qualquer idade.
— Após os 30 anos,o declínio muscular acentua-se e, aos 50 anos, a perda de massa muscular pode chegar a 30% nas mulheres e 17% nos homens. Por isso, quanto mais velho, mais será necessário adquirir o hábito de se exercitar.
Escolha o que mais gosta
Antes de iniciar qualquer atividade física, o professor Souza recomenda que a pessoa seja submetida a uma avaliação médica.
— É preciso que o indivíduo respeite as orientações e tenha consciência do que faz bem ou não ao seu corpo.
Se a pessoa optar em ir à academia, os exercícios aeróbicos e musculares devem ser feitos de duas a três vezes por semana. Caso não tenha preferência por essa opção, há uma série de atividades que podem ser realizadas no dia a dia para evitar o sedentarismo.
— Realize atividades domésticas (varra o chão, limpe as janelas, arrume o quarto);
— Suba e desça as escadas do prédio onde mora;
— Vá a pé ao trabalho, à padaria, à faculdade;
— Caminhe durante uma hora ou divida o tempo da atividade (10 minutos de manhã, 30 minutos após o almoço, 20 minutos ao final do dia);
— Levante para ligar e desligar a televisão;
— Dê preferência para as escadas do metrô e não a rolante;
— No trabalho, alongue-se a cada 40 minutos para melhorar a postura; ande pelo escritório e evite ficar sentado várias horas seguidas;
O especialista ressalta que o exagero nos exercícios pode promover lesões precoces causando traumas psicólógicos e favorecendo o abandono às práticas físicas.
— A atividade física faz bem quando sua intensidade é moderada.
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O papel do Exercício na Doença de Parkinson
Published abril 1, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:aeróbico, condicionamento, cuidados, doença, Doença de Parkinson, Equilíbrio, exercícios, flexibilidade, força, fortalecimento, Idosos, Mal de Parkinson, marcha, musculos, Parkinson, Qualidade de Vida, Saúde, terceira idade, tratamento
As últimas duas décadas foram de um grande crescimento nas pesquisas e no interesse clínico em relação à prática de exercícios como tratamento para problemas de mobilidade em pessoas com Doença de Parkinson. Os estudos mostraram que os exercícios físicos podem reverter ou minimizar o declínio físico no processo do envelhecimento, e essas conclusões podem ser estendidas para indivíduos com doenças neurológicas, principalmente a Doença de Parkinson.
Os exercícios tem o potencial de ajudar tanto nos problemas motores (como marcha, equilíbrio e força), não-motores (depressão, apatia, fadiga e constipação intestinal) bem como nas complicações secundárias da imobilidade (doença cardiovascular e osteoporose).
A prática regular de atividade física pode ser preventiva para indivíduos sem o diagnóstico da doença e também pode atrasar o aparecimento dos sintomas parkinsonianos naqueles indivíduos com o diagnóstico. Hoje se sabe que a associação dos exercícios físicos com os medicamentos é melhor do que apenas o tratamento medicamentoso isolado.
E quais exercícios podem ser realizados?
- Exercícios para melhora da marcha e do equilíbrio: Mais da metade dos indivíduos com doença de Parkinson vão evoluir com quedas recorrentes no ano. Alguns fatores como congelamento da marcha, fraqueza muscular e dificuldade no equilíbrio podem ser causadores de quedas. Nesse sentido, treino de marcha, de equilíbrio e fortalecimento muscular tem mostrado impacto positivo.
Estudos mostraram que pacientes que realizaram reabilitação com fortalecimento muscular associado a treino de equilíbrio tiveram maior benefício quando comparados com aqueles que fizeram apenas exercícios de equilíbrio.
A dificuldade da marcha é considerada um dos fatores mais incapacitantes da doença. Dessa forma, o treino de marcha na esteira tem trazido bons resultados, pois favorecem um padrão de marcha mais estável e dinâmico. O treinamento na esteira pode ser realizado em associação com a fisioterapia, aumentando a velocidade e melhorando o ritmo da marcha, bem como a qualidade de vida dos indivíduos com doença de Parkinson.
- Exercícios para melhora da força e da flexibilidade: indivíduos com doença de Parkinson apresentam com frequência fraqueza nas pernas, que pode levar à dificuldade na marcha, instabilidade postural e risco aumentado de quedas. Treinamento para melhorar o fortalecimento da musculatura dos membros inferiores resulta em aumento da força muscular e, consequentemente, a marcha e a capacidade para mudar de posição, como passar de sentado para de pé e andar, também apresentam melhora.
Indivíduos com doença de Parkinson apresentam flexibilidade reduzida, principalmente do tronco e pescoço, adotando uma postura fletida. Com isso o equilíbrio pode ser prejudicado, assim como a realização de atividades do dia-a-dia que necessitem de tal mobilidade. Para melhorar a flexibilidade estão indicados exercícios específicos para aumento da mobilidade do tronco, relaxamento da musculatura e treinamento postural, trazendo bons resultados para o desempenho físico.
- Exercícios para melhora do condicionamento aeróbico: pessoas com doença de Parkinson apresentam função cardiopulmonar reduzida. Exercícios aeróbicos, por meio de caminhada ou treinamento na esteira, mostraram benefício na marcha e na qualidade de vida. E com qual frequência esses exercícios devem ser realizados?
Não existe uma regra padrão, pois a indicação da atividade e de sua frequência varia de pessoa para pessoa. Porém, com base nos diversos estudos já realizados, é recomendado que treinamento aeróbico seja feito pelo menos 5 vezes por semana com duração de 30 minutos se intensidade moderada, ou pelo menos 3 vezes por semana com duração de 20 minutos se a intensidade do exercício for elevada.
O fortalecimento muscular e exercícios para flexibilidade devem ser realizados pelo menos 2 vezes por semana, com a realização de 8 a 10 exercícios para aumento da força e pelo menos 10 minutos de técnicas de alongamento cada vez.
Em relação ao treinamento para equilíbrio, esse deve ser ajustado em relação às queixas do indivíduo e ao estágio da doença de Parkinson no qual se encontra.
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Parkinson: muito além dos tremores
Published março 31, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:a, Caus, cérebro, cuidados, doença, Einstein, Estimulo, estimulo cerebral, Fases da Doença, Idosos, mal, Mal de Parkinson, Parkinson, Prevenção, Qualidade de Vida, quedas, Saúde, segurança, tratamento
Até pouco tempo atrás, a Doença de Parkinson era associada basicamente aos tremores constantes que provoca no indivíduo. Durante muito tempo, inclusive, foi tida como uma doença dos sistemas motores, com sintomas também como rigidez e instabilidade postural. Hoje em dia, porém, sabe-se que outros sintomas merecem atenção, porque podem comprometer ou ser ainda mais prejudiciais à qualidade de vida do paciente.
Fadiga, risco de queda, distúrbios do sono, sintomas psiquiátricos – como depressão, ansiedade e até sintomas psicóticos e delirantes – sudorese excessiva, risco de engasgue e disfunção autonômica, como mal funcionamento do intestino e disfunção sexual, são alguns dos problemas que podem atrapalhar a vida do indivíduo com Parkinson.
“Nos últimos anos, vemos que um bom tratamento precisa fazer uma abordagem que contemple todos esses aspectos. Muitas vezes, o famoso tremor, que embora seja fisicamente mais evidente, é o que menos atrapalha a qualidade de vida desses indivíduos”, explica o neurologista do Einstein, Dr. Marcelo Calderaro.
“Não adianta tratar a parte motora e se esquecer dos outros sintomas. Muitos dos quais, inclusive, aparecem antes mesmo dos tremores ou do diagnóstico da doença, como a disfunção intestinal”, afirma o médico.
A causa do Parkinson
De acordo com outro neurologista do Einstein, Dr. Orlando Barsottini, a doença acontece por um processo neurodegenerativo em que o principal achado é a deficiência de um neurotransmissor chamado dopamina. “Esse neurotransmissor atua na integridade de um circuito de neurônios responsáveis pelos movimentos”, explica.
As fases da doença
A doença de Parkinson é dividida em três fases principais:
- Leve: o paciente apresenta sintomas leves e continua independente para suas atividades habituais.
- Moderada: ele mantém sua independência, mas passa a necessitar de ajuda ou apresenta limitações para atividades específicas.
- Avançada: o paciente começa a ter severas limitações para realizar atividades do seu dia a dia.
Esta última fase acontece geralmente após 10 a 15 anos de evolução da doença. É quando podem aparecer sintomas cognitivos e psiquiátricos relacionados ao Parkinson.
Tratamento
Além do atendimento por uma equipe multidisciplinar, que visa a diminuir os sintomas que atrapalham a qualidade de vida do paciente com a doença, o tratamento é basicamente com medicações.
No geral, elas dividem-se entre as que repõem a dopamina sinteticamente e as que inibem as enzimas que degradam a dopamina. “O trabalho das medicações é reequilibrar os níveis de dopamina no organismo”, afirma o Dr. Barsottini.
Estimulação cerebral
Reservada para casos específicos, a chamada Estimulação Cerebral Profunda pode ser uma das opções de tratamento para pacientes na fase moderada da doença.
Por meio do implante de um marca-passo e de eletrodos em regiões profundas do cérebro, a cirurgia geralmente é realizada para diminuir complicações motoras decorrentes tanto da evolução da doença quanto do uso crônico de medicamentos.
Dentre essas complicações, as mais incômodas são as chamadas discinesias, que são movimentos involuntários do corpo em geral associadas ao uso das medicações.
“Não é uma cirurgia curativa, mas apenas para diminuir esses sintomas. Ela deve ser encarada como mais uma opção de tratamento”, explica Dr. Barsottini.
O procedimento é indicado também para pacientes mais jovens com tremores incapacitantes ou para aqueles que não responderam adequadamente ao tratamento medicamentoso. Mas em geral não se indica a cirurgia para pacientes com menos de cinco anos de doença.
“Pacientes na fase avançada, com comprometimento cognitivo severo, não devem fazer a estimulação cerebral pelo risco de piora dos sintomas cognitivos que já possuíam”, acredita Dr. Barsottini.
Segurança e qualidade de vida
Reunimos algumas dicas importantes para manter a segurança e a qualidade de vida do paciente com Parkinson. Confira.
- Existe uma forte tendência de o indivíduo ficar cada vez mais parado e sedentário, o que não é bom. “Por mais óbvio que pareça, quanto mais parado ele ficar, mais parado ele vai ficar”, afirma o neurologista. A recomendação é que o indivíduo não deixe de se movimentar, porque a falta de movimentação piora a postura, o alongamento e até o risco de quedas.
- Alguns estudos apontaram que a prática de dança e de tai chi chuan, que trabalham o equilíbrio, diminuem o risco de queda.
- Uma preocupação muito importante é com o engasgue. Se o paciente com Parkinson tem lentidão para se alimentar e apresenta uma espécie de pigarro ou tosse depois de comer, ou mesmo se apresenta repetidas pneumonias, isto pode ser sinal de microaspiração e vale a pena uma avaliação mais detalhada. O objetivo é prevenir o engasgue e possíveis infecções pulmonares.
- Para indivíduos com problemas de deglutição, o atendimento por um fonoaudiólogo também é uma boa ideia.
- Existem também substâncias espessantes para serem colocadas em líquidos e ajudarem na deglutição.
- O paciente com Parkinson deve continuar fazendo tudo o que fazia antes da doença, com atenção dos cuidadores em relação à sua segurança. Essa prática tende a retardar as perdas de função.
- O risco de queda merece esforços e atenção. O médico precisa reconhecer este risco e recomendar, inclusive, intervenções ambientais, como a retirada dos tapetes da casa ou a colocação de barras que auxiliem a locomoção do paciente.
- O paciente deve usar sapatos bem firmes ao pé, evitando sandálias e chinelos, que facilitam as quedas.
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Dia Mundial da Tuberculose: Brasil investe no combate a doença
Published março 24, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:24 de março, abandono, Brasil, cuidados, doença, Fundação Bill e Melinda Gates, Genotype, GenXpert, Koch, média, Objetivos do Milênio, OMS, ONU, pais, Prevenção, Qualidade de Vida, rio de janeiro, risco, Saúde, Tuberculose
O Brasil avança em novos tratamentos de combate à tuberculose para atingir as metas estabelecidas dentro dos Objetivos do Milênio definidos pela ONU, depois de ter sido um precursor no método de diagnóstico de uma doença que mata 1,5 milhão de pessoas por ano no mundo.
O Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado anualmente em 24 de março, ganha um significado especial para os brasileiros neste ano em que são lembrados os 50 anos da morte do brasileiro Manuel Dias de Abreu, inventor da abreugrafia, uma das grandes contribuições do país à medicina mundial, que o levou a ser indicado ao Prêmio Nobel cinco vezes.
No entanto, o País que já foi uma referência no combate à doença ainda convive com ela, integrando a lista de 22 nações que concentram 80% dos casos no mundo, com cerca de 4.600 casos por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A redução dos casos detectados até 2015 é um dos requisitos brasileiros dentro dos Objetivos do Milênio, definidos no ano 2000 pela ONU.
No começo do século XX, a tuberculose era uma epidemia no país e não havia políticas de controle eficaz ou tratamento. “Cerca de 50% das pessoas que contraíam tuberculose morriam em dois anos, se a doença evoluísse. Hoje existe a perspectiva do tratamento”, explicou Miguel Aiub Hijjar, diretor do Centro de Referência Hélio Fraga, no Rio de Janeiro.
A descoberta de medicamentos veio nos anos 40 e o número de casos começou a reduzir, graças também à melhoria das condições de vida. Em 1936, o médico Manuel Dias de Abreu criou uma espécie de raio-X simplificado que oferecia um diagnóstico rápido e barato e que ficou conhecido como abreugrafia.
“A utilização do raio-X comum era dificultada pela falta de recursos que evitassem a contaminação”, explicou a especialista em história da tuberculose, Dilene dos Santos. “A abreugrafia virou exame diagnóstico de massas, principalmente nas décadas de 70 e 80, quando era requisitado na admissão a empregos”.
Atualmente, acredita-se que 1/3 da população mundial tenha tido contato com o bacilo de Koch, causador da tuberculose.
Esta semana, uma aliança global contra a tuberculose anunciou o primeiro teste clínico de um novo tratamento para a doença, tanto na forma clássica quanto nas resistentes aos antibióticos, que será realizado no Brasil, e em países como África do Sul e Tanzânia.
A Aliança Mundial para o Desenvolvimento de Medicamentos contra a Tuberculose (TB Alliance), financiada por governos e fundações como a Fundação Bill e Melinda Gates, indicou que uma nova combinação de drogas promete avanços.
Para Hijjar, os maiores desafios no tratamento são a sua associação com a Aids, que aumenta a incidência, a persistência da pobreza e o abandono do tratamento.
“A média de abandono no Brasil é de quase 11%, quando o aceitável é 5%”, afirmou.
O tratamento deve ser realizado durante seis meses e o abandono leva à resistência aos medicamentos. Na tuberculose multirresistente, se estende por dois anos ou mais.
Atualmente, as pesquisas avançam em três direções: na redução desse tempo, na busca por uma vacina recomendada para adultos e por diagnósticos mais rápidos e modernos, como o GenXpert e Genotype MTBDR plus, substituindo a tradicional baciloscopia, utilizada desde sua invenção, no século XIX.
Carlos Basilia, diretor do Fórum de ONGs Tuberculose RJ – que reúne mais de 200 organizações não-governamentais com diferentes áreas de atuação -, lembrou que a tuberculose ainda têm muitos estigmas.
“Há uma invisibilidade do problema e das pessoas com tuberculose, ao contrário da dengue, por exemplo”, afirmou.
Entre os sintomas da tuberculose, estão: tosse persistente há mais de 3 semanas, com presença ou não de catarro ou sangue, perda de apetite, emagrecimento, febre baixa no fim do dia e suores noturnos. Quando apresentado um desses sintomas, é aconselhável procurar o serviço de saúde para que seja feito um exame de escarro.
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Sintomas da Desidratação
Published março 21, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:100ml, água, Beba Água, beber, beber água, Campanha, cansaço, Chás, cuidados, desidratação, Dia Mundial da Água, envelhecimento, frutas, goles, hidratação, Insônia, Melancia, pele, Prevenção, Problemas Capilares, Qualidade de Vida, Saúde, Sucos naturais, vivamelhor, vivamelhoronline








