Posts Tagged 'bem-estar'
10 Mandamentos para Ser 12 por 8
Published abril 23, 2014 Campanhas Leave a CommentTags:12 por 8, alimentação, atenção, atividade física, bem-estar, Campanha, cigarro, comunicado, controle, Coração, cuidados, cura, dicas, doença, doenças, Estresse, Golden Stern, Hipertensão, hipertensão arterial, Mandamentos, Mensagem, pressão alta, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, tratamento, Viva Melhor, vivamelhor, vivamelhoronline
8 dicas para deixar sua vida mais saudável
Published abril 7, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:7 de abril, atenção, bem-estar, Check-up, cuidados, cura, Dia Mundial da Saude, dicas, doenças, dores, exames, médico, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, tratamento, Vacinas, Visita ao Médico
Sabia que nesta segunda-feira (7) é comemorado o Dia Mundial da Saúde? Por isso, use esta data como incentivo para melhorar sua própria saúde. A médica clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, disse que “nessa data é importante às pessoas lembrarem-se de fazer exames preventivos com regularidade e ter hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios diários e a adoção de uma alimentação balanceada.”
A especialista reforça ainda que diversas doenças, quando diagnosticadas precocemente, têm melhor evolução ao serem tratadas.
— Isso é importante porque certos tipos de doenças podem não apresentar sintomas aparentes, como é o caso hipertensão arterial, diabetes, HIV, hepatites, dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicérides).
Homens e mulheres precisam de cuidados específicos, assim como as crianças. Acima de 40 anos, eles devem fazer exames de colonoscopia e próstata, enquanto elas, ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa).
Veja dicas da médica:
1) Realizar exames de checkup, pelo menos, uma vez por ano. Além do teste ergométrico, que avalia o amplo funcionamento cardiovascular, a lista inclui outros para controlar os níveis de colesterol ruim, açúcar, ácido úrico, função do rim e fígado e triglicérides no sangue, além de sorologias para hepatite B e C, HIV, sífilis;
2) Ficar em dia com a caderneta de vacinação. Lembre-se de que nem só as crianças necessitam de vacinas. Doses contra difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras, devem ser repetidas na vida adulta.
3) Prestar atenção aos sinais do corpo. Cólicas, sonolências, fraquezas e enxaquecas podem ser indicativos de doenças sérias ou infecções por vírus e bactérias;
4) Praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma alimentação mais saudável possível. Com isso, evitar excessos na ingestão de açúcar, gordura e fritura;
5) Evitar a prática do fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;
6) Crianças: Além de consultas com pediatra, os pequenos devem passar pelo atendimento com outras especialidades médicas. No caso do oftalmologista, a primeira consulta deve acontecer por volta dos 2 ou 3 anos, período em que ainda é possível a correção de diversos problemas;
7) Mulheres: Exames como ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa). As que tiverem mais de 40 anos precisam incluir: mamografia e densitometria óssea.
8) Homens: É indicado autoexame regular nos testículos. Quem tiver mais de 40 anos, exames de colonoscopia e próstata são recomendados.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.r7.com/saude/
Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br
Incorporando a atividade física em sua rotina
Published março 11, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:academia, atividade física, bem-estar, Caminhadas, combate, corridas, cuidados, dicas, doenças, esportes, estimular, hábitos, Incorporar, praticar, Prevenção, Qualidade de Vida, rotina, Saúde, Sedentarismo, transporte
Sabemos o quanto é difícil acrescentar em nossa rotina novos hábitos, principalmente quando se trata do início de uma atividade física estruturada. Mudar comportamento não é uma tarefa fácil, afinal, envolve fatores individuais (como barreiras, intenções, auto eficácia), socioculturais (como suporte familiar, ciclo de amizades, normas culturais) e ambientais (como transporte, estrutura física e ambiental, estações do ano).
Com o verão em vista, as academias enchem com as pessoas tendo objetivo de atingir o corpinho perfeito a tempo! Mas sabemos que para que essa prática se torne um hábito consolidado, são necessários em média seis meses de prática contínua. E aí aparecem as dificuldades, pois a frequência no primeiro mês é extraordinária, no segundo já começa a diminuir, no terceiro é uma raridade, e no quarto mês aparecer na academia é quase fator impossível, já que tudo será motivo para ausência. Então seguem algumas dicas que podem ajudar:
- Inspire-se! Coloque em sua geladeira, fundo de tela do computador, ou qualquer lugar muito visível para você, uma foto de corpo inteiro de alguém com quem você quer ficar parecido ou até um retrato seu do passado.
- Tenha um diário! Registre suas metas, sua evolução e a frequência das atividades. As redes sociais também podem auxiliar bastante!
- Comece devagar! A evolução deve acontecer de forma gradativa para que o corpo tenha uma adaptação efetiva e diminua o risco de lesões.
- Crie metas realistas! Lembre-se: tudo que vem rápido, vai rápido. Não há processos milagrosos. Para ser efetivo e garantir uma mudança definitiva de comportamento, as conquistas devem ser gradativas. Você pode ter metas em longo prazo em mente, mas crie metas mais imediatas, como eliminar 1 kg ou perder 1 cm de barriga em algumas semanas.
- Escolha do exercício certo! Procure realizar uma atividade que lhe dê prazer! Isso facilitará sua aderência! Existem diversas opções além de esteira, bicicleta e musculação, como aulas de dança, caminhada, artes marciais, yoga, hidroginástica e esportes coletivos.
- Tenha uma “calça de referência”! Se quer emagrecer, acostume-se a provar toda semana a mesma calça. É mais fácil perceber as pequenas mudanças no seu corpo assim do que se olhando no espelho.
- Contrate um personal trainer! O acompanhamento individualizado de um personal potencializa os resultados de seu treino além de colaborar bastante na parte motivacional! Se tiver um compromisso com alguém para treinar, pensará duas vezes antes de faltar em seu treino!
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br/
Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br
Cuidados para o Carnaval 2014!
Published fevereiro 28, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Alimentos, Alimentos Leves, atenção, Beba Água, bem-estar, Campanha, carnaval, cuidados, Descalço, dicas, Não dirija, Prevenção, riscos, Roupas Leves, Saúde, Vá de Taxi, vivamelhor, vivamelhoronline
Alcoolismo é a principal causa de afastamento do trabalho por uso de drogas
Published fevereiro 21, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Afastamento, Agencia Brasil, Alcoolismo, auxílio doença, Álcool, bem-estar, Brasil, Consumo, Cress-SP, cuidados, dados, dicas, Drogas, estatísticas, INSS, Ministério da Saúde, Prevenção, Saúde, trabalho, tratamento
Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apontam que o alcoolismo é o principal motivo de pedidos de auxílio-doença por transtornos mentais e comportamentais por uso de substância psicoativa. O número de pessoas que precisaram parar de trabalhar e pediram o auxílio devido ao uso abusivo do álcool teve um aumento de 19% nos últimos quatro anos, ao passar de 12.055, em 2009, para 14.420, em 2013.
Os dados mostram que os auxílios-doença concedidos as pessoas com transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de drogas passaram de 143,4 mil. Cocaína é a segunda droga responsável pelos auxílios concedidos (8.541), seguido de uso de maconha e haxixe (312) e alucinógenos (165).
São Paulo teve o maior número de pedidos em 2013 por uso abusivo do álcool, com 4.375 auxílios-doença concedidos, seguido de Minas Gerais, com 2.333. Integrante do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (Cress-SP), o assistente social Fábio Alexandre Gomes ressalta que o aumento é extremamente superficial, visto que boa parte da população não contribui para o INSS e por isso não tem direito a esse benefício.
“O impacto do álcool hoje na vida das pessoas é muito maior. Muitos casos inclusive de uso abusivo do álcool estão associados com a situação de desemprego. E a juventude tem iniciado experiências cada vez mais cedo”, explica ele. “Tenho casos frequentes de crianças fazendo uso abusivo de álcool a partir dos oito anos. Estou acompanhando um menino que hoje, com dez anos de idade, usa crack, mas a porta de entrada foi o álcool”, conta o assistente social ao relatar que por ser uma substância socialmente permitida em casa, acaba sendo de fácil acesso.
Ele também relata aumento sensível de mulheres que não aderem ao tratamento, fruto de preconceito social. “Na minha experiência como assistente, este consumo abusivo está ligado principalmente a relações de violência, sobretudo, amorosas. E geralmente o consumo é de cachaça”, ressaltou. Ele criticou a concentração de políticas públicas dirigidas a substâncias ilícitas, quando o álcool é uma das substâncias lícitas cada vez mais usadas por adolescentes e mulheres, independentes da classe social. Gomes ressalta que faltam campanhas que falem do impacto do álcool na gravidez.
“O consumo do álcool durante a gestação é algo que não se discute muito. Muitas gestantes pensam ‘ah está muito calor vou tomar só um copinho’, sem saberem o impacto que isso tem na formação das crianças”, alertou Alexandre Gomes.
Há 24 anos sem beber uma gota de álcool, o vendedor autônomo João Souza, 54 anos, morador do Rio de Janeiro, acredita que largar o vício sem ajuda profissional é “praticamente impossível” e afirma que não existe cura para a doença. “A família é muito importante, mas sozinha não dá conta se não houver apoio profissional. A questão não é moral, é bioquímica, de estrutura e só com muito tratamento”, pondera ele. “Procurei os Alcoólicos Anônimos (AA) e vou lá até hoje, faço a manutenção, porque preciso” conta ele.
O auxílio-doença é um direito de todo trabalhador segurado pelo INSS, que não perde o emprego ao se ausentar. Para pedir o auxílio-doença por uso abusivo de droga, o solicitante deve ter pelo menos 12 meses de contribuição e comprovar, por meio de perícia médica, a dependência da droga que o incapacita de exercer o trabalho. A valor do benefício varia de acordo com o valor recolhido pela Previdência Social.
Segundo a assistente social Andresa Lopes dos Santos, também integrante do Cress-SP, o benefício é um grande avanço para o trabalhador brasileiro, pois assegura a manutenção financeira da família, mantém o vínculo do trabalhador no emprego, que pode se tratar enquanto estiver de licença. “É importante um trabalho para dar o suporte à família e ao dependente do álcool, que muitas vezes sustenta a família poderá fazer um tratamento”, salientou ela.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://agenciabrasil.ebc.com.br/
Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br
35% das farmácias não têm farmacêutico em tempo integral
Published janeiro 21, 2014 Notícias Leave a CommentTags:35%, bem-estar, Brasil, Censo, CFF, Conselho Federal de farmácia, cuidados, drogarias, famácia, farmacêutico, G1, globo, ICTQ, periodo integral, Pesquisa, questionamento
No Brasil, 35% das farmácias e drogarias não têm farmacêutico em período integral. O que significa que, em determinados períodos do dia ou da semana, o atendimento ao público é feito sem presença do profissional responsável. A informação é do Censo Demográfico Farmacêutico, realizado pelo Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação do Mercado Farmacêutico (ICTQ). Os dados foram coletados junto aos conselhos regionais de farmácia do país entre agosto e dezembro de 2013.
Segundo o levantamento, ao todo, são 76.483 farmácias e drogarias no país, das quais 26.613 apresentam o problema. Já 4.852 estabelecimentos, ou 6% do total, não contam com farmacêutico em período algum. Por lei, o técnico farmacêutico responsável deve estar presente nas farmácias e drogarias durante todo horário de funcionamento.
Ainda de acordo com o censo, os estados de Alagoas e de Sergipe são os mais deficientes quanto à presença dos farmacêuticos: 97% das farmácias e drogarias dos dois estados não têm farmacêutico em período integral. No Pará e no Piauí, essa deficiência é de 95%.
Levando em conta todos os estabelecimentos registrados nos conselhos regionais de farmácia – entre hospitais, indústrias farmacêuticas, laboratórios de análises clínicas, distribuidoras de medicamentos, além das drogarias e farmácias –, que totalizam 97.031 unidades, 52% funcionam com a presença apenas parcial do farmacêutico responsável.
“A fiscalização é deficiente e faltam muitos farmacêuticos. Tem estado que não tem nem metade dos profissionais que deveria ter”, diz Marcus Vinicius Andrade, diretor de pesquisa do ICTQ.
Dados são contestados
O Conselho Federal de Farmácia (CFF) questiona os dados do censo farmacêutico. De acordo com o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, os dados da pesquisa não são compatíveis com os dados disponíveis no conselho, que registra a existência de 91 mil farmácias e drogarias em todo o país, em vez de 76.483.
Segundo João, a análise desses dados também deve levar em consideração o fato de que, em algumas farmácias, principalmente no interior dos estados, são feitos acordos com o Ministério Público estabelecendo prazos para cumprir a exigência da presença do farmacêutico em período integral.
Nesses casos, de acordo com João, o acordo estabelece, por exemplo, que se contrate um farmacêutico por quatro horas diárias no primeiro ano, por oito horas no segundo ano e em período integral no terceiro ano. “Mas são casos pontuais”, diz João.
Ele acrescenta que a parcela de farmácias e drogarias que o censo aponta que não possuem nenhum farmacêutico corresponde às farmácias irregulares e clandestinas. “O conselho atua sobre elas autuando e encaminhando para as vigilâncias municipais.”
O CFF considera que não faltam profissionais farmacêuticos no país e que o número de farmácias e drogarias é muito superior às necessidades da população. De acordo com ele, o Brasil tem cinco vezes mais farmácias do que precisaria.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/
Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br
Prevenção à osteoporose deve começar na Infância
Published outubro 21, 2013 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:bem-estar, Cálcio, combate, dados, doença, doenças, Idosos, Infância, Luiza Machado, Ministério da Saúde, Mobilização, OMS, Ossos, osteoporose, Portal da Saúde, Prevenção, risco, Saúde, Saúde do Idoso, SUS, vida, Vida Adulta
A osteoporose deve ser prevenida desde a infância. O alerta do Ministério da Saúde para o dia (20), dia mundial de combate à doença, será tema da campanha que começa no dia 22 de outubro. A mobilização nacional tem o objetivo de reduzir a incidência da doença, que atualmente atinge 10 milhões de brasileiros. O tema é “Prevenção da osteoporose: da criança à pessoa idosa” e chama a atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir, ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.
A osteoporose faz parte do processo natural de envelhecimento e caracteriza-se pela diminuição substancial da massa óssea que provoca ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos à fraturas. “É uma doença silenciosa e que causa muito sofrimento, já que, geralmente, é descoberta em idosos, após fratura provocada por uma queda e até escorregão”, explica a coordenadora da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens, acima de 50 anos, sofrem com a osteoporose. No Brasil, o número de pessoas que possuem a doença chega a 10 milhões e os gastos com o tratamento e a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), são altos. “Só em 2010, o SUS gastou aproximadamente R$ 81 milhões para a atenção ao paciente portador de osteoporose e vítima de quedas e fraturas”, informa Luiza Machado.
A meta do governo federal é reduzir em 2%, ao ano, a taxa de internação hospitalar por fratura de fêmur em pessoas idosas. Apenas, em 2010, foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur. Para isso, o governo federal firmou acordo com estados e municípios (com população acima de 100 mil habitantes), para a redução progressiva de internações por fratura de fêmur, desde 2008 com o Pacto Pela Vida.
Exercícios físicos são fundamentais para o combate à osteoporose em todas as idades, principalmente para pessoas com mais de 60 anos. Dados revelam que 200 milhões de pessoas no mundo sofrem com este mal, sendo cerca de 15 milhões delas no Brasil. Em 20 de outubro comemora-se o Dia Mundial de Combate à Osteoporose e para celebrar a data, a Fundação Internacional da Osteoporose divulgou um relatório que promove uma estratégia de três passos para ter ossos saudáveis e músculos fortes.
Segundo o documento, além de uma dieta adequada de cálcio e proteína e do consumo de vitamina D, a atividade física diária é absolutamente essencial para fortalecer os ossos e os músculos. Reforçando, ainda, a importância da atividade física para a saúde dos ossos, a geriatra e diretora médica da Academia Estação do Exercício, Janise Lana Leite, cita dois estudos científicos elaborados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br
Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br
Erotismo politicamente correto faz bem para a Saúde
Published outubro 3, 2013 Longevidade , Qualidade de Vida 1 CommentTags:bem-estar, Correto, cuidados, dados, erótico, erotismo, estatísticas, Estudo, FAPESP, Guita, Hospital das Clinicas, Idosos, Pesquisas, politicamente, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, São Paulo, Sexo, terceira idade, Unicamp, vida
Com o aumento da longevidade, a velhice está se tornando a fase mais longa da vida. Contada geralmente a partir dos 60 anos de idade – mas não raro a partir dos 50 –, às vezes corresponde a quase metade da existência de uma pessoa.
Atualmente já se pode falar não de uma única velhice, mas de várias, dependendo da faixa etária e das condições sociais e individuais do idoso. Por ser o prolongamento da expectativa de vida um fenômeno recente e veloz, as políticas públicas, as concepções médicas e as de senso comum sobre a velhice se sucedem, se entrelaçam e muitas vezes se confundem.
As variações e contradições dos discursos gerontológicos das últimas décadas são tema da pesquisa Velhice, violência e sexualidade, da professora Guita Grin Debert, do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que conta com apoio da FAPESP.
O trabalho se insere num conjunto de estudos que a pesquisadora vem desenvolvendo ao longo de sua carreira acadêmica, cujas conclusões mais recentes se encontram no campo da sexualidade – ou, mais precisamente, no processo de “erotização da velhice” verificado nas últimas décadas.
O estudo foi feito com base na análise de documentos e pronunciamentos oficiais, de textos publicados na imprensa e da literatura de autoajuda, além de dados etnográficos obtidos em espaços de socialização de pessoas idosas.
O que se percebe, segundo Guita, é uma mudança marcante da década de 1970 para cá. Evoluiu-se de uma concepção em que a velhice é caracterizada como uma fase de “decadência física e perda de papéis sociais”, na qual a vivência sexual praticamente se extingue, para outra em que uma sexualidade ativa e gratificante é pré-requisito para uma vida saudável e feliz.
É quando surge o conceito de “terceira idade” e passa a predominar a ideia de que o sexo “é quase uma obrigação” para os idosos. Trata-se do que a pesquisadora chama, tomando de empréstimo uma expressão criada pela socióloga Maria Filomena Gregori, de “erotismo politicamente correto”. Não por acaso, na discussão sobre a terceira idade, os médicos vão perdendo terreno para os psicólogos.
“A velhice se tornou a idade do lazer e da realização pessoal”, diz Guita. Essa concepção, que não se restringe ao Brasil, acaba influindo diretamente nas definições do que é ser velho e nos parâmetros da “gestão do envelhecimento”. “Não deixa de ser também um novo mercado, porque, entre todos os grupos sociais, o dos velhos é o que tem mais disponibilidade de consumo”, diz a antropóloga.
A derrubada do mito da velhice assexuada se deu em campos múltiplos. Estudos de várias áreas comprovaram que a sexualidade não se esgota com o passar dos anos. É indiscutível o declínio da frequência das relações sexuais, mas emerge, por outro lado, a percepção de que a qualidade dessas relações pode aumentar.
Os encontros podem tornar-se mais livres e afetuosos. Percebe-se que os papéis tradicionais de gênero, nesse sentido, tendem a se inverter: as mulheres passam a ser menos recatadas e os homens, mais afetuosos. Nas sensações também haveria mudanças: o prazer estaria espalhado pelo corpo, ocorrendo um processo de “desgenitalização”.
A sexóloga e psiquiatra Carmita Abdo, do Projeto de Sexualidade (Pro-Sex) do Hospital das Clínicas da Universidade São Paulo, coordenou em 2008 o Mosaico Brasil, um amplo estudo sobre a sexualidade dos brasileiros.
Os resultados mostraram que a atividade sexual é mantida na velhice, mas não sem percalços. “A chegada da menopausa na mulher, com o fim da produção de hormônios, causa um grande impacto físico e psicológico, em especial num país que cultua tanto a beleza e a jovialidade”, diz Carmita. Entre os homens, a fertilidade se mantém, mas, a partir da quinta década de vida, aumenta a incidência de problemas de saúde que comprometem a potência sexual.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br/
Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br








