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Evite ou Reduza o Sódio
Published abril 22, 2013 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:26 de abril, 5 gramas, Alimentos, ANVISA, Arterial, Campanha, combate, cuidados, dicas, Golden Stern, Hipertensão, hipertensão arterial, OMS, Prevenção, QR Code, recomendado, sal, sodio, Viva Melhor
Hipertensão atinge 1 em cada 25 crianças e adolescentes
Published abril 22, 2013 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:adolescentes, Arterial, crianças, cuidado, cuidados, Diabetes, doenças, Doenças Crônicas, estilo de vida, Hipertensão, Prevenção, tratamento, Vera Koch
Comer menos guloseimas e mais cereais e verduras pode parecer um grande sacrifício para os pequenos, mas são hábitos elementares para evitar a hipertensão infantil. Dados do Ministério da Saúde apontam que 4% entre crianças e adolescentes sofriam deste mal, em 2006. Professor do departamento de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, Sérgio Veloso Brant Pinheiro aponta que o principal fator que pode predispor à enfermidade é o estilo de vida.
Mudar a rotina, com mudanças na alimentação e a prática de atividades físicas, contudo, não é responsabilidade apenas da criança: toda a família deve participar. “Não adianta mandar o filho se alimentar bem e fazer exercícios se os pais não fazem o mesmo. Eles devem dar o exemplo”, afirma.
Pinheiro recomenda a opção por alimentos naturais, uma vez que produtos industrializados contêm um teor de sódio muito alto, pois o sal é utilizado em diversos conservantes artificiais. Ele aponta, ainda, que crianças acima de seis anos precisam de ao menos uma hora diária de atividade física, por isso a prática de esportes deve ser incentivada.
A hipertensão, contudo, pode ter diferentes causas. A primária é aquela que surge a partir de fatores desconhecidos. “É a doença influenciada pelo dia a dia, comum em adultos, que hoje acontece também nos pacientes pediátricos”, explica Pinheiro. As secundárias, por outro lado, estão ligadas a enfermidades identificáveis, que vão de questões genéticas específicas a problemas metabólicos e malformações em órgãos. “A gente sempre tem de buscar a causa. É difícil que a criança fique hipertensa por nada: ou está na família ou na criança”, destaca a integrante da Sociedade Brasileira de Hipertensão Vera Koch.
Vera ressalta que as causas secundárias são menos frequentes em adultos e costumam aparecer precocemente. Ela aponta também que grande parte dos casos de hipertensão deste tipo está ligada a malformações nos rins. “O lado bom é que isso pode ser identificado no exame do feto e observado desde o nascimento da criança”, declara.
Prevenção e tratamento
A hipertensão primária geralmente ocorre de modo assintomático, mas crianças pequenas podem apresentar mudanças no comportamento, como maior agitação e irritabilidade; e as maiores tendem a ter mais dor de cabeça. Nos casos secundários, alguns sinais de alerta para problemas renais que podem levar, futuramente, à hipertensão são o surgimento de sangue e proteína na urina e inchaço.
Nos pequenos sem agravos de saúde, deve-se medir a pressão ao menos uma vez nos primeiros três anos e, a partir dessa etapa, uma checagem anual é suficiente. “Medir a pressão sempre é melhor forma de prevenir. Meça sempre. A pressão não sobe de uma hora para outra”, lembra Vera.
Nos que apresentam algum tipo de doença crônica, a medição deve ocorrer desde o primeiro ano e com maior frequência. “Não basta medir, tem de ser de maneira adequada, por um profissional de saúde, pois é necessário observar que o tamanho da braçadeira do aparelho de pressão seja proporcional ao tamanho da criança”, destaca Pinheiro.
Vera reforça que, quando há causas secundárias, os pais não devem esperar por sintomas: a pressão deve ser medida desde cedo. Bebês prematuros com peso abaixo de 1,5kg têm maior chance de ter problemas renais e, por isso, devem ser acompanhados desde o início.
Após confirmar a pressão alta, o tratamento é essencial. Na hipertensão ligada a causas primárias, se o paciente estiver assintomático, com resultados normais nos exames, pode não ser preciso o uso de medicamentos, apenas o estímulo de bons hábitos de saúde. No caso da secundária, melhora na dieta e exercício também são necessários, mas a utilização de remédios é inevitável.
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Voz: os cuidados para não perdê-la
Published abril 19, 2013 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atitudes saudáveis, cordas vocais, cuidados, doença, fonoaudiólogo, Luciano Neves, otorrinolaringologista, perda da voz, Prevenção, risco, rouca, rouquidão, Saúde, Saúde abril, USP, voz
Repare na quantidade de informações sobre o seu interlocutor fornecidas por uma simples conversa ao telefone. Sem vê-lo dá para presumir se é homem ou mulher, paulista ou gaúcho, jovem ou maduro, se está feliz ou triste, se anda disposto ou abatido… Talvez seja a voz, e não os olhos, o verdadeiro espelho da alma. A questão é que a nossa marca sonora registrada, tão singular quanto as impressões digitais, carece de cuidados para não falhar no dia a dia. E qualquer ruído que ouse enferrujá-la por certo tempo merece ser eliminado.

Com o propósito de despertar a atenção para o assunto e organizar a conduta dos especialistas, a Academia Americana de Otorrinolaringologia acaba de publicar novas diretrizes de tratamento do tormento vocal mais comum no planeta, a rouquidão. “Ela é, na verdade, uma sujeira da voz”, define Mara Behlau, coordenadora do Departamento de Voz da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Sujeira que deve ser removida da garganta. “Um dos nossos objetivos é aumentar o conhecimento sobre as causas do problema, além de alertar que ele tem de ser levado a sério, porque pode acusar algo mais grave”, declara a SAÚDE! Seth Schwartz, líder do trabalho. E de pensar que a voz rouca já foi um dos atributos das atrizes mais sensuais do cinema…
“Se a rouquidão persistir por cerca de 15 dias, é preciso procurar um médico”, avisa Mara. Só ele pode decifrar o motivo da aspereza. Para tanto, conta com um velho e eficiente exame: a laringoscopia. “Introduzimos um instrumento rígido na boca do paciente ou um tubo flexível em seu nariz para visualizar a laringe e verificar o que há de errado”, descreve o otorrinolaringologista Luciano Neves, da Universidade Federal de São Paulo. As autoridades americanas também levantam uma bandeira contra a automedicação — erro típico de quem convive com a garganta irritada. “Pretendemos reduzir o uso inapropriado de anti-inflamatórios e antibióticos, que oferece riscos ao corpo inteiro”, diz Schwartz.
Mas o que será que povoa a voz de ruídos? “Em primeiro lugar estão os abusos vocais”, responde o otorrinolaringologista Domingos Tsuji, do HC paulistano. Cometem esse delito as pessoas que, em uma festa ou na torcida de futebol, gritam sem parar ou que, ainda, precisam falar por horas a fio. Não por menos, professores, radialistas e operadores de telemarketing encabeçam a fila dos que enfrentam o transtorno. O abuso da voz é gatilho para a formação de nódulos, popularmente chamados de calos — a causa número 1 da rouquidão.
Logo após o diagnóstico, porém, uma faxina comandada por um fonoaudiólogo consegue liquidá-los. “A reabilitação de voz é a primeira opção de tratamento, desde que não seja detectado um problema mais grave, como um tumor”, diz Mara Behlau. “São exercícios orientados de acordo com o laudo do paciente, que podem trabalhar a respiração, a dicção e a vibração das pregas vocais”, explica a fonoaudióloga Carla Cielo, da Universidade Federal de Santa Maria, no interior gaúcho. “A terapia é capaz até de promover a reabsorção do nódulo”, completa. Alguns casos, porém, requerem cirurgia — e o bisturi ainda é a solução para outros tipos de lesão que acometem as cordas. A rouquidão também costuma ser consequência de infecções respiratórias. Em gripes e resfriados, além de repouso, podem ser receitadas drogas para barrar os micróbios e a inflamação que aterrorizam a garganta.
Talvez você pergunte: a rouquidão sempre sinaliza perigo? Depende. Há quem ostente desde pequeno, por um capricho da natureza, um tom suavemente rouco. Também é compreensível que as cordas vocais reajam após um baile de Carnaval, por exemplo — mas, aí, a aspereza é passageira. E lembre-se: com o avançar da idade, elas se tornam mais frágeis e suscetíveis às intempéries.
Só não vale tachar de inocente uma rouquidão que surge do nada e não cede. “Ela pode ser o sintoma inicial de um câncer de laringe”, alerta Ronaldo Frizzarini, da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia. “Infelizmente, o Brasil é o vice-campeão mundial na incidência desse tumor, relacionado ao tabagismo e ao consumo excessivo de álcool.” Se descoberto cedo, porém, são altas as chances de cura. A mensagem, que deve ser divulgada em alto e bom som, é desconfiar de um martírio vocal prolongado e adotar os hábitos listados nesta reportagem, que afastam a poluição sonora na garganta. Sua voz agradece — e isso vai dar o que falar.
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Fonoaudióloga ressalta importância e os cuidados a serem tomados
Published abril 18, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:água, Cancer, cuidados, cuidados tomados, Dia Nacional da Voz, fonoaudióloga, garganta, Gigiane Gimbre, Hospital Conceição, Medicação, Ministério da Saúde, Prevenção, risco, Rouco, rouquidão, voz
Passar um dia rouco já é suficiente para perceber a importância da voz para o ser humano. Não precisa ser professor, cantor, locutor, jornalista ou outro profissional que utiliza a voz como ferramenta de trabalho para estar consciente sobre os cuidados com as cordas vocais. Na terça-feira (16/4) foi celebrado o Dia Nacional da Voz.
A precaução com a voz é uma necessidade e algumas atitudes permitem mantê-la mais saudável da infância até a vida adulta. “Cuidar da voz é uma questão de condicionamento físico. Ela precisa estar forte para aguentar as variações do dia a dia. Falar sem esforço, articular bem as palavras, beber bastante água, fazer repouso vocal, evitar pigarrear, sussurrar ou gritar, manter boa postura corporal ao falar são algumas das principais recomendações”, orienta a fonoaudióloga do Hospital Conceição, vinculado ao Ministério da Saúde, Gigiane Gimbre.
Determinados alimentos exercem influência direta ou indireta sobre a produção da voz e da fala. A especialista cita como exemplos água, maçã, mel, bebidas quentes, limão e soro. “Dê preferência a alimentos como a maçã, por dois motivos: sua consistência mais dura exige mais da mastigação, massageando assim os articuladores; além de possuir propriedade adstringente, o que ajuda a reduzir saliva espessa da boca e faringe. As frutas cítricas como o abacaxi, limão e laranja aumentam a salivação e com isso um maior número de deglutições, que acarretam um relaxamento na musculatura da garganta. Já os chás de frutas e as bebidas isotônicas também podem ser considerados preferenciais, pois ajudam na reposição de perdas minerais”, explica.
A fonoaudióloga alerta sobre os principais vilões da saúde vocal. “O cigarro é altamente nocivo. Quando a fumaça é tragada, por conta do calor, agride todo sistema respiratório, principalmente as pregas vocais. O excesso de bebida alcoólica também é prejudicial, porque diminui a sensibilidade. Como não conseguimos controlar o esforço que utilizamos ao falar, podemos exagerar, causando um grande desgaste nas cordas vocais”, acrescenta. “Podendo causar irritação, edema, tosse, pigarro, aumento de secreções e infecções”, diz.
Além disso, a fonoaudióloga recomenda exercícios de aquecimento e desaquecimento vocal orientado para ter uma voz mais saudável e evitar problemas futuros.
Curiosidades sobre a saúde da voz – O grito prejudica a saúde vocal? “Sim. Não grite, não sussurre, não fale em excesso. Usar a voz em tom mais alto ou mais baixo que o habitual necessita um esforço maior, que pode provocar a formação de nódulos. Por isso, fale normalmente”, alerta Gigiane Gimbre .
Café em excesso diminui a hidratação das pregas vocais? “Sim. O café faz com que a pessoa produza maior secreção no cordão vocal e comece a pigarrar. Normalmente está associado ao consumo de cigarro”.
O bocejo ajuda no relaxamento das pregas vocais? “Sim. Esse relaxamento facilita a voz e ajuda a diminuir as tensões. Existe uma série de exercícios para relaxamento. Procure sempre um profissional”.
O ato de pigarrear gera um alto impacto das pregas vocais? “Sim. O pigarrar pode ocasionar futuras lesões. É importante saber a causa deste pigarro. O excesso de muco na laringe pode ser decorrente do fumo, alergias respiratórias e desidratação. A produção demasiada desse muco é a defesa do organismo diante desses quadros irritativos. Não pigarre e beba bastante água”, finaliza.
Nos quadros mais agudos, consulte um especialista.
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Cuidados com a voz podem evitar doenças nas pregas vocais
Published abril 17, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:amanda coelho, água, cordas vocais, cuidados, cuidados com a Voz, Dia Mundial da Voz, dicas, doenças, falar alto, ferramenta, garganta, globo, gritar, hidratar, mitos, perda da voz, Pessoa, profissional, risco, rouquidão, trabalho, tratamento, verdade, vocal, voz
Nesta segunda-feira (16) é comemorado o Dia Mundial da Voz. A data é um alerta para os cuidados necessários para manter a qualidade da voz e evitar doenças na garganta. A atenção deve ser tanto de quem usam a voz como ferramenta de trabalho, como no dia a dia de qualquer pessoa.
De acordo com a fonoaudióloga Amanda Coelho, os cuidados com a voz começam na alimentação. Ela afirma que alimentos gordurosos, condimentados e cítricos podem provocar alterações nas pregas vocais. “Alimentos como o leite e o chocolate, por exemplo, criam uma secreção, um muco, que dificulta a movimentação das pregas vocais durante a produção de som. Isso pode provocar irritações”, explica.
A especialista recomenda ainda que, além dos cuidados com a alimentação, é preciso evitar excessos. “Evite gritar, falar muito rápido e até mesmo sussurrar. Ao contrário do que se pensa, o ato de sussurrar força as pregas vocais. O ideal é sempre falar em tom normal”, orienta.
O radialista Antônio Luiz trabalha há 26 anos com locuções. Ele conta que depois de ter problemas com a voz, apreendeu a cuidar da ferramenta de trabalho. “Antes de conhecer a profissão, a gente acha que para ter boa voz é preciso falar mais alto e mais forte, além de impostar demais. No começo a gente sente as consequências, mas com o tempo apreendemos a cuidar da voz”, comenta.
Quem também sentiu os reflexos dos excessos com a voz foi o cantor Léo, da dupla de Itapetininga Luiz e Léo. Há seis anos na profissão, pelo menos quatro dias na semana são dedicados aos shows, ensaios, gravações. Ele conta que no início da carreira não havia a preocupação com a voz. Os resultados foram calos nas pregas vocais devido abusos. Depois da constatação, passou a ter cuidados. Além do controle de volume e exercícios, ele não descuida do consumo de água em temperatura ambiente. “A voz é meu instrumento de trabalho, por isso tenho que cuidar”, ressalta.
Segundo a fonoaudióloga Amanda, a água tem temperatura ambiente é uma aliada importante para preservação da voz. “A água deve ser muito consumida, mas fracionada ao longo do dia, em pequenos goles. Isso ajuda a exercitar as pregas e também deixadas desobstruídas para a produção do som”, explica.
Teste: Mitos e Verdades sobre os Cuidados com a Voz
De acordo com o otorrinolaringologista José Otávio, de Itapetininga, líquidos gelados ou quentes também devem ser evitados. “As temperaturas muito baixas ou muito altas são prejudiciais. Elas poderão provocar irritabilidade nas pregas vocais. A temperatura boa é a de 37%, a natural”, afirma.
O médico cita, por exemplo, o alto índice de casos de câncer de esôfago. “É habito entre os gaúchos o consume de chimarrão. Isso contribui para os problemas na garganta”, explica.
Outra dica do especialista é a ingestão de maça para ajudar no melhoramento e manter o equilíbrio da voz. “A maça tem ação adstringente nas pregas vocais, assim como a água”, afirma.
Indícios de problemas
Os sintomas de doenças ligadas à voz podem ser rouquidão por mais de 15 dias, voz entrecortada, dificuldade para engolir, dificuldade e dor para engolir, tosse e pigarro.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com
Cuidados especiais para quem utiliza a voz profissionalmente
Published abril 16, 2013 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:boca, Cancer, cordas vocais, cuidados, dicas, disfonias, nódulos, orgânicos, palavras, paralisia, pólipos, pregas, Prevenção, profissionais, relaxamento, trabalhar a voz, vocais
Os profissionais da voz são todos os indivíduos que tem como seu instrumento de trabalho a VOZ, ou seja, dependem da voz para exercer a sua profissão.
Os chamados profissionais da voz são: Cantores, Atores, Professores, Pastores e Padres, Advogados, Juízes, Promotores, Repórteres, Radialistas, Operadores de telemarketing, Leiloeiros, Políticos, Dubladores, Vendedores, etc.
A voz é algo tão característico e importante como a nossa própria fisionomia e impressão digital ela varia de acordo com o sexo, idade, profissão, personalidade, estado emocional e a intenção que a usamos. É através da nossa voz que expressamos nossos sentimentos, emoções, idéias e pensamentos. Ela também mostra quem nós somos, além de conseguimos nos comunicar com outras pessoas só utilizando a voz, como por exemplo em uma conversa ao telefone, e seremos compreendidos perfeitamente.
A voz é produzida a partir do ar que saí dos pulmões, passa pela laringe, onde estão localizadas as pregas vocais, as mesmas no momento da expiração, aproxima-se e vibram, produzindo assim o som. Este som, que de início é baixo e fraco, será amplificado pelas cavidades de ressonância (que são a faringe, boca e nariz). Após amplificado, o som será articulado na cavidade oral , por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.
Todos precisam ter cuidados com a voz, mas para quem utiliza a voz profissionalmente, é preciso ter alguns cuidados vocais essenciais, com isso é possível manter a integridade vocal. Vejamos alguns destes cuidados :
- DEVE-SE BEBER, EM MÉDIA DOIS (2) LITROS DE ÁGUA POR DIA, de preferência em temperatura ambiente.
- DURANTE A ATIVIDADE VOCAL, DEVE-SE BEBER ALGUNS GOLES DE ÁGUA, para umidificar a garganta. A água deve estar em temperatura ambiente, para que não ocorra o choque térmico.
- EVITAR QUALQUER TIPO DE COMPETIÇÃO SONORA
- EVITAR BEBIDAS ALCOÓLICAS pois o álcool tem um efeito anestésico, assim provoca a diminuição da sensibilidade, é onde na maioria das vezes ocorre um abuso vocal, lesando as pregas vocais.
- EVITAR GRITAR E TOSSIR, pois provoca um intenso atrito nas pregas vocais, podendo lesioná-las
- NÃO FUMAR, a fumaça irrita a mucosa da laringe, acumulando secreções nas pregas vocais, e o ressecamento da mesma mucosa.
- EVITAR O AR CONDICIONADO, pois provoca o ressecamento das mucosas, alterando a vibração das pregas vocais. Se não for possível evitar o ar condicionado, procure sempre beber água, durante todo o tempo que estiver exposto a ele.
- EVITAR O CONSUMO DE LEITE, CHOCOLATE E SEUS DERIVADOS ANTES A INTENSA ATIVIDADE VOCAL, pois esses alimentos aumentam a secreção de muco no trato vocal.
- PROCURE CONSUMIR ALIMENTOS FIBROSOS, como maçã, que é um adstringente, ou seja, agem limpando a boca e faringe
- PROCURE INGERIR SUCOS E FRUTAS CÍTRICAS
- PROCURE ESTAR VESTIDO (A) O MAIS CONFORTÁVEL POSSÍVEL, para que o seu vestuário não atrapalhe o fluxo respiratório, nem mau postura.
- DURANTE A FONAÇÃO, MANTENHA A CABEÇA RETA, UMA POSTURA ERETA COM OS DOIS PÉS APOIADOS NO CHÃO, pois assim permite a passagem do ar sem dificuldades e o diafragma trabalha melhor.
- ARTICULAR BEM AS PALAVRAS, usando também expressões faciais para evitar o abuso vocal.
- Se a disfonia (rouquidão) persistir por mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo
Alguns exercícios de relaxamento e aquecimento podem ser feito antes da atividade vocal como: Rotação da língua no vestíbulo da boca, Lateralidade da língua (empurrar a língua contra a bochecha), Vibrar a língua, Vibrar os lábios, Bocejar, Protusão dos lábios (fazer bico como se fosse dar um beijo), Retração dos lábios, Rodar o pescoço em todas as direções , entre tantos outros exercícios.
O que mais afeta aqueles que utilizam a voz profissionalmente é a disfonia, que é conhecida popularmente como rouquidão .
Disfonia é um distúrbio de comunicação, caracterizado pela dificuldade na emissão vocal, apresentando um impedimento na produção natural da voz. Pode ser ocasionado por uma disfunção, abuso vocal ou uso incorreto da voz, é mais freqüente em indivíduos que utilizam abundantemente a voz diariamente de uma forma incorreta.
A disfonia é divida em: Disfonias Funcionais, Disfonias Orgânico – Funcionais e Disfonias Orgânicas.
- Disfonias Funcionais:
São aquelas que não apresentam nenhuma alteração visível nas pregas vocais, elas são decorrentes do mal uso ou do abuso da voz. Geralmente ocorrem em profissionais da voz que não tem nenhum tipo de orientação. Existem 3 fatores que podem vir a desencadear uma disfonia funcional:
- Uso incorreto da voz :
Ocorre em pessoas, sejam profissionais da voz ou não, que utilizem a voz abundantemente durante todo dia, sem ter nenhuma noção de como usa – lá corretamente.
- Inadaptações Vocais :
Não existe, no corpo humano, um aparelho que tenha por função específica a fonação, mas o que temos é uma adaptação de várias estruturas, formando assim o aparelho fonador. Quando não existe uma boa adaptação destas estruturas, ocorre o que chamamos de Inadaptações Vocais.
- Alterações Psicoemocionais:
Nossas emoções influenciam e são responsáveis por mudanças na nossa voz. A voz, como já foi dito anteriormente, faz com que nos comuniquemos com outras pessoas; se temos alguma emoção muito forte (raiva, ansiedade, alegria), poderá repercutir em nossa voz, provocando uma disfonia funcional.
- Disfonias Orgânico – Funcionais:
São, em geral, iniciadas com uma disfonia funcional que tem seu diagnóstico tardio, como a disfonia funcional não foi tratada, então ela evolui para uma lesão secundária nas pregas vocais.
- Disfonias Orgânicos :
São aquelas que apresentam uma alteração anatômica nas pregas vocais.
Existem vários tipos de alterações anatômicas, veremos algumas:
- Nódulos :
São tumores benignos nas pregas vocais, podem ter sua origem no mau uso da voz. O tratamento é feito através de fonoterapia e só em alguns casos tem que haver uma intervenção cirúrgica.
- Pólipos:
São tumores benignos nas pregas vocais. O seu tratamento é cirúrgico, e seguido de fonoterapia.
- Paralisia das pregas vocais:
Ocorre devido a uma lesão nervosa, podendo atingir uma prega vocal ou ambas. Isso pode acontecer por alterações cerebrais, ou alterações cardíacas, ou tumores. O tratamento é feito através de fonoterapia, e em alguns casos é necessário realizar cirurgia com o objetivo de melhorar o posicionamento das pregas vocais.
- Câncer:
É um tumor maligno que localiza-se nas pregas vocais. Ocorre com maior freqüência em fumantes. O tratamento pode ser cirúrgico ou radioterápico.
Para maiores esclarecimentos sobre disfonia, ou caso a rouquidão permanecer mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.fonoaudiologia.com
Cuidados com a Voz
Published abril 15, 2013 Qualidade de Vida , Vídeos Leave a CommentTags:água, cuidados, dicas, fonoaudiologia, hidratar, otorrino, pilates, Prevenção, Saúde, saudável, trabalho vocal, tratamento, UNIMED, video, vocal, voz, Yoga
A voz é um instrumento de trabalho para muitos profissionais, que a usam exaustivamente durante todo o dia.
Mas mesmo aqueles que a usam com moderação devem tomar alguns cuidados para mantê-la sempre saudável. Por isso, evite disfonias (alterações vocais com origem orgânica e/ou funcional) seguindo as orientações abaixo.
Mas acima e antes de tudo procurando especialistas, o otorrinolaringologista ou o fonoaudiólogo. Nunca se automedique ou siga orientações de leigos. É a sua voz, ou a falta dela, que está em jogo.
– Mantenha uma postura correta enquanto trabalha com a voz: corpo ereto com correto alinhamento do eixo cabeça-pescoço-costas, mas sem tensão.
– Aqueça e desaqueça a voz antes e depois dos esforços vocais, através dos exercícios do final do texto.
– Mantenha o aparelho fonador hidratado, bebendo água em abundância, de preferência à temperatura ambiente.
– Tenha uma alimentação saudável, rica em alimentos leves e de fácil digestão (frutas, legumes, vegetais, peixe, frango).
– Coma maçã, que tem propriedades adstringentes.
– Durma 8 horas por noite e repousar nos períodos de maior trabalho vocal.
– Repouse a voz após seu uso intensivo.
– Relaxe e mantenha o controle emocional. A prática de yoga e pilates são recomendados para o alcance desse objetivo.
– Pratique natação, ciclismo, aeróbica, etc. (respiração e alongamento dos músculos).
– Evite lugares barulhentos antes e depois do esforço vocal, já que obrigam à competição sonora entre a voz e o ruído.
– Evite permanecer em ambientes refrigerados ou aquecidos por ar condicionado, já que este retira a umidade do ar.
– Evite ambientes com poeiras, mofo ou cheiros fortes.
– Evite tossir ou pigarrear, já que favorecem o atrito nas cordas vocais; optar por engolir saliva ou beber água para afastar o incômodo.
– Evite alimentos pesados, muito condimentados ou gordurosos antes de deitar, para evitar o refluxo gastroesofágico. Estes alimentos devem ser evitados também antes do esforço vocal.
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Câncer não é mais sentença de morte, diz Oncologista
Published abril 12, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:André Márcio, assusta, Cancer, clínica médica, Dia mundial de combate ao Câncer, evoluiu, governo, Medicamento, Medicina, oncologia, Oncologista, pacientes, SUS, tecnologias, tratamento, UFMG
No Dia Mundial de Combate ao Câncer, o Portal UFMG publicou entrevista com o professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG André Márcio Murad, responsável pela introdução da disciplina de Oncologia no currículo do curso de Medicina. Confira:
Por que o câncer assusta tanto?
Ainda existe um estigma sobre o câncer. Algumas pessoas veem a doença como um atestado de óbito, uma sentença de morte. Mas a medicina evoluiu muito, podemos dizer com muita tranquilidade que o câncer já é uma doença curável, desde que descoberto precocemente. Na fase mais avançada, a medicina também evoluiu bastante. Quando eu comecei a estudar oncologia, na década de 1980, o índice de cura girava em torno de 20% a 25%. Tinha-se, também, uma crença de que a quimioterapia era pior que a doença, porque trazia dores, infecções, diarreia, náuseas e queda de cabelo.
Lembro que quando o paciente morria de câncer, a família pedia que não colocássemos a real causa da morte no atestado de óbito, porque o câncer era visto como algo até mesmo contagioso. As pessoas tinham vergonha do câncer. Hoje, nosso índice de cura está em torno de 50%. Ainda há muito a ser feito, mas a perspectiva é muito boa, graças às mudanças de paradigma no tratamento da doença.
Como o tratamento evoluiu?
Antes o tratamento era focado em quimioterapia, um sistema doloroso e com muitos efeitos colaterais. Hoje há drogas mais modernas, com outro conceito de funcionamento, que são os chamados medicamentos alvo moleculares. O câncer ocorre quando a célula tumoral sofre mutação genética nos genes responsáveis pelo controle da multiplicação celular e há, então, a produção de proteínas que estimulam seu crescimento e sua multiplicação desordenada. Os medicamentos de tecnologia alvo molecular têm atuação mais direcionada, atacando especificamente as células doentes. Eles identificam os genes doentes e agem sobre eles. Antes, a quimioterapia atacava células tumorais e as saudáveis, também. As drogas de hoje são mais diretas, atacam a causa do problema.
As novas tecnologias dos medicamentos alvo moleculares permitem maior taxa de cura dos pacientes com câncer?
A cura está diretamente ligada ao tempo com que o diagnóstico do câncer é feito. O diagnóstico precoce ainda é essencial para o sucesso de qualquer tratamento. Porém, em casos de câncer mais avançado, os medicamentos alvo moleculares permitem que nós “cronifiquemos” a doença, ou seja, que ela seja controlada e o paciente consiga ter uma vida normal mesmo com o câncer. É o que já acontece com os pacientes em tratamento de aids pelo chamado coquetel anti-retroviral: a doença não é curada, mas o tratamento permite uma qualidade de vida aos pacientes. O futuro da oncologia está em usar cada vez mais as medicações alvo moleculares, inclusive de formulação oral, tomadas em casa e com comodidade posológica. Medicamentos venosos e especialmente tóxicos e “não inteligentes” devem ter sua presença progressivamente reduzida no arsenal terapêutico do oncologista, pois estamos testemunhando uma mudança de paradigma e uma revolução na prevenção e na detecção precoce do câncer.
O tratamento do câncer é facilitado pelo governo? Uma pessoa que possui câncer consegue obter um tratamento de qualidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS)?
Quando eu comecei na oncologia, no final da década de 1980, o tratamento da rede privada era idêntico ao oferecido pela rede pública. Com a incorporação de novos tratamentos e tecnologias, hoje o tratamento do SUS é inferior ao privado. Este, aliás, não deve em nada a qualquer tratamento de ponta oferecido nos melhores hospitais do mundo. Infelizmente, o governo trabalha com recursos nem sempre suficientes e precisa tratar várias doenças, não só o câncer. Então o SUS precisou restringir alguns medicamentos. Porém, há um pacote de drogas que atende basicamente a vários tipos de câncer e que é disponibilizado integralmente pela saúde pública. A grande maioria dos tumores é contemplada pela rede pública, e o paciente recebe um tratamento de qualidade. Mas o SUS não consegue acompanhar a rapidez da evolução dos medicamentos e exames. Se, por exemplo, aparece uma nova droga promissora, pode levar alguns anos até que ela seja realidade nos hospitais públicos.
Quais problemas essa defasagem do SUS em relação a alguns medicamentos novos de combate ao câncer pode trazer?
Essa defasagem alimenta a indústria de liminares. Se o SUS não oferece certo medicamento, a pessoa consegue obtê-lo por meio de liminar conseguida pela justiça, pois, pela lei, todos têm direito ao mesmo tipo de tratamento médico. Essa indústria de liminares precisa ser revista. O que é mais importante? Aumentar a gama de remédios oferecida pela rede pública ou construir um estádio para a Copa do Mundo? Uma solução é o Ministério da Saúde negociar com os laboratórios a compra dos medicamentos por um preço mais barato. A quebra de patentes também seria uma solução, como ocorreu no caso da aids, que hoje é tratada da melhor forma no sistema público de saúde. Essas mudanças vão permitir que toda a população tenha acesso medicamentos, tecnologias e exames mais modernos.
É possível prevenir o câncer ou essa doença ainda tem um forte componente genético?
Apenas 15% dos casos de câncer possuem origem genética. A grande maioria se manifesta devido a fatores ambientais, como os maus hábitos de vida. O cigarro, o álcool, a alimentação nada saudável, a exposição excessiva à luz solar, tudo isso vai favorecer o aparecimento de diversos tipos de câncer.
No caso do cigarro, por exemplo, sabemos que ele causa câncer de pulmão, boca, garganta, laringe, traqueia, esôfago, estômago, bexiga e pâncreas. As pessoas estão sedentárias e obesas. Uma pessoa gorda, barriguda, sedentária, que come mal e faz uso exagerado de bebidas alcoólicas representa um quadro muito favorável ao aparecimento do câncer. Esses fatores são responsáveis por 60 a 70% dos casos e todos são potencialmente controláveis, pois a pessoa pode não fumar, moderar o que come e o que bebe. Alguns agentes infecciosos que causam câncer hoje também podem ser prevenidos através de vacinas, como o vírus da hepatite B e o HPV. O da hepatite B pode causar câncer de fígado e o HPV, de colo uterino, garganta, ânus e vulva. Nesses casos, o uso de preservativos também deve ser estimulado.
E a alimentação? Como ela pode favorecer o aparecimento do câncer?
A cada dia que passa, temos a comprovação científica de que nós somos o que comemos. Isso vale muito para o câncer. Uma forma de preveni-lo é ter uma alimentação mais saudável. A alimentação moderna é péssima e altamente cancerígena: excesso de gordura e proteína animal, embutidos, enlatados e produtos conservados artificialmente. Quando se conserva uma carne, por exemplo, o nitrato é transformado em nitrito e este em nitrosanima, um dos agentes mais cancerígenos que conhecemos. Quando se come um enlatado, algo com muito conservante, é como comer um componente do cigarro.
A alimentação pode agir também do lado oposto, ou seja, na prevenção do câncer?
Sim. Devemos comer alimentos naturais e abusar de verduras, legumes, frutas, cereais e grãos, que além de fazer bem à saúde, são alimentos funcionais e que podem prevenir o câncer. O tomate, por exemplo, tem licopeno, que previne câncer de próstata. A uva tem resveratrol, que também previne o câncer. A couve-flor, o brócolis, o repolho, também possuem elementos anticancerígenos, como o indol-cabinol. A soja pode prevenir o câncer de mama, através dos fitoestrógenos.
E o álcool? Ele também favorece o aparecimento de tumores?
As bebidas destiladas são também cancerígenas e cocancerígenas. Por que o câncer de mama aumentou a incidência em mulheres jovens? Na década de 1970, eram 1,5 casos para cada 100 mil mulheres. Hoje, são três casos para cada 100 mil mulheres. E elas manifestam o câncer cada vez mais jovens. Por que isso acontece? Porque bebem muito mais que antigamente, comem mal, estão obesas e sedentárias. É uma conjunção de fatores que vai favorecer o aparecimento do câncer.
Todo mundo conhece alguém que, apesar de levar uma vida saudável, teve câncer. Por que isso acontece?
Nesses casos, atribuímos a doença à genética, agentes infecciosos, especialmente virais, ou a outras causas desconhecidas. Por mais que a oncologia esteja se desenvolvendo, ainda há mecanismos relacionados ao câncer que são desconhecidos. Muitos casos têm causa genética e podem ser identificados por exame de sangue. A síndrome do câncer de mama familiar é um exemplo. São mulheres abaixo de 40 anos com câncer e muitos casos na família. Aí o tratamento foca no acompanhamento da família e na prevenção. Há uma corrente na medicina que recomenda que essas mulheres tenham filhos logo e removam os ovários, porque aí vamos prevenir o câncer de mama e o de ovário. Ou seja, é possível prevenir a doença até quando ela tem causas genéticas.
Qual é o câncer de maior incidência no Brasil? E o de tratamento mais difícil?
O câncer de pele, com 150 mil casos por ano. O mais perigoso é o melanoma, que pode matar, pois pode evoluir com metástases. Por isso, deve-se ter muito cuidado ao tomar sol, respeitando sempre os horários adequados (até às 10h e depois das 16 h) e abusando do filtro solar. E os cânceres de tratamento mais difícil são o melanoma da pele, o sarcoma (que atinge tecidos moles) e o de rim. Nesses três tumores, a ciência demorou muito tempo para achar uma resposta, uma vez que eles eram resistentes aos tratamentos tradicionais. De quatro anos para cá, eles começaram a ser contemplados com as drogas alvo moleculares, o que facilitou o tratamento.
Como o senhor avalia o estágio do Brasil em relação ao tratamento de câncer?
Nosso país tem uma das legislações mais avançadas do mundo para proteção dos pesquisados, dos pesquisadores e de pessoas que participam de pesquisas. Na UFMG e no Hospital das Clínicas, temos parcerias com vários laboratórios e testamos diversos medicamentos de ponta, que vão chegar ao mercado em quatro, cinco anos. Os medicamentos alvo moleculares são a grande aposta do tratamento do câncer, e as pesquisas mais recentes e modernas giram em torno deles, uma vez que superam a quimioterapia e permitem um tratamento mais humanizado, individualizado e menos doloroso. As pesquisas sobre tratamentos e medicamentos pretendem proporcionar a “vida após o câncer” e a “qualidade de vida com o câncer”. O diagnóstico não é mais uma sentença de morte e isso se deve às novas pesquisas e tecnologias desenvolvidas no mundo inteiro.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.medicina.ufmg.br
Dia Mundial de Combate ao Câncer
Published abril 8, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:8 de abril, Blog da Saúde, Brasil, Cancer, comemoração, Corpo, cuidados, dados, doença, INCA, informações, lei, Ministério da Saúde, mundo, Números, Prevenção, SUS, tipos, tratamento
Estudo do Instituto Nacional de Câncer – José Alencar Gomes da Silva (Inca) – aponta que o câncer representa a segunda causa de morte no Brasil, atrás apenas das doenças do coração. Para chamar a atenção de todas as nações sobre importância da discussão sobre a doença e instituir políticas de prevenção, foi instituído o Dia Mundial do Combate ao Câncer, 8 de abril.
No Brasil, no ano passado, foram descobertos mais de 52.680 casos de câncer da mama, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em relação ao câncer da próstata, foram registrados mais 60.180 casos entre brasileiros em 2012. Em 2013 são esperados mais de 500 mil novos casos.
Para diminuir esta incidência, o Ministério da Saúde intensificou estratégias para ampliar o acesso da população aos serviços públicos de diagnóstico e tratamento de câncer. No caso das mulheres, por exemplo, a oferta do serviço de mamografia móvel contribui para ampliar o número de mulheres, na faixa etária prioritária (50 a 69 anos), que devem se submeter ao exame de mamografia e que vivem, preferencialmente, em áreas remotas e de difícil acesso.
Vale destacar que todos os pacientes com a doença podem obter tratamento gratuito na rede pública de saúde, incluindo novas terapias. O paciente tem direito de se submeter ao primeiro tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), no prazo de até 60 (sessenta) dias contados a partir do dia em que for confirmado o diagnóstico em laudo médico ou em prazo menor, conforme a necessidade. Pacientes com câncer também têm acesso privilegiado para a obtenção de remédios para tratar a doença.
Números do câncer no mundo
A cada ano, o câncer provoca cerca de 8 milhões de mortes no mundo. Estima-se que um terço dessas mortes poderia ter sido evitado com mais prevenção, detecção precoce e acesso aos tratamentos existentes.
A doença
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo.
As causas externas referem-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de uma sociedade. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, e estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas.
Tratamento
Existem várias modalidades de tratamentos. A principal é a cirurgia, que pode ser empregada em conjunto com radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença. Todas as modalidades de tratamento são oferecidas pelo SUS.
Lei 12.732
A Lei 12.732 fixa prazo de até 60 dias para o tratamento de câncer maligno pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O prazo vale a partir do diagnóstico da doença.
De acordo com a publicação, o prazo de 60 dias será considerado cumprido quando o tratamento for efetivamente iniciado, seja por meio de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Em casos mais graves, o prazo poderá ser inferior ao estabelecido.
Prevenção
A prevenção do câncer nem sempre é possível, mas há fatores de risco que estão na origem de diferentes tipos de tumor. O principal é o tabagismo. O consumo de bebidas alcoólicas e de gorduras de origem animal, dieta pobre em fibras, vida sedentária e obesidade também devem ser evitados para prevenir os tumores malignos.
Instituto Nacional de Câncer (Inca)
Desde 1938, o Inca presta assistência médico-hospitalar gratuita a pacientes diagnosticados com câncer.
Vinculado ao Sistema Único de Saúde (SUS), possui cinco unidades hospitalares na cidade do Rio de Janeiro. Para ser atendido, o médico deve encaminhar o paciente já com diagnóstico confirmado de câncer ou com grande suspeita da doença (exame de radiografia, tomografia ou ressonância magnética).
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br








