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Infecção hospitalar mata 100 mil pessoas em média no Brasil por ano

Risco iminente de todos os que precisam passar por algum procedimento hospitalar, as infecções, causadas por fungos, bactérias ou vírus, ainda são realidade nas unidades de saúde brasileiras.

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De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), infecções hospitalares atingem cerca de 14% dos pacientes internados, além de ser responsável por mais de 100 mil mortes no Brasil todos os anos.

Para o vice-presidente do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Sindhosba), Eduardo Olivaes, os números são alarmantes, mas podem ser considerados imprecisos, diante da impossibilidade de se detectar a origem da contaminação.

“É difícil saber se a infecção ocorreu após algum procedimento no hospital ou se foi causada pelo próprio quadro clínico do paciente”, explicou, lembrando que o quadro de infecções nos hospitais brasileiros já foi maior e que este é um problema frequente em todo o mundo.

Quanto maior o tempo de permanência nas unidades de saúde, maiores serão os riscos de contaminação, principalmente em hospitais que tratam de doenças crônicas, por pacientes tratados em Unidades de Terapia Intensiva e nas enfermarias.

“Os protocolos de prevenção e controle seguidos pelos hospitais brasileiros são definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. São procedimentos que valem para todos os hospitais, mas existem unidades que conseguem ser mais eficientes no controle do que outras”, continuou, destacando que a falta de investimentos no setor e o quadro reduzido de funcionários podem atrapalhar o controle destas doenças.

De acordo com a infectologista, Aline Abreu, as infecções mais comuns são a urinária e a do trato respiratório, ocorrendo, geralmente, após cirurgias. “Algumas infecções estão associadas aos procedimentos necessários aos pacientes, como acessos venosos, ventilação mecânica e cirurgias”, explicou a especialista.

Embora possa ocorrer em qualquer paciente, idosos, portadores de problemas neurológicos e pessoas com imunidade reduzida são mais propensos a apresentar o problema.

Ainda segundo ela, até pessoas que não tenham passado por algum procedimento médico pode adquirir algum tipo de infecção nos

hospitais. “A flora bacteriana que povoa é compatível com o meio ambiente que frequentamos. Assim, se frequentamos muito ambiente de cuidados com a saúde e estamos com equilibro prejudicado, como imunidade baixa, aumenta-se a chance de ter infecção por microorganismos hospitalares”, revelou a especialista.

O simples ato de lavar as mãos reduz em cerca de 70% o risco de contaminação nos hospitais. Elevar a cabeceira da cama, estimular o paciente a andar, também podem ajudar a prevenir alguns problemas, afirmam os especialistas. Se não diagnosticada, a infecção hospitalar pode evoluir para uma infecção generalizada, como também é chamada a Sepse, reação inflamatória do organismo infectado.

Latino-Americano de Sepse (ILAS) apontam que em algumas regiões do país, o índice de mortalidade por sepse chega a 70%. Em 2013, 240 mil pessoas morreram nas UTIs brasileiras após terem seus quadros de infecção agravados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.tribunadabahia.com.br/

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Pressão alta é mais perigosa em mulheres, diz estudo

Um novo estudo sugere que homens e mulheres devem tratar a pressão alta de forma diferente. Pela primeira vez, pesquisadores encontraram diferenças significativas nos mecanismos que causam a elevação da pressão sanguínea de acordo com o sexo e sugerem que as mulheres sejam tratadas mais cedo e de forma mais intensa. O artigo que descreve esses resultados foi publicado na edição de dezembro do periódico Therapeutic Advances in Cardiovascular Disease.

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“Este é o primeiro estudo a considerar o gênero, dentre os vários fatores que contribuem para a elevação da pressão sanguínea, como um elemento a ser levado em conta na seleção de agentes anti-hipertensivos”, diz Carlos Ferrario, professor de cirurgia do Centro Médico Wake Forest Baptist, nos Estados Unidos, e principal autor do estudo.

O questionamento que levou a pesquisa a ser realizada partiu da percepção de que, apesar de ter havido uma redução significativa na mortalidade por doenças cardiovasculares em homens nas últimas duas a três décadas, a estatística não se repetiu entre o sexo feminino.

As doenças do coração se tornaram a principal causa de morte entre as mulheres americanas, correspondendo a quase um terço de todos os óbitos. O cenário é semelhante no Brasil: segundo dados de 2012 do Ministério da Saúde, o acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto aparecem em primeiro lugar nas causas de mortalidade feminina, representando 34,2% do total. Considerando que pacientes dos dois gêneros recebem o mesmo tipo de tratamento médico, os pesquisadores começaram a suspeitar que algo estaria dando errado para as mulheres.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Hemodynamic and hormonal patterns of untreated essential hypertension in men and women 

Onde foi divulgada: periódico Therapeutic Advances in Cardiovascular Disease

Quem fez: Carlos M. Ferrario, Jewell A. Jessup e Ronald D. Smith

Instituição: Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos

Dados de amostragem: 100 homens e mulheres a partir de 53 anos de idade, que apresentavam pressão alta e não eram tratados

Resultado: Os pesquisadores descobriram que, para o mesmo nível de elevação da pressão sanguínea, pacientes do sexo feminino apresentavam 30 a 40% mais doenças vasculares do que os do sexo masculino

Pesquisa – Participaram do estudo 100 homens e mulheres a partir de 53 anos de idade, que apresentavam pressão alta, mas não tinham se submetido a nenhum tipo de tratamento. Eles passaram por diversos testes para avaliar, por exemplo, as forças envolvidas na circulação do sangue e as características hormonais dos mecanismos envolvidos no desenvolvimento da hipertensão.

Os pesquisadores descobriram que, para o mesmo nível de elevação da pressão sanguínea, mulheres apresentavam 30 a 40% mais doenças vasculares do que homens. Além disso, diferenças fisiológicas significativas no sistema cardiovascular delas, incluindo os tipos e quantidades de hormônios envolvidos no controle da pressão, contribuíam para a severidade e frequência das doenças cardíacas.

“É necessário entender mais profundamente as características específicas do sexo feminino na hipertensão para otimizar os tratamentos para essa população vulnerável”, afirma Ferrario.

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Dia Mundial de Combate à Doença de Chagas

O Dia Mundial de Combate à Doença de Chagas será comemorado nesta segunda-feira (14), data em que o pesquisador brasileiro Dr. Carlos Chagas comunicou sua descoberta à comunidade científica da época, há 105 anos.

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A doença de Chagas constitui um grave problema de saúde pública para a América Latina. Ela é causada pelo Trypanosoma cruzi e as formas de transmissão de maior importância epidemiológica são a vetorial, através de insetos hematófagos. os triatomíneos (barbeiros); a transfusional, a congênita e a oral. A globalização com os movimentos populacionais aumenta o potencial de disseminação da enfermidade para países não endêmicos, onde não é feita a triagem em bancos de sangue.

Uma equipe de pesquisadores no Canadá desenvolveu uma classe de compostos que podem ajudar na erradicação do Mal de Chagas, uma doença tropical que afeta cerca de 18 milhões de pessoas na América Latina, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira.

Com uma fase aguda e outra crônica e, sem tratamento, a doença de Chagas provoca transtornos cardíacos e digestivos à medida que o parasita se aloja no coração, no esôfago e no cólon destruindo os tecidos.

O tratamento padrão atual para o mal de Chagas é a administração do composto benzonidazol que mostra uma atividade significativa contra o parasita durante a fase aguda, mas não é tão eficaz quando a doença se torna crônica.

Os trabalhos na busca de novos fármacos se concentraram na interferência com uma enzima, cruzipaína , necessária para a digestão do parasita, para a produção de outros mecanismos celulares, para a invasão do sistema imunológico do anfitrião e para invadir os tecidos dos órgãos internos.

A doença causada pelo parasita Trypanosoma Cruzi, transmitido aos humanos por insetos que se alimentam de sangue e picam preferencialmente o rosto de suas vítimas. “Apesar de, historicamente, a infecção se restringir majoritariamente aos povos pobres e rurais nas América Central e do Sul, também apareceu nos Estados Unidos, Europa, Japão, Canadá e Austrália devido às migrações, e a transmissão sem o vetor tradicional está se transformando em uma ameaça à saúde pública”, escreveu a pesquisadora Deborah Nicoll Griffith.

Alguns cálculos afirmam que são 300 mil casos nos Estados Unidos em 2005, acrescentou Nicoll, do Centro Merck Frosst de Pesquisa Terapêutica em Kirkland, no Québec.

Nicoll e seus colegas identificaram dois compostos, conhecidos como inibidores reversíveis de protease cisteína, que se liga à cruzipaína como peças de um quebra-cabeça e desabilitam a proteína.

No estudo os cientistas provaram a eficácia dos compostos em ratos e a compararam com a do benzonidazol .

O artigo concluiu que, apesar de todos os grupos de ratos submetidos à tratamento terem mostrado uma redução notável na carga de parasitas em todos os tecidos, os dois compostos experimentais tiveram taxas mais altas de cura das infecções agudas (90% e 78%, respectivamente), comparadas com a benzonidazol (71%).

“A eficácia demonstrada nestes estudos com o T. cruzi com ratos indica que os inibidores de cruzipaína que contêm nitrilo são um método promissor para um tratamento seguro e eficaz do mal do Chagas”, escreveram os pesquisadores.

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No Dia Mundial de Combate ao Câncer saiba mais sobre a doença

Durante os nossos anos de vida, as células, responsáveis pelo funcionamento dos órgãos, nascem e morrem todo tempo. Normalmente, elas se partem em duas, quatro, oito e assim por diante. Se por uma falha genética, a célula começa a se dividir desordenadamente, surge uma massa, o tumor. Caso ele aumente e passe a interferir no funcionamento do corpo, recebe o nome de câncer maligno. Quando a célula cresce sem controle, invade os tecidos, os vasos e a doença se dissemina a distância, em vários órgãos, o processo é chamado de metástase.

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O câncer é uma doença silenciosa e, na maioria das vezes, não causa dor. O que muitos não sabem é que tem cura, mas, para isso, deve ser detectado em seu começo. Como forma de conscientização sobre a importância do diagnóstico, do tratamento e dos hábitos de vida, a data 8 de abril foi estabelecida como o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Marcos Moraes, oncologista, presidente da Academia Nacional de Medicina e ex-diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), explica como a doença ataca o organismo.

“A célula se rebela, não obedece mais a nenhuma programação de sua divisão, que é uma maneira de ela viver. O câncer ataca o organismo com esse processo de comprimir. Em termos genéricos, existem quatro tipos de câncer. O carcinoma, aquele que se localiza no revestimento do nosso corpo, ou seja, interno ou externo. O sarcoma, que é nos órgãos de sustentação, músculo, gordura, osso e cartilagem. O linfoma, formado por tumores dos órgãos linfoides, dos gânglios e do sistema de defesa do organismo. E a leucemia, que são os tumores líquidos no sangue”, explica Marcos.

A qualidade de vida da pessoa influencia no câncer. O alimento que ela come, o que ela bebe, se fuma ou não; se tem uma prática esportiva saudável, além da carga genética. “Você pode encontrar pessoas que têm todos esses fatores, mas não têm câncer porque, talvez, ele tenha um mecanismo de defesa mais exaltado do que os membros da família. Câncer tem fatores que promovem o crescimento do tumor e tem fatores que o retardam, isso é uma coisa pessoal do organismo do indivíduo. Se você comparar 100 mil pessoas com hábitos saudáveis com 100 mil que não os têm, a incidência é muito maior naqueles que não têm”, destaca o oncologista.

Incidência e percentual de cura

O Inca estima cerca de 580 mil casos novos da doença em 2014. De acordo com a publicação Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, os cânceres mais incidentes na população brasileira, neste ano, serão de pele não melanoma (182 mil); próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil); pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo, estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais comuns, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Entre as estimativas para as regiões, serão 299,7 mil casos no Sudeste; 116,3 mil no Sul; 99,06 mil no Nordeste; 41,4 mil no Centro-Oeste e pouco mais de 20 mil no Norte. Segundo o Ministério da Saúde, o câncer é, atualmente, a segunda principal causa de morte no Brasil e no mundo, atrás das doenças cardiovasculares.

Segundo o levantamento do governo, em 2011 foram registradas 184.384 mortes por câncer em todo o país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos da doença para o ano de 2030 em todo o mundo, com 17 milhões de mortes. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil. Apesar do número expressivo, 60% dos pacientes de câncer se curam e algumas taxas de mortalidade apresentam tendência de queda, como pulmão (-0,95% ao ano em homens na última década); colo do útero (-1,5% ao ano na última década) e estômago (-2,2% em homens e -2% em mulheres, por ano, na última década). A queda na mortalidade por câncer de pulmão e de colo do útero é resultado direto das campanhas de controle do tabagismo e de prevenção e detecção precoce do câncer cervical por meio do exame Papanicolau.

Tratamento do câncer

Jacob Kligerman, oncologista, cirurgião de cabeça e pescoço e membro titular da Academia Nacional de Medicina, informa que, hoje, existe a multidisciplinaridade. “São três as formas de tratamento. Na cirurgia, os grandes avanços são a possibilidades de grandes reconstruções com mais habilidade do próprio cirurgião visando, principalmente, não deixar deformações e a qualidade de vida do paciente. Na radioterapia, temos a radioterapia de intensidade modulada, que foca áreas menores, com menos danos ao paciente. E, na quimioterapia, as drogas alvo atuam diretamente nas mutações genéticas, que realmente combatem e têm uma grande possibilidade de cura. É o grande campo de pesquisa, hoje, internacional de drogas novas”, ressalta Jacob.

Para a opção de tratamento, deve ser verificado se o tumor é mais sensível à quimioterapia ou à cirurgia; se há a necessidade de operar e o grau da doença, além da sensibilidade pessoal do paciente. Isso vai determinar se a pessoa necessita de mais de um tratamento ou de outro tratamento. ”Todo câncer é curável desde que venha a ser tratados na fase inicial. Na mais avançada, você pode torná-lo uma doença crônica, pensando sempre no que é melhor para o paciente, em uma associação médico-paciente para o retorno dele à sociedade e uma qualidade de vida adequada, e ocasionar uma vida mais saudável”, conclui o oncologista.

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Governo anuncia teste rápido para tuberculose em 92 cidades

O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (24), Dia Mundial de Combate à Tuberculose, que o SUS em 92 cidades vai oferecer um novo teste para detecção da doença. De acordo com o ministério, essas 92 cidades são estratégicas e concentram 55% dos casos no país. Nem todos os municípios receberão o teste imediatamente. Em alguns deles, o procedimento começará a ser oferecido em maio.

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Atualmente, o teste é feito de forma manual e a sensibilidade (precisão) é de 60%, além de o resultado demorar de um a dois meses para sair. Com o novo teste, o resultado sairá em duas horas, o material será analisado em máquina e a sensibilidade passará a ser de 99%.

Para o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, além de oferecer vantagens no tempo de resultado e na precisão do diagnóstico, o novo teste também ajuda a identificar que tipo de medicamento o paciente pode tomar.

“Em primeiro lugar, o tempo de espera, que levava de 30 a 60 dias e agora leva cerca de 90 minutos. Segundo, ele é mais preciso. Com a tecnologia tradicional, de cada dez casos que se dizia que não tinham tuberculose, na verdade em três tinham, que eram os falsos negativos. E, em terceiro lugar, (o novo teste) já indica se a pessoa tem resistência ao medicamento da tuberculose, fazendo com que o médico ajuste o esquema terapêutico”, afirmou.

O equipamento começou a ser usado como projeto-piloto em 2012 no Rio de Janeiro e em Manaus. Nesta semana, o governo entregará 50 máquinas nesta semana no Amazonas, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Até maio, serão distribuídas mais 90. O custo de cada teste é de US$ 10.

O ministério aproveitou o dia de combate à doença e anunciou também a nova campanha do governo de prevenção à tuberculose. Nas inserções no rádio e na TV, o cantor de pagode Thiaguinho  fala sobre quando descobriu que havia contraído a doença e como foi o tratamento.

Casos no Brasil
Ainda de acordo com o ministério, o número de casos da doença no país subiu de 70 mil em 2012 para 71,1 mil em 2013.

Segundo o secretário Jarbas Barbosa a alta no número de casos entre 2012 e 2013 se deu em razão de número maior de visitas por equipes de saúde a casas nos municípios.

“Nós estamos buscando identificar o maior número de casos. Nós estamos fazendo desde o ano passado, principalmente nas áreas de grande incidência, uma busca de fazer visita casa a casa, além de estimular os municípios para que eles não deixem que a população chegue às unidades, mas que eles [os municípios] procurem as casas. Se identificarmos precocemente [a doença], iremos interromper a cadeia de transmissão”, disse.

De acordo com o Ministério da Saúde, a região com a maior incidência da tuberculose para cada 100 mil habitantes é a região Norte (45,2).

Entre os estados, o que possui o maior índice é o Amazonas (70,6 casos por 100 mil habitantes). Entre as capitais, está Recife (oito casos para cada 100 mil habitantes).

Questionado se os números de tuberculose no país ainda “preocupam” o governo, o secretário afirmou que a doença é um “problema importante”, principalmente em locais como periferias das grandes cidades.

“Apesar da redução importante que a gente teve nos últimos dez anos, cerca de 25% no número de casos, tuberculose ainda é um problema importante principalmente em alguns locais, como as periferias das grandes cidades do Brasil.

Ele também destacou quais são os grupos que têm maior risco de contrair a doença. “A população privada de liberdade, indígenas, população de rua, pessoas com o vírus HIV, são os grupos com maior risco do que a média da população”, completou.

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Alcoolismo é a principal causa de afastamento do trabalho por uso de drogas

Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apontam que o alcoolismo é o principal motivo de pedidos de auxílio-doença por transtornos mentais e comportamentais por uso de substância psicoativa. O número de pessoas que precisaram parar de trabalhar e pediram o auxílio devido ao uso abusivo do álcool teve um aumento de 19% nos últimos quatro anos, ao passar de 12.055, em 2009, para 14.420, em 2013.

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Os dados mostram que os auxílios-doença concedidos as pessoas com transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de drogas passaram de 143,4 mil. Cocaína é a segunda droga responsável pelos auxílios concedidos (8.541), seguido de uso de maconha e haxixe (312) e alucinógenos (165).

São Paulo teve o maior número de pedidos em 2013 por uso abusivo do álcool, com 4.375 auxílios-doença concedidos, seguido de Minas Gerais, com 2.333. Integrante do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (Cress-SP), o assistente social Fábio Alexandre Gomes ressalta que o aumento é extremamente superficial, visto que boa parte da população não contribui para o INSS e por isso não tem direito a esse benefício.

“O impacto do álcool hoje na vida das pessoas é muito maior. Muitos casos inclusive de uso abusivo do álcool estão associados com a situação de desemprego. E a juventude tem iniciado experiências cada vez mais cedo”, explica ele. “Tenho casos frequentes de crianças fazendo uso abusivo de álcool a partir dos oito anos. Estou acompanhando um menino que hoje, com dez anos de idade, usa crack, mas a porta de entrada foi o álcool”, conta o assistente social ao relatar que por ser uma substância socialmente permitida em casa, acaba sendo de fácil acesso.

Ele também relata aumento sensível de mulheres que não aderem ao tratamento, fruto de preconceito social. “Na minha experiência como assistente, este consumo abusivo está ligado principalmente a relações de violência, sobretudo, amorosas. E geralmente o consumo é de cachaça”, ressaltou. Ele criticou a concentração de políticas públicas dirigidas a substâncias ilícitas, quando o álcool é uma das substâncias lícitas cada vez mais usadas por adolescentes e mulheres, independentes da classe social. Gomes ressalta que faltam campanhas que falem do impacto do álcool na gravidez.

“O consumo do álcool durante a gestação é algo que não se discute muito. Muitas gestantes pensam ‘ah está muito calor vou tomar só um copinho’, sem saberem o impacto que isso tem na formação das crianças”, alertou Alexandre Gomes.

Há 24 anos sem beber uma gota de álcool, o vendedor autônomo João Souza, 54 anos, morador do Rio de Janeiro, acredita que largar o vício sem ajuda profissional é “praticamente impossível” e afirma que não existe cura para a doença. “A família é muito importante, mas sozinha não dá conta se não houver apoio profissional. A questão não é moral, é bioquímica, de estrutura e só com muito tratamento”, pondera ele. “Procurei os Alcoólicos Anônimos (AA) e vou lá até hoje, faço a manutenção, porque preciso” conta ele.

O auxílio-doença é um direito de todo trabalhador segurado pelo INSS, que não perde o emprego ao se ausentar. Para pedir o auxílio-doença por uso abusivo de droga, o solicitante deve ter pelo menos 12 meses de contribuição e comprovar, por meio de perícia médica, a dependência da droga que o incapacita de exercer o trabalho. A valor do benefício varia de acordo com o valor recolhido pela Previdência Social.

Segundo a assistente social Andresa Lopes dos Santos, também integrante do Cress-SP, o benefício é um grande avanço para o trabalhador brasileiro, pois assegura a manutenção financeira da família, mantém o vínculo do trabalhador no emprego, que pode se tratar enquanto estiver de licença. “É importante um trabalho para dar o suporte à família e ao dependente do álcool, que muitas vezes sustenta a família poderá fazer um tratamento”, salientou ela.

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Alcoolismo entre os jovens

Os adolescentes estão cansados de ouvir ou ler esta tarja preta e séria que aparece minúscula nas propagandas de bebidas alcoólicas. Infelizmente, poucos levam a recomendação a sério. Resultado: 78% dos jovens brasileiros bebem regularmente e 19% deles já são dependentes do álcool.

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Os jovens estão bebendo mais e cada vez mais cedo, o que aumenta o risco de boa parte desta juventude desenvolver o alcoolismo. Esta equação se repete em praticamente todo o mundo, inclusive no Brasil, apesar de as pesquisas sobre o tema ainda serem bem escassas por aqui.

O último Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), revela que o consumo de álcool por adolescentes de 12 a 17 anos já atinge 54% dos entrevistados e desses, 7% já apresentam dependência. O estudo foi realizado em 2004 e mostrou que entre jovens de 18 a 24 anos, 78% já fizeram uso da substância e 19% deles são dependentes. Para se ter uma idéia de como o consumo de bebidas alcoólicas na adolescência aumentou, no levantamento anterior, realizado em 2001, apenas 5% dos adolescentes pesquisados preenchi am os critérios para dependência do álcool. Segundo recente estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em comparação com os países da América Latina, o Brasil aparece em terceiro lugar no consumo de álcool entre os adolescentes. A pesquisa foi feita com estudantes do ensino médio e incluiu 347.771 meninos e meninas, de 14 a 17 anos, do Brasil, da Argentina, da Bolívia, do Chile, do Equador, do Peru, do Uruguai, da Colômbia e do Paraguai. Entre os brasileiros, 48% admitiu consumir álcool.

Os dados são ainda mais alarmantes, porque o levantamento do Cebrid, que envolveu estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública, mostrou que a idade de início do consumo fica em torno dos 12 anos. “E, sabe-se, que o uso precoce de álcool aumenta o risco de alcoolismo em idade adulta”, alerta o psiquiatra Arthur Guerra, doutor no assunto e fundador do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas, da Universidade de São Paulo (Grea-USP). De acordo com dados do livro Sóbrio – Vença a Dependência do Álcool e Mantenha a Dignidade (Ed. Nova Era), “os jovens que começam a beber antes dos 15 anos são muito mais propensos a desenvolver dependência alcoólica do que aqueles que começam a beber aos 21 anos”.

COMO OS PAIS PODEM AJUDAR
Algumas atitudes fazem a diferença na hora de alertar e orientar os jovens sobre a necessidade de não ir ‘com muita sede ao copo’.
…Buscar informações sobre os efeitos do álcool e o alcoolismo na adolescência. Um pai bem-informado ganha poder de persuasão no diálogo com os adolescentes.
…Perceber que não são os melhores amigos dos filhos e que, por isso, é seu papel e dever estabelecer limites e acordos com eles.
…Evitar dizer apenas ‘não’. Aprenda a escutar seus filhos e as razões deles para justificar o consumo de álcool.
…Dar o exemplo em casa, evitando o uso indevido (regular e em excesso) de bebidas alcoólicas.
…Participar da vida do adolescente e supervisioná-lo, quando necessário.
…Propiciar qualidade de vida ao jovem e estimular hábitos saudáveis, com passeios ao ar livre, contato com a natureza e momentos de lazer em família.

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04/02 – Dia Mundial Do Câncer

Apesar da alta incidência de casos, o câncer pode ser evitado com a adoção de alguns hábitos. Conheça o documento que reúne os principais.
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O câncer é hoje a segunda doença que mais causa mortes no Brasil e no mundo, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares. Sim, a doença se tornou um evidente problema de saúde pública global e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2030, podem-se esperar 27 milhões de casos incidentes de câncer, 17 milhões de mortes por câncer e 75 milhões de pessoas vivas, anualmente, com câncer. O maior efeito desse aumento vai incidir em países de baixa e média rendas. É, os números assustam!
No Brasil, as estimativas para o ano de 2014 apontam a ocorrência de aproximadamente 580 mil novos casos de câncer, reforçando a magnitude do problema do câncer no país. Os tipos mais incidentes serão os cânceres de pele não melanoma, próstata, pulmão, cólon, reto e estômago para o sexo masculino; e os cânceres de pele não melanoma, mama, colo do útero, cólon e reto e glândula tireoide para o sexo feminino.
“Entretanto, na contramão do avanço da doença, o índice de cura tem aumentado substancialmente. Há 50 anos, o índice de mortalidade era de 70%. Hoje, mais de 50% dos doentes conseguem se curar. E esse número poderia ser reduzido ainda mais se houvesse alterações em alguns hábitos de vida, como o fumo, sedentarismo e alimentação não saudável”, afirma Dr. Amândio Soares, médico oncologista da Oncomed BH.
Prevenção
A prevenção continua sendo o melhor caminho para se evitar a doença. Confira as recomendações do Fundo Mundial para Pesquisas de Câncer para prevenção da doença:
1. GORDURA CORPORAL – Mantenha-se no peso ideal para sua altura.
2. ATIVIDADE FÍSICA – Mantenha-se fisicamente ativo, por pelo menos 30 minutos todos os dias.
3. ALIMENTOS E BEBIDAS QUE PROMOVEM O GANHO DE PESO – Evite bebidas açucaradas (refrigerantes, sucos artificiais) e limite o consumo de alimentos e bebidas de alto valor calórico.
4. ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL – Coma mais alimentos de origem vegetal, como hortaliças, frutas, cereais e grãos integrais.
5. ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL – Limite o consumo de carnes vermelhas e evite carnes processadas (embutidos em geral).
6. BEBIDAS ALCOÓLICAS – Limite o consumo de bebidas alcoólicas. Se for consumir bebidas alcoólicas, limite-as a duas doses ao dia se for homem e a uma dose se for mulher.
7. PRESERVAÇÃO, PROCESSAMENTO E PREPARO – Limite o consumo de alimentos salgados e de comidas industrializadas com sal. Cuidado com cereais e grãos mofados.
8. SUPLEMENTOS ALIMENTARES – Não use suplementos alimentares para se proteger contra o câncer. Ter como objetivo o alcance das necessidades nutricionais apenas por intermédio da alimentação.
9. AMAMENTAÇÃO –  As mães devem amamentar as crianças até os seis meses.
10. SOBREVIVENTES DO CÂNCER – Siga as recomendações de prevenção do câncer.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

Como se proteger de temporais e raios

Sinônimo de praias lotadas, o calor recorde contribui também para a grande incidência de raios. O período concentra 70% do índice anual registrado no país, em torno de 60 milhões de descargas, o maior do mundo. Impõem à agropecuária e ao setor elétrico um prejuízo na casa de R$ 2 bilhões. Algumas delas revelam-se trágicas, como a que matou um casal no município de Bertioga, em São Paulo, no início do mês. Acidentes do gênero somam, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 1.500 mortes nos últimos 12 anos.

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Embora estimem volume de raios “dentro da média” nesta temporada, especialistas projetam um crescimento do fenômeno nas próximas décadas. Também alertam, com base em levantamentos, para o avanço da quantidade de tempestades, sobretudo na Região Sudeste.

Se a luta contra os temporais de verão envolve iniciativas relativamente complexas – desde o uso de novas tecnologias até a remoção de famílias em áreas de risco, por exemplo –, a prevenção contra as descargas do céu exige cuidados mais simples, como evitar descampados, árvores e objetos metálicos. (Veja no fim do texto as principais recomendações).

A julgar pelas projeções meteorológicas, tais cuidados tendem a se tornar menos esporádicos. Estudos do Inpe apontam que o número de tempestades poderá, em seis décadas, dobrar na Região Sudeste e até triplicar em regiões litorâneas. O crescimento é visto com certa naturalidade por especialistas, até porque, esclarece o coordenador do grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Inpe, Osmar Pinto Júnior, os raios contribuem para o equilíbrio ambiental:

– Ajudam na formação da camada de ozônio e na fertilização do solo. Além disso, esses fenômenos podem ajudar a identificar as mudanças climáticas – acrescenta.

Análises de satélites indicam que 57,8 milhões de raios caem por ano no Brasil, campeão mundial em incidência de descargas atmosféricas. A liderança decorre da extensão territorial, da localização geográfica (maior país na zona tropical do planeta) e de fatores como a grande área costeira.

No verão, o volume de raios é intensificado pelo aumento da temperatura, da umidade e dos ventos. Condições que favorecem a formação de nuvens carregadas, do tipo cumulonimbus. Para o meteorologista Marcelo Pinheiro, da Climatempo, trata-se de um fenômeno comum:

– As chuvas que ocorrem nesse período, acompanhadas por descargas elétricas, são um fenômeno já bem conhecido na Região Sudeste. O estado de Minas Gerais, por exemplo, costuma ser bastante atingido, por causa do relevo acentuado. São muitas montanhas e há muita formação de nuvens – observa.

O estado campeão em quantidade de raios recebidos é, no entanto, o Amazonas, seguido do Pará e do Mato Grosso. Em 18º está o Rio de Janeiro, com uma média de 430 mil descargas por ano. Já em densidade de raios, o líder é o Rio Grande do Sul, com média de 18,38 raios/km², à frente de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio, que apresenta um índice de 9,83 de raios/km². São Paulo está logo atrás, com 9,29 raios/km².

O raio cai duas vezes, e até muito mais, no mesmo lugar

Ao contrário do ditado popular, um raio pode, sim, cair mais de uma vez no mesmo lugar. E, se o lugar oferecer condições favoráveis, é bem provável que o evento se repita outras vezes.

O físico José Helayël explica que o raio procura o caminho mais curto para conduzir as cargas elétricas à terra. Atingem, sobretudo, as regiões mais altas, como montanhas ou superfícies pontiagudas (daí o formato característico do para-raio), que constituem o melhor caminho para a descarga elétrica:

– Num lugar em que haja poucas e espaçadas árvores, são elas que vão funcionar como uma espécie de para-raio e a descarga elétrica vai descer e se espalhar pelo chão. Se você estiver em local descampado e isolado, o ideal é procurar não ser uma superfície protuberante, ideal para a descarga elétrica. Senão, a gente vira o para-raio – orienta Helayël.

Sinônimo de praias lotadas, o calor recorde contribui também para a grande incidência de raios. O período concentra 70% do índice anual registrado no país, em torno de 60 milhões de descargas, o maior do mundo. Impõem à agropecuária e ao setor elétrico um prejuízo na casa de R$ 2 bilhões. Algumas delas revelam-se trágicas, como a que matou um casal no município de Bertioga, em São Paulo, no início do mês. Acidentes do gênero somam, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 1.500 mortes nos últimos 12 anos.

Embora estimem volume de raios “dentro da média” nesta temporada, especialistas projetam um crescimento do fenômeno nas próximas décadas. Também alertam, com base em levantamentos, para o avanço da quantidade de tempestades, sobretudo na Região Sudeste.

Se a luta contra os temporais de verão envolve iniciativas relativamente complexas – desde o uso de novas tecnologias até a remoção de famílias em áreas de risco, por exemplo –, a prevenção contra as descargas do céu exige cuidados mais simples, como evitar descampados, árvores e objetos metálicos. (Veja o quadro, no fim do texto, com as principais recomendações).

A julgar pelas projeções meteorológicas, tais cuidados tendem a se tornar menos esporádicos. Estudos do Inpe apontam que o número de tempestades poderá, em seis décadas, dobrar na Região Sudeste e até triplicar em regiões litorâneas. O crescimento é visto com certa naturalidade por especialistas, até porque, esclarece o coordenador do grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Inpe, Osmar Pinto Júnior, os raios contribuem para o equilíbrio ambiental:

– Ajudam na formação da camada de ozônio e na fertilização do solo. Além disso, esses fenômenos podem ajudar a identificar as mudanças climáticas – acrescenta.

Análises de satélites indicam que 57,8 milhões de raios caem por ano no Brasil, campeão mundial em incidência de descargas atmosféricas. A liderança decorre da extensão territorial, da localização geográfica (maior país na zona tropical do planeta) e de fatores como a grande área costeira.

No verão, o volume de raios é intensificado pelo aumento da temperatura, da umidade e dos ventos. Condições que favorecem a formação de nuvens carregadas, do tipo cumulonimbus. Para o meteorologista Marcelo Pinheiro, da Climatempo, trata-se de um fenômeno comum:

– As chuvas que ocorrem nesse período, acompanhadas por descargas elétricas, são um fenômeno já bem conhecido na Região Sudeste. O estado de Minas Gerais, por exemplo, costuma ser bastante atingido, por causa do relevo acentuado. São muitas montanhas e há muita formação de nuvens – observa.

O estado campeão em quantidade de raios recebidos é, no entanto, o Amazonas, seguido do Pará e do Mato Grosso. Em 18º está o Rio de Janeiro, com uma média de 430 mil descargas por ano. Já em densidade de raios, o líder é o Rio Grande do Sul, com média de 18,38 raios/km², à frente de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio, que apresenta um índice de 9,83 de raios/km². São Paulo está logo atrás, com 9,29 raios/km².

O raio cai duas vezes, e até muito mais, no mesmo lugar

Ao contrário do ditado popular, um raio pode, sim, cair mais de uma vez no mesmo lugar. E, se o lugar oferecer condições favoráveis, é bem provável que o evento se repita outras vezes.

O físico José Helayël explica que o raio procura o caminho mais curto para conduzir as cargas elétricas à terra. Atingem, sobretudo, as regiões mais altas, como montanhas ou superfícies pontiagudas (daí o formato característico do para-raio), que constituem o melhor caminho para a descarga elétrica:

– Num lugar em que haja poucas e espaçadas árvores, são elas que vão funcionar como uma espécie de para-raio e a descarga elétrica vai descer e se espalhar pelo chão. Se você estiver em local descampado e isolado, o ideal é procurar não ser uma superfície protuberante, ideal para a descarga elétrica. Senão, a gente vira o para-raio – orienta Helayël.

Para não virar um para-raio:

– Evitar atividades ao ar livre durante tempestade;

– Evitar locais descampados, como praias e campos de futebol, topos de morros ou torres, varandas ou outros abrigos abertos;

– Não nadar ou tomar banhos;

– Manter-se afastado de grandes objetos metálicos ou pontiagudos, como mastros e postes;

– Não se abrigar embaixo de árvores;

– Carros fechados são um bom abrigo, pois o raio vai se distribuir pela superfície do veículo, blindando o seu interior;

– É recomendado desligar equipamentos elétricos, pois uma descarga muito forte ter efeitos na rede elétrica e queimar os aparelhos.

Curiosidades:

– Coceira na pele e pelos do corpo arrepiados podem ser sinais da proximidade de um raio sóe se ele for produzido muito próximo a você;

– Um raio não costuma cair em uma residência, mas uma casa com portas abertas pode ser atingida indiretamente, se estiver no caminho da descarga;

– Áreas urbanas apresentam um aumento na incidência de raios, por influência de ilhas de calor e poluição. Apesar disso, a ocorrência de acidentes é menor, pois há muitos edifícios, torres, postes e para-raios;

– A energia de um raio corresponde ao consumo mensal de uma pequena residência (300 kWh), pois, apesar da alta potência, o raio tem curta duração e sua energia é rapidamente canalizada para a terra e perdida em grande parte na forma de som;

– A agropecuária é a atividade que mais resulta em mortes por raios no Brasil; e o setor elétrico, o mais atingido. Os prejuízos chegam a R$ 2 bilhões por ano.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Brasil é recordista mundial de mortes por raios, diz INPE

O Brasil detém o recorde de incidência de mortes por raio no mundo, depois de conhecer-se em meados de fevereiro o registro de 1500 vítimas fatais dos últimos 12 anos, segundo informação do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT), do Instituto Nacional de Investigações Espaciais (INPE).

raio

O balanço de mortes por raios em 2011 foi publicado em março de 2012, e aponta que no ano registrou-se um total de 81 mortes. A região de maior número de vítimas foi no Norte, com 25% do total, seguido pela Região Centro-Oeste com 22%, Sudeste e Nordeste com 20% cada uma, e a Região Sul com 13%.

O meteorologista Fernando Nunes Lopes explica que na Região Norte existe muitas tempestades tropicais que favorecem o fenômeno.

“O calor e a humidade são os ‘combustíveis’ dos raios”, explicou ele, numa entrevista ao Epoch Times. “Como a Amazônia é a fonte da humidade de todo o país, então, isso explica a razão de haver tantos raios na região.”

Além do balanço de mortes por raios em 2011, o informe do ELAT avaliou os dados dos últimos 12 anos de cada região.

A Região Sudeste foi a que apresentou uma diminuição do número de mortes por raios no período, ainda que a incidência do fenômeno não tenha diminuído. O maior acesso a informação é uma das razões das mortes por raios terem diminuído, segundo o coordenador do ELAT, Osmar Pinto Júnior.

“Isso indica que a maior disponibilidade de informação sobre como proteger-se dos raios tem repercussão positiva”, afirmou o coordenador.

Ainda que tenham diminuído as mortes no Sudeste, a cidade de São Paulo registrou na análise dos últimos 12 anos uma cifra de 250 casos. Em função disso, o ELAT publicou material sobre como se pode evitar ser alcançado por um raio.

Recomendações

A forma mais segura de proteger-se durante uma tempestade elétrica é estar num carro fechado, sem contato com partes metálicas. No Brasil, não ocorreu nenhum incidente com raios desta forma, segundo o informe.

É necessário evitar permanecer em áreas abertas, perto de árvores, carros, ou objetos metálicos que conduzem eletricidade. Não se deve andar de motocicleta, e devem-se evitar varandas ou lugares abertos similares.

No Brasil, a maioria das mortes por raios foi por fazer atividades agropecuárias em campo aberto.

Curiosidades sobre raios

Os raios não são relâmpagos como se costuma confundir, e que se observam como lampejos no céu. O que os diferencia é que os raios se conectam com a terra, e os relâmpagos nem sempre, segundo o ELAT.

A probabilidade de uma pessoa morrer por raio em condições normais é menor que uma em um milhão, porém, em condições de risco, tal como num campo aberto, a probabilidade pode subir para uma em mil.

Um dito popular diz, “Um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar”, porém, a verdade é que um raio pode cair duas ou mais vezes no mesmo lugar. Seis ou mais raios caem na estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro a cada ano.

A incidência de raios nos centros urbanos é notavelmente maior, segundo investigações, devido ao aumento da temperatura e da poluição.

Além disso, as investigações sugerem a relação entre o aquecimento global e o aumento dos relâmpagos. A cada grau de aumento da temperatura, aumenta-se também entre 10 e 20% a incidência de raios e relâmpagos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: https://www.epochtimes.com.br

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