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Saúde Bucal da Mulher: Levem à Sério
Published outubro 22, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:álcio, Campanha, cáries, Colgate, dentes, dentes saudáveis, dentista, dicas, duvidas, Estresse, Fumo, gengivas, higiene inadequada, Idosos, informações, Má Alimentação, Medicamentos, mulheres, Prótese Bucal, raiz dos dentes, Saúde, saúde bucal, sensibilidade, terceira idade, vivamelhor, vivamelhoronline
A Saúde Geral e bucal da Mulher
Published outubro 22, 2014 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:álcio, cáries, Colgate, dentes, dentes saudáveis, dentista, dicas, duvidas, Estresse, Fumo, gengivas, gravidez, higiene inadequada, Idosos, informações, Má Alimentação, Medicamentos, Menopausa, Mesntruação, mulheres, osteoporose, Prótese Bucal, raiz dos dentes, Saúde, saúde bucal, Saúde Bucal das Mulheres, Saúde Geral, sensibilidade
Há uma relação entre minha saúde bucal e minha saúde geral?
No caso das mulheres, um número cada vez maior de estudos relaciona as enfermidades gengivais com uma variedade de problemas que afetam a saúde da mulher. Como a gengivite é uma infecção causada por bactérias, estas podem entrar na corrente sangüínea e tornar-se causa de outras complicações:
- Problemas Cardíacos: Indivíduos com gengivite correm um risco maior de ter problemas cardíacos, com o dobro de possibilidade de sofrerem ataques fatais.
- Derrame: Um estudo revelou a existência de uma relação causal entre infecções bucais e risco de derrame ou também conhecido como acidente vascular cerebral (AVC).(1)
- Diabetes: Os diabéticos são mais propensos a terem gengivite e nestes indivíduos é mais difícil controlar o açúcar no sangue. A gengivite pode ser um fator de risco para o diabético, mesmo em indivíduos com açúcar controlado.(2)
- Problemas respiratórios: Bactérias que se desenvolvem na cavidade bucal podem chegar até os pulmões e causar doenças das vias respiratórias, tal como a pneumonia, especialmente em pessoas que têm gengivite.(3)
- Resultados da gestação: As gestantes com gengivite podem estar mais propensas a partos prematuros ou terem bebês de menor peso ao nascer. A gengivite também pode aumentar o nível dos líquidos biológicos que estimulam o parto.(3)
Como a gengivite em geral não dói, muitas mulheres só notam que têm o problema quando este já está em estado avançado. A melhor defesa é a cuidadosa higiene bucal diária com uma boa escovação e o uso de fio dental, e as consultas regulares com seu dentista.
Os requisitos relacionados à saúde bucal mudam com o passar do tempo?
A mulher tem necessidades especiais relacionadas à saúde bucal nas diversas fases da vida. As mudanças nos níveis de hormônio que ocorrem na puberdade, seguidas da menstruação, gravidez e menopausa tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana. Nessas etapas da vida, as mulheres não podem esquecer de escovar e usar fio dental todos os dias, para evitar a gengivite.
Outras informações importantes:
- Menstruação — Algumas mulheres notam que sua gengiva incha e sangra antes da menstruação. Outras têm aftas ou inflamações da mucosa bucal. Estes sintomas geralmente desaparecem no início da menstruação.
- Contraceptivos orais — A inflamação da gengiva é um dos efeitos colaterais mais comuns dos contraceptivos orais.
- Gravidez — Estudos mostram que muitas mulheres grávidas têm gengivite quando a placa bacteriana se forma sobre os dentes e irrita a gengiva. Os sintomas são gengivas avermelhadas, inflamadas e com sangramento. O cuidado pré-natal é sempre extremamente importante.
- Menopausa — Os sintomas bucais experimentados durante este estágio na vida de uma mulher são gengiva avermelhada ou inflamada, desconforto, sensação de ardência, sensação de alteração do paladar e boca seca.
- Osteoporose — Várias pesquisas sugerem a existência de uma relação entre a osteoporose e a perda óssea nos maxilares. Os pesquisadores sugerem que isto pode levar à perda de dentes por causa da provável diminuição da densidade dos ossos onde os dentes estão inseridos. Juntamente com a osteoporose, a doença periodontal acelera o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.colgate.com.br
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Dia Mundial da Osteoporose alerta para doença entre homens
Published outubro 21, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Campanha, doença, dores, enfraquecimento, exame, Fundação Internacional de Osteoporose, geriatria, Gerontologia, Homens, Instituto Nacional do Câncer, Medicamentos, Medicos, Ossos, osteoporose, Problemas, procedimentos, Qualidade de Vida, Saúde
Para combater o subdiagnóstico da osteoporose no sexo masculino, os homens são o foco da campanha internacional “Ame seus ossos”, pelo Dia Mundial da Osteoporose, ontem (20).
A doença se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos e acomete principalmente os mais velhos.
Essa é uma iniciativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF em inglês), que conta com o apoio global de diversas instituições.
A fundação divulgou, em outubro, dados que mostram que um terço de todas as fraturas de quadril no mundo ocorrem em homens, com taxa de mortalidade até 37% no primeiro ano após a fratura, o que significa duas vezes mais que a de mulheres.
Isso ocorre, mesmo com uma proporção de incidência de casos em mulheres superior à dos homens – um em cada três casos, a partir dos 50 anos.
Entre o sexo masculino, a proporção é de um homem em cada cinco casos.
O relatório do IOF mostra ainda que de 1950 a 2050, o número de homens com 60 anos ou mais – o grupo etário de maior risco de osteoporose – deve aumentar dez vezes.
Para o chefe do Departamento de Medicina Interna do Instituto Nacional do Câncer, Salo Buksman, que atende muitos casos de homens em estágio avançado da doença, a campanha é muito relevante para garantir o tratamento antes da primeira fratura.
“Os homens, a sociedade em geral e mesmo os médicos têm um conceito equivocado de que a osteoporose é uma doença feminina. Há muitos homens com osteoporose, sobretudo depois dos 70 anos”, comentou.
“Como o indivíduo não é ciente desse fato, não busca o diagnóstico e só fica sabendo que tem a doença depois da primeira fratura”, destacou Buksman, ao lembrar que a osteoporose é uma das principais causas de quedas e fraturas em idosos.
O ortopedista esclareceu que homens com mais de 70 anos devem fazer o exame de densitometria óssea, que detecta a osteoporose, pelo menos uma vez.
“Mesmo os homens mais jovens devem fazer o exame se tiverem determinados fatores de risco, como o uso de cortisona, determinados hormônios, remédios anticonvulsivantes”, comentou.
O tratamento consiste basicamente em ingestão de cálcio, vitamina D e outros remédios de combate à doença.
De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, João Bastos, o risco de osteoporose em homens é 27%, enquanto o de câncer de próstata é 11%, doença mais alardeada em campanhas voltadas para os homens.
As formas de prevenção valem para ambos os sexos.
“A atividade física, alimentação adequada na infância e adolescência, evitar o tabagismo e a ingestão excessiva de bebida alcoólica são alguns dos fatores importantes para a qualidade do osso formado ao longo da vida, o que contribui para diminuir o risco de osteoporose na vida adulta e velhice ”, destacou o médico.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br/
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Dia Nacional da Vacinação
Published outubro 17, 2014 Sem categoria Leave a CommentTags:Alexandre Padilha, Blog da Saúde, Brasil, Calendário Nacional de Vacinação, Catapora, crianças, Dia Nacional de Vacinação, doença, Gratuita, Ministério da Saúde, OMS, Parcerias, Qualidade de Vida, Saúde, SBGG, SBIm, SBPT, SUS, Tetra Viral, UBS, Vacina, Vacina Gratuita, vacinação
Hoje, 17 de outubro, quando é comemorado o Dia Nacional da Vacinação, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lembra a importância de imunizar as pessoas com doenças crônicas. De acordo com um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em julho, as enfermidades — entre as quais constam pulmonares, cardiovasculares e diabetes — são responsáveis por 74% das mortes no Brasil.
Para tentar amenizar o quadro, a SBIm oferece guias com recomendações para a imunização desses indivíduos. São eles os de Geriatria, elaborado em parceria a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Reumatologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e Pneumologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), além daqueles para pacientes em condições especiais.
A presidente da Comissão de Revisão de Calendários e Consensos da SBIm, Isabella Ballalai, afirma que o material é ainda mais relevante se considerada a prevalência elevada dos problemas entre maiores de 60 anos. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, a parcela de idosos na população cresce acentuadamente e já se aproxima a de crianças e a de adolescentes: 13% contra, respectivamente, 13,9% e 13,4%.
“O aumento da longevidade deve ser comemorado, mas precisamos ter em mente que são necessárias ações para promover a qualidade de vida. A vacinação, por permitir evitar quadros infecciosos facilitados por deficiências imunológicas, deve ser parte fundamental desses esforços”, enfatiza Ballalai.
Cuidado coletivo
O presidente da SBIm, Renato Kfouri, ressalta que quem convive com pessoas cuja imunidade esteja comprometida também deve ter atenção redobrada para manter o calendário vacinal atualizado. “Além de se protegerem, ajudarão a reduzir a circulação de vírus e bactérias no ambiente e, consequentemente, a possibilidade de contágio daqueles que não podem receber determinadas vacinas”, explica Kfouri.
A estratégia — nomeada cocoon (casulo, em inglês) — é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como forma de evitar a coqueluche nos bebês, vulneráveis até receber, por volta dos seis meses, a terceira dose da vacina Tríplice Bacteriana — que também previne a difteria e o tétano. A mesma lógica vale para outras doenças infecciosas, como as hepatites, sarampo, gripe e varicela.
Gratuito
Todos os guias da SBIm, bem como Calendários de Vacinação e outras publicações estão disponíveis, sem custo, na página da sociedade: http://www.sbim.com.br.
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Saiba quais Alimentos ajudam a Rejuvenescer
Published outubro 16, 2014 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:4 Pilares da Saúde, alimentação, Alimentos, Combate a Fome, Consea, cuidados, Dia Mundial da Alimentação, fibras, fome, Força Vitaminas, Fotoquímicos, frutas, inteligente, lanches, Legumes, minerais, nutrição, ONU, Preço dos Alimentos, Preços. Aumento, Qualidade de Vida, refeições, rejuvenescer, Ricos, Saúde, Saiba, soja, Substituição, Trocas, Valores, Vegetais
Cremes anti-idade, botox, cirurgia plástica… Para quem quer parecer mais jovem e bonito, o mercado está cheio de opções. Mais simples, barata e eficiente, outra forma de levantar o visual é investir em alimentos rejuvenescedores. O segredo é começar — desde esta quinta-feira, no Dia Mundial da Alimentação — a apostar em antioxidantes capazes de combater radicais livres que destroem, sobretudo, o colágeno e a elastina, responsáveis pela boa aparência da pele e dos cabelos.
Os radicais livres são gerados naturalmente no organismo a partir de átomos de oxigênio. Segundo a nutricionista Monica Dalmacio, coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Anhanguera de Niterói, quanto mais uma pessoa ingere moléculas de glicose (açúcar) e gordura, que contêm muitos átomos de oxigênio, mais ela produz radicais livres.
— Quem praticamente não come frutas, verduras e legumes não consegue neutralizar esses radicais — diz.
Para obter o efeito rejuvenescedor dos alimentos antioxidantes, é preciso ingeri-los diariamente, salienta a especialista.
Efeito de pílulas é inferior ao dos alimentos
A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo diário de, pelo menos, 400 gramas de vegetais (cerca de cinco porções). Mas quem quer parecer mais jovem também precisa reduzir a ingestão de doces e frituras, para frear a produção de radicais livres. Por dia, o ideal é limitar-se a comer 50 gramas de açúcar e dois gramas de gorduras trans, o que equivale a apenas um biscoito recheado ou três unidades de batata chips.
De acordo com Monica Dalmacio, o efeito de pílulas que prometem o rejuvenescimento é inferior ao dos alimentos antioxidantes, e o uso desses produtos pode até fazer mal à saúde. Além disso, recorrer ao colágeno hidrolisado para deixar a pele firme não traz benefícios, pois a produção da proteína pelo corpo não depende de suplementos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://extra.globo.com/
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EBOLA: Saiba Mais
Published outubro 15, 2014 Campanhas , Notícias Leave a CommentTags:Africa, Brasil, Campanha, cansaço, doença, Ebola, epidemia, hábitos, Malária, Médicos Sem Fronteiras, Mortes, OMS, ONG, Organismo, Prevenção. Cuidados, Qualidade de Vida, região, risco, rotina, Saúde, segurança, sintomas, vivamelhor, vivamelhoronline
Ebola: Causas e Sintomas
Published outubro 15, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Africa, Brasil, cansaço, doença, Ebola, epidemia, hábitos, Malária, Médicos Sem Fronteiras, Mortes, OMS, ONG, Organismo, Qualidade de Vida, região, risco, rotina, Saúde, segurança, sintomas
Ebola é uma doença causada por um vírus de mesmo nome, e seu principal sintoma é a febre hemorrágica, que causa sangramentos em órgãos internos. O vírus é nativo da África, onde surtos esporádicos ocorrem ao longo de décadas.
É uma doença grave e muitas vezes fatal, com uma taxa de letalidade de até 90%, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). O ebola é transmitido pelo contato direto com o sangue, fluidos corporais e tecidos de animais ou pessoas infectadas. Pacientes gravemente doentes requerem tratamento de suporte intensivo. Durante um surto, aqueles com maior risco de infecção são os profissionais de saúde, familiares e outras pessoas em contato próximo com pessoas doentes e pacientes falecidos.
O vírus Ebola foi descoberto em 1976 e acontecem surtos esporádicos desde então. Os primeiros registros do vírus Ebola foram encontrados em macacos, chimpanzés e outros primatas não humanos que vivem na África. Uma cepa mais branda de Ebola foi descoberta em macacos e porcos nas Filipinas – no entanto, o vírus das Filipinas não causa doença em humanos. A doença recebe esse nome por causa do rio Ebola, na República Democrática do Congo, onde o vírus foi encontrado pela primeira vez.
Hoje, o que se acredita é que o morcego seja o responsável por transmitir o vírus para outros animais. Nele o vírus não provoca doença. Mas uma fruta meio comida por um morcego e encontrada por outro animal já pode dar início à epidemia. Macacos, antílopes e porcos-espinho também são afetados pela doença. É possível entrar em contato com o vírus visitando lugares com infestação de morcegos (como minas e cavernas) ou manipulando o tecido de algum animal morto pelo Ebola.
Causas
É possível contrair Ebola por meio do contato direto com os fluidos corporais de um animal infectado ou humano. Estes incluem sangue, saliva, sêmen, vômito, urina ou fezes.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, também é possível adquirir o vírus por lidar com um animal selvagem doente ou morto que tenha sido infectado. Há alguma evidência de que o vírus Ebola pode ser transmitido através do ar a partir de primatas não humanos para primatas não humanos, como de macaco para macaco. Não há estudos definitivos provaram isso, entretanto.
Uma pessoa infectada normalmente não se torna contagiosa até que desenvolva sintomas. Os membros da família são frequentemente infectados ao cuidar de parentes doentes ou mortos.
Profissionais podem entrar em contato com o vírus se não usarem equipamentos de proteção, como máscaras cirúrgicas e luvas. Ela não é altamente transmissível, basta diagnosticar o paciente e isolar.
Prevenção
As seguintes precauções podem ajudam a prevenir a infecção e disseminação do vírus Ebola:Evite áreas de surtosAntes de viajar para a África, saiba mais sobre as epidemias atuais e converse com um médico sobre os possíveis riscos.Lave as mãos com frequência
Tal como acontece com outras doenças infecciosas, uma das medidas preventivas mais importantes é lavar as mãos frequentemente. Use água e sabão ou usar álcool gel 60% quando sabão e água não estão disponíveis. Essas medidas devem ser tomadas principalmente para pessoas em áreas de risco.Evite o contato com pessoas infectadas
Cuidadores e profissionais de saúde devem evitar o contato com fluidos e tecidos do corpo da pessoa infectada, incluindo sangue, sêmen, secreções vaginais e saliva. Pessoas com Ebola são mais contagiosas nos estágios mais avançados da doença. Para interagir com o paciente, o ideal é usar luvas, máscaras, aventais e protetores oculares.Pessoas infectadas devem ser isoladas das outras. Agulhas utilizadas devem ser descartadas e os instrumentos esterilizados.Não manusear corpos de pessoas infectadas
Os corpos das pessoas que morreram de Ebola ainda são contagiosos. Equipes organizadas e treinadas devem enterrar os corpos, usando equipamento de segurança apropriado.
Sintomas de Ebola
Pacientes expostos ao vírus Ebola devem começar a apresentar sintomas entre dois a 21 dias após o contato com a doença, que tem início rápido. Os sintomas iniciais se assemelham aos de uma infecção comum da gripe. Veja:
- Febre
- Dor de cabeça
- Garganta inflamada
- Dor articular e muscular
- Fraqueza.
Conforme o Ebola progride, os sintomas tornam-se mais grave. Sintomas de Ebola em estágio final podem incluir:
- Vômitos
- Diarreia
- Vermelhidão nos olhos
- Inchaço dos genitais
- Hemorragia interna e externa (alguns pacientes podem ter sangue saindo de seus olhos, nariz, boca, orelhas ou reto)
- Erupção ou hemorragia ao longo da pele e mucosas.
Buscando ajuda médica
A possibilidade de contrair o vírus Ebola ou é muito baixa, a menos que você tenha contato direto com fluidos corporais de uma pessoa ou animal infectado.
Caso haja essa suspeita, marque uma consulta médica ou procure um serviço de emergência e exponha a questão. Pessoas que viajaram para áreas de risco também devem buscar ajuda médica tão logo os sintomas aparecerem. Especialistas que podem diagnosticar Ebola são:
- Clínico Geral
- Infectologista
- Profissional de enfermagem.
O que você pode fazer
Antes da consulta, para ajudar o médico a encontrar a causa de seus sintomas, escreva uma lista que responde às seguintes questões:
- Quais os sintomas que você tem? Quando começaram?
- Você recentemente viajou para a África? Se sim, qual parte?
- Se você esteve recentemente na África, entrou em contato com macacos?
- Você recentemente visitou cavernas ou minas subterrâneas na África?
- Você está empregado em um laboratório que utiliza macacos da África ou das Filipinas em pesquisa?
Se possível, leve um familiar ou amigo com você. Às vezes pode ser difícil de lembrar todas as informações fornecidas a você no hospital ou durante uma consulta. Alguém que te acompanha pode se lembrar de algo que você perdeu ou esqueceu.
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Dia Mundial da Alimentação 2014 discute alta de preços
Published outubro 14, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:4 Pilares da Saúde, alimentação, Alimentos, Combate a Fome, Consea, cuidados, Dia Mundial da Alimentação, fibras, fome, Força Vitaminas, Fotoquímicos, frutas, inteligente, lanches, Legumes, minerais, nutrição, ONU, Preço dos Alimentos, Preços. Aumento, Qualidade de Vida, refeições, Ricos, Saúde, Saiba, soja, Substituição, Trocas, Valores, Vegetais
“Preço dos alimentos – da crise à estabilidade“. Este é o tema escolhido pela ONU para o Dia Mundial da Alimentação, que acontece todos os anos em 16 de outubro. O tema levanta uma boa discussão, uma vez que a alta dos preços de alimentos representa uma séria ameaça para a segurança alimentar e nutricional dos países em desenvolvimento.
No Brasil, as atividades que marcam a data já começaram e vão até 17 de outubro, consolidando a Semana Mundial da Alimentação. No dia 17 de outubro, a TV NBr transmitirá uma teleconferência sobre o Dia Mundial da Alimentação, com foco na 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. A teleconferência terá participação da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).
No Brasil e na América Latina
Os preços dos alimentos na América Latina e Caribe reduziram sua taxa de crescimento pelo terceiro mês consecutivo, de acordo com o Relatório Mensal de Preços dos Alimentos da Organização da ONU para a Alimentação e Agricultura (FAO). A inflação dos alimentos na região subiu somente 0,5% em junho, caindo 1% em relação a maio e 1,2% em relação a abril.
A menor taxa de inflação dos alimentos na região em junho responde em grande parte aos movimentos dos preços dos alimentos no Brasil e no México, cujas inflações alimentares apresentaram uma importante redução de 0,6% para -0,1% e 0,6% para 0,1% entre os meses de maio e junho, respectivamente. No último mês, entretanto, no Brasil teve leve alta novamente.
Também houve redução nas taxas de inflação em junho na Colômbia e Paraguai atingindo -0,2% e -0,8%, respectivamente. O Equador, pelo segundo mês consecutivo, também teve taxas reduzidas, chegando a -0,4%. Também registraram reduções em seus níveis de inflação alimentar, Chile, Peru, Colômbia, Paraguai, Costa Rica, Honduras e República Dominicana.
A Bolívia registrou a maior alta da região de 0,7% para 3%, seguido da Nicarágua que subiu de 2% para 2,9% em relação aos meses de maio e junho, respectivamente. El Salvador, Guatemala, Haiti e Panamá também registraram altas na inflação dos preços dos alimentos no mês de junho.
Especialistas acreditam que é hora de reavaliar a política agrícola, que prioriza as exportações do agronegócio em vez do abastecimento interno. “Precisamos pensar melhor em como atender a demanda interna e externa para resguardar a estabilidade de preços nos produtos alimentares”, disse em entrevista à página do MST Guilherme Delgado, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Temos este mês uma boa oportunidade para debater o assunto.
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Saiba como escolher os Alimentos de forma Inteligente
Published outubro 13, 2014 Longevidade , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:4 Pilares da Saúde, alimentação, Alimentos, cuidados, Dia Mundial da Alimentação, fibras, Força Vitaminas, Fotoquímicos, frutas, inteligente, lanches, Legumes, minerais, nutrição, Qualidade de Vida, refeições, Ricos, Saúde, Saiba, soja, Substituição, Trocas, USP, Valores, Vegetais
Fazer substituições inteligentes nas refeições é fácil e impacta diretamente em sua qualidade de vida; aproveite a data para começar;
O Dia Mundial da Alimentação é celebrado no dia 16 de outubro em mais de 150 países com o objetivo principal de conscientizar e alertar as pessoas sobre questões da nutrição e alimentação saudável para uma melhor qualidade de vida. O cuidado com todas as refeições é fundamental e deve ser diário por meio de escolhas e substituições inteligentes.
A nutricionista Gisele Pavin, formada pela USP e especialista em Nutrição Clínica, explica que, com tantas opções de produtos e alimentos no mercado, as trocas inteligentes podem ser mais fáceis do que imaginamos. “Muitas vezes pensamos que a substituição de alimentos deve ser algo radical, quando, na verdade, pode começar com mudanças simples e rápidas nas refeições diárias, que passam a ser mais saudáveis e nutritivas”.
Quando pensamos em uma alimentação equilibrada e um corpo saudável, não podemos deixar de lado as proteínas, que participam de todas as estruturas do corpo, além de contribuírem para a formação dos músculos e muitas funções do sistema nervoso e de defesa.
A soja, por exemplo, é o único alimento de origem vegetal que contém proteína de alto valor biológico e que ainda fornece fibras. Assim, pode ser facilmente incorporada à alimentação equilibrada de diferentes formas, como grãos cozidos, em saladas ou refogados, e em preparações que utilizam a proteína texturizada, como hambúrguer de soja, legumes recheados, estrogonofe e lasanha, em substituição a outros alimentos fontes de proteínas que contém quantidades maiores de gorduras saturadas (gorduras ruins) e não agregam tantos benefícios. Outra opção prática e nutritiva para o consumo da leguminosa são as bebidas à base de soja, que além da proteína da soja, também oferecem vitaminas e minerais importantes, que podem substituir os sucos e néctares, que apresentam teor mais alto de açúcar.
Há um incansável debate a respeito do consumo de grãos e alimentos ricos em carboidratos. A dica é escolher aqueles que são mais nutritivos, como os cereais integrais. Eles são ricos em vitaminas, minerais, fotoquímicos e fibras. As fibras correspondem à parte de difícil digestão nos alimentos, o que proporciona maior saciedade além de não causar picos de glicose (açúcar) na corrente sanguínea. “Desta forma, a recomendação é trocar, por exemplo, o pão francês, o arroz branco ou o macarrão pelas suas versões mais integrais, que são mais nutritivas”, diz Gisele Pavin.
Durante os lanches intermediários, a atenção à qualidade dos alimentos consumidos deve continuar. É possível trocar os lanches rápidos e gordurosos como coxinha, kibe e empada por opções que farão bem à saúde como castanhas, nozes, pistache, frutas secas e amêndoas. Além de serem práticos, também protegem a saúde do coração.
Outra substituição interessante é a utilização da maionese industrializada no lugar de creme de leite ou cream cheese, por exemplo. “Na hora da compra é importante comparar o rótulo dos produtos e escolher a opção com menos colesterol e calorias, além de checar se é livre de gorduras trans e se possui boa quantidade de gorduras poli-insaturadas, que auxiliam na redução do risco de desenvolver doenças cardiovasculares.”, acrescenta Gisele Pavin.
Em comparação com outros produtos, como creme de leite e requeijão, a maionese é uma boa opção para as preparações, pois contêm aproximadamente 2,5 vezes menos gorduras saturadas que a mesma porção de creme de leite, 77% menos sódio que a mesma quantidade de parmesão e aproximadamente 2% da quantidade total de colesterol de um ovo (45g). “A substituição do creme de leite por maionese diminui em 58% a quantidade de gorduras saturadas, aumenta em 38 vezes a quantidade de gorduras poli-insaturadas, além de dispensar a adição de sal, uma vez que a maionese já cumpre esse papel de agregar sabor às preparações”, conclui Gisele Pavin. O importante é ser consciente sobre a qualidade e quantidade de alimentos que consumimos para que sejam escolhidos os que apresentam melhores benefícios nutricionais ao nosso corpo e ainda tragam prazer à nossa alimentação.
Não podemos deixar de mencionar os alimentos funcionais, que podem trazer benefícios adicionais à saúde, como os fitoesteróis, que ajudam na redução do LDL Colesterol (colesterol ruim). Recomendado como parte de uma dieta saudável, os esteróis vegetais têm estruturas e funções semelhantes às do colesterol e, por isso, quando consumidos, ocupam o lugar do colesterol nas micelas (responsáveis pelo transporte das gorduras até as células do intestino), diminuindo sua absorção, e posteriormente, sendo eliminado pelas fezes. Os fitoesteróis estão presentes em alimentos de origem vegetal, como verduras e legumes, mas são mais abundantes em óleos, grão de bico, sementes, oleaginosas. No entanto, para atingir a quantidade recomendada diária de 1,6g de fitoesterol, seria necessário a ingestão de 340 tomates, 168 cenouras, 120 maçãs ou de 56 fatias de pão integral. Uma alternativa para garantir a porção recomendada de esteróis vegetais por dia são os alimentos enriquecidos com a substância, como cremes vegetais, apenas duas porções de Becel Pro-Activ por dia, por exemplo, já atinge a recomendação diária de 1,6g de ingestão desta substância, quantidade associada à redução de 15% dos níveis de LDL-colesterol em apenas 3 semanas associada a alimentação e estilo de vida equilibrados.
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SUS não está preparado para tratamento de Doenças Mentais
Published outubro 10, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:ajuda, apoio, artigo, Campanha, CAPS, Convivência, deveres, dicas, direitos, Diversidade, Doença Mental, Família, interesse, liberdade, Luta, mente, Moradia, Proesq, psicologia, Psicosocial, Psique, Psiquiatra, Psiquiatria, Qualidade de Vida, respeito, Saúde, Saúde Integral, saúde mental, SUS, trabalho
Era uma manhã de domingo quando Jorge Cândido de Assis entrou na estação de metrô Liberdade, em São Paulo. Já na plataforma, ouviu uma voz dizer: “por que você não se mata?”. Três dias depois, acordou em um hospital, sem a perna direita. Aos 21 anos, em um surto de esquizofrenia, o estudante se jogou na frente do trem.
Em 2003, após quatro graves crises psicóticas, Jorge passou a fazer parte de um grupo de apoio comandado pelo psiquiatra Rodrigo Bressan. O Programa de Esquizofrenia da Unifesp (Proesq) atende pacientes encaminhados pelos centros de apoio psicoterapêuticos (CAPs) e ambulatórios do Sistema Único de Saúde (SUS) que, por falta de infraestrutura, são mal preparados para realizar todos os tipos de atendimento.
Segundo levantamento do programa, 85% dos pacientes que fazem uso da medicação closapina, usada para tratar a esquizofrenia refratária, não conseguem receber o remédio nas unidades do SUS.
O panorama é ainda mais alarmante se levarmos em consideração o número de unidades especializadas em saúde mental disponíveis no país. Na região Norte, só há dois centros de atenção psicossocial infantil (CAPi) – localizados no Amazonas e no Pará.
No Nordeste, em Alagoas, não há nenhum. Na região Centro-Oeste, a maior concentração está em Goiás, e no Distrito Federal há apenas um. No total, somente 11 Estados contam com o serviço. Os dados são da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia (Abre).
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), 3% da população sofre com transtornos mentais severos e persistentes, como a esquizofrenia. No Brasil, cerca de 1% tem a doença que, na maioria dos casos, só é diagnosticada quando o paciente já apresenta sintomas severos e contínuos, como delírios e alucinações.
Tal precariedade é reflexo de uma política pública que até os anos 1980 mantinha em funcionamento os famigerados manicômios, onde pacientes eram submetidos a tratamentos que, além de inadequados, eram desumanos. Esses depósitos de gente não só içavam um muro entre os pacientes e a sociedade, como criaram um estigma sobre o assunto que se estende até hoje.
Publicada em 2001, a Lei nº 10.216, conhecida como Lei Paulo Delgado, “dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental”. Contudo, por negligencia e omissão do governo, familiares e pacientes ainda aguardam sua regulamentação.
A pedidos dessas pessoas, protocolei recentemente um requerimento para que o ministro da Saúde, Arthur Chioro, preste informações sobre a política de saúde mental no âmbito do SUS. Dentre as demandas, exigimos atendimento humanizado, acompanhamento multiprofissional, implantação de leitos e enfermariaspsiquiátricas em hospitais gerais e apoio ao convívio entre pacientes e familiares.
Assim como a legislação prevê direitos para quem tem uma deficiência, pessoas com transtornos mentais não podem ficar à margem de direitos básicos, como saúde e trabalho.
Pacientes com esquizofrenia, sob tratamento adequado, passam por programas de reabilitação que os preparam para voltar ao mercado profissional. As empresas, no entanto, recusam a contratação, submetendo esses candidatos a mentir e negar parte de sua vida. Como se a doença em si o definisse.
A esquizofrenia e outros transtornos da mente são doenças crônicas que passeiam por nossas emoções. Acreditar no potencial desses indivíduos de se reconectarem à vida é o primeiro passo para fortalecer uma política pública de saúde mental e derrubar preconceitos.
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