Archive for the 'Longevidade' Category



Cuidados especiais para quem utiliza a voz profissionalmente

Os profissionais da voz são todos os indivíduos que tem como seu instrumento de trabalho a VOZ, ou seja, dependem da voz para exercer a sua profissão.

Os chamados profissionais da voz são: Cantores, Atores, Professores, Pastores e Padres, Advogados, Juízes, Promotores, Repórteres, Radialistas, Operadores de telemarketing, Leiloeiros, Políticos, Dubladores, Vendedores, etc.

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A voz é algo tão característico e importante como a nossa própria fisionomia e impressão digital ela varia de acordo com o sexo, idade, profissão, personalidade, estado emocional e a intenção que a usamos. É através da nossa voz que expressamos nossos sentimentos, emoções, idéias e pensamentos. Ela também mostra quem nós somos, além de conseguimos nos comunicar com outras pessoas só utilizando a voz, como por exemplo em uma conversa ao telefone, e seremos compreendidos perfeitamente.

A voz é produzida a partir do ar que saí dos pulmões, passa pela laringe, onde estão localizadas as pregas vocais, as mesmas no momento da expiração, aproxima-se e vibram, produzindo assim o som. Este som, que de início é baixo e fraco, será amplificado pelas cavidades de ressonância (que são a faringe, boca e nariz). Após amplificado, o som será articulado na cavidade oral , por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.

Todos precisam ter cuidados com a voz, mas para quem utiliza a voz profissionalmente, é preciso ter alguns cuidados vocais essenciais, com isso é possível manter a integridade vocal. Vejamos alguns destes cuidados :

    • DEVE-SE BEBER, EM MÉDIA DOIS (2) LITROS DE ÁGUA POR DIA, de preferência em temperatura ambiente.
    • DURANTE A ATIVIDADE VOCAL, DEVE-SE BEBER ALGUNS GOLES DE ÁGUA, para umidificar a garganta. A água deve estar em temperatura ambiente, para que não ocorra o choque térmico.
    • EVITAR QUALQUER TIPO DE COMPETIÇÃO SONORA
    • EVITAR BEBIDAS ALCOÓLICAS  pois o álcool tem um efeito anestésico, assim provoca a diminuição da sensibilidade, é onde na maioria das vezes ocorre um abuso vocal, lesando as pregas vocais.
    • EVITAR GRITAR E TOSSIR, pois provoca um intenso atrito nas pregas vocais, podendo lesioná-las
    • NÃO FUMAR, a fumaça irrita a mucosa da laringe, acumulando secreções nas pregas vocais, e o ressecamento da mesma mucosa.
    • EVITAR O AR CONDICIONADO, pois provoca o ressecamento das mucosas, alterando a vibração das pregas vocais. Se não for possível evitar o ar condicionado, procure sempre beber água, durante todo o tempo que estiver exposto a ele.
    • EVITAR O CONSUMO DE LEITE, CHOCOLATE E SEUS DERIVADOS ANTES A INTENSA ATIVIDADE VOCAL, pois esses alimentos aumentam a secreção de muco no trato vocal.
    • PROCURE CONSUMIR ALIMENTOS FIBROSOS, como maçã, que é um adstringente, ou seja, agem limpando a boca e faringe
    • PROCURE INGERIR SUCOS E FRUTAS CÍTRICAS
    • PROCURE ESTAR VESTIDO (A) O MAIS CONFORTÁVEL POSSÍVEL, para que o seu vestuário não atrapalhe o fluxo respiratório, nem mau postura.
    • DURANTE A FONAÇÃO, MANTENHA A CABEÇA RETA, UMA POSTURA ERETA COM OS DOIS PÉS APOIADOS NO CHÃO, pois assim permite a passagem do ar sem dificuldades e o diafragma trabalha melhor.
    • ARTICULAR BEM AS PALAVRAS, usando também expressões faciais para evitar o abuso vocal.
    • Se a disfonia (rouquidão) persistir por mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo

Alguns exercícios de relaxamento e aquecimento podem ser feito antes da atividade vocal como: Rotação da língua no vestíbulo da boca, Lateralidade da língua (empurrar a língua contra a bochecha), Vibrar a língua, Vibrar os lábios, Bocejar, Protusão dos lábios (fazer bico como se fosse dar um beijo), Retração dos lábios, Rodar o pescoço em todas as direções , entre tantos outros exercícios.

O que mais afeta aqueles que utilizam a voz profissionalmente é a disfonia, que é conhecida popularmente como rouquidão .

Disfonia é um distúrbio de comunicação, caracterizado pela dificuldade na emissão vocal, apresentando um impedimento na produção natural da voz. Pode ser ocasionado por uma disfunção, abuso vocal ou uso incorreto da voz, é mais freqüente em indivíduos que utilizam abundantemente a voz diariamente de uma forma incorreta.

A disfonia é divida em: Disfonias Funcionais, Disfonias Orgânico – Funcionais e Disfonias Orgânicas.

    • Disfonias Funcionais:

São aquelas que não apresentam nenhuma alteração visível nas pregas vocais, elas são decorrentes do mal uso ou do abuso da voz. Geralmente ocorrem em profissionais da voz que não tem nenhum tipo de orientação. Existem 3 fatores que podem vir a desencadear uma disfonia funcional:

    • Uso incorreto da voz :

Ocorre em pessoas, sejam profissionais da voz ou não, que utilizem a voz abundantemente durante todo dia, sem ter nenhuma noção de como usa – lá corretamente.

    • Inadaptações Vocais :

Não existe, no corpo humano, um aparelho que tenha por função específica a fonação, mas o que temos é uma adaptação de várias estruturas, formando assim o aparelho fonador. Quando não existe uma boa adaptação destas estruturas, ocorre o que chamamos de Inadaptações Vocais.

    • Alterações Psicoemocionais:

Nossas emoções influenciam e são responsáveis por mudanças na nossa voz. A voz, como já foi dito anteriormente, faz com que nos comuniquemos com outras pessoas; se temos alguma emoção muito forte (raiva, ansiedade, alegria), poderá repercutir em nossa voz, provocando uma disfonia funcional.

    • Disfonias Orgânico – Funcionais:

São, em geral, iniciadas com uma disfonia funcional que tem seu diagnóstico tardio, como a disfonia funcional não foi tratada, então ela evolui para uma lesão secundária nas pregas vocais.

    • Disfonias Orgânicos :

São aquelas que apresentam uma alteração anatômica nas pregas vocais.

Existem vários tipos de alterações anatômicas, veremos algumas:

    • Nódulos :

São tumores benignos nas pregas vocais, podem ter sua origem no mau uso da voz. O tratamento é feito através de fonoterapia e só em alguns casos tem que haver uma intervenção cirúrgica.

    • Pólipos:

São tumores benignos nas pregas vocais. O seu tratamento é cirúrgico, e seguido de fonoterapia.

    • Paralisia das pregas vocais:

Ocorre devido a uma lesão nervosa, podendo atingir uma prega vocal ou ambas. Isso pode acontecer por alterações cerebrais, ou alterações cardíacas, ou tumores. O tratamento é feito através de fonoterapia, e em alguns casos é necessário realizar cirurgia com o objetivo de melhorar o posicionamento das pregas vocais.

    • Câncer:

É um tumor maligno que localiza-se nas pregas vocais. Ocorre com maior freqüência em fumantes. O tratamento pode ser cirúrgico ou radioterápico.

Para maiores esclarecimentos sobre disfonia, ou caso a rouquidão permanecer mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.fonoaudiologia.com

Aumenta número de sobreviventes do câncer nos EUA

O número de americanos que sobreviveram ao câncer está em ascensão, e se espera que chegue a 18 milhões de pessoas na próxima década, segundo um relatório publicado nesta quarta-feira.

Esse número representa um aumento de 30% com relação aos últimos dados divulgados em janeiro de 2012, que mostravam que 13,7 milhões de pessoas sobreviveram no país a algum tipo de câncer, de acordo com a Associação Americana para a Pesquisa do Câncer (AACR, na sigla em inglês).

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As projeções de aumento se devem, sobretudo, ao envelhecimento da população, com dois terços dos sobreviventes de câncer com 65 anos ou mais em 2020, acrescentou o estudo.

A tendência representa um novo desafio para a área da saúde e para os sobreviventes mais longevos e que poderão enfrentar outros problemas de saúde no longo prazo.

“Como assegurar que estes pacientes tenham uma vida não só longa, mas saudável e produtiva, será um desafio vital para todos nós”, afirmou Julia Rowland, diretora do Departamento de Sobreviventes de Câncer do Instituto Nacional do Câncer, que integra os Institutos de Saúde Nacional (NIH) dos Estados Unidos.

Segundo o informe da AACR, as mulheres que sofreram câncer de mama somam 22% dos sobreviventes e os homens com câncer de próstata, 20%.

No entanto, os sobreviventes de câncer de pulmão representam apenas 3%.

“Para os pacientes de câncer de próstata, temos quase 100% de sobrevivência durante cinco anos e no câncer de mama também há tremendos avanços, com a sobrevivência para cinco anos subindo de 75% em 1975 para quase 89% em 2012”, afirmou Rowland.

Considera-se que uma pessoa sobrevive ao câncer quando vive há cinco anos sem sinal de ressurgimento da doença.

Segundo estimativas da Sociedade Americana do Câncer, a doença ainda mata 1.500 pessoas por dia nos Estados Unidos – um total de 301.820 homens e 275.370 mulheres em 2012. Todos os anos, 1,6 milhão de americanos são diagnosticados com câncer no país.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br

Cientistas descobrem gene por trás de câncer agressivo de Próstata

Homens que sofrem câncer de próstata e que carregam um gene mutante podem desenvolver a forma mais agressiva da doença, alertam especialistas britânicos.

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O gene BRCA2 está geralmente relacionado a formas hereditárias de câncer de mama, próstata e ovário.

Agora, os pesquisadores do Institute of Câncer Research, em Londres, e do Royal Marsden NHS Foundation Trust acreditam que, além de terem mais probabilidade de ter câncer de próstata, homens que carregam o gene BRCA2 têm menos chances de sobreviver a formas agressivas do tumor.

O câncer de próstata pode se desenvolver devagar ou rapidamente, algo difícil de prever nos estágios iniciais da doença. Muitos homens convivem com o tumor a vida inteira sem manifestar sintomas. Muitos nem precisam de tratamento.

Mas os cientistas alertam que os que sofrem de câncer de próstata e têm o gene defeituoso devem ser tratados o mais rapidamente possível porque neles há probabilidade maior de o tumor se espalhar.

Tratamento imediato

O professor Ros Eeles e seus colegas analisaram pacientes de câncer de próstata, incluindo 61 homens com o gene BRCA2, 18 com uma mutação genética similar conhecida como BRCA1 e outros 1.940 sem mutações genéticas.

Eles concluíram que os pacientes com a mutação BRCA2 tinham menor chance de sobreviver ao câncer, vivendo cerca de seis anos e meio após o diagnóstico. Já os pacientes com a mutação BRCA1 e os que não apresentavam qualquer mutação viveram quase 13 anos após o tumor ser detectado.

Os cientistas observaram que os pacientes com o gene BRCA2 ainda tinham mais chance de apresentar a forma mais avançada da doença já na época do diagnóstico.

Na avaliação do professor Eeles, “faz sentido começar a tratar esses pacientes com cirurgia ou radioterapia imediatamente, ainda nos primeiros estágios da doença”.

A médica Julie Sharp, da organização Câncer Research UK, diz que o estudo sugere que os médicos devem considerar tratar este grupo de pacientes muito antes do que fazem atualmente.

“Este é o maior estudo já feito sobre a relação entre câncer de próstata e o gene mutante, mostrando que os médicos devem começar tratamento logo, em vez de aguardar para ver como a doença se desenvolve”, diz Sharp.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

Esqueça a esteira e compre um cachorro!

Novas pesquisas mostram que donos de cachorros apresentam probabilidade 34% maior de receberem recomendação médica de uma quantidade mínima de exercícios semanais, graças a seus amigos peludos.

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“O cão pode ser um excelente motivador de atividades físicas. As pessoas que levam o cachorro para passear acabam caminhando mais. Elas costumam caminhar cerca de uma hora a mais por semana”, disse Mathew Reeves, professor de epidemiologia da Michigan State University e autor do estudo.

Reeves, que também é veterinário, diz que o problema de saúde pública da obesidade afeta tanto o homem quanto seu animal doméstico, por isso ambos se beneficiam da caminhada. Ele sugere que, mesmo não conseguindo se exercitar para melhorar a própria saúde, talvez a manutenção da saúde do animal seja o grande motivador necessário.

Descubra como anda o seu fôlego?

No estudo, publicado na edição de março do periódico americano Journal of Physical Activity and Health, foram revisados dados da de uma grande pesquisa de 2005 – com mais de 6.000 entrevistados – sobre fatores comportamentais de risco.

Quarenta e um por cento dos participantes eram donos de um cachorro. Dentre eles, quase dois terços relataram que levavam o animal para uma caminhada de pelo menos 10 minutos.

No total, os donos de cachorros se mostraram 69% mais propensos a realizar atividades físicas nas horas de lazer. Eles também apresentaram probabilidade 34% maior de realizarem os 150 minutos semanais de exercícios moderados ou vigorosos, recomendados pelos órgãos governamentais de saúde dos Estados Unidos.

“Apenas 27% das pessoas que têm um cachorro atingem as recomendações de 150 minutos semanais de atividades físicas – ou seja, elas provavelmente poderiam estar caminhando com mais freqüência”, disse Reeves.

O veterinário recomenda aos 40% dos donos de cachorros que nunca levam seus animais para passear que eles realmente deveriam começar a fazê-lo. “Todo cachorro deveria ter a oportunidade de sair de casa para caminhar”.

Diversas razões foram citadas pelos donos para não levar seus animais para passear, mas a desculpa mais comum foi de que o cachorro já se exercitava sozinho ou que vivia do lado de fora da casa. Alguns deles disseram que não tinham tempo ou interesse em levar o cão para passear, outros relataram que tinham animais muito mal-comportados. A idade avançada do cão ou do próprio dono também foi uma justificativa citada.

As pessoas com mais de 65 anos se mostraram mais propensas a atingir as recomendações governamentais simplesmente levando seu “melhor amigo” para um passeio. De acordo com o estudo, as pessoas de meia-idade foram as que passaram menos tempo passeando com o cachorro. O estudo também mostrou que o grau de instrução e o gênero tiveram pouco impacto no tempo dedicado ao passeio com o cachorro.

De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas com renda mais baixa, especificamente aquelas que ganhavam menos de US$20.000 por ano, foram as que passaram mais tempo passeando com o cachorro (a média foi de 104 minutos semanais).

Os pesquisadores também constataram que donos de cachorros mais jovens costumavam realizar mais exercícios. Os resultados também mostraram que os cães de menor porte realizavam passeios mais curtos.

Com base nos resultados do estudo, os autores sugerem que as campanhas de saúde pública enfatizem os benefícios para a saúde das caminhadas regulares com o cachorro.

“Se sua única forma de se exercitar é levando seu cachorro para passear, certifique-se de fazer isso pelo menos cinco vezes por semana por 30 minutos”, recomendou Jill Rubin, fisioterapeuta da clínica Scott and White Healthcare in Round Rock, do Texas.

“Se você não pode levar seu cão para passear com esta freqüência, algum tipo de exercício suplementar será necessário para atingir as recomendações dos órgãos de saúde”, ela complementou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:   http://saude.ig.com.br

Dia da Saúde e Nutrição faz refletir sobre Comportamento Alimentar

No próximo domingo, dia 31 de março, é o Dia Nacional da Saúde e Nutrição. A data vale para lembrar que a alimentação, essencial a qualquer ser vivo, é muito mais do que o simples ato de comer. Os hábitos alimentares adequados contribuem para o combate a enfermidades não transmissíveis. Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec), por meio das Diretrizes sobre Alimentação Saudável, da Coordenação de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, faz recomendações sobre alimentação e estilo de vida saudável.

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Como conseqüência da industrialização e da urbanização das cidades nos últimos anos, o perfil de saúde da população brasileira mudou. As condições de vida melhoraram e as pessoas estão vivendo mais. Mas ajustes na alimentação são necessários, para a manutenção da saúde de uma população que faz mais coisas ao mesmo tempo, envelhece mais e está sujeita a diversas situações de pressão e estresse no cotidiano.

Se, de um lado, a falta de nutrientes causa osteoporose, baixo rendimento físico e intelectual, de outro, aumenta a prevalência da obesidade entre adultos, principalmente os que pertencem a famílias de baixo poder aquisitivo. Em vez de um prato moderado, com o equilíbrio entre carboidratos, proteínas e vitaminas, esses adultos têm optado por lanches rápidos e gordurosos.

Uma das principais recomendações de profissionais de nutrição é de que devem ser consumida= s de três a cinco refeições diariamente, em uma dieta com pouco consumo de gordura saturada, doces e açúcares. Tudo isso alia= do à prática de atividades físicas. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 80% das pes= soas vivem em regiões urbanas. Dessas, 70% têm hábitos de vida sedentários.

Para a nutricionista do grupo de obesidade do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (Iede), Wilma Amorim, as pessoas tendem a se prender muito em conceitos populares de alimentação e esquecem de alguns detalhes que podem ser muito significantes para a saúde.

Todos falam do açúcar e das gorduras, mas acabam esquecendo do sal. Se ingerido em alta quantidade diariamente, ele pode causar hipertensão. E o sal em grande quantidade está no petisco, no churrasco, no biscoitinho que se come= ao lado do computador, nos salgadinhos das festas, diz a nutricionista.

O ideal, então, é analisar o comportamento alimentar, para descobrir os erros e os acertos na dieta. Pular refeições importantes, como café da manhã, almoço e jantar, é um grande erro, assim como comer em tempo rápido ou sob condições estressantes, as duas atitudes podem acarretar problemas gastro-intestinais.

Algumas curiosidades também passam despercebidas pelo conhecimento popular. Um prato feito, por exemplo, conhecido como PF, pode = ser menos calórico do que um pacote de biscoito.

É importante saber que a mesma caloria consumida em intervalos bem divididos engorda menos do que consumida de uma só vez. O consumo em excesso de carboidratos e reduzido de fibras altera o metabolismo e pode causar doenças crônicas, diz Wilma.

Grupos de alimentos

São quatro os grupos alimentares básicos: leite, carne, vegetal e frutas. Uma dieta balanceada considera determinado número de porções de cada grupo. O guia alimentar desenvolvido, em 1992, pelo United State Departament of Agriculture (USDA), sob a forma de pirâmide, dá a direção de uma alimentação saudável.

A representação gráfica da pirâmide, dividida em quatro níveis que representam os nutrientes predominantes nos alimentos, segue os princípios de equilíbrio, variedade e moderação. No primeiro nível estão os carboidratos, que são fontes de energia necessária para o organismo, como arroz, pães e massas. No segundo nível estão os legumes, verduras e frutas, que fornecem vitaminas, sais minerais, fibras e água.

No terceiro nível, a pirâmide traz o leite e lacticínios, que são fonte de cálcio, além das carnes, ovos, feijão e soja, fontes de proteínas. No topo da pirâmide, o quarto nível, estão os óleos e as gorduras, margarina, manteiga, óleos vegetais e azeite, e os açúcares e doces.

Apesar de os carboidratos estarem na base da pirâmide e as gorduras estarem no topo, a ingestão excessiva tanto de um quanto de outro pode influenciar diretamente no desenvolvimento de obesidade.

Crianças também devem comer bem

Educação alimentar começa já na infância. Para evitar doenças como o diabetes e a obesidade, as crianças devem saber a importância de se comer bem, para escolherem seus alimentos de maneira adequada, sem perder o prazer na refeição.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade infantil cresceu de 10% a 40% nos últimos dez anos. No Brasil , os números triplicaram. Atualmente, cerca de 15% das crianças brasileiras têm excesso de peso e 5% são obesas. Wilma Amorim aconselha aos pais pensarem no que desperta o interesse dos filhos e unir o saboroso ao nutritivo.

– Os alimentos industrializados estão invadindo as prateleiras dos supermercados e a alimentação dos pequenos está muito pobre em vitaminas. Argumentos, muitas vezes, valem menos do que a aparência do prato, já que o alimento, além de nutritivo, deve ser atraente.

O ideal é evitar alimentos repetitivos. A criança pode ficar enjoada e a falta ou o excesso de nutrientes pode acarretar problemas futuros. Os pais devem sempre incentivar o hábito de alimentação saudável: sanduíches naturais, barrinhas de cereal, suco de frutas, bebidas e salgadinhos à base de soja são uma boa pedida.

Comer de forma saudável significa unir todos os grupos de alimentos nas quantidades corretas. No caso da garotada, investir na criatividade é fundamental.

– É importante distribuir os alimentos em quatro ou cinco refeições. O café da manhã é muito importante. Os açúcares não devem ultrapassar a quantidade de uma colher de sopa de açúcar, uma de achocolatado e um doce pequeno por dia – diz a nutricionista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.rj.gov.br

Dia Internacional da Mulher: data para comemorar, mas também para refletir

No dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. A data celebra as muitas conquistas femininas ao longo dos últimos séculos, mas também serve como um alerta sobre os graves problemas de gênero que persistem em todo o mundo. No Brasil, embora a legislação garanta a igualdade em várias esferas, a discriminação sexual ainda existe.

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Ao longo de toda a história, as mulheres conviveram com diversos elementos de opressão. Em um mundo comandado por homens, as pressões sociais para que suas atividades se restringissem a cuidar dos filhos e da casa eram enormes. A partir do Século 19 isso começou a mudar. Nos Estados Unidos e na Europa surgiram vários movimentos com o objetivo de reduzir o abismo de privilégios entre os sexos. Neste momento, a principal reivindicação era a garantia do direito ao voto.

No Brasil, uma das primeiras mulheres a colocarem em questão a dominação social masculina foi a educadora Dionísia Gonçalves Pinto. Mais conhecida por seu pseudônimo, Nísia Floresta, ela publicou, em 1832, o livro “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”. Já na década de 1920, a Liga Brasileira pelo Progresso Feminino, liderada pela bióloga Bertha Lutz, lutava pelo direito ao voto, assegurado em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas.

Hoje, as mulheres brasileiras conseguiram superar muitas barreiras e participam ativamente da sociedade. Mas ainda há um longo caminho até a igualdade. Segundo a última Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, realizada em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, apesar de 53,8% da população em idade ativa – com 15 anos ou mais – ser composta por mulheres, elas ainda respondem por apenas 46,1% da população ocupada. A comparação entre os salários também mostra que homens com o mesmo nível de escolaridade recebem mais em quase todos os tipos de trabalho.

Segundo a coordenadora da Sempreviva Organização Feminista (SOF), Nalu Faria, parte dessa disparidade ainda vem da noção de que a realização de tarefas domésticas é uma responsabilidade feminina. “O número de mulheres que fazem jornada dupla – trabalhando fora e dentro de casa – é muito grande”, afirma. “Isso prejudica seu desempenho no emprego e atrasa seu desenvolvimento educacional”, completa.

A disparidade é ainda maior na esfera política. Apesar de elas serem maioria na população brasileira – 51,5% das 195 milhões de pessoas – apenas 8,6% do Congresso e 16% do Senado são ocupados por mulheres. No restante do mundo a população feminina responde por pouco mais de 49% e ocupa, em média, 20,8% das câmaras e 18,2% dos senados. Nalu acredita que a situação brasileira vem melhorando no Governo Dilma Rousseff, mas que o fato de atualmente o país ter uma presidenta não representa, por si só, um grande avanço. “Muitas vezes a sociedade aceita algumas mulheres, sem, no entanto, mudar sua visão machista”, afirma. “O fato mais importante é que hoje temos várias ministras”, ressalta.

Origem da comemoração

A ideia de uma celebração internacional dedicada às mulheres surgiu em 1910, como uma proposta da dirigente socialista alemã Clara Zetkin. A data, entretanto, só foi escolhida depois de 8 março de 1917, quando um grupo de mulheres realizou uma manifestação em Petrogrado (atual São Petersburgo), na Rússia. Elas pediam melhores condições de vida e a retirada do país da Primeira Guerra Mundial. Popular entre os países comunistas, o Dia Internacional da Mulher só se popularizou no Ocidente a partir de 1975, ano em que a Organização das Nações Unidas reconheceu formalmente a data.

Segundo Nalu, é muito comum a crença de que o dia foi escolhido para homenagear as 146 mulheres que, em 1911, morreram vítimas de um incêndio que destruiu uma fábrica de roupas em Nova York. Esse episódio, ocorrido em 25 de março, foi muito importante para a intensificação da luta por melhores condições de trabalho, mas não teve influência específica na criação do Dia Internacional da Mulher.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://redeglobo.globo.com/globocidadania

Vitamina D: veja como manter as doses necessárias mesmo sem Sol

A vitamina D é considerada um pró-hormônio e apresenta diversas funções no organismo. É principalmente conhecida pelo seu papel de regular a absorção de cálcio e fósforo no organismo, sendo primordial para a manutenção da saúde óssea. A vitamina também modula a função dos órgãos sexuais e é crucial para a integridade dos tecidos sexuais reprodução feminina.

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“Esse nutriente regula o funcionamento de mais de 200 genes, sendo fundamental para proliferação e diferenciação dos tecidos, síntese e secreção de hormônios tireoidianos e paratireoidianos, secreção de insulina, modulação do sistema imune, atividade cerebral, adequado funcionamento cardiovascular, controle da pressão arterial, entre outros benefícios”, afirma Tatiana Barão, nutricionista da Naturalis Nutrição & Farma.

Além disso, cientistas do Centro Moores sobre o câncer, da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, descobriram que a vitamina D pode reduzir em até 50% o risco de câncer de mama e em mais de 66% o de tumores cancerosos colo-retais.

“Essa vitamina também age na pele, controlando sua proliferação e diferenciação, participando também da regulação da produção de sebo e na atividade antimicrobiana das células produtoras de sebo, o que pode auxiliar no tratamento da acne“, revela a nutricionista da Naturalis. Ainda não existem, contudo, resultados conclusivos.

Não deixe faltar…

deficiência de vitamina D promove desregulação de diversas funções do organismo. Porém, segundo a nutricionista da Naturalis, seus sintomas só são percebidos em longo prazo.

“Enfraquecimento dos ossos, problemas cardiovasculares – como o aumento da pressão arterial – desregulação da síntese de insulina – ou seja, predisposição ao diabetes mellitus [o aumento anormal de açúcar ou glicose no sangue], dentre outros sintomas podem ser observados quando há falta dessa vitamina no organismo”, afirma.

… nem sobrar!

Em contrapartida, “os efeitos nocivos do excesso de vitamina D provocam redução do volume urinário, dor, náusea, vômito, perda de apetite e até de massa óssea”, adverte a nutricionista Fernanda Pisciolaro (SP).

Portanto, é importante consultar sempre seu médico ou nutricionista para dosar a quantidade ideal dessa vitamina para o seu organismo – o que varia conforme o peso, a idade, o sexo etc.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://corpoacorpo.uol.com.br

Sol: Benefícios e Meios de Proteção

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O Sol é indispensável à vida. Em doses moderadas, desempenha um papel benéfico:

  • no humor: o Sol pode ser um excelente tratamento contra determinadas formas de depressão sazonal;
  • na síntese da vitamina D, essencial à fixação do cálcio nos ossos: quinze minutos de exposição solar são suficientes.

Em doses excessivas, o Sol pode ser muito perigoso e provocar:

  • queimaduras solares, também chamadas eritemas solares: é o efeito nefasto imediato mais frequente de uma exposição ao Sol;
  • fotodermatoses: como a lucite ou outras dermatoses agravadas pelo Sol, a acne, o cloasma,o lúpus, a urticária solar, o vitiligo
  • fotossensibilizações;

A longo prazo, surgem mais alguns efeitos nefastos.

  • aceleração do envelhecimento cutâneo, traduzido pelo aparecimento de manchas, tez amarela, rugas profundas, perda de densidade e elasticidade da pele.
  • fotocarcinogénese (cancro cutâneo) provocado pelos UVB e UV
A PROTEÇÃO ACIMA DE TUDO

Existem regras que devem respeitar-se, sempre, em caso de exposição solar:

  • evitar a exposição nas horas de maior intensidade solar;
  • aplicar o protetor solar antes da exposição, em quantidade suficiente (duas camadas em vez de uma).
  • Renovar a aplicação, generosa e frequentemente, sobretudo após o banho ou se transpirar excessivamente.
  • não expor crianças de tenra idade à luz direta do sol. Após cada banho, deverá secar-se a criança com uma toalha e renovar a aplicação do protetor solar específico para este tipo de pele frágil.

Deverá ter-se consciência que: determinados alimentos contribuem para melhorar a resistência da nossa pele ao Sol. Moléculas naturais como os carotenoídes, a vitamina C, presente nas frutas e legumes, ou a vitamina E contribuem para a foto-proteção  No entanto, não substituem, de modo algum, uma boa proteção solar, indispensável em caso de exposição.

Não hesite em consultar um dermatologista, para mais informações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.laroche-posay.pt

Formas de tratar o Alcoolismo

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O tratamento dos alcoólicos é complicado e controverso. Alguns especialistas acreditam que a maior parte dos casos é mais bem resolvida em casa, com remédios e terapia. Outros defendem a internação para bebedores de longa data e com problemas de abstinência. Mas todos concordam que o ideal é a conjunção de diversas formas de abordagem ao mesmo tempo.

Como o álcool influencia o seu comportamento? (Responda ao questionário e descubra)

Alguns métodos são os principais para a recuperação dos doentes:

Programas de auto-ajuda dos doze passos
Como o Alcoólicos Anôminos, são grupos de pessoas que lidam ou lidaram com o vício divindo suas experiências. Eles têm de atingir doze passos para se recuperar (como assumir o vício, procurar ajuda, etc). Normalmente os grupos são usados como parte do tratamento profissional. Os grupos costumam ser procurados antes da ajuda médica.

Terapia psicossocial
O alcoolismo normalmente está relacionado a outros problemas. “A maioria das pessoas ignora que a existência de um problema psíquico anterior ao vício”, diz Dartiu Xavier da Silveira, psiquiatra do Programa de Atendimento e Orientação a Dependentes (Proad) da Unifesp.

Depressão, ansiedade, fobia social (medo de se apresentar em público, timidez excessiva) são alguns dos trampolins para a bebida. Os tratamentos com psicólogos tentam resolver esse problema original, enquanto ajudam o paciente a racionalizar os males e abandonar o consumo da bebida. Normalmente, a terapia é indicada inclusive para os familiares.

Medicação 
O tratamento muitas vezes é combinado com remédios. Existem três tipos principais de medicamentos utilizados: os que diminuem a vontade de beber, que tiram o prazer da bebida e os que provocam reações aversivas ao álcool – a pessoas bebe e vomita, por exemplo.

Além disso, o número assustador de 75% dos casos têm recaídas ao longo da vida. Por isso, diz-se que alcoolismo não tem cura, e que o alcoólico está em tratamento e combate permanente com o vício.

Internação 
Defendida por alguns médicos, a internação costuma demorar por resistência da família. O paciente costuma ficar internado por um período médio de 3 a 4 meses. Participa de todos os outros tratamentos e é obrigado a ficar longe da bebida.

“Eu sou a favor da internação para troca de ambiente, dependendo do grau de comprometimento da pessoa com o álcool. Porque nesses casos, a pessoa terá crises de abstinência e tem mais problemas para lidar com a compulsão, que passa por cima da vontade”, diz Nestor Benedito Santos, psicólogo da Clínica Órion para dependentes químicos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando os sites: http://saude.terra.com.br e http://super.abril.com.br


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