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Descoberta traz avanços no controle da asma

A asma é uma doença inflamatória crônica que ataca o sistema respiratório, resultando na obstrução ou, até mesmo, na interrupção do fluxo de ar. A grande maioria das pessoas com o mal pode controlá-lo com o uso de anti-inflamatórios e broncodilatadores, geralmente ministrados com a conhecida bombinha de ar. No entanto, uma porcentagem pequena desses indivíduos, cerca de 5%, não alcança um benefício expressivo com o tratamento, mesmo quando aplicado regularmente. Esse grupo é aquele diagnosticado com a forma mais grave da doença e passa por crises diárias de falta de ar, que, em alguns casos, podem levar à morte. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) se debruçaram por mais de 10 anos em casos clínicos da doença para desvendar as causas da ineficácia das atuais e mais avançadas terapias nesses pacientes para chegar a uma possível alternativa de tratamento.

Asma

O extenso trabalho de pesquisa clínica, realizado pelas equipes do pneumologista Rafael Stelmach e da patologista Thais Mauad, da Faculdade de Medicina da USP, mostra que a estrutura de todo o sistema respiratório dessas pessoas se encontra alterada. As vias aéreas, os alvéolos pulmonares e as bolsas microscópicas, que compõem o sistema respiratório, são mais enrijecidas e espessas que o normal. Essas alterações seriam consequência de inflamações persistentes, ocorridas provavelmente ainda na infância.

Thais Mauad estuda, desde 1998, amostras de tecido pulmonar extraídas de pacientes que faleceram por decorrência da asma. No início, pouco era conhecido sobre quais compartimentos pulmonares eram afetados ao ponto de levar o doente à morte — imaginava-se que era uma doença das grandes vias aéreas. As longas análises, contudo, mostraram que o mal se estende até as pequenas vias aéreas e revelaram um remodelamento pulmonar. Esse processo é responsável por alterar algumas proteínas que estão no pulmão e formam o arcabouço pulmonar. “Normalmente, dentro de uma via aérea, você tem uma composição de fibras elásticas responsáveis por trazer o pulmão ao estágio inicial após a expiração. Conseguimos mostrar que existe uma ruptura dessas fibras no paciente com asma”, descreve Mauad. Esses foram os primeiros achados de sua equipe.

Músculos

Ela relata que foi descoberta ainda uma soma de fatores estruturais que levam alguns pacientes a ter o tipo grave do mal. “Eles têm alterações estruturais importantes, e uma das principais, que tem sido foco de estudos nossos e de pessoas fora do Brasil, está no músculo que envolve a via aérea pulmonar”, detalha. Para chegar a esse ponto da pesquisa, Mauad uniu-se a Rafael Stelmach, que, em 2006, já começava seu estudo clínico. A equipe do pneumologista realizou uma coleta de dados por cerca de três anos e contou, ao final da avaliação clínica, com 55 voluntários que tinham como característica principal a dificuldade de controlar crises com a medicação tradicional. Ele também analisou detalhes importantes desses pacientes, como o tempo de doença, o grau de alergia, a capacidade respiratória e o nível de inflamação no sistema respiratório.

A hipótese de Stelmach era de que se fosse o usado o melhor tratamento em seu nível mais intenso, dois terços dos pacientes graves conseguiriam manter a doença sobre controle. A surpresa foi encontrar o resultado exatamente oposto. “Na verdade aconteceu o contrário. Um terço ficou controlado e os dois terços não. Houve uma inversão da hipótese. E um controle borderline, isto é, muito próximo do não controle”, relata Stelmach. Ele comparou então as características coletadas inicialmente e encontraram uma diferença pouco expressiva entre os dois grupos. De 30% a 35% dos pacientes que não haviam melhorado continuavam a apresentar uma capacidade respiratória muito inferior à de quem havia reagido à terapia como o esperado.

Com esse resultado, a equipe de pesquisadores partiu para uma outra fase do estudo: descobrir as causas para a ausência desse controle. Foi feita uma série de exames e a biópsia dos brônquios de todos os participantes, realizada por Mauad. “Aqueles que possuem mais músculo na via aérea são os que têm a doença mais grave, no sentido de que terem muita dificuldade de retornar ao estado de relaxamento dos músculos para a respiração”, explica a pesquisadora.

Esse fator corresponde a 30% dos pacientes identificados antes e caracterizados por uma obstrução fixa. “Foi encontrado que os músculos, os canais que conduzem o ar dentro dos pulmões, estão mais espessados, engrossados. Mostrando um componente de um músculo mais doente”, acrescenta Stelmach. Posteriormente, os cientistas observaram que esse grupo também tem algumas proteínas de enrijecimento, como o colágeno. “Há um endurecimento real na maior parcela desses pacientes que tem a obstrução.”

Futuro

A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de uma terapia alternativa que possa atender a esses pacientes. Segundo Stelmach, já existem algumas possibilidades nessa direção. Medicamentos usados hoje para outras condições pulmonares podem tratar no futuro os indivíduos com a asma acompanhada de enrijecimento muscular. Atualmente, apenas o omalizumabe trata o tipo grave da doença, mas sem distinção da estrutura pulmonar. “Pacientes que são fumantes têm uma grande destruição do pulmão e um endurecimento importante dos brônquios, inclusive com características de músculos mais enrijecidos. Eles têm um tratamento exclusivo, voltado para doença pulmonar obstrutiva crônica, que une a bronquite e a enfisema. Pode haver uma expansão disso aos asmáticos graves no futuro”, acredita o pneumologista.

Outra opção mais moderna para solucionar o problema seria com o uso de um endoscópio pulmonar, instrumento que chega aos brônquios mais “musculosos” e emite vibrações de calor. Com isso, ele derrete um pouco do tecido, por meio de um processo chamado de termoplastia brônquica. “Para esses pacientes específicos com asma grave e um espessamento do tecido muscular podemos pensar em algumas soluções mais específicas. É um caminho para o tratamento moderno, mas ainda temos dúvidas, por estarmos em investigação.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://sites.uai.com.br/

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O sangue dos latino-americanos salva milhões de vidas

Três países da América Latina têm um recorde que muitos consideram vital para a saúde de seus cidadãos: o de doação voluntária de sangue.

Argentina, Brasil e Colômbia encabeçam a lista da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de unidades de sangue colhidas voluntariamente na região – ou seja, sem remuneração –, que somam 3,8 milhões de unidades na América Latina. Essa quantidade pode salvar quase 12 milhões de vidas, três por doação, segundo os especialistas.

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Mas, mesmo assim, a América Latina está longe da meta proposta pelas entidades que coordenam a saúde mundial: que até 2020 todos os países obtenham 100% de seus insumos de sangue por meio de doações voluntárias.

De acordo com os últimos dados da Organização Mundial da Saúde(OMS), de 9,3 milhões de unidades de sangue recolhidas na América Latina e Caribe, só 41% são de doadores voluntários.

No mundo, 73 países recebem mais de 90% de suas doações de forma altruísta. E a Espanha se destaca entre todos: quase 100% do seu sangue é através de doações voluntárias, sem nenhuma contrapartida. Desta maneira, a cada dia 350 pessoas recuperam sua saúde e 75 se salvam de morrer graças aos doadores, segundo os dados da Federação Espanhola de Doadores de Sangue.

O caso da nossa região é, em parte, produto da nossa cultura. Se perguntarmos a um latino-americano quando foi a última vez que doou sangue, provavelmente nos responderia que quando teve um familiar hospitalizado por uma enfermidade grave ou por uma cirurgia. Pouquíssimos responderiam que seu último comparecimento a um banco de sangue foi voluntário.

Devido à coexistência dessas duas modalidades de doação – a reposição do sangue dado a um paciente hospitalizado e as doações voluntárias –, as reservas não são tão abundantes em nossa região, e a situação é um tanto confusa.

“É preciso abandonar a ideia de que somente se doa quando um familiar está mal”, diz Mabel Maschio, coordenadora do Programa Nacional de Sangue na Argentina.

Pelas mães

O dia 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue, que este ano será celebrado sob o slogan “Doe sangue para aquelas que dão vida. Sangue seguro para uma maternidade segura”, com a ideia de conscientizar sobre o acesso adequado ao sangue, e assim prevenir a mortalidade materna.

A cada ano, mais de 500.000 mulheres no mundo morrem durante a gravidez, o parto e a lactância, e estima-se que 15,3% das mortes maternas na América Latina se devam a hemorragias.

A situação não é muito melhor no resto do mundo, onde, segundo cálculos da OMS, apesar de serem coletadas quase 107 milhões de unidades de sangue, nem todas as pessoas que podem se animam a doar. Por isso, não é possível contar com um abastecimento suficiente de sangue seguro.

A falta de sangue é mais sentida nos lugares onde há mais necessidade: enquanto cerca de 36 a cada 1.000 pessoas fazem doações voluntárias nos países de alta renda, naqueles de média e baixa renda este número cai para 11 e quase 3, respectivamente.

Uma mudança de paradigma

Um dos países da região que mais estão se aproximando desse modelo é a Argentina, onde, por dia, mais de 1.000 pessoas precisam receber uma transfusão de sangue. Hoje, os doadores voluntários representam 35% do total, um número que até alguns anos atrás era extremamente incomum: em 2006, apenas 6% das doações de sangue eram voluntárias.

Nessa época, a maioria dos pacientes dependia da gestão de seus parentes ou da urgência da situação para conseguir doadores. E a fragmentação dos bancos de sangue impedia uma rede integrada de abastecimento, com padrões que diferiam de acordo com cada hospital.

Com a ideia de mudar para um modelo no qual todos os doadores o fizessem por vontade própria, o Plano Nacional de Sangue do Ministério da Saúde da Argentina, apoiado pelo Banco Mundial, trabalhou para incentivar províncias e municípios a sair coletando doações e centralizar os bancos de sangue.

“Os bancos de sangue são uma fábrica onde se deve cuidar da qualidade do produto de uma população solidária”, acrescenta Maschio, que conta ter sido doador voluntário de sangue durante muitos anos. “O bem-estar que dá doar vida é imenso”, afirma.

Apesar de o número de doadores voluntários vir aumentando, ainda há muito a se fazer: apenas 1,5% dos mais de 40 milhões de argentinos doa sangue, enquanto o percentual ideal de doadores em um país, segundo a OMS, deve estar entre 3,5% e 5% da população.

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Dia Mundial do Doador de Sangue: apenas 1,7% da população brasileira é doadora

30 minutos é o tempo médio que uma pessoa gasta para doar 450 ml de sangue e ajudar a salvar a vida de outras três – entre vítimas de acidentes, mães com complicações durante o parto ou a gravidez, crianças anêmicas e pacientes com câncer.

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Doar sangue não dói, é rápido, não afeta a saúde e faz uma grande diferença aos pacientes que necessitam de transfusão – no Brasil, a cada dois minutos uma pessoa precisa de sangue. Ainda assim, uma das maiores dificuldades da área da saúde é encontrar pessoas dispostas a doar sangue para suprir a demanda diária dos hospitais pelo tecido.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), anualmente, são coletadas 107 milhões de bolsas de sangue – sendo que cerca de 50% dessas doações acontecem em países de alta renda, onde vive apenas 15% da população mundial. O número é vergonhoso, se levarmos em conta que o mundo possui bilhões de habitantes e que cada pessoa maior de 18 anos poderia doar sangue, no mínimo, uma vez por ano.

Brasil tem grande contribuição nessa situação: por aqui, apenas 1,7% da população é doadora, de acordo com o Ministério da Saúde (MS). Para a OMS, o recomendável é que, pelo menos, 5% dos habitantes de um país doem sangue. Ou seja, estamos bem mal na fita.

Para reverter essa situação, o melhor caminho, de acordo com a ONU, é investir em educação e infraestrutura e transformar a doação de sangue em uma questão prioritária das políticas nacionais de saúde.

Dia do Doador de Sangue é comemorado mundialmente em 14/06, há 10 anos.

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Vacina contra Catapora é oferecida pelo SUS

O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), passou a oferecer a partir desde setembro de 2013, em toda a rede pública de saúde, a vacina varicela (catapora) incluída na tetra viral, que também protegerá contra sarampo, caxumba e rubéola. A nova vacina vai compor oCalendário Nacional de Vacinação e será ofertada exclusivamente para crianças de 15 meses de idade que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral. Com a inclusão da vacina, o Ministério da Saúde estima uma redução de 80% das hospitalizações por varicela (catapora).

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“Com apenas uma injeção o Brasil vai poder proteger suas crianças contra quatro tipos de doenças. Hoje, temos dados que mostram que quase nove mil pessoas são internadas por ano pela varicela e temos mais de 100 óbitos. Além disso, facilita o trabalho dos profissionais e traz economia, pois usa-se apenas uma agulha, uma seringa, um único local de conservação”, declarou o ministro Alexandre Padilha.

Com a tetra viral, o SUS passa a ofertar 25 vacinas, 13 delas já disponibilizadas no Calendário Nacional Vacinação. Foram investidos R$ 127,3 milhões para a compra de 4,5 milhões de doses por ano. A população deve se informar no posto de saúde mais próximo para saber se a vacina tetra viral já está disponível. Isso porque alguns municípios ainda estão adequando a rotina à nova vacina, por causa da necessidade de capacitação dos profissionais para administração da dose ou pela dificuldade de distribuição para as salas de vacina em locais de difícil acesso. A previsão é que todas as 34 mil salas de vacinação distribuídas no Brasil estarão ofertando as doses até o final do mês.

A vacina tetra viral é segura – tem 97% de eficácia e raramente causa reações alérgicas. Não haverá campanha de vacinação, pois a vacina tetra viral será disponibilizada na rotina dos serviços públicos em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral. A vacina evita complicações, casos graves com internação e possível óbito, além da prevenção, controle e eliminação das doenças sarampo, caxumba e rubéola.

Parcerias – A produção nacional da vacina tetra viral é resultado da parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Bio-Manguinhos e o laboratório privado britânico GlaxoSmithKline (GSK). Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria, os laboratórios da rede privada, são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.

Esta é a sétima parceria entre o laboratório privado GSK e o laboratório público Bio-Manguinhos. Desde 1980, os laboratórios produzem juntos as vacinas poliomielite, Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – que causa meningites e outras infecções bacterianas –, tríplice viral, rotavírus, dengue e pneumocócica conjugada, que protege contra a pneumonia e meningite causada por pneumococo.

Ao total, estão em vigor 35 PDPs para a produção de 33 produtos, sendo 28 medicamentos e quatro. As parcerias envolvem 37 laboratórios, 12 públicos e 22 privados, nacionais e estrangeiros.

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A importância da imunização antes da Copa do Mundo de Futebol 2014

A Copa do Mundo de Futebol no Brasil começa hoje, dia 12 de junho, e se estende pelo período entre o outono e o inverno, época em que há mais poluição devido a menor concentração de ar. Este cenário contribui para a propagação de vírus e bactérias. A imunização é fundamental todos os anos, mas especialmente agora, devido ao grande fluxo migratório temporário interno e a vinda de torcedores do exterior.

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O quanto antes nos imunizarmos, mais protegidos estaremos contra os vírus e bactérias responsáveis por transmitir diversas enfermidades. Por isso, atualize a carteirinha de vacinação do seu filho, mas não se esqueça da sua. A prevenção ainda é a melhor forma de combate às doenças, sobretudo as sazonais. Todo adulto deve procurar seu médico ou uma clínica de imunizações, visando proteger-se contra uma série de doenças, colaborando para a não proliferação delas para outras pessoas. E atenção redobrada com as crianças.

Como disse, a realização da Copa do Mundo entre o outono e o inverno, e a pior qualidade do ar neste período, são fatores que contribuem para a propagação de vírus e bactérias. Para evitar o frio, as pessoas se reúnem em locais fechados e menos arejados. E, devido aos jogos, muitos se reunirão em locais públicos, que abrigarão torcedores brasileiros e estrangeiros, podendo favorecer a transmissão de diversas enfermidades. No caso dos turistas internacionais, eles podem trazer diversas doenças, como vírus e bactérias aos quais nós não estamos imunes. E vice-versa.

As doenças mais importantes que necessitam de imunização são o sarampo, a coqueluche, a meningite, a catapora e a febre amarela. Uma das que mais preocupam é o Sarampo. Apesar de estar praticamente erradicado no Brasil, em alguns países da Europa ele ainda persiste. Até por uma questão de “cultura”, pois muitos estrangeiros não têm o hábito de se vacinar.

As crianças são sempre as mais suscetíveis, pois a imunidade dos baixinhos é menor. Por isso, é importante reforçar a necessidade de vacinação no adulto como prevenção à criança, uma vez que o germe nele incubado pode atingir os pequenos. As vacinas hoje disponibilizadas são acelulares (Vacina Tríplice Acelular) e não causam reações sérias, um dos motivos que afastou o público adulto das clínicas no passado.

Procure o melhor local de vacinação (Clínicas privadas e UBS) para você e seus filhos.

Planeje o quanto antes a sua imunização e de sua família. Afinal, a Copa passa, mas algumas doenças podem ter consequências para o resto da vida. Adultos e crianças saudáveis: esse é o jogo que tem que ser vencido!

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Governo lança aplicativo Saúde na Copa para torcedores

Ministério da Saúde lançou em maio, um aplicativo, batizado de Saúde na Copa, voltado para torcedores brasileiros e estrangeiros. A ferramenta traz dicas com localização de farmácias e postos de atendimento mais próximos, e através dela, torcedores podem também informar qual o seu estado de saúde. “É uma via de duas mãos: o torcedor recebe dicas e, ao mesmo tempo, ajuda autoridades sanitárias a monitorar as condições de saúde em geral no período da Copa”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa.

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As informações captadas pelos aplicativos serão analisadas por um Centro Integrado de Operações Conjuntas em Saúde, uma espécie de sala de controle que entra em operação nesta quarta-feira, 28, em Brasília, com ramificações nas cidades-sede. A equipe vai trabalhar até dia 23 de julho, com esforço redobrado nos dias de jogos. A ideia é captar informações sobre problemas relacionados à saúde, como intoxicações alimentares, infecções, acidentes e coordenar as medidas que devem ser adotadas para socorro.

A expectativa do governo é a de que a vinda de torcedores para jogos da Copa não provoque impacto no sistema de saúde. “Experiências mostram que 1% a 2% dos viajantes necessitam de atendimento médico. Desse grupo, 99,5% a 99,8% são atendidos na própria arena”, disse o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A atribuição do atendimento médico é dividida com a Fifa. Dentro dos estádios e num raio de até dois quilômetros o atendimento cabe à federação de futebol. Extrapolado esse limite, a atribuição é das secretarias municipais e estaduais. Barbosa afirma também que o ministério não teme um aumento de risco de doenças infecciosas, como sarampo.

“Cerca de 75% dos viajantes que vêm ao País no período da Copa são procedentes de países americanos, com perfil epidemiológico muito parecido com o nosso”, disse. Há alguns meses, autoridades sanitárias mostraram preocupação com relação ao sarampo, doença que apresenta número de casos elevados em alguns países. Nos últimos anos, profissionais da rede hoteleira e de setores com contato com turistas foram vacinados. “De qualquer maneira, a vigilância continua atenta. E, caso necessários, medidas de bloqueio são adotadas.

O centro nacional de operações vai funcionar em Brasília, com boletins diários sobre atendimentos de saúde, inspeções sanitárias, fichas de atendimento nas arenas. O centro tem como responsabilidade coordenar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Agência Nacional de Saúde Suplementar e informações prestadas pelas secretarias de saúde. “Tenho convicção de que chegamos preparados e demos passos consistentes para formar um sistema de saúde integrado para lidar em grandes eventos e para proteger turistas, sejam estrangeiros ou brasileiros”, disse Chioro.

As atividades de vigilância não ficarão restritas aos estádios. Elas deverão também ser feitas nos hotéis oficiais, rede assistencial, bares e restaurantes e centros de treinamento. Um grupo de 10 mil pessoas foi treinado para identificar situações de emergência.

Planos de contingência, preparados para atender problemas como acidentes com múltiplas vítimas, com produtos químicos, radiológicos, biológicos, nucleares ou outros desastres foram preparados e testados.

As secretarias estaduais e municipais vão montar em locais próximos dos estádios postos médicos avançados, que funcionarão como Unidades de Pronto Atendimento. As atividades poderão ser complementadas pela Força Nacional do Sistema Único de Saúde, caso seja necessário.

O aplicativo “Saúde na Copa” está disponível para iOS e Android

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Brasileiros têm o desafio de manter vacinas em dia, diz especialista

O Brasil tem um dos melhores programas de imunização do mundo, mas a população ainda não tem o costume de manter o calendário de vacinação atualizado. A avaliação é da presidente da Comissão de Revisão de Calendários da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, às vésperas do Dia Nacional da Imunização, comemorado ontem, segunda-feira (9).

Vacinação

“O brasileiro costuma se preocupar com a doença apenas quando ela assusta. É justamente o caso da gripe, banalizada, apesar de causar, segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 250 mil e 500 mil mortes ao ano”, comparou.

Brasileiros devem manter calendário de vacinação atualizado, diz Sociedade Brasileira de Imunizações.

Os calendários de vacinação para todas as faixas etárias podem ser consultados no site da associação, com indicações sobre disponibilidade das vacina em postos de saúde ou somente em clínicas privadas.

Além de manter as vacinas em dia, a SBIm ressalta a importância de projetos educativos e da vacinação nas escolas para o aumento do número de imunizados.

Isabella cita a vacinação contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), por exemplo, que, de acordo com o Ministério da Saúde, superou a meta de 80% do público-alvo. Segundo a médica da SBIm, o sucesso da campanha da primeira dose deve-se principalmente à forte presença de agentes de saúde nas escolas das redes pública e privada orientando e conscientizando os adolescentes a se vacinarem.

“Quando você facilita o acesso e orienta esse adolescente, ele adere à vacinação. Outros países, como a Inglaterra e a Austrália já fazem a vacinação do adolescente não só para o HPV, como também da hepatite B, entre outras”, explicou a médica ao defender a adoção dessa política pelo Brasil.

O êxito da campanha, porém, pode não se repetir caso a segunda e a terceira dose da vacina contra o HPV não sejam aplicadas também nas escolas. “Em países como os Estados Unidos, onde a vacina é oferecida apenas em postos de saúde, a cobertura fica em 30% a 40% [do público-alvo] e em países que oferecem a vacina nas escolas, a cobertura fica em 85% e 90%”, comparou. A segunda dose deve ser aplicada seis meses após a primeira; e a terceira, cinco anos depois da primeira dose.

A exemplo da vacinação contra o HPV nas escolas,  Isabella Ballalai defende que o mesmo seja feito para evitar a meningite meningocócica. Segundo ela, a imunização nas escolas poderia reduzir significativamente a circulação da doença, visto que os adolescentes estão entre as faixas etárias em que a infecção é mais recorrente.

“A incidência meningocócica é maior no primeiro ano de vida, mas se vacinarmos também os adolescentes, como faz a Inglaterra, diminuiremos a circulação e haverá uma queda importantíssima da doença. É o que chamamos de proteção coletiva”, explicou.

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Dia da Imunização

Em 09 de junho comemora-se o dia da Imunização para conscientizar a importância da vacinação para a prevenção de doença s e venenos.

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O termo “vacina” é derivado do latim materia vaccinia (substância que vem da vaca) Esse nome deve-se à primeira vacina contra a varíola, criada pelo médico inglês Edward Jenner, ao perceber que após contrair a varíola bovina, as pessoas ficavam imunes a varíola humana.

Porém, foram 20 anos de pesquisas. Em 1796, o Dr. Edward Jenner vacinou com êxito um menino, injetando a secreção das fístulas de uma vaca com varíola nele. Algumas semanas depois, inseriu na criança a varíola humana e este não adoeceu.

Ressaltamos que a comunidade médica resistiu inicialmente, entretanto, a vacina passou a ser mundialmente utilizada.

O QUE É IMUNIZAR?

IMUNIZAR é fazer um ser humano ou um animal ficar imune a uma moléstia infecciosa, tornando o organismo capaz de reagir a agentes como as doenças e os venenos. É um conjunto de métodos terapêuticos destinados a conceder resistência ao organismo.

FORMAS DE IMUNIZAÇÃO

A imunidade pode ser natural ou adquirida: A imunidade natural compreende mecanismos inespecíficos de defesa de pele, Ph, e a imunidade conferida pela mãe através da via transplacentária e pelo leite materno ao recém-nascido.

A imunidade adquirida pode ser espontânea, após um processo infeccioso, ou induzida de maneira ativa ou passiva:

Passiva: administração de anticorpos previamente formados (imunoglobulinas) ou soros hiperimunes. Útil em pacientes com defeito na formação de anticorpos ou imunodeprimidos;

Ativa: uso de microorganismos vivos atenuados, mortos e componentes inativados de microorganismos.

O MEIO para a imunização é a vacina. A vacina é uma substância não reagente que é feita do vírus da doença (morto ou inoculado) que é injetado no corpo humano ou do animal. O processo é o seguinte: ao receber a vacina, o corpo não reconhece que o vírus está morto e fabrica substâncias para combatê-lo.

Assim sendo, quando o organismo estiver vulnerável ao contágio da doença, será defendido pelos anticorpos da vacina.

Em 40 anos de existência, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde tornou o Brasil um dos países que oferece o maior número de vacinas à população. Atualmente, o SUS disponibiliza todos os anos mais de 300 milhões de doses para a prevenção e tratamento de doenças. Ao todo, são 25 tipos de vacinas oferecidas na rede pública de saúde.

A coordenadora do Programa de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, destaca que o calendário nacional de vacinação beneficia toda a família. “Nós temos um calendário disponível para o adolescente, para o adulto, para o idoso, além da criança que já é rotineiramente vacinada. Então é importante que todas as pessoas procurem entrar no site do Ministério, conhecer esse calendário de vacinação identificar se ela tem alguma vacina que está desatualizada ou que ela nunca tenha tomado ou que ela começou a tomar e não completou o esquema e deixar sempre essa vacinação atualizada porque é dessa forma que a pessoa vai estar se prevenindo contra as doenças que estão incluídas no calendário nacional de vacinação”, explica Carla.

A estudante Joana Bittencourt, de 34 anos, é um exemplo de pessoa que mantém a vacinação em dia. “Sempre estou me cuidando e sempre estou tomando as vacinas regularmente, não deixo nada pendente. A minha carteira de vacinação está tudo certinho porque eu sempre tomei cuidado. Sempre que tem uma campanha de vacinação, alguma coisa, eu procuro verificar se eu posso tomar ou não. Tomei a tríplice viral, tomei a antitetânica, já tomei contra a febre amarela, tomei as doses contra hepatite. Então, eu sempre estou tomando esse cuidado para não deixar de me imunizar”, conta a estudante.

As ações de vacinação contribuíram para manter a erradicação do ciclo urbano da febre amarela e da varíola no Brasil. Além disso, há 22 anos não se tem registro da paralisia infantil e há dez anos o sarampo não é notificado no país.

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Vacinação 2014: Mantenha Em Dia

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Repensando o Dia Mundial do Meio Ambiente

DiaMundialMeioAmbiente

Ontem, dia 05 de junho foi comemorado o dia mundial do meio ambiente. Mas, será que temos mesmo algo a comemorar? Ou esta é apenas uma oportunidade que nós, preocupados com a questão ambiental, temos para repensar as nossas atitudes e ações perante a natureza? Se fizermos uma análise de maneira consciente e criteriosa acerca da degradação que temos causado de forma progressiva ao meio ambiente, iremos perceber que não haveria necessidade de comemorar o dia mundial do meio ambiente, e sim considerar que todos os dias precisam ser dedicados às lutas em defesa do meio ambiente.

Na velocidade que estamos destruindo o Planeta retirando dele os recursos naturais para transformação em riqueza materiais, estamos contribuindo para que em poucos anos o Planeta Terra entre em colapso. Ou seja, iremos receber o troco pela exaustiva exploração do nosso meio ambiente. Pois quando estamos utilizando dos recursos naturais para produção de matéria-prima fomentando as indústrias, estamos destruindo algo que a Natureza levou anos, geologicamente falando, para produzir. Atualmente em nossa sociedade dado os padrões de consumo, a poluição e produção de lixo que se amplia a cada dia; estamos consumindo além da capacidade que o Planeta tem de suportar. É como enfatiza o nosso renomado ambientalista Washington Novais: “estamos vivendo uma crise de padrão civilizatório”.

Em 2006, com a publicação do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas IPCC (ONU), a questão ambiental passou a ter maior repercussão. Na oportunidade estiveram reunidos centenas de cientistas, os quais participaram do processo de elaboração e divulgação do relatório onde pela 1ª vez, o homem foi citado como um dos agentes propulsores do aquecimento global. Esta publicação na época causou um grande alvoroço na mídia e insignificante ação das autoridades, principalmente das que representa as nações que mais polui o meio ambiente. É claro que houve um pouco de sensibilização de algumas autoridades com relação a este tema, só que de maneira tímida. Contudo, de modo geral, fez surgir maior número de pessoas preocupado com relação ao futuro da humanidade.

De acordo com esta publicação, as expectativas para o nosso Planeta não é nada boa, caso não tomemos medidas consistentes. Pois com o aquecimento global, a tendência é ocorrer o derretimento das calotas polares e consequentemente, o aumento nos níveis dos oceanos, fazendo com que as cidades litorâneas possam até desaparecer. Sem falar nas partes continentais em que os rios poderão secar, ocorrendo inclusive, a escassez de água. A pesar de haver poucas ações de forma plausível por parte das autoridades com relação a prevenção e correção dos problemas ambientais, a publicação do IPCC, foi considerada um avanço para os ambientalistas e assim para toda a humanidade. Pois é o reconhecimento de um órgão importante principalmente, no tocante a política mundial, a ONU. Além disso não devemos esquecer que infelizmente, é a partir do momento em que o ser humano toma consciência de que está sendo prejudicado é que toma as providências para contornar a situação.

Quando analisamos a postura dos EUA que é a maior potência mundial, o maior consumidor proporcional e o maior poluidor, responsável por 25% de toda poluição do planeta, percebemos que a solução para os problemas ambientais estão intimamente ligados a questões de natureza econômica e principalmente, geopolíticas. Sabemos que o presidente dos EUA, Sr. George W. Bush não assinou o Tratado de Quioto em 1997, e não deu explicações concretas sobre este assunto. Fica claro que os americanos não querem pagar um preço, para garantir a preservação do meio ambiente, muito menos desacelerar sua economia. Convém salientar que a matriz energética dos EUA está baseada no carvão mineral, uma das maiores fontes poluidoras.

Finalmente, governo de Barack Obama anunciou um plano para reduzir as emissões de carbono em cerca de 30% até 2030 nas centrais termoelétricas do país. Com a proposta, o governo espera “liderar” as negociações internacionais sobre o tema. A proposta foi apresentada pela agencia ambiental americana, e apesar de tardia é um reconhecimento formal do governo americano acerca da importância desta medida.

No Brasil, uma das maiores bandeiras do governo Lula em 2006 foi a criação do programa de incentivo a produção do Biodiesel um combustível que propunha como carro chefe o plantio de mamona, principalmente no Nordeste através de pequenos produtores. Na época com a vinda do presidente norte-americano George W. Bush ao Brasil, todas as atenções viraram para cana de açúcar. Hoje, oito anos depois, quase nada mudou neste cenário. Haja vista que a produção de etanol permanece tímida e atrelada ao aumento ou não do consumo da gasolina.

O objetivo era a produção de etanol para vender para os EUA, só que a preços baixos, como eles querem. Entretanto, será que vale a pena degradar os nossos biomas para atender quem não se preocupa com a preservação do meio ambiente? Observa-se que atualmente está surgindo uma espécie de generalização de provável utilização de combustíveis vegetais. Até a soja está sendo cogitada como mais uma fonte de biodiesel. E se isto realmente for concretizado, além da expansão da cana de açúcar que já ocorre atualmente, teremos ampliação do plantio da soja com finalidade de produção de combustível. Se isto ocorrer com ambas culturas, seguindo os ditames capitalistas, em poucos anos estaremos com problemas sérios tanto de devastação da nossa vegetação quanto do assoreamento, perda da perenidade dos rios e esgotamento do lençol freático ou até mesmo falta de água. Situação que já ocorre no estado de São Paulo, atualmente.

Em se tratando do Brasil, apesar de termos uma das melhores legislações no que diz respeito a proteção do meio ambiente, persiste ainda, a falta de vontade política no sentido de aplicar estas leis. Ausência de mecanismos de implementação efetivamente eficazes, é o que tem ocorrido. Por fim, falar em dia mundial do meio ambiente considerando apenas um dia no contexto em que vivemos, seria fazer uma analogia representativa ao pouco que temos feito com relação a preservação da Natureza.

Autor: Osvaldo Sousa Galvão, geógrafo, especialista em educação ambiental PUC/GO, Graduando em Direito FACLIONS/GOIÂNIA

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://osvaldosousa.jusbrasil.com.br/

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