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Pacientes com Câncer Tem Direitos
Published fevereiro 4, 2014 Campanhas Leave a CommentTags:A.C. Camargo, beneficios, Camapnha, Cancer, cura, dia mundial do cancer, dicas, direitos, doença, Hospital, ICMS, IPI, IPVA, Isenção, Prevenção, Qualidade de Vida, Rodízio de Veículos, Saúde, vivamelhor, vivamelhoronline
SUS inicia vacinação contra HPV em meninas de 11 a 13 anos
Published janeiro 30, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:adolescentes, Alexandre Padilha, Cancer, Carla Domingues, Colo de ùtero, cuidados, Custos, doença, doenças, Estadão, HPV, meninas, Ministério da Saúde, noticia, Opas, Prevenção, Qualidade de Vida, risco, Saúde, SUS, Vacina
O Sistema Único de Saúde (SUS) começa a partir do dia 10 de março a realizar a vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) para as meninas de 11 a 13 anos. A vacinação terá como meta prevenir contra o câncer de colo de útero de 80% das 5,2 milhões de meninas que formam o público-alvo da campanha. A meta foi apresentada no dia, 22, pelo Ministério da Saúde, com a presença do atual ministro, Alexandre Padilha.
Para aumentar a eficácia, o ministério decidiu realizar a imunização das meninas em três doses. A primeira começará em março e será realizada em 36 mil salas de vacina do SUS e pelas escolas públicas e privadas. A segunda e a terceira doses, respectivamente aplicadas seis meses e cinco anos após a primeira vacinação, serão realizadas apenas pelo SUS. Esse esquema de dosagem espaçada é recomendado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e atualmente é usado por Canadá, Suíça, México e Colômbia.
A coordenadora do programa de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues, disse que a intenção de articular com as escolas o início da vacinação tem por objetivo garantir “uma alta cobertura”. Neste ano, a vacinação abrangerá meninas de 11 a 13 anos. No ano seguinte, de 9 a 11 anos e, em 2016, começará a ser realizada a partir dos 9 anos. Nesse período, se houver alguma menina que não tiver tomado a dose inicial e esteja dentro das idades de vacinação, ela poderá tomar a vacina.
Segundo o ministério, todos os estudos mostram que, quando a vacinação é feita na faixa etária de 9 a 13 anos, a produção de anticorpos para proteger a mulher do HPV tem maior intensidade. A pasta destacou ainda que as meninas têm iniciado sua atividade sexual a partir dos 13 anos, de modo que a vacinação vai proteger também os garotos que tiverem relações com elas.
As prefeituras e escolas terão liberdade para adotar também esquemas específicos de imunização. As adolescentes terão de apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. Os pais que não quiserem que suas filhas sejam vacinadas terão de assinar um termo de recusa.
O Ministro da Saúde disse acreditar que a adesão será grande. Padilha observou que o câncer de colo de útero tem a terceira maior incidência entre as mulheres brasileiras e é o quarto em mortes no País. Segundo ele, em algumas regiões do País, como no Norte, é o câncer mais letal para a população feminina. A vacina contra o HPV tem eficácia de até 98% contra o câncer de colo do útero. “O pai e a mãe têm que pensar, antes de mais nada, em proteger a sua futura mulher, ainda menina, contra o HPV”, afirmou Padilha.
Custos. O ministério vai investir R$ 1,1 bilhão para comprar 41 milhões de doses da vacina durante cinco anos. Para produzir a vacina, a pasta firmou uma parceria com a Merck e o Instituto Butantan, que vai receber no período tecnologia para se produzir as doses. Cada uma delas terá custo inicial de R$ 31,02. Segundo a pasta, é o menor preço no mercado mundial. No primeiro ano, o custo da vacinação será de R$ 465 milhões. Com a transferência de tecnologia, o ministério estima que economizará R$ 316 milhões.
A pasta vai lançar nos próximos dias uma campanha de conscientização sobre a vacina contra o vírus. “Nós teremos a maior campanha de vacinação do HPV no mundo, certamente”, aposta Alexandre Padilha. Desde o ano passado, o Distrito Federal e o Amazonas já aplicam a vacina contra o vírus para meninas. Mas os dois Estados se valem de estratégias de imunização diferentes da adotada pelo ministério.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.estadao.com.br/
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Farmacêuticos lançam campanha contra Automedicação
Published janeiro 22, 2014 Notícias , Vídeos Leave a CommentTags:automedicação, Brasil, Campanha, Conselho Federal de farmácia, cuidados, dados, Dorneim, Estadão, estatísticas, Instrução, Internações, intoxicação, Morte, Prevenção, Qualidade de Vida, risco, Saúde, Sinitox, video
Em uma ação inédita, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) lançou nesta segunda-feira, 20, quando é comemorado o Dia do Farmacêutico, uma campanha nacional contra a automedicação. Participam da ação os Estados de São Paulo, Santa Catarina, Bahia, Acre, Pará e o Distrito Federal.
A campanha foi embasada em uma ação fictícia de marketing realizada em São Paulo em dezembro do ano passado para o lançamento de um novo medicamento. Uma equipe do CFF simulou ser promotora de vendas de uma indústria farmacêutica falsa e distribuiu 4 mil caixas de um medicamento inexistente para as pessoas que passavam pelo local. Havia até o boneco gigante da caixa do remédio.
A embalagem do remédio falso, muito parecida com uma embalagem real, não tinha nome do fabricante nem o princípio ativo da medicação. Dentro, havia uma cartela com drágeas vazias e um alerta sobre os riscos da automedicação.
A ideia era exatamente alertar a população sobre os riscos do consumo de remédios sem indicação. Durante a ação, enquanto o falso promoter entregava o medicamento, uma outra pessoa da equipe preenchia um formulário, observando três questões básicas: 1 – a pessoa perguntou quem era o fabricante do remédio? 2 – perguntou se havia contraindicação? 3 – perguntou quais eram as indicações da medicação?
Os resultados são alarmantes: 85% das pessoas que receberam o remédio falso não perguntaram nada. Do total, 14,96% perguntaram para quê servia, menos de 1% questionaram se havia contraindicação e efeitos colaterais e só 0,35% perguntaram sobre o fabricante.
“Os dados demonstram que as pessoas entendem que o medicamento é um produto qualquer, sem riscos. Elas aceitam receber um remédio como se estivessem recebendo um pacote de bolachas”, avalia Pedro Menegasso, presidente do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP).
Internações. Segundo o CFF, nos últimos cinco anos o Brasil registrou quase 60 mil internações por intoxicação medicamentosa. Em 2010, segundo o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), 27.710 pessoas foram internadas. Somente no Hospital das Clínicas de São Paulo, são cerca de 600 ao mês.
Ainda segundo o Sinitox, os medicamentos ocupam a primeira posição entre os três principais agentes causadores de intoxicações em seres humanos, desde 1996. Menegasso diz que é preciso existir um processo de educação da população sobre os riscos do uso inadequado de medicamentos. A campanha do CFF vai durar o ano todo.
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Terapia Ocupacional na Promoção da Qualidade de Vida do Trabalhador
Published janeiro 17, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atividade, cuidados, ocupacional, Prevenção, Promoção de Qualidade, Promoção de Saúde, Qualidade, Qualidade de Vida, Saúde, saúde do trabalhador, Terapeuta, terapia, terapia ocupacional, Trabalhador, trabalho
O trabalho, hoje em dia, ocupa um espaço muito importante na vida de todos, ou seja, quase todo mundo trabalha, e uma grande parte de nossa vida é passada dentro do ambiente de trabalho. O trabalho possui importante valor em nossa sociedade e as pessoas começam a nele ingressar cada vez mais jovens.

Contudo, o trabalho determina, direta ou indiretamente ao indivíduo formas diferenciadas de adoecer e morrer. A qualidade de vida no trabalho tem sido uma preocupação constante do indivíduo, visto que sua satisfação dependerá da capacidade de realização de todo seu potencial de imaginação, iniciativa e habilidades no trabalho.
Assim como o trabalho pode trazer satisfação ao indivíduo, também pode ser fonte de adoecimento se não proporcionar ao trabalhador adequadas condições de trabalho, podendo acarretar várias doenças ocupacionais.
A Terapia Ocupacional em saúde do trabalhador apresenta-se como uma ciência que realiza um trabalho integrado com outras ciências relacionadas à saúde, onde o Terapeuta Ocupacional está apto a compreender as relações saúde-sociedade, como também as relações de exclusão-inclusão social, considerando as realidades regionais e as prioridades assistenciais, buscando a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e orientando a participação dos mesmos em atividades selecionadas para facilitar, restaurar, fortalecer e promover a saúde.
Dentre as diversas ciências podemos citar ainda a ergonomia, onde a Terapia Ocupacional possui amplas possibilidades de usar seus conhecimentos, tendo como diretrizes básicas de seu trabalho o conhecimento da dinâmica e filosofia do meio a intervir, o vínculo entre o meio e o seu conhecimento técnico-científico e a avaliação das problemáticas do ambiente de trabalho (problemas estruturais, organizacionais, pessoais – individuais, tecnológicas e outros) e do trabalhador (avaliação física, mental, social e profissional).
A intervenção Terapêutica Ocupacional se desenvolve através de atividades terapêuticas com enfoque educativo, preventivo, curativo ou reabilitador em uma abordagem individual ou grupal objetivando possibilitar a redução da fadiga, do cansaço, desgaste do trabalhador, acidente de trabalho e o absenteísmo e aumentar o conforto, a motivação, a produtividade, a rentabilidade e a satisfação com o seu trabalho, entre outros.
A Terapia Ocupacional utiliza como tratamento a ocupação, trazendo assim, muitos benefícios aos indivíduos, como por exemplo, estimular seus interesses, seus pensamentos, suas reflexões, sendo esta uma forma de tratamento mais durável e eficaz, levando em conta, principalmente, as necessidades físicas, mentais e sócio-culturais de cada indivíduo.
A Terapia Ocupacional já vem desenvolvendo suas atividades em empresas nos mais diversos programas que visam a saúde do trabalhador propiciando a melhoria da produtividade, das condições de trabalho, do desempenho profissional por parte do funcionário.
A Terapia Ocupacional utiliza-se de técnicas associadas às atividades com o objetivo de estimular a participação bio-psico e social do indivíduo. Entre essas técnicas estão as atividades lúdicas, laborativas e/ou reeducativas, atividades artesanais, artísticas, corporais, lazer, cotidianas, sociais e culturais, dependendo do objetivo do tratamento (primário, secundário ou terciário).
No Nível Primário ou Preventivo o Terapeuta Ocupacional busca analisar o processo de trabalho, conhecendo detalhadamente a função de cada trabalhador sugerindo aos responsáveis pela empresa ou instituição, quando necessário, a modificação no processo do mesmo (ambiente, organização, rotina, mobiliário, etc).
Este trabalho é realizado sob a supervisão do Terapeuta Ocupacional no ambiente de trabalho e sob a forma de palestras educativas, informativas, conscientizando o funcionário sobre a importância do uso dos equipamentos de proteção individual (EPI), sobre patologias relacionadas ao trabalho e de uma postura adequada na realização do mesmo.
Neste nível o Terapeuta Ocupacional utiliza-se de um programa de atividades terapêuticas como ginástica laboral, dinâmicas de grupos, exercícios de alongamento e relaxamento visando a prevenção ou diminuição de acidentes e doenças ocupacionais, promovendo uma melhor relação interpessoal (trabalhadores x trabalhadores, trabalhadores x empresa), proporcionando momentos de satisfação, recarga do potencial energético, lazer e auto-conhecimento, aumentando assim a produtividade, a motivação, a diminuição do absenteísmo e vencer situações geradoras de stress.
No Nível Secundário ou Curativo o Terapeuta Ocupacional realiza uma avaliação do trabalhador, observando aspectos como dor, limitação da amplitude de movimento (ADM), presença de encurtamentos, força muscular (FM), coordenação motora e níveis de stress, objetivando o interesse pela atividade que exerce, trabalhando os aspectos alterados através do processo terapêutico individual e/ou grupal, utilizando atividades auto-assistidas, ativas e ativo-resistidas, atividades auto-expressivas, lúdicas, artesanais, alongamentos, relaxamentos, além de orientações para as atividades de vida diária e de vida prática.
Quando o trabalhador se encontra neste nível deve ser afastado do trabalho ou remanejado para realizar outra atividade. No processo Terapêutico Ocupacional, devemos proporcionar ao homem não só a recuperação do corpo, naquilo que for possível, mas antes de tudo de si mesmo.
No Nível Terciário ou Reabilitador o Terapeuta Ocupacional trabalha aspectos alterados, contribuindo para a prevenção de deformidades e para a manutenção da capacidade residual, promovendo, quando necessário a troca de lateralidade, indicando junto ao trabalhador e à equipe uma nova função (readaptação/remanejamento), ou a indicação de órteses ou próteses que facilitem o desempenho das diversas atividades como as atividades de vida diária (AVD) e atividades de vida prática (AVP), o Terapeuta Ocupacional acompanha cada trabalhador a nova e/ou antiga função.
O trabalho humano sempre foi uma atividade altamente valorizada pela Terapia Ocupacional a ponto de ser quase comparado a um remédio, a algo benéfico em si mesmo. A inserção do homem no mundo do trabalho acaba por ser um dos principais objetivos nas intervenções, ajudando a sustentar por muito tempo na história da Terapia Ocupacional a idéia de que o homem saudável é aquele que trabalha, aquele que é útil e produtivo do sistema econômico vigente.
A saúde do trabalhador é uma área em que a Terapia Ocupacional vem desenvolvendo, contribuindo, conscientizando e obtendo resultados satisfatórios, com o trabalho preventivo, curativo e reabilitador, sendo uma ciência em ascensão, construindo e instrumentalizando a autonomia social e a qualidade de vida do trabalhador.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.profala.com/
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Verão Saudável 2014
Published janeiro 16, 2014 Campanhas Leave a CommentTags:alimentação, beber água, calculo renal, calor, calor intenso, Campanha, Cálculos Renais, dicas, diminuir o sal, formação, Golden Stern, hidratação, líquidos, pedra nos rins, pedras nos rins, Qualidade de Vida, risco, riscos, Saúde, sol forte, verão, vivamelhor, vivamelhoronline
Luta Contra Pólio
Published janeiro 16, 2014 Eventos , Notícias 1 CommentTags:Ação, Campanha, cuidados, doença, doenças, Fundação, Luta Contra a Pólio, Melinda Gates, Mortes, mundo, Países Subdesenvolvidos, paises em desenvolvimento, parceria, Poliomelite, Prevenção, Qualidade de Vida, riscos, Rotary, Saúde, vacinação
Quanto custa erradicar a pólio
São necessários mais de US$ 1 bilhão por ano em doações para financiar a fase final de erradicação da poliomielite (visite polioerradication.org para os números mais atualizados). Esse custo deve diminuir conforme a transmissão do vírus selvagem vai sendo interrompida nos quatro países ainda endêmicos e os surtos da doença em países antes livres da pólio vão reduzindo. O orçamento para a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio é revisado trimestralmente para refletir mudanças em epidemiologia e as contribuições feitas ao programa pelo Rotary e outros doadores.
Conheça mais sobre o projeto aqui: http://www.endpolio.org/docs/
No Dia Mundial de Combate à Pólio, 24 de outubro, durante o evento do Rotary, em Lisboa.
A Convenção do Rotary International em Lisboa foi o palco para o anúncio de um novo capítulo da parceria Rotary-Fundação Bill e Melinda Gates.
“A partir de agora a Fundação Gates fará equiparação de 2:1, até um máximo de US$35 milhões por ano, para cada dólar que o Rotary destinar ao fechamento da lacuna de financiamento para completar a erradicação da pólio até 2018”, disse Jeff Raikes, CEO da Fundação Gates, durante a sessão plenária de 25 de junho em vídeo pré-gravado. “Isto significa que podemos chegar a mais de $500 milhões com as doações do Rotary e a nossa equiparação.”
O anúncio não poderia ter ocorrido em hora mais propícia para a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio. O custo estimado do plano estratégico 2013-18 para o fim da pólio é $5,5 bilhões. Os termos de compromisso anunciados na Cúpula de Vacinação Global em abril totalizam $4 bilhões. Se a lacuna de financiamento de $1,5 não for fechada, as atividades de imunização em países afetados pelo vírus cairão. Isto sem contar que se a poliomielite voltar, mais de 200.000 crianças no mundo todo ficarão paralíticas anualmente dentro de uma década. Mas isto não se transformará em realidade se depender do Rotary e da Fundação Gates.
“Nós combinaremos o poder de networking do Rotary com os nossos recursos e, junto com os demais parceiros da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, daremos fim a uma doença e mudaremos a saúde pública para sempre”, afirmou Raikes.
Em 2007 a Fundação Gates fez uma doação-desafio ao Rotary de $100 milhões, a qual aumentou para $355 milhões em 2009. O Rotary concordou levantar $200 milhões para equiparar parcialmente a doação até 30 de junho de 2012, e o total chegou a $228,7 milhões.
A atriz Archie Panjabi, embaixadora do Rotary para a erradicação da pólio, falou sobre os dois anos que passou na Índia durante sua infância, lembrando das crianças que tinham que se rastejar pelas ruas por não terem uso das pernas. Esta lembrança sempre a atormentou. Quando foi convidada em 2011 para participar da campanha “Falta Só Isto” do Rotary, ela viu nisto uma excelente forma de contribuir para a luta contra a doença.
John Germ, vice-chair da Comissão Internacional Pólio Plus, pediu para os rotarianos motivarem seus amigos e conhecidos de fora do Rotary a doarem à causa. Ele apresentou o rotariano da Nigéria, Sir Emeka Offor, que doará US$1 milhão ao Pólio Plus. Em workshop do dia anterior, o nigeriano mencionou que sua origem humilde o motiva a doar. “Espero que meu exemplo seja seguido e a Nigéria fique livre desta moléstia em breve.”
O chair do Conselho de Curadores da Fundação Rotária, Wilfrid Wilkinson, falou dos excelentes trabalhos da entidade e mencionou a decisão de outorgar subsídios para trabalhos voluntários tomada na década de 60 pelos líderes do Rotary de então.
“Graças àquela decisão todos nós podemos nos orgulhar destes 50 anos de transformações que operamos no mundo através da Fundação, e podemos já aguardar ansiosos o que está por vir, um mundo sem pólio”, disse Wilkinson.
O coreano Dong Kurn Lee, que substituirá Wilkison à frente do Conselho de Curadores, anunciou quatro metas da Fundação para 2013-14, começando com a erradicação da paralisia infantil.
“Na Coreia dizemos que depois da tempestade vem calmaria e felicidade. Nossa cruzada contra a paralisia infantil não tem sido fácil, mas quando obtivermos o certificado de erradicação teremos conquistado algo maravilhoso. Por isso a erradicação da pólio é a meta número um da Fundação.”
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando os sites: https://www.rotary.org/ e http://www.endpolio.org
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Demência: o que fazer para evitar um desastre global
Published janeiro 13, 2014 Notícias , Qualidade de Vida 1 CommentTags:alzheimer, atividade, BBC Brasil, Brasil, British Geriatrics Society, cuidados, demência, desastre global, Diagnósticos, doença, G8, Irlanda, Minimizar, mundo, Pesquisa, Prevenção, Problema, Qualidade de Vida, Queen's University Belfast, risco, riscos, Saúde, sintomas, tratamento
A cada quatro segundos, uma pessoa é diagnosticada com alguma forma de demência no mundo. Calcula-se que o número de casos cresça dos 44 milhões atuais para 135 milhões em 2050. A demência já custa ao mundo US$ 604 bilhões por ano.
O termo demência é usado para descrever quadros médicos em que ocorre a perda – temporária ou permanente – das capacidades cognitivas de um indivíduo. Há múltiplas causas, entre elas, disfunções metabólicas, infecções, desnutrição ou doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer.
Nesta semana, representantes do G8 – as oito maiores economias do planeta – se reunirão em Londres para discutir formas de lidar com o problema. O governo britânico, que ocupa a presidência rotativa do G8, anunciou nesta quarta-feira que está dobrando a verba dedicada à pesquisa sobre demência para 132 milhões de libras (mais de meio bilhão reais) até 2015.
Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde em 2012, o Brasil é o nono país do mundo com o maior número de casos, com 1 milhão de pacientes com demência.
A BBC perguntou a especialistas da área quais seriam suas prioridades se recebessem os fundos necessários e carta branca para lidar com o problema.
Antecipar diagnósticos
No dia em que seu médico lhe diz que você tem demência, você pode pensar que está vivendo o estágio inicial do problema. No entanto, não é o caso.
O processo de morte das células do cérebro tem início entre dez e 15 anos antes de que os problemas de memória se tornam aparentes. Ou seja, quando o paciente faz o teste de memória e recebe o diagnóstico, ele já está sofrendo da doença há pelo menos dez anos. A essa altura, um quinto dos principais centros de memória do cérebro já estão mortos.
Para alguns especialistas, isso talvez explique a ausência de êxito em testes com medicamentos para tratar o problema: eles estão tentando tratar a doença quando já é tarde demais. O foco na antecipação do tratamento “é absolutamente essencial nas pesquisas”, disse o neurologista Nick Fox, do National Hospital for Neurology and Neurosurgery, em Londres.
Já houve algum progresso. Agora já é possível ver algumas das proteínas associadas ao Mal de Alzheimer em tomografias do cérebro, mas o desafio é usar esses recursos para prever o desenvolvimento da demência. “Houve imensos avanços em tecnologias que produzem imagens so cérebro. Vivemos uma nova era e isso é muito empolgante”, disse Fox.
Outros métodos estão sendo investigados, como, por exemplo, técnicas que identificam a presença, no sangue de uma pessoa, de substâncias químicas que ofereçam indícios do desenvolvimento futuro da demência. Outro ponto que os pesquisadores ressaltam é que há vários tipos de demência.
O Mal de Alzheimer, a demência vascular e a demência com Corpos de Lewi têm sintomas similares, mas talvez requeiram tratamentos diferentes.
Interromper mortes de células
Não há remédios capazes de interromper nem desacelerar o progresso de qualquer forma de demência. Havia muita esperança em duas drogas para tratar o Mal de Alzheimer – Solanezumab e Bapineuzumab – mas elas fracassaram nos testes. Os experimentos sugerem, no entanto, que existe uma pequena chance de que a droga Solanezumab surta efeito em pacientes em estágios bem iniciais da doença.
Uma nova série de testes está sendo feita em pacientes com demência moderada. “Se o Solanezumab tiver efeito sobre casos moderados de Mal de Alzheimer, então o caminho seria dar (a droga) cada vez mais cedo”, disse Eric Karran, diretor de pesquisas da ONG britânica Alzheimer’s Research UK.
Alcançar a cura é, obviamente, o sonho de todo especialista nesse campo. Mas retardar a evolução da demência já traria um impacto gigantesco. Segundo cálculos, se conseguíssemos atrasar em cinco anos o desenvolvimento da doença, já cortaríamos pela metade o número de pessoas vivendo com demência.
Drogas para sintomas
Existem algumas drogas que ajudam as pessoas a viver com os sintomas da demência, mas não são suficientes. Há medicamentos capazes de aumentar as sinalizações químicas entre as células do cérebro que sobreviveram. Mas o mais recente medicamento desse tipo, Memantine, foi aprovado em 2003 nos Estados Unidos. Desde então, não apareceu nenhum outro.
O médico Ronald Petersen, diretor do Alzheimer’s Disease Research Centre na Mayo Clinic, Estados Unidos, disse à BBC: “Isso é terrível quando você leva em conta os bilhões que foram investidos nessa doença”.
“Existem 44 milhões de pessoas com Mal de Alzheimer e também temos de tratá-las” (além de encontrar uma cura). “Precisamos desenvolver drogas para tratar os sintomas e retardar o progresso da doença, como fazemos com (pacientes que sofreram) ataques cardíacos”.
Minimizar riscos
Você quer cortar radicalmente suas chances de desenvolver câncer de pulmão? Não fume. Quer evitar um ataque cardíaco? Faça exercícios e adote uma dieta saudável. Mas se quiser evitar demência, não há respostas definitivas. A idade é o maior fator de risco.
Na Grã-Bretanha, uma em cada três pessoas com idade acima de 95 anos tem demência. Há indícios de que exercícios regulares e dieta saudável tenham efeitos positivos em prevenir ou retardar o desenvolvimento da demência. Mas ainda não se sabe com clareza de que forma o histórico familiar, o estilo de vida e o meio-ambiente se combinam para que um indivíduo tenha ou não demência.
O geriatra Peter Passmore, da British Geriatrics Society e da Queen’s University Belfast, na Irlanda do Norte, disse que o melhor conselho até agora é: “Manter o coração saudável para evitar danos ao cérebro”. “Evite a obesidade, não fume, faça exercícios regularmente, controle a pressão sanguínea, o açúcar e o colesterol.” “Isso tem poucas chances de fazer mal e pode até fazer bem!”
Como cuidar eficazmente
A demência tem custos imensos para a sociedade, mas as contas médicas respondem por uma porção pequena da custo total. O custo real está no tempo passado em casas para idosos e na renda perdida por familiares que abandonam seus empregos para cuidar de parentes doentes.
As pesquisas também precisam ser direcionadas para a busca da melhor maneira de se cuidar de pacientes com demência. E também de preservar a independência do paciente pelo maior tempo possível. Estudos já mostraram que a ingestão de remédios antipsicóticos pode ser cortada pela metade se equipes que trabalham com os pacientes receberem o treinamento adequado.
Doug Brown, da Alzheimer’s Society, disse que talvez um dos campos mais fáceis de pesquisa sobre demência seja o estudo de como cuidar dos pacientes. “Podemos fazer muitos estudos sobre a assistência e os cuidados que oferecemos às pessoas com demência hoje para que vivem da melhor forma possível”.
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Vitamina E em alta dose pode ser benéfica para pessoas com Alzheimer inicial
Published janeiro 10, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:acompanhamento, alzheimer, Alzheimer Inicial, Danis Evans, doença, Doença Cronica, EUA, Folha de SP, Maurice Dysken, Medicação, Pesquisa, Prevenção, Qualidade, Qualidade de Vida, risco, Saúde, tratamento, Universidade de Minnesota, Vitamina E, vitaminas
A vitamina E ajuda pessoas com alzheimer? Por anos, cientistas vêm tentando descobrir se isso é verdade, imaginando que as propriedades antioxidantes da vitamina pudessem ser benéficas. Mas os resultados de testes clínicos têm sido conflitantes e, depois de um estudo que mostrou que altas doses de vitamina E podem aumentar o risco de morte, cautelosos.
Agora, um novo estudo sugere que a suplementos de vitamina E podem ser bons para algumas pessoas com alzheimer. O benefício não foi enorme, mas para uma doença devastadora e que quase não responde a tratamentos, já foi notável.
O trabalho, publicado no ultimo dia (1) no “Jama”, revista da Associação Médica Americana, mostrou que, por pouco mais de dois anos, uma dose alta de vitamina E retardou o declínio de pessoas com alzheimer leve a moderado em cerca de seis meses.
A vitamina não atrasou a deterioração cognitiva ou de memória. Mas pareceu proteger, ao menos temporariamente, algo que os pacientes consideram especialmente valioso: sua habilidade de realizar atividades do dia a dia como se vestir e se alimentar sozinhos.
Em comparação com participantes do estudo que tomaram placebo, os que usaram a vitamina precisaram de menos horas de ajuda de seus acompanhantes a cada dia. “Será que isso vai alterar dramaticamente a vida de pacientes com alzheimer? Isso não está claro”, afirmou Scott Small, diretor do centro de pesquisa sobre alzheimer na Universidade Columbia, nos EUA, que não esteve envolvido com o estudo. “Mas pode melhorar a capacidade dos pacientes de tomar banho e se vestirem sozinhos.”
Nesse estudo, a dose alta (2.000 UI por dia) de vitamina E pareceu segura. Muitos médicos pararam de recomendar a vitamina aos pacientes com alzheimer após uma análise publicada em 2005 ter sugerido que as altas doses poderiam aumentar o risco de morte.
Esse análise havia estudado pessoas com diversas doenças, não só alzheimer.
“Estávamos preocupados com a segurança e não achamos nenhum problema”, afirmou Maurice Dysken, professor de psiquiatria da Universidade de Minnesota, que liderou o novo trabalho.
Mesmo assim, especialistas, incluindo os autores, afirmam que o novo estudo não significa que doses altas de vitamina E devam ser usadas por qualquer um com demência ou por pessoas querendo evitá-la.
O estudo mostrou benefício só em pessoas com mal de Alzheimer leve ou moderado. Mas outras pesquisas mostraram que a vitamina E não retardou o avanço da demência em pessoas sem sintomas ou com distúrbio cognitivo leve, que pode preceder o mal de Alzheimer.
Danis Evans, professor de clínica médica na Universidade Rush e que escreveu um editorial acompanhando o estudo no “Jama”, alertou sobre possíveis extrapolações erradas dos resultados para qualquer pessoa que não se encaixe no grupo estudado na pesquisa. “Isso significa que todos nós que não queremos desenvolver alzheimer devemos correr e comprar um vidro de vitamina E? Por favor, não.”
O estudo em si envolveu 613 veteranos de guerra, a maioria homens, nos EUA. Eles já tomavam medicação contra alzheimer.
Um grupo recebeu 2.000 UIs de vitamina E por dia, muito mais do que a quantidade disponível em um suplemento comum. Outros grupos receberam memantina (uma droga contra demência), vitamina E mais memantina ou placebo.
“Esperávamos que a memantina e a vitamina E mostrassem benefícios e que a combinação tivesse o efeito dobrado”, afirmou Dysken.
Isso não aconteceu.
Só a vitamina E mostrou efeito significativo. A memantina foi igual ao placebo quanto à redução do declínio e a combinação com a vitamina E também não funcionou.
A vitamina E ajudou as pessoas a reter suas habilidades de realizar tarefas do dia a dia por mais tempo, mas não reduziu seu declínio cognitivo, maior característica do alzheimer.
Habilidades funcionais entram em declínio por uma série de razões ligadas ao envelhecimento, não necessariamente o alzheimer.
A maioria dos especialistas afirma que um tratamento realmente eficaz deve melhorar a habilidade funcional e a cognição.
Mesmo assim, Evans e outros médicos afirmam que os clínicos devem agora pensar em discutir o uso da vitamina com os pacientes com alzheimer leve e moderado. “Duas mil unidades é muito. É preciso ter o acompanhamento de um médico”, afirmou Evans.
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Câncer do colo do útero mata no Norte do Brasil como na Índia
Published janeiro 9, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:2011, Amazonas, ìndia, Brasil Estatisticas, Cancer, cãncer de colo do útero, Colo de ùtero, cuidados, dados, Diferenças Regionais, doença, Estado, estatísticas, HPV, IDH, mortalidade, Mortes, Norte do Brasil, Pesquisa, Prevenção, Qualidade de Vida, Remedios, risco, Saúde, tratamento
Os dados sobre o câncer do colo do útero revelam “Brasis” muito diferentes. No Norte, o país tem taxas de mortalidade semelhantes às da Índia e de Bangladesh. No Sudeste, o Brasil está próximo dos Estados Unidos.
Embora tenha perdido força no Brasil como um todo, essa doença evitável é o tipo mais frequente de câncer entre as mulheres do Norte. E é o segundo mais frequente entre as do Nordeste e Centro-Oeste –sempre excluído o tumor de pele não melanoma.
Segundo especialistas, as taxas são o reflexo da falta de amparo. “É o câncer da pobreza. Só morre quem não tem acesso a ginecologista e a um bom laboratório [de análise do papanicolaou]”, diz Sérgio Bicalho, coordenador do programa de prevenção do câncer do colo do útero e de mama da secretaria de saúde de Minas Gerais.
Os mineiros têm a taxa de mortalidade mais baixa pela doença no país. Os registros mais altos estão nos Estados do Amazonas, Maranhão, Amapá e Acre.
Os números da região amazônica mostram a dificuldade de acesso à prevenção, diz Edson Andrade, diretor-presidente da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas.
Segundo ele, não é incomum um barco viajar quilômetros para diagnosticar quatro ou cinco mulheres de uma comunidade.
Andrade conta que o Estado deve criar nove polos regionais de oncologia, ampliando o acesso ao diagnóstico precoce. O Amazonas já instituiu a vacina contra o HPV em 2013 e estuda adotar um exame mais caro, mas mais rápido e seguro.
No país, a taxa de mortalidade é 4,14 por 100 mil –ou 4,66 com correções para comparação internacional e 7,13 se ajustada de acordo com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Mesmo o índice nacional é alto, diz Marcos Moraes, presidente do conselho de curadores da Fundação do Câncer e ex-diretor do Inca. “As taxas variaram muito pouco [nos últimos anos], os gestores apresentam como se o problema estivesse resolvido. E absolutamente não está.”
O câncer do colo do útero está ligado ao HPV, vírus transmitido sexualmente. Parte das mulheres infectadas desenvolve lesões precursoras do câncer. Se forem tratadas, é possível prevenir a doença em 100% dos casos.
Tanto Moraes quanto Bicalho sustentam que a solução passa longe de investimentos milionários. Está, dizem, na capacitação de quem faz o papanicolaou, de quem avalia o material no laboratório e na organização do serviço para chegar até a mulher.
Helvécio Magalhães, secretário de atenção à saúde do Ministério da Saúde, lista ações da pasta para reverter o problema, como o reforço no número de serviços e equipamentos no Norte e no Nordeste e a ampliação das vagas de especialização de médicos nas regiões.
Em outro braço, o governo federal passará a ofertar a vacina contra o HPV na rede pública de saúde em 2014. Os impactos dela, no entanto, só virão em décadas.
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Hemofílico não, Pessoa com Hemofilia sim
Published janeiro 3, 2014 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alteração genética, Alteração hereditária, causa, Coagulação, cuidados, defeito, Hemofílico, Hemofilia, Hemofilia Brasil, Morte, Qualidade de Vida, quando tratar, Saúde, Sangue, sintomas, tipos de hemofilia, tratamento
O que é hemofilia?
A hemofilia é uma alteração genética e hereditária no sangue, caracterizada por um defeito na coagulação.
O sangue é feito por várias substâncias, onde cada uma tem uma função. Algumas delas são as proteínas chamadas fatores da coagulação, que ajudam a estancar as hemorragias. Esses fatores são numerados, em algarismos romanos (I a XIII) e trabalham como uma equipe, onde cada um tem seu momento de ação, passando instruções ao seguinte.
A pessoa que tem hemofilia não possui um dos fatores em quantidade ou qualidade suficiente para exercer suas funções. Por isso, o sangue da pessoa com hemofilia demora mais para formar um coágulo e, quando este se forma, não é capaz de fazer o sangue parar de escorrer pelo local da lesão.
Quais são os sintomas da hemofilia?
Os sintomas da hemofilia são os sangramentos, principalmente dentro das juntas e dos músculos.
As pessoas com hemofilia grave têm hemorragias espontâneas, ou seja, repentinas e sem causa aparente. As simples atividades normais da vida diária como caminhar e correr podem produzir hemorragias. As hemorragias espontâneas geralmente acontecem nas partes do corpo onde há muita atividade e esforço, principalmente nas juntas (articulações). Essas lesões são chamadas de “hemartroses”. Os joelhos e tornozelos são frequentemente atingidos por hemorragias, porque suportam grande parte do peso do corpo. Outras juntas (articulações) podem também ser atingidas, como cotovelo, quadril, ombro etc.
Outros locais que podem apresentar sangramento espontâneo são: a pele, os músculos e as mucosas (revestimento que cobre os orifícios naturais, como a boca). Manchas roxas na pele são chamadas equimoses. Se ocorrerem no tecido subcutâneo (camada de gordura abaixo da pele) e nos músculos, gerando coleções de sangue, são chamados hematomas.
Alguns hematomas são de alto risco, pois podem levar a problemas graves, como na língua, pescoço, antebraço, panturrilha e no músculo íleo-psoas. Os sintomas dos sangramentos nos músculos e juntas são: dor, inchaço e parada do movimento no local atingido (braço ou perna, por exemplo).
Os sangramentos após extração dentária são também importantes e devem ser prevenidos e acompanhados por profissionais experientes em hemofilia.
É importante lembrar que quando uma pessoa com hemofilia se machuca, não sangra mais rápido do que uma outra sem hemofilia, apenas fica sangrando durante um tempo maior e pode recomeçar a sangrar vários dias depois de um ferimento ou de uma cirurgia. Os cortes ou hematomas superficiais não causam maiores problemas, em geral.
Existem dois tipos de hemofilia:
Hemofilia A, que é a mais comum e representa 80% dos casos, ocorre pela deficiência do Fator VIII (FVIII).
Hemofilia B – ocorre pela deficiência do Fator IX (FIX).
Há pessoas com deficiência de outros fatores, o que é mais raro.
Qual é a causa da hemofilia?
A hemofilia é causada por uma mutação, que é uma mudança no material genético no cromossomo – estrutura em forma de fita que fica dentro das células humanas e que contém a informação genética que é passada através das gerações. O gene que causa a hemofilia está localizado no cromossoma X.
Onde devo procurar tratamento?
O Centro de Tratamento de Hemofilia (CTH).
Os Centros de Tratamento de Hemofilia (CTH), Serviços ou Unidades de Hemofilia são centros especializados em proporcionar tratamento multidisciplinar (com profissionais de várias áreas) para pessoas com distúrbios hemorrágicos. Há vários CTH no Brasil e a maioria deles está nos Hemocentros, alguns em hospitais universitários ou outros (veja lista com endereço dos CTH em todo o Brasil no final desse livreto).
Os CTH tem em um mesmo lugar diagnóstico e acompanhamento por profissionais capacitados e experientes. Os CTH mais completos têm médicos hematologistas, ortopedistas, fisiatras, enfermeiros dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros, além de dispensarem os fatores de coagulação, que no Brasil são adquiridos pelo Ministério da Saúde. A Federação Mundial de Hemofilia aconselha que o atendimento à pessoa com hemofilia seja feito por uma equipe multidisciplinar, já que se sabe que com essa abordagem os pacientes vivem mais e melhor.
O que é concentrado de fator de coagulação?
O concentrado do fator de coagulação ou “fator” é o fator concentrado transformado em pó. É diluído com água destilada para ficar líquido de novo e aplicado na veia.
Alguns concentrados de fatores são derivados do plasma, feitos a partir do sangue humano de doadores de sangue. Outros são fatores recombinantes, feitos em laboratório e não que contém sangue humano.
Algumas pessoas com hemofilia leve têm uma outra opção de tratamento que é o DDAVP – Desmopressina – medicação sintética, que não é derivada do sangue. O médico que acompanha o caso deverá orientar se é indicado usar o DDAVP.
Quando tratar?
Você deve ser tratado o mais rapidamente possível após uma lesão; se receber o fator logo após ter começado um sangramento, irá parar mais rapidamente e menos sangue terá para ser reabsorvido. Desta forma você voltará a sua rotina normal mais rapidamente. Se há uma dúvida sobre tratar uma hemorragia ou não, sempre decida pelo lado do tratamento: na dúvida, use fator.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hemofiliabrasil.org.br
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