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Lavar as mãos: um dos melhores remédios contra infecção hospitalar

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Um gesto simples e que pode salvar vidas. Lavar as mãos é considerado um dos meios mais eficientes para evitar a transmissão de micro-organismos que podem causar infecções em usuários de unidades de saúde. O tema ganha destaque nesta quinta-feira (15/5) — Dia do Controle à Infecção Hospitalar, que acontece dez dias depois do Dia Mundial da Higienização das Mãos (5/5). No Estado do Rio, o trabalho de prevenção às doenças adquiridas em hospitais envolve 75 profissionais que fazem parte da Comissão de Controle da Infecção Hospitalar e também é realizado de forma pioneira por 40 médicos e enfermeiros nas 27 Unidades de Pronto-Atendimento estaduais (UPAs).

Com a intenção de chamar a atenção para o controle da infecção hospitalar e da importância da limpeza das mãos, a Subsecretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES) promove uma atividade de higienização das mãos, na terça-feira, 28 de maio, no saguão do prédio da Rua México, 128. Quem circular pelo prédio — que também é sede da SES — terá a oportunidade de aprender a lavar as mãos de forma correta. Infecção hospitalar ainda é um tema que desafia profissionais de saúde do mundo inteiro, inclusive em países desenvolvidos. No Brasil, hospitais públicos e privados têm que obrigatoriamente contar com uma Comissão de Controle à Infecção Hospitalar — conforme Portaria 2.616/98 do Ministério da Saúde. Embora seja uma unidade de atendimento pré-hospitalar, as UPAs também desenvolvem ações de prevenção a infecções de forma pioneira, desde 2009.

A infecção hospitalar acontece quando um micro-organismo entra no corpo humano e se multiplica. Como nos hospitais são realizados procedimentos invasivos, — cirurgias e tratamento de fraturas, por exemplo — a possibilidade de penetração desses seres invisíveis no corpo é maior. Tanto nas unidades de pronto-atendimento quanto nos hospitais, o trabalho envolve o controle da higienização das mãos com água e sabão ou álcool, da limpeza do ambiente, dos materiais utilizados pelos pacientes e da qualidade dos produtos e das rotinas realizadas.

— A maioria das infecções acontece no manuseio do paciente. Por isso, é muito importante que todo profissional de saúde lave as mãos antes e depois do atendimento — diz Sibelle Nogueira Buonora, assessora técnica da Superintendência de Unidades Próprias, responsável pelo trabalho de prevenção à infecção hospitalar nas UPAs estaduais.

Nas UPAs, enfermeiros encarregados do controle verificam se a higienização das mãos está sendo feita de forma correta, se os equipamentos de proteção individual, como máscara, luva e o capote, estão sendo utilizados pelos profissionais e recebem treinamento para saber como atuar em caso de epidemia, entre outros procedimentos. Em hospitais, onde os atendimentos são mais complexos, há também a checagem dos exames de pacientes que usam antibióticos, para prevenir a geração de germes resistentes, cuidados com feridas operatórias e desinfecção do leito antes do uso de outros pacientes. Sapinho, sarna e contaminações que causam diarreia são exemplos das doenças causadas por infecção hospitalar.

O Dia do Controle à Infecção Hospitalar foi instituído pela Lei 11.723, de junho de 2008. A data foi escolhida em homenagem ao médico húngaro Ignaz Philipp Semmelweis, que em 15 de maio de 1847, tornou o ato obrigatório a todos que entrassem na enfermaria do Hospital de Viena, que apresentava altas taxas de mortalidade por infecção pós-parto.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.rj.gov.br/

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Infecção hospitalar mata 100 mil pessoas em média no Brasil por ano

Risco iminente de todos os que precisam passar por algum procedimento hospitalar, as infecções, causadas por fungos, bactérias ou vírus, ainda são realidade nas unidades de saúde brasileiras.

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De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), infecções hospitalares atingem cerca de 14% dos pacientes internados, além de ser responsável por mais de 100 mil mortes no Brasil todos os anos.

Para o vice-presidente do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Sindhosba), Eduardo Olivaes, os números são alarmantes, mas podem ser considerados imprecisos, diante da impossibilidade de se detectar a origem da contaminação.

“É difícil saber se a infecção ocorreu após algum procedimento no hospital ou se foi causada pelo próprio quadro clínico do paciente”, explicou, lembrando que o quadro de infecções nos hospitais brasileiros já foi maior e que este é um problema frequente em todo o mundo.

Quanto maior o tempo de permanência nas unidades de saúde, maiores serão os riscos de contaminação, principalmente em hospitais que tratam de doenças crônicas, por pacientes tratados em Unidades de Terapia Intensiva e nas enfermarias.

“Os protocolos de prevenção e controle seguidos pelos hospitais brasileiros são definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. São procedimentos que valem para todos os hospitais, mas existem unidades que conseguem ser mais eficientes no controle do que outras”, continuou, destacando que a falta de investimentos no setor e o quadro reduzido de funcionários podem atrapalhar o controle destas doenças.

De acordo com a infectologista, Aline Abreu, as infecções mais comuns são a urinária e a do trato respiratório, ocorrendo, geralmente, após cirurgias. “Algumas infecções estão associadas aos procedimentos necessários aos pacientes, como acessos venosos, ventilação mecânica e cirurgias”, explicou a especialista.

Embora possa ocorrer em qualquer paciente, idosos, portadores de problemas neurológicos e pessoas com imunidade reduzida são mais propensos a apresentar o problema.

Ainda segundo ela, até pessoas que não tenham passado por algum procedimento médico pode adquirir algum tipo de infecção nos

hospitais. “A flora bacteriana que povoa é compatível com o meio ambiente que frequentamos. Assim, se frequentamos muito ambiente de cuidados com a saúde e estamos com equilibro prejudicado, como imunidade baixa, aumenta-se a chance de ter infecção por microorganismos hospitalares”, revelou a especialista.

O simples ato de lavar as mãos reduz em cerca de 70% o risco de contaminação nos hospitais. Elevar a cabeceira da cama, estimular o paciente a andar, também podem ajudar a prevenir alguns problemas, afirmam os especialistas. Se não diagnosticada, a infecção hospitalar pode evoluir para uma infecção generalizada, como também é chamada a Sepse, reação inflamatória do organismo infectado.

Latino-Americano de Sepse (ILAS) apontam que em algumas regiões do país, o índice de mortalidade por sepse chega a 70%. Em 2013, 240 mil pessoas morreram nas UTIs brasileiras após terem seus quadros de infecção agravados.

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Dia Mundial da Voz

Anualmente, em 16 de abril, comemoramos o “Dia Mundial da Voz”. Celebração que temos o orgulho de ter sido iniciada no Brasil, em 1999, e que a partir de 2003 passou a ter expressão internacional, com diversos eventos organizados também nos Estados Unidos, Europa e Ásia.

VOZES

O objetivo da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia neste dia e na semana que o circunda é promover a conscientização da população sobre a importância da voz humana para a promoção da saúde, bem como realizar conscientização de sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe, que podem comprometer a qualidade de vida e a própria sobrevida dos indivíduos.

A celebração do “Dia Mundial da Voz” é de extrema importância e representa uma oportunidade única de disseminar conhecimento, orientar a população, promover ações de saúde e auxiliar no encaminhamento adequado de problemas potenciais ou reais.

Nosso slogan: Seja Amigo da sua Voz!”.

HISTÓRICO DA CAMPANHA 

Unam-se para fortalecer a corrente em favor de vozes saudáveis!A primeira grande Campanha da Voz no Brasil se deu em virtude das comemorações da Semana Nacional da Voz, comemorada entre 12 e 16 de Abril de 1999. O evento foi resultado de uma parceria entre a Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz e a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia, além do apoio institucional de diversas sociedades, associações, conselhos e entidades como, Sociedade Brasileira de Endoscopia, Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Associação Brasileira de Canto e o Conselho Regional de Fonoaudiologia – 4ª região. Nos anos subsequentes comemorou-se em um ano a Semana da Voz e no seguinte o Dia da Voz, sendo que a cada ano as comemorações giraram em torno de um tema central.

O tema da Campanha da Voz de 1999, “Não arrisque sua voz – cuide da sua saúde”, centrou-se na prevenção de doenças relacionadas à voz, principalmente o câncer de laringe. Em 2000 o tema “Afine a sua saúde – cuide da sua voz” abordou a voz numa perspectiva voltada à saúde. “Voz é vida, cuide da sua voz” foi o tema de 2001 e indicava uma perspectiva mais ampla que relaciona voz à vida como um todo.

Em 2002, 2003 e 2004 foi a vez do enfoque nos profissionais da voz, com os temas “A voz como instrumento de trabalho” e “Voz educada, saúde cuidada”.

No ano de 2005 foi criado o slogan “SEJA AMIGO DA SUA VOZ!” e a partir de então o objetivo da campanha é conclamar a população, profissionais da voz ou não, para ações que visem à conscientização da sociedade quanto à importância da saúde da voz em suas várias dimensões.

Fale sem esforço e articule bem as palavras

DICAS PARA VOCÊ SER AMIGO DA SUA VOZ! 

Mantenha uma boa postura corporal ao falar ou cantar
  • Beba 2 litros de água diariamente
  • Durma bem
  • Tenha uma alimentação saudável rica em frutas e proteínas
  • Use vestuário confortável
  • Procure reduzir a quantidade de fala durante quadros gripais, crises alérgicas e período pré-menstrual
  • Evite falar por longos períodos, principalmente em ambientes ruidosos
  • Evite pigarrear, gritar e dar gargalhadas exageradas
  • Evite ingerir leite e derivados, bebidas gasosas, chocolate antes de utilizar a voz continuamente
  • Evite ingerir álcool em excesso, bem como outras drogas
  • Cuidado ao cantar inadequadamente ou abusivamente
  • Esteja atento aos primeiros sintomas de alteração vocal como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão
  • No caso de problemas vocais, procure um fonoaudiólogo e um médico otorrinolaringologista

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No Dia Mundial de Combate ao Câncer saiba mais sobre a doença

Durante os nossos anos de vida, as células, responsáveis pelo funcionamento dos órgãos, nascem e morrem todo tempo. Normalmente, elas se partem em duas, quatro, oito e assim por diante. Se por uma falha genética, a célula começa a se dividir desordenadamente, surge uma massa, o tumor. Caso ele aumente e passe a interferir no funcionamento do corpo, recebe o nome de câncer maligno. Quando a célula cresce sem controle, invade os tecidos, os vasos e a doença se dissemina a distância, em vários órgãos, o processo é chamado de metástase.

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O câncer é uma doença silenciosa e, na maioria das vezes, não causa dor. O que muitos não sabem é que tem cura, mas, para isso, deve ser detectado em seu começo. Como forma de conscientização sobre a importância do diagnóstico, do tratamento e dos hábitos de vida, a data 8 de abril foi estabelecida como o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Marcos Moraes, oncologista, presidente da Academia Nacional de Medicina e ex-diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), explica como a doença ataca o organismo.

“A célula se rebela, não obedece mais a nenhuma programação de sua divisão, que é uma maneira de ela viver. O câncer ataca o organismo com esse processo de comprimir. Em termos genéricos, existem quatro tipos de câncer. O carcinoma, aquele que se localiza no revestimento do nosso corpo, ou seja, interno ou externo. O sarcoma, que é nos órgãos de sustentação, músculo, gordura, osso e cartilagem. O linfoma, formado por tumores dos órgãos linfoides, dos gânglios e do sistema de defesa do organismo. E a leucemia, que são os tumores líquidos no sangue”, explica Marcos.

A qualidade de vida da pessoa influencia no câncer. O alimento que ela come, o que ela bebe, se fuma ou não; se tem uma prática esportiva saudável, além da carga genética. “Você pode encontrar pessoas que têm todos esses fatores, mas não têm câncer porque, talvez, ele tenha um mecanismo de defesa mais exaltado do que os membros da família. Câncer tem fatores que promovem o crescimento do tumor e tem fatores que o retardam, isso é uma coisa pessoal do organismo do indivíduo. Se você comparar 100 mil pessoas com hábitos saudáveis com 100 mil que não os têm, a incidência é muito maior naqueles que não têm”, destaca o oncologista.

Incidência e percentual de cura

O Inca estima cerca de 580 mil casos novos da doença em 2014. De acordo com a publicação Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, os cânceres mais incidentes na população brasileira, neste ano, serão de pele não melanoma (182 mil); próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil); pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo, estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais comuns, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Entre as estimativas para as regiões, serão 299,7 mil casos no Sudeste; 116,3 mil no Sul; 99,06 mil no Nordeste; 41,4 mil no Centro-Oeste e pouco mais de 20 mil no Norte. Segundo o Ministério da Saúde, o câncer é, atualmente, a segunda principal causa de morte no Brasil e no mundo, atrás das doenças cardiovasculares.

Segundo o levantamento do governo, em 2011 foram registradas 184.384 mortes por câncer em todo o país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos da doença para o ano de 2030 em todo o mundo, com 17 milhões de mortes. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil. Apesar do número expressivo, 60% dos pacientes de câncer se curam e algumas taxas de mortalidade apresentam tendência de queda, como pulmão (-0,95% ao ano em homens na última década); colo do útero (-1,5% ao ano na última década) e estômago (-2,2% em homens e -2% em mulheres, por ano, na última década). A queda na mortalidade por câncer de pulmão e de colo do útero é resultado direto das campanhas de controle do tabagismo e de prevenção e detecção precoce do câncer cervical por meio do exame Papanicolau.

Tratamento do câncer

Jacob Kligerman, oncologista, cirurgião de cabeça e pescoço e membro titular da Academia Nacional de Medicina, informa que, hoje, existe a multidisciplinaridade. “São três as formas de tratamento. Na cirurgia, os grandes avanços são a possibilidades de grandes reconstruções com mais habilidade do próprio cirurgião visando, principalmente, não deixar deformações e a qualidade de vida do paciente. Na radioterapia, temos a radioterapia de intensidade modulada, que foca áreas menores, com menos danos ao paciente. E, na quimioterapia, as drogas alvo atuam diretamente nas mutações genéticas, que realmente combatem e têm uma grande possibilidade de cura. É o grande campo de pesquisa, hoje, internacional de drogas novas”, ressalta Jacob.

Para a opção de tratamento, deve ser verificado se o tumor é mais sensível à quimioterapia ou à cirurgia; se há a necessidade de operar e o grau da doença, além da sensibilidade pessoal do paciente. Isso vai determinar se a pessoa necessita de mais de um tratamento ou de outro tratamento. ”Todo câncer é curável desde que venha a ser tratados na fase inicial. Na mais avançada, você pode torná-lo uma doença crônica, pensando sempre no que é melhor para o paciente, em uma associação médico-paciente para o retorno dele à sociedade e uma qualidade de vida adequada, e ocasionar uma vida mais saudável”, conclui o oncologista.

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Vírus ebola pode chegar ao Brasil durante a Copa? Especialistas respondem

Ebola é considerado por muitos o vírus mais perigoso que a humanidade conhece atualmente. Ele voltou às manchetes recentemente graças a um surto em Guiné que já causou a morte de 84 pessoas, e sete outras na Libéria. Sem contar casos suspeitos no Mali, todos países da África Ocidental. Trata-se de uma “epidemia sem precedentes”, segundo a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF).

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“Enfrentamos uma epidemia de uma magnitude nunca vista antes em termos de distribuição de casos no país”, disse o coordenador da MSF em Conacri (capital de Guiné), Mariano Lugli, por meio de um comunicado.

O vírus foi batizado com esse nome por ter sido identificado pela primeira vez em 1976 na República Democrática do Congo (antigo Zaire), perto do rio Ebola. Desde então, causou cerca de 1.500 mortes na África e é considerado uma ameaça para a saúde global e até mesmo um possível agente de guerra biológica.

Nunca houve casos da doença em humanos fora do continente africano, mas agora, com a chegada da Copa do Mundo, quais seriam as chances do vírus imigrar para o Brasil?

Para o infectologista Celso Granato, diretor clínico do Fleury Medicina e Saúde, as chances de o vírus chegar ao país são muito remotas, mas não impossíveis, já que vivemos num mundo globalizado.

“O problema seria a pessoa vir da África, ou após ter visitado algum país do continente, com o vírus incubado. Isso porque é muito comum se confundir os sintomas da doença com os da malária, dengue e leptospirose, por exemplo. Também é comum que a equipe médica acabe se infectando, por não saber qual a real doença”.

Com ele concorda o infectologista José Ribamar Branco da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo: “Muito improvável que chegue aqui. Esses surtos costumam ocorrer em locais muito pobres, desprovidos de modelos de higiene”.

Gorilas e morcegos

Granato conta que o vírus pode ficar incubado por até duas semanas. Os principais sintomas são febre forte, dores de cabeça e musculares, conjuntivite e debilidade. Já na fase mais aguda, provoca vômitos, diarreia e hemorragias. A transmissão ocorre por vias respiratórias ou por contato com fluidos corporais das pessoas infectadas.

“O quadro é uma síndrome febril hemorrágica. Na grande parte das doenças que conhecemos, o vírus se adapta ao organismo. Não é um bom negócio o parasita matar o hospedeiro, mas no caso do ebola isso não acontece. É uma doença muito agressiva e bastante transmissível”.

O médico conta que, quando o vírus surgiu, os pesquisadores não sabiam quais eram os hospedeiros, não conseguiam descobri-lo. “Há cerca de cinco anos, chegou-se à conclusão que seria o morcego do tipo frugívoro, aquele que se alimenta de pequenas frutas”, diz Granato.

Anos atrás, porém, acreditava-se que o hospedeiro do ebola fosse o gorila, porque os surtos humanos começaram depois que as pessoas comeram esse animal. Após estudos mais elaborados, cientistas perceberam que os morcegos são os hospedeiros naturais do vírus e que os primatas talvez sejam infectados por meio da ingestão de frutas nas quais os morcegos salivaram ou defecaram.

Na África, é comum as pessoas comerem tanto gorilas como morcegos. Os cientistas presumem que foi desta forma que o filovírus (vírus particularmente mortal para o organismo humano) se alastrou pela região.

Bioterrorismo

Por ser uma doença muito local, até agora, a indústria farmacêutica não tem muito interesse em pesquisar possíveis vacinas ou medicamentos para o ebola. “A farmacêutica não se interessa, mas a medicina militar, sim. As Forças Armadas dos Estados Unidos afirmaram em um congresso de medicina tempos atrás que estão buscando alternativas para esta doença”, conta Granato.

Ele cita o Walter Reed National Military Medical Center, em Maryland, onde estariam fazendo pesquisas estratégicas sobre o tema. “Creio que eles tenham interesse em desenvolver alguma vacina ou medicamento porque terroristas podem usar o ebola como uma arma bacteriológica muito letal e atacar uma embaixada americana, por exemplo”.

Branco acrescenta: “O ebola poderia se transformar em uma arma terrorista, sim. Por isso, os americanos têm estratégias em relação ao vírus. Costumam isolá-lo e monitorá-lo. Claro que são meio paranoicos, mas o contingente de soldados espalhados pelo mundo é muito grande”.

Sobre a doença estar se espalhando em família, como no caso de um homem que vive em Gueckedou, próximo das fronteiras com a Libéria e Serra Leoa, que perdeu dez parentes, inclusive a irmã, Granato afirma que se trata de caso co-primário (caso seguinte ao primário dentro de um período inferior ao de incubação). “São pessoas que moram na mesma região e tiveram contato entre si. É uma forma comum de o vírus se alastrar”.

Branco acredita que nos próximos dias a OMS (Organização Mundial da Saúde) irá criar um plano de contingência e até mesmo colocar os países que apresentaram casos da doença em quarentena.

“Países europeus e os Estados Unidos provavelmente vão juntar todas as forças para que o vírus não se espalhe. Aqui, creio que os órgãos de saúde também tomarão medidas especialmente em relação aos voos que chegarem vindos da África. Porém, repito, o perigo do vírus chegar aqui é muito remoto”.

Ministério da Saúde

Questionado se alguma medida seria tomada no período da Copa do Mundo, época que o país receberá muitos estrangeiros, o Ministério da Saúde informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “o ebola é um surto localizado apenas na África e a OMS tem acompanhado a evolução do surto diariamente”.

O ministério lembrou ainda que a própria OMS não pediu, até agora, para que as pessoas evitem viajar àquela região africana, devido ao surto do vírus, e que não há razão para “causar nenhum alarde”.

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Dia Mundial de Combate ao Câncer 2014

Hoje, como ocorre todos os anos no dia 8 de abril, o mundo e, especialmente as instituições de saúde oncologicas, mobilizam-se para realizar uma campanha e disseminar informações sobre câncer nas regiões em que são afetadas. Sempre com um foco na Declaração Mundial do Câncer , o slogan principal da campanha é “Derrube os Mitos”.

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Por ser uma doença complexa, existe uma disseminação enorme de conceitos equivocados sobre a doença. Entre os grandes mitos criados em torno do câncer, existem quatro deles que foram selecionados como os principais por atrapalhar o tratamento, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença:

Mito 1: Não é necessário falar sobre câncer

Realidade: Apesar do câncer se um tópico difícil de abordar, em particular em algumas culturas e condições, afrontar a doença abertamente pode melhorar os resultados a nível individual, comunitário, e de políticas públicas.

Mito 2: Não há sinais ou sintomas de câncer

Realidade: Para muitos tipos de canceres, há sinais de alerta e sintomas e os benefícios de um diagnóstico precoce são indiscutíveis.

Mito 3: Não há nada que eu possa fazer sobre câncer

Realidade: Há muito o que fazer a nível individual, comunitário e político e, com a estratégia correta, um terço dos canceres mais comuns podem ser prevenidos.

Mito 4: Eu não tenho direito a tratamento de câncer

Realidade: Todos tem o direito a acesso a tratamentos efetivos contra o câncer em igualdade de condições, sem sofrer dificuldades.

Câncer no Brasil

Segundo estimativas do INCA, cerca de 580 mil casos novos da doença são esperados para 2014. A Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, lançada no ano passado, detalha ainda os cânceres mais incidentes na população brasileira no próximo ano serão pele não melanoma (182 mil), próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais incidentes, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Excetuando-se pele não melanoma, a ocorrência será de 394.450 novos casos, sendo 52% em homens e 48,% entre as mulheres.

O número de casos novos para cada tipo de câncer foi calculado com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade – SIM). A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.

O investimento do Ministério da Saúde na assistência aos pacientes com câncer foi de R$ 2,1 bilhões no ano passado, crescimento de 26% em relação a 2010. A previsão é que, até 2014, o valor alocado no fortalecimento do atendimento em oncologia chegue a R$ 4,5 bilhões.

Veja o que fazer para prevenir o câncer:

1) Se você fuma, deixe o cigarro de lado;

2) Alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. A dieta ideal tem que conter cinco porções de frutas, verduras e legumes diariamente;

3) Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas;

4) É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata. Os homens com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata a partir dos 45 anos;

5) Pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana;

6) A mamografia, a partir dos 40 anos, deve ser realizada anualmente, ou no máximo, a cada dois anos;

7) As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico periodicamente. Após dois exames com resultado normal com intervalo de um ano, o preventivo pode ser feito a cada três anos;

8) É recomendável que mulheres e homens com 50 anos ou mais realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos;

9) Evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h. Use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar.

10) Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.

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Dia mundial da Atividade Física conscientiza e mobiliza população

No domingo, Dia Mundial do Exercício Físico, o programa “Agita” programou diversas atividades físicas e até “exercício virtual” no computador.

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O lema da campanha deste ano, “Atividade Física, um gol de placa para sua saúde”, aproveita a proximidade da Copa, e está focada em dois pilares: primeiro, aumentar o conhecimento da população sobre os benefícios da atividade física; e segundo, multiplicar o número de pessoas que se exercitam pelo menos 30 minutos diários recomendados.

Este ano os 72 países envolvidos no programa terão além da caminhada por várias cidades também a “caminhada virtual”, pela qual quem estiver no computador passará mensagens sobre a atividade física em todas as redes sociais às quais tiverem acesso.

“O público alvo são estudantes, trabalhadores de colarinho branco ou azul e idosos” diz o Dr. Victor Matsudo, diretor geral do “Agita”. Para o médico, olhando-se a iniciativa de forma pontual, não se avaliam os benefícios em médio prazo, cuidadosamente computados pelo Banco Mundial, que mostrou que a população que se exercita regularmente economizou em medicamentos, internações e cirurgias não realizadas, além de consultas, US$ 310 milhões anuais.

Segundo o diretor geral, na década de 1990, 70% da população brasileira eram sedentários e o índice era mais alto entre as mulheres, de 80%; mas hoje, só na Região Metropolitana de São Paulo, registrou-se uma redução de 41% no sedentarismo, que começa a se refletir também na redução da mortalidade por doenças cardiovasculares.

Se em São Paulo o resultado é bom, o mesmo não acontece no restante do mundo, onde a OMS (Organização Mundial de Saúde) calcula que 5,3 milhões de pessoas morrem a cada ano devido ao sedentarismo, que levam às doenças que provocam mortes precoces, que, só perde para a hipertensão arterial.

Caminhadas pelo Brasil

No dia 6 de abril ás 9 horas, milhares de pessoas sairão do vão do MASP (Museu de Arte de São Paulo), em São Paulo, para uma caminhada até a Assembleia Legislativa; no Rio de Janeiro, no dia 8 se inicia o Congresso Mundial da Atividade Física e Saúde Pública e às 16 horas, sairá a caminhada à partir do Hotel Windsor Barra, local do Congresso.

Em todas as capitais brasileiras teremos eventos semelhantes, organizados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia uma tradicional aliada do programa “Agita Mundo”.

Para saber sobre o evento em sua cidade: http://www.portalagita.org.br

Participe efetivamente, essa é uma onda de saúde caminhando contra as doenças.

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Tuberculose afeta um milhão de crianças por ano

Quase um milhão de menores de 15 anos desenvolvem tuberculose a cada ano no mundo, duas vezes mais do que se pensava até agora, segundo um estudo publicado pela revista médica britânica “The Lancet”, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose.

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Cientistas americanos calculam que pelo menos 999.800 menores de idade são afetados a cada ano pela tuberculose.

Deles, 32 mil desenvolvem uma tuberculose multirresistente (TB-MR) aos medicamentos.

“Nossas estimativas são duas vezes maiores que as da da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2011 e três vezes a mais que o número de casos notificados entre crianças a cada ano”, disse Ted Cohen, um dos coautores do documento, professor na Harvard School of Public Health de Boston.

Segundo os dados mais recentes da OMS, 530 mil menores de idade contraíram tuberculose em 2012.

Esta é a primeira vez que os especialistas avaliam o número de casos de tuberculose multirresistente (TB-MR) em menores de 15 anos, que representam 25% da população mundial.

A TB-MR é uma forma de tuberculose provocada por um bacilo que resiste à Isoniaziada e à Rifampicina, os dois medicamentes mais eficazes para combater a doença pulmonar.

Segundo o estudo, a Ásia meridional e oriental é a região mais afetada pelo fenômeno, com 400 mil casos a cada ano, sendo 10 mil de TB-MR, à frente da África (280 mil casos anuais, sendo 4,7 mil de TB-MR).

Os cientistas destacam a necessidade de melhorar os métodos de diagnóstico nas crianças e, em particular, nos menores de cinco anos que correm mais riscos de desenvolver formas severas de tuberculose.

De acordo com a OMS, 450 mil pessoas desenvolveram TB-MR no mundo e 170 mil morreram em 2012, mas apenas 20% receberam tratamento adequado, o que favorece a propagação da doença.

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Governo anuncia teste rápido para tuberculose em 92 cidades

O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (24), Dia Mundial de Combate à Tuberculose, que o SUS em 92 cidades vai oferecer um novo teste para detecção da doença. De acordo com o ministério, essas 92 cidades são estratégicas e concentram 55% dos casos no país. Nem todos os municípios receberão o teste imediatamente. Em alguns deles, o procedimento começará a ser oferecido em maio.

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Atualmente, o teste é feito de forma manual e a sensibilidade (precisão) é de 60%, além de o resultado demorar de um a dois meses para sair. Com o novo teste, o resultado sairá em duas horas, o material será analisado em máquina e a sensibilidade passará a ser de 99%.

Para o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, além de oferecer vantagens no tempo de resultado e na precisão do diagnóstico, o novo teste também ajuda a identificar que tipo de medicamento o paciente pode tomar.

“Em primeiro lugar, o tempo de espera, que levava de 30 a 60 dias e agora leva cerca de 90 minutos. Segundo, ele é mais preciso. Com a tecnologia tradicional, de cada dez casos que se dizia que não tinham tuberculose, na verdade em três tinham, que eram os falsos negativos. E, em terceiro lugar, (o novo teste) já indica se a pessoa tem resistência ao medicamento da tuberculose, fazendo com que o médico ajuste o esquema terapêutico”, afirmou.

O equipamento começou a ser usado como projeto-piloto em 2012 no Rio de Janeiro e em Manaus. Nesta semana, o governo entregará 50 máquinas nesta semana no Amazonas, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Até maio, serão distribuídas mais 90. O custo de cada teste é de US$ 10.

O ministério aproveitou o dia de combate à doença e anunciou também a nova campanha do governo de prevenção à tuberculose. Nas inserções no rádio e na TV, o cantor de pagode Thiaguinho  fala sobre quando descobriu que havia contraído a doença e como foi o tratamento.

Casos no Brasil
Ainda de acordo com o ministério, o número de casos da doença no país subiu de 70 mil em 2012 para 71,1 mil em 2013.

Segundo o secretário Jarbas Barbosa a alta no número de casos entre 2012 e 2013 se deu em razão de número maior de visitas por equipes de saúde a casas nos municípios.

“Nós estamos buscando identificar o maior número de casos. Nós estamos fazendo desde o ano passado, principalmente nas áreas de grande incidência, uma busca de fazer visita casa a casa, além de estimular os municípios para que eles não deixem que a população chegue às unidades, mas que eles [os municípios] procurem as casas. Se identificarmos precocemente [a doença], iremos interromper a cadeia de transmissão”, disse.

De acordo com o Ministério da Saúde, a região com a maior incidência da tuberculose para cada 100 mil habitantes é a região Norte (45,2).

Entre os estados, o que possui o maior índice é o Amazonas (70,6 casos por 100 mil habitantes). Entre as capitais, está Recife (oito casos para cada 100 mil habitantes).

Questionado se os números de tuberculose no país ainda “preocupam” o governo, o secretário afirmou que a doença é um “problema importante”, principalmente em locais como periferias das grandes cidades.

“Apesar da redução importante que a gente teve nos últimos dez anos, cerca de 25% no número de casos, tuberculose ainda é um problema importante principalmente em alguns locais, como as periferias das grandes cidades do Brasil.

Ele também destacou quais são os grupos que têm maior risco de contrair a doença. “A população privada de liberdade, indígenas, população de rua, pessoas com o vírus HIV, são os grupos com maior risco do que a média da população”, completou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

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Dia Mundial da Tuberculose: Brasil investe no combate a doença

O Brasil avança em novos tratamentos de combate à tuberculose para atingir as metas estabelecidas dentro dos Objetivos do Milênio definidos pela ONU, depois de ter sido um precursor no método de diagnóstico de uma doença que mata 1,5 milhão de pessoas por ano no mundo.

tuberculose

O Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado anualmente em 24 de março, ganha um significado especial para os brasileiros neste ano em que são lembrados os 50 anos da morte do brasileiro Manuel Dias de Abreu, inventor da abreugrafia, uma das grandes contribuições do país à medicina mundial, que o levou a ser indicado ao Prêmio Nobel cinco vezes.

No entanto, o País que já foi uma referência no combate à doença ainda convive com ela, integrando a lista de 22 nações que concentram 80% dos casos no mundo, com cerca de 4.600 casos por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A redução dos casos detectados até 2015 é um dos requisitos brasileiros dentro dos Objetivos do Milênio, definidos no ano 2000 pela ONU.

No começo do século XX, a tuberculose era uma epidemia no país e não havia políticas de controle eficaz ou tratamento. “Cerca de 50% das pessoas que contraíam tuberculose morriam em dois anos, se a doença evoluísse. Hoje existe a perspectiva do tratamento”, explicou Miguel Aiub Hijjar, diretor do Centro de Referência Hélio Fraga, no Rio de Janeiro.

A descoberta de medicamentos veio nos anos 40 e o número de casos começou a reduzir, graças também à melhoria das condições de vida. Em 1936, o médico Manuel Dias de Abreu criou uma espécie de raio-X simplificado que oferecia um diagnóstico rápido e barato e que ficou conhecido como abreugrafia.

“A utilização do raio-X comum era dificultada pela falta de recursos que evitassem a contaminação”, explicou a especialista em história da tuberculose, Dilene dos Santos. “A abreugrafia virou exame diagnóstico de massas, principalmente nas décadas de 70 e 80, quando era requisitado na admissão a empregos”.

Atualmente, acredita-se que 1/3 da população mundial tenha tido contato com o bacilo de Koch, causador da tuberculose.

Esta semana, uma aliança global contra a tuberculose anunciou o primeiro teste clínico de um novo tratamento para a doença, tanto na forma clássica quanto nas resistentes aos antibióticos, que será realizado no Brasil, e em países como África do Sul e Tanzânia.

A Aliança Mundial para o Desenvolvimento de Medicamentos contra a Tuberculose (TB Alliance), financiada por governos e fundações como a Fundação Bill e Melinda Gates, indicou que uma nova combinação de drogas promete avanços.

Para Hijjar, os maiores desafios no tratamento são a sua associação com a Aids, que aumenta a incidência, a persistência da pobreza e o abandono do tratamento.

“A média de abandono no Brasil é de quase 11%, quando o aceitável é 5%”, afirmou.

O tratamento deve ser realizado durante seis meses e o abandono leva à resistência aos medicamentos. Na tuberculose multirresistente, se estende por dois anos ou mais.

Atualmente, as pesquisas avançam em três direções: na redução desse tempo, na busca por uma vacina recomendada para adultos e por diagnósticos mais rápidos e modernos, como o GenXpert e Genotype MTBDR plus, substituindo a tradicional baciloscopia, utilizada desde sua invenção, no século XIX.

Carlos Basilia, diretor do Fórum de ONGs Tuberculose RJ – que reúne mais de 200 organizações não-governamentais com diferentes áreas de atuação -, lembrou que a tuberculose ainda têm muitos estigmas.

“Há uma invisibilidade do problema e das pessoas com tuberculose, ao contrário da dengue, por exemplo”, afirmou.

Entre os sintomas da tuberculose, estão: tosse persistente há mais de 3 semanas, com presença ou não de catarro ou sangue, perda de apetite, emagrecimento, febre baixa no fim do dia e suores noturnos. Quando apresentado um desses sintomas, é aconselhável procurar o serviço de saúde para que seja feito um exame de escarro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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